O PODER DE UMA VIDA CONTENTE
Filip. 4:10-20

1. O verdadeiro contentamento vem do Senhor.
a) A religião que vem do Senhor satisfaz completamente.
2. Quem tem esta alegria, não se importa quando é esquecido pelos homens. – V. 10.
3. Tendo esta alegria contenta-se em tudo. – V. 11.
4. Com esta alegria no seu coração não se abate facilmente, permanece firme no meio de abatimentos, fomes e necessidades. – V. 12.
a) Com esta alegria no coração, pouco se lhe dá ser esquecido, mesmo pela . Igreja.
b) Com esta alegria, está sempre satisfeito, “cheio”. – V. 18.
c) Com esta alegria no coração, o crente diz:
“Posso tudo nAquele que me fortalece”.
5. Tem você esta alegria?
a) Anda você triste e descontente?
b) Procure o Senhor e Ele dará a você a verdadeira alegria, o verdadeiro contentamento, que encherá o teu coração a ponto de poderes exclamar como São Paulo: “ESTOU CHEIO”.

“PARA MIM O VIVER É CRISTO”
Filip. 1:21

1. Não um argumento, teoria, doutrina, idéia ou capricho.
2. Não perfeição impecável ou absoluta.
3. Não nossa justiça.
4. Mas:
a) Uma entrega completa.
b) Uma inteira dependência.
c) Uma confiança implícita.
d) Uma purificação instantânea.
e) Tudo dirigido pelo Espírito que habita em nós.
5. Cristo em vós. Vós em Cristo. Um “eu” morto. Um Cristo vivo.

O SAL DA TERRA
Mat. 5:13

A preciosidade do sal no passado e no presente.
I – O sal como remédio.
1. Existem muitos corações e almas feridas.
2. O que estamos fazendo para aliviar os sofrimentos morais e espirituais?

II – O sal como preservador.
1. O mundo jaz na corrupção.
2. Como nos dias de Ló, os cristãos ainda estão preservando o mundo.
3. Precisamos cuidar de nós mesmos.
a) As pessoas com as quais entramos em contato devem ser preservadas do mal.

III – O sal como tempero.
1. O sal é tudo na refeição.
2. Como agimos em casa, na igreja e na sociedade?
a) Somos pacificadores? Conservadores do bem ou corruptores?
b) O Conselho divino. – Col. 4:6; Mar. 9:50.

DISSENSÕES
Atos 6:9

I – A origem das dissensões.
1. Diferentes vistas de doutrinas, princípios ou interpretações.
2. Ofensa pessoal.
3. Espírito partidário.

II – Sua influência.
1. Sobre o caráter individual.
2. Sobre a igreja.
3. Sobre o mundo.

III – O remédio.
1. Humildade cristã.
2. Fé cristã.
3. Amor cristão.
4. Tolerância cristã.
5. Conversão genuína.

VIVER HONESTO
I Ped. 2:12

I – O tratamento do mundo para com os cristãos.
1. Inimizade. – II Cor. 6:1-10.
2 . Difamação.
3. Perversão da verdade.
4. Agravação das circunstâncias.

II – O procedimento recomendado.
1. Honestidade.
2. Consistência.
3. Veracidade.
4. Pureza.
5. Fidelidade.
6. Circunspeção.

III – Os resultados.
1. Deus será glorificado.
2. Sua verdade será glorificada.
3. Almas serão salvas.

CORRENDO SEM MENSAGEM
II Sam. 18:19-32; Heb. 12:1-2

A revolta de Absalão, sua morte; os dois mensageiros – Aimaás e Cusi.

I – A carreira cristã.
1. Muitos querem ficar neutros. – Mat. 7:22-23.
2. Quando o Senhor chamou a Abraão, deu-lhe uma mensagem. – Gên. 12:1-4.
3. Na sua conversão, Isaias recebeu uma mensagem. – Isa. 6:7-8.
4. Quando Jonas foi chamado, Deus deu-lhe uma mensagem. – Jonas 1:1-3.
5. Os setenta discípulos receberam uma mensagem. – Luc. 10:2,3,9.
6. Paulo diz que todos correm. – Heb. 12:1-2.
a) “Olhando para Jesus”.
7. É preciso cuidado para não sair do trilho.

II – Coisas necessárias à corrida.
1. Fé – dá força. – Mat. 17:20.
2. Justiça. – Col. 1:21-.22.
3. Frutos – as graças. – Col. 1:6.
4. O Espírito Santo. – Luc. 24:46-49.
5. Amor pelo semelhante. – João 4:8-9.
6. Guarda dos mandamentos. – I João 3:24.
Corramos com a mensagem da verdade. – Salmos 60:4.

A APOSTASIA

I – A causa.
1. Ausência de guias espirituais. – Êx. 32:1,8; I Sam. 15:11.
2. Más associações. – I Reis 11:4; Salmo 1.
3. Sucesso mundano. – lI Crôn. 25:2,14.
4. Superficialidade. – Luc. 8:13.
5. Falta de visão espiritual. – Jo. 6:63,64,66; I Tim. 5:15.
6. Amor ao mundo. – II Tim. 4:10.

II – Resultados.
1. Indiferentismo religioso. – Mat. 24:12.
2. Inaptidão para o Reino. – Luc. 9:62.
3. Volta ao rudimentos. – Gál. 4:9.
4. O desagrado divino. – Heb. 10:38; II Ped. 2:20.

DÉBITOS
Rom. 13:7-8

Assunto oportuno. É fácil entrarmos em débitos. Precisamos ser cuidadosos!
I – Por que não devemos tomar empréstimos.
1. O conselho de Paulo é prudente. – Rom. 13:7.
2. O que toma emprestado, torna-se servo. – Prov. 22:7.
3. O exemplo do jovem no tempo de Elias. – II Reis 6:5-6.
4. Devemos fugir da dívida, como fugimos da lepra.

II – Um princípio seguro de negócio.
1. Um orçamento deve ser feito. – Luc. 14 :28-30.
2. Maneira sábia de negociar. – Sal. 112:5.
3. Sábia advertência. – Prov. 13:18.

III – Projetos devem ser bem estudados antes.
1. O exemplo de Moisés. – Êx. 35:4-9.
2. O exemplo de Davi. – I Cor. 29:2,6-9.
3. O exemplo de Joás. – II Reis 12:4-5.
4. Sempre deve haver cuidado e sinceridade.
a) A alimentação das cinco mil pessoas.
b) A usura é condenável. – Êx. 22:25; Deut. 23:19.
A melhor orientação. – Rom. 13:8.

PAGANDO NOSSAS DÍVIDAS
Rom. 1:14

O motivo central da vida de Paulo.
I – Devedores de Cristo.
1. Por um mundo tão belo.
2. Pela vida e suas provisões.
3. Pela salvação na cruz.

II – Devedores aos nossos antecessores.
1. Abraão.
2. Moisés.
3. Isaias.
4. João Batista.
5. Os apóstolos.
6. Os mártires e reformadores.

III – Pagamento de nossos débitos.
1. A Cristo: amor, lealdade, aliança. – II Cor. 5:14; Rom. 12:1; Heb. 12:1; Fil. 3:8.
2. Aos heróis da fé e da verdade. Devemos manter bem alevantada a tocha da verdade. – Sal. 60:4.
3. Aos perdidos em pecados.
a) Devemos orar e trabalhar por eles.
b) Devemos ser luz e sal aos que nos rodeiam.
TRANSFORMANDO APARENTE OFENSA EM BÊNÇÃO
Mar. 7:24-30

I – Situação aflitíssima.
1. A condição da filha.
2. A possível censura dos discípulos.
3. As razões apresentadas por Cristo.

II – Enfrentando a oportunidade.
1. Com humildade: “Lançou-se aos Seus pés”.
2. Com resolução. Prova de fé, de fervor e sinceridade.
3. Com simplicidade – apanhou a Jesus pelas Suas palavras.

III – Transformando aparente ofensa em bênção.
1. A oração respondida.
2. A filha curada.
3. A fé reforçada.

DISCIPULADO
Mat. 11:29

I – O professor divino.
1. Perito.
2. Amoroso.
3. Simples.
4. Paciente.

II – Seu importante conselho: “Aprendei em Mim”.
1. Estudando Seu livro.
2. Procurando Seu conselho.
3. Seguindo Sua regra.
4. Andando como Ele andou.

III – Sua preciosa promessa.
1. Descanso do pecado.
2. Descanso da consciência.
3. Descanso no céu.

FORMALISMO
II Tim. 3:5

I – Piedade tem uma forma exterior.
1. Forma é indispensável.
2. Forma pode ser uma vantagem.
3. Forma deve ser atrativa.
a) A igreja romana e seu ritualismo.

II – Pode existir forma sem poder.
1. Tendo meramente um ritual vazio.
2. Tendo mera aparência de devoção.
3. Tendo meramente uma suposta obediência.

III – O formalismo deve ser evitado.
1. Não com ofensa.
2. Não com indiferença.
3. Mas evitar seus erros.
4. Evitar seu espírito.

A RECOMPENSA DOS SEGUIDORES DE CRISTO
Mat. 19:27

I – Os males que devem renunciar.
1. Abandonar as práticas pecaminosas. – Mat. 5:29-30.
2. Abandonar toda a associação ímpia. – II Cor. 6:14-18; Tia. 4:4.
3. Abandonar as inclinações ímpias. – Efés. 4:22-24.

II – O exemplo que devem seguir.
1. Devem seguir a Cristo como Mestre. Mat. 7:28-29; João 8:31-32.
2. Devem seguir a Jesus como Soberano, obedecendo a Seus preceitos. – Mat. 7:20; 1 Cor. 6:19,20.
3. Devem seguir a Cristo como Modelo, imitando Seu exemplo. João 13:15; I Pedro 2:21.

III – A recompensa antecipada.
1. Seguir a Cristo garantirá a salvação pessoal. – Mat, 19:29.
2. Garantirá ganhos temporais. – Mat. 11:28-30; 6:33; Sal. 84:11; I Tim. 4:8.
3. Segurança das felicidades eternas. – Mat. 19:28; João 14:1-7; I Ped. 1:3-5; João 3:2.
4. Seguindo a Cristo salvaremos outros. – Mat. 4:18-20.

O CONFLITO DE DEUS COM SEU POVO – Isa. 1

A condição moral e espiritual da nação naquele tempo.
I – Deus lamenta-se contra o seu povo.
Esta queixa ou acusação é tríplice:
1. Ingratidão (v. 3 “Meu povo não considera”).
2. Desobediência (vs. 2,3).
3. Rebelião (vs. 2,3 “rebelaram-se contra mim”).

II – O profeta como uma testemunha reforça a acusação de Deus.
Vs. 1:4-9.
1. Mostrando o caminho do pecado – V. 4.
2. Mostrando a punição do pecado. – Vs. 5-9.

III – A súplica de defesa do povo. 1:11-14.
1. Sacrifício árduo. – Vs. 11,12.
2. Muito cerimonialismo. – Vs. 13,14.

IV – A conclusão, ou restringindo a prova.
1. O chamado ao arrependimento e à razão. – Vs. 16-18.
2. O veredito e sentença anunciados. – Vs. 19,20.
3. Como a sentença será executada. – Vs. 21-31.

O REINO DE DEUS E A SUA JUSTIÇA
Luc. 10:38-42; Mat. 6:33

I – A visita de Jesus à casa de Marta. V. 38.
1. Jesus sempre foi social e íntimo.
2. A atenção de Maria. – V. 39.
a) Assentada aos pés de Jesus.
3. A atenção de Marta. – V. 40 p.p.
a) Distraída com os serviços da vida.
4. A admoestação de Marta. – 40 ú.p.
a) Estava muito preocupada com as coisas terrestres e não via com bons olhos a atitude de Maria.
b) Os que andam preocupados com as coisas desta vida, censuram os pios. – Ex. : Davi e sua esposa.
5. A reprovação de Cristo a Marta. – V. 41.
a) Apesar de seu hóspede, reprova-a.
b) Chama-a pelo seu nome. – Marta, Marta!
c) Reprova-a por andar cuidadosa com as coisas terrestres, desprezando as divinas.
6. A aprovação de Cristo ao ato de Maria. – V. 42.
a) Maria não se defendeu; Jesus a justificou.
b) Havia escolhido a melhor parte.

II – A boa parte que Maria escolheu. Mat. 6:33.
1. O reino de Deus, o que é? – Rom. 14:17; I Cor. 4:20.
a) Onde está? – João 18:36; Luc. 17:20,21.
(1) Onde se anuncia Jesus, aí está o reino. – Mat. 3:2; 4:17.
b) Como pode ser buscado?
(1) Pelo ouvir.
(2) Pela fé.
(3) Pela regeneração. – João 3:1-8; Ez. 36:26.
2. A sua justiça – Por que buscá-la?
a) A terra está contaminada. – Miq. 2:10.
b) A humanidade também. – Isa. 64:6.
c) Somente por ela (sangue de Jesus) é que poderemos ter a segurança. – Heb. 12:14; Apoc. 7:13-17.
(1) Jesus no-la dá. – Tito 3:5,6; Isa. 61:10.
3. O que será acrescentado?
a) As provisões diárias. – Sal. 37:3-5 ; Lam. 3:21-23.
b) Sabedoria, riqueza e honra. – II Crôn. 1:11,12.

AS FALTAS DE MARTA
Preocupação. Luc. 10:38-42

I – O século das preocupações.
1. Nos domínios da política mundial.
a) Ninguém sabe o que acontecerá amanhã.
2. Quanto aos estudos e preparativos para a formatura etc.
3. Quanto ao trabalho futuro, casamento etc.
4. Quanto aos problemas do lar, a manutenção e a educação dos filhos, etc.
a) Às vezes a luta pela vida põe de lado a luta pela fé.
b) O cristão apegado ao arado, não via a coroa sobre sua cabeça.
5. Quanto à saúde.

II – O conselho divino. – Salmo 55:22.
1. Para quem é a exortação? – Para os carregados de cargas imagináveis e positivas.
a) O murmurador e o sonho das cruzes.
b) O pastor Bauer, na Bulgária, em 1929, um ano na cadeia de 8 metros de profundidade e a conversão de dois criminosos.

III – Sobre quem devemos lançar nossos cuidados? Sobre o Senhor. Salmo 55:22 .
1. Como? Pela oração. – Sal. 34:6,17; 46:1.
2. O Senhor não quer que vivamos solícitos. Prov. 12:25; I Ped. 5:7.
a) Até o dia de hoje ainda não recebemos um telegrama de que Deus haja morrido.
3. Lançando nossas solicitudes sobre Jesus, teremos descanso e paz. – Mat. 11:28-30.
4. O conselho divino. – Mat. 6:33.
a) Confiemos mais em Deus. Há na Bíblia 365 “não temas”.
Um para cada dia.

O PODER PROTETOR DE DEUS
Deut. 32:11-12.

A águia – onde ela constrói seu ninho, o que faz com seus filhos, passado alguns dias.
Como a águia protege seus filhos, assim Deus protege os Seus.
– Deut. 32:11-12.
I – Deus protege um filho que enfrenta grandes tentações.
1. Ex. de Judas, enfrentando grande tentação:
O Senhor quis protegê-lo, porém ele rejeitou.
2. Deus protege um filho que enfrenta grande tentação. I Cor. 10:13.
3. Deus tem muitas maneiras de operar a favor de Seus filhos.
Ele protege aqueles que olham para Ele por proteção.
a) Isso não quer dizer que devemos nos atirar no abismo e esperar amparo.
b) Isso quer dizer que devemos depor aos pés dEle a nossa carga. – Sal. 55:22.

II – Deus está pronto a suster um filho que enfrenta uma grande derrota íntima e perde a coragem para continuar na vida.
1. As grandes derrotas são as íntimas, internas.
Ex.: Napoleão.
a) Pedro, ao afundar-se, passou por uma grande prova interna.
Seu brado e o auxílio divino. – Mat. 14:28-31.

III – Deus está pronto a auxiliar um filho que enfrenta uma grande decisão na vida.
1. Às vezes somos apanhados de improviso e ficamos diante de uma grande decisão.
a) Os três jovens hebreus.

IV – Deus está pronto a proteger aqueles que enfrentam grandes tristezas.
1. Quantas vezes encontramos pessoas tristes pela perda de um ente querido.
a) O ministério necessita ter palavras desconforto para tais casos.
2. O conforto está na esperança futura, um novo dia, uma nova terra, melhor e mais feliz. – Mat. 11:28.
a) Às vezes Deus permite a dor visitar-nos, chamando algum de nossos queridos, para que sintamos mais saudades da vinda de Jesus.

V – Deus quer proteger um filho que enfrenta a vida, especialmente a juventude.
1. Na juventude surgem muitas escolhas.
a) A mocidade deve entregar seu caminho e futuro nas mãos dAquele que disse: “Filho meu, dá-me teu coração”. Ecl. 12:1.

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – João 11:1-46

I – Por que Lázaro foi trazido da morte para a vida?
1. Não porque seria poupado das lutas do mundo.
2. Não foi por causa de seus amados.
3. Não foi porque a morte seja uma calamidade.
4. O milagre foi operado para a glorificação do nome de Deus.

II – A demora.
1. Não é uma demonstração de que Ele seja indiferente ao sofrimento humano.
2. Seu propósito mais que suas concepções.
a) A fé do povo foi confirmada.
b) Nós mesmos somos enriquecidos na fé, quando temos que esperar.

III – Na casa de lamentação.
1. Jesus não fingiu estar triste.
2. Ele proferiu promessas consoladoras.
3. Lázaro viveu para tornar a morrer.
a) A promessa para nós é, ainda que morramos, viveremos por Cristo.

A ABNEGAÇÃO EXIGIDA DE UM DISCÍPULO
Gên. 12:1-7; Luc. 14:33

I – Abraão é chamado para separar-se. Vs. 1-3.
1. De suas terras – os bens materiais.
2. Do pecado – a idolatria de seu povo.
3. Dos seus parentes – as suas afeições.

II – Para que havia de separar-se?
1. Para ir a uma terra nova.
2. Para fazer um grande trabalho missionário.
3. Para alcançar a verdadeira grandeza, e o favor de Deus.

III – Como Abraão se separou? Vs. 4-6.
1. Prontamente.
2. Com deliberação.
3. Separação incompleta – Ló.

IV – O resultado da obediência. Vs. 7.
1. Uma visão de Deus.
2. Uma bênção de Deus.
3. Uma comunhão com Deus.

A SÃ DOUTRINA
Tito 2:1

I – A Importância da Sã Doutrina.
1. A necessidade da sã doutrina. – II Tim. 3:1-5,13; 4:3-4.
2. O contrário da sã doutrina. – Jer. 10:8; I Tim. 1:4; 9-10.
a) As doutrinas vãs, são chamadas na Bíblia por vários nomes:
(1) “Doutrinas dos fariseus”. – Mat. 16:11-12.
(2) “Doutrinas dos homens”. – Col. 2:22; Efés. 4:14.
(3) “Doutrinas de demônios”. – I Tim. 4:1.
(4) “Doutrinas várias e estranhas”. – Heb. 13:9.
(5) “Doutrina de Balaão”, “dos nicolaítas”. – Apoc. 2:14-15
3. A importância da sã doutrina. – I Tim. 4:6,13,16.

II – Necessidade de Conhecer a Sã Doutrina.
1. São entendimento. – Is. 28:9-10.
2. Espírito desejoso. – João 7:17.
3. Identificar e evitar os falsos mestres. – Rom, 16:17.
a) Os tempos dos apóstolos eram cheios de perigos para a igreja, como o é hoje.

III – Prova da Sã Doutrina.
1. Baseia-se na Bíblia. – II Tim. 3:15-17.
a) A Bíblia é a prova de toda doutrina. Tudo o que com ela não se harmonizar, ajustar, não deve ser recebido.
2. Não torce as Escrituras, – II Ped. 3:16.
3. Magnífica e honra a Cristo. – I João 2:22,23.
4. Aprecia toda a Escritura. – Is. 8:20.

IV – Atitudes Contrárias Para Com a Sã Doutrina.
1. Pode ser combatida. – II Tim. 4:3.
2. Pode ser rejeitada. – II Tess. 2:3-7.
3. Pode ser obedecida. – Rom. 6:17; 2:42.

O NOVO NASCIMENTO – João 3:3

I – A Importância do Novo Nascimento.
1. Foi salientada por Jesus. – João 3:3,5.
2. Todos necessitam dele. – Rom. 3:23.
3. É a única esperança do homem. – Efés. 2:12.

II – Doutrina do Novo e do Antigo Testamentos.
1. A súplica penitente de Davi. – Sal. 51:7-10.
2. Promessa e profecia de Ezequiel. – Eze. 36:26-27.
3. O apelo de Joel. – Joel 2:12-13.
4. A declaração de João sobre o nascimento em Cristo.
– I João 2:29; 3:9.
5. O que Paulo diz sobre a nova criação. – II Cor. 5:17.
6. São Pedro e o novo nascimento. – I Ped. 1:23.

III – Significação do Novo Nascimento.
1. É difícil de explicar. – João 3:7-8.
2. Somente quem o experimenta pode compreender. – Lucas 19:1-9.

IV – Evidências do Novo Nascimento.
1. Submissão da vontade. – Luc. 22:42 ú.p.
2. A mente de Cristo. – Fil. 2:5.
3. O espírito humilde. – Mat. 11:29.
4. Os frutos do Espírito. – Gál. 5:22-23.

O QUE SIGNIFICA SER CRISTÃO
Filip. 1:21

1. Quem é o viver para os homens em geral?
Para alguns é prazer, para o homem comerciante é o negócio, para a mulher casada pode ser a sua casa, para outras pessoas é a fama, outros há que seguem a religião a fim de ganhar o céu.
2. Tudo isto não dá satisfação. – A glória e as riquezas do mundo não enchem o coração. As práticas religiosas não dão segurança e não comunicam uma profunda paz da alma. .
3. “Para mim o viver é Cristo”. Quando O temos como nosso Senhor e Salvador:
a) Resolve o problema dos pecados, havendo-Se oferecido por nossas culpas.
b) Satisfaz as necessidades mais profundas do coração, com Seu amor.
c) Vem a ser objeto digno de nossa vida, que assim se enobrece.
4. “Para mim o morrer é…”
a) Para o mundano é a catástrofe final:
(1) Deixa tudo o que tem.
(2) Não tem esperança em sua morte.
(3) Tem a certeza do juízo.
b) Para o crente, a morte é ganho:
(1) Ganha o céu.
(2) Ganha a glória.
(3) Ganha a eterna satisfação com a presença de seu Salvador. – Sal. 17:15.

EM CAMINHO DE EMAÚS
Luc. 24:13-35

1. A Escuridão da Noite.
a) Seus olhos estavam fechados. – Visão trevosa. V. 16.
b) Sua conversa era triste – Esperança trevosa. – V. 17.
c) Eram tardos para compreender – Intelecto lento. V. 25.
2. Raiar da Manhã.
a) Os anjos diziam que Ele vivia – Raiar da Esperança. V. 23.
b) Ele lhes interpretou as escrituras – Raiar da Fé. V. 27.
c) “Fica conosco” – Raiar do Interesse. V. 29.
3. A Glória do Meio Dia.
a) Seus olhos foram abertos – Visão renovada. V. 31.
b) As escrituras lhes foram abertas – Rica experiência. Vs. 32-45.
c) “E O conheceram” – O Senhor ressuscitado. V. 31.

O CRISTIANISMO E O CRISTÃO
Gál. 2:20

I – Deus e o Homem.
1. O que é o homem? – Sal. 144:3,4; Jó 7:17,18.
2. O amor de Deus ao homem. – João 3:16.
3. A redenção do homem por Cristo. – Col. 1:13, 14, 21; Rom. 5:6.
4. O homem é feito o templo do Senhor. – Efés. 2:19-22.

II – O Único e Verdadeiro Deus.
1. Só há um Deus. – Isa. 45:5,22.
2. A criação, marca do verdadeiro Deus. Jer. 10:10-12; Isa. 40:25-26.
3. A supremacia de Deus. – Efés. 4:6.
4. A oração do justo. – Sal. 16:1,8.

III – A Significação de Cristianismo.
1. A religião verdadeira. – Tia, 1:27.
2. Cristo e o cristianismo. – Mat. 25:34-40; 10:42.
3. Cristo em nós. – Col. 1:27; Gál. 2:20.
a) A religião cristã é algo para ser, algo a fazer, algo também que afete toda transação, todo negócio e relação social, cada aspecto da vida diária.

COMO O PECADOR SE TORNA SANTO
II Cor. 5:21

I – O pecador perdido em pecados
1. O pecado separa de Deus. – Isa. 59:1-2 ; Heb. 1:13.
2. O homem nascido em pecado. – Sal. 51:5; Rom. 5:12.
3. Descrição do pecador. – Isa. 59:3-8; Rom. 1:18,28-32.
4. O salário do pecado. – Rom. 3:23.

II – O pecador necessita de um Salvador.
1. O clamor do coração convencido de pecado. – Rom. 7:24; Sal. 51:51:1,2,10.
2. Jesus é o Salvador do homem. – Rom. 7:25; 8:3; Atos 4:12; João 1:29; 14:6.
3. O evangelho de Cristo. – Rom, 1:16-17; II Tim. 1:10.
4. Salvo pela graça de Deus por meio da fé. – Efés. 2.8-9; Atos 16:31.

III – Justiça imputada.
1. O primeiro dever do homem. – S. Mat. 6:33.
2. Condições de entrada no reino de Deus. – Rom. 14:17-18; Atos 2:38,39.
3. A única esperança do homem. – Col, 1:27-28; Rom. 5:17; Jer. 17:17.
4. Resultado da justiça imputada. – Rom. 3:24-26.

IV – Justiça comunicada.
1. A Santificação é justiça comunicada. – I Tess. 4:3, ú.p; Rom. 5:9-11; S. Judas 24; Heb. 11:6; João 17:17.

PASSOS A CRISTO
II Cor. 6:17-18

I – Apelo para nos tornarmos cristãos.
1. A ocupação da igreja cristã. – Mat. 28:19-20; Mar. 16:15.
2. Separação do mundo. – II Cor. 6:17-18.
3. Filhos de Deus. – Rom. 8:14-17.

II – Apelo à submissão.
1. O chamado do Mestre. – Mat. 4:18-22; 9:9.
2. Significação da entrega. – Luc. 14:33.
3. Cristo é o caminho. – João 14:6.

III – Passos a Cristo.
1. Novo nascimento. – João 3:3.
2. Conversão. – Atos 3:19.
3. Arrependimento. – Atos 2:37-38.
4. Confissão. – Prov. 28:13; I João 1:9.
5. Justificação. – Rom. 4:22 a 5:1.
6. Adoção. – Rom. 8:14-15; Gál. 4:4-6.
7. Santificação. – I Tess. 3:13; 4:3.

A MENTE E O CORAÇÃO DO CRISTÃO – Prov. 23:26

I – O Coração Humano.
1. A condição natural. – Jer. 17:9; Mat. 15:19.
2. O convite de graça de Deus. – Prov. 23:26; Apoc. 3:20.
3. O clamor do pecador. – Sal. 51:10,11.
4. A resposta de Deus. – Ez. 36:26; 11:19.

II – A Mente do Cristão.
1. A necessidade de mudança de mente. – Rom. 8:5-8; Col. 1:21.
2. O apelo de S. Paulo. – I Cor. 2:16.
3. Relação da mente com o caráter. – Rom. 12:12; I Cor. 15:53.
4. Guardando as avenidas da alma. – Filip. 4:7-9; Sal. 101:3-4.

III – Cristo Habita no Coração do Cristão.
1. A significação. – Efés. 3:17; Gál. 2:20.
2. Resultados de ter a Cristo supremo no pensamento. – Efés. 4:20-24; Col. 2:6,7,10.
3. Revelando a Cristo. – I Ped. 1:15,16.
4. Como nos tornamos semelhantes a Cristo. II Cor. 3:18; Heb. 12:2.

O CORPO DO CRISTÃO
I Cor. 6:19-20

I – “Não Sois de Vós Mesmos”.
1. Nosso corpo é o tempo do Espírito Santo. – I Cor. 6:19,20.
2. Confronto entre a carne e o espírito. – Rom. 8:5-9; I Cor. 2:14.
3. Resultado de prejudicar o corpo. – I Cor. 3:17.

II – “Apresentai Vosso Corro . . .”
1. “Em sacrifício vivo”. – Rom, 12:1.
2. O grande objetivo. – I Tess. 5 :23.
3. O templo do corpo. – Isa. 57:15.

III – Conservados em Boas Condições.
1. O desejo de Deus para com Seu povo. – III João 2; Sal. 103:1-5.
2. Temperantes em todas as coisas. – I Cor. 9:25-29 Gál. 5:22,23.

IV – Viver Para Deus e Seu Reino.
1. O propósito de Deus para Seu povo. – II Cor. 3:2-4; Isa. 43:10.
2. A atitude do verdadeiro cristão. – I Cor. 10:31; Col. 3:17.
3. Exemplo louvável. – Dan. 1:8.
4. A essência do reino de Deus. – Rom. 14:17; Mat. 15:15-20.

OS PASSOS DO CRISTÃO
I Tim. 6:6-8

I – O Plano de Deus Para Salvar o Homem.
1. A apresentação do piano. – Mat. 28:19-20.
2. Pela pregação. – Rom. 10:13-15.
3. O povo de Deus provê os meios. – Êx. 35:4-10.

II – O Direito de Posse de Deus.
1. Pela criação. – Gên. 1:1; Sal. 33:6,9.
2. Pela redenção. – I Ped. 1:18-19.
3 . Tudo pertence a Deus. – Sal. 24:1; 50:10-12.
4. Deus dá força para ter saúde. – Deut. 8:18.

III – O Plano de Deus para o Sustento de Sua Obra.
1. Sustento do Evangelho. – I Cor. 9:7,13,14.
2. O Dízimo. – Lev. 27:30; Núm. 18:21.
3. Dizimistas. – Heb. 7:1-2; Gên. 28:20-22.
4. Jesus a favor de dar o dízimo. – Mat. 23:23.
5. São concedidas bênçãos celestiais. – Mal. 3:10-11.
6. A mordomia fiel. – I Cor. 4:2; Luc. 16:1-3.

O TEMPO DO CRISTÃO
Êxo. 20:10

I – Distribuição de Nosso Tempo.
1. Tempo para tudo. – Ecl. 3:1-8.
2. Tempo para trabalho. – Êxo. 20:9; Ecl. 9:10.
3. Tempo para descansar. – Mar. 6:31.
4. Tempo para dormir. – Ecl. 5:12; Prov. 6:9-11.
5. Tempo para orar. – Mat. 14:23.

II – O Sábado é Tempo de Deus.
1. A instituição. – Gên. 2:1,2.
2. A santificação. – Gên. 2:3.
3. A relação do homem. – Êx. 20:10; Isa. 58:13-14.

III – O Memorial de Deus.
1. O memorial perpétuo. – Sal. 135:13.
2. Sinal de santificação. – Ez. 20:12.
3. Cristo é Senhor do Sábado. – Mat. 12:18-20.

IV – A Prova e Bênçãos da Obediência.
1. A mensagem do terceiro anjo. – Apoc. 14:9-12.
2. A questão da obediência. – Atos 5:29.
3. As bênçãos da obediência. – Isa. 58:13-14.
O CRENTE LIBERTO DA VERGONHA

I – “Todo aquele que nEle crê, não será confundido” (envergonhado). Rom. 10:11 .
1. Cristo como fundamento. – Rom. 9:33.
2. Bom fundamento. – Luc. 6:46-49.
3. São Inúteis nossos esforços. – Efés. 2:8-9.
4. Cristo, único fundamento de confiança. – I Cor. 3:11.
5. Sem Ele nada podemos ser, nem santos nem pecadores.
– João 15:6.

II – “A esperança não confunde”. Rom. 5:5.
1. Os homens firmam sua esperança nas corridas, na loteria e nos negócios, e quantas vezes são desenganados!
2. Nossa esperança em Cristo é “firme e segura”. – Heb. 6:18-20.

III – “Não me envergonho do Evangelho”. Rom. 1:16.
1. Cristo pode salvar perfeitamente. – Heb. 7:25. Há muitos testemunhos para prová-lo.
2. O apóstolo Paulo: “Não me envergonho porque eu sei”. – II Tim. 1:12.
3. A confiança em Cristo e o testemunho do Evangelho, nunca nos envergonharão.

COISAS FIRMES

1. Uma Firme Revelação da Palavra de Deus. A “mui firme palavra dos profetas”. – II Ped. 1:19.
2. A Firme Promessa da Fé. “Portanto é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade”. – Rom. 4:16.
3. Uma Firme Vocação e Eleição por acrescentar à fé o que o Senhor prescreve. “Procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição”. – II Ped. 1:10.
4. Uma Firme Confiança. Reter “firmemente o princípio da nossa confiança até o fim”. – Heb. 3:14.
5. Uma Firme Âncora de Esperança. “A esperança proposta a qual temos como âncora firme e segura”. – Heb. 6:10.
6. Uma Firme Confiança. Conservemos “firme a confiança e a glória da esperança até ao fim”. – Heb. 3:6.
7. Uma Firme Esperança. “A nossa esperança acerca de vós é firme”. – II Cor. 1:7.

NÃO EU, MAS CRISTO
Gál. 2:20

Eu disse: “Não tenho paz”.
Deus disse: “A minha paz vos dou”.
Eu disse : “Não tenho gozo”.
Deus disse: “Meu gozo… em vós”.
Eu disse: “Não tenho redenção”.
Deus disse: “Jesus Cristo foi feito para vós redenção”.
Eu disse: “Não tenho fé”.
Deus disse: “Vivei na fé do Filho de Deus”.
Eu disse: “Não tenho justificação”.
Deus disse: “Jesus Cristo foi feito para vós justificação”.
Eu disse: “Não tenho poder”.
Deus disse: “O Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”.
Eu disse: “Não tenho santificação”.
Deus disse: “Jesus Cristo foi feito para vós santificação”.
Eu disse: “Não tenho capacidade”.
Deus disse: “A vossa capacidade vem de Deus”.
Eu disse: “Não tenho graça suficiente para as minhas necessidades”.
Deus disse: “A minha graça te basta”.
Eu disse: “Não tenho forças para vencer”.
Deus disse: “A batalha não é vossa, senão de Deus”.
Eu disse: “Não tenho sabedoria”.
Deus disse: “Jesus Cristo foi feito por vós sabedoria”.
Eu disse: “Não tenho agudeza de mente”.
Deus disse: “Vós tendes a mente de Cristo”.
Eu disse: “Não tenho poder para executar às coisas”.
Deus disse: “Deus é o que opera em vós… o efetuar”.
Eu disse: “Não tenho poder para ministrar”.
Deus disse: “Ministrai segundo o poder que Deus dá”.
Eu disse: “Não tenho capacidade para orar”.
Deus disse: “O mesmo Espírito intercede por vós”.
Eu disse: “Não tenho vida em mim mesmo”.
Deus disse: “Cristo é a vossa vida”.
Referências na respectiva ordem: João 14:27; João 15:11; I Cor. 1:30; Gál. 2:20; I Cor. 1:30; II Cor. 12:19; I Cor. 1:30; II Cor. 3:5; II Cor. 12:9; II Crôn. 20:15; I Cor. 1:30; I Cor. 2:16; Fil. 2:13; I Ped. 4:11; Rom. 8:26; Col. 3:4.

O CRENTE E O INCRÉDULO

1. O incrédulo – morto em pecado. – Ef. 2:1; Col. 2:13.
O crente – morto para o pecado. – Rom. 6:11; 1 Ped. 2 :24.
O crente – vivo em Cristo. – Efés. 2:5; João 5:24. .
2. O incrédulo – nas trevas. – I Ped. 2:9; II Cor. 4:4.
O crente – na luz. – I Ped. 2:9; II Cor. 4:6.
3. O incrédulo – longe de Deus. – Efés. 2:12; Isa. 59:2.
O crente – perto de Deus. – Efés. 2:13; Heb, 10:19.
4. O incrédulo – sob a ira de Deus. – João 3:36; Rom. 1:18.
O crente – sob o favor de Deus. – Rom. 5:2; Efés 1:2.
5. O incrédulo – filho do Diabo. – João 8:44; Mat. 13:38.
O crente – filho de Deus. – João 1:12; Gál. 3:26.
6. O incrédulo – condenado. – João 3:18.
O crente – justificado. – Atos 13 :39.
7. O incrédulo – perdido. – João 3:18; II Cor. 4:3-4.
O crente – salvo. – Efés. 2:8-9; II Tim. 1:9.
8. O incrédulo – certo do Inferno. – Apoc. 21:8; Mat. 13:49.
O crente – tem certeza do Céu. – I Ped, 1:4; II Tim. 4:18.
9. O incrédulo – espera pela morte e pelo juízo. – Heb. 9:27; Luc. 16:22.
O crente espera por Cristo e pela glória. – Fil. 3:20; Heb. 9:28.

O QUE É CRISTIANISMO?

No lar é AMABILIDADE
Nos negócios é HONRADEZ
Na sociedade é CORTESIA
No jogo é EQÜIDADE
Para o afortunado é MODERAÇÃO
Para o desvalido é COMPAIXÃO
Para o fraco é AUXÍLIO
Contra o mal é firme MURALHA
Para o forte é CONFIANÇA
Para o arrependido é PERDÃO
E para Deus é JUSTIÇA e AMOR

A MENTE DE CRISTO
Filip. 2:5

1. Uma mente pura. – Luc. 22:61; 1 Ped. 2 :22.
2. Uma mente humilde. – Mat. 11:29; João 13:4-5.
3. Uma mente forte. – Heb. 12:3; Mat. 4:10.
4. Uma mente frutífera. – Mat. 4:7; João 8:29; I Ped. 2:23.
5. Uma mente altruísta. – Rom. 15:8; João 11:35; I Ped. 2:23.
6. Uma mente poderosa. – Luc. 6:12; João 17.
7. Uma mente amorosa. – Luc. 23:34; Efés. 5:2.

IDENTIFICADOS COM CRISTO
1. Na qualidade de filhos. – Gál. 4:4,5.
2. Na qualidade de herdeiros. – Rom. 8:17.
3. Na santificação. – João 17:19.
4. Na crucificação. – Gal. 2:20.
5. Na perseguição. – João 10:20.
6. Na ressurreição. – Col. 3:1.
7. Na glorificação. – João 17:22.

PERSPECTIVA E PRIVILÉGIO DO CRENTE
I João 3:2

1. Um grande fato – “Agora somos filhos de Deus”.
2. Um grande mistério – “E ainda não é manifestado o que havemos de ser”.
3. Uma grande certeza – “Nós sabemos que quando Ele se manifestar. . . ”
4. Uma grande garantia “Seremos semelhantes a Ele.”
5. Uma gloriosa visão – “Assim como Ele é, O veremos”.

SE VOCÊ LEVA A DEUS

Se você leva a Deus, em nenhuma parte você se sentirá estrangeiro, porque Ele estará nas coisas mais doces de todas as paisagens, no limite indeciso de todos horizontes.
Se você leva a Deus, em nenhuma parte você estará triste, porque, apesar da tragédia diária, Ele enche de júbilo o Universo.
Se você leva a Deus, você não terá medo de nada nem de ninguém, porque você nada pode perder. Todas as forças do Universo seriam impotentes para tirar sua herança.
Se você leva a Deus, já tem ocupação para todos os momentos, porque não haverá ação que você não execute em Seu nome, nem a mais humilde nem a mais elevada.
Se você leva a Deus, você não mais quererá investigar os enigmas, porque leva a Ele, que é a chave e a solução de todos.
Se você leva a Deus, não mais estabelecerá com angústia uma diferença entre a vida e a morte, porque nEle você está e Ele permanece incólume através de todas as mutações.

O ANDAR DO CRENTE
Efés. 4:1

1. Como filho com o Pai. – Rom. 8:15.
2. Como servo com o Senhor. – Col. 3:24.
3. Como discípulo com o Mestre. – Luc. 10:39.
4. Como peregrino na Terra. – Heb. 11:13.
5. Como adorador na Igreja. – João 4:24.
6. Como testemunha do mundo. – Atos 1:8.
7. Como cooperador na obra do Senhor. – II Cor. 6:1.

A VERDADEIRA GRANDEZA
Mar. 9:33-39; 10:13-16,42-45

O que o homem em geral entende por grandeza: fama, fortuna, intelectualidade, etc.
A Verdadeira grandeza, porém, é no terreno moral e espiritual.
1. A falsa grandeza procurada pelos homens.
a) Querendo ser maior que os outros. – Mar. 9:33,34.
b) Querendo proibir a atividade dos que não nos acompanham. – Vs. 38-40.
c) Querendo ocupar os primeiros lugares. – 10:35,37.
Isto produz inveja e indignação. – V. 41.
d) Querendo ser autoridade sobre os outros. – V. 42.
2. A base da verdadeira grandeza apresentada por Jesus.
a) Colocando-Se em último lugar. – 9 :35. – (Humildade).
b) Tomando o lugar de servo e prestando serviço em favor dos outros. – 10:43,44.
O serviço prestado aos outros, Deus o toma como sendo feito a Ele; daí sua grandeza. – 9:36-37.
O serviço que prestamos não será esquecido pelas gerações futuras.
c) Até o menor serviço prestado aos outros é recompensado por Deus. – 9:41.
d) Jesus é o melhor exemplo da verdadeira grandeza, pelo serviço. Devermos segui-lo. – 10:45.

A REGRA DOS TRÊS

Três coisas a governar – temperamento, língua e conduta.
Três coisas a amar – coragem, mansidão e afeição.
Três coisas a odiar – crueldade, arrogância e ingratidão.
Três coisas a apreciar – franqueza, liberdade e beleza.
Três coisas a desejar – saúde, amigos e otimismo.
Três coisas a evitar – ociosidade, loquacidade e chocarrices.
Três coisas pelas quais lutar – honra, país e lar.
Três coisas a admirar – inteligência, bondade e graça.
Três coisas em que pensar – vida, morte e eternidade.

PACIFICADORES
Mat. 5:9

Linda e oportuna bem-aventurança. A Igreja, o lar, a sociedade necessitam de pacificadores.
Que é pacificador, quem é o pacificador e quais as suas características?

I – O Pacificador.
1. O verbo pacificar, é um verbo de ação; é ativo e exprime qualidade, caráter de atividade, nunca de neutralidade. É ativo, atuante e operante.
2. Não entrega o problema de pacificação na mão de Deus, mas o resolve sob a orientação de Deus.
a) Jesus disse: “Bem-aventurado aquele que ora, para que Deus resolva o problema da paz”? Não!
b) Não disse: “Bem-aventurado aquele que cruza os braços”.
Não! mas os que agem.
(1) O caso do plantador de batatas.

II – As características.
1. Não escuta comentários desairosos ou indecorosos em que fica mal alguém. E por quê? Porque é pacificador.
a) Será chamado filho de Deus.
2. Não se envolve em intrigas, mexericos, porque tem um nome bonito, limpo, decente, honrado.
3. Não é maldizente. A maledicência é um pecado condenado pela Palavra de Deus; consiste em falar mal da vida alheia.
a) Há os que falam com razão da vida alheia e os que falam sem razão. – João 6:43; Filip. 2:14; Tia. 5:9.
4. Os pacificadores não criam situações de animosidade, pois tal atitude é fruto de temperamentos rudes, mal orientados e mal educados; é fruto de sistemas temperamentais desajustados.
5. Os pacificadores não fazem crítica destrutiva, porque são altruístas, construtores. Lamentamos os fracassos, os erros, porém não os criticam. Alegram com os que se alegram e choram com os que choram, porém sempre com atitude de solidariedade cristã.
“BEM-AVENTURADOS OS PACIFICADORES”.

OBEDIÊNCIA
Isa. 1:19

I – A Obediência Definida e Exemplificada.
1. Serviço de amor. – João 15:10; Gên. 12:1,4.
2. Um exemplo na vida de Cristo. – Filip. 2:8.
3. Falta de obediência é um dos sinais dos últimos dias. II Tim. 3:1-5.

II – Motivos que Levam à Desobediência.
1. O desejo de popularidade. – I Sam. 15:23-24; João 12:42-43.
2. A demora em punir o mal. – Ecl. 8:11.

III – Exemplos que Mostram o Elevado Conceito em que Deus tem a Obediência.
1. Moisés. – Núm. 20:7-12.
2. Uzá. – I Crôn. 13:9,10.
3. Saul. – I Sam. 15:22-26.

IV – Vários aspectos da Obediência.
1. É mais importante do que o sacrifício. – Sal. 40:6; I Sam. 15:22,23.
2. ‘Vem para os que ouvem a voz de Deus. – Sal. 40:6; Isa. 30:21.
3. Há deleite em fazer a vontade de Deus. – Sal. 40:8 pp.
4. Põe a lei de Deus no coração. – Sal. 40:8 ú.p. Heb. 8:10.
5. Aprende-se pelo sofrimento. – Heb. 5:7-8. 6. É recompensada. – Isa, 1:19; Apoc. 20:14.

UM GRITO DE SOCORRO
Sal. 40:1-3

1. PACIÊNCIA.
“Esperei com paciência no Senhor”.
2. ORAÇÃO.
“E Se inclinou para mim e ouviu o meu clamor”.
3. REDENÇÃO.
“Livrou-me dum lago horrível, dum charco de lodo”.
4. FIRMEZA.
“Pôs meus pés sobre a rocha”.
5. ESTABILIDADE.
“Firmou meus passos”.
6. LOUVOR.
“Pôs um novo cântico na minha boca: um hino de glória ao nosso Deus”.
7. PUBLICIDADE.
“Muitos O verão”.

SAUDAÇÕES
II Cor. 13:11

1. Aperfeiçoem-se.
a) Na fé.
b) Na visão.
c) Na mordomia.
d) No amor.
2. Consolem-se.
a) Por meio da fé. – Rom. 1:12.
b) No testemunho e na pregação. – I Cor. 14:31.
c) Na tribulação. – II Cor. 1:4.
d) Na compreensão plena do mistério de Deus, Cristo. – Col. 2:2.
e) Uns aos outros. – I Tes. 4:18.
3. Tenham todos o mesmo modo de pensar.
A desvantagem da dispersão de ideais em relação ao trabalho do Reino de Deus.
a) No alcance do Reino.
b) Nos ideais em relação a esse Reino.
c) Nas concepções doutrinárias e éticas, tendo em vista o progresso do Reino.
d) Nos empreendimentos.
4. Vivam em paz.
a) Porque é bom e suave. – Sal, 133:1.
b) Com Deus, por meio da justificação pela fé. – Rom. 5:1.
e) Com todos os homens. – Rom, 12:18.
d) Cristo é nossa paz. – Efés. 2:14.
e) Somos chamados à paz. – I Cor. 7:15.
Conclusão – Se nos aperfeiçoarmos, se nos consolarmos, se formos do mesmo parecer e se vivermos em paz, o Deus de amor e de paz estará conosco!

CALÚNIA – DIFAMAÇÃO

I – O que Significam Estas palavras:
a) Espalhar acusações inventadas a respeito do próximo.
b) Tornar público os pecados de outrem.
c) Deixar de refutar calúnias.
Conclusão – É, pois, transgressão contra o 8.° Mandamento prejudicar a boa fama do meu próximo pela divulgação de novas ofensivas, quer sejam inventadas ou verdadeiras.
Nota – Só podemos publicar os pecados de alguém:
1. Se o caso já entrou no segundo grau da disciplina cristã;
2. Se a pessoa à qual estou contado ou revelando os pecados de outrem teia comigo a mestria responsabilidade paira com o pecador.

II – Como Combater Este Pecado:
a) Mandar a pessoa que difama falar com o que pecou.
b) Se é um caso grave, então levar o caluniador ante a pessoa que foi caluniada. Se todos agissem assim, haveria muito pouca difamação dentre as comunidades.
c) Se disserem que muitos estão falando mal de mim:
1. Pedir àquele que trouxe a notícia, que fale a meu favor na minha ausência.
2. Se a má fama a respeito da minha pessoa originou-se fora da comunidade e é prejudicial ao meu trabalho, resta somente processar tal pessoa.
Conclusão – Pregue-se a respeito deste assunto: Cuidemo-nos de nós mesmos e procuremos perdão para este pecado pela graça divina.

DEUS ESTÁ PREPARANDO HOMENS PARA O SEU REINO
II S. Ped. 3:11

I – Um Melhor Mundo por Vir.
1. Aqui somos estrangeiros e peregrinos. Mat. 6:33; I João 2:15-17.
2. Buscamos uma pátria melhor. – Heb. 11:10,13,14,16.
3. Um vislumbre daquela terra melhor. – Isa. 65:17-19, 21-23; Apoc. 21:1-4.
4. A espécie de povo que Deus deseja em Seu Reino. – S. Mat. 5:3,5; Sal. 24:3-5; 1S. Ped, 1:16.

II – Como Deus Vê a Humanidade.
1. Apenas duas classes. – Mat. 25:31-33; Sal. 11:4-7.
2. Confronto entre as duas classes.
a) Os santos. – Sal. 15:2; 34:13,14; Gál. 5:22,23.
b) Os pecadores. – Sal. 14:1; Gál. 5:20,21; Rom. 1:30-31.
3. O apelo de Deus a Seu povo. – Deut. 30:15,19.

III – A Necessidade de Exame Próprio.
1. Examinemo-nos a nós mesmos. – II Cor. 13:5; Lam. 3:40.
2. Devemos ver-nos como Deus nos vê. – Sal, 14:2,3; Isa. 63:6.
3. Buscar o auxílio de Deus. – Isa. 45:22; 17:7; Lam. 5:21.
4. Preparo para o reino de Deus. – II S. Ped. 3:11-14.

“LEVANTA-TE”

1. De Onde Levantar-se.
a) De entre os mortos. – Efés. 5:14.
b) Do sono. – Rom. 13:11.
c) Dos lugares ameaçados de castigo. – Gên. 19:14.
d) De uma condição sem proveito. – Mar. 2:9.
2. Para que Levantar-se.
a) Para resplandecer. – Isa. 60:1.
b) Para que Cristo nos ilumine. – Efés. 5:14.
c) Para que os homens vejam em nós a manifestação do poder de Deus. – Mar. 2:10,11.
d) Para servir aos nossos semelhantes. – João 13:3.
e) Para velarmos e sermos sóbrios. – I Tes. 5:6.
f) Para sermos protegidos e livres de Satanás. – I Ped. 6:8.
3. Quando levantar-se.
a) Logo. – Atos 22:16.
b ) Prestes. – Luc. 14:21.
c) Decididamente. – Luc. 15:18.
d) Em tempo aceitável. – II Cor. 6:2.
e) Na mocidade. – Ecl. 12:1.

ABNEGAÇÃO E SACRIFÍCIO
S. Mat. 16:24

I – Exemplo Divino de Sacrifício.
1. O amor de Deus ao mundo. – João 3:16.
2. O supremo sacrifício de Jesus. – João 10 :15,17,18,30.
3. Como Jesus enfrentou a tentação. – Luc. 4:1-4.
4. A evidência do verdadeiro discipulado. – Mat. 16:24; Luc. 9:23.

II – Exemplos de Abnegação.
1. A abnegação de João Batista. – Mar. 1:7; João 3:30.
2. A completa consagração de Paulo. – Filip. 3:7,8.
3. O exemplo de Epafrodito. – Filip. 2:25,30.
4. Jesus responde à queixa de Pedro. – Mat. 19:27-29.

III – Admoestação aos Crentes.
1. Todo cristão é chamado à consagração. – I Ped. 2:21-24.
2. A luta contra o pecado. – Col. 3:5,8; I Ped. 2:11.
3. O exemplo de Paulo na disciplina própria. – I Cor. 9:27.

IV – O Alvo Celestial.
1. Admoestações aos crentes. – Tito 2:11-13.
2. Ganho terreno contra perda eterna. – Mar. 8:34-37.
3. Promessa aos que sofrem com Cristo. – II Tim. 2:11,12.

DILIGÊNCIA E OPEROSIDADE – Ecl. 9:10

I – Benefícios do Trabalho Honesto.
1. O decreto de Deus sobre Adão. – Gên. 3:19.
2. Bênçãos sobre o trabalhador fiel. – Sal. 128:1 e 2.
3. Sorte do homem operoso. – Ecl. 5:12.
4. Resultado da diligência. – Prov. 10:4.

II – Exemplos e Ensinos de Cristo.
1. A ocupação de Jesus. – Mat. 13:55; Mar. 6:3
2. Equilíbrio entre o trabalho e o descanso. – Mar. 6:31.
3. Convite ao cansado e oprimido. – Mat. 11:28.
4. Lutar por valores que não perecem. – João 6:27.

III. – A Norma e o Conselho de Paulo.
1. Método de Paulo para o sustento próprio. – I Cor. 4:11 e 12.
2. Conselho de Paulo aos crentes tessalonicenses. – II Tess. 3:10,11.
3. Motivo do trabalho. – Col. 3:22,23.
4. Trabalhar paira ser aprovado por Deus. – II Tim. 2:15.

IV – Recomendação à Diligência.
1. A característica dos líderes de êxito. – Prov. 22:29.
2. A tarefa de cada dia deve ser feita completamente. – Ecl. 9:10; 12:14.

JUSTIÇA E EQÜIDADE
Miq. 6:8

I – A Norma de Eqüidade de Israel.
1. A herança de Israel baseava-se na justiça. – Deut. 16:20.
2. Instruções sobre eqüidade e justiça. – Lev. 19:13,15,18.

II – Deus aborrece a Fraude.
1. Os que fizeram com que Israel se desviasse. – Núm. 11:4.
2. Lição das falhas de Israel. – Êx. 23:2 pp.; Sal. 1:1.
3. O pecado de Acã e seu castigo. – Josué 7:20-25.
4. Castigo de Ananias e Safira. – Atos 5:1-10.

III – O Desagrado de Deus Quanto à Iniqüidade.
1. Como o Senhor vê a desonestidade. – Prov. 11:1; 20:10.
2. O clamor de Jeremias contra a injustiça. – Jer. 22:13.
3. A fraude é um dos sinais dos últimos dias. – Tia. 5:1-6.

IV – Princípios que Devem Orientar Nossa Vida.
1. Descrição de um homem justo. – Ez. 18:5, 7-9.
2. Princípio diretriz para o trato correto. – Prov. 3:27.
3. O pronunciamento de Jesus. – Mat. 5:39.-41.
4. Ensinos de Paulo sobre a eqüidade. – Rom. 12:17; 13:7,8.
5. Partilha mútua entre os irmãos. – II Cor. 8:13-15.
6. A morria divina de integridade. – Miq. 6:8.

ENFRENTANDO QUEIXOSOS

I – Os que Se Queixam de Deus.
1. Os que têm sentimento de que Deus é injusto e cruel. – Jó 40:2; Rom. 9:20.
2. Quem me mostrar a razão de qu.e os caminhos de Deus lhe parece injustos. A confusão está no limitado entendimento humano. – Rom. 11:33.
3. Nos casos Fui que se Queixam de infelicidade ou tristeza. – Heb. 12:5,7,10,11; Isa. 55:8,9.
4. Deus é injusto em criar os homens e depois condená-los. – Ez. 33:11; I Tim. 2:3-4; II Ped. 3:9.
a) A única causa da condenação do homem, está na sua persistente recusa de ir a Cristo Jesus. – João 5:40; Mat. 13:37; João 3:33,36.

II – Os que se Queixam da Bíblia.
1. Muitos dizem: “A Bíblia é absurda. É tolice”.
a) A resposta: I Cor. 1:18; 2:14; II Cor. 4:3-4; Dan. 12:10; Rom. 11:33-34. (II Tes. 2:10-12).
2. Os que dizem: “A Bíblia está cheia de contradições”.
a) A melhor defesa é pôr uma Bíblia nas mãos do queixoso-crítico, e solicitar que mostre uma das contradições. – João 7:17; Sal. 25:14; Mat. 11:25.

A BANDEIRA DA BATALHA
Isa. 59:19-21

I – Alguns Inimigos do Reino de Deus.
1. Mundanismo.
2. Materialismo.
3. Modas e prazeres.
4. Pecados políticos.

II – O Caráter da Oposição ao Reino de Deus.
1. Indiferença e falta de auxílio à causa de Deus.
2. Ativa, veemente oposição contra aquilo que o Rei deseja.

III – Como Enfrentar a Oposição.
1. O Redentor virá. Glória. Poder. Força.
2. O Espírito Santo operará.
a) Assim foi durante a história da igreja através dos séculos.
b) Quando o inimigo vem como um dilúvio (mundanismo, oposição), o Espírito Santo levantará uma bandeira a favor do povo de Deus.
3. O Espírito Santo levantará uma bandeira contra o mal, erguendo homens que fervorosa e fielmente pregarão o Evangelho.
4. O Espírito Santo levantará uma bandeira contra o mal, inflamando as almas sinceras e consagradas a favor de um mundo perdido.

BIBLIOGRAFIA

God’s Book – C. B. Haynes
S. D. A. Bible Commentary
Mathew Henry’s Commentary
The Ministry – Magazine
The Expositor – Magazine
Preparo Ministerial – E.J. Roth
Sermões – Schubert
Sermons Outlines – T.W. Engstrom
Como Levar Almas a Cristo
Revival Sermons – Richards
Practical Religion – Ryle
Ayuda para Predicadores – M. E. Martin
Systematic Theology – A. H. Strong
A Chave da Felicidade – M. J. Fayard
Sermons Outlines – A. H. Appelman
Education – E. G. White
Pulpit Germs – W.W. Wythe
Mensagens aos Jovens – E.G. White
500 Esboços Para Sermões – D. P. Silva
Sermons Outlines – Simeon
Bible Readings – Review and Herald
Heart to Heart Talks – Wilcox
O Mundo do Futuro – D. H. Dupuy
Managing Yourself – Clement
Apostilas de D. P. Silva
Revistas, Trimensários e Jornais.


CONTINUA LENDO NO INICIO PARTE N°1

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *