Justino também expulsou Anastácio do episcopado de Teópolis, sob a acusação de gastos excessivos e indevidos dos fundos da sé, e também por linguagem escandalosa contra si próprio; visto que Anastácio, ao ser questionado sobre o motivo de estar esbanjando tão generosamente os bens da sé, respondeu francamente que o fazia para evitar que fossem levados por aquela praga universal, Justino. Diz-se também que ele guardava rancor de Anastácio porque este se recusara a pagar uma quantia em dinheiro, quando lhe foi solicitada em consideração à sua nomeação para o bispado. Outras acusações foram feitas contra ele por pessoas que, suponho, desejavam corroborar a vontade do imperador.