Julianus imediatamente adoeceu de uma doença dolorosa; suas entranhas apodreceram e ele não era mais capaz de expelir seus excrementos pelos órgãos normais de excreção, mas sua boca poluída, no instante de sua blasfêmia, tornou-se o órgão para sua emissão.
Dizem que sua esposa era uma mulher de fé notável e, portanto, dirigiu-se ao marido assim: “Marido, deves bendizer nosso Salvador Cristo por te mostrar, através de teus castigos, o Seu poder peculiar. Pois jamais saberias quem está sendo atacado por ti se, com Sua habitual paciência, Ele tivesse se abstido de te afligir com estas pragas enviadas pelos céus.” Então, por meio dessas palavras e do peso de seus sofrimentos, o infeliz percebeu a causa de sua doença e suplicou ao imperador que restaurasse a igreja àqueles que dela haviam sido privados. Contudo, seu pedido não foi atendido, e assim terminaram seus dias.
Félix também foi subitamente atingido por um flagelo enviado pelos céus e vomitava sangue pela boca dia e noite, pois todos os vasos do seu corpo convergiam para esse único órgão; assim, quando todo o seu sangue foi derramado, ele morreu e foi entregue à morte eterna.
Essas foram as punições infligidas a esses homens por sua maldade.