REDENÇÃO
Gál. 3:13,14

I – O que a lei revela e faz.
1. A lei revela e exige a justiça. – Sal. 119:172. Todos os teus mandamentos são justiça. – Rom. 8:4. A justiça que exige a lei. – Rom. 3:31. A justiça que exige a lei é justiça divina. A lei exige a justiça, porém não pode reparti-la.
2. A lei maldiz o pecado. – Gál. 3:10. Maldito todo aquele que não persevera. – Gál. 3:22. Tudo encerrado debaixo do pecado. – Rom. 3:19. Todo o mundo culpado e maldito.

II – O que a lei não pode fazer é o que Jesus faz.
1. A lei não pode salvar a ninguém. – Rom. 8:3. O que era impossível à lei.
2. Cristo redimiu-nos. – Gál. 3:13.
a) Porque Cristo nos redimiu:
Rom. 5:6; Sal. 49:7,8. Porque é impossível redimir-nos a nós mesmos. Não se compra a salvação com dinheiro e obras boas. – Rom. 3:20.
3. O propósito de Cristo em redimir-nos:
a) Rom. 8:1-4. Para que a justiça da lei fosse cumprida em nós.
b) Para que sobre as nações viesse a bênção de Abraão. Gál. 3:14.
(1) Salvação e perdão do pecado. – Atos 3 :25,26.
(2) Justificação pela fé em Cristo. – Gál. 3:6-9.
c) Para que recebêssemos a promessa do Espírito por meio da fé. – Gál. 3:14.
(1) Poder para obedecer. – Atos 1:8; Rom. 8:1-9.
4. Para que recebêssemos a adoção de filhos. – Gál. 4:4,5.

III – Como receber as bênçãos da redenção.
1. Vir a Cristo. – Mat. 11:28.
2. Arrepender-se. – Atos 3:19 cit. v. 13.
3. Confessar e abandonar os pecados e receber perdão.
4. Crer e ser salvo. – Atos 16:30,31.
5. Cristo fez tudo, e quer dar-nos tudo.
Se crermos plenamente, tudo receberemos.

O NOVO NASCIMENTO
João 3:3-7

Entrando no domínio popular. Conversão daquele dia, introduzida pela pregação de João Batista.

I – O novo nascimento não é:
1. Reforma. – João 3:6.
2. Batismo. – Gál. 6:15; I Cor. 4:15; 1:14.

II – O novo nascimento é:
1. Reavivamento espiritual. – João 3:3-5; II Cor. 5:17.
2. Participação da natureza divina. – II Ped. 1:4.
3. Uma renovação do entendimento. – Rom. 12:2.
4. Comparável à conversão.
5. O novo nascimento é necessário:
a) A toda humanidade. – Jer. 13:23; João 3:3-5.
b) A natureza pecaminosa do homem demanda-o. – João 3:6.
c) A santidade de Deus demanda-o. – Heb. 12:14.

III – Como o novo nascimento tem lugar.
1. Nascimento do Espírito. – João 3:5-7.
2. Deus opera mediante o Espírito. – João 1:12,13; 3:5; Tito 3:5.
3. O homem deve unicamente aceitar o que Deus provê. – Tia. 1:18; I Ped. 1:23; 1 Cor. 4:15.
4. Pela aceitação pessoal de Jesus como Salvador. – João 1:12; Gál. 3:26.

IV – Efeitos do novo nascimento.
1. Semelhança de caráter com o de Cristo. – Col. 3:10; Efés. 4:24.
2. O pecado vencido. – I João 5:4; 3:9.
3. Recepção da justiça. – I João 2:29.
4. O amor divino manifestado. – I João 4:7.

A ÚNICA ESPERANÇA DO MUNDO
Atos 16:20-34; 30,31

I – A situação do mundo atual.
1. Vivemos num século de luz, progresso, instrução e especulações intelectuais, mas tudo isso não solve os graves problemas da hora presente.
a) Estamos vivendo numa situação idêntica à de Babilônia, Grécia, Egito e Roma, cuja sociedade não salvou esses grandes reinos.
b) Vemos e ouvimos de homens desmaiando de terror diante da expectação mundial e lançam mão do suicídio.
2. Atualmente estamos sofrendo uma depressão financeira; mas é o dinheiro a maior necessidade?
a) Ele nunca salvou a sociedade.
b) Exemplo: o jovem rico, com toda a sua fortuna e honras, ainda inquiriu: “O que necessito para me salvar?”
3. As filosofias não satisfazem as necessidades imperativas.
Exemplo de Nicodemos.

II – A única esperança é Jesus.
1. Séculos esperaram Seu advento. Anjos cantaram Seu nascimento. A voz de Deus proclamou Seu Filho no batismo e Seus próprios inimigos admitiram:
“Em verdade Ele era o Filho de Deus”.
2. A experiência do carcereiro de Filipos – a sua pergunta e a resposta.
3. Os problemas que ainda agitam o coração humano são os mesmos em todos os tempos e lugares.
a) A necessidade de ontem é a mesma de hoje. – Atos 4:12.
4. Salvos, de quê (Atos 4:12).
a) A anunciação a Maria. – Mat. 1:21.
(1) O pecado expulsou o homem do Paraíso. Pregou a Jesus na cruz e enegreceu o coração humano.
(2) Fez-nos pecadores. – I João 1:8.
“Que devemos fazer para nos salvar?”
5. Jesus é o único caminho. – João 14:6.
a) Crer em Jesus implica andar como Ele andou e fazer a Sua vontade. – I João 2:1-6.
6. O resultado de conhecer a Jesus, e andar como Ele andou, resolve os problemas e perplexidades; traz paz e alegria ao coração e lar.
Atos 16:34. Você quer conhecê-Lo? Apoc. 3:20.

A LUZ INEXTINGUÍVEL
João 8:8, 12-25; Jos. 1:5

I – As trevas manifestam-se:
1. Nos altos céus.
2. Nas religiões da terra.
3. Nos corações dos homens.
a) Intemperança.
b) Ambição para ganhar.
c) Adultério.
d) Indiferentismo religioso.

II – As trevas esforçam-se contra a luz.
1. Contra Jesus, o Farol.
a) Em Belém.
b) Em Nazaré.
c) Na Sua morte.
d) Na Sua sepultura.
2. Contra os servos de Jesus.
a) Os hebreus na fornalha.
b) Paulo e Silas em Filipos.
c) Na vida e lutas dos crentes.

III – A luz dissipa as trevas.
1. Paulo em caminho de Damasco.
2. Um beberrão convertido.
3. Um investigador sincero. – Sal. 119:130.

IV – Ouvinte, você pode possuir esta luz.
1. Em aceitar a Jesus.
2. Quem possui Cristo, possui a luz. – João 1:9,12.
a) Outros há que ouvem e procuram compreender porque recebem a Palavra, não como de homem, mas de Deus.
– I Tess. 2:13.
b) Esses se arraigam em Cristo e os frutos são:
(1) Fé no Evangelho e em Cristo.
(2) Obediência.
(3) Paciência – nas vicissitudes da vida.
(4) Resignação e sacrifício.
(5) Amor – amor que brota da cruz, perdoador.
(6) Consagração – separação do mundo.
(7) Dedicação ao trabalho evangélico.
Em que classe de ouvintes estamos?
Com que coração ouvimos a Palavra?
Ser estéril é estar no caminho da perdição!

A PARÁBOLA DO SEMEADOR – Mat. 13

As condições do lugar e das pessoas. A semente é a Palavra de Deus, viva. – Col. 1:5,6; Heb. 4:12.
I – Ao pé do caminho. Vs. 4, 19.
1. Satanás e seus anjos sempre estão em assembléia onde a Verdade é pregada.
2. Muitos no culto, durante a exposição da Palavra, dão lugar ao indiferentismo: pensam nos negócios da vida, divertimentos, obrigações etc.
a) Tais coisas são astúcias de Satanás.
3. Os pais em casa criticam o pregador diante dos filhos, e estes crescem infiéis.
a) Causam um prejuízo duplo: a si e a outrem.
b) Há tempo para a crítica, e não para falar dos efeitos santificantes da Verdade.

II – Em lugar pedregoso. Vs. 5,6,20,21.
1. Não é pelo recebimento imediato da Palavra que se cai ; a coisa está em recebê-la superficialmente, sem encarar o que ela requer – RENÚNCIA.
a) Não há arrependimento radical, nem fé arraigada.
b) Foram sepultadas vivas. Não tinham fé espiritual.
2. Não estão arraigados em Cristo, mas nas boas obras e méritos e justiça própria. “Ser um cristão, não é ser membro de uma igreja, nem mesmo ser oficial ou pastor, mas ser uma nova criatura, renascer em Cristo, transformar-se nEle e tomar os seus exemplos”.
3. Vindo as tribulações, logo se escandalizam.
a) O sol é as tribulações da vida. – Atos 14:22; Tia. 1:12; João 6:60, 66.
b) As experiências de João, Marcos e Jó.

III – Entre espinhos. Vs. 7,22.
1. É possível que a terra fosse boa.
2. Os espinhos são os pecados e hábitos velhos aparentemente abandonados ao entrar na Igreja.
a) Os cuidados da vida – vaidade e orgulho.
b) As coisas do mundo. – Tia. 4:4. Ex. : Sansão.

IV – Em boa terra. Vs. 8,23.
1. Há diferença entre ouvir e compreender.
a) Muitos ouvem mas não procuram compreender o que ouviram. Exemplo dos fariseus.

OS DOIS CAMINHOS – Mat. 7:13-14; Luc. 13:22-24

Pergunta de alta significação. A resposta é uma verdade terrível; as Escrituras e os fatos a confirmam. A dificuldade não é da parte de Deus, mas do pecador rebelde.
O costume das cidades antigas: seus muros e portas. A porta “fundo de agulha”.
I – O caminho largo
1. Tem uma entrada atrativa. Está sempre aberta.
2. É descendente – anda-se sem esforço.
3. Tem muitas atrações e comodidades.
a) É florido de prazeres mil: bailes, cinemas etc.
b) Não há escolha de amigos. Todos servem.
c) Há intemperança e moda exagerada.
d) Nele trilha a maioria, por isso convém.
4. Quanto mais se anda mais se estreita. Às vezes não se pode retroceder.

II – O caminho estreito.
1. Foi aberto pela morte de Cristo. – Mat. 27:50,51.
2. Assim o fez para seguirmos as Suas pisadas.
3. A porta e sua estrutura:
a) A porta – o Evangelho, conversão, regeneração.
b) A chave – a fé.
c) O portal – o arrependimento.
d) O caminho – lutas, tentações e resignações.
4. O que estreita o caminho – é ascendente.
a) O número ser diminuto.
Ex.: Jesus e seus discípulos. – João 6 :60 67.
b) Às vezes a perda de amigos e rompimento com os da família. – Mat. 10:34-38.
c) O afastar das coisas do mundo. – I João 2:15-17.
d) A guarda dos mandamentos.
e) Às vezes, as perseguições. – Heb. 11:36-40.
5. As vantagens do caminho estreito.
a) Poucos companheiros, mas escolhidos.
b) O Espírito Santo é o guia invisível. – João 14 :15-18,26.
c) Os viajantes não desanimam. – Sal. 84:7.
d) As coisas que têm valor custam. Custou a Cristo morrer por nós. – João 16 :33.
e) Quanto mais se anda, mas se alarga o caminho, e, sendo ascendente, descortina-se às nossas vistas belas paisagens.

VI – Os dois destinos.
1. O caminho estreito termina no céu.
2. O caminho largo termina no vale da destruição.
3. Muitos trilham o caminho largo pensando estarem certos.
– Mat. 7:21-23.

IV – Que caminho você quer seguir.
1. Não há caminho neutro!
2. Decida hoje. – Josué 24:12,15.
3. Não tema o opróbrio. – Isa. 51:7,8,12,13.

DUAS CLASSES DE OUVINTES
Mat. 7:21-29

I – Os que ouvem e observam. Vs. 24,25.
1. É uma bênção ouvirmos a Palavra de Jesus, mas, maior bênção está em praticá-la em obediência sincera e perfeita. – Luc. 11:28.
2. Se não praticamos o que ouvimos, recebemos a graça de Deus em vão.
3. Para guardar e pôr em prática o que Jesus manda, é preciso:
a) Abstinência dos pecados mundanos.
b) Realizar os deveres cristãos – nossas palavras, arenas e vida – segundo a regra evangélica.

II – Os que ouvem e não praticam. Vs. 26, 27.
1. Estes andam ocupados com as coisas desta vida.
2. São como o varão que se contempla ao espelho. – Tia. 1:23,24.

III – A lição prática dessa parábola.
1. Edificando sobre a rocha – solidez e segurança.
a) Cada um de nós tem uma casa para edificar, e essa é a nossa esperança e fé para o Céu.
b) Há uma Rocha sobre a qual podemos edificar com segurança – Cristo. – Isa. 28;16.
c) Para se edificar sobre uma rocha é necessário cuidado, sacrifício e paciência; assim em edificar sobre Jesus, exige às vezes severas provações.
d) Os que estão edificando sobre a Rocha dos séculos permanecem imóveis diante das provações e embates da via«, -Rom. 8:28. Ex. : Jó.
e) O cântico dos que estão sobre a Rocha. – Rom. 8:35-39.
2. Edificando sobre a areia – insegurança.
a) Há pessoas que esperam ir ao Céu mas desprezam a Rocha eterna e edificam sobre a areia, por ser mais cômodo.
(1) Riquezas, boas obras e formalidades religiosas, são areia. – Oséias 12:8; Apoc. 3:17,18; 1 Sam, 15:22.
b) O único fundamento é Jesus. – I Cor. 3:11.
c) Essas pessoas, devido a estarem sobre um fundamento falso, não resistem aos embates da vida aqui.

IV – A grande tempestade por vir, provará a espécie de alicerce sobre o qual edificamos nossa fé e esperança.
1. Para os que só ouvem. – Apoc. 6:15-17.
2. Para os que ouvem e praticam. – Isa. 25:9.
Em que classe você está? Sobre que fundamento você está edificando a sua fé e esperança para o Céu?

AS DEZ VIRGENS
Mat. 25:1-13

I – As cinco loucas – néscias (sem juízo, BLH).
1. As experiências pelas quais passaram.
2. O desapontamento final.

II – As cinco prudentes (ajuizadas, BLH).
1. Foram bem precavidas.
2. Adormeceram  mas em prontidão.
3. Foram recompensadas pela preparação.

III – Aplicação geral dessa parábola.
1. Representa a segunda vinda de Cristo. – Apoc. 19:17-19.
2. Ele virá em breve. – Heb. 10:37; I João 2:18; Hab. 2:3.
a) Estamos tocando os limites da eternidade.
b) Estamos vivendo na hora mais escura da noite do pecado.
“Como nos dias de Noé”. – Isa. 60.
c) A libertação de Israel à noite. – Êx. 12 :29.
3. Existem duas classes de crentes que esperam a Jesus: néscios e prudentes.
a) Agora não se nota diferença alguma.
b) Todos, aparentemente, esperam a Jesus.
4. Os preparativos necessários:
a) A lâmpada – A Palavra de Deus. – Sal. 119:105.
(1) Luz para clarear. Somos nós luz? – Mat. 5:14,16.
b) O óleo – o Espírito Santo. – Zac. 4:1.-14.
(1) O verdadeiro crente é um recipiente do Espírito Santo. – João 14:16,17; I Cor. 3:16.
(2) Temos nós recebido o Espírito Santo? – Atos 19:1,2.
5. Na vinda de Jesus não haverá tempo para corrigir defeitos, harmonizar distensões. – Apoc. 22 :10-12.
a) Jesus pode vir e nos encontrar dormindo (mortos) e, ao acordarmos, qual será nossa experiência?
b) As fátuas não foram excluídas por serem más, mas unicamente por não estarem realmente preparadas para a vinda do Noivo.
6. Triste experiência e exortação. – Vs. 11-13.
a) Preparemo-nos a encontrar o Senhor. – Amós 4:12.

O PERDIDO ACHADO
Luc. 19:10

I – Quem, são os perdidos?
1. Os que falharam no fim da sua criação.
2. Os que perderam seu caminho à felicidade. .
3. Os que se sentem sem coragem para reabilitação.

II – Como são salvos?
1. Pelo sacrifício de Cristo.
2. Pelo Seu ministério pessoal.
3. Pela agência do Espírito Santo.
4. Pela comunicação da vida de Cristo Jesus.

III – Quem é seu Salvador?
1. Uma Humanidade real.
2. Uma Humanidade perfeita.
3. Uma Humanidade representativa.
4. A divina Humanidade.

BOAS VINDAS A TODOS
Apoc. 22:17

I – A água da vida.
1. É necessária.
a) No mundo existem muitas fontes. – Jer. 2:13.
2. É abundante – Não seca.
3. É livre – Nada custa.
4. Satisfaz cabalmente. – João 4:14.
5. É purificadora.
6. É preciosa. – João 4:14,15.

II – Quem é convidado?
1. Os sedentos. – Apoc. 22:17.
2. Pobres e ricos.
3. Os que estão desiludidos com o formalismo religioso.

III – Quais as agências usadas?
1. O Espírito Santo. – Apoc. 22:17.
2. A igreja de Cristo.
3. Os que ouvem.

A CULTURA DO CORAÇÃO
Oséias 10:12

I – A figura empregada.
1. Naturalmente improdutivo.
2. Completamente obturado.
3. Cheio de sementes más. – Heb. 12:15.

II – Os meios a serem usados.
1. Consideração.
2. Sinceridade.
3 . Arrependimento.

III – As razões apelantes.
1. Indecisão é inconsistente.
2. É perigoso deferir o preparo.
3. Agora é o tempo oportuno.
a) O dia de amanhã é duvidoso.
b) A morte é certa e a vida incerta.

PERDAS E LUCROS
Marcos 8:35

I – O que perdemos por causa de Cristo. Mat, 16:24-26.
1. Reputação.
2. Propriedades.
3. Liberdade.
4. Vida.

II – O que ganhamos sem Cristo.
1. Riquezas.
2. Prazeres.
3. Honras.
4. Fama.

III – Qual é a compensação que Cristo oferece. Mat, 19:27-29.
1. Consolação na aflição.
2. Substituição de possessões reais.
4. Liberdade moral.
4. Alegria eterna,

PARENTESCO DIVINO
Sal. 119:94

I – O parentesco do cristão com Deus.
1. Ele é de Deus por aquisição.
2. Ele é de Deus por conquista.
3. Ele é de Deus por adoção.
4. Ele é de Deus por dedicação.
5. Ele é de Deus por semelhança.

II – Sua oração.
1. Salva-me do pecado.
2. Salva-me da negligência.
3. Salva-me dos meus inimigos.
4. Salva-me do desânimo.

III – As razões apresentadas.
1. Tenho procurado ler os Teus preceitos.
2. Tenho procurado entender os Teus preceitos.
3. Tenho procurado guardar os Teus preceitos.
4. Tenho procurado governar-me pelos Teus preceitos.

SALVAÇÃO AMPLA
Rom. 10:13

I – A bênção.
1. Salvação da culpa do pecado.
2. Salvação do poder do pecado.
3. Salvação dos resultados do pecado.

II – O dever.
1. Clamar a Deus.
2. Clamar em nome de Cristo Jesus.
3. Clamar pedindo o auxílio do Espírito Santo.
4. Clamar com o desejo de obter a salvação.
a) O exemplo do carcereiro. – Atos 16:27-31.

III – A promessa.
1. Para todas as nações.
2. Para todas as castas sociais.
3. Para todas as condições.
4. Para todos os caracteres. – João 6:37.

SÁBIA DECISÃO
Zac. 8:23

I – Uma boa resolução.
1. Abandonar as antigas companhias. – Sal. 1:1-4.
2. Unir-se com o povo de Deus.
3. Identificar-se com os princípios do reino.

II – Os motivos para esta decisão.
1. A presença de Deus com Seu povo.
2. A proteção de Deus.
3. A comunhão do povo de Deus.

III – Nosso dever.
1. Nossa vida deve ser luz.
2. Obras e não só teoria.
a) Cuidemos de nossos passos e palavras.
3. Sejamos luz, a fim de que outros decidam a seguir o Cristo Jesus.

AFASTAMENTO DE DEUS
Prov. 14:14

I – A fonte da apostasia.
1. As afeições.
2 . A vontade.

II – Suas causas.
1. Negligência dos deveres para com Deus.
2. Indulgência com o pecado.
3. Dúvidas especulativas.
4. Condescendência com o mundo.

III – Sua cura.
1. Pensando nas bênçãos antes recebidas.
2. Pensando na presente infelicidade e falta de paz.
3. Pensando no juízo vindouro.

UNA-SE A DEUS
Jó 22:21

I – O que implica esta união?
1. Conhecimento.
2. Amor.
3. Alegria.
4. Intercâmbio.

II – Como alcançar esta união?
1. Pelo estudo da Palavra.
2. Pela influência do Espírito Santo.
3 . Pela oração.
4. Pela fé em Jesus.

III – O tempo para começar – “Agora”.
1. Agora é o tempo de Deus.
2. Agora é o tempo oportuno.
3. Amanhã poderá ser muito tarde.
4. A bênção:
a) Paz.
b) Bem-estar e felicidade.

A LIBERDADE DE CRISTO
Gál. 5:1; João 8:36

I – Sistemas humanos de dar liberdade.
1. Pela força.
2. Pela legislação.
3. Pelos pactos de paz.
4. Consentimento condicional.
5. Indulto condicional.

II – A liberdade que Cristo oferece.
1. Liberdade do indivíduo. – João 8:36.
2. Liberdade de pensamento.
3. Liberdade da alma.
4. Liberdade completa.
5. Liberdade da condenação da lei.
6. Liberdade da morte.
7. Liberdade de preconceitos sociais.
a) A mulher no cristianismo tem liberdade de culto, pensamento e de escolha.

RESSURREIÇÃO ESPIRITUAL
Ez. 37:1-10

I – A condição do mundo.
1. Universalmente .é “um vale cheio”.
2. Espiritualmente morto – “Ossos”.
3. Sem esperança – “Ossos secos”.
a) O que se pode esperar de ossos secos? – Nada!

II – Os meios para sua restauração.
1. Não depende das filosofias, ou da ciência humana.
2. Depende de Deus – a pregação da Sua Palavra.
3. Depende da operação do Espírito Santo no coração humano. – Ez. 36:25-27.
4. Depende do indivíduo aceitar o convite e a operação divina. João 7:37-38; 6:39; Apoc. 3:20.

GLÓRIA NAS ALTURAS
Luc. 2:14

I – A glória de Deus foi manifesta.
1. Na glória da Sua santidade.
2. Na glória da Sua sabedoria.
3. Na glória das Suas maravilhas.
4. Na glória da Sua bondade.

II – A paz na terra foi desejada.
1. Paz entre Deus e os homens.
2. Paz entre homem e homem.
3. Paz entre o homem e sua consciência.

III – A boa vontade para com os homens foi revelada.
1. Na aceitação de nossas pessoas.
2. Na santificação da nossa natureza.
3. Na consolação do nosso coração.
4. Na glorificação da nossa humanidade.

UMA GRANDE CEIA
Luc. 14:15-24

I – A parábola da ceia.
1. O convite, os preparativos e a chamada.
2. Os convidados, não querendo ir, apresentaram desculpas.
a) Precisava ver um campo que comprou.
b) Queria experimentar alguns bois, que havia comprado.
c) Carecia animar a esposa.
3. Todos se escusaram.

II – Deus prepara uma festa angelical e convida a todos. Isa. 55:13.
1. Os preparativos e a chamada. – Zac. 13:1; João 19:34.
2. Os que não querem ir apresentam desculpas:
a) “O Evangelho é uma religião nova”.
b) “Não quero abandonar a religião dos meus pais”.
c) “Não quero deixar os meus vícios”.
d) “É difícil ser crente”.
3. Aos que pedem desculpas, Deus há de desculpar.
a) Muitos ouvem o convite e não participam da festa; estes participarão doutro banquete desagradável. – Apoc. 19:17-19.
b) Bem-aventurados os que tomarem parte na Ceia do Cordeiro. – Apoc, 19:9.

O TOQUE DE DEUS – I Sam. 10:26

I – A experiência com Saul.
1. O povo pede um rei e Saul é o primeiro. – I Sam. 8:5.
2. O caráter e o trabalho de Saul. – I Sam.. 9:2-4.
3. A transformação. – I Sam. 10:6.
4. Como rei, tendo que pelejar contra os amonitas, foi desprezado pelos seus súditos. – I Sam. 10:27.
5. O toque de Deus lhe outorgou poder e vencer os inimigos.
– I Sam. 10:26; 11:11.

II – O poder desse toque.
1. Os cegos de Jericó. – Mat. 20 :29-34; II Reis 6:16,17.
a) Devíamos assim orar: “Senhor, abre meus olhos”.
2. A mulher do fluxo de sangue. – Mat. 9:18-20.
3. O leproso. – Mat. 8:1-3.
a) Os homens tinham nojo de tocar num leproso, mas Jesus não.
b) Jesus quer tocar em nossos corações para purificá-los.
4. O surdo e gago. – Mar. 7:31-35.
a) Às vezes somos gagos, mas Jesus quer tocar em nossa boca para que falemos do Deus de amor. – Isa. 6:1-7.

III – O toque do Senhor é maravilhoso.
1. Isaias não era um vil, mas reconhecia o seu estado pecaminoso.
a) Assim será conosco: quanto mais perto nós nos chegarmos a Deus, mais sentiremos a nossa pequenez.
2. O toque do Senhor tirou-lhe o pecado, purificou-o. – Vs. 6,7.
a) Assim será com todo aquele que se chegar a Deus. Tia. 4:8-10.

A RECONCILIAÇAO DO HOMEM COM DEUS

I – O rompimento do homem com Deus.
1. A causa – a desobediência.
2. O efeito – uma sentença, a morte eterna.

II – A reconciliação possível.
1. Pode ser feita por um mediador eficaz; e todas as religiões concordam conosco neste ponto.
2. Paulo reconhece só Um em condições. – I Tim. 2:5.
a) Este satisfez as exigências da lei de Deus.
b) Jesus está em condições, porque provou a morte por todos. – Heb. 2:9.
3. Chegando-nos a Cristo, somos religados com Deus; mas como podemos nos aproximar dEle?
a) O romanismo nos oferece três classes de intercessores, a saber:
(1) Os santos. – Atos 10:25,26; 14:13-15.
(2) Os anjos. – Apoc. 19:10.
(3) Maria, a mãe de Deus. – João 2:3,4; Luc. 11:27.
b) Jesus afirma que podemos chegar diretamente a Ele. – Mat. 11:2,29; João 14:6.

AS DEZ VIRGENS

1. Todas iguais, segundo parece ao princípio.
a) Não há distinção em seus vestidos e lâmpadas.
b) Todas têm sua aparência de fé.
2. Sua profissão é igual.
a) Saíram para encontrar o esposo.
b) Esperam entrar no banquete e desfrutar a festa nupcial.
3. “Tardando o esposo” – Esta expressão dá a entender o longo tempo de sua ausência, quando a esperança de sua vinda parece haver desaparecido.
4. Em tempo de crise. O grito da meia-noite, anunciando a proximidade da chegada do esposo, é o que faz patente a diferença entre as prudentes e as loucas: estas não têm o azeite em seus vasos com suas lâmpadas; têm uma aparência exterior e nada mais. Os que são nascidos do Espírito tem o Espírito morando neles.
5. “Ide aos que vendem”. Sua oportunidade de dia tem passado: já é tarde.
6. “A porta está fechada”. Há bênção para os que estão dentro; desespero para as que se acham fora – o Senhor não as conhece.
– II Tim. 2:19.

A ONICIÊNCIA DE DEUS
Prov. 15:3

I – A inspeção divina é completa.
1. Ele conhece os pensamentos. – Mat. 9:24.
2. Aprecia os motivos. – Atos 5:1-5.

II – A inspeção divina é universal.
1. Nenhum lugar é oculto aos Seus olhos. – Atos 9:11; 10:1-6.
2. Nada escapa à Sua onisciência. – Prov. 15:3.

III – A inspeção divina é pessoal.
1. O bom deve ser encorajado.
2. O pecador deve precaver-se.
3. Todos devem ser circunspectos.

O EVANGELHO EM DUAS SÍLABAS
Luc. 14:1 – “Vinde”

I – Quem?
1. Pecadores com fardos morais.
2. Pecadores ignorantes.
3. Pecadores de corações endurecidos.
4. Pecadores sem esperança.

II – A Quem?
1. A Cristo – o único Libertador do pecado. – João 1:29.
2. A Cristo –  única Fonte de felicidade. – João 4:14.

III – Como?
1. Sem dinheiro. – Isa. 55:1-3.
2 . Contritamente.
3. Confiantemente. – João 6:37.

IV – Quando?
1. Agora é o tempo aceitável. – Heb. 4:7.
2. Os meios foram providenciados. – Heb. 2:3.
3. Pode ser agora ou nunca. – Isa. 55:6-7.

BUSCANDO A DEUS
Sal. 63:1

I – Como devemos buscar a Deus?
1. Inteligentemente.
2. Fervorosamente.
3. Constantemente.
4. Esperançosamente.

II – Onde devemos buscá-Lo?
1. No retiro – quarto.
2. Na Sua Palavra.
3. Nos Seus mandamentos.
4. Nas Suas ordenanças.

III – Quando devemos buscá-lo?
1. Na alvorada da vida.
2. Nas contingências da vida.
3. Nas execuções temporais.

IV – Por que devemos buscá-Lo?
1. Ele é a vida da alma – Deus.
2. Sua natureza é comunicativa – “Meu Deus”.

IMPIEDADE
Jer. 2:13

I – O crime do mundo.
1. Impiedade.
2. Imundície.
3. Extrema debilidade.
4. Miséria.
5. Ingratidão.
6. Incredulidade.

II – As cisternas humanas.
1. Civilização.
2. Ciência.
3. Legislação.
4. Infidelidade.
5. Filosofias.
6. Cerimonialismo.

III – A cura da impiedade.
1. Humildade.
2. Reconhecimento de Deus. – Prov. 8 :13,35.
3. Aceitar a simplicidade da verdade evangélica. – I João 1:7,9.

BOAS NOVAS
Sal. 89:15-16

I – Por que o Evangelho é som festivo?
1. Porque proclama perdão para o culpado.
a) “O som do Evangelho já se fez ouvir aqui”.
2. Porque proclama liberdade aos cativos morais e espirituais.
a) Os canibais são transformados. – Rom, 1:16.
b) Os cristãos são esclarecidos. – Isa. 58:1-12.
3. Porque proclama um lar ao errante. – João 14:1-4; Isa. 35.

II – Como podemos conhecer o som festivo?
1. Teoricamente.
a) Pelas manifestações poderosas do Evangelho no indivíduo, sociedade e nação.
b) Pelos sinais e maravilhas.
2. Praticamente.
a) A experiência própria. – Rom. 1:16; I Tim. 1:15; João 9:25; I João 1:1-3.

III – A bênção do conhecimento.
1. Direção segura. – Jó 19:25-27; I Tim. 1:15.
2. Alegria verdadeira. – II Cor. 4:17; 6:10.
3. Exaltação. – Rom. 8 :35-39.

REPOUSO EM CRISTO
Heb. 4:9,10

I – Repouso rejeitado.
1. No passado. – Jer. 6:16.
2. No presente. – Mat. 11:28-30.
a) Os judeus.
b) Os chamados cristãos.

II – É um tipo do repouso terrestre.
1. Repouso do desejo.
2. Repouso da paixão.
3. Repouso da dúvida, 4. Repouso do temor.

III – É um repouso futuro – Eterno – Isa. 35 e 65.
1. Ativo.
2. Tranqüilo.
3. Perfeito.
4. Eterno.
A advertência. – Heb. 4:9,11.

O DESPERTAR DO SONO
Rom. 13:11

I – O sono do pecador.
1. Um estado de esquecimento.
2. Má compreensão.
3. Falsa seguridade.
4. Deleites carnais.

II – A exortação.
1. Implica visão alterada das coisas.
2. Esforço voluntário.
3. Força de vontade – energia.
4. Concordância com as condições.

III – A razão.
1. O tempo é solene.
2. A vida é passageira.
3. O juízo final está próximo.
4. Deus está chamando. – Amós 4:12.

DEUS COM SEU POVO
Êx. 33:14

I – A experiência no passado.
1. Deus guiou e guardou a Israel.
2. Guardou a Israel como a menina do Seu olho. – Deut. 32:10.
3. Deu sucesso em tudo a Israel, enquanto Seu povo foi fiel às instruções divinas.

II – A experiência no presente.
1. A jornada do cristão é longa.
a) Num deserto – o mundo.
b) A escravidão – o pecado.
c) Os inimigos – a carne e as forças do mal.
d) O caminho é longo e mau, mas outros já passaram por ele. – Heb. 11:13-16.
2. A companhia.
a) Divina. – Êx. 33:14; João 16:33.
b) Visível e contínua. – Mat. 28:20.
c) Confortadora. – Isa. 43:2.

A BÊNÇÃO DA RETIDÃO

I – Quem são os retos?
1. Os inocentes.
2. Os justos.
3. Os perfeitos.
4. Os progressistas.

II – O que é Deus para eles?
1. Um sol.
a) Para iluminar.
b) Para guiar.
c) Para confortar.
2. Um escudo.
a) Para proteger e defender.
b) Para inspirar coragem.

III – O que Deus faz por eles?
1. Seu favor na vida.
2. Seu conforto e esperança na morte.
3. Glória eterna no Céu.

PIEDADE INTERNA E EXTERNA – II Tim. 3:5

I – A forma.
1 . Profissional.
2. Ritualismo.
3. Orações formais.
4. Moralidade externa.

II – O poder.
1. Pensamentos divinos.
2. Boas afeições.
3. Temperamento cristão.
4. Vida preeminente boa.

III – Como o poder pode ser negado.
1. Teoricamente.
2. Praticamente.

LUZ DO MUNDO
Mat. 5:14, 16

I – A luz como símbolo.
1. Um emblema de pureza.
2. Um emblema de conhecimento.
3. Um emblema de ação.
4. Um emblema de unidade.
5. Um emblema de benevolência.

II – A aplicação espiritual.
1 É a prova do discipulado.
2. Cada pessoa tem uma luz peculiar em si.
3. Há uma maneira certa para fazer luzir a luz.
a) Os homens devem ver as obras e não o obreiro.
b) Os homens são afetados pelo que vêem.
4. Que espécie de luz somos?

QUASE E POR POUCO
Atos 26:28-29

I – O que significa quase ser cristão?
1. Mero conhecimento do caminho da salvação por Cristo.
2. Mera convicção do desejo de abraçá-Lo.
3. Mero excitamento concernente à nossa relação para com Ele.
4. Mera reforma externa das nossas vidas.

II – O que significa por pouco ser cristão?
1. Crer nas doutrinas de Cristo.
2. Depender do Seu sacrifício.
3. Amar Sua pessoa.
4. Praticar Sua religião.

III – O perigo do quase.
1. Não resolve a salvação.
2. Não nos liga com Cristo.
3. Pode significar perdição.

“SEDE SANTOS” – I Ped. 1:16

I – A natureza da santidade.
1. A crucificação do “Eu”. – Gál. 2:20.
2. Submissão da vontade a Deus. – Mat. 26:42.
a) Na prosperidade.
b) Nas adversidades.
c) No trabalho fácil ou árduo.

II – Como alcançar a santidade.
1. Sua ordem – os tipos, orações e promessas da Bíblia.
2. Sua escala – convicção, consagração, fé.

III – Os compromissos.
1. Os mandamentos de Deus. – Isa. 48:18.
2. O caráter de Deus.
3. O plano da redenção.

PAZ COM DEUS
Rom. 8:1

I – O estado do cristão – “Em Cristo”.
1. Uma união vital.
2. Uma união visível.

II – O caráter do cristão.
1. Não anda segundo a carne.
a) Crucificação, método. – Gál. 2:20.
2. Anda segundo o Espírito Santo. – Gál. 5:22.
a) Direção, cooperação.

III – O privilégio do cristão – “Nenhuma condenação”.
1. Para as ofensas passadas.
2. Para a corrupção da sua natureza.
3. Para seu trabalho defeituoso.
4. Para seus erros voluntários.
5. Vive num estado de graça, favor não merecido e confia em Deus para não violar a Sua santa vontade. – Gál. 3:24; Rom. 6:14.

O SENHOR CONHECE OS QUE SÃO SEUS – II Tim. 2:19

I – O firme fundamento.
1. Devemos estar certos de que seguimos a Verdade. – II Ped. 1:16.
2.Devemos manusear a Palavra da Verdade para que a conheçamos. – I João 1:1-3.
3. Tal experiência nos proporcionará segurança e alegria. I João 1:4.
4. Nossa própria experiência.

II – Nós somos seus.
1. O Senhor conhece os Seus. – II Tim. 2:19.
2. Implica a entrega do coração. – Prov. 23:26.
3. Isso nos faz Sua propriedade. – João 17:23.

III – Colocando-nos ao lado de Cristo.
1. Somos representantes de Cristo. – João 17:18.
2. O mundo espera ver em nós as marcas de Cristo. – João 20:24-28.
3. Conseguimos tal coisa pelos espinhos e provações. – Mat. 20:20-23; II Tim. 3:12.
4. Assim todo o engano é removido do coração. – João 1:47.
Apoc. 14:5; II Tim. 2:21.

SANTIFICAÇAO BÍBLICA
I Tes. 5:23

Quando Jesus vier, Seus filhos devem estar sem mancha. É uma experiência importante e necessária. – Heb. 12:14.

I – O que é santificação?
1. O propósito de Deus. – I Tess. 4:3.
2. Necessitamos dela para nossa salvação. – Heb. 12:14.
3. A igreja verdadeira possui-la-á. – Efés. 5:25-27.
4. Santificação deve afetar corpo e alma.

II – Como obtê-la?
1. Pela obediência à Verdade. – João 17:17.
2. É obra do Espírito Santo. – Rom 15:16. II Tes 2:13; I Ped. 1:2.
3. É um processo gradual. – II Ped. 3:18. Heb 6:1; Filip. 3:13-14.
a) A experiência de Paulo. – Filip. 3:13-14.
4. É concedida por Jesus. – Heb. 13:12.

III – O resultado.
1. Muda nossa mentalidade. – Rom. 12:2.
2. O batismo é uma demonstração da regeneração – Rom. 6:10-12.
3. A santificação deve ser obra de cada dia, cada momento.
O conselho divino. – II Tim. 2:21.

A NOVA CRIATURA
II Cor. 5:17

I – Ser a nova criatura é estar em Cristo.
1. Nova Criatura sem Cristo?
a) Reforma da vida pela educação?
b) Reforma do caráter pela moral? ‘
c) Reforma do espírito pela penitência?
d) Mudança do coração por fazer-se membro duma religião?
2. Cristo somente é o princípio da nova criatura.
a) Não negamos a influência das agências de reforma do caráter.
b) Paulo tinha em vista, não uma reforma, mas uma nova criação – nova vida.
c) Somente uma vida mais que humana pode transformar outra vida.
(1) Somente Jesus o pode fazer.

II – A nova criatura pressupõe novas possibilidades.
1. É um novo princípio.
a) A diferença entre o ancião e o menino.
(1) O ancião é a tarde que declina em noite.
(2) O menino é a manhã que traz novo dia.
(3) O menino é a promessa de oportunidades.
b) O cristão é o menino espiritual.
2. Princípio não só novo mas necessário.
a) Símbolo do batismo: morrer na carne para ressuscitar no espírito.
b) Para que ser cristão? Para seguir vivendo como antes?
(1) Para entrar no caminho reto.
(2) Para dar testemunho da Verdade.

III – A vida nova exclui os velhos caminhos.
1. O que não faz a nova criação.
a) Não muda a vida em seu processo teológico.
b) Não muda a personalidade.
2. O que é então novo?
a) Uma visão nova e reta da vida.
b) Uma disposição nova e dinâmica para agir de maneira distinta.

TRÊS CAMINHOS DE ESCAPE
II Reis 1:3

I – Só havia três meios de escape para os leprosos.
1. Entrarem na cidade com possibilidade de morrerem.
2. Permanecerem onde estavam, o que significava morte pela fome.
3. Atirarem-se à aventura, dependendo da misericórdia dos inimigos.

II – Três caminhos abertos ao pecador.
1 O caminho do engano, ou da justiça própria.
2. 0 de ficar indiferente e nada fazer.
3. O caminho seguro é levantar-se e depender da misericórdia divina.
a) Semelhante ao caso do filho pródigo.

III – Jesus é o caminho seguro – João 14:6.
1. O pecador perecerá se não lançar mão desta oportunidade.
– Heb. 2:3.
2. Em Jesus acharemos vida e segurança. – João 6:37,68.

CONVERSÃO DE PECADORES

I – Os agentes na conversão.
1. A igreja. – Tia. 5:19-20.
2. Crentes convertidos. – Luc. 22:32.
3. Crentes alegres. – Sal. 51:12-13.
4. A lei divina. – Sal. 19:7.

II – Exemplos de conversão.
1. Saul. – I Sam. 10:9.
2. Zaqueu. – Luc. 19:9.
3. Eunuco. – Atos 8:37.
4. Saulo. – Atos 9:6.
5. O procônsul romano. – Atos 13:12.
6. Lídia. – Atos 16:14.

III – Caracteres transformados pela conversão.
1. Pedro, o profano pecador. – Mat. 26:74; Atos 5:15.
2. O endemoninhado. – Mar. 5:5,15.
3. João, o vingativo. – Luc. 9:53-54; 1 João 4:7.
4. A samaritana. – João 4:17-18,29.
5. Saulo, o sanguinário. – Atos 9:1; 21:13.

O QUE DEUS FARÁ POR SEU REBANHO
Eze. 34:11-30

1. Ele procurará Suas ovelhas. – Vs. 11.
a) Elas ouvirão Sua voz. – João 10:27.
2. Ele as livrará. – V. 12.
a) O poder do inimigo não as pode deter.
3. Ele as trará. – V. 13.
a) Separa-las-á para Si mesmo.
4. Ele as alimentará. – V. 14.
a) Leva-las-á a bons pastos. – Sal. 23.
5. Ele as fará repousar. – V. 16.
a) Fazendo-as deitar com segurança.
6. Ele curará as doentes. – V. 16.
a) Membros quebrados e inúteis.
7. Ele fortalecerá as fracas. – V. 16.
a) Fracas em doenças e cansaços.
8. Ele julgará sua causa. – Vs. 17-22.
a) Quando tentadas, escorneadas e perseguidas.

A MENSAGEM DA SALVAÇÃO
Isa. 55:6-1

I – As pessoas endereçados.
1. Transgressoras atuais – “o ímpio”.
2. Caracteres negativos – “maligno”.

II – Os deveres a serem seguidos.
1. Mudança radical de atitudes.
2. Abandono do pecado.
3. Pesquisa sincera de Deus.
4. O espírito da viúva importuna.

III – As razões apresentadas.
1. Ele está perto. – Isa. 55:6.
2. Ele pode ser achado.
a) O dia chegará quando não será encontrado. – Cânt. 5:6.
3. Ele está pronta a Se compadecer.
a) Jamais desapontou a qualquer alma sincera que dEle se aproxima. – Isa. 55:3.

O PRIVILÉGIO DE VER A JESUS
João 12:20-21

I – O desejo dos gregos e os obstáculos no caminho.
1. Vieram do Ocidente, como os magos do Oriente.
2. Desejavam adorar, mas por serem gentios, incircuncisos, eram excluídos do culto.
3. Estavam saturados das filosofias vãs e desejavam algo vital. – Atos 17:22,23.
4. A multidão e o preconceito não foram obstáculos suficientes para os gregos.
a) Jesus saiu do pátio para atender à súplica dos gregos, que representava o clamor do mundo.
5. Queriam ver a Jesus.
a) Não somente vê-Lo por mera curiosidade, a fim de que, ao voltarem, pudessem dizer que O tinham visto.
b) Queriam ter o privilégio de terem conversado com Jesus, e foram satisfeitos.

II – Nosso privilégio e facilidades.
1. Hoje não existem restrições de cultos.
a) Adoramos juntos e juntos realizamos as cerimônias religiosas.
2. Temos falado, orado, cantado de Jesus e de Seu poder salvador.
a) Terá isso vos afetado?
3. É possível que, apesar das facilidades, muitas pessoas. ainda não sentiram um desejo sincero de ver e encontrar-se com Jesus.
4. Esse encontro trará paz e alegria. – João 20:20.
a) A alma a que Jesus Se revela ficará livre da tristeza, crítica e murmuração. A experiência de Paulo Setúbal – Confiteor, págs. 13-18.
b) Essa satisfação inundará a alma. – Luc. 2:25-30.

DEUS: NOSSO DONO, PERDOADOR E PROTETOR
Sal. 139:1-12, 23,24

I – Ele é o nosso dono.
1. Criou-nos. – Gên. 1:27.
2. O mundo e os que nele habitam. – Sal. 24:1; 50:10-12.
3. Satanás roubou – Tentação.
a) Príncipe do ar e das trevas. – Efés. 2:2; 6:12.
b) Príncipe do mundo. – João 14:30.
c) Pretendia ser dono do mundo. – Mat. 4:9.
4. Deus nos comprou outra vez. – I Cor. 6:19-20.
a) Com sangue. – Atos 20:28.
b) Sangue precioso. – I Ped. 1:18.
c) Comprou a todos. – Apoc. 5:9.
d) Alguns O negam. – II Ped. 2:1.

lI – Ele nos perdoa.
1. Não nos trata segundo os nossos pecados. – Sal. 103:10.
2. Conhece a nossa estrutura. – Sal. 103:14.
3. Separa-nos de nossos pecados. – Sal. 103:11-13.
4. Lançou nossos pecados para trás das Suas costas. – Isa. 38:17.
5. Lançou-os nas profundezas do mar. – Miq. 7:19.
6. Esquecidos para sempre. – Heb. 10:17.
7. Em Cristo não há condenação. – Rom. 8:1.

III – Ele nos protege.
1. Guardados por Seus braços. – Deut. 33:27.
2. Sob Suas asas. – Sal. 91:4; 51:16.
3. Guardados de todos os lados. – Sal. 52:12.
4. Guiar-nos-á. – Jer. 3:4.

TRANSFORMAÇÃO ESPIRITUAL
Rom. 8:29

I – Como a imagem é produzida.
1. Modelando-a em barro. – Jer. 18:2,6; Isa. 64:8; 45:9.
2. Lavrando-a em cera ou barro. – Jó 38:14; II Tim. 2:19.
3. Refletindo-a num espelho. – II Cor. 3:18; Prov. 27:19.
4. Gravando-a em pedras preciosas. – Êx. 28:9-21.
5. Escrevendo-a em tábuas. – II Cor. 3:3.
6. Estampando-a em metal. – Mar. 12:16; II Crôn. 4:17.
7. Esculturando-a em madeira. – I Reis 6:18; Êx. 31:5.

II – A preparação necessária.
1. O barro deve ser cavado. – Isa. 51:1.
2. A cera deve ser derretida. – Sal. 22:14; 97:5.
3. O espelho deve ser polido.
4. As pedras devem ser cortadas. – Isa. 51:1; 1 Reis 5:17.
5. As pedras preciosas devem ser:
a) achadas. – Jó 28:6.
b) preparadas. – I Crôn. 29:2.
c) cortadas e assentadas – Êx. 31:5.
6. Os metais devem ser:
a) extraídos. – Jó 28:1-2; Prov. 2:4.
b) derretidos. – Prov. 17:3.
c) purificados. – Mal. 3:3; Prov. 25:4.
7. A madeira deve ser cortada. – I Reis 5:6.

O ÚLTIMO CONVITE DIVINO
Apoc. 22:17

I – A apropriada e suficiente provisão – “Água da Vida”.
1. Água produz Vida.
2. Limpa.
3. Frutifica.
4. Adapta-se a todos.
5. Redenção, reconciliação e regeneração.

II – Sublime e sincero convite – “Venha e tome” (ARC).
1. Quatro vezes repetido neste verso.
2. Escrito em sangue, em lágrimas, em dor e fadiga. Igrejas construídas para este propósito.

III – A condição segura e simples.
1. O clamor da religião cristã.
2. É simples porque todos podem entendê-lo.
3. É seguro porque não tem outra condição.
4. É somente vir. – João 6:37.

O EVANGELHO
Rom 1:16

I – Introdução.
1. A Bíblia reconhece um só “Evangelho”. – Gál. 1:7-9.
2. É o Evangelho que concorda com as Santas Escrituras.
– I Cor. 15:1-4.

lI – Como Funciona o Evangelho.
1. Salvo pela graça. – Tito 2:11; Rom. 5:17-18; Ef. 2:8.
2. Salvo pelo sangue de Jesus Cristo. – I Ped. 1:18-19; Heb. 9:19; I Cor. 6:20.
3. Salvo pela fé. – Atos 16:31; 10:43; Rom. 3:28.
4. Salvo pelas obras da fé. – Tia. 2:24-26; Mat. 7:16-20; 25:34-45.

III – Apelo.
1. Alguns estão construindo na areia das tradições humanas. – Mat. 7:24-27.
2. Não há outro fundamento que possa subsistir. – I Cor. 3:11; II Tim. 2:19.
3. É o fundamento dos apóstolos e profetas. – Efés. 2:20; II Tim. 3:16, 17.
4. Você está construindo neste eterno Evangelho?

AS TRÊS PORTAS

I – A porta humana – a entrada da vida e morte.
1. É a porta indecifrável – o coração.
a) Órgão pequeno, 15 centímetros de diâmetro, mas ninguém pode penetrá-lo. – Jer. 17:9.
2. Na ciência ou filosofia humana não há solução.
3. Deus é o único que o conhece. – Heb. 4:12; Apoc. 3:8.
a) Só Deus é que pode transformar o coração humano. – Ez. 36:25-27.
b) Necessita da cooperação humana. – Apoc. 3:20.
4. Abriremos esta porta, ou faremos como os habitantes de Belém?
– Luc. 2:7.

II – A porta do Evangelho – a entrada do descanso e paz.
1. O Evangelho é as boas novas. – Luc. 2:13,14.
2. Jesus ofereceu esse descanso ao povo. – Mat. 11:28-30.
a) Os judeus rejeitaram. – Jer. 6:16; Heb. 4:2.
b) A alma que hoje aceita o Evangelho de Jesus encontra descanso e paz. – João 14:27.
3. Muitos têm procurado fechar esta porta:
a) O paganismo e o romanismo corri suas perseguições.
b) As filosofias humanas etc.
4. Como conseguir entrar por esta porta? – João 5:39; Rom. 10:17.

III – A porta da graça – a entrada para a glorificação.
1. O homem, com toda sua sabedoria e recursos, não consegue abrir esta porta, uma vez fechada.
a) A experiência dos antediluvianos. – Gên. 7:16.
2. A porta da graça ainda está aberta, mas fechar-se-á.
3. Vivemos em tempos solenes. O conselho da Palavra divina. – Heb. 4:14,16.
Advertência. – Heb. 4:1,11,7.

O TRONO E A CRUZ
Gál. 2:20

I – A situação atual, as lutas e panacéias. Quais os motivos.
1. Egocentrismo. – Mar. 7:21-23.
a) O conselho de Jesus: “Amai-vos uns aos outros”.
b) Lares esfacelados.
2. Ignorância da verdade. – Gál. 2:20.
a) Não implica um princípio de servilismo ou passividade.
b) É demonstração duma grande vitória ganha. – Rom. 7:18-24.
(1) O maior inimigo de Antônio é Antônio.
(2) Jesus nos liberta deste dilema difícil. Rom. 8:1; Filip. 4:13.

II – O Trono e a Cruz.
1. Cada indivíduo tem um coração e duas pessoas o disputam: o “EU” e Jesus.
a) O êxito depende de quem reinar em seu próprio lugar.
2. Cada indivíduo tem uma cruz e foge dela preferindo que Jesus fique nela.
3. O “EU” deve ficar na cruz e Cristo no trono; caso contrário, a situação continuará a mesma, no lar, na igreja, na sociedade e nação.

III – Exemplos:
1. Os judeus. – Mat. 27:22.
a) Escolha funesta. Exemplo terrível.
b) A alma que hoje. aceita o Evangelho de Jesus encontra descanso e paz. – João 14:27.
3. Muitos têm procurado fechar esta porta:
a) O paganismo e o romanismo com suas perseguições.
b) As filosofias humanas etc.
4. Como conseguir entrar por esta porta? – João 5:39; Rom. 10:17.

TRÊS GRANDES ENGANOS
Luc. 12:13-21

Porque chamado louco?
I – Trocou a alma pelo corpo.
1. “Alma, come, bebe e folga”.
a) Era um grande engano.
b) Era o alimento do corpo.
2. A alma não se satisfaz com comida e bebida.
a) O que Jesus disse. – João 4:34.
b) A confirmação de Paulo. – Rom. 14:17.
3. O alimento recomendado. – João 6:27.

II – Pôs-se a si mesmo por Deus.
1. “Tens para muitos anos”.
2. O conselho de Tiago. – Tia. 4:13-15.
3. A vida é de Deus. – Dan. 2:21.
4. Muitos quiseram perpetuar seus reinos, mas fracassaram.
a) O homem nada sabe do “amanhã”. – Sal. 91:1.

III – Trocou a eternidade pelo tempo.
1. Pensou em muitos anos, “tempos”.
2. Esqueceu-se da eternidade.
3. Deus lhe respondeu com a eternidade.
a) O tempo contamos nesta vida; a eternidade, no porvir.
b) O conselho divino. – I Tim. 4:8; Mat. 6:33.

A QUEM DEVEMOS IR?
João 6:37

A multidão que seguia a Jesus, era interesseira.
I – Precisamos ter alguém a quem possamos ir.
1. Na vida.
a ) Com problemas.
b) Com temores.
c) Com pecados.
2. Na morte.
3. No dia do julgamento.
a) Necessitamos de um advogado.

II – A quem devemos ir?
1. Ao governo?
2. Aos educadores?
3. Aos nossos amigos e parentes?

III – Devemos ir a Jesus.
1. Ele pode nos auxiliar em cada caso.
2. Deus Lhe deu toda a autoridade.
3. Ele pagou nossos pecados sobre a cruz.
4. Ele morreu e ressuscitou – não devemos temer a morte.
5. Ele é nosso Advogado. – I João 2:1.

A GRANDE PASSAGEM
João 5:24

Conversão é a emigração da alma da morte para a vida.
I – O estado de morte – “Passou da Morte…”
Morte – é o lugar de :
1. Miséria – todos culpados, condenados.
2. Desamparo – sem força para resistir ou escapar.
3. Separação – pecado é morte e aliena da vida de Deus.

II – O estado da vida – “Passou da morte para vida”.
1. Libertação – vida significa liberdade, adquirida com o sangue de Jesus.
2. Abundância de vida. – João 10:10.
3. Felicidade – “Este meu filho estava morto e reviveu… e começaram a alegrar-se”.

III – A transição – “O que se crê passou…”
1. Uma passagem curta. Somente crer em Jesus.
2. Um passo seguro.
a) Não perecerá nenhum que confie em Jesus. – João 6:37; 5:24.
b) Pedro sobre as ondas do mar.
3. Uma passagem livre.
a) Qualquer poderá ir a Ele.
b) Ele é a porta.
4. A única condição. – João 5:24.

SATANÁS

SATANÁS, O DIABO
João 8:47

I – Sua existência.
1. Admitida por Jesus. – Luc. 8:12; 22:31; João 8:44.
2. Crida pelos apóstolos. – Atos 5:3; I Ped. 5:8; Efés. 6:10-12; Luc. 4:1-13.
3. Aceita pelos cristãos de todos os tempos.

II – Sua origem.
1. Criado por Deus e posto numa posição elevada nas cortes celestiais. – Sal. 148:1-5; Ez. 28:1-14.
2. Não conservou sua posição. Ambicionou ser igual a seu Deus, causa de sua queda. – Ez. 28:15, 17; Isa. 14:13, 14.
3. Foi expulso do Céu com os anjos rebeldes. – Ez. 28:17; Isa. 14:12; II Ped. 2:4; Apoc. 12:7-9.

III – Sua esfera de ação.
1. É neste mundo. – Jó 1:7.
2. Ele é o príncipe deste mundo. – II Cor. 4:4; João 14:30.
a) Os nossos primeiros pais, pela sua desobediência, entregaram a Satanás o domínio deste mundo. – Luc. 4:1-6.

IV – A astúcia de Satanás.
1. Ele tem muitos ardis. – II Cor. 2:11.
a) Por isso precisamos revestir-nos de toda a armadura de Deus para resistir-lhe. – Efés. 6:11.
b) Ele pode transformar-se em anjo de luz. – II Cor. 11:14; Ele se esforça por ensinar do seu próprio jeito. – II Cor. 4:4; João 8:32.
c) Ele faz prodígios e maravilhas. – II Tess. 2:9-10; Mat. 24:24.
2. É o autor e instigador de todo o mal. – João 8:44; I João 3:8.
3. Sua astúcia é limitada por Deus. – Jó 1:12; 2:6.

V – Seu fim.
1. Será destruído por Deus. – Apoc. 20.
a) Por mil anos estará preso. – V. 3.
b) Depois será solto por um pouco de tempo, para enganar os ímpios ressuscitados e atacar a cidade santa. – Vs. 7, 9 p.p.
c) A destruição final. – Vs. 9, 10.
O conselho divino. – Tia. 4:7.

RESISITIR AO DIABO
Tia. 4:7

I – O Inimigo. O Diabo.
1. Pessoal. – Mat. 4:10.
2. Poderoso. – I Ped. 5:8; II Cor. 2:11.

II – Nossa Atitude para com Ele: “Resistir”.
1. Resistir; não argüir. – Efés. 6:10,11.
2. Resistir; não comprometer-se. – Mat. 4:10,11.

III – A Promessa: “E ele fugirá de vós”
A vitória será:
1. Repentina.
2. Completa.

SATANÁS ENTRE OS SALVOS – Jó 1:6

A experiência de Jó. Satanás é um intruso gratuito. Os filhos de Deus. – Gên. 6:2.

I – Os melhores cristãos não estão isentos do maligno.
1. Isso deve levar-nos a continuar a reunir-nos com os santos.
a) Devem os santos cessar de reunir-se por causa de Satanás vir em seu meio?
2. Isso deve levar-nos a um exame próprio: “Senhor, sou eu?” Entre os doze, um foi o demônio e estava com o Senhor.
3. Isso deve levar-nos a vigiar enquanto oramos. – I Ped. 5:8.
4. Isso deve levar-nos a almejar a assembléia perfeita, no Céu, onde Satanás não entrará, e haverá perfeição.

II – Por que Satanás se reúne com os Filhos de Deus?
1. Para fazer mal aos santos.
a) Para acusá-los diante do Senhor.
b) Para distrair seus pensamentos das coisas celestes, e sobrecarregar o coração de cuidados e pesares da vida.
c) Para fazê-los criticar, em vez de tirarem proveito espiritual.
d) Para semear dissensões ainda mesmo no serviço santo.
e) Para desenvolver o orgulho no pregador, nos cantores, nos que oram, e nos que melhor se vestem e se apresentam.
f) Para esfriar o ardor, matando o zelo e a alegria espiritual.
2. Para fazer mal aos interessados.
a) Distraindo a atenção da verdade salvadora.
b) Levantando dúvidas.
c) Sugestionando aos interessados retardarem a conversão.
d) Arrebatando a semente semeada. .
e) Levando os interessados a olharem às fraquezas dos professos.

III – O poder para combater Satanás.
1. Sujeitando-nos a Deus. – Tia. 4:7-12.
2, Revestindo-nos da armadura de Deus. – Efés. 6:11.
3. Orando e vigiando. – II Ped. 5:8, 9.

SERMONETES (SERMÕES CURTOS)

QUATRO CHAMADAS DE CRISTO

1. “Vinde a Mim”. – Mat. 11:28. Eu sou o Redentor.
2. “Aprendei de Mim”. – Mat. 11:29. Eu sou o Ensinador.
3. “Vinde após Mim”. – Mat. 4:19. Eu sou o Mestre.
4. ‘”Permanecei em Mim”. – João 15:4. Eu sou a Vida.

QUATRO CHAMADAS DE JESUS

1. A chamada para o arrependimento. – Mar. 1:15.
2. A chamada para o serviço. – Mar. 1:17.
3. A chamada para a ressurreição. – João 5:28.
4. A chamada para possuir o Reino. – Mat. 25:34.

O TRÍPLICE CONVITE DE JESUS
Mat. 11:25-30

1. O convite para o aprendizado – “Vinde… e aprendei de Mim”. Cristo é o Mestre.
2. O convite para a obediência – “Tomai sobre vós o Meu jugo”: Cristo é o nosso Senhor.
3. O convite para a salvação – “E encontrareis descanso para as vossas almas”. Cristo é o nosso Salvador.

AOS PÉS DE JESUS
Luc. 1:31-46

1. Esteve aos Seus pés – em confissão.
2. Chorou aos Seus pés – em penitência.
3. Lavou Seus pés – em humilhação.
4. Enxugou Seus pés – em devoção.
5. Beijou Seus pés – em afeição.
6. Ungiu Seus pés – em adoração.

SEM CRISTO
Efés. 2:12

Estar sem Cristo é estar sem:
1. Deus – “Deus estava em Cristo”. – II Cor. 5:15.
2. Vida – “Eu sou a vida”. – João 14:6.
3. Luz – “Eu sou a luz do mundo”. – João 8:12.
4. Promessa – “Participantes da promessa em Cristo”. – Ef. 3:6.
5. Salvação – “Em nenhum outro há salvação”. – At. 4:12.
6. Esperança – “Não tendo esperança”. – Ef. 2:12.
7. Amor – “O amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. – Rom. 8:39.

A ÁGUA DA VIDA

1. Seu caráter.
a) Viva. – João 4:10.
b) Clara. – Apoc. 22:1.
c) Pura. – Apoc. 22:1.
d) Abundante. – Ez. 47:1-9.
e) Gratuita. – Apoc. 21:6.
2. A quem é oferecida.
a) Aos sedentos. – Apoc. 21:6.
b) Aos que quiserem. – Apoc. 22:17.
3. Como obtê-la.
a) Vir. – Apoc. 22:17.
b) Tomar. – Apoc. 22:17.

OS TRÊS APARECIMENTOS DE CRISTO
Heb. 9:24-28

1. Apareceu uma vez (v. 26) – PROPICIAÇÃO.
2. Aparece agora (v. 24) – INTERCESSÃO.
3. Aparecerá (v. 28) – MANIFESTAÇÃO.

O JOVEM RICO
Mat. 19:16-22

Histórico do incidente – Entretanto, ao jovem rico, que parecia ter tudo, “faltava-lhe uma coisa”, que era tudo. Eis o que ele tinha, ou “os quatro RR”:
1. Retidão – Retidão própria.
2. Riqueza – Riquezas mundanas apenas..
3. Respeitabilidade – Respeito social.
4. Religião: Religião tradicional e exterior. Faltava-lhe a verdadeira religião. Faltava-lhe Cristo no coração!

A MULHER SAMARITANA
João 4:1-26

Um caso desesperador. Jesus encontrou nela:
1. Ódio racial. – V. 9.
2. Materialismo grosseiro. – V, 15.
3. Imoralidade flagrante. – Vs. 16-19.
4. Religião formal. – V. 20.
Salvou-se, entretanto, tal qual estava, pela sua fé em Cristo.
– Vs. 35-42.

CONTRASTES NA PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO
Luc. 18:9-14

1. Dois homens diferentes – “um fariseu e o outro publicano”.
2. Duas orações diferentes – “Ó Deus, graças Te dou porque não sou como os demais homens…” – “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador”.
3. Duas atitudes diferentes – “o fariseu, estando de pé”. “O publicano… nem queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito”.
4. Dois resultados diferentes – o primeiro “não foi justificado”. O segundo “desceu justificado para sua casa”.

O CEGO DE JERICÓ
Luc. 18:35-43

Sete coisas que o cego fez:
1. Ouviu. – V. 36.
2. Clamou. – V. 38.
3. Chegou. – V. 40.
4. Disse. – V. 41.
5. Viu. – V. 43.
6. Seguiu-O. – V. 43.
7. Glorificou a Deus. – V. 43.

VISÕES DE PAULO

1. A visão de Damasco. Seu primeiro contato pessoal com Jesus Cristo; sua conversão. – At. 9:3-8.
2. A visão da Arábia. Sua formação teológica e preparo para o grande ministério entre os gentios. – I Cor. 12:1-4; Gál. 1:17.
3. A visão de Troas. Direção no serviço do Evangelho. – Atos 16:9-10.

JONAS, TIPO DE ISRAEL

1. Foi chamado para uma missão.
Israel, para uma missão mundial.
2. A princípio recusou obedecer ao plano divino.
Também Israel.
3. Jonas foi castigado.
Também Israel o foi.
4. Jonas foi preservado sobrenaturalmente.
Igualmente Israel.
5. Jonas arrependido e restaurado.
Israel, se se arrepender, o será.
6. Jonas, obediente, cumpriu a missão.
Igualmente Israel, afinal, a cumprirá.
7. Jonas foi bem sucedido em sua mensagem.
Também Israel o será. – Gên. 12:3.

PALAVRAS SUPERLATIVAS

A palavra mais elevada é DEUS.
A mais profunda é ALMA.
A mais comprida é ETERNIDADE.
A mais veloz é TEMPO.
A mais próxima é AGORA.
A mais negra é PECADO.
A mais rastejante é HIPOCRISIA.
A mais ampla é VERDADE.
A mais forte é RETIDÃO.
A mais terna é AMOR.
A mais doce é LAR.
A mais querida é MÃE.
A mais triste é NUNCA.

AFEIÇÃO MAL COLOCADA

1. O amor do dinheiro. – I Tim. 6:10. – Ilustrado em Judas.
– Mat. 26:15.
2. O amor do “eu”. – I Tim. 3:2. Ilustrado em Teudas. – At. 5:36.
3. O amor dos deleites. – II Tim. 3:4. Ilustrado em Baltazar.- Dan. 5.
4. O amor da preeminência. – III João 9. Ilustrado em Diótrefes.
5. O amor do mundo. – I Tim. 4:10. Ilustrado em Demas.
6. O amor das trevas. – João 3:19. Ilustrado em Judas. – João 13:20.
7. O amor da glória humana. – João 12 :43. Ilustrado nos príncipes dos judeus. – João 12 :42-43.

QUE HORAS SÃO?
I Crôn. 12:32

1. Hora do juízo. – I Ped. 4:17,18; Apoc. 14:7.
2. Hora de buscar ao Senhor. – Oséias 10:12.
3. Hora de acordar. – Rom. 13:11-14.
4. Hora de arrepender-se. – Atos 17:30,31.
5. Hora de preparar-se. – I Cor. 7 :29-31.
(O tempo está curto – é mais tarde do que pensamos; a salvação está mais próxima. – Rom. 13 :11 e 12).
6. Hora de pedir a chuva serôdia. – Zac. 10:1.
7. Hora de Deus intervir. – Sal. 119 :126.
APELO: É já a última hora. – II João 2:18. Hora de necessidade pessoal. – Heb. 4:16.

QUATRO CLASSES DE RELIGIÃO
Mat. 7:21-27

Que é RELIGIÃO? Aplicado o texto à religião. Há quatro atitudes do homem para com a religião:
I – Religião de profissão. – V. 21.
II – Religião de mérito – V. 22.
III – Religião de ouvido – V. 26.
IV – Religião de prática. – V. 24.

AS MELHORES COISAS

1. A melhor teologia: uma vida realmente cristã.
2. A melhor filosofia: uma mente tranqüila, que sente a aprovação celestial.
3. A melhor lei: a de Deus, com seus dez mandamentos.
4. A melhor política: aplicar a regra áurea.
5. O melhor banco para depositar dinheiro: o do céu.
6. A melhor educação: a que se consegue por meio do constante estudo da Palavra de Deus.
7. O melhor governo: baseado no domínio próprio.
8. A melhor ciência: extrair mel das amarguras.
9. A melhor arte: gravar na memória os melhores ideais e as belezas naturais.
10. As melhores ondas: as que levam a felicidade aos corações obscurecidos, como as de “A Voz de Profecia”.
11. A navegação mais segura: Ter Cristo Jesus como Piloto no mar da vida.
12. A melhor obra de engenharia: construir uma ponte por cima do rio da morte.

OS ESCRITOS DE DEUS

1. Sua marca sobre o homem por causa do pecado. – Gên. 4 :15; Ez. 18:4; Rom. 6:23.
2. Sua Lei dada no Sinai para conhecimento do pecado. Ex. 31:18; Deut. 4:13; Rom. 3:19-20; Luc. 10:25-28.
3. O escrito na parede: o juízo por causa do pecado. – Dan. 5:5,24-28; Rom. 3:9-10; Jer. 2:22.
4. Sua escrita sobre a terra: perdão para o pecado. – João 8:2-11; I João 1:9; 2:1-2; At. 16:30-31.
5. Sua escrita sobre o homem por causa da Redenção. -. Apoc. 3:12; 22:4.
6. Seu uso dos crentes como cartas vivas. – II Cor. 3:3; Jer. 31:33-34; Heb. 8:10-11.

ALGUMAS COISAS NOVAS
II Cor. 5:17

1. A nova Jerusalém – um novo centro. – Apoc. 21:2.
2. O novo mandamento – uma nova regra. – João 13:34.
3. Um novo caminho – um novo acesso a Deus. – Heb. 10:20.
4. Um novo odre – regeneração. – Luc. 5:38.
5. Um novo vestido – justiça de Deus. – Luc. 5:36.
6. Um novo vinho – alegria do Espírito Santo. Luc. 5:38; Gál. 5:22.
7. Um novo norte – um novo caráter. – Apoc. 2:17.

ACONTECEU À NOITE

1. Um julgamento terrível. – Êx. 12:29.
2. Uma visão proveitosa. – I Reis 3:5; Gên. 28.
3. Uma inspeção necessária. – Nee. 2:12-15.
4. Uma prova com leões. – Dan. 6:16-22.
5. Uma fuga inspirada. – Mat. 2:13-14.
6. Um susto inesperado. – Mat. 14:25,26.
7. Uma vigília alegre. – Luc. 2:8-11.
8. Uma entrevista secreta. – João 3:2.
9. Uma libertação feliz. – Atos 12:6-10.
10. Um culto de louvores. – Atos 16:25.
11. Uma traição negra. – I Cor. 11:23.

COISAS QUE DEVEMOS CONSIDERAR

1. Nosso Sumo Sacerdote – Jesus Cristo, nosso Salvador. – Heb. 3:1.
2. Quão grandes coisas Deus nos fez! – A bondade de Deus.
– I Sam. 12:24.
3. Os lírios do campo – o cuidado de Deus. – Mat. 6 :23.
4. Os corvos – a provisão de Deus. – Luc. 12:24.
5. As formigas – a sabedoria de Deus. – Prov. 6:6.
6. Os céus – a grandeza e a glória de Deus. – Sal. 8:1.
7. Uns aos outros – o amor de Deus. – Heb. 10:24.

COISAS DESEJÁVEIS
lI Tess. 1

1. Uma Fé que cresce. – V. 3.
2. Um Amor abundante. – V. 3.
3. Uma Paciência que suporta. – V. 4.
4. Um Sofrimento justo. – Vs. 5-7.
5. Uma Glória admirável. – V. 10.
6. Uma Recomendação digna. – V. 11.
7. Uma Obra poderosa. – V. 11.

A VIRTUDE DA HOSPITALIDADE

Ensinada. – Rom. 12:13; 1 Ped. 4:9.
Exigida do ministro. – I Tim. 3:2; Tito 1:8.
Uma prova de caráter cristão. – I Tim. 5:10.
Deve-se dar hospitalidade, principalmente aos:
Forasteiros. – Heb. 13:2.
Pobres. – Isa. 58:7; Luc. 14:13.
Inimigos. – II Reis 6:22,23; Rom. 2:2.

TRÊS ÁRVORES

I – A árvore da provação – Gên. 2:16-17; 3:1-15.
O homem é um ser responsável.
1. A vontade: poder para escolher, obedecer ou desobedecer.
2. O ato: tomou do fruto proibido, insurgindo-se contra Deus.
3. O resultado: vergonha, medo, sofrimento, morte.

II – A árvore da redenção – I Ped. 2:24.
1. “Ele mesmo” – A pessoa.
2. “Levou nossos pecados” – A obra.
3. “Para que nós… vivamos para a justiça” – O objeto.
A nova vida está baseada sobre a salvação eterna.

III – A árvore da restauração – Apoc. 22:1.
1. É restaurada a árvore perdida em Gên. 3.
2. É símbolo de união perfeita com Deus, de perfeita felicidade no coração.
3. Ambiente glorioso para toda a eternidade.
4. A serpente não poderá entrar no paraíso celestial. – Apoc. 20:10.

O NÚMERO 7

Fatos escolhidos de diferentes ramos do conhecimento humano em que aparece o número 7:
OS 7 SÁBIOS DA GRÉCIA: Sólon, Míson, Quílon, Tales de Mileto, Cleóbulo, Pítaco e Bias.
AS 7 MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO: Farol de Alexandria, Colosso de Rodes, Jardins Suspensos de Babilônia, Pirâmides do Egito (Quéfren e Miquerinos), Túmulo de Mausolo, Estátua de Júpiter no Olimpo, o Templo de Diana em Éfeso.
OS 7 REIS QUE GOVERNARAM EM ROMA DE 754 a 510 A.C.: Rômulo, Numa Pompílio, Anco Márcio, Tulo Antílio, Tarquínio Prisco, Marco Túlio e Tarquínio Soberbo.
OS 7 POETAS DA PLÊIADE DE RONSARD: Joaquim de Bellay, Antoine de Baif, Dorat, Remi Belleau, Jodelle, Penthos de Thyard e Ronsard.
AS 7 CORES: Vermelho, Verde, Violeta, Alaranjado, Azul, Anilado e Amarelo.
AS 7 COLINAS DE ROMA ANTIGA: Janículo, Capitolino, Palatino, Esquilino, Aventino, Quirinal e Célio.
AS 7 ÓPERAS DE CARLOS GOMES: Maria Tudor, Fosca, Escravo, Guarani, Salvador Rosa, Joana de Flandres e A Noite do Castelo.
OS 7 POETAS DA PRIMEIRA PLÊIADE: Lícofrom de Cálcis, Alexandre o Etólio, Filisco de Corcira, Homero de Bizâncio, Sociteu de Alexandria, Sosífano de Siracusa e Eântides de Tarso.
E muitos outros exemplos poderiam ser adicionados, como estes: as 7 notas da escala musical, as 7 igrejas de Roma, as 7 estrelas principais da Plêiade, as 7 filhas de Atlas, os 7 dias da Semana, os 7 poetas da Plêiade fictícia formada no reinado de Luiz XIV, a doença dos 7 dias (dos recém-nascidos), a guerra dos 7 anos, a guerra dos 7 chefes (Tebas), as 7 Partidas (código espanhol) etc.

O BEIJO

O beijo considerado no bom sentido do termo, é o símbolo do amor, da intimidade e da confiança. É chamado pelos poetas de “perfume de amor, selo de Cupido, dívida dos namorados, linguagem do amor, néctar dos deuses, selo do amor”, etc. Era usado na sociedade judaica. Hoje, entre as senhoras e jovens; a mãe e o bebê. Há seitas que o usam, com a designação de “ósculo santo”.
Há na Bíblia cerca de 39 trechos que se referem ao beijo, que podemos assim classificar:
1. O beijo da afeição. – Gên. 27:26-27.
2. O beijo da saudação. – I Sam. 20 :41.
3. O beijo da despedida. – Rute 1:9.
4. O beijo da reconciliação. – II Sam. 14:33.
5. O beijo da humildade. – Sal. 2:12.
6. O beijo da aprovação. – Prov. 7:13.
7. O beijo do amor cristão (ósculo santo). – II Cor. 16:20.
8. O beijo da traição. – Mat. 26:49.
9. O beijo da adoração. – I Reis 14:18.

UM MAU NEGÓCIO
Mar. 8:36

Se uma pessoa pudesse ganhar o mundo inteiro e perdesse a sua alma, faria com isso um péssimo negócio.
1. Mau negócio porque a alma vale infinitamente mais.
2. Mau negócio porque o homem, mesmo em vida, pode perder tudo.
3. Mau negócio porque o homem nada leva para o além.
4. Mau negócio porque não é possível desmanchá-lo.

TRÊS OLHARES – Sal. 90:12

1. Para o passado – Retrospectivo – Para trás: “Lembra-te, pois, donde caíste”. – Apoc. 2:5.
2. Para o presente – Introspectivo – Para dentro: “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé”. II Cor. 13:5; cf. I Cor. 11:28.
3. Para o futuro – Prospectivo – Para adiante: “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo”. – Tito 2:13.

O MUNDO, O DIABO E A CARNE

Demas caiu por causa do Mundo. – II Tim. 4:10.
Pedro caiu por causa do Diabo. – Mat. 16:23.
Davi caiu por causa da Carne. – II Sam. 11:2-4.

QUATRO ESPÉCIES DE TESOUROS

1. ISRAEL – “Tesouro escondido no campo”. – Mat. 13:44; Ex.19:5; Sal. 135:4; Mal. 3:17.
2. TESOURO TERRENO – Riquezas monetárias, incertas. – Luc. 12:15-21; Tia. 5:3; Mat. 6:19.
3. TESOURO EM VASOS DE BARRO – Cristo. – II Cor. 4:7; Isa. 33:6; Mat. 13:52.
4. TESOURO NO CÉU – Recompensa da fidelidade. – Mat. 6:20-21; I Ped.1:3-5; Mat. 19:21.

TRÊS GRANDES DIAS
1. O Dia da Morte – Desconhecido – Gên. 27:2.
2. O Dia da Salvação – Agora – Cor. 6:2.
3. O Dia do Juízo – Marcado – Atos 17:31; II Pedro 2:9.

A GLÓRIA DA VIDA

“A glória da vida é amar, não ser amado; é dar, não receber; é servir, e não ser servido; ser a outros uma mão forte na escuridão e em tempo de necessidade; ser uma taça de alento a qualquer alma numa crise de fraqueza – isto é conhecer a glória da vida”.

FONTES DE PODER
At. 1:8

1. Poder mediante a fé. – Dan. 11:32; Luc. 17:5-6.
2. Poder mediante a oração. – Mat. 7:7-8. – Tia. 5:16.
3. Poder mediante a palavra. – Col. 3:16; I João 2:14.
4. Poder mediante a comunhão com Cristo. – Ef. 3:16-21; Gál. 2:20.

SEIS COISAS PRECIOSAS

1. A preciosa prova de nossa fé. – I Ped. 1:7.
2. O precioso sangue de Cristo. – I Ped. 1:19.
3. A preciosa pedra viva. – I Ped. 2:4.
4. A preciosa pedra de esquina. – I Ped. 2:6.
5. A preciosa fé. – II Ped. 1:1.
6. As preciosas promessas. – II Ped. 1:4.

COISAS QUE VALEM MAIS QUE O DINHEIRO

1. A saúde. – Atos 3:6.
2. O bom nome. – Prov. 22:1.
3. A sabedoria. – Prov. 16:16.
4. A salvação. – Mar. 8:36.

DEUS CONHECE – II Tim. 2:19

1. Deus conhece os nossos corações. – Sal. 44:21; 139:1,23,24; I Crôn. 28:9; Prov. 17:3;’Rom. 8:27; Apoc. 2:23.
2. Deus conhece o caminho dos justos. – Sal. 1:6.
3. Deus conhece os que confiam nEle. – Naum 1:7.
4. Deus conhece as Suas ovelhas. – João 10:14.
5. Deus conhece os Seus. – II Tim. 2:19.

SETE ADVERTÊNCIAS DA BÍBLIA

1. Guardai-vos dos falsos cristos. – Mat. 24:24.
2. Guardai-vos dos falsos profetas. – Mat. 7:15.
3. Guardai-vos do fermento dos fariseus. – Mar. 8:15.
4. Guardai-vos do fermento dos escribas. – Mar. 8:38.
5. Guardai-vos de cairdes como presas. – Col. 2:8.
6. Guardai-vos da avareza. – Luc. 12:15.
7. Guardai-vos dos maus obreiros. – Filip. 3:2.

ESTUDOS EM SETE

I – Sete Coisas Santas.
1. Palavra santa. – Rom. 1:2.
2 . Lei santa. – Rom. 7:12.
3. Dia santo. – Isa. 58:13.
4. Nome santo. – Isa. 57:15.
5. Dinheiro santo. – Lev. 27:30-32.
6. Templo santo. – I Cor. 3:17.
7. Cidade Santa. – Apoc. 21:2 e 10.

II – Sete Coisas Sãs.
1. Fé sã. – Tito 2:2.
2. Doutrina sã. – II Tim. 4:3.
3. Palavra sã. – Tito 2:8.
4. Mente sã. – II Tim. 1:7.
5. Sabedoria sã. – Prov. 2:7.
6. Caridade sã. – Tito 2:2.
7. Paciência sã. – Tito 2:2.

III – Sete Causas de Queda.
1. Orgulho. – Prov. 16 :18.
2. Ignorância. – Oséias 4:14.
3. Riquezas. – Prov. 11:28.
4. Língua perversa. – Prov. 17:20.
5. Coração duro. – Prov. 28:14.
6. Falsa liderança. – Mat. 15:14.
7. Raiz superficial. – Luc. 8:13.

IV – Sete Coroas.
1. Coroa da graça. – Sal. 103:4.
2. Coroa do conhecimento. – Prov. 14:18.
3. Coroa de regozijo. – I Tess. 2:19.
4. Coroa da justiça. – II Tim. 4:8.
5. Coroa da glória. – I Ped. 5:4.
6. Coroa de honra. – Heb. 2:7.
7. Coroa da vida. – Tia. 1:12.

V – Sete Coisas que dão Alegria.
1. Verdade. – I Cor. 13:6.
2. Esperança. – Rom. 12:12.
3. Misericórdia. – Sal. 31:7.
4. Salvação. – Isa. 25:9.
5. Trabalho. – Ecl. 5 :19.
6. Bondade. – II Crôn. 6:41.
7. Recompensa. – Mat. 5:12.

VI – Sete Sinais do Néscio.
1. Boca do néscio. – Prov. 15:2,14.
2. Olhos do néscio. – Prov. 17:24.
3. Canção do néscio. – Ecl. 7:5.
4. Ira do néscio. – Ecl. 7:9.
5. Pecado do néscio. – Prov. 14:9.
6. Conhecimento do néscio. – Prov. 1:22.
7. Riso do néscio. – Ecl. 7:6.

VII – Sete Coisas no Coração. – Sal. 51:10.
1. Cristo no coração. – Efés. 3:17.
2. Espírito no coração. – II Cor. 1:22.
3. Palavra no coração. – Sal. 119:11.
4. Verdade no coração. – Sal. 15:2.
5. Lei no coração. – Sal. 40:8.
6. Amor no coração. – Rom. 5:5.
7. Alegria no coração. – Ecl. 5:20.

VIII – Sete Coisas Vãs.
1. Beleza vã. – Prov. 31:30.
2. Religião vã. – Tia. 1:26.
3. Conversação vã. – I Pedro 1:18.
4. Adoração vã. – Mat. 15:9.
5. Glória vã. – Gál. 5:26.
6. Pregação vã. – I Cor. 15:4.
7. Trabalho vão. – I Tess. 3:5.

IX – Sete Tempos – Ecl. 3:1-8.
1. Tempo do fim. – Dan. 12:9.
2. Tempo de ignorância. – Atos 17:30.
3. Tempo de reforma. – Heb. 9:10.
4. Tempo de colheita. – Mat. 13:39.
5. Tempo de juízo. – I Ped. 4:17.
6. Tempo de angústia. – Dan. 12:1.
7. Tempo de necessidade. – Heb. 4:16.

X – Sete Habilidades do Todo-Poderoso.
1. Capaz de livrar. – Dan. 3 :17.
2. Capaz de submeter. – Fil. 3 :21.
3. Capaz de dar. – II Crôn. 25:9.
4. Capaz de socorrer. – Heb. 2 :18.
5. Capaz de guardar. – Judas 24.
6. Capaz de fazer. – Efés. 3 :20.
7. Capaz de salvar. – Heb. 7:25.

XI – Sete Sinais da Vinda de Cristo.
1. Sinais no mundo político. – Luc. 21:25.
2. Sinais no mundo científico. – Dan. 12:4.
3. Sinais no mundo natural. – Luc. 21:11.
4. Sinais no mundo social. – Mat. 24:36-39.
5. Sinais no mundo doméstico. – II Tim. 3:1-6.
6. Sinais no mundo industrial. – Tia. 5:1-6.
7. Sinais no mundo religioso. – II Ped. 3:3, 4.

XII – Sete Ciladas da Vida.
1. A cilada da mesa. – Sal. 69:22.
2. A cilada dos lábios. – Prov. 18:7.
3. A cilada do temor. – Prov. 29:15.
4. A cilada dos ornamentos. – Juí. 8:27.
5. A cilada da obra das mãos. – Sal. 9:16.
6. A cilada da vinda de Cristo. – Luc. 21:34,35.
7. A cilada do dinheiro. – II Tim. 6:9,10.
XIII – Sete Pais da Bíblia.
1. Noé, pai justo. – Gên. 7:1.
2. Abraão, pai fiel. – Gên. 18:19.
3. Jacó, pai parcial. – Gên. 37:3 e 4.
4. Eli, pai negligente. – I Sam. 3:13.
5. Jó, pai dos necessitados. – Jó 29:16.
6. O pai perdoador do filho pródigo. – Luc. 15:20.
7. Jesus, Pai eterno. – Isa. 9:6.

XIV – Sete Mães da Bíblia.
1. Eva, mãe de todos. – Gên. 3:20.
2. Joquebede, mãe de Moisés. – Êx. 2:1-9; 6:20.
3. Débora, mãe em Israel. – Juí. 5:7.
4. Ana, mãe de Samuel. – I Sam. 1:20,22.
5. Eunice, mãe de Timóteo. – II Tim. 1:5.
6. Isabel, mãe de João. – Luc. 1:13-16.
7. Maria, mãe de Jesus. – Luc. 2 :34,40,51.

A HISTÓRIA DA NOVA CRIAÇÃO
Gên. 1; II Cor. 4:4-6

A nova criação é tipificada pela primeira criação. A comparação se acha em II Cor. 4:4-6… Notemos:
1. A escuridão (cegueira) que caiu sobre os perdidos.
2. A ordem: “Haja luz”.
3. A luz é a iluminação do conhecimento da glória de Deus.
– II Cor. 4:6.
4. Ela produz a nova criação. O conhecimento de Deus na Pessoa de Cristo. – João 17:3. Vejamos:
a) Perdidas na escuridão – Pecado.
b) A luz ordenada – Evangelho.
c) A luz concedida – Salvação.
d) A liberdade desfrutada – no Espírito.
e) O amor em ação – Frutos.

ADÃO
I Cor. 15:45-49; Rom. 5:24

O primeiro homem era o primeiro Adão, e Cristo o segundo Adão.
1. Adão era o cabeça da humanidade perdida. – Jesus, o Cabeça da humanidade redimida.
2. Adão, pela sua falta de fé, desobediência e pecado, trouxe a morte sobre seus descendentes. – Jesus, pela Sua obediência e morte de expiação, trouxe a vida, resgatando assim o que Adão perdera.
3. Adão lutou com o Tentador e perdeu. – Jesus lutou com o Tentador e venceu.
4. Adão é membro da família humana. – Cristo é membro da família divina.
5. Adão caiu, e com ele o mundo inteiro. – Cristo Se apresenta, e com Ele levanta a cabeça toda a Sua posteridade.
6. Em Adão fomos merecedores de toda cólera de Deus. – Com Cristo nós a arrostamos.
7. Por Adão acabamos no túmulo. – Por Cristo o túmulo é a porta da vida.
8. Por Adão fomos lançados num leito de trevas. – Por Jesus somos revestidos para sempre de uma vestidura de luz.
9. A queda e a ruína de Adão foram grandes, mas é maior ainda a salvação que está em Cristo.

ESBOÇO DE HEBREUS 2:3

1. A salvação é grande.
a) Porque é divina.
b) Porque é grátis.
c) Porque é completa.
d) Porque é suficiente.
e) Porque é universal e eterna.
2. A necessidade do apelo. – Heb. 8:9; Mat. 22:5.
3. A base do apelo. – Heb. 1:1,2.
4. A urgência do apelo. – Heb. 1:1.
5. A razão do apelo. – Heb. 1:1,2.

O CHAMADO DE ISAÍAS
Isa. 6:1-8

I – O Vidente – Vs. 1-5.
1. Viu a Cristo. – V. 1.
2. Viu o trono de Cristo quando os tronos terrenos estavam cambaleantes. – V. 1.
3. Viu a santidade do Senhor, através da qual descobriu sua pecaminosidade. – Vs. 3,5.
4. Viu a glória do Senhor enchendo a terra, como acontecimento futuro. – V. 3; Isa. 40:5.

II – O Pecador.
1. Houve convicção. – V. 5.
2. Houve contrição. – V. 5.
3. Houve confissão. – V. 5.
4. Houve purificação. – Vs. 6,7.
5. Houve consagração. – V. 8.

LIBERTAÇÃO
Salmo 46

I – De Israel.
Êxodo 14:30; 1 Sam. 14:15; II Crôn. 14:12; 20:22; 32:21.

II – Exemplos Divinos de Libertação.
1. Ló – Gên. 19:16.
2. Davi. – I Sam. 17:37.
3. Jovens hebreus. – Dan. 3:27.
4. Daniel. – Dan. 6:2.
5. Jonas. – Jon. 1:17.
6. Os apóstolos. – Atos 5:18-19.
7. Pedro. – Atos 12:7.
8. Paulo e Silas. – Atos 16:26.

III – Promessas aos Crentes.
1. Jó 5:19; Salmo 91:3; 116:8; Isa. 46:4.
2. I Cor. 10:13; II Cor. 1:10; II Tim. 4:18.
3. Heb. 2:15; II Ped. 2:9.
Isa. 43 :1-2; 49:15-16.

ABUNDANTES DÁDIVAS ESPIRITUAIS

1. Alegria abundante. – Sal. 36:8; 16:11.
2. Vida abundante. – João 10:10; Sal. 91:16.
3. Graça abundante. – II Cor. 9:8.
4. Poder abundante. – Ef. 3 :20.
5. Suprimento abundante. Fil. 4:19.
6. Entrada abundante. – II Ped. 1:11.
7. Benignidade abundante. – Sal. 86:5.

CONTATO PESSOAL

1. Aperto de mão – Expressão de amizade e auxílio.
a) Jonadabe e Jeú. – II Reis 10:15.
b) A menina curada por Jesus. – Mat. 9:25.
c) Os endemoninhados. – Mar. 9:27.
d) O homem coxo curado por Pedro, – Atos 3:7.
c) Dorcas ressuscitada por Pedro. – Atos 9:41.
2. A Igreja, o sal – salva pelo contato.
a) Mat. 5:13; Mar. 9:50; Luc. 14:34.
3. O contato pessoal – restaurando mortos.
a) Por Elias. – I Reis 17:21-22.
b) Por Elizeu. – II Reis 4:34-35.
c) Por Pedro. – Atos 9:41.

O CONTATO COM CRISTO

1. Trouxe cura aos que O tocaram.
a) Mat. 9:20 ; 14:34-36.
Mar. 3:10; Luc. 6:19.
2. Trouxe saúde e conforto.
a) O toque purificador. – Mat. 8:3.
b) O toque antitérmico. – Mat. 8:15.
c) O toque iluminador. – Mat. 9:29-30.
d) O toque ressuscitador. – Mat. 17:7; 20:34.
e) O toque restaurador. – Mar. 7:33,35.
f) O toque sobre as crianças. – Mar. 10:13,16.
g) O toque curador. – Luc. 22:51.

CLAMOR POR LIVRAMENTO
Sal.  40:1-3

1. Paciência – “Esperei com paciência no Senhor”.
2. Oração – “E Se inclinou para mim e ouviu o meu clamor”.
3. Redenção – “Livrou-me dum lago horrível, dum charco de Iodo”.
4. Firmeza – “Pôs meus pés sobre a rocha”.
5. Estabilidade – “Firmou meus passos”.
6. Louvor – “Pôs um novo cântico na minha boca: um hino de glória ao nosso Deus”.
7. Publicidade – “Muitos O verão”.

SOFRIMENTO – PROVAÇÕES. PACIÊNCIA

A ORIGEM DO SOFRIMENTO – Isa. 43:2

I – O Plano Perfeito de Deus.
1. O caminho de Deus é perfeito. – Sal. 18:30.
2. Perfeita a criação de Deus. – Gên. 1:31.

II – Lúcifer Prejudica o Plano de Deus.
1. Origem do pecado. – I João 3:8.
2. Natureza original de Lúcifer. – Eze. 28:15.
3. Maus traços em Lúcifer. – Isa. 14:13,14.

III – O Pecado Entra no Mundo.
1. A natureza original do homem. – Gên. 1:27.
2. A base da felicidade humana. – Gên. 2:16-17.
3. O resultado da desobediência, – Gên. 3:16-17.
4. O salário do pecado. – Rom. 5:12.
5. O sofrimento de um mundo pecaminoso. – Rom. 8:22,23.

IV – Deus e o Sofrimento Humano.
1. A causa do sofrimento e da morte. – Rom. 6:23.
2. O espírito em que Deus castiga. – Deut. 8:5.
3. Compaixão na aflição. – Lam. 3:31-33.
4. Promessa de conforto e auxílio. – Is. 43:2.

HOMENS QUE SUPORTARAM O SOFRIMENTO
Rom. 8:18

I – Exemplos de Fé e Paciência.
l. Abraão, Jacó, Moisés, Paulo. – Tia. 5:10.

II – Abraão Suporta a Prova.
1. Sustido pela fé. – Heb. 11:17-19.
2. O caráter de Abraão. – Gên. 22:12.

III – Jacó Enfrentou a Tristeza e a Morte.
1. Encontro do patriarca com Esaú. – Gên. 32:7.
2. Triunfante em tempo de crise. – Gên. 32:24-28.
3. O tempo de “angústia para Jacó”. – Jer. 30:7.

IV – Como Moisés se Manteve na Prova.
1. Fé na recompensa eterna. – Heb. 11:24-27.
2. Quando a fé enfraqueceu. – Núm. 20:7-11.
3. O pecado da incredulidade. – Núm. 20:12.
4. O testemunho final de Moisés. – Deut. 33:27.

V – Os Sofrimentos e Triunfos de Paulo.
1. Paulo e Silas na prisão. – Atos 16:22-25.
2. Regozijo nas enfermidades. – II Cor. 11:23-28; 12:10.
3. Triunfo na perseguição. – Rom. 8:37.
4. O último bem resultante do sofrimento. – Rom. 5:3-5.

VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA
Sal. 34:19

I – Introdução – Um homem que enfrentou muitas crises.
II – Um Jovem de Fé.
1. Preparo espiritual. – I Sam. 16:13.
2. Andando com Deus. – I Sam, 16:18.
3. Fé em tempo de perigo. – I Sam. 17:45,47.

III – Davi Sofre às Mãos de Saul.
1. O ciúme de um rei. – I Sam. 18:29.
2. Davi rodeado de perigos. – I Sam. 20:3.
3. Deus dá forças. – Sal. 18:3-6.

IV – Davi Sofre as Conseqüências de Seu Pecado.
1. O pecado é revelado. – II Sam, 12:9,10.
2. Tristeza após o arrependimento. – II Sam. 12:15-18.
3. Os filhos de Davi o desonram. – II Sam. 13:28, 29; 15:10, 14.
4. A humilhação do rei. – II Sam. 15:30.
5. A perda de Absalão. II – Sam. 18:33.

V – Acima da Tragédia.
1. Deus é um escudo. – Sal. 3:1-5.
2. Deus é meu refúgio. – Sal. 27:5; 34:19; 57:1.

JÓ, UM HOMEM EXPERIMENTADO E PROVADO
Jó 23:10

I – Introdução – Um Santo Sofre por sua Fé.
II – A Integridade de Jó.
1. O testemunho de Deus. – Jó 1:8.
2. A acusação de Satanás. – Jó 1:9-11.
3. Deus permite a aflição. – Jó 1:12.
4. Ferido pela doença. – Jó 2:7.
5. O conselho da esposa de Jó. – Jó 2:9.
6. Atitude dos parentes e amigos. – Jó 19:13-14.

III – A Prova da Argumentação Falsa.
1. O ponto de vista de Elifaz. – Jó 4:7.
2. A asserção de Bildade. – Jó 8:4.
3. Acusação de má conduta. – Jó 22:5-9.
4. A dificuldade é resultado do pecado. – Jó 22:10,11.

IV – A Vitória de ló.
1. Confissão de fé de Jó. – Jó 23:10.
2. Capacidade de aprender das provas. – Jó 13:15-16.

V – A Fé de Jó é Recompensada.
1. Visão da grandeza de Deus. – Jó 40:3,4; 42:6.
2. Completo livramento. – Jó 42:10.
3. Um exemplo para os cristãos. – Tia. 5:11.

POR QUE JESUS SOFREU
Filip. 3:10

I – Introdução – Jesus “O Varão de Dores”.

II – Nosso Exemplo no Sofrimento.
1. O mistério de Deus na carne. – João 1:1,14.
2. Nas Suas pisadas. – I Ped. 2:21.
3. Semelhante aos irmãos. – Heb. 2:17.
4. Feito pecado por nós. – II Cor. 5:21.
5. Apto para salvar. – Heb. 2:18.

III – O que Cristo Aprendeu pelos Sofrimentos.
1. Aprendeu a obediência. – Heb. 5:8.
2. Aperfeiçoado pelos sofrimentos. – Heb. 2:10.
3. Simpatiza com nossas enfermidades. – Heb. 4:15.

IV – A Revelação do Amor Divino.
1. Ele sofreu por nós. – I Ped. 4:1.
2. Entristeceu-se pela rejeição de Seu amor. – Mat. 23:37; Luc. 19:41-42.
3. Ele simpatiza conosco na tristeza. – João 11:33,35.

V – Participação dos Sofrimentos de Cristo.
1. Participantes com Cristo. – I Ped. 4:12,13.
2. O dom do amor. – Rom. 5:8.
8. Deus sente conosco. – Isa. 63:9.

A PRESENÇA DE DEUS COM O SOFREDOR
I Pedro 5:7

I – Introdução – Não Estamos Sozinhos.

II – A Agonia da Solidão.
1. O desalento de Elias. – I Reis 19:4,14.
2. Davi sente-se isolado. – Sal. 10:1; 13:1.
3. Profecia da solidão do Messias. – Is. 63:3.
4. O grito agonizante de desamparo de Cristo. – Mat. 27:46.
5. A solidão de Paulo na prisão. – II Tim. 4:16,

III – Deus Está ao Nosso Lado.
1. O consolador do apóstolo. – II Tim. 4:17,18.
2. Os carros e cavalos de Deus. – II Reis 6:15-17.
3. O quarto companheiro. – Dan. 3:24,25.

IV – Nosso Refúgio e Fortaleza.
1. A fonte de conforto. – II Cor, 1:3.
2. Preparo para ajudar a outrem. – II Cor. 1:4.
3. Promessa de auxílio. – Isa. 41:10.

V – Conforto na Tristeza.
1. Participantes dos Sofrimentos de Cristo. – II Cor. 1:5.
2. A vara e o cajado. – Sal. 23:4.
3. Um lugar para os nossos cuidados. – I Ped. 5:7.

O QUE O SOFRIMENTO PODE FAZER
II Tim. 2:12

I – Introdução – O Propósito do Sofrimento para nós.

II Como Enfrentar as Provas.
1. Aceitar com alegria. – Tia. 1:2.
2. Fruto da correção. – Heb. 12:11.
3. Desenvolve a paciência. – Rom. 5:3.
4. Paciência, a meta cristã de perfeição. – Col. 1:10,11; Apoc. 14:12.

III – A Aflição Tem Suas Bênçãos.
1. Leva à obediência. – Sal. 119:67,71.
2. Faz reconhecer o pecado. – Sal. 25:18.
3. Manifesta as obras de Deus. – João 9:3.

IV – O Sofrimento, Preparo para Encontrar a Deus.
1. Prepara-nos para a volta de Cristo. – I Ped. 5:10.
2. Prepara-nos para reinar com Ele. – II Tim. 2.12.
3. Prepara o caminho para dar testemunho. – Luc. 21:12,13.

V – Pelas Provas à Perfeição.
1. O sofrimento edifica o caráter. – I Ped. 5:10.
2. Deus castiga com amor. – Heb, 12:5,6.
3. O cristão sofre perseguição. – II Tim. 3:12.
4. Promessa de vitória. – Tia. 1:12.

ALÉM DAS TREVAS DA MORTE
Sal. 48:14

I – Introdução: A Esperança do Cristão.

II – O Doador da Vida.
1. Nosso Deus para sempre. – Sal. 48:14.
2. O Príncipe da vida. – Atos 3:15.
3. A ressurreição e a vida. – João 11:25.

III – A Morte Chega a Todo Homem.
1. Seu domínio é universal. – Rom. 5:12; Heb. 9:27.
2. O sono da morte. – João 11:11.
3. Estado de inconsciência. – Jó 14:21; Sal. 146:4.

IV – A Esperança da Ressurreição.
1. A voz da vida. – João 5:25,28. 2. Nós responderemos. – Jó 14:15.
3. Uma viva esperança. – I Ped. 1:3.
4. Esperança após tristeza. – I Tess. 4:13,14; I Cor. 15:19,20.
5. Vitória Sobre a Morte. I Cor. 15:53-55.

ENFRENTANDO TRISTEZA
Deut. 33:27

I – Introdução – Forças para Resistir.
II – A Experiência Universal da Tristeza.
1. A tristeza leva o homem a dizer: “Por que nasci?” – Cf. Jó 3:2; Jer. 20:18.
2. A tristeza afeta nosso estado físico. – Jó 17:7; Prov. 15:13 ú.p.
3. A tristeza domina o fraco. – II Cor. 2:7.

III – Reconciliação com a Vontade de Deus.
1. 0 conforto do cristão. – I Tess. 4:13.
2. Somos sustidos nas tristezas. – Deut. 33:27.
3. O exemplo de Cristo. – João 18:11.
4. “Seja feita a Tua vontade”. – Mat. 6:10.

IV –  Coragem para Ir Avante.
1. Deus dá forças para levar o fardo. – Sal. 55:22.
2. Ezequiel tinha coragem em tempo de perda. – Eze. 24:18.
3. Há consolo para os que choram. – Mat. 5:4; Jer. 31:13.
4. O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado.
– Sal. 34:18.

V – Algum Dia Compreenderemos.
1. Agora vemos muito apagado. – I Cor. 13:12.
2. Preparamo-nos para o reino. – II Cor. 4:17; Rom. 8:18.
3. Esperamos glórias inauditas. – I Cor. 2:9.

SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS
Sal. 37:5

I – Seguir Seu Caminho.

II – Renúncia de Nossa Vontade Egoísta.
1. O caminho da morte para o desobediente. – Prov. 14:12.
2. Deus mostra o caminho. – Is. 30:20,21.
3. Conhecer a vontade de Deus. – Col. 1:9.

III – A Prova do Discipulado.
1. A prova de fazer a vontade de Deus. – Mat. 7:21.
2. Obedecer de coração à vontade de Deus. – Ef. 6:6.
3. O amor é manifesto pela obediência. – João 14:23.

IV – Jesus Aceitou a Vontade de Seu Pai.
1. Jesus fez a vontade de Seu Pai. – João 4:34, 6:38.
2. Submissão aos sofrimentos e à morte. – Luc. 22:42.
3. A obediência veio pelo sofrimento. – Filip. 2:8; Heb. 5:8.

V – Disposto a Fazer Sua Vontade.
1. Entreguemos nosso caminho a Deus. – Sal. 37:5.
2. Entrega de nossos caminhos a Deus no sofrimento. – I Ped. 4:19.
3. Jesus venceu o mundo. – João 16:33.
4. A obediência traz a vida eterna. – I João 2:17.

CONFORTANDO AOS QUE CHORAM – Isa. 50:4

I – Introdução – Esperança Para os Indefesos.
II – Aproximando-Se dos que Estão Tristes.
1. O estado dos que estão sem conforto. – Sal. 69:20.
2. Como nos tornarmos simpatizantes. – Eze. 3:15.
3. Nossa expressão de simpatia. – Rom. 12:15.

III – A Simpatia do Salvador.
1. Esperança para os tristes. – Luc. 7:13.
2. Compaixão pelos doentes e sobrecarregados de cuidados.
– Mat. 9:36; 14:14.
3. “Não se turbe o vosso coração”. – João 14:1-3.
4. Como Jesus Se identificou com os que estão tristes. – Heb. 4:15.

IV – Levando a Cristo os Quebrantados de Coração.
1. Levai as cargas uns dos outros. – Gál. 6:2.
2. Jesus dá descanso. – Mat. 11:28,29.
3. Servir ao Senhor por atos de amor. – Mat. 25:40.
4. Os cristãos preparam-se para consolar os outros. – II Cor. 1:3,4.

V – Uma Mensagem de Esperança.
1. Tende Fé em Deus. – Mat. 11:22.
2. Palavras de consolação ao cansado. – Is. 50:4.
3. Orar pelos que estão em necessidade. – Tia. 5:16.

PREPARO PARA O TEMPO DE ANGÚSTIA
Apoc. 3:10

I – Introdução – Um Conflito “Total”.

II – Um Tempo de Grande Angústia.
1. Quando começa o tempo de angústia. – Dan. 12:1.
2. Dia de aperto e de destruição. – Joel 1:15; 2:11.
3. O tempo de “angústia de Jacó”. – Jer. 30:5,7.

III – Fecha-se a Porta da Graça.
1. É selada a sorte de todo homem. – Apoc. 22:11.
2. Inútil procura da Palavra de Deus. – Amos 8:11,12.

IV – Povo de Deus na Hora da Prova.
1. A promessa de proteção. – Apoc. 3:10.
2. Abrigado das tempestades. – Sal. 27:5; 91:9,10.
3. A armadura do cristão. – Ef. 6:11,12.
4. As armas contra o mal. – Ef. 6:17.

V – Quando Vier a Crise.
1. Q povo de Deus terá um refúgio. – Is. 33:15,16.
2. O decreto de morte. – Apoc. 13:15.

VI – Deus Livra os que Lhe São Fiéis.
1. Aguardam a vinda de Cristo. – Is. 25:9.
2. Saem da grande tribulação. – Apoc. 7:13,14.
3. Recebem as bênçãos do Céu. – Apoc. 7:16,17.

FIM DA TRISTEZA E DO SOFRIMENTO
Isa. 35:10

I – Introdução – Anseio pelo Céu.

II – O Mundo de Deus do Amanhã.
1. É preparada uma cidade. – Heb. 11:16.
2. Promessa de novos Céus e nova Terra. – II Ped. 3:13.
3. Nova criação. – Isa. 65:17.

III – O Fim das Dores e Lágrimas.
1. Ver-Lhe-emos a face. – Apoc. 22:4.
2. Acabam-se as dores e a morte. – Apoc. 21:4.
3. Não haverá mais pranto. – Isa. 65:19.
4. Ali não haverá noite. – Apoc. 21:23,25.

IV – Paz e Felicidade para Todo o Sempre.
1. Os remidos estarão seguros. – Isa. 65:21,22.
2. Terra de paz e descanso. – Isa. 32:18; 60:18.
3. Uma Terra onde não se conhece doença. – Isa. 33:24; 35:5,6.

V – Uma Terra de Paz e Felicidade.
1. O pecado ali não entrará. – Apoc. 21:27.
2. É mudada nossa cidadania. – Col. 1:12,13.
3. A obediência, um dos requisitos para entrar no reino de Deus. Apoc. 22:14.
4. A promessa de felicidade eterna. – Isa. 35:10.

POR QUE PERMITE DEUS OS SOFRIMENTOS ATUAIS
Existirá um Deus de Amor?

I – A Situação Atual da Humanidade.
1. As calamidades imperam em cada canto, parecem atestar que não existe Deus. O mundo não melhora.
a) As desigualdades sociais: luxo e miséria; uns morrendo de fome e outros vivendo extravagantemente.
b) As doenças, defeitos físicos, assassinatos, suicídios, desastres, injustiças etc.
c) Os lares esfacelados – divórcios.
2. A própria natureza parece atestar a não existência de Deus.
– Joel 1:2-4, 15:18.
a) A terra está fraca e improdutiva.
b) O agricultor planta e as pragas e as intempéries estragam tudo, tudo abatem.

II – A Impotência das Religiões para Explicarem os Males Atuais.
1. Os chineses – matam as crianças. O trato com as mulheres.
2. Os hindus – O deus Moloque. Seus sacrifícios e incineração de suas viúvas etc.
3. Os aborígines na África – atiram os filhos aos jacarés.
4. Nos países civilizados.
a) Penitências, confissões etc.

III – Existirá um Deus de Amor?
1. Ainda entre espinhos vicejam flores.
2. A natureza atesta a existência de Um Deus de amor.
a) Seu amor é reflexivo. – Mat. 5:45.

O “PORQUÊ” DOS SOFRIMENTOS E MISÉRIAS
Quem será o culpado?

I – Será Deus o culpado?
1. As opiniões correntes:
a) Os panteístas – o mal é inerente na matéria.
b) Os ensinos populares – admitem o determinismo, o fatalismo, o destino.
2. Admitindo as opiniões acima, somos forçados a lançar a culpa sobre Deus.
a) Tais opiniões fazem de um Deus de amor, um Deus cruel.
b) Têm contribuído para o aumento do ateísmo.

II – Quando Deus criou este mundo, criou-o como se acha anualmente?
1. O desígnio divino no princípio. – Gên. 1:28, 31.
2. O homem foi criado reto. – Gên. 7:29; 1:27.
a) Era rei da criação. – 1:26-31.
b) Foi colocado num lar encantador.
c) Deus mesmo o visitava e sentia-Se feliz ao lado da coroa da criação. – Gên. 3:8 p.p.; Prov. 8:27-31.
d) Tudo era muito bom. – Gên. 1:31.

III – A causa dos males atuais.
1. Deus deu o poder do livre arbítrio ao homem, mas ele fez mau uso desse bem, resultando daí um dilúvio de misérias. – Gên. 3:14-19.
a) Adão fez uma escolha funesta e desastrada.
b) Perdendo seu cetro e coroa, entregou seu domínio a Satanás. – Luc. 4:5, 6; I João 5:19.
c) O mal afetou toda a felicidade.
2. A origem do mal foi a desobediência de Adão às ordens de Deus, e se ainda o mal reina é porque a humanidade não obedece ao decálogo divino. – Isa. 24:1-6; Êx. 15:26; Isa. 48:18.

O SOFRIMENTO É NECESSÁRIO
I Ped. 4:19; Rom. 8:28

I – Quem será o culpado? O crente pode ser chamado para sofrer.
1. Na suas propriedades. – Jó 1 e 2.
2. Na sua reputação. – II Cor. 6:8.
3. Na sua liberdade. – Paulo.
4. Na sua vida. – II Cor. 6:9.

II – Quem será o culpado?Seus sofrimentos são necessários.
1. Deus não será arbitrário. – I Cor. 10:13.
2. Nossa fé precisa ser provada. – Tia, 1:2, 3.
3. Nosso orgulho precisa ser humilhado.
4. Abraão deu a. mais sublime demonstração de fé quando foi severamente provado. – Gên. 22.

III – A atitude do Crente no sofrimento.
1. Obediência. – Gên. 22:1-3.
2. Conformação e confiança. – Rom. 8:28; Jó 1:19-22; 2:8-10.

INCENTIVO À PEREGRINAÇÃO
Núm. 10:29

I – A jornada.
1. Seu início. – Miq. 2:10.
2. Seu aspecto. – Atos 14 : 22 ; Heb. 11.
3. Seu término. – Apoc. 7:9-17.

II – A proposta.
1. O convite. – Núm. 10:29.
2. As condições.
a) Acompanhar o povo de Deus. – Jer. 6:16.
b) Obedecer às instruções de Deus.

III – O incentivo.
1. Conforto divino. – Jo. 16:33.
2. Proteção divina. – Mat. 28:20.
3. Direção divina. – Isa. 28:26.
4. Gloriosa expectativa. – I Cor. 2:9-10.
5. Triunfo sobre a morte. – Apoc. 2:10-11.
6. Um lar além da maré. – João 14:1-3; Heb. 11:13-16; Ap. 21:1-3.
OS SANTOS DO PASSADO.
Mal. 3:16-17

I – Como Aquele Povo Honrou a Deus.
1. Por sua reverência – “os que temem ao Senhor”.
2. Nas suas meditações – “se lembram do Seu nome”,
3. Em suas relações sociais – “falam cada um com o seu companheiro”.

II – Como Deus Honrou Seu Povo.
1. Com um memorial.
2. Com Sua aprovação.
3. Com Seu reconhecimento.
4. Com Sua proteção.
5. Deus recompensa aquele que O serve com fidelidade. Mal. 3:18.

UMA VIDA FACIL CONTRA UMA VIDA TRABALHOSA E DIFÍCIL
II Tim. 2:1-13

I – Por que trabalhamos?
1. Trabalhamos porque somos filhos de Deus. – V. 1.
a) O filho leal à sua família não cruza os braços e não desanima perante dificuldades, mas luta, trabalha e vence.
2. Trabalhamos porque somos soldados.
a) O soldado leal à sua pátria, não foge nos momentos de perigo, mas animado avança para a luta, ao sacrifício e à vitória.
3. Trabalhamos porque somos atletas. – Vs. 4, 5.
a) Preparando-nos para alcançar a coroa de glória não com subterfúgios, insignificâncias, especulações, mas legitimamente.
4. Trabalhamos porque somos lavradores.
a) O campo é fasto.
b) A seara é grande.
c) Não há tempo a perder.
d) A colheita logo vem e nós devemos ser os primeiros a desfrutar os frutos.
5. Trabalhamos porque Cristo trabalhou.
a) Ele que era da descendência de Davi, filho de Deus, Senhor da glória, trabalhou, lutou, sofreu e venceu.

II – Uma boa advertência – I Cor. 15:58; Ecl. 9:10.

SOFRIMENTOS ANTES DA GLÓRIA
I Pedro 1:11

1. José preso – depois príncipe.
2. Moisés no deserto – depois chefe.
3. Davi em rejeição – depois rei.
4. Daniel na cova dos leões – depois chefe principal.
5. Cristo na cruz – depois na Glória.
Lição – Se sofremos, reinaremos. – II Tim. 2:12.

NÃO DESFALEÇAMOS
1. Na oração. – Luc. 18:1.
2. Na confiança. – II Cor. 4:1.
3. No trabalho. – Gál. 6:9.
4. Na esperança. – II Cor. 4:16.
5. Na tribulação. – Ef. 3:13.
6. Sob a repreensão do Senhor. – Heb. 12:5.

O VALOR DAS PROVAÇÕES

I – Os Discípulos Teriam Aflições Neste Mundo. – João 16:32,33.
1. Como devemos portar-nos na tribulação. – Rom. 12:12.
2. Tentações, dificuldades, tribulações, são meios de educação que Deus escolheu para purificar-nos da escória do mundanismo.
3. Não raro Ele faz arder o fogo da tribulação para conseguir a purificação. – Tia. 1:12.

II – Como se Desenvolvem a Paciência e Perseverança.
– Rom, 6:3, 4; Tia. 1:2, 3.
1. Em meio às tribulações se aperfeiçoa o caráter cristão. Tribulações penosas, sofridas, desenvolvem a paciência, firmeza e confiança firme e estável em Deus!
2. Em que apreço teve Pedro as provações da fé? – I Ped. 1:6, 7.
a) As estrelas luzem mais na noite escura; as tochas ardem melhor quando são agitadas; as árvores firmam-se melhor quando são freqüentemente agitadas; o ouro brilha mais quando é polido.
b) Os crentes são mais vitoriosos quando mais provados; mais gloriosos quando mais padecem; mais exaltados no favor de Deus quando mais perseguidos. Como as lutas assim as vitórias; como as provações assim os triunfos.
3. O que o Senhor faz quando padecemos tribulação. – II Cor. 1:3-5.
4. Sobre quem devemos lançar os nossos cuidados. – I Ped. 5:7; Isa. 53:4, 5; I João 4:27.

III – Uma Promessa Para o Tempo de Provações!
– Isa. 41:10; Rom. 8:28; Apoc. 7:14.

AS PROVAÇÕES E SEU OBIETIVO
Tia. 1:2

I – O propósito das tentações.
1. Não devemos estranhá-las. – I Ped. 4:12-13.
2. A prova da nossa fé é importante. – I Ped. 1:7.
a) Davi e Absalão – o cantor sublime de Israel.
b) José e a cova – que o preparou para ser governador.
c) As experiências de Jó e sua recompensa.
3. Devemos nos alegrar nas tribulações. – Rom. 5:3-5.

II – Dificuldades preditas para o povo de Deus.
1. Será severamente provado. – Dan. 11:33, 35; II Tim. 3:12.
2. A mensagem de Jesus aos perseguidos. – Ap. 2:10-11; Jo. 16:33.
3. Deus não aflige a Seus filhos por mero prazer. – Lam. 3:31-33.
a) Se o faz é para nosso bem. – Deut. 8:2-3, 16.
4. A razão para isso. – Heb, 12:10.
Não estranhemos as provações. – Tia, 1:2.

“NÃO REJEITEIS A VOSSA CONFIANÇA”
Heb. 10:34-39, 35

A situação de Paulo – prisioneiro. Seus seguidores sofrendo perseguições.

I – “Não rejeiteis a vossa confiança” – Heb. 10:35.
1. Lutas e sofrimentos atingem os crentes. – Atos 14 :22.
2. O caminho é estreito e mau. – Mat. 7:13,14.
a) A viagem do “Peregrino”.
3. A perseverança trará a recompensa. – Mat. 10:22.

II – A necessidade de paciência – Heb. 10:36.
1. Devemos praticar a paciência. – I Tim. 6:11.
2. Será obtida pela tribulação. – Rom. 5:3.
3. Os redimidos serão pacientes. – Apoc. 13:10; 14:12.
4. É necessária para a nossa esperança gloriosa. – Heb. 10:37.

III – Como ficaremos prontos.
1. Vivendo pela fé. – Heb. 10 :38.
a) Moisés e Josué. 2. Obedecendo à vontade de Deus.
3. O Senhor não tem prazer nos que apostatam. – Heb. 12:38-39.
A advertência divina. – Heb. 10:35.

ENFRENTANDO A TEMPESTADE COM JESUS
Mat. 8:23-27

Após um dia de exaustivo trabalho público e ensino particular.
I – O sonolento cansado.
1. Uma manifestação genuína da Sua humanidade.
2. A natureza cansativa do Seu trabalho.

II – Uma tempestade inesperada.
1. Por que foi ela permitida?
a) Sendo que Jesus estava com eles?
b) Sendo que eles estavam seguindo a Jesus?

III – Os discípulos.
1. Ficaram atemorizados com a fúria da tempestade.
2. Ficaram impacientes com Jesus.
3. Ficaram desesperados.

IV – A falta de fé dos discípulos.
1. Esqueceram-se das manifestações passadas do poder de Jesus.
2. Esqueceram que Jesus estava passando com eles o mesmo perigo.
3. A palavra mágica de Jesus. – Mat. 8.

FIDELIDADE
Apoc. 2:10

I – Cristo aprecia a fidelidade.
1. Fidelidade no cumprimento do dever.
2. Fidelidade diante das provas.
3. Fidelidade nos detalhes mínimos da vida.

II – Cristo requer fidelidade pessoal.
1. Cada pessoa tem determinado trabalho.
2. Cada um tem um poder para executar o trabalho. – Mat. 28:18-20.
3. Cada um está sob o dever de trabalhar.

III – Cristo requer fidelidade constante.
1. A vida é uma provação.
2. A morte é um descanso.

IV – Cristo recompensará a fidelidade.
1. Com uma gloriosa recompensa – “uma coroa”.
2. Com uma recompensa durável – “uma coroa de vida”.
3. Com uma recompensa pessoal – “dar-te-ei”.

O AGRADO DO PAI
Luc. 12:32

I – A Similitude de Cristo.
1. Seu povo é um rebanho.
a) Ele é o Pastor. – João 10:11, 14.
2. Seu povo é um pequeno rebanho.
a) Este pequeno rebanho confia no seu Guia. – Núm. 23:9; Sof. 3:12.
3. É um rebanho tímido.

II – A Exortação de Cristo.
1. Não temer a pobreza. – Sof. 3:12.
2. Não temer o sofrimento.
3. Não temer o pecado.
4. Não temer a morte.

III – A Segurança de Cristo.
1. Que Deus é Seu Pai.
2. Que Ele os quer no reino celeste.
3. Que ninguém pode resistir à Sua vontade.
4. Que Ele os guiará sãos e salvos ao reino. – Jo. 10:9.

CONFIANÇA E SEGURANÇA
Sal. 62:8

I – O Fato.
1. Um refúgio da ignorância.
2. Um refúgio das cargas de consciência.
3. Um refúgio dos inimigos espirituais. – Tia. 4:7-8.
4. Um refúgio de todo o mal.

II – O Dever.
1. Confissão franca, aberta.
2. Renúncia de qualquer dependência.
3. Aproximação confiante. – Tia. 4:8.
III – O Tempo.
1. Quando surgem os cuidados.
2. Quando a dúvida assalta.
3. Nas perplexidades.
4. Na prosperidade. 5. Na adversidade. – Sal. 23.

UNIDADE EM DIVERSIDADE
II Cor. 13:11; I Cor. 12:4-6

I – Deus trabalha em união com o homem.
1. Enoque andou com Deus. – Gên. 5:22-24.
2. Noé andou com Deus. – Gên. 6:9.
3. “Andarei convosco”. – Êx. 33:14-17.
4. Ele será nosso Deus. – Lev. 26:12.

II – Pode haver união ainda que haja diversidade.
1. Satanás procura constantemente introduzir divisão, desconfiança, dúvida, no meio da igreja.
2. O espírito de Abraão. – Gên. 13:8.
3. Quebrar os laços. – Zac. 11:14.
a) Na união está a força.
4. O espírito do genuíno cristão. – Mal. 2:10; 3:16.

III – A maneira e o resultado da unidade.
1. A maneira.
a) Procurando guardar a unidade. – Efés. 4:3.
b) Atentar para a oração de Jesus. – João 17:17.
c) Viver em paz. – Rom. 12:18.
d) Exortação mútua. – Heb. 3:13.
2. O resultado.
a) Alçam voz juntamente. – Isa. 52:8.
b) Um coração, uma alma. – Atos 4 :32 pp.
c) Mesmo sentimento. – Rom. 15:5-6.
d) Compassivos, afáveis. – I Ped. 3:8.
e) “Digais uma coisa”. – I Cor. 1:10.
f) “Sede do mesmo parecer”. – II Cor. 13:11.
g) Pacientes para com todos. – I Tes. 5:14.
II Cor. 13:11.

O POVO DE DEUS É PROVADO
Efés. 6:13

I – Introdução.

II – Os Assaltos de Satanás.
1. Nosso astucioso inimigo. – I Ped. 5:8,9; Efés. 6:11.
2. Os escolhidos em perigo. – Mat. 24:24.

III – Duas Provas de Lealdade.
1. O Israel antigo é provado. – Êx. 16:4,22-29.
2. A verdadeira observância do sábado. – Is. 58:13.
3. As bênçãos da observância. – Isa. 56:4-7; 58:14.
4. A décima parte dos lucros. – Mal. 3:8.
5. Prosperidade espiritual. – Mal. 3:10-12.

IV – Perigos ao Longo do Caminho.
1. Os cuidados deste mundo. – Mat. 13:22; I Tim. 6:17-19.
2. A busca de prazeres. – Luc. 21:34-35.
3. Insensatez no comer e no beber. – I Cor. 10:31.
4. Verdadeira temperança versus condescendência própria.
– I Cor. 9:25-27.
5. Todo vento de doutrina. – Efés. 4:14-15.

V – Confiança e Consagração.
1. Um firme fundamento. – Fil. 1:6; II Tim. 2:19.
2. Dar testemunho da verdade presente. – II Ped. 1:12; Judas 3.

PROVAS PRECIOSAS
Jó 23:10

1. A prova é um processo divino.
a) A vontade de Deus a determina.
b) O amor de Deus a efetua.
c) A presença de Deus conforta.
2. A prova é um processo útil.
a) É um sinal de valor.
b) É uma evidência de genuinidade.
c) É um meio de purificação.
d) É um preparo para o serviço.

PROVAÇÕES DO CRISTÃO
Provações – Processo Divino de Purificação

I – Compreensão do Plano Divino.
1. Que diz o Senhor com clareza ao Seu povo no tocante à certeza das provações? – João 16:33, pp.
2. Como devemos nós considerá-las? – João 16:33, ú.p.
3. De que fonte procedem essas provações?
a) “O Senhor corrige o que ama”. – Heb. 12:6.
b) “Vosso adversário, anda em derredor, buscando a quem possa tragar”. – I Ped. 5:8.

II – Amoroso Cuidado Divino.
1. Agrada-Se o Senhor em causar sofrimento ao Seu povo? – Lam. 3:33.
2. Por que são permitidas as provações? – I Ped. 1:7; II Cor. 1:4.
3. Quando Deus chamou Paulo para servir, que disse Ele que lhe mostraria? – Atos 9:16.
4. Que respondeu Paulo aos que estavam perplexos pelo seu sofrimento? – I Tess. 3:4.
5. Quais foram alguns dos sofrimentos de Paulo? – II Cor. 11:24-28.
6. Qual foi a reação de Paulo a esses sofrimentos? – II Cor. 4:17.
7. Qual, diz o Senhor, deve ser a nossa reação ante as nossas provações? – I Ped. 4:12 e 3:13.

III –  Regozijo e Vitória Afinal.
1. Qual será a recompensa final dos que suportam as provações? – Mat. 24:13.
2. Esquecerá Deus os Seus filhos? – Isa. 49:15 e 16; Mat. 28:20; Apoc. 2:10, ú.p.
3. Que fará afinal o Senhor por Seu povo? – Apoc. 21:14.

O DESÂNIMO DE ELIAS I Reis 19:4

Causas:
1. A idéia de que a Causa havia fracassado.
V. 10. “Os filhos de Israel deixaram o teu concerto, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas…”
2. A noção de isolamento.
V. 10. “E eu fiquei só…” Conf. Atos 18:9-10. Tudo indica que o destemido apóstolo havia caído no desânimo.
Por quê? Sentia-se só.
3. Depreciação própria.
V. 4. “Não sou melhor do que meus pais”.
Suficiência própria é danosa. Auto-depreciação o é, não menos.
A virtude está no meio.

RAABE
Josué 2

1. Sua fé. – Heb. 11:31.
2. É tipo do pecador redimido.
3. Morava num lugar condenado – como Ló.
4. O seu caráter merecia a condenação – a mulher pecadora e Jesus. A samaritana.
5. Tinha fé que Deus podia fazer tudo quanto dissera.
6. Recebeu e aceitou a promessa de salvação.
7. O sinal escarlate fala do sangue de Cristo.
8. Remida. – Cf. Jos. 6.
9. Procurou a salvação de outros. – Jos. 6.

PACIÊNCIA
Jó 1; 2:1-10; Rom. 5:1-5

I – O Povo de Deus do Último Tempo é Caracterizado por Três Sinais Distintos.
1. Paciência. – Apoc. 14:12.
2. Guardam os Mandamentos.
3. Têm a fé de Jesus.

II – Como Obter a Paciência – Rom. 5:3.
1. Muitos querem pertencer à igreja de Deus, mas não querem passar por duras experiências. – Atos 14:22.
2. A paciência adquire-se já na escola:
a) Os estudos diários.
b) Os exames de épocas finais.
c) O diploma – prêmio da paciência.
3. Com o lavrador dá-se o mesmo.
a) Prepara a terra, semeia, capina, depois colhe.

III – Por Tribulações Devemos Entrar no Reino.
1. A tribulação é o forno da provação dos caracteres formados.
– Tia. 1:2-4.
a) O ourives e o ouro.
b) O oleiro e o barro. – Isa. 64:8.
2. Os profetas, Cristo e os apóstolos. – Tia. 5:10, 11.
3. Deus castiga a quem ama. – Já 3:12; Salmo 94:12; Já 5:17-26; Heb. 12:9-11.
4. Deus ainda prova Seu povo pela doença e pela pobreza e miséria.

IV – A Recompensa.
1. Deus não deixa tentar mais do que podemos suportar.
– I Cor. 10:13.
a) A fiscalização da Central – não se pode entrar com embrulho grande. O Fiscal é Jesus. Satanás procura acarretar o cristão com grandes fardos, mas Jesus não consente tal coisa.
2. Irmãos, sejamos pacientes! – Tia. 5:7, 8; Heb. 10:36.

CARACTERÍSTICAS DO POVO DE DEUS
Apoc. 14:12

I – Paciência.
1. Como obtê-la? – Rom. 5:8.
a) Não ficamos isentos das provações. – Atos 14:22; João 16:33.
2. Necessitamos em tudo de paciência. – Tia. 5:1-14; Heb. 12:1, 2.
3. Ela nos premiará. – Heb. 10:35; Hab. 2:3-4.

II – Guarda dos Mandamentos.
1. É o meio para entrar na vida. – Mat, 19:17; Apoc. 22:14.
2. Deus prometeu nos últimos dias escrever Sua Lei no coração.
– Heb. 8:10; Sal. 119:97, 165.

III – Fé de Jesus.
1. O que é? Espírito de sacrifício. – Isa. 53.
a) A luta de Jesus no Getsêmani.
Resolveu tomar o cálice por nós, tendo fé que Seu sacrifício seria aproveitado por muitos.
2. O verdadeiro cristão revelará um tal espírito.
3. Não devemos medir sacrifícios pela Causa de Deus e das almas que perecem.
4. Deus recompensará a tais. – Sal. 50:5.

PACIÊNCIA E TOLERÂNCIA
Col. 1:11

I – Cristo o Paciente Sofredor.
1. Como o cordeiro para o matadouro. – Isa. 53:7.
2. Jesus conforta os discípulos. – João 16:33.
3. Seguindo o Mestre. – Rom, 15:5; Col. 1:10, 11.
4. O espírito dos conselhos de Paulo. – II Cor. 10:1.

II – A Escola da Disciplina.
1. Como desenvolver a paciência. – Heb, 12:5-7; Rom. 5:3.
2. A experiência de Moisés. – Heb. 11:24-27.
3. O testemunho de Davi nas provas. – Sal. 40:1-3; 94-12.
4. A resolução de Jó na aflição. – Jó 40:3, 4.

III – A Prática da Paciência.
1. Paciência, virtude ativa. – I Tess. 5:14, 15.
2. Advertência a Timóteo aplicável aos nossos dias.
– II Tim. 2:24, 25.
3. Conversa e influência santificadas. – Tito 3:2; Prov, 15:1.
4. União entre os irmãos. – Rom. 12:16; Col. 3:13.

IV – A Esperança da Igreja.
1. Harmonia entre os irmãos. – Efés. 4:2 e 3; II Tess. 3:5.
2. Pacientes até à vinda do Senhor. – Heb. 10:35-37; Tia. 5:7,8.

TEMPERANÇA – ÁLCOOL, FUMO, JOGO

O ÁLCOOL

Sempre e por toda parte o homem usou de suco fermentado dos vegetais, procurando um estímulo e deleite. A uva e cevada na Europa. O arroz na Ásia; as palmeiras e a cana de açúcar na América.
Antes do descobrimento do Brasil, os selvagens usavam bebidas feitas de mandioca, milho etc.
É de origem árabe a palavra álcool, vinda de “Al Ghole”, isto é, espírito mau.

I – O álcool é um veneno.
1. A opinião de alguns.
a) Serve para refrescar e esquentar…
b) Combate algumas doenças. “Mata o bicho”…
2. A opinião da ciência:
a) O álcool é veneno.
Noções de Higiene, de Afrânio Peixoto, pág. 258.
b) Não é necessário: Ex. : – os atletas.

II – O álcool é o maior ladrão do homem.
1. Rouba o dinheiro e n felicidade do lar.
a) Quem começa a beber, começa a gastar.
b) O lar fica sem o pão e reina a miséria.
c) Felizes são as crianças por não conhecerem o vocábulo “amanhã”. “Amanhã” será miséria etc.
2. Rouba a saúde. – A. Peixoto, obra citada, pág. 260, 26Í.
a) Enfraquece o corpo e abrevia a vida. Os pele-vermelha dos EE. UU, e os nossos indígenas acabaram-se devido ao álcool que usavam.
b) Destrói os FAGÓCITOS – ou glóbulos brancos, os protetores do corpo. Afeta o sangue, coração e digestão.
O álcool é um anti-séptico, endurece os alimentos.
c) Qual o guarda-livros que pode trabalhar alcoolizado?
d) Qual a Companhia de Seguros que quer aceitar um ébrio?
3. Rouba o caráter.
a) O primeiro cálice leva o moço a perder o caráter.
b) Um pessoa sem caráter não tem valor social.
4. Rouba a honra e a confiança.
a) Quem pode estimar um bêbado?
b) Quem consente andar com ele?
c) Quem lhe confiará negócios sérios?
Por isso Alexandre o Grande perdeu o seu reino!
d) Quem entregará a sua família ao seu cuidado?
5. O álcool enche as cadeias de criminosos e os manicômios de loucos. – Ver obra citada, págs. 260-261.
a) Qual a origem de tantos males? ÁLCOOL!
b) Por que as cadeias estão cheias? É O ÁLCOOL!
6. Rouba a salvação da alma.
a) Perder tudo aqui nada é, mas perder a alma!…
b) O ébrio não herdará o reino de Deus. – Gál. 5:21.
7. Em lugar de construirmos hospitais e cadeias devemos combater o álcool!

III – O único remédio.
João 3:16; João 8:32; Sal. 40:17.

O FUMO

O fumo é pior do que o álcool.
I – Sua origem e desenvolvimento.
1. Começou com os nativos das Índias Ocidentais.
Seu nome “TABACO” veio da ilha TABAGO.
2. Adotado e desenvolvido durante o século XVI.

II – O fumo como degenerador físico.
A – Opiniões.
1. Não faz mal nenhum. É cômodo.
a) Seus efeitos são silenciosos mas potentes.
2. Fumar é ser homem!
a) Então deveríamos ter um cano na cabeça.
3. A culpa muita vez é dos pais.
B – A voz da Ciência.
1. O fumo é veneno. Contém nicotina e da fumaça sai gás mortífero de monóxido de carbono.
a) Uma gota pode matar um homem.
b) As moscas em um vidro fechado com cigarros, morrem em 5 minutos; uma grama de nicotina mata passarinhos e rãs.
c) O próprio gato, com os seus sete fôlegos, morre.
2. O fumo é o maior cancro social.
a) Rói o intelecto.
b) Cada cigarro é um prego no caixão.
3. Causa doenças.
a) Ataca o coração.
b) Envenena os pulmões. Debilita o estômago.
c) Apodrece os dentes e encurta a vista.
4. Opiniões de alguns: “Tenho fumado, e estou forte”.
a) Estão fortes apesar de o usarem, mas não devido ao cigarro.
b) Exemplo dos que moram em lugares insalubres.

III – Não se deve usar fumo porque:
1. Rouba a saúde, o pão e a roupa da família.
2. Incendeia edifícios.
3. Predispõe o homem às bebidas.
4. Torna-o um escravo.

IV – Devemos pôr em prática o poder da vontade.
1. É possível ser um cristão e usar fumo? Sim, enquanto existir a ignorância a respeito do mal.
2. Querer é poder; devemos abandonar os vícios.
3. Não somos chaminés, mas templos de Deus.
I Cor. 6:19. O Espírito Santo não pode permanecer num coração contaminado.
4. Os que dizem seguir a Cristo devem andar como Ele andou.
– Col. 2:6.
a) Ele não andou com cigarros na boca…
5. Abandonemos, pois, o vício e teremos bênçãos e a vida prolongada!

HIGIENE MORAL E FÍSICA – III João 2

Este assunto tem muito que ver com o nosso êxito, nossa saúde, nossa influência, nossa aparência, nossa força física, mental e espiritual.

I – Higiene Moral e Espiritual.
1. Cuidado com os pensamentos.
a) Como o homem pensa, assim ele é. – Prov. 23:7.
b) Quanto ao mais, nisso pensai. – Filip. 4:8.
2. Cuidado com:
a) Os olhos. – I João 2:15, 16; Prov. 23:31-33.
b) Os ouvidos. – Mat. 13:16; Prov. 18:15.
c) A boca. – Sal. 141:3; Prov. 15:4.
Prov. 4:23.
P.P. 460: “Temos todavia uma obra a fazer a fim de resistirmos à tentação. Aqueles que não querem ser presa dos ardis de Satanás devem bem guardar as entradas da alma; devem evitar ler, ver, ou ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros. A mente não deve ser deixada a divagar ao acaso em todo o assunto que o adversário das almas possa sugerir. ‘Cingindo os lombos do vosso entendimento’, diz o apóstolo Pedro, ‘sede sóbrios, … não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo Aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.’ I Ped. 1:13-15.”

II – Higiene Física.
Perder a saúde é perder a coisa mais importante, depois do caráter.
1. Higiene interna.
a) Nossa alimentação.
(1) A comida. – Gên. 1:26.
(2) A bebida-água. – I Cor. 10:31.
b) Nosso sangue e eliminação. – Gên. 9:44; Lev. 17:11,14.
2. Higiene exterior.
a) Nosso corpo – Templo de Deus.
(1) Cristo engrandecido. – Filip. 1:20.
(2) Tem que ver com sal. – I Cor. 9:27.
(3) Um corpo vivo. – Rom. 12:1.
b) Nossa roupa (sinal do pecado).
(1) Vestidos de salvação. – Isa. 61:10.
(2) Não ricamente vestidos. – Mat. 11:8.
c) Nossa casa: (onde moramos).
(1) “Qual é minha casa?” – II Saiu. 7:18.
(2) “Que viram em tua casa”. – II Reis 20:15.

OS PERIGOS DO JOGO

O jogo campeia por toda parte e sob todas as formas:
Loteria, bicho, bingo, roleta, baralho, dado, rifa, apostas, etc. A atitude do crente em face do jogo do azar não é apenas evitá-lo mas também combatê-lo em tremenda guerra. O que dizem os jornais.
A observação etc.
1. O jogo é Desonesto.
a) Lucro sem esforço.
b) Lucro em prejuízo de outros.
c) Ambição de ganhar o fruto do trabalho alheio.
d) Um atentado contra a economia nacional e a segurança da família.
2. Errado conceito de divertimento ou recreação.
a) É sempre acompanhado de outros vícios, também perniciosos.
b) Arruína a saúde, pela insônia.
c) Promove dissensão e brigas entre parceiros.
d) Põe a família em espera, impaciência e cuidados.
e) É um atentado contra a lei do País.
3. O jogo é um ladrão – Sagaz, ardiloso.
Rouba:
a) O tempo. – O tempo é dinheiro; é ouro (Time is money).
Não somente isso, mas também é vida, progresso, caráter.
b) O dinheiro – o pão dos filhos, sua educação etc.
c) A família, desmembrando-a.
d) O sono ou repouso.
e) O trabalho, que é progresso e providência.
f) A confiança.
g) A saúde.
h) O caráter.
i) A tranqüilidade –  polícia.
j) A religião.

O JOGO, PERIGO SOCIAL

1. O jogo é desonesto.
a) Consome o tempo e a energia produtiva do cidadão.
b) Traz o desequilíbrio econômico.
c) Tenta roubos e fraudes.
d) Seu resultado representa sempre perda para a sociedade.
2. O jogo e a família.
a) Dispersa os membros do lar.
b) Causa rixas no lar.
c) Coíbe a educação moral do lar.
d) Rouba aos filhos o pão, o agasalho, o abrigo e a educação.
3. O jogo e o indivíduo.
a) Rouba ao indivíduo o respeito próprio, sua personalidade.
b) Rouba ao indivíduo o senso de solidariedade humana.
c) Rouba ao indivíduo a saúde física, psíquica e moral.
d) Rouba ao indivíduo os frutos do seu labor.

O JOGO

Pensamentos
1. O jogo é a lepra do vivo e o verme do cadáver. – Rui Barbosa.
2. O jogo não é simples passa-tempo, mas um “perde-tempo”.
3. O jogo é furtivo como o crime, solapador em seu contágio como as invasões purulentas, corruptor dos estímulos morais como o álcool. Ele zomba da decência, das leis e da polícia, e nivela sob sua deprimente igualdade todas as classes. – Rui Barbosa.
4. O jogo desonra o lar, empobrece a família, desmerece os pais no conceito dos filhos e leva-os à miséria.
5. Jogando, perdemos amigos e ganhamos inimigos. – Marquês de Maricá.
6. O jogo é verdadeiro cancro social. –  Erasmo Braga.
7. Às riquezas mal obtidas, prefira a pobreza honesta. – Sócrates.
8. A sorte do que ganha envolve a miséria do que perde. – Spencer.

TEMPERANÇA
I Cor. 10:31

I – Advertências e Obrigações
1. Advertência oportuna. – Luc. 21:34.
2. Obrigações do Cristão. – I Cor. 6:19 e 20; 3:16 e 17.
3. O principio no domínio próprio. – I Cor. 9:25-27.
4. Moderação em todas as coisas. – I Cor. 10:31; Col. 3:23.
5. Responsabilidade dos administradores. – Prov. 31:4 e 5.

II – O Exemplo de Daniel e a Festa de Belsazar
1. A resolução de Daniel e seus resultados. – Dan. 1:8, 12 e 15.
2. Deus é desonrado por Belsazar. – Dan. 5:1-4.
3. A retribuição ao rei. – Dan. 5:5 e 30.

III – João Batista e Herodes Antipas
1. Profecia concernente a João Batista. – Luc. 1:15.
2. O ato ilimitado de Herodes. – Mar. 6:18; 21-27.

IV – A Moderação Nossa Única Segurança
1. Amplo princípio de conduta para a igreja. – Tito 2:1-6.
2. Responsabilidade pessoal quanto à nossa conduta. – Rom. 14:21; Hab. 2:15.
3. Temperança no falar. – Col. 4:6; Mat. 5:37.
4. Salvaguarda contra os excessos modernos. – Filip. 4:5; Col. 3:17.

VIDA CRISTÃ – SEUS ASPECTOS E RESPONSABILIDADES

QUE É RELIGIÃO?

Introdução:
1. Derivação: – “RELIGARE” = Unir o homem a Deus.
2. Classificação: Há duas espécies de religião.
a) A natural – todo o homem é religioso.
b) A sobrenatural – a revelada. – Heb. 1:1.
3. Divisão: Três grandes divisões.
a) A patriarcal – Adão a Moisés.
b) A judaica – Moisés a Cristo.
c) A cristã – Cristo ao fim do mundo.

I – Religião sob o ponto de vista humano.
1. É um conhecimento classificado.
2. É ação moral – proceder bem.
3. É formalismo – boas obras, penitências etc.
4. É mero conhecimento da Bíblia. – João 5:39,40.
a) Este conhecimento sem fé, amor e obediência, de nada vale.

II – A religião sob o ponto de vista das Escrituras.
1. É uma religião recíproca de Deus e homem. – Efés. 2:11.
a) Cristo reconciliou Deus e homem.
2. Aceitar a Cristo. – Atos 11:26.
a) Ele deu à religião sua verdadeira perfeição.
3. É andar como Cristo andou. – I João 2:6.
4. Como Ele andou?
a) Fazendo o bem. – Atos 10:38.
(1) O cristão deve proceder bem em tudo.
(2) Deixar os vícios.
(3) Deixar o mundo. – I João 2:14-17.
b) Guardando a Lei do Pai. – João 15:10.

III – A religião cristã é prática e consoladora.
1. Manda cuidar dos necessitados. – Tia. 1:27.
2. Exige amor até para os inimigos. – Mat. 5:43-45.
3. Transforma vida, lar, sociedade e nação. – João 8:38.
4. Assegura-nos um futuro feliz. – Mat. 11:28-30; Apoc. 21:1-7.

A VIDA CRISTÃ
Mat. 5:20

I – A vida cristã em si.
1. Não é formalismo berrante. Jesus o condenou.
a) Os escribas e fariseus eram zelosos em todos os ritos e cerimônias formais, no entanto suas vidas estavam em contraposição à religião cristã.
2. As formalidades nos levam ao fanatismo, talvez à destruição.
– I Sam. 15:22,23.
3. A vida cristã deve ser o anúncio da virtude de Jesus. – I Ped. 2:9.
a) Facilmente se distingue a que raça e a que nação pertencem os indivíduos, pela tez, cabelo, fala, etc.
4. O crente não pode confundir-se com o profano. – Sal. 1:1-8.
Quanto maior a diferença, melhor.
5. A vida cristã é Cristo em nós. – Gál. 2:20.
6. Com Cristo em nós, o formalismo não tem valor algum.
– Gál. 6:11-16.

II – Por que viver vida cristã?
1. Para podermos ver a Deus. – Heb. 12:14,15.
2. Para entrarmos nos céus. – Sal. 15.
3. Porque os ímpios lá não entrarão. – Apoc. 6:15-17.
a) Não se santificaram, por isso se escondem da presença de Deus.

III – Como viver a vida cristã? I Tess. 5:22,23.
1. O corpo – Por quê? – I Ped. 1:18,19; I Cor. 6:19,20.
a) Lavar e vestir bem, etc.
b) Comer o que? Tudo que é saudável. – III João 2; Êx. 15:26.
2. A alma. – I Ped. 1:22.
a) Por que tal coisa? – Gên. 6:5. Como no princípio, assim será no fim.
b) Conversa e imaginação má, o resultado: Apoc. 18:4,5.
c) Quem está em Cristo é todo feito novo. – II Cor. 5:17; Apoc. 21:5; Filip. 3:14.
3. O espírito – Nossa relação com as coisas celestes e nossa devoção. – II Cor. 6:16-18; 7:1.
a) Em Cristo temos um espírito vivificado. – Rom. 8:10.
b) Lendo a Bíblia, orando, assistindo às reuniões, podemos vivificar o espírito e o santificar para Deus. – Jó 32:8.

TRÊS CLASSES DE MEMBROS NA IGREJA

I – Os descuidados e indiferentes.
1. A experiência de Israel no passado.
a) Havia mistura. – Êx. 12:38.
b) O vulgo estava no meio. – Núm. 11:4.
c) Murmurações, queixas etc. – Núm. 16:1-2.
d) Desejosos de voltarem atrás. – Núm. 14:2.
2. No tempo presente.
a) “Meu Senhor tarde virá”. – Mat. 24 :48.
b) Espancam seus conservos com a língua. – Jer. 18:18.
(1) Criticam dirigentes etc. Viagens, avião…
c) Amam o mundo. – II Tim. 4:10.
(1) Romances, revistas duvidosas.
(2) Receberá Jesus a tais pessoas em Seu reino?
3. Há, contudo, esperança para estes.
a) A advertência divina – “Convertei-vos”. Eze. 33;11; 18:32.
b) O convite divino. – Apoc. 22:17.

II – Os duvidosos e temerosos.
1. Os Tomés – “Se eu não vir”. – João 20:24-25.
a) Evidências palpáveis. – João 20:29.
b) Não exige fé cega baseada na Sua Palavra.
c) Muitos andam a procura dum cabide para pendurar sua incredulidade. Encontrarão. – II Ped. 3:9.
2. A demora da volta de Jesus é uma prova para muitos.
a) Fadiga durante longos anos.
b) Duvidaram da certeza da mensagem. – Heb. 2:2-4.
(1) Vale a pena o sacrifício. – Heb. 10:35-39.
3. A advertência divina. – Heb. 10:32-34; II Ped. 1:16.

III – Os sinceros e leais.
1. Deus olha ao coração. – I Sam. 16:7.
a) Conhece os que são Seus. – II Tim. 2:19.
2. No meio da confusão e hipocrisia, há um número de sinceros.
– Rom. 11:4,5.
a) O trigo e o joio estarão juntos até o fim. – Mat. 13:30.
3. Os sinceros sofrerão perseguição. – II Tim. 3:12.
4. O conselho divino:
a) Deus guardará até o fim. – Apoc. 3:10.
b) Auxiliará na perseguição. – I Cor. 10:13.
c) A lealdade será compensada. – Apoc. 2:10.

A VEREDA DO CRENTE
Col. 1:9-12

I – A natureza da vereda.
1. Digno do Senhor. – V. 10.
2. De conformidade com a vontade do Senhor revelada. – V. 9.

II – O motivo da vereda.
1. Ao Senhor, isto é, o Senhor mesmo. – V. 10.

III – O que significa a vereda.
1. Fé em Cristo (v. 4) – o princípio.
2. Oração – continuada por V. 9.
3. A Palavra de Deus – fonte de conhecimento da vontade de Deus.
– V. 9.
4. O Espírito de Deus habitando. – V. 4.

IV – Os resultados da vereda.
1. Agradar a Deus. – V. 10.
2. Frutificar em toda a boa obra. – V. 10.
3. Um crescente conhecimento de Deus. – V. 10.
4. Graças espirituais: a paciência, longanimidade, alegria, agradecimento. – Vs. 11,12.
5. Uma herança com os santos na luz. – V. 12.

A JUSTIÇA QUE DEUS EXIGE
Mat. 5:13:48; Mat. 23

Os escribas eram mestres religiosos e os fariseus fanáticos.
Eram considerados como modelo de obediência è santidade.
Deveriam ter espantado ao auditório essas palavras de Jesus, bem assim a nós hoje.
A questão aqui não é o grau de justiça mas a qualidade dela.
I – Os atos praticados pelos escribas e fariseus. – Mat. 23.
1. Honravam e ensinavam a lei. – Vs. 3,4.
2. Faziam muitas esmolas (Vs. 5-7) para serem vistos.
3. Eram muito piedosos. – Vs. 6,7,14,28.
4. Eram dizimistas ortodoxos. – V. 23.
5. Eram mui zelosos pelo templo, mas interiormente eram imundos.
– V. 25.

II – A condição atual da igreja de Jesus.
1. Há muitos hoje que não chegam a fazer a metade do que faziam os antigos.
2. Há muitos cuja justiça bem se assemelha à dos fariseus.
3. Outros há cuja justiça se apega às formalidades vãs, faltando-lhes o amor para com Deus e seu próximo. – Luc. 11:39.

III – O que Jesus exige.
1. Uma obediência sincera e de coração. – Mat. 15:8.
2. Uma perfeição até de lábios. – Mat. 5:27,48.
3. Irmos a Ele e adquirirmos a justiça que nos habilita para o céu.
– Apoc. 3:16-19,18.

AS CARACTERÍSTICAS DE UM CRENTE
I Cor. 16:5-24; I Cor. 16:13

I – Um crente fiel é vigilante.
1. Porque tem um tesouro.
2. Porque o adversário procura:
a) A sua alma.
b) Roubar-lhe a felicidade.
c) Fazê-lo estorvo para os outros.

II – Exemplo de fidelidade em vigiar.
1. Um sentinela.
2. O marinheiro vigilante.
3. Vigilante de tesouros.

III – Quem não possui valores não precisa vigiar.
1. Um crente fiel está firme na fé.
2. Tem confiança em Cristo.
3. Procura saber e cumprir a vontade de Deus.
4. Defende e propaga a Verdade. .

IV – Um crente fiel porta-se varonilmente.
1. Ganha honestamente a sua vida.
2. Paga sempre o que deve.
3. Honra com a vida a fé que tem.
4. É fiel aos deveres de sua igreja.

V – Um crente fiel deve fortalecer-se.
1. No alimentar-se.
2. No exercício diário.
3. Em usar de cautela.

PORQUE SOU CRISTÃO
Filip. 3:1-14, 8

Os dias atuais são dias de ceticismo.
l – O cristianismo emancipa a humanidade.
1. A degeneração no paganismo – depravação.
a) A posição da mulher.
2. Regenera o ser mais degradado. – João 8:32,36; I João 1:7.
a) Madalena, Dimas, antropófagos etc.
b) Liberta-o dos vícios e corrupções.
3. Melhora as nações.

II – O cristianismo representa ideais elevados.
1. Ideais dados por Jesus – o Justo.
a) Comparação – Moisés, assassino; Abraão, mentirosos; Davi, adúltero; Maomé, assassino; Jesus, o Justo.
2. Os prazeres e suas atrações são refugo. – V. 8.
a) O cristão pensa nas coisas de cima. – Col. 3:2; II Cor. 5:17.
b) Os conceitos de diversas religiões.
c) Um povo limpo e de vida reta.

III – O cristianismo oferece paz e esperança no meio das lutas. .
1. Dá paz no meio das lutas. – João 16:33; Mat. 11:28-30.
a) Nas calamidades da vida. – Hab. 3:17,18; João 14:27.
b) Nas guerras e lutas. – Sal. 46 e 91.
c) Na hora extrema da vida. – Sal. 23:4.
2. Há esperança além túmulo.
a) Exemplo dos mártires.
b) Uma vida melhor mais feliz. – Jó 19:25-27.
c) Uma vida eterna e segura. – João 5:24.
(1) Assim não acontece no romanismo; daí as missas, aperfeiçoamentos etc.

IV – O cristianismo desenvolve o espírito de servir.
“Salvo para servir”.
1. Foi o exemplo de Jesus. – Luc. 19:10.
a) Tornou-se universal. – Fil. 2:7.
2. Foi o exemplo dos apóstolos.
3. Ainda o é hoje.
a) Outros servem pelos seus meios. Eis o motivo por que sou um cristão. – II Tim. 1:12. Poderá você dizer assim?

A LÓGICA DO EVANGELHO
Rom. 1:16

I – Introdução:
1. Somos chamados evangélicos em contraste com outras religiões.
2. Os discípulos ficaram envergonhados.
3. Paulo tinha vergonha de o aceitar. Finalmente exclamou com sinceridade. – Rom. 1:16.

II – A lógica do Evangelho.
1. Satisfaz o desejo por Deus do homem natural. – Sal. 42:1-2.
a) Temos a certeza dum Deus vivo, pessoal e onisciente.
Os gregos. – Atos 5:23.
2. Satisfaz o desejo duma certeza positiva da verdade. João 8:31-32.
3. Dá conforto em toda espécie de prova:
a) Na doença, desgraça, perda terrestre, privação e morte. João 14:1-3; Rom. 8:28; II Cor. 4:17; Heb, 12:11.
4. Satisfaz o desejo da alma pela pureza íntima. – I João 1:7; Sal. 51:7.
a) Nenhum sistema filosófico nos oferece tal coisa.
5. Extingue o temor da morte e satisfaz a esperança e o desejo pela imortalidade. João 14:1-3; Jó 19:25; II Cor. 5:1; Apoc. 21:22-27.

III – O poder do Evangelho.
1. O poder dinâmico está inerente na Bíblia. – Rom. 1:16; João 6:63; Heb. 4:12.
a) A vida no grão de milho e na Palavra.
2. As demonstrações da vida e do poder que há nos Evangelhos.
a) Bêbados e jogadores.
b) Ladrões, adúlteros.
c) Assassinos, canibais.
3. Ouvinte, você ainda não experimentou este poder em sua vida?
a) Este poder que salvou outros, pode salvar a você também.
b) Aceita o convite de Jesus. – Mat. 11:28; João 6:37.

QUE É SER CRISTÃO?

Características do Cristão
1. Gosta de falar e de ouvir falar de Jesus Cristo.
2. Ama o povo de Deus.
3. Faz questão de freqüentar as reuniões da igreja.
4. Empenha na conversão dos não crentes.
5. É humilde e cheio de fé.
6. Tem prazer em contribuir para a Causa.
7. É servo bom e vigilante.
8. É estudioso da Palavra de Deus, com devoção.
9. É compassivo, simpático e accessível.
10. Sabe enfrentar as provações com serenidade.
11. Tem prazer na oração e na comunhão com seu Mestre. 12. Tem uma conduta irrepreensível perante a igreja e o mundo.

PARA VOCÊ APROXIMAR-SE DE DEUS

Para você aproximar-se de Deus, você deve:
– amar e trabalhar como se hoje fosse seu último dia sobre a Terra;
– procurar oportunidades para fazer o bem;
– deter-se freqüentemente para perguntar-se por quê e para que você vive;
– compadecer-se desse ser tão débil que é o homem movendo-se entre imensidades e mistérios;
– saber que não sabemos nada se nos apegamos à nossa própria razão;
– esperar tudo de Quem tudo sabe, tudo pode e tudo dá;
– renunciar aos triunfos do amor próprio, porque desconcertam e humilham; .
– desejar para outros o que desejas para você;
– dizer o necessário e nada mais;
– condenar o mal louvando o bem;
– convencer-se de que o bem cabe do mesmo modo no diminuto como no grande;
– dar para ter, amar para ser amado, sentir-se nada para engrandecer-se;
– inteirar-se de que seus verdadeiros inimigos estão dentro de você mesmo;
– ver terra humana na multidão – terra nobre, humilde e fecunda – tal como a que produz trigo, videiras, árvores e roseiras;
– chegar a um lugar em que não mais haverá espaço, nem dia, nem noite, e onde Jesus é o Sol.

O POVO DE DEUS
Deut. 33:29

1. Um povo salvo – “Salvo pelo Senhor”.
2. Um povo único – “Quem é como tu?”.
3. Um povo feliz – “Bem-aventurado és tu”.
4. Um povo defendido – “O escudo do teu socorro e a espada…”
5. Um povo vencedor – Apesar de perseguido. “Teus inimigos te serão sujeitos, e tu pisarás sobre as suas alturas”.
Assim é o povo de Deus, pelo Evangelho.

UM CRISTÃO
“Cristo em vós” – Col. 1:27

1. Ser ortodoxo em teoria e heterodoxo na prática, é merecer a condenação aqui e além.
2. Começar a vida cristã pela fé. O cristão deve perseverar na fé na vida diária. Jesus condenou os que falavam bem – e viviam mal.
3. O cristão deve ser um argumento irrespondível a favor da Bíblia, uma censura a todo o que vive em pecado.
4. O cristão é aquele que mantém relações próprias com Deus e que faz o mundo se lembrar dê Jesus por causa da sua união com Ele.
5. É você um cristão? Então:
a) Em seu lar, você é fiel?
b) Em seus negócios, você é honesto?
c) Em seu trabalho, você é esforçado e completo?
d) Em seus divertimentos, você é coerente?
e) Em sua vida, você é nobre?
6. Se você é um cristão sincero, você se alegrará com o afortunado e simpatizará com o infeliz. Você será contra todo mal e em favor de todo bem. Você oferecerá força ao fraco e congratulações ao forte.
7. O mundo tem grande necessidade de cristãos sinceros, honestos, fiéis, coerentes.
É você  um cristão?

O QUE O CRISTÃO DEVE TER

1. Cristo no coração. – Col. 1:27.
2. Glórias no rosto. – Atos 6:15.
3. O Espírito como Ensinador. – João 14:26.
4. O temor do Senhor como guia. – Prov. 8:13.
5. A senda da santidade em que andar. – Isa. 35:8.
6. O Céu como destino. – João 14:2.

O CASTIGO PARA OS CRENTES
Deut. 3:5; Lev. 26:28

Muito se tem falado sobre o castigo dos maus, dos incrédulos.
Há, entretanto, o castigo dos bons, dos crentes. Este é o castigo ocasional, passageiro: Moisés foi castigado, Jonas, Jó, Pedro etc. Os hebreus o foram muitas vezes.
O crente hoje pode ser castigado por muitas maneiras.
Propósito de Deus ao castigar:
1. Para nos humilhar. – I Ped. 5:5-6.
2. Para levar-nos ao arrependimento. – Jer. 31:18.
3. Para levar-nos a orar. – Isa. 26:16.
4. Para ensinar-nos Sua Palavra. – Sal. 94:12.
5. Para livrar-nos da condenação. – I Cor. 11:32.
6. Porque nos ama. – Heb. 12:6.

O CRISTÃO EM SETE CARACTERÍSTICAS
II Tim. 2

1. FILHO   – AFEIÇÃO. V. 1.
2. MORDOMO – FIDELIDADE. V. 2.
3. SOLDADO – RESIGNAÇÃO. V. 3.
4. LUTADOR – PERÍCIA (força). V. 5.
5. OBREIRO – DILIGÊNCIA. V. 15.
6. VASO – LIMPEZA (pureza). V. 21.
7. SERVO – OBEDIÊNCIA. V. 24.

A CARREIRA DO CRENTE
Heb. 12:1-2
Introdução:
As “testemunhas”:
1. Os santos que nos precederam.
2. O mundo presente e suas forças.

I – Como temos de nos preparar?
1. Deixando “todo o embaraço”.
2. Deixando “todo o pecado”.

II – Como temos de correr?
1. “Com paciência”.
2. Com um alvo definido.
3. Com um progresso firme e constante.
4. Com esforço extremo.
5. No caminho indicado.

III – Como havemos de vencer?
1. “Olhando para Jesus”.

O QUE O CRENTE DEVE SER
I Tim. 2

1. Filho – que se fortifica na graça para obedecer.
2. Soldado – que suporta aflições e evita embaraços.
3. Atleta – que luta segundo as regras.
4. Lavrador – que trabalha diligente e pacientemente.
5. Obreiro – que maneja bem a Palavra da Verdade.
6. Vaso – que se purifica e santifica para ser útil.
7. Servo – que é bondoso, paciente e manso para com todos.

EQUIPAMENTO DO CRENTE
Col. 1:9-13

1. O Conhecimento do Crente. – V. 9.
a) Conhecimento da vontade de Deus.
b) Em sabedoria e inteligência.
2. O Andar do Crente. – V. 10.
a) Agradando ao Senhor em tudo.
b) Frutificando.
c) Crescendo no conhecimento.
3. A Fortaleza do Crente. – V. 11
a) Segundo o poder de Deus.
b) Em toda paciência e longanimidade.
c) Com alegria.
4. A Gratidão do Crente. – Vs. 12-14.
a) Pela participação da herança dos santos. – V. 12.
b) Pelo livramento do poder das trevas. – V. 13.
c) Pela completa redenção. – V. 14.

EXPERIÊNCIAS DO CRENTE
Rom. 5:1-5

1. Seu passado – justificado pela fé. – Rom. 5:1.
2. Seu presente – firme na graça. – Rom. 5:2.
3. Seu futuro – a glória de Deus. – Rom. 5:2.
4. Sua experiência – tribulações. – Rom. 5:3.
5. Sua força – o amor de Deus, derramado em seu coração. Rom. 5:5.

MAIS PERTO DE DEUS
Sal. 42

1. A Razão de Ser.
a) Somos nascidos de Deus – Seus filhos. – João 1:12.
b) Somos herdeiros e co-herdeiros com Cristo. – Rom. 8:17.
c) Somos embaixadores de Cristo. – II Cor. 5:20.
2. Mais perto de Deus – Os meios.
a) Pela fé.
b) Pela oração.
c) Pelo serviço.
3. Mais perto de Deus – Os efeitos.
a) Venceremos o mundo, as tentações, o Diabo.
b) Teremos uma visão mais nítida das necessidades materiais, sociais, morais e espirituais do mundo.
c) Nosso amor será aperfeiçoado.

CRÍTICAS – CONTENDAS
Luc. 18:11-14

I – O fariseu orava.
1. De que maneira?
(1) Em pé.
(2) Dentro de si.
2. A oração.
a) A respeito de si mesmo.
(1) “Oh! Deus, graças Te dou” – não vida, Cristo.
(2) Que não sou como os demais homens – exemplo.
(3) Jejuo duas vezes por semana.
(3) Dou o dízimo de tudo.
b) A respeito dos outros.
(1) Não sou como os demais homens.
(2) Ladrões, injustos, adúlteros – Termos pesados.

II – O publicano orava.
1. De que maneira?
a) A alguma distância.
b) Nem levantou os olhos.
c) Batia no peito.
2. A oração.
a) A respeito de si mesmo:
(1) “Oh! Deus, sê propício.
(2) A mim.
(3) Pecador.
3. Conclusão.
a) Este desceu justificado.
b) E não aquele”.

A NOSSA CRUZ
Mat. 10:34-42, 38; 16:24

O costume antigo de levar a cruz. Vergonha!
Antes da crucificação Jesus antevia Seu caso e de Seus seguidores.
A cena da Via Dolorosa.
Cada pessoa tem sua cruz.

I – Qual é a nossa cruz? “Aquele que não toma a sua cruz”.
1. Pode ser o abandono de certos prazeres etc.
2. Pode ser o suportar censuras ou maldades, ou permanecer na pobreza e esquecimento.
3. Podem ser sofrimentos, perdas e perseguições por causa de Cristo.
4. Pode ser a exigência da consagração de tudo que temos e somos para Cristo e aceitar tudo com resignação. Renúncia do “eu”.

II – O que devemos fazer com nossa cruz?
“Toma-a… e segue após Mim”.
Devemos tomar e não fazer. Jesus a tomou.
1. Estar prontos a tomá-la.
a) Não escolhendo uma cruz ou desfalecendo após outra forma de provação.
b) Não murmurando pela cruz apontada.
c) Não a desprezando sob quaisquer circunstâncias.
d) Não desmaiando debaixo dela, caindo ou fugindo.
2. Suportá-la pacientemente, pois devemos carregá-la somente por um pouco de tempo.
3. Seguir obedientemente a Cristo.
a) Estamos seguindo unicamente Suas pisadas.

III – O que nos deve animar?
1. A necessidade: Não podemos ser um discípulo sem carregar a cruz. Cristo não teria salvo o mundo se não levasse a cruz e morresse sobre ela.
2. O exemplo de outros: Homens melhores do que nós têm carregado a cruz. – Heb. 11:32-40.
3. O Amor: Jesus suportou uma cruz mais pesada do que a nossa por amor de nós. Ele abriu o caminho.
4. A fé: A graça será dada de conformidade- com o peso da cruz. – II Cor. 12:9,10.
5. A recompensa: Depois da cruz, a coroa. – Apoc. 2:10.

AS TRÊS CRUCIFICAÇÕES
Gál. 6:1-18, 14

Paulo fortemente reprova aqueles que se afastam da doutrina da cruz. – Vs. 12, 13.
Há três crucificações:

I – Cristo crucificado – “A Cruz de N. S. Jesus Cristo”. A cruz foi tão vergonhosa como o patíbulo, mas por ela vêm a justificação e redenção.
Paulo se gloriava na cruz; ele a via:
1. Como manifestação do caráter divino – “Deus estava em Cristo”. – II Cor. 5:19.
2. Como manifestação do amor do Salvador. – João 15:13.
3. Como o aniquilamento do pecado. – Heb. 9:26.
4. Como a respiração de esperança, paz e alegria para a alma desanimada.
5. Como o grande meio de tocar corações e mudar vidas.
6. Como assegurando o céu aos crentes. – Rom . 1:16; I Cor. 1:18.

II – O mundo crucificado – “O mundo está crucificado para mim”.
Como resultado de ver todas as coisas à luz da cruz, Paulo viu o mundo igual a um réu executado sobre a cruz.
1. Seu caráter condenado. – João 12:31.
2. Seus ensinos desprezados. Que autoridade pode ter?
3. Seus prazeres, honras, tesouros rejeitados.
4. Sua ocupação, máximas e espírito abandonados.
5. O mundo mesmo logo a passar, bem como suas modas e glórias.
I João 2:15-17.

III – O crente crucificado – “E eu para o mundo”.
1. Ele mesmo maltratado e ridicularizado.
2. Seu nome e honra tidos em pouca conta por causa de sua associação com o pobre e devoto.
3. Suas ações e motivos mal apresentados.
4. Desprezado como maníaco ou de u’a mente doentia e ideias arcaicas.
5. Suas maneiras e hábitos tidos como puritanos e hipócritas.
6. Ele mesmo como sendo morto para a sociedade.
A cruz foi um tropeço para os judeus e uma loucura para os gregos, mas para os cristãos é uma glória.
A cruz de Cristo é a nossa coroa: o opróbrio de Cristo, a nossa riqueza, e a Sua vergonha, a nossa glória! – I Cor. 1:18, 21-23.

UMA GRANDE BÊNÇÃO
Mat. 13:16-17

1. Vemos pelos sinais nas esferas social, política e religiosa que estamos vivendo nos dias de Noé. – Mat. 24 :37-39.
2. Vemos e conhecemos o que é pecado e suas conseqüências terríveis. Muitos ignoram.
3. Conhecemos o remédio eficaz para o pecado. – I João 1:7; 2;1.
Outros procuram este remédio em coisas vãs.
4. Vemos e sentimos, nos sofrimentos e mistérios, o que o mundo não pode ver e sentir – o conforto divino e a esperança de uma vida melhor e mais feliz. – Mat. 11:28-30; Apoc. 21:3,4.
Somos bem-aventurados!

SETE COISAS SOBRE AS QUAIS CONVÉM MEDITAR MUITO

I – O exemplo de Cristo.
1. Aniquilou-Se. – Filip. 2:7,8.
2. Obediente até à morte. – V. 8.
3. Veio buscar e salvar perdidos. – Luc. 19:10.
4. Pobre para enriquecer-nos. – II Cor. 8:9.

II – A comissão do Nosso Senhor.
1. Ide, a todo o mundo, pregai. – Mar. 16:15.
2. Primeiro em casa. – Atos 1:8.
3. Tudo preparado já, vinde. – Luc. 14:16.
a) Escusas. – Vs. 1,2,3,17,21.
b) Força-os a entrar. – V. 23.
4. Enviados como o Pai. – João 20:21.

III – Pertencemos ao Salvador.
1. Comprados com sangue. – I Cor. 6:19,20.
2. Chamemo-Lo Senhor, mas. – Luc. 6:49.
3. Vivemos para Ele. – II Cor. 5:15.

IV – Condição perdida do homem.
1. Depravação dos gentios. – Rom. 1:18-23.
2. Sem lei perecerão. – Rom. 2:12.
3. Não há esperança no mundo. – Efés. 2:12.

V – Única esperança dó homem.
1. Único Salvador. – Atos 4:12.
2. Caminho ao Pai. – João 14:6.
3. Tem vida nEle. – I João 5:12.

VI – Nossa capacidade de ajudar.
1. Oração. – Mat. 9:37,38.
2. No dar. – Atos 4:34; 20:35.
3. No enviar. – Rom. 10:15; Atos 13:3.
4. No ir. – Isa. 6:8. O melhor de todos.

VII – Nossa responsabilidade.
1. O Senhor pedirá contas. – Mat. 25:19.
2. Negócios até que venha. – Luc, 19:13.
3. Olhai por vós mesmos. – II S. João 8.

QUEM SAO MEUS IRMÃOS? – Mat. 12:46-50

A fraternidade ou irmandade de crentes ou cristãos, devia-se considerar com muito mais estima e respeito do que se está fazendo.
Chamamo-nos irmãos, por quê?

I – A oração de Jesus. João 17:20-22.
1. De que é essa união uma prova? – João 17:21-22; 13:35.
2. Como entramos nessa fraternidade? – Mat. 28:18-20; 12:46-50.
a) Vale mais do que a irmandade carnal. A irmandade de Cristo é o Seu rebanho, deve representá-Lo e lutar contra o mal.
b) Por isso temos de ser bem unidos (I Cor. 1:10), e viver uma vida para honra e glória de Deus. – Mat. 5:16.
3. O que se deve fazer com aqueles que não fazem isso. – II Tess. 3:6; Tito 8:10; II João 9:11; I Cor. 5:11-18; Mat. 12:25.
4. E ao que foi excluído, também devemos mostrar interesse e simpatia. – I Cor. 12:25-27; Efés. 4:1-3; Isa. 52:8.
5. A luta pela vida eterna não é fácil, por isso a irmandade deve aliviar-se mutuamente as dificuldades. – Gál. 6:2; Salmo 84:7.

O PRIMEIRO AMOR PERDIDO – Apoc. 2:4

O método de Cristo tratar com Sua igreja.
I – O que é o primeiro amor?
1. O amor de noivos. – Jer. 2:2.
2. O primeiro amor do convertido.

II – A necessidade de guardar o primeiro amor.
1. Sem ele, ortodoxia e serviço não são nada.
2. Nenhuma igreja tem o direito de existir sem ele. – Apoc. 2:5.

III – Os sinais dum amor perdido.
1. Falta de amor pessoal no serviço.
2. Falta de alegria nas atividades para Cristo.
3. Negligência dos deveres para com a igreja.
4. Desinteresse na oração e leitura da Bíblia.

IV – Como reaver o amor perdido.
1. Relembrando a experiência passada, a atmosfera em que uma vez vivemos.
2. Arrependendo-nos – voltando atrás, confessando, prometendo e reformando-nos.
3. Volvamos às primeiras obras outra vez!

O PRIMEIRO AMOR – COMO RESTAURÁ-LO
Apoc. 2:2-7; Heb. 10:32; 6:10

I – O primeiro amor.
1. Oh, como ficou quente o nosso coração. Um espírito de sacrifício tomou posse de nós. Cristo foi “tudo em todos”. Ao subir da água, nas margens do sepulcro onde deixamos os nossos pecados, o velho homem.
2. Contávamos as boas novas a todos; orávamos com fervor pelos parentes; dávamos literatura, estudos bíblicos, escrevíamos cartas, assistíamos às reuniões. – Rom. 9:1-3.
3. “Eu sei as tuas obras”.
a) Seu trabalho.
b) Sua paciência.
c) Você não pode sofrer os maus…
d) E você sofreu. – II Cor. 11:24-30; Rom. 8:18; Mat. 10:21.
e) E você trabalhou (terceira vez).
f) Você não se cansou.

II – “O amor de muitos esfriará”. Mat. 24:12.
1. Que amor? Aquele primeiro.
2. Logo deixam de praticar as primeiras obras.
3. “Tenho contra ti que deixaste a tua primeira caridade”.
Cristo mandou João dizer-nos.
4. Ele não nos deixou neste estado. Deu-nos um plano pelo qual pudéssemos sair.

III – Os meios pelos quais voltar. Apoc. 2:5.
1. “Lembra-te pois donde caíste e…” – Heb. 10:32.
2. “Arrepende-te, e…” – Atos 3:19.
3. “Pratica as primeiras obras”. – Rom. 9:1-3.
4. “Este Evangelho SERÁ pregado”. – Mat. 24:14.
A confiança de Jesus Cristo.

A conclusão:
1. Se não praticarmos.
a) “Brevemente a ti verei e tirarei do seu lugar o teu castiçal”.
A tua luz. – Mat. 6:23.
2. Se praticarmos: Luc. 8:39.
a) “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus”. – V. 7.
3. “Mas aquele que perseverar até AO FIM será salvo”. – Mat. 24:13. Temos de praticar ou cair. – Luc. 6 :47-49.

ESCÂNDALO NA IGREJA
Luc. 17:1-4; Lev, 19:16

I – Advertência do novo mandamento. Êx. 20:16.
1. É uma advertência para evitar escândalos.
2. Causadores de escândalos.
a) Os que perseguem os crentes.
b) Os que professam a fé em Cristo. – I Cor. 11:19.
3. O escândalo em si mesmo:
a) Nossas palavras ociosas e frívolas. – Tia. 1:26.
b) Nossa conduta repreensível ao mundo.
4. Tais coisas concorrem para desonrar o nome a Causa de Deus
– Rom. 2:24; I Cor. 10:32.

II – A condição atual da Igreja.
1. Irmãos conversadores e caluniadores. – Jer. 9:1-5.
2. Irmãos ociosos. – I Tim. 5:13.
a) Estes são acendedores de fogo. – Prov. 26:20,21.
b) Este fogo é chama do inferno. – Tia. 3:5,6.
3. Os que assim procedem, fazem a obra da carne e portanto do maligno. – Gál. 5:16-21.

III – A exortação divina.
1. Seremos julgados por nossas palavras. – Mat. 12:37.
2. Por isso não devemos andar com mexericos entre irmãos. – Lev. 19:16-18.
3. Devemos revestir-nos da santidade cristã. – Efés. 4:17-32.
4. Devemos amar o nosso próximo. – Rom. 13:8-14.
a) Quem é o nosso próximo?
b) É o irmão que está mais próximo de nós.
5. Somente assim estaremos aptos para o reino celeste. Sal. 15:1-3.
QUAL DEVE SER A NOSSA ORAÇÃO? – Sal, 141:3; 140:23,24.

ANDAR NA LUZ
I João 1:7

A História nos ensina que todo povo, em alguma época, teve suas estrelas brilhantes que lançaram luz na senda de sua própria geração e das gerações seguintes.
Sólon foi a estrela brilhante dos atenienses; Licurgo, o legislador de Esparta; Carlos V, a estrela da Espanha; Carlos Magno, da França, e Rui Barbosa, do Brasil.

I – O que é andar na luz?
1. No Novo Testamento significa o lado prático da vida progressiva do cristão.
2. Pôr em prática os princípios do Evangelho e o que sabemos.
3. Luz significa conhecimento, educação, no sentido evangélico, ou conhecimento do Evangelho. – II Cor. 4:4; João 1:9, 10; 9:5.

II – Requisitos principais para andar na luz.
1. Um bom princípio.
a) Observar como Ele andou. – Efés. 5:15-17; Filip. 3:18.
b) Edificar sobre a Rocha. – Mat. 7:24-25; Sal. 40:2; I Cor. 10:4.
c) Abandonar toda a carga. – Heb. 12:1.
2. Um bom ideal.
a) A perfeição. – Gên. 17:1; Heb. 6:1-4; Mat. 5:48 ; II Cor. 3:18.
b) A vida mesma de Cristo. – Heb. 12:2; 1 Ped. 2:21-24; Efés. 4:11-12.

III – Os resultados de andar na luz.
1. Limpa-nos do pecado – texto.
2. Que é pecado:
a) Transgressão da lei. – I João 3:4; Tia. 2:9.
b) A origem de todas as dores.
c) O espinho na rosa da alegria.
d) Práticas que nos trazem a morte.
3. Como nos limpa.
a) Cristo tomou nosso lugar. – Rom. 6 :23.
b) Faz-nos produzir frutos. – Col. 1:10; João 15:7,8.
Andemos na luz como Ele andou e a promessa de limpar-nos é nossa.

A CASA DE DEUS –
Isa. 58:1; 55:1-7; Sal. 29:2

Introdução:
1. Há beleza na santidade.
2. É o lugar onde Deus encontra-Se com Seu povo. Êx. 25:8; 40:34.
3. Quando adoramos devemos fazê-lo em espírito e verdade.
– João 4:24.

I – Deus adverte quanto às reuniões.
1. Não devemos nos esquecer de encontrar-nos com Ele. Heb. 10:25.
a) É um sinal de apostasia. – Ex. : S. Pedro.
2. Esta foi a experiência de Israel.
3. Renova a força espiritual. – Isa. 40:31.
4. Devemos sentir alegria.

II – Não é necessário ser um templo para ser santo.
1. Moisés e Josué pisaram terra santa. – Êx. 3:5; Jos. 5:15.
2. Pode ser duas ou três pessoas. – Mat. 18:20.

III – Como devemos manter reverência.
1. O Senhor exige reverência. – Lev. 19:30.
2. Como podemos mostrar reverência?
a) Pelo silêncio. – Ecl. 5:1.
b) Pela oração. – Sal. 95:6.
c) Pelo cântico. – Sal. 100:2,4.
d) Dando a atenção devida à mensagem e ao mensageiro.
Conclusão:
1. Como resultado, nossa alma será alimentada. – Isa. 40:31.
2. Adoremos a Deus na beleza de Sua santidade! – Sal. 29:2.

FERIDO NA CASA DE SEUS AMIGOS
Zac. 13:6

Podemos compreender algumas crueldades pelas quais Jesus passou no Seu ministério terrestre: o ódio dos fariseus, a indiferença dos soldados romanos, o desejo sangrento da turba etc. Isso foi natural.
Outros ferimentos de Jesus são difíceis de serem compreendidos: a negação de Pedro, a traição de Judas, a falta de compreensão de alguns discípulos.
Não há ferimentos mais dolorosos do que aqueles causados por nossos amigos. Jesus ainda hoje está sendo ferido profundamente na casa de Seus amigos.
I – Nações que se dizem cristãs.
1. O espírito de guerra domina os povos que se dizem cristãos, apesar das Ligas e Conferências de Desarmamentos.
a) O espírito de guerra é contrário ao espírito de Jesus.
2. Em certas nações que se dizem cristãs, promulgam-se leis que favorecem o crime, a imoralidade, etc.

II – Igrejas estabelecidas em nome de Jesus.
1. Igrejas brigando e combatendo uma a outra, negligenciando o inimigo comum.
a) Os pagãos gozam com a desarmonia nas igrejas cristãs.
2. Algumas igrejas indiferentes aos fundamentos da lei e do evangelho eterno.
3. Outras negando a divindade de Jesus e Sua graça salvadora.

III – Indivíduos que se dizem cristãos.
1. Suas vidas não condizem com o Cristianismo, antes são uma negação do poder do Evangelho. – Mat. 5:13-16.
a) Seus lares são outra negação da regeneração.
2. O egoísmo domina a vida de muitos cristãos, e bem assim o ódio, a contenda, a tagarelice, preconceitos e frieza. – Prov. 6:16-19.
3. O que mais fere a Jesus é a falta de amor mútuo, amor fraternal. – I João 3:14-19.
4. Devemos unir-nos e levantar-nos para erguer o estandarte da Verdade. – Sal. 60:4.

COMO FIEL SOLDADO DE JESUS CRISTO
II Tim. 2:3

I – O que é a vida cristã.
1. Deus guia a seu povo passo a passo.
2. A vida cristã é uma contínua batalha e marcha.
3. Não há tréguas nessa guerra.

II – As qualidades de um soldado.
1. Valente.
Josué 10:25. – Tenham bom ânimo!
II Sam. 17:10. – Não há lugar para os medrosos.
Juízes 7:3. – Voltaram 22.000 medrosos.
I Cor. 14:8. – Um Sonido incerto.
2. Forte.
I Cor. 16:13. – “Portai-vos varonilmente”.
Ag. 2:4. – “Esforça-te – Eu sou .convosco”.
Efés. 6:10. – “Esforçai-vos no Senhor”.
II Cor. 12:9. – “Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”.
Heb. 10:32. – “Pela fé”.
3 . Fiel.
II Tim. 2:3. – “Como fiel soldado”.
I Cor. 4:2. – “Requer-se que seja achado fiel”.
Apoc. 2:10. – “Fiel até à morte”.
4. Obediente.
Mat. 8:27. – Mesmo os ventos e o mar lhe obedeceram.
Atos 26:19. – “Não fui desobediente”.
II Tim. 4:7. – Guardai a fé.
5. Bem equipado. – I Tim. 1:18,19.
II Cor. 10:34. – Nossas armas não são carnais. As armas do mundo.
II Cor. 6:7. – A armadura da justiça.
Efés. 6:10-17. – A armadura de Deus.
6. Sempre prontos – sempre preparados.
Atos 21:13. – Prontos para qualquer serviço: viver ou morrer. – 20:24.
II Tim. 4:7,8. – O soldado triunfante.

VIGIAI; ESTAI FIRMES NA FÉ; PORTAI-VOS VARONILMENTE; FORTALECEI-VOS
I Cor. 16:13

I – Vigiai.
1. O que é vigiar? Sobre o que devemos vigiar?
a) Vigiar é ser como um vigilante noturno, ou sentinela.
2. Sobre que devemos vigiar.
a) Sobre nossos corações.
b) Sobre nossas inclinações.
c) Sobre nossos pensamentos, palavras e obras.
d) Sobre a nossa conduta.
(1) O que não vigia sua conduta está caminhando para a beira dum precipício.
3. Vigiar na presença de Deus.
a) Deus quer que Seus servos sejam vigilantes. .
b) Devemos velar sobre o que nos ensina a Escritura Sagrada.
c) Devemos velar sobre o que conhecemos da Palavra de Deus.
4. Uma vez que estamos revestidos das armaduras cristãs devemos e temos de ser vigilantes.
a) Sobre a nossa conduta na presença do mundo que nos rodeia.
b) Sobre nossa igreja.
c) Sobre nossa conduta na presença dos irmãos na igreja.
d) Pela nossa vigilância e então serviremos de exemplo a muitos.

PORTAI-VOS VARONILMENTE
I Cor. 16:13

I – Em que nos portarmos?
1. Nas tentações como José.
2. Nas provas como os moços hebreus.
3. Nos perigos como Paulo.

II – Esforçar-nos.
1. Em ter uma vida em comunhão com o Evangelho.
2. Em trazer almas ao conhecimento da Verdade.
3. Em obrar a caridade para com os desvalidos.
4. Em ofertar alguma coisa para Deus.
5. Em procura a paz e união entre os irmãos.
6. Em testemunhar pelo Senhor perante o mundo como os apóstolos. – Atos 4:33.
7. Na luta contra Satanás para que Cristo seja vencedor.

O CINTURÃO DA VERDADE
Efés. 6:10-20

I – A verdade mencionada aqui é subjetiva.
1. Sinceridade em nossa conversa.
a) Com os nossos amigos.
b) Em relatar fatos.
c) Na fraseologia religiosa.
2. Sinceridade em nossa ação.
a) Do negociante e seus clientes.
b) Toda a formalidade deve ser evitada.
c) O crente deve ser regular em assistir aos cultos.
d) O crente deve ouvir bem e orar com fervor.
e) O crente deve sempre trabalhar para o seu Mestre.
f) O crente deve sempre honrar o Senhor com a sua fazenda.

II – Fundações do cinturão da verdade.
1. Dá firmeza moral ao crente.
2. Une as qualidades morais.
3. Sempre defende alguns portes vitais do seu ser moral.

A COURAÇA DA JUSTIÇA
Efés. 6:10-25

A condição de Paulo e o uso da couraça.
l – A justiça objetiva é justiça imputada, a saber, a justiça da fé
– Gên. 15:16; Rom. 4:3-5.

II – A justiça subjetiva é a justiça pessoal nascida – conformidade do crente à vontade de Deus.
1. O fabricante desta couraça é Jesus.
a) Não é a justiça de qualquer mundano.
b) O crente que exibe a justiça reconhece:
(1) Jesus como fonte dela.
(2) Jesus como o seu estandarte.
2. Esta couraça é composta de:
a) Bons pensamentos.
b) Bons sentimentos.
c) Bons desígnios.
d) Boas ações.
3. As funções desta couraça são:
a) Inconsciente – é vista por todos.
b) Consciente – defende os órgãos vitais do soldado.
4. Quem se vestir com esta parte da armadura de Deus, limpará a sua vida.

O CALÇADO DO EVANGELHO DA PAZ
Efés. 6:15

A condição de Paulo e o uso das sandálias.
1. Davam firmeza ao soldado, quando se achava na luta.
2. Facilitavam o seu andar quando avançava no terreno do inimigo.

I – O evangelho da paz.
1. Paz com Deus.
2. Paz consigo mesmo.

II – O soldado de Jesus, estando calçado com essas sandálias, acha-se em condições de:
1. Firmar-se bem, quando em batalha.
2. Avançar com agilidade no terreno inimigo.
a) O crente ataca o inimigo com a fé que tem.
b) O crente ataca o inimigo com a vida reta que leva.
c) O crente ataca o inimigo com a Palavra de Deus, a sua única arma, universal.

ESCUDO DA FÉ
Gên. 22:1-19; Efés. 6:16

A condição de Paulo e o uso do escudo.
I – O ataque maligno é rigoroso. Os dardos inflamados são tentações.
1. A intemperança.
2. A impureza.
3. A dúvida da existência de Deus.
4. O abandono à casa de Deus.
5. A incredulidade.

II – A defesa é a fé.
1. O que a fé não é:
a) A solução intelectual de problemas que nos confundem.
b) O apoio de certas verdades.
c) Uma operação da mente.
d) Um sentimento emocional.
2. O que é a fé:
a) Uma confiança de coração.
b) Um coração reclinado em Jesus, baseado na mais profunda das razões.
3 . Algumas ilustrações:
a) A fé de Abraão.
b) A fé de um passageiro.

III – A importância da fé.
1. Sem ela não se agrada a Deus.
2. Sem fé Deus não nos pode ajudar.

O CAPACETE DA SALVAÇÃO
Efés. 6:10-20

A condição de Paulo e o uso do capacete.
I – O crente deve possuir aquilo que oferece aos outros.

II – Salvação é uma possessão atual.
1. Às vezes refere-se ao futuro glorioso do crente. – I Ped. 1:5.
2. Às vezes refere-se ao processo que está se efetuando no crente. – I Cor. 1:18.
3. Geralmente refere-se a uma possessão atual. – Luc. 19:9.

III – Essa peça defende contra.
1. O formalismo de religiões.
2. Ambições para honra própria.
3. Infidelidade a Cristo.

IV – A salvação é um dom de Deus.
1. A graça é a chave de ouro do Evangelho.
2. Deus Se compraz em dar, porque é amor.
3. Quem não recebe a salvação como um dom de Deus causa-Lhe a maior tristeza.

A SÚPLICA DO SOLDADO
Efés. 6:10-20

As condições de Paulo.
I – A oração do crente deve ser:
1. Sincera.
2. Constante.
a) No culto de sua Igreja.
b) Em segredo no seu lar.
3. Uma súplica pessoal.
4. Uma súplica intercessora.
a) Pelos irmãos individualmente.
b) Pela Igreja coletivamente.
c) Pelo Pastor especialmente.
d) Pelos interessados.
e) Pelos incrédulos.
5. No espírito.
6. A Deus Pai, em nome do Seu Filho Jesus.

II – O nosso comandante é fiel e ouvirá todo aquele que a Ele pedir em nome do seu Filho.
1. Ser e permanecer firme em Jesus.
2. Se a palavra de Jesus permanece nele.
3. Se pedir de acordo com a vontade de Deus.

O ESPÍRITO DE SERVIÇO
Filip. 2:1-18

Paulo nos indica o espírito que deve haver em nós, se quisermos prestar algum serviço à causa de Deus.
1. Deve haver um espírito de fraternidade e união. – V. 2.
2. Também o espírito de humildade. – V. 3.
3. Espírito desinteressado. – V. 4.
4. Espírito de Cristo – de sacrifício. – Vs. 5-8.
5. Espírito de obediência. – V. 12.
6. Espírito de satisfação. – V. 14. .
7. Espírito de lealdade e fidelidade. – V. 15.
a) Para com Cristo e Sua Palavra. – V. 16.
b) Para com os deveres na igreja.
c) Leais até à morte. – V. 17.

“ENVIO-VOS TAMBÉM”
João 17:18

São palavras do próprio Jesus! É Ele que nos envia, Ele é o nosso exemplo. Ele é nossa inspiração. Tudo é para Ele.

I – O próprio Cristo, um obreiro pessoal.
1. Iniciou Seu trabalho assim… – João 3:1-21.
2. A mulher de Samaria. – João 4:4-42.
3. Os ensinos dEle… – Luc. 15:3-10; João 9:1-38; Luc.19:1-10.

II – O plano de Cristo para seus seguidores.
1. Enviados como Cristo… – João 20:21.
2. Que todo discípulo seja ganhador… – Mat. 4:19.
3. Ele não tem outro plano… – II Cor. 5:18-20.

III – O motivo de ganhar almas.
1. “Ide”, é a comissão. – Mar. 16:15,16.
2. Que todo discípulo seja ganhador… – Mat. 4:19.
a) O Pai. – João 3:16; Rom. 5:6-8.
b) Cristo. – Luc. 19:10; 15:7.
c) Nós. – I João 3:16.
d) Com amor, o mais fraco, mais desconfiado de si mesmo, poderá conseguir grandes coisas de Deus. – II Reis 5:2,3.

IV – Qualidades dos obreiros.
1. Um cristão verdadeiro – comunhão. – João 15:45.
2. Renuncia a tudo quanto tem… – Mat. 19:20,21; Filip. 3:7-9; Luc. 14 :33.
3. Liberdade – uma experiência. – João 8:32.

V – Preparo para o serviço cristão.
1. Ser ungido – consagrado. – Isa. 61:1; 6:1-6.
2. A promessa a nós. – I João 5:14-16.
3. Ânimo antecipando grandes recompensas. – I Tess. 2:19-20; II Cor. 1:14.

VI – O galardão do obreiro fiel.
1. Refulgirá como as estrelas. – Dan, 12:1.
2. O que ganha almas, sábio é. – Prov. 11:30.
3. Voltarás com grande alegria. – Sal, 126:5,6.
4. Não será em vão no Senhor. – I Cor. 15 :58.

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