O mesmo autor escreve o seguinte. "Quando Belisário subjugou os Vândalos, retornou a Bizâncio, trazendo os despojos e prisioneiros, entre eles Gelimer, rei dos Vândalos. Foi-lhe concedido um triunfo, e ele desfilou em procissão pelo Hipódromo tudo o que pudesse ser objeto de admiração. Entre esses objetos, estavam consideráveis tesouros obtidos por Genserico com o saque do palácio de Roma, como já narrei; quando Eudóxia, esposa de Valentiniano, imperador do Ocidente, tendo sido privada de seu marido e violentada por Máximo, convidou Genserico, com a promessa de entregar-lhe a cidade: ocasião em que, após incendiar Roma, ele levou Eudóxia e suas filhas para a terra dos Vândalos. Juntamente com os outros tesouros, ele então levou tudo o que Tito, filho de Vespasiano, havia trazido para Roma na conquista de Jerusalém; oferendas que Salomão havia dedicado a Deus. Estas Justiniano, em honra a Cristo nosso Deus, enviou de volta a Jerusalém; um ato de se tornarem reverentes à Divindade, à qual haviam sido dedicados em primeiro lugar. Nessa ocasião, Procópio diz que Gelimer, prostrando-se no chão do hipódromo, diante do trono imperial no qual Justiniano estava sentado para assistir aos procedimentos, fez uma aplicação, em sua própria língua, do oráculo divino: "Vaidade de vaidades; tudo é vaidade."