Mas quando o exército hostil, tendo exterminado e dispersado os nativos da ilha, retornou para casa, também eles começaram gradualmente a recuperar suas forças e coragem, emergindo dos esconderijos onde haviam se ocultado e, unanimemente, orando por auxílio divino, para que não fossem completamente destruídos a ponto de serem aniquilados. Naquela época, tinham como líder Ambrósio Aureliano, um homem modesto, que talvez fosse o único da nação romana a sobreviver à tempestade mencionada, tendo matado na mesma tempestade seus pais, que ostentavam o nome e as insígnias reais. Sob a liderança deste, portanto, os bretões reuniram forças e, provocando os vencedores para a batalha, obtiveram a vitória, com o próprio Deus os favorecendo. E a partir de então, ora cidadãos, ora inimigos, saíram vitoriosos, até o ano do cerco do Monte Badônico, quando infligiram um massacre considerável aos mesmos inimigos, por volta do 40º e 34º ano de sua chegada à Britânia. Mas isso será mais tarde.