Outro exemplo é o de um excelente homem em Antioquia, encarregado do cuidado de jovens rapazes, que era mais bem educado do que é habitual entre os pedagogos, e era amigo íntimo do principal professor daquele período, Libânio, o famoso sofista.
Ora, Libânio era um pagão que esperava a vitória e, tendo em mente as ameaças de Juliano, um dia, zombando de nossa crença, disse ao pedagogo: “O que está fazendo agora o filho do carpinteiro?” Cheio de graça divina, ele previu o que estava prestes a acontecer. “Sofista”, disse ele, “o Criador de todas as coisas, a quem você chama em zombaria de filho do carpinteiro, está fazendo um caixão.”
Após alguns dias, a morte do miserável foi anunciada. Ele foi levado deitado em seu caixão. A arrogância de suas ameaças provou-se vã, e Deus foi glorificado.