Provérbios 14 – Almeida Revista Atualizada 1993

1 ¶ A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.

2¶ O que anda na retidão teme ao SENHOR, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.

3¶ Está na boca do insensato a vara para a sua própria soberba, mas os lábios do prudente o preservarão.

4¶ Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas.

5¶ A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.

6¶ O escarnecedor procura a sabedoria e não a encontra, mas para o prudente o conhecimento é fácil.

7¶ Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento.

8¶ A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.

9¶ Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.

10¶ O coração conhece a sua própria amargura, e da sua alegria não participará o estranho.

11¶ A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.

12¶ Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

13¶ Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.

14¶ O infiel de coração dos seus próprios caminhos se farta, como do seu próprio proceder, o homem de bem.

15¶ O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.

16¶ O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro.

17¶ O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado.

18¶ Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.

19¶ Os maus inclinam-se perante a face dos bons, e os perversos, junto às portas do justo.

20¶ O pobre é odiado até do vizinho, mas o rico tem muitos amigos.

21¶ O que despreza ao seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.

22¶ Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem.

23¶ Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.

24¶ Aos sábios a riqueza é coroa, mas a estultícia dos insensatos não passa de estultícia.

25¶ A testemunha verdadeira livra almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador.

26¶ No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.

27O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte.

28¶ Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.

29¶ O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.

30¶ O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.

31¶ O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado.

32¶ Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.

33¶ No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.

34¶ A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.

35¶ O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.

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