Justino manda chamar Vitaliano, que vivia na Trácia e que acalentava planos para destronar Anastácio, a Constantinopla: pois temia seu poder, sua experiência militar, sua fama universal e seu grande desejo de possuir a soberania; e, conjecturando corretamente que não seria capaz de vencê-lo senão fingindo ser seu amigo; para disfarçar sua astúcia sob uma máscara plausível, nomeia-o comandante de um dos corpos chamados Praesentes e, como um artifício persuasivo mais eficaz, com vistas a um engano ainda maior, eleva-o ao consulado. Ele, sendo cônsul eleito, foi assassinado ao visitar o palácio, em uma porta interna, e assim recebeu a punição por sua insolência para com a soberania romana. Mas esses eventos ocorreram posteriormente.