Imediatamente, os lanceiros e a guarda pessoal reunidos rasgaram suas vestes e prostraram-se no chão, batendo com a cabeça e proferindo lamentações e gritos de dor, invocando seu senhor e mestre imperial, ou melhor, como verdadeiros filhos, seu pai, enquanto seus tribunos e centuriões o chamavam de preservador, protetor e benfeitor. O restante da tropa também se reuniu em ordem respeitosa para lamentar, como um rebanho, a partida de seu bom pastor. Enquanto isso, o povo corria descontroladamente pela cidade, alguns expressando a dor íntima de seus corações com gritos altos, outros parecendo perplexos de tristeza: cada um lamentando o acontecimento como uma calamidade que lhe sobreviera e pranteando sua morte como se se sentissem privados de uma bênção comum a todos.