O  SOFRIMENTO,  A  MORTE  E  A  RESSURREIÇÃO  DE  CRISTO.

862. A VISÃO DE DAVI SOBRE O SOFRIMENTO DE CRISTO. SL. 22.
O que Davi escreveu não foi sua própria experiência, mas sim uma visão em Espírito do Senhor na cruz. Semelhantemente ele O viu em outros salmos como soberano. Sl. 2; 110.
Olhemos para a natureza do seu sofrimento, expressado neste Salmo:
1. O Senhor foi abandonado por Deus. Vv.1,2.
O misterioso “por que?” é respondido na hora em que o Senhor tomou sobre si a maldição do pecado. Ele foi nosso substituto em juízo e castigo. Is. 53:5.
2. O Senhor foi exposto ao escárnio dos homens. Vv.6,7.
Israel desprezou-O e zombou dEle. Lc. 22 :63,64; Mc. 15:16-20.
3. Todos os judeus e gentios zombaram dEle. Vv.7,8.
a) Zombaram de sua fé. Mt. 27:40.
b) Eles apresentaram-nO como incapaz e não sabiam que Ele era o Cordeiro que foi levado ao matadouro. Is. 53:7.
c) Esvaziou-se a si mesmo. Fp. 2:7.
4. Foi derramado como água. V.14.
Observou, na cruz, o Seu corpo quebrado. Foi obediente até à morte de cruz.
5. Davi vê o Senhor em Espírito traspassado nas mãos e nos pés.
Pode-se pensar até que Davi foi testemunha da crucificação. Vv.16,17.
6. O Senhor foi exposto perante todos. V. 17.
A morte de cruz era a mais vergonhosa pena de morte. Jo. 19:23,24; Gl. 3:13; Dt. 21:22,23.
7. O justo morreu pelos injustos.

863. O SERVO DO SENHOR. IS. 52:13-53:12.
1. O servo prudente. Is. 52:13; Lc. 20:20-26; Cl. 2:3; Mt. 13:54.
2. Sublime. Is. 52:13; 61:1.
3. Humilde. Is. 53:2,3; Fp. 2:6-8.
4. Submisso. Is. 53:4; Lc. 2:49; Jo. 4:34.
5. Sofredor. Is. 53:3; Mt. 26:67; Sl. 116:3.
6. Que carrega as iniqüidades. Is. 53:6; 2 Co. 5:21.
7. Justo. Is. 53:11; 1 Pe. 3:18.
8. Intercessor. Is. 53:12; Lc. 23:34.

864. O SERVO PERFEITO. IS. 53.
1. Isaías 53 é o coração de todas as profecias. Nenhuma profecia é tão clara em sua mensagem quanto esta: tanto sobre a humilhação, como sobre a exaltação do Senhor. Ela é citada freqüentemente. Mt. 8:16,17; At. 8:32,33; 1 Pe. 2:24.
2. O Senhor glorificou a Deus em plena obediência. Jo.17:4; Fp.  2:8; Sl. 40:6-8; Jo. 4:34; Jo. 8:29. Ele obedeceu até sua obra estar consumada.
3. Ele foi o servo justo de Deus. Ninguém podia culpá-lO de algum pecado. 2 Co. 5:21; 1 Pe. 2:22; 1 Jo. 3:5; Mt. 27:3,4,24; Lc. 23:47.
4. Foi o exemplo perfeito. Todos os seus discípulos aprenderam e continuam aprendendo dEle. Fp. 2:5-9; 1 Jo. 2:6.
5. Seu sofrimento. Agradou ao Senhor moê-lo. Vv.3-5,10.
Ele sofreu indizivelmente:
a) No seu corpo. Mt. 27:27-30.
b) No Espírito: por Judas, Pedro e todos os discípulos, que O deixaram através de influências diabólicas. Lc.22:53; Hb. 2:18; 4:15.
6. A característica dos seus sofrimentos. Foi ferido por Deus. Vv.4,5.
Homens maus foram meramente instrumentos. At. 2 :23.
Tornou-se o sacrifício pelo pecado. Jo. 10:15,18; Mc. 10:45.
7. Ele justificará a muitos e perdoará seus pecados. V. 11; Rm. 5:6-9; Ef. 1:7.
8. Verá sua posteridade e o fruto do seu penoso trabalho. Vv. 10,11; Hb. 2:10; Sl. 2:8.
9. O penoso trabalho de sua alma será ricamente recompensado. Incontáveis multidões foram-Lhe dadas como recompensa. V.12.
Sim, é o milagre dos milagres, que o Criador Se tornou servo de todos e agora está assentado à destra de Deus, e continua a servir seus filhos.

865. O HOMEM DE DORES. IS. 53:3.
O que Isaías profetizou no capítulo 53, setecentos anos antes, nenhuma testemunha ocular da crucificação poderia expressar melhor. As expressões: “um homem de dores” e “que sabe o que é padecer”, dizem tudo.
1. A vida de Jesus começou com perseguição.
A infância de Jesus foi comparada com as dores de Raquel. Mt. 2:18.
2. Sua profunda humilhação.
O Filho do eterno Pai tomou-se Filho do homem, e apareceu na figura de carne pecaminosa. Tomou toda necessidade humana sobre Si, tal como: fome, pobreza, etc.
Passarinhos tinham ninhos, mas Ele não teve lar.
3. Ele foi ultrajado.
Os seus não O receberam e não O reconheceram. Eles trataram-nO como malfeitor e chamaram-nO de glutão e bebedor de vinho. Mt. 11:19.
4. Em Nazaré, queriam jogá-lO de um penhasco. Lc. 4:29.
5. Não esqueçamos também das tentações humilhantes que sofreu através de Satanás. Mt. 4:1-11.
6. O sofrimento do Senhor veio de todas as direções:
a) Dos homens;
b) De Satanás;
c) Dos seus amigos (discípulos);
d) E de Deus, que O abandonou. Mt. 27:46.
7. O motivo do sofrimento: sofreu por causa dos pecados da humanidade.
8. O fruto do sofrimento: nossa redenção.
O que o Senhor pode esperar de nós agora? Nossa fé, nosso amor, nossa gratidão, nossa disposição, nossa total submissão a Ele e a imitação do seu exemplo.

866. O SOFRIMENTO MÚLTIPLO DE JESUS.
1. Suas costas foram feridas. Is. 50:6.
2. Suas mãos foram traspassadas. Sl. 22:16; Jo. 20:25,27.
3. Foi cuspido no rosto. Mt. 27:30; Is. 50:6.
4. Sua cabeça foi coroada com espinhos. Mt. 27:29.
5. Seu corpo foi desnudado. Mt. 27:28.
6. Deus desamparou-O. Mt. 27:46.
7. Assim, Ele sofreu por nossa culpa, para que nós recebêssemos a Sua justiça. 2 Co. 5:21.

867. A MORTE DE CRISTO.
1. Foi uma morte desonrosa. Is. 53:3-7; Hb. 12:2.
2. Uma morte de sofrimentos amargos. Lc. 22:15,44; Hb. 2:9,10.
3. Sua morte foi um sacrifício. Hb. 9:14-26; Ef. 5:2.
4. Foi uma morte expiatória. 1 Pe. 2:24; Is. 53:5; Jo. 1:29.
5. Foi uma morte voluntária. Jo. 10:18; 18:4-11.
6. Sua morte foi suficiente e é permanente. Hb. 1:3; 9:25,26.

868. UM OLHAR SOBRE O CRUCIFICADO. IS. 53.
Ele foi:
1. O mais rejeitado. V.3; Jo. 1:11,46.
2. Homem de dores. Vv.3,4; Sl. 22:6,7.
3. Quem tomou sobre Si nossas enfermidades e transgressões. Vv.4,5; 1 Pe. 2:24.
4. O puro, o santo. Vv.7,9; 1 Pe. 1:18,19.
5. O condenado. V.8; Mc. 14:64.
6. O crucificado. Vv.7,8; Jo. 19:17,18.
7. O intercessor. V.12; Hb. 7:25; Lc. 23:34.

869. O SERVO DE DEUS. IS. 52,53.
1. Prudente e sublime. Is. 52:13; Mt. 7:28,29.
2. Obediente. Fp. 2:7,8; Sl. 40:7,8.
3. Sofredor. Is. 53:3 ss.
4. Paciente. Jo. 16:32,33.
5. Vencedor. Jo.17:4,5.
6. Exaltado. Fp. 2:9-11.

870. TESTEMUNHOS SOBRE A INOCÊNCIA DE JESUS.
Nós temos o testemunho:
1. De Judas: “traí sangue inocente”. Mt. 27:4.
2. Da mulher de Pilatos: “Não te envolvas com este justo”. Mt. 27:19.
3. De Pilatos: “Eu não acho nEle crime algum”. Jo. 18:38.
4. De Herodes: Não encontrou nada contra Ele digno de morte. Lc. 23:15.
5. Do malfeitor: “Mas este nenhum mal fez”. Lc. 23:41.
6. Do centurião: “Verdadeiramente este era Filho de Deus”. Mt. 27:54.
7. De João: “nEle não existe pecado”. l Jo. 3:5.
8. De Paulo: “Ele não conheceu pecado”. 2 Co. 5:21.
9. De Pedro: “O qual não cometeu pecado”. l Pe. 2:22.
10. O testemunho em Hebreus 4:15: “sem pecado”.
11. Por que o Senhor teve que morrer mesmo assim?
Para carregar os nossos pecados. 1 Pe. 2:24.

871. OS SOFRIMENTOS DO SENHOR:
1. Foram indizivelmente penosos. Lc. 22:44.
2. Foram voluntários: “Eu espontaneamente dou a Minha vida”. Jo. 10:18.
3. Foram o sacrifício perfeito: por eles temos a reconciliação. Rm. 5:11.
4. Foram em substituição: Ele morreu por nós. l Pe. 3:18; Hb. 7:26,27.
5. Efetuam justiça. Rm. 3:23,24.
6. Foram inevitavelmente necessários. Rm. 5:6; 1 Tm. 2:6; Tt. 2:14.

872. SETE MILAGRES NO GÓLGOTA.
1. O poder de Cristo para salvar.
Salvou o malfeitor. Lc. 23:39-43.
2. As três horas de trevas. Mt. 27:45.
3. O rasgar do véu no templo. Mt. 27:51.
4. Um grande terremoto. Mt. 27: 51.
5. Deus desamparado por Deus! Mt. 27:46.
6. Muitos sepulcros abriram-se. Mt. 27:52.
7. Muitos corpos de santos ressuscitaram e apareceram a muitos. Mt. 27:52,53.

873. DEUS MEU, DEUS MEU, POR QUE ME DESAMPARASTE? MT. 27:47.
Esta pergunta conduz-nos ao centro do sofrimento do Senhor. Ele calou-se quando foi açoitado e escarnecido. Mas quando foi desamparado por Deus, clamou com alta voz.
O Senhor sentiu um medo imenso, a agonia da alma, a desesperança.
1. A pergunta: Por que me desamparaste? Sim, por que? Ele sempre fez a vontade de Deus! Jo. 8:29. O Pai não O chamou repetidamente Filho amado? Mt. 3:17; 17:5 ; Mc. 1:11; Lc. 3:22.
2. A resposta: somente a Escritura nos pode dar:
a) Porque nos amou. Jo. 15:13; 13:1.
b) Porque é a propiciação pelos nossos pecados. l Jo. 2:2; 4:10; 2 Co. 5:21; 1 Tm. 2:6.
c) Derrubou a parede da separação. Ef. 2:14-16.
d) Porque a Escritura devia se cumprir. Sl. 22:1; Mt. 26:54.
e) Porque Ele aniquilou a morte. 2 Tm. 1:10; Hb. 2:14,15.
Agora nós não somos mais escravos do pavor da morte, porém nós temos a alegria de saber que quando partirmos estaremos com Cristo. Fp. 1:21,23; 1 Co. 15:57.

874. O MAIS DESPREZADO. MT. 27:27-30.
O Senhor experimentou toda crueldade e maldade que existe dentro do homem. A terrível fustigação havia passado, mas os cruéis soldados continuaram a torturá-lO.
1. Eles desnudaram o Senhor.
Não sentiram compaixão, quando viram suas costas feridas, ao contrário, apresentaram-nO assim a todos.
2. Vestiram-nO com um velho manto escarlate, para escarnecer dEle como rei.
Os reis vestiam mantos escarlates durante sua coroação, porém “o Cordeiro, que estava sendo levado ao matadouro”, vestiu-o para ser zombado.
3. Puseram-Lhe uma coroa de espinhos na cabeça.
Também esta era para escárnio, porque o Senhor havia confirmado que era um rei.
4. Deram-Lhe um caniço como cetro.
Aquele que carrega o cetro de todo universo, ficou desfigurado. Mas, em breve, todos os seus inimigos estarão por estrado dos seus pés. Sl. 110:1.
5. Ajoelharam-se diante dEle.
Ofereceram-Lhe homenagens em forma de desprezo. Porém logo cumprir-se-á o que os irmãos de José passaram. Gn. 41:43,44; 42:6.
Então todo joelho dobrar-se-á diante dEle. Fp. 2:10,11.
6. Cuspiram-Lhe no rosto.
Com este gesto o desprezo deles atingiu o auge. Is. 50:6. Lembremo-nos sempre da dor e do sofrimento que nosso Senhor passou por causa dos nossos pecados.

875. GETSÊMANI. MT. 26:36-50.
Em um jardim o primeiro Adão caiu no pecado, sendo derrotado, e em um jardim, Cristo, o segundo Adão, venceu, porque cumpriu a vontade de Deus. Getsêmani foi para o Senhor um lugar:
1. De grande agonia. V.37; Mc. 14:34.
2. Da maior abnegação. Vv.39b,42.
3. De solidão: “vigiai comigo”. Vv.38,40,43.
4. De luta em oração. Vv.39,42,44.
5. De conforto especial. Lc. 22:43.
6. Da vitória decisiva. Vv.45,46.
7. De traição desumana. Vv.46,47.

876. A ORAÇÃO DO SENHOR NO GETSÊMANI. MC. 14:32-42.
Quando pensamos neste lugar lembramo-nos das palavras de Deus a Moisés: “Tira as tuas sandálias, porque o lugar em que estás é terra santa”. Êx. 3:5.
A oração do Senhor no Getsêmani foi:
1. Solitária: orou, enquanto os discípulos dormiam.
2. Humilde: prostrou-se em terra.
3. Como de criança: Ele pediu: Aba, Pai.
4. Séria: orou em profunda agonia. Lc. 22:44.
5. Perseverante: orou três vezes.
6. Disposto a fazer a vontade de Deus.

877. O GRANDE EXEMPLO NA ORAÇÃO. MT. 26:36-46.
Nós encontramos, nas Escrituras, muitas pessoas que oravam, como: Abraão, Moisés, Ana, Samuel, Daniel, Paulo, etc.
1. Mas quem é o grande exemplo na oração?
a) O Filho de Deus. Jo. 1:18.
b) O Criador dos céus e da terra. Cl. 1:16-20.
c) O Herdeiro de todas as coisas. Hb. 1:2.
d) Emanuel = Deus conosco. Mt. 1:23.
2. O motivo de sua oração.
a) O peso do pecado da humanidade estava sobre Ele. 1 Pe. 2:24.
b) O poder das trevas O assaltava. Lc. 22:53.
c) O poder da morte O ameaçava. Lc. 22:44.
d) As aflições da cruz estavam diante dEle. Jo. 12:27.
3. A resposta. Hb. 5:7.
a) Um anjo veio e O fortaleceu.
b) Ele foi liberto do medo e da agonia.
c) Seu anseio, de fazer a vontade de Deus, foi cumprido. Mt. 26:45b.

878. JESUS DIANTE DO SUMO SACERDOTE. MC. 14:53-64.
Em qualquer lugar que vemos o Senhor, num casamento, no leito de um enfermo ou no mais profundo sofrimento, Ele sempre nos deixa um exemplo.
Observemos sete pontos:
1. O Senhor, entregue à vontade do seu Pai.
a) Eles levaram-nO. V.53; Is. 53:7,8.
Ali não houve resistência, embora uma só palavra poderia ter Lhe dado a liberdade. Jo. 18:6; Mt. 26:53.
b) Mas os planos de Deus deviam ser cumpridos. At. 2:23.
2. O Senhor abandonado. Onde está Pedro agora? V.54.
3. O Senhor acusado injustamente. Vv.55-59.
4. O Senhor calado. Vv.60,61; 1 Pe. 2:23.
5. O Senhor condenado. V.64.
Ele foi condenado para que nós fôssemos libertos. Rm. 4:25; 8:1,34.
6. O Senhor como testemunha.
Diante desta pergunta Ele não podia se calar, isto teria sido injustiça. Vv.61,62.
7. O Senhor vindouro.
Quando Ele vier em poder e glória, não virá mais como o desprezado, mas como o respeitado Juiz deste mundo.

879. CALVÁRIO. LS. 23:24-48.
1. Calvário foi o lugar da execução. V.32.
O Senhor foi pendurado entre dois malfeitores, como se fosse o maior deles. Levou sobre si o pecado de todos os homens.
2. Foi o lugar da compaixão.
O Senhor suplicou por perdão a favor dos seus inimigos. V.34.
3. Da maior vergonha e desonra. Vv.35-37.
4. Do testemunho. V.38.
5. Da salvação. Vv.40-3.
6. De milagres singulares. Vv.44,45.
7. Da morte e da vitória. V.46; Cl. 2:14,15.

880. AS SETE PALAVRAS DO SENHOR NA CRUZ.
1. Perdão: “Pai, perdoa-lhes”. Lc. 23:34.
2. Promessa: “Hoje estarás comigo no paraíso”. Lc. 23:43.
3. Cuidado: “Mulher, eis aí o teu filho”. Jo. 19:26.
4. Solidão: “Deus meu, Deus meu, por que …?” Mt. 27:46.
5. Agonia de morte: “Tenho sede”. Jo. 19:28.
6. Cumprimento: “Está consumado”. Jo. 19:30.
7. Volta ao Pai: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. Lc. 23:46.

881. O COMPORTAMENTO DOS HOMENS DEBAIXO DA CRUZ. LC. 23.
1. As mulheres entristecidas: choravam. V.27.
2. O povo: observava indiferente. V.35.
3. As autoridades: zombavam. V.35.
4. Os soldados: torturavam o Sofredor. V.36.
5. O malfeitor arrependido: orava. V.42.
6. Os amigos: assistiam comovidos. V.49.
7. O centurião: glorificava destemidamente o Senhor. V.47.

882. GÓLGOTA, O CALVÁRIO. LS. 23:33.
1. O lugar da vergonha e da desonra. Hb. 12:2.
2. Da humilhação voluntária. Fp. 2:7,8; Lc. 23:36-46.
3. Da intercessão. Lc. 23:34.
4. Da derrota aparente. Lc. 23:35.
5. Da obediência provada. Fp. 2:6-8.
6. Seu amor por nós foi o motivo do seu sofrimento. Gl. 2:20.
7. O lugar onde o paraíso foi aberto novamente. Lc. 23:43.
8. Foi o lugar da perfeita expiação. Jo. 19:30.

883. OITO DEGRAUS NA QUEDA DE PEDRO.
A história de Pedro revela-nos como o Senhor, na sua fidelidade, adverte os que são seus. Observemos a queda de Pedro:
1. Pedro estava cheio de autoconfiança. Lc. 22:33.
2. Dormiu, quando devia vigiar. Lc. 22:45.
3. Reagiu de modo carnal. Lc. 22:50; Jo. 18:10,11.
4. Seguiu de longe. Lc. 22:54.
5. Assentou-se com os ímpios. Sl. 1:1; Lc. 22:55.
6. Escondeu-se atrás de mentiras. Lc. 22:58.
7. Praguejou e jurou. Mc. 14:71.
8. Negou o Senhor três vezes. Lc. 22:57-62.

884. OITO DEGRAUS PARA A RESTAURAÇÃO DE PEDRO.
O Senhor, em sua fidelidade, efetuou a restauração do Seu discípulo. Rm. 8:34; Hb. 7:25; 1 Jo. 2:1,2.
1. Intercedeu por ele. Lc. 22:32.
2. Fitou-o entristecido. Lc.22:61.
3. Pedro lembrou-se das palavras de advertência de Jesus. Lc. 22:61.
4. Pedro chorou amargamente. Lc. 22:62.
5. Pedro correu para refugiar-se no Senhor. Lc. 24:12; Jo. 20:4-6.
6. Pedro sozinho com Jesus. Lc. 24:34.
7. Jesus restaurou-o e incumbiu-o de uma nova missão. Jo. 21:15-17.
8. O cumprimento da nova missão. At. 2:14 ss.

885. O MALFEITOR. LC. 23:39-43.
Aproximadamente setecentos anos antes, Isaías profetizou que o Senhor seria contado entre os malfeitores. Is. 53:12.
Aqui está o cumprimento desta profecia:
1. Muitas pessoas foram motivadas e salvas pelo exemplo do malfeitor, por vir da sua miséria do pecado até Cristo.
2. Encontramos ali o cumprimento da primeira palavra pronunciada na cruz. A oração de Jesus, pelo perdão dos seus inimigos, encontrou sua resposta na súplica do malfeitor.
Crentes que oram são os melhores ganhadores de almas.
3. O malfeitor, olhando para o pecado, lembrou-se do juízo vindouro e disse ao outro: “Nem ao menos temes a Deus?”. Ele evidentemente temia a Deus.
4. Confessou seu pecado com as palavras: “Nós recebemos o castigo que os nossos atos merecem”. Ele sabia com certeza que merecia a morte.
5. Ao mesmo tempo o malfeitor confessou a inocência do Senhor. V.41.
6. Confessou também a divindade de Cristo. Ele ouviu quando o outro disse zombando: “Não és tu o Cristo?”, e depois creu e confessou Jesus publicamente como o Senhor.
7. Creu também no reino de Cristo.
8. Confiou em Jesus como seu Salvador e suplicou: “Jesus, lembra-Te de mim”. Sua fé abriu-lhe o Paraíso.

886. UM ASPECTO ESTARRECEDOR. LC. 23:35.
Homens cruéis têm prazer em imagens cruéis. Assim muitos permaneceram no Gólgota para deleitarem-se nos sofrimentos do Senhor.
1. O que o povo viu?
a) Um benfeitor odiado pelos homens. Lc. 23:18,35; At. 10:38.
b) Um Redentor sofredor. Lc. 24:26.
c) Um mártir inocente. Lc. 23:41; Jo. 19:5,6.
d) O santo de Deus desonrado ao extremo. At. 3:14.
2. Os sentimentos provocados por essa imagem:
a) Em alguns, tristeza. Jo. 19:25.
b) A maioria zombou e blasfemou. Mt. 27:39-43.
c) Outros repartiram entre si as suas vestes. Jo.19:23,24.
d) Alguns ficaram possuídos de grande temor. Mt. 27:54.
3. O que este retrato ainda causa hoje:
a) Espanto e convicção de pecados. Ap. 1:7.
b) Repulsa do pecado na vida do filho de Deus. Rm. 6:6; Gl. 5:24.
c) Louvor e gratidão para com o nosso salvador. 1 Co. 6:20.
d) Entrega completa ao Cordeiro de Deus. Rm. 12:1.

887. CRISTO CARREGOU OS NOSSOS PECADOS.
1. O Cordeiro carregou nossa culpa. Jo. 1:29.
2. Através de suas pisaduras fomos sarados. Is. 53:5.
3. Libertou-nos da maldição. Gl. 3:13.
4. Tomou sobre si os nossos pecados. 1 Pe. 2:24.
5. Seu sacrifício é suficiente e eterno. Hb. 10:12-14.
6. A todo que crê, Ele concede perdão. At. 13:38,39.
7. Ele consumou a obra da purificação dos pecados. Hb. 1:3.

888. EIS O CORDEIRO DE DEUS. JO. 1:29; 1 PE. 1:19.
1. O verdadeiro mensageiro.
Só pode testemunhar aquele que, como João, recebeu a salvação. Jo. 1:35 ss. Testemunhar dEle foi sua maior alegria.
2. O título do Senhor.
Cordeiro de Deus é um dos muitos títulos de Cristo. O Senhor possuiu todas as características, que um cordeiro para sacrifício precisava ter, segundo a lei.
3. A inocência do Cordeiro.
Jesus, o Cordeiro, era inocente, imaculado, agradável a Deus. O Senhor incorporava humildade, paciência e estava livre de toda malícia. Foi voluntariamente para o matadouro.
Perante os sumo sacerdotes, Pilatos e os escarnecedores, em toda parte foi o Cordeiro sofredor de Deus.
4. A utilidade do Cordeiro.
a) O homem utiliza a carne e a lã do cordeiro como alimento e vestimenta.
b) Jesus, o Cordeiro de Deus, é tudo para nós. seu sangue purifica. l Jo. 1:7. sua carne é nossa comida. Jo. 6:55,56. Ao mesmo tempo Ele é nossa proteção. Jesus o Cordeiro de Deus, é prefigurado no cordeiro pascal, que em todo especial falou dEle. Ele devia ser imaculado, ser morto, no tempo determinado, e assado no fogo. O sangue deu segurança contra a morte certa dos primogênitos. Tudo isto foi consumado plenamente no Senhor, o Cordeiro de Deus. Êx. 12.
5. A obra do Cordeiro.
Pela sua obediência até a morte de cruz, Ele fez a expiação dos nossos pecados e nos abriu o acesso a Deus. O justo morreu pelos injustos. Tt. 3:4; Ap. 5:9; Ef. 1:7; Hb. 9:26-28; 1 Jo. 2:2; 1 Jo. 3:5; 1 Tm. 2:5,6.
6. A indicação direta ao Cordeiro.
João teve uma mensagem só: “Eis o Cordeiro de Deus”. Ele sabia que somente Jesus podia tirar o pecado.
7. Como devemos contemplar o Cordeiro?
a) Com grande respeito, como fazem os anjos, que prostram-se diante dEle. Ap. 5.
b) Com grande humildade, pois nossos pecados O levaram para a cruz.
c) Com os olhos da fé. Is. 45:22; Nm. 21:4-9; Jo. 3:14-16.
d) Com a maior gratidão. Sl. 50:23.

889. O HORROR DA CRUZ. JO. 12:27,28.
O Senhor sabia, desde a fundação do mundo, que Ele era o Cordeiro imolado. Ap. 13:8.
Freqüentemente Ele disse que seria crucificado. Quando esteve diante da realidade da morte de cruz, uma profunda agonia de morte tomou conta dEle. No Getsêmani Ele pediu: “Meu Pai: se possível, passe de mim este cálice!”. Mt. 26:39.
Era o cálice cheio da ira de Deus sobre o pecado e o pecador, que Lhe causou grande angústia. Esse era o batismo que Ele tanto temia. Lc. 12:50.
1. A hora terrível.
Freqüentemente o Senhor falou dela.
a) Esta era a hora pela qual Ele veio ao mundo. Todas as épocas apontaram para ela e em Espírito todos os profetas avistaram-na. 1 Pe. 1:10,11.
b) Naquela hora foi consumada a maior obra de todas as épocas. Hb. 9:26.
c) Toda criatura estava interessada naquele momento, inclusive os anjos que anelavam perscrutar aquelas coisas. 1 Pe. 1:12.
d) Também foi a hora diante da qual satanás e todas as suas hostes tremeram, porque ela destruiu sua última esperança de vencer.
2. O imensurável horror desta hora.
a) As agonias físicas. Sl. 22 e 69; Is. 53.
b) As agonias da alma. Is. 53:10,11. Ele devia tomar o cálice amargo. Foi esta a hora que O separou de Deus e O conduziu até as mais profundas trevas.
c) Também veio a solidão. Desprezado por todos e ainda desamparado por Deus.
3. Uma súplica compreensível.
Nós compreendemos que o Senhor temeu esta hora terrível e clamou: “Pai salve-me desta hora”. A luta no Getsêmani, as agonias físicas, a densa treva, desonra, vexame, escárnio, zombaria, tudo isso estava diante dEle como um obstáculo invencível. Por isso a súplica: Salve-me!
4. Total rendição.
O Senhor disse: “É chegada a hora”. O Senhor conhecia a Escritura que diz: “Agradou a Deus feri-lo”. É como se Ele quisesse dizer: “Devo agora pedir ao Pai para me livrar da responsabilidade assumida? Não, eu devo ir! ” Mt. 26:45,46.

890. TENHO SEDE. JO. 19:28.
Nós vemos aqui:
1. Sua abnegação.
Na cruz, Ele pediu primeiro em favor dos inimigos. Então, salvou o malfeitor. Depois provou o seu amor para com sua mãe. Expressou o seu anseio por Deus, e somente então pensou em si, quando tudo já estava consumado.
2. Sua natureza humana.
Foi homem como nós. Sentiu como nós. A perda de sangue devido os açoites, a coroa de espinhos e a cruz, tudo isso e mais o grande calor e as agonias terríveis da febre, causaram nEle uma imensa sede. O Criador de todas as fontes clamou na maior angústia: “Tenho sede!”
3. O cumprimento da Escritura.
Até o versículo 20 do salmo 69 já havia sido cumprido, mas o versículo 21 ainda precisava se cumprir.
4. A sede, por Deus, inundou sua alma. Sl. 42.
Como seu desejo era realizar a vontade de Deus, assim a sua sede por Deus perdurava, até Deus se voltar para Ele após três horas de densas trevas. Sede é uma agonia dos perdidos. Lc. 16:24. O Senhor que ali clamou: “Tenho sede!”, libertou-nos através do Seu sacrifício, do terrível tormento: o inferno.
Futuramente estaremos junto ao mar de vidro, o símbolo da plenitude, desfrutando da vida eterna. Ap. 15:2; Sl. 23:2.

891. ESTÁ CONSUMADO! JO. 19:30.
1. Os sofrimentos de Cristo haviam terminado.
2. Sua obra estava consumada. Jo. 17:4.
3. Os exemplos anteriores de Cristo estavam cumpridos.
4. As profecias referentes ao seu sofrimento cumpriram-se.
5. O sacrifício perfeito foi realizado.
6. Toda lei foi cumprida.
7. Todos os inimigos foram vencidos.
8. A redenção estava consumada.

892. AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE JESUS NA CRUZ.
Nas sete palavras nós conhecemos:
1. Seu amor pelos inimigos: Pai, perdoa-lhes… Lc. 23:34.
2. Seu amor pelo pecador, o malfeitor. Lc. 23:43.
3. Seu amor por sua mãe. Jo. 19:26,27.
4. Seu indescritível sofrimento: Deus meu, Deus meu… Mt.27:46.
5. Sua agonia: Tenho sede. Jo. 19:28.
6. Seu amor pelo Pai: Em tuas mãos… Lc. 23:46.
7. A palavra mais importante: Está consumado. Jo.19:30.

893. A MORTE DE JESUS.
Jesus morreu:
1. Em plena consciência. Mt. 27:34.
2. Como justo, mesmo pendurado entre malfeitores. 1 Pe. 3:18.
3. Entregue totalmente a Deus. Lc. 23:46.

894. A MORTE DE JESUS SIGNIFICA.
Que Ele:
1. Consumou a obra que Lhe foi confiada. Jo. 17:4.
2. Foi enviado como propiciação pelos nossos pecados. 1 Jo. 4:10.
3. Tirou o pecado para sempre. 1 Jo. 3:5.
4. Destruiu as obras do diabo. 1 Jo. 3:8.
5. Redimiu-nos através do seu sangue. 1 Pe. 1:18,19.
6. Comprou-nos para Deus por um alto preço. 1 Co. 6:20.
7. Abriu-nos o caminho para a glória celestial. Jo. 17:24.

895. OS SOFRIMENTOS DOS DISCÍPULOS DE CRISTO. MT. 16:24.
1. Jesus disse que no mundo passaríamos por aflições. Jo. 16:33.
2. Jesus animou-nos para seguir o seu exemplo. l Pe. 2:21.
3. Os sofrimentos não tiram necessariamente a nossa paz. Jo. 14:27.
4. São os caminhos de Deus para a nossa educação espiritual. Rm. 5:3,4.
5. Preparam-nos para o serviço. 2 Co. 1:4-6.
6. Cooperam para o nosso bem. Rm. 8:28.
7. Devem ser somente por causa de Jesus. l Pe. 4:14-16.
8. Os sofredores receberão naquele dia uma coroa. Ap. 2:10.

896. A MORTE DO SENHOR PELOS SEUS. RM. 5:6-11.
1. Por quem o Senhor morreu? Vv. 8-10.
a) Pelos ímpios. V.6.
b) Pelos pecadores. V.8.
c) Pelos seus inimigos. V.10.
2. O tempo da morte do Senhor.
a) No tempo determinado por Deus. V.6.
b) Quando nós ainda éramos fracos. V.6.
3. O efeito da morte de Cristo.
a) Provou o amor de Deus por nós. V.8.
b) Fomos justificados pela morte de Cristo. V.9.
c) Através dela fomos reconciliados com Deus. V.10.
d) Seremos salvos da ira de Deus. V.9.
e) Agora temos paz e alegria em Deus. V.11.

897. CRISTO MORREU. RM. 8:34.
1. O Senhor morreu de uma maneira incomum. O lugar da morte, a maneira da sua morte, tudo o que acompanhou a mesma, como o terremoto, as trevas, e o véu rasgado, tudo isso mostrou que nunca houve uma morte como a sua.
2. O Senhor morreu segundo a vontade de Deus. Deus enviou seu Filho e não O poupou. Rm. 8:32.
3. O Pai deu-Lhe o cálice amargo. soltou a espada contra o Pastor. Zc. 13:7; At. 2:23; Jo. 3:14-17.
4. O Senhor morreu de livre e espontânea vontade. Sacrificou-se voluntariamente assim como Isaque. É o sacrifício voluntário. Gl. 1:4; 2:20; 1 Tm. 2:6; Jo. 10:17,18.
5. O Senhor morreu em cumprimento de todos os sacrifícios. Foi o último e o maior, o decisivo e o perfeito sacrifício. Todos os sacrifícios apontaram para Ele e findaram nEle. Hb. 9:11-28; 1 Pe. 1:10,11.
6. O Senhor morreu como substituto. Carregou os pecados no seu corpo para o madeiro. l Tm. 2:5,6; Hb. 2:9; Is. 53:4-6.

898. A MORTE DE CRISTO É:
1. O resultado do ato mais terrível. At. 2:23.
2. A evidência do maior amor. Rm. 5:8.
3. A mensagem da maior vitória. (Hb. 2:14). Jo. 19:30.
4. A fonte do maior poder. 1 Jo. 3:16.
5. O cumprimento da maior promessa. 1 Pe. 1:10,11.
6. O motivo para o serviço abnegado. 2 Co. 5:14.
7. A força para imitar Deus. Ef. 5:1,2.

899. O ESCÂNDALO DA CRUZ. I CO. 1:23.
– Poderá a cruz ser ainda um escândalo na cristandade?
– Ela não enfeita igrejas e capelas?
– A Cruz Vermelha não se gloria com este sinal de sua caridade?
À primeira vista parece que a cruz é honrada, na realidade porém, ela é para muitos pedra de tropeço e rocha de escândalo. O sangue precioso de Jesus, o manso e humilde de coração, contradiz o orgulho humano. Ele escandaliza-se no Senhor e na Sua cruz.
1. Em que consiste o escândalo da cruz?
a) Na dobra da altivez humana. Tg. 4:6.
b) Na rejeição das obras humanas. Gl.2:16.
c) Na alegação que somente em Cristo há salvação. At. 4:12.
d) Na afirmação de que todos são pecadores. Rm. 3:23.
2. Para quem a cruz é um escândalo?
a) Para o judeu, o representante do mundo religioso. Ele apóia-se nas suas obras religiosas, nas suas orações, na sua observação da lei. Para quê ele ainda precisa da cruz?
b) Para o grego, o homem de boa moral, da ciência e cultura, o homem de boa educação. Ele considera-se bom e não necessita de salvação.
3. Como os homens demonstram que se escandalizam com a cruz?
a) Através da perseguição brutal dos seus seguidores. (Prisão, tortura, fogueira).
b) Em muitos países a constituição garante a liberdade religiosa. Mas mesmo assim, existe de uma maneira sutil a oposição contra a cruz. Pela crítica negativa da Bíblia e pela negação das verdades bíblicas. Roubam do Senhor a sua dignidade e desprezam os seus seguidores.

900. A FINALIDADE DA CRUZ. GL. 1:4.
1. Remir-nos de toda iniqüidade. Tt. 2:14.
2. Conduzir-nos a Deus. 1 Pe. 3:18.
3. Dar-nos a adoção de filhos. Gl. 4:5.
4. Desarraigar-nos do mundo perverso. Gl. 1:4.
5. Mostrar-nos um novo modo de vida. 2 Co. 5:15.
6. Conceder-nos o Espírito prometido. Gl. 3:13,14.
7. Fazer de Jesus Senhor sobre todos. Rm. 14:9.

901 CINCO PENSAMENTOS SOBRE A CRUCIFICAÇÃO NA CARTA AOS GÁLATAS.
1. Cristo foi crucificado em meu lugar. 3:13
2. Estou crucificado com Cristo. 2:19.
3. A carne do crente foi crucificada. 5:24.
4. O mundo está crucificado para mim. 6:14.
5. Estou crucificado para o mundo. 6:14.

902. “AQUELE QUE A SI MESMO SE ENTREGOU POR MIM”. GL. 2:20.
1. O Senhor sacrificou tudo por mim. 2 Co. 8:9.
2. Sua cabeça, para carregar a coroa de espinhos. Jo. 19:2.
3. Seus olhos, para chorar sobre mim. Lc. 19:41.
4. Suas faces, àqueles que o maltrataram. Is. 50:6.
5. Sua boca, para orar por mim. Lc. 23:34.
6.Sseus ombros, para carregar a cruz por mim. Jo. 19:17.
7. Suas costas, para receber os açoites. Sl. 129:3.
8. Seu lado, para ser traspassado. Jo. 19:34.
9. Suas mãos e Seus pés, para serem perfurados com pregos. Sl. 22:16b.
10. Seu sangue, para propiciação dos meus pecados. l Jo. 4:10.
11. Sua alma, deu para sacrifício de culpa. Is. 53:12.
12. Sua vida, deu pelas ovelhas. Jo. 10:11.
13. E, no final, entregou o Seu espírito. Lc.23:46.

903. “A CRUZ É TODA MINHA GLÓRIA”. GL. 6:14.
Quando Paulo enalteceu a cruz, não pensou naquele madeiro. Muitos dão grande importância à figura da cruz. Carregam a na roupa, em correntes no pescoço, etc., mas não no coração. Paulo viveu pela mensagem da cruz, que foi o seu grande tema. O homem do mundo, ao contrário, gloria-se pelos seus sucessos, descobertas, força, etc.
1. Do que o apóstolo poderia se gloriar?
a) De sua origem. Fp. 3:4 ss.; 2 Co. 11:22 ss.
b) De sua erudição e educação religiosa. At. 22:3.
c) De sua conduta exemplar. At. 26:4,5.
d) Também de suas altas revelações, suas curas, seus grandes sucessos.
Porém, gloriou-se somente da cruz, e nunca se envergonhou dela. Rm. 1:16.
2. Por que Paulo enalteceu a cruz?
a) Porque ela irradia o amor de Deus. Jo. 3:16.
b) Nela o amor de Cristo alcançou seu ponto culminante.
c) Pela cruz, nossos pecados foram expiados. 2 Co. 5:19; Hb. 9:26; 1 Pe. 2:24: Rm. 5:10.
d) Pela cruz, foi tirada a maldição que pesava sobre nós. Gl. 3:13.
e) Por ela, grandes bênçãos nos são asseguradas. Rm. 8:32.
f) Pela cruz nós somos vencedores. Ap. 12:11.
g) Por ela fomos feitos filhos e herdeiros de Deus. Rm. 8:17.
3. Por que também devemos nos gloriar somente da cruz?
a) Porque ela é o meio da nossa conversão. Jo.3:14,15.
b) Da nossa santificação. Rm. 6:6.
c) Pois é o meio mais eficiente no nosso testemunho e convence os homens dos seus pecados. At. 2:36,37.

904. O SACRIFÍCIO DE CRISTO. EF. 5:1, 2.
Do jardim do Éden, em que Deus mesmo trouxe o primeiro sacrifício pelos homens caídos, até a cruz do Gólgota, onde trouxe o último, encontramos muitos outros sacrifícios. Gn. 3:21. Todos os sacrifícios atingem seu ponto culminante em Cristo. Os melhores sacrifícios trazidos pelos homens, Gn. 8:20; 22:9,10, não trouxeram a justiça exigida por Deus, e desvaneceram diante do sacrifício de Cristo.
Somente o sacrifício preparado por Deus é suficiente. Jo. 1:29.
1. O que Cristo ofereceu?
Não somente Seu amor, Seu tempo, Sua força, mas deu a própria vida.
2. A quem Ele Se ofereceu?
A Deus. Jesus agradou Deus, com Seu sacrifício, de maneira completa.
3. Para quem foi o sacrifício, além de Deus?
Para nós, pelos nossos pecados. Paulo, que, conforme as suas próprias palavras, era um blasfemo e um perseguidor, incluiu-se. 1 Tm. 1:13; Fp. 3:6.
4. O tipo de sacrifício.
Sacrifício pelo pecado. Hb. 10:12. Tomou-se por nós um maldito. O justo morreu pelos injustos. Gl. 3:13; 1 Pe. 3:18.
5. A preciosidade deste sacrifício.
Foi um aroma suave e agradável para Deus. O Deus Santo ficou inteiramente satisfeito. Parece que se sentiu aliviado quando viu que o homem podia voltar novamente a Ele. Ef. 5:2; Lc. 15:21-24.
6. A motivação para o sacrifício.
Foi o amor e a obediência ao Pai e o amor a nós perdidos, que conduziram o Senhor a este sacrifício. Hb. 10:7-10.
7. A finalidade do sacrifício. V. l .”sede seguidores de Cristo”.
Devemos seguia sua disposição para o sacrifício, andar de modo digno e trazer fruto. Cl. 1:10.

905. O SANGUE DE CRISTO É TÃO PRECIOSO PARA NÓS, PORQUE:
1. Dá-nos a liberdade da culpa. Ef. 1:7.
2. Aproxima-nos de Deus. Ef. 2:13.
3. Transporta-nos para o reino de Cristo. Cl. 1:13,14.
4. Purifica-nos de todo pecado. 1 Jo. 1:7.
5. Anuncia-nos a paz. Cl. 1:20.
6. Justifica-nos diante de Deus. Rm. 5:1,9.
7. Concede-nos livre acesso a Deus. Hb. 10:19.
8. Dá-nos certeza de vitória. Ap. 12:11.

906. O QUE É A CRUZ DO GÓLGOTA?
1. Um lugar de humilhação voluntária. Fp. 2:8.
2. De intercessão. Lc. 23:34.
3. De vexame e desonra. Hb. 12:2,3.
4. De aparente derrota. Lc. 23:35.
5. Da obediência plena. Fp. 2:8.
6. Do maior amor. Gl. 2:20.
7. De promessa. Lc. 23:43.
8. Da expiação dos nossos pecados. Lc. 23:45.
9. Da graça para todos. A inscrição na cruz, em três idiomas, anuncia a salvação a todos. Lc. 23:38.

907. O SANGUE DA CRUZ. CL. 1:19-22.
O ensino do significado do sangue atravessa como um fio vermelho a Escritura. Abel recebeu o testemunho da justiça de Deus por causa do seu sacrifício. Gn. 4:4; Hb. 11:4. Os exemplos do Antigo Testamento testificam deste sangue e encontram o seu cumprimento no Gólgota. O sangue de Cristo, é por isso de tão grande importância, porque ele nos conduz a Deus. Hb. 10:19,20.
1. A fala do sangue. Hb. 12:24.
a) O sangue fala em geral da vida oferecida. Assim também falou outrora o sangue de Abel e dos sacrifícios de animais.
b) Onde fala o sangue? Diante de Deus. Êx. 12:13; Hb. 12:24.
c) Por quem o sangue fala? Rm. 3:23; Hb. 9:26,28.
d) O que o sangue fala? Gn.4:10; Hb. 10:17,18.
e) Quando o sangue fala? Agora! Hb. 9:24.
2. A ação múltipla deste sangue.
a) Ele efetua purificação. 1 Jo. 1:7; Ap. 1:5.
b) Justificação. Rm. 5:1,8,9.
c) Paz com Deus. Cl. 1:20; Is. 53:5.
d) Comunhão com Deus e seus filhos. 1 Pd. 3:18; 1 Co. 10:16,17.
e) Ele efetua acesso a Deus. Ef. 2:13.
f) Dá vitória sobre satanás. Ap. 12:11; Rm. 8:37-39.
g) Traz castigo sobre seus profanadores. Hb. 10:29.

908. A MORTE DE CRISTO. FP. 2:8.
1. O tema central de toda Escritura Sagrada. 1 Co. 15:3.
2. Ela realizou-se segundo o propósito de Deus. Gn. 3:15; Êx. 12:3ss.; Ap. 13:8.
3. Sua finalidade foi a reconciliação do mundo. Cl. 1:20.
4. A morte do Senhor foi necessária para a nossa salvação. Mt. 16:21.
5. Ela efetua a propiciação de todo pecado. 1 Jo. 2:2.
6. E incompreensível ao homem natural. 1 Co. 1:23.
7. Seu efeito:
a) Satisfez a Deus plenamente. Fp. 2:8-1 1; Ef. 5:2.
b) Glorifica ao Senhor. Jo. 12:23,24,32,33.
c) Satanás foi vencido eternamente. Cl. 2:15; Ap. 12:10,11; Hb. 2:14.
d) A lei foi cumprida. Ef. 2:15; Cl. 2:14; Rm. 6:14.
e) Fomos justificados.  Rm. 5:9; 8:3; Hb.2:17; 10:19.

909. OS SOFRIMENTOS DE CRISTO. 1 PE. 1:10,11.
Estes versículos indicam dois dos mais importantes termos bíblicos: o sofrimento de Cristo e a glória posterior. José é um grande exemplo que aponta para o nosso Senhor. Primeiramente é relatada a história do seu sofrimento, que culminou na sua prisão entre os criminosos. Depois disso lemos sobre sua grandeza e glória, que o elevou ao cargo de governador sobre toda terra do Egito. Gn. 37; 39; 40; 41.
Algo semelhante, porém imensamente maior, tanto no sofrimento, como na glória, vemos no nosso Senhor.
1. Os sofrimentos de Cristo são de grande significado.
a) Foram o conteúdo da primeira promessa. Gn. 3:15.
b) Muitos homens de Deus ocuparam-se com eles. l Pe. 1:10.
c) O Senhor anunciou-os. Lc. 18:31-33.
d) Foram a glória e a pregação dos apóstolos. Gl. 6:14.
e) Provocaram a admiração dos anjos. l Pe. l :12.
f) Os remidos e os anjos cantam sobre eles. Ap. 5:9-12.
2. Os sofrimentos de Cristo foram anunciados:
a) Antes da fundação do mundo. Ap. 13:8.
b) Cumpriram-se conforme foram profetizados. Sl. 22; 69; Dn. 9:26.
3. Os sofrimentos de Cristo foram grandes e múltiplos.
a) Iniciaram-se no Seu nascimento. Lc. 2:7; Mt. 2:13.
b) O Senhor sofreu ao ser tentado. Mt.4:1-1 1.
c) Sofreu pela incredulidade dos Seus familiares. Mc. 3:21; Jo. 7:3-5.
d) Sofreu até pelos discípulos. Mt. 16:22,23; 26:69-74; Lc. 22:54-62.
4. Os sofrimentos de Cristo foram substitutivos.
a) Sofreu, para levar sobre Si nossos pecados. Is. 53.
b) Levou os nossos pecados para a cruz. Jo.1:29; 1 Pe. 2:24.
5. Os sofrimentos de Cristo efetuaram reconciliação.
Ele reconciliou-nos com Deus. Rm.5:10.

910. A GLÓRIA POSTERIOR. I PE. 1:11.
A carta aos Filipenses contém uma divisão idêntica entre o sofrimento e a glória posterior. Fp. 2:5 -8 e 9-11. A glória de Cristo é a recompensa para o sofrimento suportado, e é ainda mais multiforme do que o sofrimento.
Ela mostra-se:
1. Na Sua vitória sobre os inimigos.
Como o sofrimento de Cristo começou na manjedoura, assim também se revelou a Sua glória durante o Seu ministério público, mas, especialmente na cruz pelos acontecimentos milagrosos que ali ocorreram. A terra tremeu, as rochas fenderam-se, a cortina do templo rasgou, as sepulturas abriram-se, o centurião e o malfeitor declararam-nO como Filho de Deus e Rei de Israel.
2. Na Sua ressurreição.
a) Ela foi um ato de Deus. At. 2:24; Rm. 1:4.
b) Um golpe no rosto dos inimigos.
c) A aceitação visível do Seu sacrifício. Rm. 4:25.
3. Em Sua ascensão ao céu.
a) Ela foi o retorno de Jesus para a glória. Lc. 24:50-53.
b) É exemplo da nossa subida ao céu.
4. Em Sua posição como Mediador.
a) Foi elevado a Príncipe e Salvador. At. 5:31.
b) Atua agora como o grande Sumo Sacerdote. Hb. 4:14-16.
c) Foi feito Senhor e Cristo. At. 2:36.
d) Agora ocupa o lugar mais elevado. Hb. 8:1.
e) É o herdeiro de todas as coisas. Hb. 1:2.
5. Em Sua vitória final.
a) Ele vencerá sobre grandes multidões. Is. 53:12.
b) É o cabeça de Sua igreja. Cl. 1:18.
c) Todo Israel será salvo por Ele. Rm. 11:26.

911. OS SOFRIMENTOS DE CRISTO EM 1 PEDRO.
1. Foram profetizados. 1:11.
2. Foram dados como exemplo para serem seguidos. 2:21,23.
3. São o único caminho que conduz a Deus. 3:18.
4. Servem como amamento espiritual. 4:1.
5. Somos co-participantes dos sofrimentos com Cristo. 4:13.
6. Devem ser o nosso testemunho. 5:1.

912. A REDENÇÃO.
1. Foi planejada antes da fundação do mundo. 1 Pe. 1:20.
2. Consumada na cruz. 1 Co. 6:20; At. 20:28.
3. É obtida através da fé. Ef. 1:7; 2:8; At. 16:31.
4. E louvada no céu. Ap. 5:9 ss.

913. “CRISTO SOFREU UMA ÚNICA VEZ”. 1 PE. 3:18.
1. A realidade dos sofrimentos de Cristo.
a) Sofreu na mão do Seu povo. Jo. 1:11; Mc. 8:31.
b) Com as tentações de Satanás. Mt. 4:1-11.
c) Por Seus fiéis. Jo. 16:32.
d) Pelos familiares. Mc. 3:21; Jo. 7:3-5.
e) Sofreu horrivelmente no Getsêmani. Lc. 22:44.
f) O ponto culminante e o final do Seu sofrimento foi atingido no Gólgota.
g) Sofreu por nossos pecados. Is. 53:5.
h) Os sofrimentos efetuaram reconciliação. Ef. 2:13, 18; 3:12.
2. A total inocência do sofredor.
a) O justo morreu pelos injustos. 1 Pe. 3:18.
b) Algo semelhante nós vemos na história de José. Gn. 39.
3. O motivo maravilhoso dos sofrimentos do Senhor.
a) Sofreu para nos conduzir a Deus.
b) Por natureza estamos longe de Deus. Ef. 2:1-5.
c) Nós não podíamos ir, estávamos perdidos. Lc. 15:4.

914. CRISTO SOFREU POR NÓS PARA:
1. Carregar nossos pecados. 1 Pe. 2:24.
2. Conduzir-nos a Deus. 1 Pe. 3:18.
3. Morrermos para o pecado. 1 Pe. 2:24.
4. Alcançar a justiça de Deus. 2 Co. 5:21.
5. Cumprir a promessa e nos dar o Consolador. Jo. 16:7.
6. Seguirmos Seu exemplo. 1 Pe. 2:21.

915. VOCÊ E A AGONIA DE CRISTO.
1. Aprofunde-se no sofrimento de sua morte. Ele padeceu na cruz por você! Hb. 12:2.
2. Contemple a realidade de sua morte. Provou a morte por você. Hb. 2:9.
3. Reconheça a necessidade de sua morte. Foi feito pecado por você. 2 Co. 5:21; Lc. 24:26.
4. Admire o amor em sua morte: Ele amou você. Gl. 2:20.
5. Reflita sobre o significado de Sua morte: fez-se maldição por você. Gl. 3:13.
6. Agradeça-Lhe pelo grande lucro que Sua morte trouxe. 2 Co. 8:9.
7. Não esqueça a finalidade de Sua morte: preparou-Lhe o caminho a Deus. l Pe. 3:18.

916. “ELE SUPORTOU A CRUZ”. HB. 12:2.
1. A cruz é a maior expressão do amor de Deus. Jo. 3:16. Toda boa dádiva vem de Deus, porém a dádiva do Filho é a maior delas. Tg. 1:17; Jo.  4:10.
2. A cruz é a maior prova do amor do Filho para com o Pai. Hb. 10:7; Jo. 8:28,29.
3. O Senhor provou na cruz que amava intensamente o Pai, pois deixou que o Pai colocasse sobre Ele todos os nossos pecados. Is. 53:6.
4. Na cruz, aconteceu o maior ato de abnegação, pois Jesus possuía o direito da glória eterna, porém escolheu a cruz. Através disso nós, que éramos seus inimigos, merecedores do castigo eterno, alcançamos a maior honra. Ap. 1:5b,6.
5. Na cruz, o pecado foi eliminado completamente. O pecado é abominação para Deus e, como pecadores, não podíamos nos aproximar dEle. Jesus, porém, tomou sobre Si todos os nossos pecados. Hb. 9:26; 1 Pe. 2:24; 1 Jo. 3:5.
6. A cruz cessou o domínio de Satanás, que tentou afastar Jesus dela. “Desça da cruz”. Através da cruz fomos libertos do domínio de Satanás. Hb. 2:14; 1 Jo. 3:8.
7. Pela cruz o Senhor recebeu o domínio sobre o inundo. Ap. 5:9-13.

917. O GRANDE SACRIFÍCIO PELO PECADO FOI: HB. 13:12-14.
1. Feito por Jesus.
2. Para nossa santificação.
3. Pago com Seu sangue.
4. Fora do arraial.
5. Um benefício para Seu povo.

918. NOSSO SENHOR MORREU PARA: 1 JO. 4:10.
1. Conduzir-nos a Deus. 1 Pe. 3:18; Hb. 10:19,20; Cl. 1:21,22; Ef. 2:13.
2. Libertar-nos do mundo perverso. Gl. 1:4.
3. Livrar-nos do pecado. Rm. 6:5-8; Hb. 9:26.
4. Salvar-nos da ira vindoura. 1 Ts. 1:9,10.
5. Fazer-nos um povo exclusivamente Seu. Tt. 2:14.
6. Ter homens, que vivam para Ele. 2 Co. 5:15; Rm. 6:10-13.
7. Sermos semelhantes a Ele. 1 Jo. 3:2; Rm. 8:29.
8. Ser louvado eternamente. Ap. 5:6,9,10.

919. JESUS VEIO PARA:
1. Tirar nosso pecado. 1 Jo.3:5.
2. Trazer um sacrifício válido eternamente. Hb. 10:12.
3. Dar-se pelo nosso pecado, para nos salvar. Gl. 1:4.
4. Ser a propiciação pelos nossos pecados. 1 Jo.2:2.
5. Sofrer pelos injustos. 1 Pe. 3:18.
6. Carregar os nossos pecados. 1 Pe. 2:24.
7. Derramar seu sangue para remissão de pecados. Mt. 26:28 Todas estas passagens salientam duas grandes verdades:
– o terrível estado pecaminoso do homem;
– e a plena suficiência do sacrifício de Cristo.

920. O CORDEIRO DE DEUS EM APOCALIPSE.
Encontramos o cordeiro em toda Escritura. A primeira menção é o cordeiro que Abel trouxe como oferta, e no livro de Apocalipse temos o encerramento deste assunto. João inicia com o sangue do Cordeiro e encerra com o trono do Cordeiro. A este trono somente chegarão os homens que foram purificados pelo sangue do Cordeiro.
1. O sangue do Cordeiro, é mencionado direta e indiretamente nos capítulos 1:5 e 7:13-17.
2. A grandeza do Cordeiro. Ele é louvado e adorado pela multidão de anjos. 5:6,11,12.
3. A ira do Cordeiro será sentida por seus profanadores. 6:15,16.
4. O livro do Cordeiro contém o nome de todos os homens que foram lavados no sangue. 3 :5.
5. Os seguidores do Cordeiro vão para onde quer que Ele vá. 14:4.
6. O hino do Cordeiro é o cântico dos remidos. 15:3.
7. A vitória do Cordeiro. 17:14.
8. As bodas do Cordeiro. 19:9.
9. A ceia do Cordeiro. 19:9.
10. A noiva do Cordeiro. 21:9.
11. Os apóstolos do Cordeiro. 21:14.
12. A luz do Cordeiro. 21:23.
13. O Trono do Cordeiro. 22:3.

921. A RESSURREIÇÃO DE CRISTO. SL. 22:22-31.
A primeira parte desta comovente profecia relata em pormenores os sofrimentos de Cristo. Sl. 22:1-21. Às últimas súplicas do sofredor, vv. 19-21, segue o triunfo do vencedor.
1. O grande vencedor.
No versículo 14 ouvimos clamá-lO: “da boca do leão”, mas agora ouvimos: “Ele venceu, o Leão de Judá”. Ap. 5:5. Aquele que foi deitado no pó da morte, ressuscitou. Hb. 2:14,15 ; Ef. 1:19-23.
2. No meio dos irmãos.
Ele esteve pendurado entre malfeitores, porém, agora está entre seus irmãos. Ele, o primogênito de muitos irmãos. Jo. 20:17; Rm. 8:29.
3. As bênçãos da ressurreição.
Os sofredores hão de comer e fartar-se. Eles buscam o Senhor em louvor e adoração.
V.26. Eu vivo e vós também vivereis. Jo. 14:19.
4. O tomar posse da terra.
Este Salmo, até hoje, cumpriu-se só em parte. Certamente o Senhor ressuscitou, mas Satanás ainda é o príncipe deste mundo. Jo. 12:31. Logo, porém, o Senhor irá tomar posse da propriedade adquirida. Ap. 11:15 ss. Em breve colocará os seus inimigos debaixo dos seus pés. Salmos 2 e 110; Ap. 19:11 ss.
5. No reconhecimento de Israel.
No momento em que o Senhor tomar posse da terra, Israel reconhecê-lO-á e alcançará as bênçãos prometidas. V.23; Zc. 12: 10; 13:1.
6. Na grande e rica colheita de almas perdidas.
O grão de trigo morreu, agora traz muito fruto. O grão de trigo multiplicou-se em muitos feixes. V. 30; Is. 53:10; Jo. 12:24.
7. Foi Ele quem o fez.
Assim o salmista termina. O Senhor terminou da mesma forma na cruz: “Está consumado! V.31. Jo. 19:30.

922. A RESSURREIÇÃO DO SENHOR:
1. Profetizada no Antigo Testamento. Sl.16:10; 22:21-31.
2. Foi predita pelo Senhor. Mt. 16:21; 17:23; 20:19; 26:32; Mc. 9:31; Lc. 9:22; Jo. 2:19-22.
3. Cumprida por Ele. Mt. 28:1-7; Mc. 16:5-7; Lc. 24:1-9; Jo. 20:1-8.
4. Aconteceu em nosso benefício. 1 Co. 15:17-19; Rm. 4:25; 8:34.
5. Confirmada por testemunhas oculares. At. 2:24,32; 4:33.

923. O MAIOR MILAGRE.
A Escritura relata vários milagres, porém, o maior de todos é a ressurreição do Senhor.
1. O grande significado da ressurreição para os filhos de Deus.
A ressurreição de Cristo é o fundamento da nossa fé. l Co. 15.
Se Cristo não ressuscitou:
a) Então nossa fé e pregação são vãs. l Co.15:14.
b) Ainda permanecemos em nossos pecados. V.17.
c) Os que dormiram em Cristo pereceram sem esperança. V.18.
d) somos os mais infelizes de todos os homens. V.19.
e) Mas, de fato, Cristo ressuscitou. V.20.
2. A prova da ressurreição.
Este capítulo oferece seis fatos da ressurreição.
a) Jesus apareceu a Cefas. V.5.
b) Aos doze. V.5.
c) A quinhentos irmãos de uma só vez. V.6.
d) A Tiago. V.7.
e) A todos os apóstolos. V.7.
f) E ao apóstolo Paulo. V.8.
Cada um que crê, experimenta ainda hoje a realidade da ressurreição. Este sabe que Cristo vive nele.
3. A finalidade da ressurreição.
Prova que Deus aceitou o sacrifício do seu Filho e o manifestou através de três grandes fatos:
a) Pelo rasgar da cortina do templo. Mt. 27:51.
b) Através da sepultura vazia de Cristo. Mt. 28:1-6.
c) Pela entronização do Senhor ao lado do Pai celeste. Hb. 1:3.

924. A RESSURREIÇÃO DO REI. MT. 28.
1. A aparente derrota do Senhor.
A intenção de Israel em matar o Senhor foi um sucesso.
O príncipe da vida jazia no túmulo.
2. A grande vitória.
3. Os mensageiros da vitória.

925. MARIA MADALENA. MT. 28:1.
1. Seu passado.
Foi cheio de trevas, porque ela havia sido possessa por sete demônios, portanto uma morada de Satanás. Lc. 8:2; Mc. 16:9.
2. Sua cura.
Pessoas com este problema não se curam através de medicamentos, mas somente pela oração da fé. O mais poderoso deve expulsar o poderoso. Ninguém fazia isto tão bem quanto o Senhor. Uma palavra de poder do Senhor curou-a.
3. Seu comportamento transformado.
Em Mc. 15:40,41 está escrito que ela servia ao Senhor.
4. Sua grande experiência.
A aparição dos anjos. Esta, tal como o terremoto, encheram Maria e suas companheiras de medo e espanto, mas logo o Senhor consolou-as dizendo: “Não temais”. Mt. 28:5.
5. A visita no túmulo.
“Vinde ver onde Ele jazia”. O túmulo vazio foi para elas a prova que Jesus ressuscitou. Mt. 28:6.
6. A missão dada pelo anjo.
Mt. 28:7. “Ide e dizei aos seus discípulos”. As mulheres chegaram com grande temor na sepultura, mas com grande alegria deixaram o local do maior milagre.
7. O grande encontro.
Foi a aparição do ressuscitado. O Senhor manifesta-se em primeiro lugar àqueles que mais desejam vê-lO. Nós, geralmente, buscamos em primeiro lugar a doutrina pura, mas o Senhor deseja o nosso amor intimo e sincero. O Senhor sentiu muita falta deste amor na igreja de Éfeso, mesmo ela possuindo tudo mais em abundância. Ap. 2:1-7.

926. O TÚMULO VAZIO TESTIFICA COISAS MARAVILHOSAS. MT. 28.
Este era um lugar de:
1. Amor. “Elas vieram de madrugada”. V.1.
2. Vida. “Ele não está aqui”. V.6.
3. Esperança. “Ele ressuscitou”. V.6.
4. Alegria. “Elas saíram com grande alegria”. V.8.
5. Consolo. “Não temais”. V.10.
6. Adoração. “Elas prostraram-se diante dEle”. V.9.
7. Serviço. “Ide avisar a meus irmãos”. V.10.

927. A PREGAÇÃO DO TÚMULO VAZIO. MT. 28:1-10.
Mostrou às mulheres seu Senhor vitorioso sobre a morte.
1. Para elas o túmulo era o lugar de grande ânimo.
2. Também era o lugar de profecias cumpridas. Sl. 16:10.
3. O túmulo vazio manifesta a vitória sobre os inimigos de Deus.
4. Foi um lugar da revelação da onipotência de Deus.
5. O túmulo vazio coloca-nos diante de fatos consumados.
6. Jesus tomou-se o fiador de superior aliança. Hb. 7:22.
7. A nossa salvação está assegurada. Rm. 4:25.
8. Deus aceitou a obra de Cristo. Ef. 1:6,7,14.
9. O pecador pode vir com coragem, pois o Ressuscitado salva todos os que nEle confiam. Hb. 7:25.
10. Aqueles que duvidam podem entrar no túmulo vazio e certificarem-se que Ele vive. Jo. 20:28.
11. Os escravos do pecados são libertos por Cristo. l Jo. 3:8; Cl. 1:13.

928. ALEGRIA AO INVÉS DE TRISTEZA. MT. 28:6-9; JO. 16:20.
1. Uma notícia maravilhosa: Ele não está aqui. V.6.
2. Um convite carinhoso: vinde ver. V.6.
3. Uma ordem urgente: ide depressa aos seus discípulos. V.7.
4. Uma promessa bonita: Ele vai adiante de vocês. V.7.
5. Um serviço pontual : elas foram apressadamente. V.8.
6. Uma experiência maravilhosa: “salve ! ” V.9.
7. Uma atitude honrosa: elas prostraram-se diante dEle. V.9.

929. O MILAGRE DA RESSURREIÇÂO. LC. 24:1-7.
Muito se fala das sete maravilhas do mundo, porém, queremos falar das sete maravilhas da ressurreição.
1. A maravilhosa remoção da pedra. V.2.
O túmulo estava selado e guardado por soldados. Mas a pedra foi removida. O anjo do Senhor é mais poderoso do que qualquer outro poder. Mt. 27:66; 28:2; 2 Rs. 19:35.
2. Um túmulo diferente.
Havia um túmulo, mas nenhum morto jazia dentro dele. Os panos que o envolviam estavam lá, mas não o morto. l Co. 15:55.
3. Uma aparição maravilhosa. V.4.
4. Uma mensagem maravilhosa. Vv.5-8.
Os discípulos haviam esquecido das palavras do Senhor, mas o anjo não esqueceu. V.6.
5. Pobre incredulidade. Vv.10,11; Mt. 17:23.
6. Uma conversa maravilhosa. Vv.13-32.
7. Um estranho maravilhoso. Vv.15-27.

930. OS DICÍPULOS DE EMAÚS. LC. 24:13-49.
Freqüentemente o Senhor está perto de nós, mas não O percebemos. Assim foi com os discípulos de Emaús. V.16.
1. Por que estes discípulos não O reconheceram?
a) Porque seus olhos estavam impedidos. Gn. 21:19.
b) Eles não creram. Vv.22,23.
c) Eram néscios e tardios de coração. V.25; Lc. 18:34.
d) Jesus apareceu-lhes em outra forma. Mc. 16:12.
– No lago, os discípulos pensaram que Ele era um fantasma.
– Maria pensou que era o jardineiro. Mt. 14:26; Jo. 20:15.
e) Os discípulos de Emaús pensavam que o Senhor era um estrangeiro, um visitante da festa da páscoa.
O Senhor pode manifestar-se em outra forma, mas Ele é sempre o mesmo.
2. A reação dos discípulos na ausência do Senhor:
a) Entristeceram-se por terem perdido o Senhor. V.17.
b) Conversaram seriamente sobre isto. Vv.15,17.
c) Fizeram relatos ao estranho. V.18.
d) Manifestaram sua esperança humana. V.21.
e) Deixaram-se ensinar e repreender.
f) Desejaram que o estranho ficasse com eles. V.29.
3. Sua atitude quando O reconheceram:
a) Apressaram-se para transmitir a boa nova.
b) Não temeram, nem a noite, nem os perigos.
c) Seus corações ardiam.
d) Seu ministério recebeu rica recompensa. Em Jerusalém experimentaram uma nova manifestação de Cristo.

931. NO CAMINHO PARA A SEPULTURA DE CRISTO. LC. 24:1-10.
1.Uma triste caminhada. Vv.1-5.
2. Uma descoberta maravilhosa. Vv.6,7.
3. Um regresso feliz. Vv.8-10.

932. O QUE A CHAVE DE DEUS ABRIU ATRAVÉS DA RESSURREIÇÃO? IS. 22:22.
1. A sepultura. Lc. 24:2.
2. Os olhos. Lc.24:31.
3. As Escrituras. Lc. 24:32.
4. O entendimento. Lc. 24:45.
5. O céu. Lc.24:51.

933. A FESTA DA PÁSCOA.
1. Uma festa de grande alegria. Jo. 20:20.
2. De grande vitória. l Co. 15:55-57.
3. De fortalecimento da fé. At. 4:33.
4. De gloriosa esperança. 1 Co. 15:19-23.
5. De preciosa certeza. Rm. 4:25.

934. OLHAR PARA O SENHOR. JO. 2:19-23.
Aquele que vive na presença do Senhor vê a Ele e Sua glória. Hb.3:1; 12:2; Jo. 1:14. Este olhar confirmou aos discípulos:
1. A certeza de fé. Sem ela, não poderiam se alegrar. V.20; Hb. 13:8.
Precisamos de uma viva e grande experiência do ressuscitado e da aceitação das forças que procedem desta experiência. Fp. 3:10; Gl.2:20; 1 Jo. 5:18-20.
2. A alegria. V.20; Sl.16:11.
3. Paz. Por isso Jesus disse duas vezes: “Paz seja convosco”. Vv.19,21; Rm. 5:1.
A presença de Jesus concede harmonia (paz) interior, porém o inimigo tenta constantemente perturbá-la.
4. Tarefas. “Eu vos envio”. V.21.
5. Revestimento. “Recebei o Espírito Santo”. V.22.
6. Autoridade. V.23.

935. UMA APARIÇÃO ABENÇOADA. JO. 20:19-22.
Várias vezes o Senhor apareceu aos seus discípulos após sua ressurreição.
1. O dia da aparição foi:
No primeiro dia da semana, portanto no domingo.
2. O milagre desta aparição.
Jesus rompeu todas as barreiras. Na ressurreição, a pedra não foi um obstáculo, da mesma forma a porta trancada também não o foi. Os discípulos esconderam-se porque estavam com medo, como era o costume em tempos de perseguição. V.19; Hb. 11:38.
Nenhuma porta fechada pode nos separar do Senhor. At. 5:19; At. 12:7.
O Senhor gosta de revelar-se atrás de portas fechadas. 2 Rs. 4:4; Mt. 6:6.
3. A bênção desta aparição.
a) Os discípulos alegraram-se.
b) Receberam paz. Cl. 1:20.
c) O medo foi extinto. Lc. 24:38.
4. Uma visão inesquecível.
O Senhor mostrou-lhes as mãos e seu lado. Eles não deviam ouvi somente apalavra da bênção, mas ver também o fundamento sobre o qual ela se apoiava. Is. 53:5.
5. Uma nova experiência.
O Senhor soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo! Foi um antegozo ao derramamento do Espírito santo que ocorreu no dia de Pentecostes. Ao mesmo tempo o Senhor deu-lhes uma nova missão. Vv.22,23.

936. AS DEZ APARIÇÕES DO SENHOR.
Estas aparições são provas inegáveis de que Ele ressuscitou corporalmente.
1. O Senhor apareceu a Maria Madalena. Jo. 20:1 1-17.
2. A mulheres que voltavam do túmulo. Mt. 28:8-10.
3. A Pedro. Lc. 24:34.
4. Mais tarde, aos discípulos de Emaús. Lc. 24:13-31.
5. Aos discípulos, com Tomé ausente. Jo. 20:19.
6. Após oito dias, aos discípulos com Tomé. Jo. 20:26 ss.
7. Aos sete discípulos, junto ao mar da Galiléia. Jo. 21.
8. E de uma só vez, a mais de quinhentos irmãos. l Co. 15:6.
9. Ao seu irmão carnal, Tiago. l Co. 15:7.
10. A última vez que O viram foi na Sua ascensão ao céu. Lc. 24:50,51.

937. MANIFESTAÇÕES DO RESSUSCITADO. JO. 20:1-19.
O relacionamento do Senhor com os Seus discípulos foi bem diferente após a ressurreição.
Ele não estava sempre visivelmente junto a eles, mas, mesmo assim, sempre perto. Assim também é hoje. Para nós vale a palavra: Bem-aventurados aqueles que não vêem e crêem.
Podemos ter experiências semelhantes aos discípulos no lago.
Eles experimentaram:
1. A fidelidade do Senhor: cumpriu Sua promessa. V.4; Mt. 28:7.
2. Seu amor: cuidou deles. V.5.
3. Seu poder: ordenou, eles obedeceram e foram abençoados. V.6.
4. Sua amabilidade: comeu com eles. V.13.
5. Sua sabedoria na educação. Vv.17,18.
6. Sua graça restauradora. Vv.15-17.
7. Seus objetivos conosco. Vv.18,19.

938. UM ENCONTRO SIGNIFICATIVO. JO. 21:1,2.
Estes dois versículos falam de sete discípulos, que, por sugestão do apóstolo Pedro, queriam pescar. Eles oferecem uma imagem sugestiva da variedade da igreja do Senhor e de seus traços característicos. Observemos as características evidentes destes discípulos.
1. Pedro.
Era a imagem da atividade zelosa: “Vou pescar”. V.3.
Estava à frente e tomava a palavra. Mt. 16:16.
– Na transfiguração. Mt. 17.
– Na festa da páscoa. Mt. 26:33.
Seu talento de líder aparece em Atos dos apóstolos.
Onde falta a atividade na igreja, há regresso.
2. Tomé.
Ele confessou o Senhor. Jo. 20:28,29.
Você é uma testemunha? Mc. 8:38.
A bênção do testemunho. Mt. 10:32.
3. Natanael.
“Eis um verdadeiro israelita em quem não há dolo”. Jo. 1:47. Era a imagem da santidade.
Santidade é o enfeite da casa de Deus. SI. 93:5. Quando ela falta na igreja, o pecado é tolerado e há fraqueza. O Senhor habita somente em lugar puro.
4. Tiago.
Os filhos de Zebedeu chamavam-se Tiago e João. Em Tiago vemos a igreja sofredora.
Ele foi o primeiro dos apóstolos que sofreu o martírio. At. 12:2.
5. João.
Ele foi o profeta, a quem muito foi revelado. Onde as revelações são raras, falta a vida.
A Palavra vivifica. Hb. 4:12; Sl. 119:24.
6. Dois anônimos. Quem são estes? Você e eu.
Você preenche o seu lugar na igreja?

939. A RESSURREIÇÁO DO SENHOR É:
1. O maior acontecimento da história do mundo. At. 1:3; 1 Co. 15:22,23.
2. A maior prova do cristianismo. Rm. 1:4 ss.
3. A maior manifestação do poder de Deus. Ef. 1:19,20.
4. A maior verdade do Evangelho. 1 Co. 15:3 ss.
5. A maior realidade da fé. 1 Ts. 4:14.
6. A maior motivação para a santidade. Rm. 6:9-12.

940. NOSSO CORPO RESSURRETO SERÁ:
1. Livre de todos os gemidos. Rm. 8:23.
2. Imortal. 1 Co. 15:42.
3. Espiritual. 1 Co. 15:44.
4. Cheio de poder. 1 Co. 15:43.
5. Glorioso. Fp. 3:21.
6. Eterno. 2 Co. 5:1.
7. Igual ao de Cristo. Fp. 3 :21.

941. A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É:
1. O cumprimento de muitas profecias. Jó 19:25; 1 Sm. 2:6.
2. A prova da divindade de Cristo. Rm. 1:4.
3. O maior de todos os milagres. (Sinal de Jonas). Jo. 20:8; Mt. 16:4.
4. A conclusão da obra de Cristo. Rm. 4:25; Jo. 16:10.
5. A garantia da nossa ressurreição. 1 Co. 15:49; Fp. 3:21.
6. Nossa unificação com Cristo. Rm. 6:4; Cl. 3:1-4.

942. A RESSURREIÇÃO DE JESUS.
1. É uma prova de que Ele é o Salvador. At. 13:30-33.
2. E uma prova da derrota de Satanás. Hb. 2:14.
3. É a garantia da nossa ressurreição. 1 Co. 15:20-28.
4. É uma prova do juízo vindouro. At. 17:31.
5. É uma comprovação contra a incredulidade. Rm. 1:4,5.

943. SETE BÊNÇÃOS DA RESSURREIÇÃO.
1. Afastamento do pecado. At. 3:26.
2. Justificação. Rm. 4:24,25.
3. Entrega total a Deus. 2 Co. 5:15.
4. Uma vida frutífera. Rm. 7:4.
5. Uma esperança viva. Rm. 8:11.
6. Participação no arrebatamento. 1 Ts. 4:14.
7. Grande força. Ef. 1:19,20.

944. O OBJETIVO DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO.
Foi para:
1. Nossa justificação. Rm. 4:25.
2. Dar-nos a vida eterna. Jo. 11:25,26.
3. Ressuscitarmos com Ele. Cl. 2:12; Ef. 2:6.
4. Sermos regenerados para uma viva esperança. 1 Pe. 1:3.
5. Consagrarmos nossa vida. Rm. 6:13,14; 11:14,15.
6. Andamos de modo digno. Cl. 1:10,11; 2:6,7.

945. CRISTO RESSUSCITOU PARA:
1. Cumprir as Escrituras. 1 Co. 15:4.
2. Confirmar as Suas próprias palavras. Mt. 16:21; 17:23.
3. Manifestar o poder de Deus. Ef. 1:18-20.
4. Anunciar a mensagem mais alegre. Lc. 24:33-35.
5. Que viesse a bênção prometida. At. 13:37-39; Gl. 3:14.
6. Recebermos a justificação divina. Rm. 4:25.
7. Termos consolo e esperança no sofrimento. 1 Ts. 4:13-18.
8. Andarmos em novidade de vida. Rm. 6:4.

946. A GRANDE MUDANÇA. I CO. 15.
1. A incorrupção toma o lugar da corrupção.
2. A glória toma o lugar da desonra.
3. Força que substitui a fraqueza.
4. Um corpo espiritual no lugar de um corpo natural.
5. Bens celestes ao invés de pó e cinza.
6. Imortalidade e não mais mortalidade.
7. Vida eterna no lugar de perdição eterna.
E como chegamos a isto?
Através da vitória de Cristo sobre a morte. Vv.55-57.

947. A PRIMEIRA RESSURREIÇÃO. AP. 20:4,5.
Na Escritura encontramos somente uma vez a expressão “primeira ressurreição”.
1. Quais são as diferentes ressurreições?
a) Uma ressurreição simbólica.
Dela lemos em Ez. 37: o despertamento de Israel e seu retorno à terra da Palestina.
Isto vimos na criação do Estado de Israel.
b) Uma ressurreição espiritual.
Para a Escritura, o pecador está morto. Ef. 2: 1-6; Rom. 6:11.
Mas a palavra vivificante ressuscita o pecador dentre os mortos. Cada novo nascimento é uma ressurreição.
c) Uma ressurreição corporal.
O esmagamento da serpente como causa do pecado e da morte significa ressurreição e vida. Jo. 11:25. Pela primeira vez lemos em Isaías 26:19 e mais tarde em Daniel 12:2 sobre a ressurreição dos mortos. Aqui se fala sobre duas ressurreições, uma para a vida e outra para o juízo. Com isto se evidenciam a primeira e a segunda ressurreição.
2. A ressurreição do corpo.
Observe vários testemunhos sobre ela:
a) Do Senhor.
Falou de duas ressurreições. Jo. 5:24-29; Lc. 14:14; 20:35.
b) De Paulo.
Ocupou-se com este assunto e também falou de duas ressurreições. At. 24:15. Em 1 Co. 15:23 ele mostra a ordem específica da ressurreição. Além disso ele falou da ressurreição dentre os mortos em Fp. 3:11.
c) De Pedro.
Falou sobre a ressurreição dentre os mortos em At. 4:2.
A carta aos Hebreus fala como os antigos aguardavam uma ressurreição melhor. Hb. 11:19,35.

948. A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NOS DEU:
1. Uma viva esperança. 1 Pe. 1:3.
a) Um Salvador vivo e intercessor. Hb. 7:25.
b) Imortalidade. 1 Co. 15:12-20.
c) Semelhança a Cristo. 1 Jo. 3:2.
2. Vida de Deus.
a) Fomos vivificados. Ef. 2:1-8.
b) Estamos em uma nova vida. Rm. 6:3-11.
3. Vitória sobre:
a) O pecado. Rm. 6:12.
b) A morte. 1 Co. 15:51-57.
c) Satanás. Ap. 12:11.
d) O mundo. 1 Jo. 5:4; Ap. 3:21.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *