JESUS HUMANO

1. Cansou-Se. – Jo. 4:6.
2. Dormiu. – Mat. 8:24.
3. Teve fome. – Mat. 4:2.
4. Teve sede. -Jo. 4:7.
5. Chorou. – Jo. 11:35.
6. Alegrou-Se. – Luc. 10:21.
7. Indignou-Se. – Mar. 3:5.
8. Sofreu. – Luc. 22:44.
9. Morreu. – Jo. 19:30.

O MAIOR DE TODOS OS MILAGRES
Jo. 14:19

I – A ressurreição de Jesus desperta nova fé.
1. Garantia da ressurreição. – Mat. 16:21; 17:23; 20:19.
2. Descrição da ressurreição de Jesus. – Mat. 28:1-6.
3. João crê. – Jo. 20:8.

II – Resultados da ressurreição de Jesus.
1. Provou que Jesus é o Filho de Deus. – Rom. 1:4.
2. Para nossa justificação. – Rom. 4:25; 5:1.
3. Provou a veracidade das predições de Jesus. – Mat. 28:6.
4. Troféus da ressurreição. – Mat. 27:52,53.

III – Importância da ressurreição de Jesus.
1. Certeza de vida, – I Cor, 15:13-22.
2. Tema dos apóstolos. – Atos 2:32; 3:15; 10:40. Gál. 1:1.
3. “Uma viva esperança”. – I Ped. 1:3-5.

IV – A ressurreição e o batismo.
1. Um meio de graça. – I Ped. 3:21.
2. Sepultamento e ressurreição. – Rom. 6:3-8.

V – Poder da ressurreição e fé salvadora.
1. Poder da ressurreição. – Fil. 3:10.
2. A fé salvadora e a ressurreição. – I Ped. 1:18-21.

O SILÊNCIO DE JESUS DIANTE DE PILATOS
Mat. 21:14

I – Ele já tinha sido condenado pelo Sinédrio como blasfemo. Sua morte já estava determinada por eles, e Pilatos, por sua má conduta anterior, sentia-se constrangido a satisfazer os seus desejos, Não valia a pena falar; seria o mesmo que lançar pérolas aos porcos. A única acusação que necessitava ser explicada a Pilatos Ele a fez em particular.

II – A crise do Seu ministério tinha chegado. Sua “hora” estava à mão. No decurso de dois anos Ele tinha prudentemente evitado excitar a hostilidade dos Seus inimigos e o fanatismo dos Seus amigos. Porém não há mais motivo para dilatar a colisão inevitável. Tinha Ele terminado a Sua obra de ensino, a Sua vida de humilhação, e estava prestes a hora em que Ele havia de ser glorificado. – Jo. 12:23; 17:4.

III – Sua morte não era somente inevitável, mas necessária, e Ele agora Se submete a ela voluntariamente. – Jo. 10:17. Uma oração ao Pai poderia evitá-la, mas Ele não faria tal oração. – Jo. 12:27; Mat. 26:53. A cogitação desta hora tinha sido por longo tempo um fardo pesado à  Sua alma. – Lua. 12:50; uma noite angustiosa no jardim; porém agora Ele está disposto a suportar a cruz, desprezando a afronta pela alegria que Lhe sobrevirá. – Heb.12:2.
– Broadus

O MÉDICO INFALÍVEL
Luc. 5:12-16; Mat. 9:12

I – O Corpo Humano.
1. Sujeito a modificações.
a) Por natureza é imperfeito,
b) Abusos danificam cada vez mais o corpo.
(1) Uso de narcóticos etc.
(2) Exercícios impróprios.
(3) Negligência do corpo.
2. Órgãos enfraquecidos carecem de curativos,
a) Necessitam de um médico ciente de:
(1) Anatomia.
(2) Moléstias do carpo.
(3) Medicamentos.
3. Os doentes precisam seguir as direções do médico.

II – A Alma do Homem.
1. Sujeita a modificações.
a) Por natureza é imperfeita,
b) Abusos danificam cada vez mais a alma.
(1) Pecados de ação.
(2) Pecados de omissão.
2. A alma doente carece de curativos.
a) O médico precisa conhecer:
b) A alma.
(2) A doença.
(3) O remédio.
3. Jesus é o grande médico.
a) Devemos seguir Sua sábia direção.

A MISSÃO DE IESUS
Luc. 19:1-10

I – Zaqueu, o Publicano.
1. Seu emprego de coletor.
2. As suas circunstâncias.
3. Tinha grande desejo de ver Jesus.
4. A oportunidade que se lhe ofereceu.

II – Jesus e Zaqueu.
1. Jesus Se apresenta, e Se oferece para hospedar-Se em casa de Zaqueu.
2. Zaqueu O recebe com gosto.
3. O povo escandalizou-se.
4. Zaqueu tinha fé em Jesus e esta produziu nele:
a) Arrependimento dos seus pecados.
b) A vontade de endireitar o mal que havia feito.
5. Por sua fé em Cristo, Zaqueu ganha a vida eterna.

III – A Missão de Jesus ao Mundo
1. É buscar e salvar o pobre pecador.
2. Cada um que se entrega a Jesus acha a felicidade que Zaqueu achou.

EU SOU O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA
Jo. 14:6
Introdução:
a) As últimas instruções de Jesus.
b) Ainda por um pouco tempo convosco.
c) Para onde vais (Pedro).
(1) Os 12 discípulos tinham estado com Cristo sempre (3 anos).
d) Não podeis vós ir – não pôde Pedro.
e) Por que não? Sempre antes – até o monte.
f) Por Ti darei a minha vida.
g) Profecia acerca de Pedro negá-Lo.
h) Promessa de Sua volta.
i) Vós sabeis o caminho.
j) Não sabemos para onde vais, como saberemos o caminho.

I – Eu Sou o Caminho – Sal. 119:59.
1. O desejo de todos os homens é a felicidade,
a) Todos procuram.
(1) Maneiras: Dinheiro, divertimento, religião.
2. Por que temos caminhos?
a) Guiar-nos seguramente.
b) O andar é mais fácil, não há nada para perturbar-nos, etc.,
3. O caminho verdadeiro – Cristo,
a) O caminho para o Céu – o Pai,
(1) Não por força, sabedoria, educação, sem Cristo.
b) Caminho direito, certo. Novo caminho. – Heb. 10:20.
4. Jesus falou acerca de dois caminhos.
a) Larga é a porta, espaçosa. – Mat. 7:13,14.
b) Estreito e apertado o caminho. Somente dois – não muitos.
c) Temos de seguir este caminho. – Jo. 10:1.
d) Caminho que parece direito. – Prov. 14:12; Isa. 55:8.
e) Este é o caminho. – Isa. 30:21.

II – Eu Sou a Verdade – Jo. 13:38.
1. Muitas religiões, denominações. Todas dizem: Nós temos a verdade. Onde está? Aqui? Ali? Lá? Onde?
2. Jesus, a palavra – palavra de verdade. – Jo. 1:1.
3. Conhecereis a verdade. – Jo. 8:32.
a) Livra dos pecados.
4. As Suas verdades.

III – Eu Sou a Vida – Jo. 11:25.
1. Antes dEle não havia esperança.
2. Água da vida. – Jo. 4:10-13.
3. A ressurreição e a vida. – Jo. 11:25.
4. Salvos pela Sua vida. – Rom. 5:10.
a) Exemplo – tentações sem pecado.
b) Vida agora no Céu. Advogado nosso. – I Jo. 2:1.

TODOS SÃO BEM-VINDOS
Mar. 7:24-30; Mat. 15:21-28
I – Jesus e os Doze no Estrangeiro.
1. A razão pela qual Jesus Se retirou do Seu pais.
a) Por causa dos ciúmes de Herodes Antipas.
b) Por causa da hostilidade dos fariseus.
c) Por causa do fanatismo do povo, Seus inimigos.
d) Estando muito cansado, queria repousar.
2. Jesus e Seus companheiros encontram-Se com uma pagã.
a) Ela suplica a Jesus por sua filhinha.
b) Jesus, para experimentá-la, guarda silêncio. – Mat. 15:22,23.
c) Os discípulos intercedem por ela. – V. 23.
d) Jesus, a pedido dos discípulos, afinal, atende â mulher.
e) A fé da mulher vence o Salvador.
3. Só pela fé se pode vencer a Jesus.

CRISTO, A CAUSA DE DIVISÃO
Jo. 1:43

Ainda que Jesus pregasse uma doutrina dócil, mesmo assim havia divisão entre o povo.
O mundo hoje acha-se nas mesmas condições.
I – Havia divisão entre os não Discípulos.
1. Alguns não admitiam nenhum de Seus ensinos.
2. Outros admitiam uma parte, mas negavam o resto.
3. Outros admitiam Seus ensinos “in totum” mas negligenciavam segui-los.
4. Alguns sinceros O seguiam quanto podiam e tinham aprendido.

II – Havia divisão entre os Crentes.
Esta é uma grande diferença, e quanto mais, melhor.
Há hoje uma grande divisão:
1. Em opinião – quanto a Jesus.
2. Em confiança – muitos confiam em si mesmos.
3. Em amor – diferentes prazeres e alvos, etc.
4. Em obediência – caráter e linguagem.
5. Em destinos – dois caminhos.

III – Quando a Fé impera, a União é vista.
Há unidade entre o povo por causa dEle.
1. Nacionalidades são misturadas – o Calvário cura a Babel.
a) Judeus e gentios são um em Cristo. – Col. 3:10,11.
b) Crentes de todas as nacionalidades tornam-se em uma igreja.
– Efés. 4:1-6; 2:11-22.
2. Coisas peculiares cessam:
a) Posição, nobreza e riqueza cessam ante a união influente da graça. – Col. 2:8-23.
3. Esta união será um vislumbre daquele grande acontecimento no novo Céu. Isa. 66:23 e o cumprimento do desejo de Jesus. Jo. 17.
Unamo-nos, irmãos! – Sal. 133:1.

GRANDE CONVITE DIVINO
Mat. 11:25-30

O ambiente em que se achava Jesus. Ao cair da tarde, grande multidão: trabalhadoras do campo, pescadores com suas redes, escravos com seus pesados fardos, sobrecarregados com os cuidados desta vida – homens, mulheres, tristes e aflitos.

I – Para Quem o Convite?
1. Para os causados.
a) No exercício de formalidades religiosas. – Luc. 11:40-46.
b) Na luta pela vida.
c) No serviço de Satanás – pecado, vícios, infidelidade, etc. Exemplo: – O filho pródigo.
2. Para os oprimidos.
a) Em tristezas diversas – no lar, na sociedade,
b) Em pobreza, opressão e enfermidades,
c) Em pecados, remorso e temor da morte.
d) Em tentação, dúvida e conflito interno.

II – O Convite em si mesmo.
Jesus não disse: “…vos falarei” ou “… vos mostrarei o descanso”, mas sim “…vos darei descanso”,
1. Devemos ir a Ele. – Jo. 14:6.
a) Muitos não encontram descanso porque deixam a Jesus e apegam-se a outros meios.
2. Devemos ir a Ele com as nossas tristezas e misérias; Ele é o único Médico, Advogado e Sacerdote capaz para nos socorrer.
– I Jo. 2:1; Heb. 4:14-16.

III – A Bênção prometida aos que aceitam.
1. Alívio – V. 28, ú.p.
a) Dos sofrimentos físicos e morais.
2. Descanso. – Jesus é o nosso Noé. – Gên. 5:29.
a) Do temor do pecado. – I Jo. 1:9; 2:1.
b) Ao coração – a presença de Jesus. – Jo. 14:27.
c) À mente – assegura-lhe tranqüilidade. – Rom. 8:28.
d) Este descanso é o que resta ao povo de Deus (Heb. 4:9), adquirido aqui pela fé e graça, e perfeito na glória celeste!
Há muitas cabeças descansando, já, pela fé, no seio de Jesus,  mas ainda há fuga para você! Vá a Ele, pois! Jo. 6:27.

A VIDEIRA
Jo. 15:8

Que levou Jesus a fazer tal comparação?
Ao separar-Se deles desejava união.

I – Jesus, a Videira – V. l.
1. A videira sai da terra não como um produto espontâneo; assim Cristo – “O Verbo Se fez carne”.
2. A vida não tem boa aparência no principio; assim foi com Cristo. – Isa. 53:2.
3. Na invisível raiz da vida é que está a vida; assim “a nossa vida está escondida em Cristo”. – II Cor. 4:11; Jo. 5:12.

II – Deus é o Senhor da Vinha – V. l.
1. Ele não somente é Senhor, mas o que cuida da vida – I Cor. 3:9 (Isa. 5:1,2; 27:2,3).
2. Os judeus procuraram destruir por diversas vezes a Videira, mas Deus não o permitiu.

III – Os Cristãos, as Varas – V. 5.
1. Poderão ser muitos, como as varas, mas ò tronco é um só Cristo.
2. As varas de si mesmas nada podem fazer se não estiverem ligadas ao tranco; assim é o cristão. Depende de Cristo a vida. – V. 5; Ez. 15:2.
3. O processo para produzir frutos.
a) Estar ligado à Vide, Cristo. – Vs. 4,5. Às vezes, separados de Cristo aparentamos vida, mas é falaz.
b) Receber a seiva – a vida espiritual da alma. – II Cor. 3:5.
c) Ser podado – os pecados acariciados. Submeter-se ás provações. Às vezes estamos apegados ás coisas terrenas; não é o plano de Deus.
4. Os frutos exigidos. – Vs. 2,5,8.
a) Da vide esperamos uvas (Isa. 5:2) e de um cristão esperamos ver um cristianismo genuíno em temperamento e disposição de ânimo; vida e conversação; devoção e desígnios; honrar a Deus a fazer o bem; paciência e pureza; humildade e obediência; retidão e mansidão.

IV – O resultado de ambos os ramos.
1. Com as varas frutíferas, apegadas à raiz. – V. 2, ú.p. e 8.
2.Com as não frutíferas. – Vs. 2 p.p., 6.
a) São os hipócritas. São como a figueira que só apresentava as folhas (cerimônias).
b) Os que não sentem necessidade de Cristo virão a secar. – Heb. 3:11-13.
c) Serão queimados. – Ez. 15:2-4.
Sigamos o conselho de Jesus: “Estai em Mim e Eu em vós”. – V. 4.

PERMANECER EM CRISTO
Jo. 15:1-12,4

Três convites Jesus fez:
1) “Segue-me”; 2) “Vinde a mim”; 3) “Permanecei em mim”.
Unicamente permanecendo nEle é que realmente a sede da alma poderá ser saciada.
I – O Exemplo dos Ramos da Videira – V. 5.
1. A natureza da união entre o tranco e as varas.
2. A restrita união – ligados um ao outro.
a) A vara sem a videira nada é; assim o cristão.
b) O cristão será cada dia abençoado por Deus unicamente se estiver em Cristo.
c) O tronco sem as varas nada faz; assim Jesus, sem Seus
discípulos, não poderia oferecer as uvas da Canaã Celestial.
3. O objeto da união: que os ramos dêem frutos.
a) Devemos viver para outros.

II – Como permanecer em Cristo?
1. Pela fé. – Col. 2:6,7.
2. Deus mesmo nos estabelece nEle. – II Cor. 1:21.
3. Cada momento. – Isa. 27:2,3.
4. Cada dia. – Êx. 16:4.
a) O maná era colhido “cada dia”; assim devemos permanecer em Jesus cada dia.
b) Como os israelitas colhiam o maná bem de manhã, também cedo devemos buscar a Jesus e permanecer nEle. Hino: “Bem de manhã”.
5. Esquecer tudo por Ele. – Filip. 3:8,9,
a) O pecado. Exemplo: o canal entupido. – I Jo. 3:5,6.
b) O mundo, os méritos de justiça própria.

III – Resultados de permanecer em Cristo.
1. Descanso, paz, segurança etc. – Isa. 30:15; Filip. 4:7.
a) Ao morrer, certeza. – Jó 19:25-27.
2. Poder na oração. – Jo. 15:7.
3. Alegria perene. – Jo. 15:11.
4. Glorificação em Jesus. – Col. 3:3,4.
Permaneçamos em Jesus!

UM CONVITE DE GRANDE COMPAIXÃO
Mat. 19:16-30; Mat. 11:28, 29

I – Uma Designação Dupla das Pessoas às quais Jesus Se Dirige.
1. Os atarefados com o trabalho.
2. Os sobrecarregados.

II – Um Convite Duplo.
1. “Vinde a Mim”.
2. “Tomai sobre vós o meu jugo” e “aprendei de Mim”.

III – Aos que aceitam a Sua proposta.
1. “Eu vos aliviarei”.
2. “Achareis descanso para as vossas almas”.
a) Descanso do perdão.
b) Descanso de satisfação.
c) Descanso final e glorioso.

ENFRENTANDO A TENTAÇÃO COM JESUS

Todos têm de enfrentar a tentação de alguma maneira. Se sempre nos elevarmos ao céu, seremos vitoriosos sobre toda tentação. Jesus mostrou-nos como enfrentar a tentação.

I – Como Jesus Enfrentava a Tentação – Mat. 4:1-11.
1. Jesus estava familiarizado com as Escrituras.
2. Tinha uma determinação intangível de fazer a vontade de Deus como é revelada nas Escrituras.
3. Usava as Escrituras como proteção.
a) Sigamos o Seu exemplo.

II – É vitalmente importante que vençamos a tentação.
1. Ceder à tentação:
a) Enfraquece o caráter (o filho do tigre cresce).
b) Destrói a experiência cristã i(a vereda do pecador),
e) Faz perder o céu (Judas, Esaú, etc.).
2. Vencer a tentação:
a) Fortalece o caráter. Tia. 1:2.4. (o braço do ferreiro torna-se forte pelo exercício.)
b) Faz-nos uma fonte de força moral para nossos irmãos mais fracos.
c) Prepara-nos para o céu. Somente os vencedores alcançarão os céus. – Apoc. 15:2.
O grande segredo. – Tia. 4:7-10.

O JUGO DE JESUS
Mat. 11:28-30

As condições do povo daquele tempo. Ir a Jesus é o primeiro passo, o segundo é tomar o Seu jugo. O jugo o que é? Ex.: – os romanos,

I – O Jugo de Jesus.
1. Manter relação íntima com Ele.
a) Submeter a nossa vontade à dEle,
2. Conhecer a Sua lei para regra da nossa vida.
3. Ser conformado ao serviço voluntário por Jesus.
a) Ele nos deu o exemplo do serviço voluntário, morrendo na cruz por nós.
4. Ser submisso nas aflições que Deus Se digne mandar.
– Rom. 8:28, 18.

II – O Jugo em Si Mesmo – V. 30.
1. Não é o jugo do pecado, dos vícios e da corrupção.
2. Não é de Satanás, ou dos homens, mas o de Jesus.
3. Este jugo é suave.
a) Não nos fere, mas nos revigora.
b) É afivelado pelo amor. – Filip. 3:7,8; II Cor. 5:14.
4. Este jugo é leve.
a) Sempre é leve a carga que levamos por amor.
b) Jesus está do outro lado do jugo, isso por ele torna-se.
– Josué 1:9.
c) A presença simpatia de Jesus e o auxilio e conforto do Espírito Santo fazem os sofrimentos leves e momentâneos. – II Cor. 1:5.

III – Devemos ter Jesus como Guia e Mestre – V. 29.
1. Cristo foi o maior professor de todos os tempos; devemos tornar-nos Seus alunos.
a) Devemos aprender dEle pela Sua Palavra.
2. Duas razões dadas por que devemos aprender dEle. – V. 30.
a) Ele é manso – tem compaixão dos ignorantes. – Sal. 25:9.
(1) Muitos professores hábeis são nervosos e exaltados, mas Jesus não era assim.
(2) Notai Seu trato com os doze discípulos. Que espécie de homens eram eles?
(3) O Seu conselho. – Mat. 5:5.
b) Ele é humilde de coração – Ele condescendeu a ensinar pobres escolares.
(1) Ele escolheu os discípulos não das cortes nem das universidades, mas da beira do mar,
(2) A soberba e o orgulho diante dos olhos de Jesus são grandes pecados. – I Ped. 5:5,6,
O mundo hoje está cheio de miséria e de sofrimentos devidos ao orgulho e à soberba. A humanidade não quer aprender de Jesus e de Seus ensinamentos.
Aceitando o jugo de Jesus, encontraremos descanso. – V. 29.
O descanso para a alma é a bênção mais preciosa, e o único e seguro caminho para esse descanso da alma é, assentando-nos aos pés de Jesus, ouvirmos a Sua Palavra.

UM CONVITE DE JESUS
Mat. 11:28-30

1. Cristo denuncia nosso verdadeiro estado – “Cansados e oprimidos.”
2. A solicitude de Cristo pela nossa salvação – “Vinde”.
3. A misericórdia de Cristo – “Vos aliviarei”, “Achareis descanso”.
– Qual o sofredor que rejeitaria o bálsamo para seus sofrimentos e dores?
4. A liberalidade de Cristo – “Todos”.
5. A chamada de Jesus adverte-nos da exclusividade e singularidade do meio de salvação da alma – “Vinde a Mim”.
6. A eficiência do Salvador – “Eu vos aliviarei”. Não exige processos nem formalidades. Não reenvia o pecador a terceiras ou intermediários!
7. A condição para o pecador ser abrangido pelo convite e participar da bênção – Estar “cansado e oprimido”. – Mat. 5:10.
8. A recompensa dos que aceitarem o convite – “Achareis descanso para as vossas almas”,
Ilustração: A descoberta de Simpson.

UM CONVITE DE JESUS
Mat. 11:28

“Vinde” – eis uma das mais doces palavras da Bíblia. Ocorre freqüentemente, tanto no Velho como no Novo Testamento.

I – Para que devemos ir.
1. Para obter descanso – “Vinde e encontrareis descanso”. – V. 28-29.
2. Para obter visão – “Vinde e vede”. – Jo. 1:39.
3. Para obter satisfação – “Vinde a Mim e beba”. – Jo. 7:37.
4. Para obter discipulado – “Vem e segue-me”. – Mar. 10:21.
5. Para obter vitória – “Chegai, ponde os vossos pés sobre os pescoços destes reis. – Jos. 10:24,
6. Para obter comunhão – “Vinde, jantai”. – Jo. 21:12.
7. Para obter repouso – “Vinde… e repousai um pouco”. – Mar. 6:31.
8. Para obter herança – “Vinde, possui por herança o reino que vos está preparado…” – Mat. 25:34.

II – Como devemos ir.
1. Tais quais somos, sem qualquer tentativa de nos melhorarmos primeiro, ou de nos prepararmos.
2. Estamos longe de Jesus, e só Ele pode fazer qualquer coisa por nós,
3. Ele nos fará novas criaturas.

III – Quando devemos ir.
1. Não “mais tarde”.
2. Não quando estivermos perto da morte,
3. “Vinde já” é o que Deus nos diz em Sua Palavra,
Qual a nossa impressão daqueles que rejeitam os nossos convites? – Deus Se sentirá triste com as nossas rejeições,

UM CONVITE DIVINO
Luc. 14:11

O Evangelho em duas sílabas – “Vinde”.

I – Quem são os convidados?
1. Os pecadores morais.
2. Os pecadores ignorantes. – At. 8:30,31.
3. Os peca ores endurecidos. – Jo. 18:20-21.
4. Os pecadores desamparados. – Jo. 5:6-8.

II – De quem veio o convite?
1. De Jesus, o Filho de Deus, que é igualmente Deus. – Mat. 11:28.
2. De Cristo, Fonte única de Felicidade. – Mar. 5:25-28.

III – Para que convida?
1. Para dar o perdão.
2. Para dar a Salvação, o Descanso, o Céu.

IV – Quando atender o convite?
1. Agora – é o tempo de Deus. – II Cor. 6:2.
2. Os meios já estão providos. – Luc. 14:17.
Venham contritamente, confiantemente a Jesus, e vocês encontrarão descanso, e serão eternamente salvos.

“OLHAI PARA MIM E SEREIS SALVOS”

I – A maior simplicidade – “Olhai”.
Um menino pode olhar, um paralítico pode olhar. O Evangelho de Deus não pede nada difícil, mas muito simples.

II – A maior soberania – “Olhai a Mim”.
O Evangelho vem com toda a autoridade do Céu. As boas novas nos chegam desde a glória. – Luc. 2:10.

III – A maior Salvação – “Sereis salvos”. De quê?
1. Da “geração perversa” que nos rodeia. – Atos 2:40.
2. De nossos pecados. – Mat. 1:21.
3. Da ira vindoura. – I Tes. 1:10.
4. Da ira da perdição. – Rom. 5:9.

IV – A maior suficiência – “Todos os termos da Terra”:
Judeus e gentios, grandes e pequenos, bons e maus, ricos e pobres, sábios e ignorantes.

V – A maior segurança – “Eu sou Deus”. Sua perfeição de amor, sabedoria e poder é a garantia de Sua estupenda oferta no Evangelho.

VI – A maior singularidade – “E não há outro”. Não há nenhuma mensagem como o Evangelho, nenhum livro como a Bíblia, não há outro mediador fora de Cristo.

VII – A maior supremacia – “A Mim se dobrará toda joelho”. Filip. 2:10-11.

CONVITES DIVINOS

1. “Olhai para Mim”. – Isa. 45:22. Convite para a Salvação.
2. “Crede… em Mim”. – Jo. 14:1. Convite para a Paz.
3. “Invoca-Me no dia da angústia”. – Sal. 50:15. Convite para o Socorro.
4. “Siga-Me”. – Mat. 16:24. Convite para a Obediência.
5. “Estai em Mim”. – Jo. 15:4. Convite para a Frutificação.
6. “Vinde após Mim”. – Mat. 4:19. Convite para ganhar almas.
7. “Vinde a Mim”. – Mat. 11:28. Convite para o Descanso.

UM CONVITE SINGULAR
Mat. 11:25-30

Introdução: Constantemente estamos recebendo convites. Há convites para diversos fins; visitas, festas, enterros etc. Geralmente atendemos, na medida do passível, a tais convites. Na passagem bíblica acima citada encontramos um convite que se destaca entre os muitos convites que temos recebido.

1. É um convite de Jesus – Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: “Vinde a Mim…”.
a) Jesus Cristo é o Filho Unigênito de Deus e tem todo o poder no Céu e na Terra.
b) O que Jesus fez por nós, morrendo na Cruz do Calvário pela nossa salvação, tornou-O digna de que atendamos o Seu convite.
2. É um convite para todos – “Vinde a mim todos”,
a) Os gnósticos dividiam a humanidade em três classes, uma
das quais totalmente incapaz de alcançar a salvação,
b) Jesus Cristo considerou todos iguais, como pecadores perdidos mas com possibilidade de sarem salvos pela crença no Seu Evangelho. Por essa razão estendeu a todos o Seu convite.
3. É um convite para o descanso eterno – “Vinde a mim… e encontrareis descanso para as vossas almas.”
a) Descanso na vida presente, porque aquele que atende ao convite de Jesus Cristo recebe, aqui mesmo, o perdão dos seus pecados, a paz e a comunhão com Deus.
b) Descanso na eternidade, porque Jesus oferece descanso para a alma.
Conclusão: Jesus convida a todos para o descanso eterno e, se atendermos sempre a vários convites que os homens nos dirigem, devemos atender e aceitar o convite singular e maravilhoso do nosso Divino Mestre.

CRISTO – ÚTIL PARA TODOS

Para o ARQUITETO – a Pedra angular do edifício.
Para o PADEIRO – o Pão da vida.
Para o BANQUEIRO – o Tesouro escondido.
Para o BIÓLOGO – a Vida.
Para o PEDREIRO – o Fundamento.
Para o CARPINTEIRO – a Porta.
Para o MÉDICO – o Grande Médico.
Para o MESTRE – o Grande Mestre.
Para o ENGENHEIRO – o Caminho novo e vivo.
Para o AGRICULTOR – o Semeador e Senhor dos meses.
Para o FLORICULTOR – a Rosa de Sarom e o Lírio dos vales.
Para o ASTRÔNOMO – a Estrela resplandecente da manhã.
Para o GEÓLOGO – a Rocha dos Séculos.
Para o VINHATEIRO – a Videira verdadeira.
Para o JUIZ – o Juiz justo e o Juiz de todos os homens.
Para o JURISTA – a Testemunha fiel e verdadeira.
Para o JOALHEIRO – a Pérola de grande preço.
Para o ADVOGADO – o Conselheiro, o Legislador, o Advogado.
Para o JORNALISTA – as Boas-Novas de grande gozo.
Para o FILANTROPO – o Dom inefável.
Para o FILÓSOFO – a Sabedoria de Deus.
Para o PREGADOR – a Palavra de Deus.
Para o ESCULTOR – a Pedra viva.
Para o SERVO – o bom Senhor.
Para o SOLDADO – o Capitão das hostes do Senhor.
Para o ESTADISTA – o Desejado de todas as nações.
Para o ESTUDANTE – a Verdade encarnada.
Para o TEÓLOGO – o Autor e Consumador da fé.
Para o TRABALHADOR – o Doador de descanso.
Para o PECADOR – o Cordeiro do Deus que tira os pecados do mundo.
Para o CRISTÃO – o Filho de Deus vivo, o Salvador, o Redentor e Senhor.

COMO O SENHOR CONDUZ O SEU POVO

1. Sobre Seus ombros, lugar da força. – Êx. 28:12.
2. Em Seu regaço, lugar de confiança. – Isa. 40:11.
3. No Seu coração, lugar de afeto. – Êx. 28:29.
4. Nas Suas mãos, lugar de segurança. – Isa. 49:16.
5. Na Sua testa, lugar de lembrança. – Êx. 28:38.
6. Sobre Suas asas, lugar de poder. – Êx. 19:4.
7. Em Seus braços, lugar de proteção. – Deut. 33:27.

DEUS É LUZ – Jo. 1:5

Deus é Espírito. Deus é Amor. Deus é Luz.
1. A Luz Vivifica – Na sombra nada cresce ou se desenvolve normalmente. As plantas revivem quando trazidas para a luz, sob os raios do Sol. Assim também, quando Deus brilha em nossos corações, crescemos, tornarmo-nos fortes, úteis e espiritualmente belos.
2. A Luz Revela – Uma lâmpada numa mina revela os caminhos perigosos até então desconhecidos. Uma lâmpada numa estrada revela seu estado. A luz do Sol, brilhando num quarto, revela o pó e a sujidade que nele se encontram. Assim Deus brilha em nossos corações e revela o pecado e os propósitos maus.
3. A Luz purifica – O ar purifica, mas ao fazê-lo se torna impuro. A luz purifica, mas não fica poluída ao fazê-lo. A entrada do Espírito Santo no coração o purifica,
4. A Luz dá Poder – Todas as fontes de poder provêm diretamente do Sol. A luz conforta e embeleza. Usando a luz como uma lente nós conseguimos várias e enobrecedoras concepções de Deus, Amai a luz; vinde para a luz; andai na luz.. Dois atributos de Deus são Luz e Amor.

MARAVILHOSO SALVADOR

1. Ele é o Pão da vida e começou Seu mistério passando fome.
2. Ele é a Água da vida e encerrou Seu ministério padecendo sede.
3. Ele esteve cansado e é o nosso verdadeiro descanso.
4. Ele pagou tributo e é o Rei dos reis.
5. Ele orou e ouve as nossas orações.
6. Ele chorou e seca as nossas lágrimas.
7. Ele foi vendido por trinta moedas de prata e resgatou-nos.
8. Ele foi preso e dá liberdade aos cativos.
9. Ele foi levado como um cordeiro ao matadouro e é o Bom Pastor.
10. Ele morreu e deu a Sua vida, e, morrendo, destruiu a morte para todos os que crêem.

O QUE É JESUS PARA NÓS

1. Salvador, que salva. – Mat. 1:21.
2. Pão da Vida, que alimenta. – Jo. 6:35.
3. Mestre, que ensina. – Mat. 23:8.
4. Pastor, que protege. – Jo. 10:11.
5. Rei, que governa. – I Tim. 6:15.
6. Médico, que cura, – Mar. 5:28,34.
7. Conselheiro que guia. – Isa. 9:6.
8. Irmão, que ama. – Rom. 7:17,
9. Profeta, que adverte. – Deut. 18:18.
10. Luz, que ilumina. – Jo. 8:12.

O MAIOR
Jo. 3:16

1. Porque Deus amou               1. O maior amante
2. O mundo                              2. A maior comunidade
3. De tal maneira                      3. O maior grau
4. Que deu                                4. A maior ação
5. O Seu Filho Unigênito         5. O maior dom
6. Para que todo aquele que     6. A maior oportunidade
7. NEle                                     7. A maior atração
8. Crê                                       8. A maior sinceridade
9. Não pereça                           9. A maior promessa
10. Mas                                    10. A maior diferença
11. Tenha                                 11. A maior segurança
12. A vida eterna                      12. A maior posse

CINCO INDICAÇÕES DA LIDERANÇA DE CRISTO

Prov. 8 :20 – Quem lidera é Cristo, que é a sabedoria de Deus.
1. “LEVA POR CAMINHO DIREITO”. – Sal. 107:7.
Das trevas para a luz. – I Ped. 2:9.
2. “GUIA COM SEGURANÇA”. – Sal. 78:53.
O bom pastor vai adiante (Jo. Jo :4), e guia-nos como a ovelhas (Sal. 73:52). Sempre avante! ,
3. “FAZ CAMINHAR PELOS ABISMOS”. – Sal. 106:9.
Das profundezas (Sal.130:) e pelos desertos.
4. “TRAZ… AO REDOR”. – Deut. 32:10.
5. “LEVA PARA CIMA”. – Mar. 9:2.
O monte da transfiguração e a visão da glória eterna. Pela fé também nós podemos subir »o monte em intima comunhão com nosso Líder. O repto de Cristo : Eu lidero – “Vinde após Mim”. – Mat. 4:19.
“As Minhas ovelhas… me seguem”. – Jo. 10:27.

O SENHOR RESSUSCITADO – Mar. 16:6, 7

1. Uma palavra de consolo: “Não vos assusteis”. O temor é fruto da queda; a paz é produto da paixão de Cristo.
2. Uma palavra de afirmação; “Buscais a Jesus de Nazaré”. Uma companhia sagrada.
3. Uma palavra de confirmação: “Que foi crucificado”. O testemunho do anjo deixou sem a menor dúvida a realidade da morte de Cristo.
4. Uma palavra de declaração: “Já ressuscitou”, Gloriosa verdade, que se tornou o ponto vital da pregação apostólica.
5. Uma palavra de convite: “Eis o lugar onde o puseram”. O Cristianismo não teme a mais rigorosa investigação dos fatos. A Bíblia submete-se a qualquer rigoroso exame.
6. Uma palavra de comissão: “Ide, dizei a Seus discípulos e a Pedro”. A evidência de Pedro é pelo fato de sua negação e arrependimento. Agora devia ser grande e fiel testemunha.

O BOM PASTOR E AS SUAS OVELHAS – Jo. 10:1-16

1. O Bom Pastor conhece as Suas ovelhas. – “Eu sou o Bom Pastor”, e conheço as Minhas ovelhas”. – V. 14.
2. O Bom Pastor vai adiante de Suas Ovelhas. – “E quando tira para fora as Suas ovelhas, vai adiante delas”. – V. 4.
3. O Bom Pastor dá a Sua vida pelas ovelhas. – “E dou a Minha vida pelas ovelhas”. – V. 15.
4. As ovelhas conhecem o Bom Pastor. – “E das Minhas ovelhas sou conhecido”. – V. 14.
5. As ovelhas ouvem a voz do Bom Pastor. – “E elas ouvirão à Minha voz e haverá um rebanho e um Pastor”. – V. 16.
6. As ovelhas seguem o Bom Pastor – “as ovelhas O seguem”. V. 4.

ZAQUEU E CRISTO
Luc. 19-1-10

Zaqueu era homem pequeno em estatura, porém grande em personalidade e grande de coração. Era rico; chefe dos publicanos; enérgico; pecador. Por esse motivo Cristo foi censurado por hospedar-se em casa de Zaqueu. As injustas acusações contra Zaqueu por alguns intérpretes imaginadores, apresentando-o como ladrão, desonesto e mau.

1. Zaqueu ouviu falar de Jesus.
2. Quis ver Jesus. Talvez mera curiosidade.
3. Com esforço venceu os obstáculos, subindo a uma árvore.
4. Achou em Cristo mais do que esperava.
5. Foi convertido no coração e na bolsa.
6. Mostrou os frutas do arrependimento.
7. Valeu-se da última oportunidade.

Aplicação:
a) Os que ouvem sobre Jesus devem procurar interessar-se.
b) Ver Jesus deve ser o alvo de cada pecador. (Os gregos).
c) Muitos vão à Igreja por mera curiosidade.
d) Como vencer os obstáculos.
e) Em Cristo há maravilhas; amor; aceitação.
f) Frutos da conversão genuína,
g) Cristo “veio buscar e salvar”,
h) Na casa onde entra Cristo, entra com Ele a salvação.
A oportunidade é hoje. – “Hoje houve salvação nesta casa”.

O CRISTO REJEITADO

1. Rejeitado pelo mundo. – Jo. 1:10,
2. Rejeitado pela Sua raça. – Jo. 1:11.
3. Rejeitado pela Sua nação. – Mar. 6:4.
4. Rejeitado pela Sua cidade. – Luc. 4:29.
5. Rejeitado pelos Seus discípulos. – Mar. 14:71.
6. Rejeitado pelos Seus irmãos. – Jo. 7:5.

Aplicação – “Quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou” (Luc. 10:1).

CRISTO É TODO SUFICIENTE
Mat. 6:19-30

Jesus Cristo é:
1. A LUZ – “Eu sou a Luz do mundo”.
2. O PÃO – “Eu sou o Pão Vivo”.
3. A ÁGUA – “Eu sou a Água Viva”.
4. O CAMINHO – “Eu sou o Caminho”.
5. O SALVADOR – “Pode salvar completamente”,
6. O MÉDICO – “Eu sou Jeová, que te curo”.
7. O PODER – “É-me dado todo o poder”.
8. O HÓSPEDE – “Eu entrarei e cearei com ele”.
9. O GUIA – “Vos guiarei em toda a verdade”.
10. O AMIGO – “Quando meu pai e minha mãe me abandonarem, Jeová me acolherá”.
11. O HOSPEDEIRO – “Preparas uma mesa perante mim”.
12. O SUMO SACERDOTE – “O Espírito mesmo faz intercessão por nós”.
13. A RESSURREIÇÃO – “Eu sou a Ressurreição e a Vida”.
14.O COMPANHEIRO INSEPARÁVEL – “Eis que estou convosco sempre”. Sim, tudo quanto precisamos, temos em Jesus Cristo.

FACE A FACE COM JESUS

1. FACE A FACE COM NICODEMOS. – Jo. 3:1-10. Tipo de um investigador enganado, mas sincero. Procurava um mestre e achou um Salvador!
2. FACE A FACE COM A MULHER DE SAMARIA. – Jo. 4:5-30. Tipo do pecador indiferente e inconsciente. Buscava a água natural e achou a Água da Vida!
3. FACE A FACE COM O JOVEM RICO. – Mar. 10:17-22. Tipo daqueles que desejam ser salvos mas não querem render-se por completo. Preferiu os bens deste mundo, mas perdeu os bens eternos!
4. FACE A FACE COM SIMÃO, O FARISEU. – Luc. 7:36-46. Tipo daqueles que desejam prestar favores a Cristo mas não dar-Lhe o seu coração; que dão à religião mera função social e julgam dela não necessitar, Julgava-se grande, mas foi obrigado a reconhecer o quanto era pequeno!
5. FACE A FACE COM O APÓSTOLO PEDRO. – Jo. 21:15-19. Tipo do verdadeiro crente que caiu, foi perdoado, mas que não se perdoa a si mesmo. Aprendeu bem a lição e a transmitiu aos outros. Que maravilha e que diferença se opera quando o Espírito Santo nos traz face a face com o Nosso Senhor Jesus Cristo!

“OLHANDO PARA JESUS”
Heb. 12:2

Somente três palavras, mas nelas está o perfeito segredo da vida.

1. OLHANDO PARA JESUS, E NÃO PARA AS NOSSAS FRAQUEZAS. Porventura ficaríamos fortes por olharmos para as nossas fraquezas? Quando olharmos para Jesus, Seu vigor enche nosso coração, e o Seu louvar romperá de nossos lábios.
2. OLHANDO PARA JESUS, E NÃO PARA OS NOSSOS PECADOS. A contemplação do pecado só pode produzir a morte; a contemplação de Jesus resulta em vida eterna. Os israelitas foram curados quando olharam para a serpente de metal, e não para as suas feridas,
3. OLHANDO PARA JESUS, E NÃO PARA O QUE FAZEMOS POR ELE. Quando nos preocupamos demais, mesmo com os trabalhos do Reino, podemos nas esquecer de nosso Mestre. Podemos ter as mãos cheias e o coração vazio. O meio de nos livrarmos de uma condição infrutífera no Reino será nos ocuparmos com a glória de Cristo, e, pelo fortalecimento de tal pensamento, realizarmos a negação de nós mesmos – renúncia.

POR QUE OS ANTIGOS NÃO CONHECERAM A OBRA DIVINA PARA O SEU TEMPO?
A condição do mundo de então: romano (governo), grego (literatura) e hebreu (religião).
Apesar de tudo isso, a corrupção era demasiadamente grande.
I – Sinais Precursores da Primeira Vinda de Cristo.
Há 333 profecias que caracterizam os pormenores da primeira vinda de Cristo. Algumas:
1. Seu nome. – Isa. 7:14 (Mat. 1:21-23).
2. Sua mãe. – Isa. 7:14 (Mat. 1:18-25).
3. O lugar. – Miq. 5:2 (Mat. 2:1; Luc. 2).
4. A estrela. – Núm. 24;17 (Mat. 2;1, 2).
a) Os três reis (?) ou sacerdotes vinham da Pérsia.
(1) Israel esteve sob o regime Persa e provavelmente os persas ficaram relacionados com a religião e a esperança dos hebreus.
(2) Decerto conheciam a profecia acerca da estrela de Jacó. – Núm. 24:17.
5. O mensageiro. – Mal. 3:1; Isa. 40:3 (Mat. 3:1-3).
6. A entrada em Jerusalém. – Zac. 9:9 (Mat. 21).
7. Traído por um amigo. – Sal. 41:9; Zac. 11:12, 13; (Mat. 26:14-16, 47; 27:3-9).
8. Os sofrimentos. – Isa. 53:4-7; 50:6.
9. Pregado à cruz. – Sal. 22:16-18 (Mat. 27:35-36).
10. Entre malfeitores. – Isa. 53-12 (Mar.15:27,28).
11. A ressurreição. – Sal. 16:10.
12.A ascensão. – Sal, 68:18 (Atos 1:8-10).
Por que não O conheceram?
a) Devido ao orgulho. – Jo. 7:12,43,47,48.
b) Não conheciam a Bíblia. – Luc. 24:25.
Conhecemos nós o nosso tempo? – Mat. 13:16,17.

A SÓS COM SATANÁS – Mat. 4:1-11

I – As vantagens de Satanás.
1. Circunstâncias desfavoráveis.
2. Isolação de Seus discípulos.
3. Exaustão física.

II – A prova quádrupla.
1. Tentado a duvidar.
2. A fazer mau uso do Seu poder,
3. A dar asas ao orgulho espiritual.
4. A dar lugar à ambição egoísta.

III – O resultado.
Satanás abandonou a luta porque Jesus:
1. Enfrentou a falsidade com a Palavra da verdade,
2. Usou o Seu poder da vontade.
3. Repreendeu o tentador.
4. Deixou-nos o exemplo como vencer a Satanás.

O MÉTODO DA VITÓRIA DO MESTRE
Mat. 4:1-11; Heb. 10:9

Acontece muitas vezes, após experiências gloriosas, que Satanás nos ataca.
Exemplos: – Elias e sua experiência no Monte Carmelo, sua fuga e desânimo, Jesus, depois do batismo, foi para o deserto. Ninguém ouviu Seus rogos; não teve sequer um amigo que O confortasse e simpatizasse com Ele. Só com as bestas ferozes e répteis venenosos. Jejuou por 40 dias e, fraco, faminto, tornou-Se o alvo de Satanás.
Nos Seus métodos de enfrentar e conquistar a Satanás há lições valiosas para nós. Satanás não nos tenta devido ao pecado em nós, mas decido á graça que há em nós. O ladrão não assalta uma casa vazia. Satanás quer destruir a graça de Deus em nós.

I – Sua absoluta dependência de Deus.
1. Satanás aproveitou o momento critico. – V. 2-4.
a) Se Jesus tivesse atendido a Satanás, a quem teria feita a vontade?
b) Tinha Deus mandado que as pedras se tornassem em pão?
2. Satanás queria com isso pôr em dúvida o amor e cuidado de Deus.
a) Não saberia Deus que no deserto não havia pão? Não supriria Ele os meios de qualquer maneira?
3. Jesus, vivendo pela Palavra esperava, nAquele cuja vontade viera fazer. – Jo. 5:30.
4. Um passo pala a vitória é dependermos de Deus. – Rom. 14:7.

II – Sua absoluta confiança em Deus.
1. Satanás procurou destruir a confiança de Jesus em Deus. – V. 5-7
a) Que um empregado seja provado, sim; mal suspeitar de seu Pai não era possível.
b) Tivesse Jesus seguido a sugestão de satã, teria agido imprudentemente, contrário á vontade do Pai e desconfiado do seu paternal cuidado.
2. Para satisfazer os nossos caprichos, não devemos tentar ao Senhor, mas confiar nEle. – V. 7. Ele terá cuidado de nós.

II – Sua absoluta obediência a Deus.
1. Satanás procurou desviar Jesus do propósito de sua missão divina. – V. 8-10.
a) Se Jesus aceitasse a proposta de Satanás, então o Evangelho que o mundo receberia seria uma maldição e não uma bênção.
2. Jesus tinha vindo para fazer a vontade do Pai – salvar o homem pelos Seus sofrimentos. – Fil. 2:8.
3. Se aceitasse essa proposta, prestaria obediência a Satanás e não a Deus. – Rom. 6:16.
a) Em nossas vidas Satanás ainda nos oferece grandezas sedutoras, para nos desviar da obediência a Deus,
b) O segredo da vitória está em reconhecermos a absoluta dependência de Deus, absoluta confiança em Deus e absoluta obediência a Deus.
Jesus nos ajudará. – Heb. 4:15, 16.

O SENTIMENTO DE CRISTO
Jo. 13:1-17; Filip. 2:5

I – Para saber os sentimentos de alguém, basta saber o que esse alguém fez, e disse; portanto, o Evangelho nos revela o sentimento de Jesus:
1. Um sentimento de glorificar o Pai.
2. Um sentimento de humilhar-Se, o qual se vê;
a) Na Sua pobreza.
b) No Seu,serviço aos pobres e desamparados,
c) No Seu ato de lavar os pés dos discípulos.
3. Um sentimento de abnegação.
a) Negou-Se das grandezas do Céu.
b) Negou-Se das grandezas da Terra.
c) Negou-Se dos prazeres do mundo.
4. Um sentimento do sofrer.
a) Sujeitou-Se à vida humana.
b) Sujeitou-Se à perseguição.
c) Sujeitou-Se à morte na cruz.
5. Um sentimento missionário.
a) Veio numa missão.
b) Mandou Seus discípulos.
c) Manda todos os servos.
Haja em nós o mesmo sentimento.

JESUS CRISTO, O EXEMPLO PERFEITO
Jo. 13:15

I – Nosso Exemplo nas Coisas Diárias.
1. Agradecimento. – Mat. 15:36; 14:14-21.
2. Economia – Qualquer alimento é uma dádiva de Deus, o desperdício é um pecado.
a) O Senhor condena a extravagância.
“Ajuntai os pedaços”.
b) A vida, o tempo, a oportunidade e o amor de Deus são dádivas abundantes aos homens e devem ser aproveitadas.
3. Simplicidade – Devemos ter simplicidade em nossas refeições e não ser tão frugais.
a) O alimento deve ser tal que contribua para o nosso bem físico, moral e espiritual.
4. Simpatia – Cuidado pelas necessidades do povo.
a) “Meu coração está condoído”.
b) O exemplo de Jesus ainda hoje se pode ver nas agremiações
de caridade.
c) Podemos simpatizar com as misérias e sofrimentos da humanidade e fazer o que estiver ao nosso alcance, para levar os que sofrem a Jesus.

II – Cristo, o Modelo Perfeito de Caráter e Personalidade.
1. Jesus foi o ser mais brilhante de todos os tempos – Orador, pensador, professor, estadista, civilizador e profeta.
2. O caráter de Cristo. – Heb. 7:26; Jo. 8:28; 46; 10:36.

DEVEMOS TER JESUS COMO NOSSO MODELO, NA VIDA E NAS AFLIÇÕES – I
I Ped. 3:8-22 e Is. 53
I – A Sua Humildade.
1. No nascimento.
2. No princípio do Seu ministério.
3. Na sagrada paixão
a) Quis ser menor do que Barrabás.
b) Quis ser crucificado entre dois ladrões.
e) Quis ser desprezado por todos.
d) Quis morrer no objeto mais desprezível do mundo.
(1) Não nos devemos ensoberbecer.
(2) Devemos em tudo ser humildes.

II – Sua Obediência.
1. Obedeceu à exigência do Pai.
2. Foi obediente em carregar Sua cruz.
3. Obedeceu aos verdugos.
a) Devemos obedecer aos nossos superiores.
b) Não devemos nos escusar de nada.

III – Sua Paciência.
1. No meia da incredulidade.
2. Entre tantas dores.
a) Não devemos ser ásperos,
b) Devemos enfrentar as blasfêmias, com paciência.

IV – Sua Mansidão.
1. Padeceu pela justiça.
2. Manso como um cordeiro.
a) É mister que evitemos desgostos.
b) Devemos ter um espírito de mansidão.

V – Sua Caridade.
1. Para com os desvalidos da sorte.
2. Para com a humanidade em geral.
3. Para com aqueles que o pregaram na cruz.
4. Para com o ladrão.
a) Devemos ser caridosos.
b) Devemos perdoar aos que nos ofendem. – Mat. 6:14-15.

DEVEMOS TER JESUS COMO NOSSO MODELO, NA VIDA E NAS AFLIÇÕES – II
I Ped. 3:8-22 e Is. 53

I – Foi desprezado.
1. De toda a humanidade,
2. Cravaram as mãos e os pés do Rei.
3. Não possuía outro trono a não ser a cruz.
4. Não tinha uma coroa real, a não ser a de espinhos.
5. Não tinha um manjar a não ser o fel e o vinagre.
6 Não tinha cortesãos mas dois ladrões.
7. Não tinha palavras consoladoras a não ser as blasfêmias.
a) Devemos chegar-nos a Deus em oração e Ele se nos mostrará em amigo inseparável.

II – Foi perseverante.
1. Nem as blasfêmias, açoites, espinhas, cravos e a cruz O fizeram deixar a empresa de nossa redenção.
a) Devemos fazer alguma coisa para o bem de nosso próximo.
b) Em tudo o que fizermos, tenhamos perante nós o Cristo crucificado.
c) Não devemos permitir que alguma coisa venha impedir o nosso trabalho. – Heb. 12:1,2.

O QUE É JESUS PARA NÓS
Is. 53; Sal. 55:13

I – Fez-se Igual a Nós.
1. Antes estava no Céu e era Rei. – Jo. 17:5.
2. Abandonou a glória e se fez igual a nós, nascendo numa humilde manjedoura. – Filip. 2:6-8.
3. Fazendo-Se igual a nós, sofreu tudo por amor de nós. – Isa. 53:4,5.
4. Assim sofreu a fim de melhor poder nos socorrer. – Heb. 4:14-16; 5:7.
a) Jesus sofre quando sofremos; chora quando também choramos.

II – Nosso Guia
1. Hoje a humanidade procura muitos guias, mas estes são falazes.
2. Jesus é o verdadeiro e compassivo guia. – Isa. 48:17.
a) Guia-nos com Seus olhos. – Sal, 32:8,
b) Guia-nos com sábios conselhos. – Sal. 73:24 p.p.
c) Guia-nos como o Bom Pastor. – Sal. 23.
3. Devemos lançar nossos cuidados e caminhos a Jesus, e seremos bem guiados. – Sal. 55:22.
4. Ele guia-nos, enfim, à salvação. – Heb. 2:10; Sal. 73:24 ú.p.

III – Nosso Íntimo Amigo.
1. Aqui na Terra muitas vezes os amigos são falsos e ingratas.
2. O dinheiro é que faz amigos. – Prov. 19:4.
3. Jesus é o nosso melhor amigo. – Jo. 15:14,15; Prov. 18:24.
a) É o nosso mais íntimo amigo. – Prov. 17:17.
b) Deu a vida por nós. – Jo. 15:13.
Você quer aceitá-Lo como seu Guia e Amigo?
Venha a Ele e Ele o aceitará e nEle você encontrará paz. – Mateus 11:28.

UM REFÚGIO SEGURO
Isa. 32:2

I – Este Varão salva.
1. Será “como um esconderijo”.
2. Esconde do vento da tentação e da tempestade da ira: “A vossa
vida está escondida com Cristo”. – Col. 3:3.

II – Este Varão satisfaz.
1. É “como correntes de água em lugares secos”.
2. A água da vida não pode ser achada em fontes humanas. – Sal. 87:7.

III – Este Varão abriga.
1. E “como sombra duma rocha em terra seca”. – I Cor. 10:4.
2. O caminho poderá, ás vezes, ser cansativo, áspero e longo.
3. Ele ajudará o Seu povo e o abençoará. – Rute 2:12; Isa. 33:16; 40:31.

JESUS, O NOSSO REFÚGIO E ESCUDO
Núm. 35:9-29; Prov. 18:10

I – As Cidades de Refúgio em Israel.
1. Era um refúgio para o homicida involuntário. – V. 15, 22-24.
2. Estando nela, estava escudado pela lei, – V. 15, 26 p.p.
3. O parente da vítima não podia matá-lo.
4. Não podia sair dela, senão seria morto. – V. 26-27.
5. Devia ficar ali até á morte do Sumo Sacerdote. – V. 28.
6. O aviso divino. – I Cor. 10:11.

II – A Condição AtuaI do Cristão.
1. Ainda que perdoado, está sujeito a pecar e cair. – I Cor. 10:11,12.
2. A luta é dupla – interna e externa.
a) Interna – carne. Ex.: – Paulo e seu estigma.
b) Externa – sedução, luxo, prazeres mundanos.
3. As causas são duplas.
a) A justiça de Deus – punição do pecado. – Gál. 6:7.
b) O ódio de Satanás. – Efés; 6:12; I Ped. 5:5, 9.

III – Jesus, o Nosso Refúgio e Escudo – Prov. 18:10.
1. É o nosso refúgio presente na angústia. – Heb. 6:18:20; Sal. 46:1,
2. É refúgio para qualquer nacionalidade (15).
a) NEle não há estrangeirismo. – Rom. 11:13,
3. Refugiando-nos nEle estamos salvos (26). – Rom. 8:1.
a) Exemplo: A galinha. – Mat. 23:37.
b) Jesus, sendo o Escudo, recebe a indignação justa de Deus, e os dardos inflamados do maligno no lugar do cristão. – Rom. 15:3.
4. Tendo Jesus como nosso refúgio e escudo, devemos sempre permanecer nEle como uma salvaguarda. – Jo. 15:5; Fil. .1:4-7.
5. Em Jesus seremos sempre vencedores, – Rom. 8:35-39.
Você quer que Jesus seja o seu refúgio e escudo?
Entregue-se a Ele, chegue-se a Deus e Ele Se chegará a você! Tia. 4:8.

SALMO 23, O MAIS BELO
João 10

O mais belo hino da cristandade e que tem sido a oração diária de multidões em perplexidade, tentação e sombra de morte d morte. Tem encorajado e dado esperança e fé aos cansados e aos corações desalentados.

I – Jesus, o Nosso Pastor – v. 1, 2.
1. O Senhor mesmo é o nosso Pastor e nos garante todo o cuidado.
a) Ele é o nosso Pastor (todo amor e cuidado) e não rei, para temermos.
2. Ele nos guia aos pastos e águas puras.
a) Quando estamos fracos e em tentações, Ele nos conduz aos pastos verdejantes de Sua palavra. – Jo. 6:35.
b) Quando a alma sequiosa almeja algo que sacia, e que não encontra nas fontes humanas, Jesus supre essa necessidade. – Jo. 4:10-14.
c) Jesus supre as necessidades da viúva, do órfão e de todos os crentes. – Sal. 68:5.

II – Jesus, o Nosso Guia.
1. Guia Seu povo pelo caminho reto, pelo qual Ele já passou. – Êxo. 13:21.
2. Ainda que tenhamos de passar pelo vale sombrio da morte, nada devemos temer, mas confiar na sábia direção de nosso Guia.
– Rom. 8:35-39.
a) Agostinho disse: “Esse salmo foi como um hino para os mártires, os quais enfrentaram com resignação e confiança a morte.
3. Nada devemos temer, tendo Jesus por nosso Guia. – Sal. 46.
a) A morte é um temor para os incrédulos, não para os crentes.

III – Jesus, o Nosso Hospedeiro Vs. 5 e 6.
1. Somos hóspedes de Jesus, e como Seus hóspedes estamos por Ele guardados. O costume oriental é o que fez Ló com os 3 anjos.
2. Não somente Ele nos oferece segurança, mas abundante alegria.
a) A religião cristã não é cinzas, mas óleo de alegria.
3. O cristão que ama o Senhor, Sumo-sacerdote, terá alegria em Seu aprisco, juntamente com as demais ovelhas submissas e reunidas.

JESUS – O BOM PASTOR
Jo. 10:1-5, 11-16; Sal. 23

I – “O Senhor é o Meu Pastor”
1. Profecia de Cristo.
2. Jesus disse ser o Pastor. – Jo. 10:14.
3. O conselho de Jesus. – Jo. 21:15-17.

II – “Nada me Faltará”.
1. É uma segurança divina. – Filip. 4:19.
2. Os pássaros e os lírios. – Mat. 6:25-32.
a) O sentido espiritual. – Mat. 6:33.
3. Nunca teremos sede. – Jo. 4:14.
a) Muita gente anda sedenta.

III – “Deitar-me Faz em Verdes Pastos”.
1. Sua palavra é o melhor alimento para a alma.
2. Conduz às águas tranqüilas.
a) A presença de Jesus traz paz. – Sal. 119:105.
b) Não é a paz que o mundo oferece. Jo. 16:33; 14:27; Mt. 11:28-30.

IV – “Refrigera Minha Alma”.
1. De quem O busca em verdade. – Lam. 3:25.
2. Exemplos: O paralítico e a mulher. – Mat. 9:2-6; 9:20-22.

V – “No Vale da Sombra da Morte”.
1. Descansar um pouco. – Isa. 26:20.
2. Ressuscitaremos com Cristo. – I Cor. 15:20.22,
3. A experiência de Cristo nos dá conforto. – I Cor. 15:4; 13-15.

O BOM PASTOR
Jo. 10:14; Sal. 23

I – O Caráter Pastoral de Cristo.
1. Ele tem adquirido Seu rebanho.
2. Guia o rebanho.
3. Alimenta o rebanho.
4. Defende o rebanho.

II – Seu Conhecimento de Seu Povo.
1. Um conhecimento individual.
2. Um conhecimento por simpatia,

III – O Rebanho o Conhece.
1. Um instinto – espontaneidade.
2. Um reconhecimento pessoal,
3. Uma segurança.

JESUS – O PÃO DA VIDA
Jo. 6:35, 48, 58

I – É o Pão Físico Suficiente?
1. Em parte, sim,
a) Vem duma servente viva.
b) O pão digerido se transforma em forma os tecidos, nervos e músculos, alimento oxigenado e
2. Em parte, não.
a) O pão físico deteriora-se,
b) Não evita as enfermidades do corpo.
c) Não evita a morte física.
d) É inadequado em sua própria esfera. – Jo. 6:49-50.

II – Jesus é o Pão Suficiente.
1. É suficiente porque vem de cima.
a) “Eu sou o pão da vida que desceu do Céu”. – Jo. 6:51.
2. Jesus é o pão da vida suficiente nos amplos domínios do espírito.
a) É ignorante quem pensa que a vida é só pão material.
(1) Pão para mastigar,
(2) Prazeres para satisfazerem os sentidos físicos.
(3) Vícios para comoção do sistema orgânico.
(4) Os israelitas comeram pão melhor e morreram.
b) Todos sentimos a necessidade da felicidade,
(1) É sinal de fome por algo melhor.
(2) Essa necessidade, Jesus a satisfaz.

III – O Que Fazer com Este Pão da Vida?
1. Dois exemplos:
a) A mulher samaritana. – Jo. 4:13-15.
b) Os judeus. – Jo. 6:33-35,
2. A única maneira de evitar a morte é alimentarmo-nos de Jesus pela Sua Palavra. – ler, 15:16.
a) Na presença da vida a morte é impotente.
b) Se Cristo estiver em nosso coração, haverá luz, paz, felicidade e vida eterna. – Jo. 6:48,51.

A MISSÃO TRÍPLICE DE JESUS
Mat. 23:37

O motivo da lamentação: Uma alma santa ferida.

I – Jesus Veio Para Dar Seu Amor.
1. O cuidado da galinha com seus pintos.
a) Em proporcionar-lhes alimento.
b) Em evitar que se afastem por causa do perigo,
c) Parece possuir uma linguagem muito terna para com seus pintainhos.
2. Jesus: “Quantas vezes quis eu ajuntar”.
a) Com o cuidado solicito de um Pai.
b) Não procurou conquistar com o milagre e nem com a violência.
c) Leu nos corações os sofrimentos escondidos e aplicou o remédio necessário.
d) Não sabemos quais as curas que foram maiores, as físicas ou as espirituais.

II – Jesus Veio Para Dar Vida.
1. A galinha dá abrigo e calor aos pintos.
a) Em dias chuvosos e noites frias.
b) O pinto exposto á chuva ou ao frio morrerá, O calor materno o salva.
2. Jesus – “Quantas vezes quis eu ajuntar”.
a) Veio para dar vida e dá-la em abundância.
b) Quão expressiva é a palavra “ajuntar”!
(1) Ajuntar, atrai o filho fora do lar, ajuntá-lo ao calor do lar com os demais da família.
c) Juntos, Cristo comunica o calor espiritual, vida, ao frio e indiferente pecador,
(1) Somente em Cristo existe vida real, .

III – Jesus Veio Para Dar Proteção.
1. A galinha protege duas vezes – da fome e do frio,
a) O pinto por si só morreria. É muito pequeno.
2. Protege contra os perigos;
a) Perigos naturais – chuva, frio, vento, fogo.
b) Perigos de animais de rapina, etc.
3. Jesus – “Quantas vezes quis eu ajuntar”.
a) Debaixo das Suas asas estaremos seguros. – Sal. 91:4.
b) Jesus nos protege: contra o diabo e o pecado; contra as conseqüências do pecado – sofrimentos, dores e a morte,
Não sejamos ingratos como Israel.

O NOME DE JESUS
Mateus 1:21

I – Jesus – “Minha Salvação”.
1. O Cordeiro de Deus. – Jo. 1:29.
a) O sangue como segurança. – Êx. 12:2; Isa. 63:7.
b) Esse sangue é o nosso penhor. – I Ped. 1:18,19.
c) É o nosso passaporte para o Céu. – Apoc. 7:13-17.
2. Jesus, o único nome em que temos salvação. – Atos 4:12.
a) É o único caminho. – Jo. 14:6,
b) Pode livrar-nos do século mau. – Gál. 1:3,4.
c) Jesus Se manifestou para tirar nossos pecados. – Jo. 1:29; I Jo. 2:2; 3:5.
3. Jesus é a resposta para todas as nossas dúvidas.
a) É a fonte de toda a nossa coragem, força, justiça, santificação e redenção,
b) É o bálsamo para os nossos sofrimentos,
c) A plenitude de nossos desejos: “Oh! Amante de minha alma.
d) Nosso amigo e irmão mais velho.
S. Bernardo disse: “O nome de Jesus é para o crente como o mel na boca, a música no ouvido e um júbilo no coração.”
4. Como você aprecia a Jesus?
Chegue-se ao Salvador e não se conforme com o estar “pensando” ou “imaginando” ou “estando quase seguro” de que Jesus é o Salvador.
Veja-O tão distintamente como seu Salvador, como você pode ver o sol.
Ele é a nossa Rocha; a nossa Fortaleza. – Sal. 46.

“NENHUM OUTRO NOME”
Atos 4:12

O que significa um nome? Um bom nome está acima de rubis. O nome de Jesus é o mais poderoso do universo: abre sepulturas, fecha o Céu, derrota o diabo.

I – Uma Grande Necessidade.
1. Precisamos nos salvar, porque estamos perdidos, sem esperança e sem auxílio.

II – Uma Grande Possibilidade.
1. “Salvação” – Esta é a obra de Cristo. – Luc. 19:10.

III – Uma Grande Autoridade.
1. Seu “nome”, Não há outro nome.
2. Seu nome significa salvação. – Mat. 1:21; Atos 10:43.

IV – Uma Grande Responsabilidade.
1. “Nenhum outro nome”. – I Tim. 2:5-6.
2. Nenhum outro caminho. – Jo. 14:6.
3. Nenhum outro fundamento. – I Cor. 3:11.
4. Nenhum outro relatório. – Apoc. 20:15.
5. Nenhum outro escape. – Heb. 2:3.

A GLÓRIA DE CRISTO AO SEU POVO
Jo. 17:22

I – O Que é Glória?
1. Algo surpreendente.
2. Algo mais que humano.
3. Uma demonstração divina. – I Sam. 4:11; Êx. 33:18-23; Mat. 25:31.

II – A Glória de Cristo
1. Sua filiação.
2. União com Deus.
3. Perfeição de atributos.
4. Autoridade real.
5. Divina. – Mat. 25:31.

III – A Glória do Seu Povo.
1. São filhos de Deus.
2. São um com Cristo Jesus.
3. Refletem Sua natureza,
4. Serão reis e sacerdotes.

CRISTO À PORTA – Apoc. 3:20

I – O Fato em Si.
1. Ele bate pela Sua Palavra. – Rom. 10:17; Heb. 4:2.
2. Ele bate pelas Suas providências.
a) O caso de Elias. – I Reis 18:21-39.
b) A ressurreição de Lázaro. – Jo. 11.
3. Ele bate pela influência do Seu Espírito. – Apoc. 22:17.

II – A Condição.
1. Boa vontade.
a) A pessoa deve voluntariamente abrir a porta. – Cant. 5:2.
b) Ele não força a entrada. – Cant. 5:6.
2. Esforço.
a) Significa sacrifício. – Mat. 19:29.

III – A Promessa.
1. União. – Apoc. 3:20.
2. Comunhão.
3. Companheirismo.

“SENDO RICO SE FEZ POBRE”
II Cor. 8:9

I – As Riquezas de Cristo.
1. Rico em atributos divinos. – Isa. 9:6-7.
2. Rico em possessões. – Heb. 1:2.
3. Rico em homenagens. – Apoc. 4:8-11,

II – Sua Pobreza.
1. Um nascimento pobre. – Luc. 2:7.
2. Uma vida paupérrima. – Mat. 8:20.
3. Uma morte de pobre.
a) Seu corpo repousou num túmulo emprestado. – Mat. 27:60.

III – O Resultado – Isa. 53:11.
1. As riquezas presentes – Almas ganhas.
2. Perspectiva de aumento.
3. Riquezas celestiais.

CRISTO E SUA IGREJA – Efés. 5:25-26

I – O Objeto do Amor de Cristo.
1. Não uma igreja local.
2. Mas a igreja universal.

II – A Prova do Seu Amor
1. Ele deu Seu tempo por ela.
2. Ele deu todo o Seu esforço por ela.
3. Ele deu Sua vida por ela.

III – O Desígnio do Seu Amor.
1. A separação da Sua igreja.
2. A purificação da Sua igreja,

IV – Os Instrumentos Empregados.
1. A influência do Espírito Santo.
2. A poderosa Palavra de Deus.

QUE PENSAIS VÓS DE CRISTO? – I
Mat. 22:42

O que vós pensais de Cristo é o elemento determinativo do vosso destino eterno.
Ele não perguntou: “Que dizeis de Cristo?”

I – O Que Pensaram os Antigos.
1. Isa. – 9:6.
a) Maravilhoso – Suas obras.
(1) As flores, cores, variedades etc.
(2) Os pássaros, borboletas, seu começo e cores.
(3) O firmamento (Sal. 19:1-4), planetas, estrelas, o colorido do céu e a rotação fiei dos planetas.
(4) As cachoeiras, os rios, as montanhas e os prados.
(5) Seus ensinos e curas. – Mat. 22:33.
(6) Podemos exclamar como S. Paulo. – Rom. 11:33-36.
b) Conselheiro – Isa. 11:2.
(1) Quem já nos deu máximas e conselhos tão edificantes
como Cristo? – Mat. 7:12.
(2) Aconselhou-nos a perdoar, – Mat. 6:12,14,15.
(3) A esquecer as injúrias e não pagar o mal com o mal. – Mat. 5:43,44.
(4) A orar pelos inimigos. – Mat. 5:44.
O exemplo que nos deu na cruz. – Luc. 23:33,34.
c) Deus Forte.
(1) Força significa poder, – Mar. 4:35-41.
(2) Ele é nossa fortaleza. – Sal. 43:1-3,9; 29:11 pp.
(3) Pela Sua fortaleza e poder, somos revestidos de ânimo e coragem. – II Cor, 12:9.
d) Pai da Eternidade.
(1) Isso mostra-nos que Ele é maravilhoso, pois, apesar de criança, já era pai da eternidade, – Jo, 14:9; desde o princípio era Deus. – Jo, 10:30.
(2) Os reis terrestres deixam seus reinos após curto reinado, mas Cristo reinará para sempre – de um a outro pólo. – Isa, 9:7; Dan. 7:14,
(3) Amou-nos com amor eterno, – Jer. 31:3.
e) Príncipe da Paz.
(1) Que é paz? – Tranqüilidade interna e externa,
(2) Quando Ele veio, o mundo estava em conflito.
(3) Os anjos anunciaram paz? – Luc. 2:8-14.
(4) Ele veio trazer a paz entre Deus e os homens, e a dá a cada um. – Jo. 14:27; Sal, 29:11 ú.p.

QUE PENSAIS VÓS DE CRISTO? – II
Mat. 22:42

I – O que pensaram Seus Contemporâneos.
1. Seus discípulos.
a) João Batista: “Cordeiro de Deus”. – Jo. 1:29.
b) Lucas: “Poderoso em obras e palavras”. – Luc. 24:19.
e) Natanael: “Filho de Deus e Rei de Israel”. – Jo. 1:49.
2. Seus inimigos.
a) O Diabo: “O santo de Deus”. – Mar. 1:24.
b) Judas: “Inocente”. – Mat. 27:4.
e) Meirinhos: “Ninguém falou assim”. – Jo. 7:46.
d) Pilatos: “Inculpável”. – Luc. 23:14.
e) O ladrão: “Nenhum mal fez”. – Luc. 23:41.
f) Os samaritanos: “Salvador do mundo”. – Jo. 4:42.

II – O que pensaram Grandes Mentalidades.
1. Agostinho, bispo de Hipona:
“Tenho lido, em Platão e Cícero, ditos que são sábios e belos; porém jamais li, nem em um, nem em outro: ‘Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos’.”
2. Martinho Lutero.
“Em Sua vida, Cristo é um exemplo que nos mostra como viver; em Sua morte, Ele é um sacrifício que satisfaz por nossos pecados; em Sua ressurreição, um vencedor; em Sua ascensão, um rei; em Sua intercessão, um sumo-sacerdote,”
3. Jean Jacques Rousseau (deísta).
“Que doçura, que pureza em Sua maneira, que comovedora graça em Seus ensinos! Que sublimidade em Suas máximas! Que profunda sabedoria em Suas palavras! Se a morte de Sócrates foi a de um sábio, a vida e morte de Jesus são as de um Deus.”
4. Napoleão I.
“Jesus Cristo foi mais que um homem. Alexandre, César, Carlos Magno e eu mesmo fundamos grandes impérios; porém de que dependiam as criações de nossos reinos? Da força, Só Jesus fundou Seu império sobre o amor, e até o dia de hoje milhões morreram por Ele. Tudo quanto vejo em Cristo me assombra e me maravilhar Sua religião é a revelação de uma inteligência que certamente não é de um homem.”
Que pensais vós de cristo? Eis o que pensou dEle o Pai. – Mat.17:5.

PERGUNTA SOLENE
Mat. 27:22

Jesus perante Pilatos, e a pergunta por este feita aos judeus.
Esta pergunta ainda hoje é feita pelos que conhecem a Jesus Cristo.

I – Que fiz de Jesus?
1. Ele me disse: “Arrepende-te”; e tenho desobedecido à Sua voz? – II Ped. 3:9; Ez. 33:11.
2. Disse-me: “Crê em Mim”; e tenho permanecido incrédulo?
– Jo. 5:4; 6:40.
3. Disse-me: “Morri por ti”; e tenho ficado indiferente ao Seu grande amor? – Luc. 9:59,61; Jo. 6:51; 15:13.
4. Diz: “Descansa em Mim”; e vago no pecado e nos ensinos e filosofias humanas, qual ovelha errante, sem ouvir a Sua doce voz? – Atos 24:25; Isa. 55:6,

II – Que estou fazendo de Jesus?
1. Estou me opondo a Ele, como os judeus? – Mat, 12:30.
2. Tenho medo de confessá-Lo, como Pedro? – Mar. 8:38.
3. Busco a amizade do mundo, como Pilatos? – I Jo. 2:15-17; Luc. 14:33; Jo. 19:12.
4. Estou com a multidão, que rejeitou a Jesus? – Jo. 1:11,12.
a) O conselho de Jesus. – Mat. 7:13,14.

III – Que farei de Jesus, Chamado Cristo?
1. Deixarei que me chame em vão? – Prov. 23:26; Cant. 5:2,6.
2. Dir-Lhe-ei que espere que eu tenha mais idade?
a) A advertência divina. – Ecl. 12:1.
3. Irei ter com os sacerdotes, como Judas? – Mat. 36:14.
a) Jesus é o caminho. – Jo. 14:6; 6:37.
4. Crucificá-Lo-ei de novo, com minha indiferença e oposição? – Heb. 6:4-6.
Que farei de Jesus, chamado Cristo?
Hoje é o dia de aceitá-Lo. – Heb. 4:7 ú,p.
De confessar como Tomé: “Senhor meu e Deus meu!”

OS QUATRO ANIMAIS DO APOCALIPSE

1. QUEM SÃO? – Ez, 1 e 10.
a) São querubins. – Ez. 10:20.

2. AS RODAS CHEIAS DE OLHOS.
a) Os diversos departamentos da obra. Ordem em tudo.

3. OS QUATRO ROSTOS. – Ez. 1:10; Apoc. 4:7.
a) Homem – inteligência.
O homem é a coroa da criação, assim Jesus. – (Sal. 55:13).
Jesus é sábio.
b) Leão – símbolo de poder. – Apoc. 5:5.
Jesus é poderoso – onipotente.
c) Boi – pronto para o serviço e o sacrifício.
d) Águia – sublimidade e vista longa. Jesus é sublime e onisciente.
(1) Como a águia trata os filhos para voar, assim Jesus. – Os. 5:14; Êx. 19:4.
(2) A águia se expõe ao perigo, assim Jesus pelos Seus. – Jo. 15:13.
4. COMO OS QUATRO EVANGELHOS APRESENTAM A JESUS.
a) Mateus – Rei – “O leão da tribo de Judá”.
b) Marcos – Servo – boi.
c) Lucas – Servo – homem.
d) João – Deus – águia voando.

O CRISTO PESSOAL

I – O Princípio Insuficiente.
1. “Eu sou o Senhor”. – Lev. 18:5.
2. Obras da lei não salvarão. – Rom. 3:20,
3. Os frutos do Espírito. – Gál. 5:22-25,
4. Cristo – o fim da lei. – Rom. 10:4.

II – O Chamado à Pessoa.
1. Vinde todos. – Mat. 11:28.
2. Quem tem sede venha. – Jo. 7:37.
3. Para a salvação. – Atos 4:10-12; I Ped. 2:24,
4. Por direção. – Jo. 10:11, 27; 14:6.
5. Para o serviço. – Mat. 4:19; Jo. 14:12,
6. Para a vida. – Jo. 11:25; Mar. 10:17-21.

III – O Cristo Capaz.
1. O homem não pode coisa alguma. – Jo. 3:27.
2. A Deus tudo é possível. – Mar. 10:27.
3. De salvar. – Rom. 8:1; Heb. 7:25.
4. De guiar. – Jo. 14:6; Mat. 28:20.
5. De servir. – Efés. 6:5-8; Mat. 21:21.
6. De dar vida. – Jo. 10:28; Gál. 2:20.

IV – O Cristo que Permanece.
1. Fará em nós morada. – Jo. 14:23.
2. Permanecer nEle. – Jo. 15:4-8.

V – O Cristo Novo.
1. O que permanecer em Cristo. – Jo. 15:4-8.
2. Cristo vive nele. – Gál. 2:20.

EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA” – Jo. 14:6

Podemos pensar em muitas coisas que Cristo possa ser para nós, mas Ele é o caminho, a verdade e vida,

I – O Caminho.
1. Verdadeiro – Cruz.
2. Há dois caminhos. – Mat. 7:13.
3. Qual escolheremos?
a) A decisão de Josué. – Jos. 24:15.
4. Cristo é o caminho que nos conduz a Deus.
a) É o nosso intercessor. – I Jo. 2:1.
b) Andemos nEle e Ele em nós.

II – A Verdade.
1. A fonte da verdade. – Jo. 1:17; 17:17.
2. Sua Palavra é verdadeira. – Sal. 119:160.
3. Cristo é a Palavra. – Jo. 1:1.
4. Cristo é a verdade personificada. – Jo. 14:16.
a) Satanás é a mentira. – Jo. 8:44.
b) Por isso muitos não aceitam a verdade.
5. O nosso dever. – Efés. 4:15.

III – A Vida.
1. Ele tem a vida em Si. – Jo. 1:4.
2. Ele manifestou-Se. – I Jo. 1:2; 1:14.
3. É o pão da vida. – Jo. 6:48.
a) Comamos: é espírito e vida.
4. É o dom gratuito de Deus. – Rom. 6:23.
5. A morte será aniquilada. – I Cor. 15:54.57,
a) Sejamos firmes e constantes. – I Cor. 15:58.

O QUE JESUS É PARA NÓS

I – O Nosso Criador – Jo. 1:1-3.
1. Os três são um. – I Jo. 5:7.
2. As coisas subsistem por Ele. – Col. 1:17.
3. Fez também o mundo. – Heb. 1:2.

II – O Nosso Salvador – Mat. 1:21; Luc. 19:10.
1. Pessoa perdida necessita de socorro. Um poder!
2. Fora dEle não há outro. – Atos 4:12.

III – O Nosso Mestre – Jo. 13:13.
1. Tantos mestres – ensinam mentiras.
2. Sempre a verdade – respostas certas.
3. Mestre divino.
4. Arrancado dos seus inimigos. – Jo. 3:2.

IV – A Nossa Luz – Jo. 1:9.
1. Num mundo abalado de tantas trevas é bom ter uma Luz, firme e segura.
2. Uma luz constante, que dissipa as nuvens escuras que sobressaltam a nossa fé. Nas horas escuras da vida.

V – O Nosso Caminho – Jo. 14:6.
1. No mundo existem muitos caminhos.
2. Se o homem não entrar neste caminho, está perdido para sempre.

VI – O Nosso Pão e Água da Vida – Jo. 6:51-7:37.
VII – O Nosso Advogado – I Jo. 2:1.
VIII – A Nossa Porta – Jo. 10:9.
IX – A Nossa Ressurreição – Jo. 11:25.

A QUÁDRUPLA OBRA DE CRISTO – I Cor. 1:30

I – Sabedoria.
Aqui começa a obra de Cristo; de outra maneira não conheceríamos nem a nós nem a Deus, Por três maneiras Ele Se torna para nós “sabedoria de Deus”, como a passagem deve ensinar.
1. Corrigindo nossos erros de opinião e prática.
2. Confirmando o que é direito e o que é bola,
3. Revelando o que até agora estava encoberto.

II – Justiça.
1. Pela Sua própria obediência perfeita à lei.
2. Feia Sua substituição e morte justificadora para o pecado.
3. Pela Sua intercessão à mão direita de Deus.

III – Santificação.
1. Por um perfeito exemplo de santidade.
2. Pela regeneração, comunicando a nova natureza.
3. Pelo dom do intrínseco Espírito de santidade.

IV – Redenção.
1. Pela ressurreição do corpo; redenção do corpo.
2. Pela final e plena libertação do pecado; redenção do espírito.
3. Admitindo-nos, corpo e alma, ao lar celeste.

VINDE APÓS MIM
Mat. 4:19

Muito tem sido feito pelos que têm seguido a Jesus (Paulo, Pedro, Lutero, Sunday, Moody, E. G. White, etc.). Este texto é um apelo e um desafio ao heroísmo,
1. Abandonar qualquer pecado.
2. Servir a Cristo,
a) Ir a Ele.
b) Imitá-lO.
c) Segui-lO.
3. Por que seguir a Cristo?
a) Por causa do que isto envolve.
b) Por causa do número de seguidores.
c) Por causa da recompensa.
4. Pessoas comuns foram chamadas. – Mat. 4:18,19.
a) Chamadas para uma missão definida.
b) Dando instruções simples:
(1) “Segue-me,”
(2) “Deixando tudo.” Heb.12:1-2; Rom. 12:12.
(3) “Olhando.” Heb. 12:2.
(4) “Avançando,” Filip. 3:13,14.
5. O que significa seguir a Jesus.
a) Abandonar o pecado – arrependimento.
b) Servir a Cristo – consagração.
c) Ganhar outros – obediência.

DESCANSO AO CANSADO
Mat. 11:28; Jo. 6:37

I – Um Fardo.
1. Alguns gemem sob as vicissitudes da vida.
a) Pobreza.
b) Doenças.
c) Tentações.
d) Perseguição.
2. Alguns estão sobrecarregados com o pecado – a pior carga.
a) O hábito.
b) O temor da culpa,
c) O temor da condenação,

II – Um Alívio.
1. Onde não pode ser achado:
a) Nos negócios.
b) No trabalho.
c) No prazer.
d) No pecado.
e) Na amizade e no amor,
2. Cristo oferece perdão ao culpado: descanso à consciência; paz ao coração.
3. Cristo oferece pureza ao profano.
a) Seus méritos adquiriram tal virtude,
b) Seu Espírito é eficiente.
c) Suas promessas são certas e seguras.
4. Cristo oferece graça para o necessitado,
a) Ele removerá o espinho da carne, ou
b) Ele nos capacitará a nos sobrepormos à aflição e ao sofrimento.

III – Os Meios.
1. Devemos ir a Cristo,
a) Podemos ter ido à igreja sem irmos a Jesus,
b) Podemos ter ido às águas batismais sem irmos a Cristo.
c) Podemos ter ido à mesa da comunhão sem termos ido a Cristo.
2. Jesus é o nosso descanso e Libertador.
a) Da consciência culpada. – Heb. 9:26.
b) Da ansiedade. – Filip. 4:6-7.
c) Das derrotas. – II Crôn. 14:7.
d) Do temor da morte. – Heb. 2:14.

LAR DO CRISTÃO

O LAR E A FAMÍLIA DO CRISTÃO
Josué 24:15

I – O Lar -está no Plano de Deus.
1. Deus fundou o lar. – Mat. 19:4-6; Gên. 1:28-29.
2. A esposa e mãe ideal. – Prov. 31:10-12,26-28.
3. As devidas relações entre marido e esposa. – Efés. 5:23-31.

II – O Ideal de Deus quanto ao Lar.
1. O lar de Adão e Eva. – Gên. 2:8.
2. A vida de Jesus no lar. – Luc. 2 :39-40, 51-52.

III – Conselhos aos Pais.
1. Amai-vos uns aos outros. – Col. 3 :13,20.
2. Não provocar a ira dos filhos. – Efés. 6:4.
3. Resultados de negligência. – Prov. 29:15.
4. Instruir os filhos. – Deut. 6:4-9.
5. A estima de Jesus para as crianças. – Mat. 18:2-6,10,14.

IV – Conselhos aos filhos.
1. A obediência e a piedade filiais. – Efés. 6:1-3; Êx. 20:12.
2. O melhor comportamento no lar. – I Tim. 5:4.
3. Aceitando o convite de Jesus. – Mat. 19:14,

V – A Influência do Lar Cristão.
1. Manter a alegria no lar. – Tito 2:2-9.
2. O exemplo da Abraão. – Gên. 18:19.

OS AMIGOS E A RECREAÇÃO DO CRISTÃO
Prov. 18:24

I – Devemos Ter Amigos.
1. Diretrizes quanto à amizade cristã. – Tia. 4:4; Prov. 22:24.
2. A influência dos amigos. – Prov. 13 :20.
3. O segredo de ter amigos. – Prov. 18 :24.
4. Não vos ligueis aos infiéis. – II Cor. 6:14; Amós 3:3.

lI – O Verdadeiro Amor, Base da Amizade.
1. Fundamento da amizade verdadeira. – I Sam. 18:1,4.
2. O sinal do verdadeiro amigo. – Prov. 17:17.
3. O significação do amor. – I Cor. 13:4-8.
4. Como escolher o companheiro de vida. – Jo. 2:1-11.

III – A Vida Social de Jesus.
1. Jesus convidado às bodas. – Jo. 2:1-11.
2. Jesus num jantar. – Luc. 19:1-10.
3. Jesus em casa de Seus amigos. – Luc. 10:38-42.
A INSTRUÇÃO DIVINA – Ecl. 11:9,10; 12:1.

O CRISTÃO E SUA IGREJA
Efés. 2:19-22

I – A Significação de “A Igreja”.
1. A igreja no Velho Testamento. – Deut. 5:22; Atos 7:38.
2. A igreja no Novo Testamento. – Atos 11:26;14:27.
3. Chamados do mundo. – II Cor. 6:16-18.
4. Respeito à Igreja de Deus. – Lev. 19:30; Mat. 18:17.

II – Unindo-se à Igreja.
1. Tornando-se membro. – Atos 2:41,47.
2. O processo de regeneração. – Rom. 12:1-2.

III – Trabalho da Igreja.
1. Propósito de Deus para com a Igreja, nos tempos do Velho Testamento. – Gên. 12:1-3.
2. O principal trabalho da Igreja. – Mat. 28:19.20.
3. “Vós sois as minhas testemunhas”. – Isa. 43:10-12.

IV – O Sustento da Igreja.
1. O plano básico de Deus. – Mal. 3:10-12.
2. Exemplo de liberalidade. – Atos 4:32-35.
3. Doadores alegres. – II Cor. 9:5-7.

O CRISTÃO E SUA COMUNIDADE – Mat. 25:34-36

I – A Influência do Cristão em sua Comunidade.
1. Os filhos de Deus devem ser luzes. – Mat. 5:14-16.
2. Viver para a glória de Deus. – I Ped. 2:9,12.
3. Abundar em boas obras. – Col. 1:10.

II – Aliviando a Pobreza e o Sofrimento.
1. Nossa atitude para com o pobre. – Deut. 15:11; Jo. 12:8.
2. O plano divino de auxílio. – Isa. 58:7.
3. A bênção em dar. – Atos 20:35; Mat. 5:7.
4. A maldição aos que negam. – Tia. 5:1-6.

III – A Responsabilidade do Cristão.
l. “Sou guardador de meu irmão?” – Gên. 4:9,10.
2. “A Mim o fizestes” – Mat. 25:40.
3. A missão de Cristo. – Luc. 4:18-19.
4. A influência do trabalho social. – II Cor. 9:11-14.

IV – “Sede Bondosos”.
1. O método de Cristo. – Mat. 4:23-25.
2. “Quem é meu próximo?” – Luc. 10:29-37; 6:27-36.
3. Promessa aos bondosos. – Isa. 58:7-11.

O CRISTAO E SUA RECOMPENSA ETERNA
I Cor. 2:9

I – A Possessão Prometida.
1. A promessa a Abraão. – Gên. 13:14-15.
2. Restauração do primeiro domínio. – Miq. 4:8.
3 . Promessa aos discípulos. – Jo. 14 :1-3.
4. Nossa herança é garantida. – Efés. 1:13-14.
5. Nossa atitude. – II Ped. 3:13; Heb. 10:23,25.

II – Aquela Pátria Melhor.
1. A terra não foi criada em vão. – Isa. 45:18.
2. A esperança constante do povo de Deus. – Heb. 11:10,13-16.
3. A descrição de Isaías da nova terra. – Isa. 65:17,21,22,25.
4. João descreve a santa cidade. – Apoc. 21:1-3, 10-27.
5. Não mais tristezas e sofrimentos. – Isa. 33:24; Apoc. 21:4; 7:17.

III – Ali devemos estar.
1. Nossa limitada compreensão. – I Cor. 2:9.
2. Nosso preparo. – II S. Ped. 3:14.
3. A saudação de Cristo aos salvos. – Mat. 25:34.

LIBERALIDADE

TUDO PERTENCE A DEUS
Luc. 19:13

O homem, a natureza e seus revezes.
I – Tudo Pertence a Deus.
1. A Terra e tudo o que nela há. – Sal. 24:1.
a) Na criação Deus deu a possessão e domínio da Terra ao homem, o administrador. – Gên. 1:26-28; Sal. 115:16.
b) Foi dada ao homem sob condição de obediência. – Gên. 2:15-17; Isa. 1:19,20.
c) Pela desobediência o homem entregou o domínio a Satanás. – Luc. 4:6; Jo. 14:20.
2. Os céus, a prata e o ouro pertencem a Deus. – Deut. 10:14; Ag. 2:8.
3. Nós mesmos. – I Cor. 6:19.

II – A Questão do Dízimo.
1. Sendo que Deus entregou ao homem a administração dos bens da Terra, requer que a décima parte Lhe seja reservada. – Lev. 27:30,32.
a) O Senhor não requereu o pagamento do dízimo porque estivesse pobre, mas para submeter o homem a uma prova. – Ex. : a árvore do Éden.
b) O homem hoje é provado com o dízimo.

III – Para que Fim se Destina o Dízimo?
1. Para o sustento do ministério. – Núm. 18:21; I Cor. 9:11,13,14.
2. Para que haja abundância na casa de Deus. – Mal. 3:10.
a) Houve um tempo em que os levitas tiveram de abandonar o ministério por falta de dízimo. – Neem. 13:10-12.

IV – A Instituição e a Bênção.
1. Quando foi instituído? Antes das cerimônias.
a) Ex. de Abraão (Gên. 14:20); Jacó (Gên. 28:20-22).
2. Foi aprovado por Cristo. – Mat. 23:23.
a) Não foi abolido na cruz.
b) Observando o dízimo temos uma bênção. – Mal. 3:10,12.
c) Não observando o sistema do dízimo, somos chamados por Deus de ladrões. – Mal. 3:8,9.

A CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ
I Cor. 16:1-2

Plano do Apóstolo Paulo (5pp):
1. Periódico – “No primeiro dia da semana”.
a) Piamente.
b) Prazerosamente.
c) Pontualmente.
2. Pessoal – “Cada um de vós”.
a) Cada homem.
b) Cada mulher.
c) Cada menino.
3. Previdente – “Ponha de parte o que puder ajuntar”.
a) Com cuidado.
b) Com deliberação.
c) Com zelo e inteligência.
4. Proporcional – “Conforme a sua prosperidade”. Isto indica:
a) Generosidade.
b) Gratidão.
c) Responsabilidade.
d) Fidelidade.
5. Preventivo – “Para que se não façam as coletas quando eu chegar”.
a) Para evitar falhas.
b) Para evitar dívidas.
c) Para evitar solicitação.

COISAS PARA DAR E COISAS PARA GUARDAR

Muitas pessoas gostam de guardar tudo – são os egoístas.
Outros gostam de tudo dar – são as liberais.
Deus quer que repartamos as boas coisas com os outros, mas também nos fala de muitas coisas que devemos guardar conosco.

1. Coisas para dar:
a) Nosso coração a Deus – Prov. 23:26. Isto é, dar-nos a nós mesmos. Se numa viagem marítima eu caísse ao mar e alguém se lançasse às ondas furiosas e me salvasse, quanto deveria eu à pessoa salvadora? Tudo, tudo! E quanto devemos Àquele que, na cruz, nos salvou corpo e alma, eternamente?
b) “Glória ao Senhor” – Sal. 96:7-8.
c) “Graças ao Senhor” – I Tes. 5:18.
d) “Nosso corpo em sacrifício vivo” – Rom. 12:1.
e) Nosso dinheiro aos necessitados. – Mat. 19:21.
f) Nossas contribuições à Igreja. – II Cor. 9:7.
2. Coisas para guardar:
a) Nosso coração. – Prov. 4:23.
b) A fé e a boa consciência. – I Tim. 1:19.
c) Nossa língua do mal. – Sal. 34:13.
d) O dia de descanso. – Êx. 20:8.
e) Os mandamentos de Deus. – Ecl. 12:13; I Jo. 3 :24.
f) A verdade. – Prov. 23:23.
g) A palavra de Deus. – Sal. 119:1.

UMA DÁDIVA PARA JESUS
Mar. 14:3-9

1. Uma dádiva preciosa – “Porque podia-se vender por mais de trezentos dinheiros”.
2. Uma dádiva voluntária – “Veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro”.
3. Uma dádiva que expressava amor e devoção – “E quebrando o vaso Lho derramou sobre a cabeça”.
4. Uma dádiva com significação profética – “Antecipou-se a ungir o Meu corpo para a sepultura”.
5. Uma dádiva que obteve larga repercussão – “Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este Evangelho for pregado, também o que ela fez será contado para sua memória”.

LIBERALIDADE E BENEVOLÊNCIA
Atos 20:35.

I – Direito de Propriedade de Deus.
1. Deus é a fonte de toda riqueza. – I Crôn. 29:11,12.
2. As reivindicações de Deus quanto às riquezas do mundo.
– Sal. 89:11; Ageu 2:8.
3. Perigo espiritual da prosperidade. – Deut. 8:11-14,18.

lI – Requisitos de Deus quanto ao Dízimo e às Ofertas.
4. Proporção da parte das receitas do homem que pertence a Deus. – Lev. 27:30 e 32.
5. Promessa ao que dá o dízimo. – Mal. 3:10-12.
6. Ofertas de Israel para o tabernáculo. – Êxo. 35:29.
7. Comparação entre as atitudes no dar. – II Cor. 9:7; Mat. 6:1.

III – Recompensa do Dar com Liberdade.
8. A lei da semeadura e da sega. – II Cor. 9:6; Jo. 12 :24.
9. Promessa aos que honram a Deus com suas dádivas.
– Prov. 3:9,10.
10. Como Deus recompensa ao doador. – Luc. 6:38.
11. As bênçãos podem demorar mas são garantidas. – Ecl. 11:1.
IV – Liberalidade entre os Irmãos.
12. Paulo relembra as palavras de Jesus quanto ao dar. – Atos 20:35.
13. Os que deixam de sentir a necessidade de um irmão. – I Jo. 3:17.
14. Promessas aos que repartem. – Prov. 11:5; 19:17; 22:9.
15. De quem depende nossa capacidade. – II Cor. 3:5.

LOUVOR

AÇÃO DE GRAÇAS

I – Quando dar Graças?
1. Em tempos perigosos. – Dan. 6:10.
2. Em tempos de amizades. – I Sam. 19:4.
3. Quando olhamos para trás, fez como José. – Gên. 41.
4. Quando grandes livramentos se realizam. – Mar. 5:20.
5. Em tempos de conquista moral. – Neem. 8:10.

II – Testemunhos Individuais.
1. “Agradeço a Deus por ter nascido um homem, não uma besta”. – Platão.
2. “Agradeço a Deus por eu não ter quebrado meu braço esta manhã”. – Um pregador.
3. “Tenho vivido bastante para agradecer a Deus pelas coisas que tenho perdido”. – Idem.
4. “A alma grata sente-se bem não só pelo bem que tenha recebido, mas pelo bem que tenha feito”.

CONVITE A LOUVAR A DEUS
Sal. 103:1-6

Meditação e agradecimento moram sempre juntos. Moram juntos, olham pela mesma janela e mantêm doce conversa com gratidão.

I – Sete Maravilhosas Razões.
1. Ele perdoa todas as iniqüidades – Nosso misericordioso Juiz. – V. 3.
2. Cura todas as doenças – Nosso Médico. – V. 3.
3. Redime da perdição – Nosso Salvador. – V. 4.
4. Coroa-nos com benignidade e misericórdia – Nosso Rei. – V. 4.
5. Supre nossas necessidades – Nosso Pai. – V. 5.
6. Renova nossa mocidade – Nosso Doador da vida. – V. 5.
7. Faz justiça e juízo – Nosso Defensor. – V. 6.
Esta lista de bênçãos físicas e espirituais devia ser decorada, para não sermos ingratos ao nosso bom Deus.
Louvemos sempre ao Senhor!

REGOZIJAI-VOS SEMPRE
I Tess. 5:14-23

O mundo não tem lugar para uma religião de rosto comprido. Jesus não usou uma tal face, mas sim de alegria.
Antes estávamos em pecado, e andávamos tristes, mas agora achamos a vida – alegria. Se nos afastamos da Igreja, logo vem a tristeza e a culpa não é de Deus.

I – Por que devemos nos alegrar da Religião.
1. Porque Cristo assim manda.
a) Regozijai-vos nas provações. – Mat. 5:11,12.
(1) Comparar os sofrimentos na China, Índia, etc., com a religião de Cristo.
2. Devemos nos alegrar de nossa religião por nossa causa.
a) É bom sentar e pensar sobre as bondades de Deus. – Sal. 103:2. Devemos nos alegrar dela devido à sua influência sobre os outros.
a) Muitos ouvem de Cristo por nós; se não nos sentirmos felizes com a nossa religião, não somos boas testemunhas.
b) Em tempos de alegria, tristezas e adversidades, devemos mostrar alegria – firmeza na religião. Se assim não fizermos, não podemos influenciar outros para Cristo.

II – Podemos perder a alegria de nossa Salvação.
1. Pecado encoberto – Davi.
2. Negligenciando os deveres cristãos: oração, leitura, assistência aos cultos; roubando a Deus.

III – Como recuperar a Alegria?
1. Arrependendo-nos de todo o coração. – I Jo. 1:9.
2. E consagrando toda a vida a Deus.
3. Seguindo a direção do Espírito Santo. “Em todos os teus caminhos, reconhece-O”.
Regozijemo-nos com a nossa religião, para o nosso bem e para o bem de outrem!

REGOZIJAI-VOS SEMPRE
Filip. 4:4; Neem. 8:10

No Cristianismo não há lugar para pessoas de rostos tristes e longos.

I – O Cristão deve ser uma pessoa alegre.
1. Deus aprecia tal coisa.
2. Sua Palavra reforça essa necessidade.
3. Seu Espírito inspira a alegria.
4. Seu trabalho produz alegria. – Sal. 126:5-6.

II – A alegria Cristã é uma Fonte de Força.
1. Na profissão religiosa diária. – Isa. 61:10.
a) Mesmo na situação atual. – Luc. 21:28.
2. No exercício diário da sua influência. – Prov. 17:22.
a) “Ri e o mundo rirá contigo. Chora e chorarás sozinho.”
b) A verdade bíblica. – Prov. 15:13,15.
3. No cumprimento dos deveres diários.
4. Nas tentações e provas. – Atos 5: 41; 16:25; Rom. 5:3.
5. Mesmo na hora da morte. – Jó 19:25.
O conselho divino. – Filip. 4:4.

PACIFICADORES
Rom. 12:18

I – A Situação do Mundo.
1. Desconfiança, malquerenças, inveja, ódio, guerras.
2. Se houve um tempo em que o mundo necessitou tanto de pacificadores, é nos dias atuais.
3. Não existe paz no indivíduo, no lar e na sociedade.

II – O Mandamento.
1. Não ofender a ninguém.
2. Perdoar as fraquezas dos semelhantes.
3. Atribuir aos outros, quanto possível, os melhores motivos.
4. Abandonar alguns de nossos próprios direitos.
5. Pagar o mal com o bem. – Rom. 12:21.
6. Evitar sentimentos que causem contendas.

III – A Esfera de Ação.
1. Nas relações comerciais.
2. Nos lares e com os familiares.
3. Na igreja e com os irmãos.
4. Na sociedade.

REGRAS DIVINAS

I – Relação para com os Outros.
1. Qual é a regra divina nesta vida? – Mat. 7:12.
2. Quanto devem os fortes suportar? – Rom. 15:1.
3. Como devemos apreciar os outros? – Filip. 2:3-5.
4. Quais são algumas das qualidades que nos conduzem à perfeição? – I Cor. 3:12-14.

II – A Carreira da Vida.
1. Como devemos lazer a tarefa que nos foi designada? Ecl. 9:10-11.
2. Qual deve ser a condição daquele que luta para alcançar a superioridade? – I Cor. 9:25-27.
3. O que devemos deixar de lado na carreira da vida? – Heb. 12:1.

MARA OU ELIM?
Sal. 103; Êx. 15:23-27

I – As Experiências de Israel em Mara.
1. Logo depois da grande libertação, murmuram:
a) Ante o Mar Vermelho.
b) Por comida.
c) Por água potável.

II – As Experiências de Hoje.
1. Seguindo a Jesus encontraremos Maras.
a) Não devemos murmurar. .
2. Murmuradores há em toda parte.
a) Não respeitam a ninguém – Exemplo de Moisés.
3. Murmurações de toda maneira. – Sal. 31:13.
4. Jesus é o lenho para a vida amargurada.
a) Para as irmãs de Lázaro.
b) Para a viúva de Naim.
c) Toda a humanidade sofredora. – Mat. 11:18-20.
5. Deus nos prova como provou a Israel.

III – As Experiências de Israel em Elim – V. 27.
1. A falta de gratidão pela bênção em Elim.
a) O homem é o ser mais ingrato. Exemplo dos pássaros.
2. Que deve ser o nosso espírito. – Sal. 103:2; Isa. 12:3.
3. O exame que devemos fazer. – II Cor. 13:5.
4. De que devemos nos queixar. – Lam. 3:39,40.
Onde estamos?
Em Mara ou Elim?
Sejamos gratos a Deus e O louvemos por Sua misericórdia e bondade. – Sal. 105:1-6.

O SEGREDO DA PROSPERIDADE

Um importante documento, assinado pelo Presidente D. Eisenhower e pelo Vice-Presidente R. Nixon, faz lembrar a todos os norte-americanos a dívida de gratidão para com Deus e Suas bênçãos sobre a grande nação. Também faz lembrar que o Criador é o Chefe soberano, doador das bênçãos passadas e Aquele que garante a continuidade da justiça e da liberdade para todos. E afirma que “a nossa herança de liberdade… é de Deus, que é o Autor das sete liberdades registradas no Salmo 23”.
Eis aqui estas liberdades divinas, segundo se encontram enumeradas nesse documento:
1. Liberdade da necessidade. – “O Senhor é meu pastor; nada me faltará.”
2. Liberdade da fome. – “Deitar-me faz em verdes pastas.”
3. Liberdade da sede. – “Guia-me mansamente a águas tranqüilas.”
4. Liberdade do pecado. – “Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do Seu nome.”
5. Liberdade do temor. – “Ainda que eu andasse pelo vale das sombras da morte não temeria mal algum, porque Tu estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me consolam.”
6. Liberdade dos inimigos. – “Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos.”
7. Liberdade para uma vida abundante. – “Unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.”

MATRIMÔNIO – MULHER CRISTÃ

O MATRIMÔNIO
Amós 3:3

I – A União é Necessária.
1. A felicidade e o bem-estar no matrimônio dependem da unidade de ambas as partes.
2. É preciso que haja a união das almas.
3. Pode haver no matrimônio diferença de gênio, mas o espírito e os sentimentos devem estar em harmonia.
4. Muitos não trazem para a associação matrimonial: alegria, bondade, paciência e bom senso.
5. A regra da vida conjugal deve ser: sofrer e ter paciência, conformação. – Efés. 4:2; Gál. 6:2.
a) Uma boa palavra afasta a contenda.

II – Qualidades de uma mulher virtuosa.
1. O lar é o domínio da mulher, o reino, o mundo em que ela governa com ternura, bondade, amor.
2. A mulher ideal deve tornar seu lar agradável, feliz. Um refúgio mais doce e mais alegre. Um paraíso na Terra.
3. A mulher virtuosa, que é uma bênção de Deus, exerce boa influência sobre o marido. – Prov. 19:14; 31:23.

III – Qualidades de um Marido Cristão.
1. Deve seguir o exemplo de Isaque. – Gên. 24:67.
2. Deve dispensar cuidado, proteção e amor.
3. Deve sempre lembrar-se de que deve imperar pela bondade e não pela violência.
a) Este é o conselho divino. – Efés. 5:25,28.

FELICIDADE PARA O MATRIMÔNIO CRISTÃO

BEM-AVENTURADOS os maridos e mulheres que continuam a seir afetuosos e amantes depois do casamento.
BEM-AVENTURADOS os maridos e mulheres que são íão polidos e corteses, um para o outro, como são com os amigos.
BEM-AVENTURADOS os que têm o senso de humor, pois êste atributo será conveniente para desfazer os atritos.
BEM-AVENTURADOS são os que amam o seu consorte mais do que a qualquer outra pessoa no mundo, e que alegremente cumprem o seu voto de uma vida de fidelidade e auxílio mútuo.
BEM-AVENTURADOS os que conseguem ser pais, pois as crianças são os herdeiros do Senhor.
BEM-AVENTURADOS os que se lembram de agradecer a Deus pelo alimento, e que tomam algum tempo cada dia para a leitura da Bíblia.
BEM-AVENTURADOS os consortes que nunca falam ruidosamente um ao outro, e que fazem da sua casa um lugar onde raramente se ouvem palavras desalentadoras.
BEM-AVENTURADOS os maridos e mulheres que fielmente trabalham juntos na igreja, para extensão do Reino de Deus.
BEM-AVENTURADOS os maridos e mulheres que podem resolver os desentendimentos sem a interferência de parentes.
BEM-AVENTURADO o casal que tem uma completa compreensão das questões financeiras, e que resolvem harmoniosamente quanto ao melhor emprego do seu dinheiro.
BEM-AVENTURADOS os maridos e mulheres que humildemente dedicam suas vidas e sua casa a Cristo, e que praticam os ensinos de Cristo com amor e lealdade.

MINISTÉRIO DE MULHERES CRISTÃS

Deus serve-se hoje de homens, como de mulheres genuinamente cristãs, que se entregam sem reservas ao Seu serviço.
O Evangelho coloca a mulher no mesmo plano do homem: ela goza os privilégios de uma Bíblia aberta, uma Igreja franca, igualmente no culto e no trabalho do Senhor Jesus Cristo, em quem não há macho ou fêmea, mas todos são iguais.

I – Quem foi Eunice? – II Tim. 1:1-5.
1. Uma verdadeira mãe cristã, que educou e conduziu seu filho aos pés de Jesus para ser um grande obreiro.
2. A igreja hoje precisa de tais mães.
a) O maior ministério começa no lar. – Mar. 5:18-20.

II – Qual foi a Mulher que fez um Trabalho Missionário.
1. A samaritana. – Jo. 4:28-30, 40-42.
a) Esta mulher ficou inflamada pelas boas novas do Salvador e, assim inflamada, comunicou esse amor aos outros com os quais entrou em contato.
2. Quando aceitamos a Jesus, sentimos um gozo, uma alegria, que enchem nosso coração e não devemos ser egoístas, mas devemos lazer com que os nossos amigos e vizinhos participem desse gozo e alegria. – Mal. 3:16.

III – Quem foi Dorcas?
1. A missionária que pregou pelas suas boas obras. – Atos 9:36-43.
a) A cada pessoa o Senhor dá um dom e quando este dom é desenvolvido no Seu trabalho, redundará na salvação de almas.
2. Na seara do Mestre há trabalho para cada mulher cristã; somente não há para as indolentes! Ecl. 9:10.

A POSIÇÃO DA MULHER PERANTE DIVERSAS RELIGIÕES

1. NO MAOMETISMO ela não é bem-vinda no nascimento, nem ensinada na mocidade; não é amada no casamento, nem cuidada na velhice, nem chorada na morte.
2. NO BUDISMO é degradada, por causa de algum pecado cometido na existência anterior. Sua única esperança é renascer como homem.
3. NO HINDUÍSMO é desposada na infância, sem seu consentimento. Se morto o noivo ou esposo, não poderá mais casar-se e é acusada da morte dele por algum pecado da vida anterior. Em tempos passados só tinha esperança de imortalidade, imolando-se na pira funeral do marido. Agora ela é desprezada, ignorada, entregue à fome e privada de toda a alegria da vida.
4. NO CONFUCIONISMO e outras religiões chinesas, é-lhe permitido adorar os falsos deuses e fazer ofertas aos demônios, mas não é ensinada em qualquer responsabilidade religiosa. Sua perspectiva religiosa é de ignorância e mistério. A vaca é santa, a mulher é diabólica.
5. NO PAGANISMO é um pobre animal para servir ao homem.
6. NO JUDAÍSMO MODERNO não é ensinada, ainda que tenha muitos privilégios religiosos. Não tem lugar na adoração da sinagoga e a sua única esperança é – uma para milhões de mulheres – vir a ser mãe de Jesus, o Messias.
7. NO CATOLICISMO ROMANO (na maior parte dos países) é um joguete dos padres, aos quais paga e confia os seus deveres religiosos e a cuja direção se submete cegamente,
8. NO MUNDO EVANGÉLICO, no mesmo plano do homem, goza os privilégios de uma Bíblia aberta, uma igreja franca, igualdade de culto e posição no Senhor Jesus Cristo, em quem não há macho nem fêmea, mas todos são iguais.

O QUE A MULHER DIGNA FAZ HOJE

AJUDA como Rebeca, que recebeu o servo de Abraão na sua cidade e deu água aos seus camelos cansados.
ATRAI como Raquel, por quem Jacó se dispôs pagar 14 anos de trabalho.
BATALHA como Débora, que em defesa do lar e da terra natal veio, auxiliada por Jeová, a lutar contra os valentes.
ESPERA como Noemi, que achou conforto depois de ter bebido as águas da aflição em uma terra estranha.
BRILHA como Rute, que, nos campos de Boaz, em Belém, para sempre dignificou o trabalho manual.
ORA como Ana, cuja oração silenciosa foi apoiada e reforçada pelo último e maior dos juizes-sacerdote.
SOFRE como Vasti, que preferiu perder o trono a perder a sua dignidade e boa reputação.
REINA como Ester, que, para solucionar um problema dificílimo, foi ao rei Artaxerxes numa hora apropriada.
CRÊ como Isabel, que aceitou o impossível e, por intermédio de um Precursor, preparou o caminho para Jesus.
SERVE como Marta, que providenciou do melhor, em Betânia, para Jesus.
AMA como Maria, que, com o seu frasco de precioso perfume, ungiu Jesus, preparando-O para a sepultura.
DÁ como Dorcas, que fazia bons trabalhos e muitas obras de caridade para viúvas em aflição.
ENSINA como Lóide, que encheu a mente e o coração de Timóteo da letra e do espírito das Sagradas Escrituras, tornando-o sábio para a salvação.
ADORA e TRABALHA como Lídia, que abriu o seu coração ao Senhor e o seu lar aos primeiros missionários ao continente europeu.
Assim, as mulheres dignas de ontem vivem e viverão hoje e amanhã como mulheres de energia, de idéias, de influência, de execução, de capacidade e consagração. Deus abençoe a cada uma!

NOSSA MÃE E NOSSOS DEVERES
Ex. 20:12

Só quem não esteve em contato com a energia elétrica é que não sentirá o amor de mãe.
Os filhos perto dos pais não podem aquilatar bem o que é o amor de mãe.

I – A Instituição do Dia.
1. Origem – Filadélfia, USA., pela Srta. Ana Jarvis, pela morte de sua mãe.
2. Em 1913 o Senado e a Câmara aprovaram o projeto criando o “Dia das Mães”, e o Presidente Wilson, a 9 de maio de 1914, decretou o dia 10 como feriado nacional.

II – MÃE, Sua Espinhosa Missão.
1. Ela é um anjo tutelar sob cujas asas há sempre amparo e desvelo pelo filho de suas entranhas.
2. Este amor é como uma luz inextinguível que vai guiando os passos do filho, ainda que ingrato.
3. Ser mãe “é desdobrar libra por libra o coração”.
Ser mãe é sofrer com Maria ao pé da cruz.
4. Ser mãe, é exercer a mais bela missão dada à humanidade aqui na Terra.
a) Mães ajudem os filhos que Deus lhes deu.
b) Sejam mães cristãs como foram Sara, Maria, Isabel, e Eunice, mãe de Timóteo.
c) Ainda que pobres, Deus lhes pode abençoar.
d) Tenham o espírito de Ana – a mãe de oração e dedicação.

III – Os Deveres Filiais.
1. Vocês, filhos, amem, respeitem e amparem sua mãe.
2. Mostrem em vida a gratidão para com aquela que lhes deu a vida.
3. Depois de morta, de nada servem as lágrimas e lamúrias.
4. Não deixem para lamentar sua mãe na terra do exílio.

PARA O DIA DAS MAES

I – Cousas Que Não Compreendo.
1. Um filho não saber tratar sua mãe com carinho, respeito e amor.
2. Um filho desprezar, envergonhar-se e esquecer-se de sua mãe.
3. Nos cemitérios, os epitáfios: “À minha adorada e sempre pranteada mãe”, etc.

II – Cousas Que Compreendo.
1. Um filho reconhecer que tudo que é deve à sua mãe.
2. Um filho saber premiar o sacrifício feito por sua mãe.
3. Um filho saber suavizar os sofrimentos de sua mãe com as flores de seu reconhecimento, de sua amizade, de seu amor e de sua gratidão.
a) W. Wilson cada dia oferecia flores à sua mãe, enquanto ela vivia.
(1) Depois de morta, as lágrimas e as flores de nada adiantarão. Ela estará morta e nada poderá ver ou sentir.
4. Um filho que ampara os passos trôpegos de sua mãe.
O conselho divino: Ex. 20:12.

MULHERES DA BÍBLIA

EVA, “A MÃE DE TODOS OS VIVENTES” Gên. 2:18

I – A Criação de Eva.
1. Uma ajudadora. – Gên. 2:18-20.
2. Criada de uma costela. – Gên. 2:21-22.

II – O Primeiro Casamento e o Lar Ideal.
1. As palavras de recepção. – Gên. 2:23.
2. Os vínculos de amor. – Efés. 5:28.
3. A santidade do casamento. – Mat. 19:3-6.
4. O lar ideal. – Gên. 2:15.

III – A Tentação e Queda.
1. A simples restrição. – Gên. 2:16-17.
2. A voz do tentador. – Gên. 3:1.
3. Conversando com a serpente. – Gên. 3:2-6.
4. Os resultados trágicos. – Gên. 3:7.
5. Justificação própria. – Gên. 3:12-13.

IV – A Primeira Profecia da Escritura.
1. Um raio de esperança. – Gên. 3:15.
2. A sorte de Eva. – 3:16.
3. Os filhos de Eva – sua esperança de promessa cumprida. Gên. 4:1-2; 5:3-4.

SARA E AGAR – Heb. 11:11

I – De Ur dos Caldeus.
1. Para Harã na Mesopotâmia. – Gên. 11:26-32.
2. Em demanda a Canaã. – Gên. 12:4-5.
3. A promessa inspiradora. – Gên. 12:1-3; Heb. 11:8.

II – Em Canaã e no Egito.
1. Fome na terra. – Gên. 12:10.
2. Disfarçando a verdade. – Gên. 12:11-13.
3. Calamitosos resultados. – Gên. 12:14-20.

III – Sara e sua serva.
1. Uma proposta humana. – Gên. 15:2-3.
2. Outro subterfúgio. – Gên. 16:1-2.
3. Dificuldades no lar. – Gên. 16:5,6.
4. Agar no deserto. – Gên. 16:7-13.

IV – A Promessa e o Cumprimento.
1. O concerto reafirmado. – Gên. 17:15-17,19.
2. A dádiva do filho da promessa. – Gên. 21:1,6,7.
3. Agar e Ismael desterrados. – Gên. 21:8-14.

V – O  dois Concertos.
1. Uma alegoria. – Gál. 4:22-31.

REBECA, ESPOSA DE UM PAÍS DISTANTE
Prov. 31:10-12

I – Instruções a Eliézer.
1. A profunda preocupação de Abraão. – Gên. 24:1-3.
2. Um compromisso exigido. – Gên. 24:4-9.

II – A Missão à Mesopotâmia.
1. A oração de Eliézer. – Gên. 24:10-14.
2. A notável resposta. – Gên. 24:15-21.
3. Visita ao lar de Rebeca. – Gên. 24:22-56.
4. “Irei.” Gên. 24:57-60.

III – Vida Doméstica de Rebeca e Isaque.
1. Feliz encontro. – Gên. 24:62-67.
2. O nascimento dos gêmeos. – Gên. 25:20,24.
3. Favoritismo insensato. – Gên. 25:27-28.
4. Tristeza aos pais. – Gên. 26:34-35; 27:46.

IV – Engano e Suas Amargas Conseqüências.
1. Uma revelação divina. – Gên. 25:21-23.
2. A determinação de Isaque. – Gên. 27:1-4.
3. Contornada a dificuldade. – Gên. 29:25-28.
4. A colheita amarga. – Gên. 27:41-45.

RAQUEL E LIA
Gên. 29:20

I – Jacó e Raquel Encontram-se.
1. No poço próximo de Harã. – Gên. 29:1-6.
2. Os primos encontram-se. – Gên. 29:9-12.
3. Cordial saudação de Labão. – Gên. 29:13-15.
4. Um acordo estabelecido. – Gên. 29:16-19.

II – Os Anos em Padã-Harã.
1. Sete anos de trabalho feliz. – Gên. 29:20.
2. lima cruel decepção. – Gên. 29:21-23.
3. Contornada a dificuldade. – Gên. 29:25-28.
4. Surgem discórdias na vida doméstica. – Gên. 30:1.

III – A Fuga para Canaã.
1. A repentina partida. – Gên. 31:1-7, 17-20.
2. Procurando ídolos furtados. – Gên. 31:26-31.
3. A família livre dos ídolos. – Gên. 35:2-4.

IV – A Morte Arrebata Seres Amados.
1. Débora e Raquel morrem. – Gên. 35:8, 16-20.
2. Outras referências a Raquel e Lia. – Gên. 48:7; 49:31; Jer. 31:15-16; Mat. 2:17-18.

A PROFETISA MIRIÃ
Sal. 107:1-2

I – A Vigia na Margem do Rio.
1. Alerta e em guarda. – Êx. 2:1-4.
2. A conversa com a filha do Faraó. – Êx. 2:5-9.

II – Poetisa, Musicista, Profetisa.
1. Associada com Moisés e Arão. – Miq. 6:4.
2. Uma musicista e cantora. – Êx. 15:20-21.

III – A Crítica e Sua Penalidade.
1. Encontrando falhas em Moisés. – Núm. 12:1.
2. Outra crítica a seu irmão. – Núm. 12:2.
3. A reprovação divina. – Núm. 12:4-9.
4. Ferida com a lepra. – Núm. 12:10-12.
5. O vírus da inveja. – Prov. 14:30; 27:4 .
6. A recompensa que está reservada ao pecado da inveja. – Rom. 1:29-32; Gál. 5:19-21.

IV – Sua Restauração.
1. Oração e cura. – Núm. 12:13-15.
2. A morte de Miriã. – Núm. 20:1.

RAABE E DÉBORA – Juí. 5:2-3

I – Raabe Protege os Espias.
1. No lar sobre o muro. – Josué 2:1.
2. O rei procura prender os espias. – Josué 2:2-3.
3. A estratégia de Raabe. – Josué 2:4-6.
4. Sua notável confissão de fé. – Josué 2:8-11.
5. Concerto mútuo. – Josué 2:12-18.

II – Raabe Honrada e Recompensada.
1. Salva da cidade condenada. – Josué 6:22-23.
2. Bem recebida e estimada. – Josué 6:25; Rute 4 :21-22; Mat. 1:5.
3. Sua fé louvada. – Heb. 11:31; Tia. 2:25.

III – Débora, Profetisa e Juíza.
1. A convocação pela libertação. – Juí. 4:4-7.
2. Marchando para o campo da batalha. – Juí. 4:8-10.
3. A vitória. – Juí. 4 :14-16,23.

IV – O Cântico de Vitória.
1. Louvor ao Senhor. – Juí. 5:1-3.
2. A maldição de Meroz. – Juí. 5 :23.
3. A recompensa da lealdade. – Juí. 5:31.

RUTE, A MOABITA – Rute 1:16

I – No Caminho de Belém.
1. Abandono de Moabe. – Rute 1:6,7.
2. “Ide-vos embora”. – Rute 1:8-13.
3. Orfa volta a Moabe. – Rute 1:14.
4. A decisão memorável de Rute. – Rute 1:15-17.

II – Rute, a Respigadora.
1. Bem acolhidas em Belém. – Rute 1:19-22.
2. No campo da colheita. – Rute 2:2,3.
3. A atitude espiritual de Boaz. – Rute 2:1,4.
4. Rute recebe favores especiais. – Rute 2:5-16.

III – O Parente Amigável.
1. Um dia frutífero de labor. – Rute 2 :17-23.
2. A sugestão de Noemi. – Rute 3:1-4.
3. Uma resposta esperançosa. – Rute 3:10-13.

IV – Um Casamento Feliz.
1. Boaz torna-se o “remidor”. – Rute 4:1-9.
2. As felicitações dos habitantes da cidade. – Rute 4:10-12.
3. A fé recompensada. – Rute 4:13-17,21,22.

ANA – Sal. 34:18

I – Ana, Mulher Piedosa.
1. Um lar infeliz. – I Sam. 1:1-6.
2. A aflição de Ana. – I Sam. 1:7-9.
3. Uma oração e um voto. – I Sam. 1:10,11.
4. A conversação corri Eli. – I Sam. 1:12-18.

II – Oração Atendida.
1. A recompensa da fé. – I Sam. 1:19-20.
2. O cântico de gratidão. – I Sam. 2:1-10.

III – Ana e Samuel.
1. Sua sagrada confiança. – I Sam. 1:21-23.
2. Dedicado ao Senhor. – I Sam. 1:24-28.
3. A bênção do Sumo Sacerdote. – I Sam. 2:20,21.
4. A visita anual e a dádiva. – I Sam. 2:18,19.
5. O jovem sacerdote. – I Sam. 3:18-20.

JEZABEL
I Reis 18:21

I – Introdução do Culto a Baal.
1. Acabe casa-se com mulher pagã. – I Reis 16:29-31.
a) Violação da instrução divina. – Êx. 34:16.
2. Altares para Baal e Asterote. – I Reis 16:32-33.
3. Extremo fanatismo religioso. – 21:25,26; 18:4.

II – A Mensagem de Elias.
1. Penalidade por causa da desobediência. – I Reis 17:1.
2. O apelo de Elias. – I Reis 18:21.
3. O destino dos falsos profetas. – Vs. 39,40.
4. A fúria de Jezabel. – I Reis 19:2.

III – Uma Rainha Desumana.
1. A vinha de Nabote cobiçada. – I Reis 21:5-7.
2. Trama odiosa. – I Reis 21:8-14.
3. Terrível profecia de Elias. – I Reis 21:17-19,23,24.

IV – Morte e Influência de Jezabel.
1. Predições cumpridas. – I Reis 22:34,37-38; II Reis 9:30,33-36.
2. A posteridade da rainha. – I Reis 22:40; II Reis 1:2-4; 17; 8:16-18; 11:1.
3. Jezabel na profecia. – Apoc. 2:18-20.

ESTER, A RAINHA PERSA
Ester 4:4

I – Ester Torna-se Rainha.
1. A escolha para uma nova rainha. – Ester 2:1-4.
2. Ester levada à corte. – Vs. 5-7.
3. A coroação. – Vs. 16-18.
4. A consideração de Ester por Mardoqueu. – Vs. 20.

II – A Trama de Hamã.
1. Mardoqueu e Hamã. – Ester 3:1-4.
2. A trama e a reação do rei. – Vs. 5-11.
3. O eleito sobre os judeus. – Ester 4:1-3.

III – Enfrentando a Crise.
1. Mardoqueu envia mensagem a Ester. – 4:13,14.
2. Ester aceita o desafio. – Vs. 15-17.
3. O primeiro banquete. – Ester 5:1-8.
4. A insônia e os eventos do dia seguinte. – Ester 6:1-14.

IV – Libertação Milagrosa.
1. O segundo banquete e a queda de Hamã. – Ester 7:1-10.
2. Um decreto substitutivo. – Ester 8:1-14.
3. Livramento e júbilo. – Ester 8:16,17; 9:17,26-28.

MARIA, A MÃE DE JESUS
Lucas 1:4.6-48

I – Bendita Entre as Mulheres.
1. A mensagem de Gabriel. – Luc. 1:28-33.
2. A resposta humilde. – Luc. 1:38.
3. O cântico de louvor de Maria. – Luc. 1:46-54.
4. O sonho de José. – .Mat. 1:18-24.

II – A Belém, Jerusalém e Egito.
1. O decreto imperial de César. – Luc. 2:1-5.
2. O nascimento de Jesus. – Luc. 2:6-16; Mat. 1:25.
3. A apresentação no templo. – Luc. 2:22-24.
4. Dois notáveis testemunhos. – Luc. 2:25-38.
5. A fuga para o Egito. – Mat. 2:13-15.
6. A volta à Nazaré. – Mat. 2:19-23.

III – Na Páscoa e no Banquete Nupcial.
1. Um tempo de grande perturbação de espírito. – Luc. 2:41-45.
2. Censura gentil de Maria. – Luc. 2:46-51.
3. A lesta nupcial em Caná. – Jo. 2:1-5.

IV – O Calvário e o Cenáculo.
1. Permanecendo junto à cruz. – Jo. 19:25-27.
2. Na memorável reunião de oração. – Atos 1:14.

MARIA E MARTA – Luc. 10:42

I – Os Primeiros Contatos com Maria e Marta.
1. Expulsão de demônios. – Luc. 8:1,2.
2. Visita de Cristo a Betânia. – Luc. 10:38-40.
3. A uma coisa necessária. – Luc. 10:41,42.

II – Doença e Morte de Lázaro.
1. As irmãs buscam a Jesus. – Jo. 11:1-3.
2. Jesus conversa com Marta. – Jo. 11:20-27.
3. Jesus fala com Maria. – Jo. 11:32-35.
4. Judeus crentes procuram Maria. – Vs. 44,45.

III – No Banquete de Simão, o Fariseu.
1. A ação memorável de Maria. Jo. 12:1-3; Mat. 26:6,7; Mar. 14:3.
2. A censura de Judas e outros. – Jo. 12:4-6; Mat. 26:8,9.
3. O elogio de Cristo. – Mar. 14:6-9.
4. Crítica de Simão e resposta de Jesus. – Luc. 7:39-47.

IV – A Manhã da Ressurreição.
1. Maria no sepulcro. – Mat. 28:1; Mar. 16:1-2; Jo. 20:1,2.
2. Jesus saúda Maria. – Jo. 20:11-17.
3. Maria relata as boas novas. – Jo. 20:18.

MULHERES DA IGREJA PRIMITIVA
Atos 9:36

I – Religiosidade e Desonestidade.
1. Na reunião de oração no cenáculo. – Atos 1:14.
2. Plano enganoso. – Atos 5:1-2.
3. Rápida retribuição. – Vs. 3-10.

II – Cristianismo Atuante.
1. Morte de destacada obreira de assistência social. – Atos 9:36,37.
2. A igreja chama a Pedro. – Vs. 38,39.
4. Dorcas restaurada à vida. – Vs. 40-42.

III – Mulheres que Serviram.
1. Maria, a mãe de João Marcos. – Atos 12:12.
2. A conversão de Lídia. – Atos 16:11-14.
3. Entretenimento aos evangelistas. – Atos 16:15.

IV – Coobreiros de Cristo.
l. Companheiros do mesmo ofício. – Atos 18:1-3.
2. Viajando a Éfeso. – Atos 18:18-19.
3. Ensinando ao distinto Apolo. – Atos 18:24-26.
4. Priscila e seu esposo altamente elogiados. – Rom. 16:3,4.
5. Outras mulheres cristãs citadas por sua piedade e zelo. Rom. 16:1,2; Filip. 4:3; II Tim. 1:5.

JUVENTUDE – MENSAGENS À

UMA MENSAGEM À JUVENTUDE – Prov. 1:10-19

I – A Sedução (Tentar, persuadir).
1. O seduzido – Todos estão em perigo; todos são tentados, mas a juventude está em maior perigo;
a) Por causa da inexperiência.
b) Por causa dos esforços inauditos da parte dos homens o demônios para destruir a juventude.
c) Por causa de muitos alçapões e abismos: cinemas, teatros, clubes, jogos, danças, livros e revistas imorais etc.
d) Por falta de proteção – do lar e da igreja.
2. Os sedutores (pecadores) – Todos os que estão sem Cristo não estão salvos. Todos os que se desviaram da vereda da justiça. Todos têm influência. Nenhum irá para a destruição sozinho. Alguns pecadores têm mais influência do que outros.
a) Os que estão em autoridade – Um mestre, um pai, um rei. Jeroboão conduziu Israel ao pecado.
b) Os que passam como amigos.
c) Os que têm influência pessoal, riqueza, destaque social e intelectual etc.
3. A sedução – Os métodos usados.
a) Persuasão: “Tentar” – V. 10.
b) Amalgamação: “Vem conosco” – V. 11.
c) Remuneração: “E encheremos nossas casas” – V. 13.
d) Sociabilidade: – “Uma só bolsa” – V. 14.

II – A Destruição – Havendo recusado a instrução dos pais e a influência do Espírito Santo (V. 20-23), o único resultado será a destruição.
1. “Rirei da vossa perdição”. – V. 26-27.
2. “Zombarei de vós vindo vosso temor.”. – V. 27.
3. “Eu não responderei” na perdição e temor”. – V. 28,27,29.

DEUS ESTÁ PROCURANDO HOMENS
Isa. 6:1-8; Ez. 22:30; I Crôn. 12:32

Nem todos os tempos são iguais. Cada época da história humana teve suas características peculiares, seus problemas, responsabilidades e mensagens especiais.
É importante e necessário que compreendamos o tempo em que estamos vivendo e conheçamos o que a época atual requer de nós.
A situação presente é crítica e solene, e exige uma visão penetrante para que saibamos o nosso dever e as muitas oportunidades.
O sermão do pregador escocês: 1) O mundo está de cabeça para baixo. 2) Precisa ser colocado de cabeça para cima. 3) Os cristãos devem fazer essa obra.

I – Deus Procura Homens Para Fazer Tal Obra.
1. O mundo hoje está cheio de homens, mas Deus está buscando homens à Sua feição.
a) Um homem à feição de Deus é um indivíduo que cumpre a Sua Palavra e submete-se à Sua vontade – Jer. 9:23, 24; Atos 13:22.

II – Um Homem de Deus – Jo. 1:6.
1. Na vida tinha um fim em vista. – Luc. 1:17.
a) Deus tem um plano para cada pessoa à Sua feição. – Ester 4:14.
b) Devemos perguntar: “Senhor, que queres que eu faça?”
2. A simplicidade de João. – Mar. 1:6.
a) Vivia mais para proclamar a mensagem do que das preocupações materiais.
b) Nossa vida deve ser uma apologia daquilo que iremos apresentar lá fora.
3. Seu caráter. – Luc. 7:24, 25; 3:4, 5.
a) Não era uma cana, porque não era vacilante.
(1) A obra hoje necessita de tais homens. Ver Educação, pág. 28; II Tim. 1:12.
b) Ele endireitava o que estava torto e não apagava o pavio que fumegava – amor pelas almas.
4. Sua mensagem. – Jo. 1:29.
a) Esse indivíduo que levava a mensagem era um homem (Jo. 1:6) e só tinha uma mensagem – a mensagem para aquele tempo, para todas as classes.
(1) O mundo hoje necessita de uma mensagem vital, vivida na vida do pregador. – I Jo. 1:1-3.
(2) Devemos apresentar a Palavra de Deus e não filosofias.
Achará Deus homens à Sua feição e na altura da necessidade atual?
Oxalá passemos pela experiência de Isaías e futuramente possamos exclamar: “Eis-me aqui, envia-me a mim”. – Isa. 6:1-8.

PRECISA-SE DE UM HOMEM
Jer. 5:1

A história de Diógenes, em pleno dia, em Atenas, com uma lanterna acesa à procura de um homem.
I – A Idéia Popular de um Homem.
1. Riqueza.
2. Aparência.
3. Sabedoria, gênio.
4. Força, poder.

II – A Idéia Divina.
1. O que procura conhecer a verdade. – Jer. 9:23-24.
2. O que procura fazer o que é justo e direito. – Atos 13:22; Jo. 1:6.
3. O que tem um caráter impoluto. – Luc. 7:24-25; 3:4-5.

III – O Valor de um Homem.
1. Divina capacidade no homem.
2. A salvação é levada a efeito através do homem.
3. Jesus teria morrido por uma só pessoa, se necessário, mostrando assim o valor do homem aos olhos de Deus.

A JUVENTUDE, A LIBERTADORA DA IGREIA
I Jo. 2:13-14

I – Golias Modernos que Afrontam a Igreja.
1. O mundanismo, as leituras, as vistas obscenas, cinemas imorais, etc.
2. Indiferentismo.
3. Criminalidades, suicídios.
4. Injúrias e blasfêmias contra a Verdade.

II – A Juventude é a Única Esperança da Igreja.
1. Os velhos nem sempre poderão levar as cargas.
a) São os esteios, mas diante deles está a sepultura, ponto final de descanso da luta!
2. Os jovens devem tomar a vanguarda.
3. Os jovens devem lembrar-se de seu Criador nos dias de sua juventude.
Não só ossos. . .
a) A juventude está pronta a se sacrificar pela Pátria, e por que não por Deus?
4. Qual é a sua atitude? Continuará o mundo ofendendo a verdade e ultrajando almas?
5. Não quer você ser um Davi?
a) Talvez você diga: “Sou muito jovem”. Mas é por isso mesmo que você deve entrar nas fileiras.
6. Deus ainda hoje escolhe as coisas fracas deste mundo para confundir os fortes. – Jer. 1:6-8.
7. Levantem-se, jovens, senão as pedras clamarão, no último dia, contra vocês.
Revistam-se da armadura de Deus e batalhem pela cruz!

“JOVENS”
Leitura bíblica: I Jo. 2:14-17.
Texto: I Jo. 2:14.

Falo à juventude pelas mesmas três razões que o apóstolo João foi levado a escrever aos moços em sua primeira epístola. Não há melhores razões do que estas, e elas são hoje tão poderosas como quando João escreveu às diversas classes e deu conselhos adequados às suas necessidades e, ao mesmo tempo, à altura de sua compreensão.

I – As Qualidades dos jovens de João:
1. “Sois fortes” – Os tempos em que vivemos produzem jovens fortes. Os tempos requerem jovens fortes, de corpo e de caráter. Jovens firmes, resolvidos, dispostos, vigorosos, ativos, com firmeza de caráter. Força pertence aos jovens e não aos velhos.
2. “A palavra de Deus está em vós” – Não somente ouvir e ler a Palavra, mas em vós. “A tua palavra escondi no meu coração para não pecar contra ti”. “Uma lâmpada para os meus pés”. Desenvolve o caráter.
3. “Já vencestes o maligno” – O jovem forte vai vencer o maligno. O maligno é vencido pela Palavra, não pela força do homem, pois o inimigo é mais forte, mais experimentado e experiente, mais astuto, mais hábil.

II – Os Conselhos de João – V. 15.
1. Não ameis o mundo, nem o que nele há.
a) Concupiscência da carne.
b) Concupiscência dos olhos.
c) A soberba da vida é o mundo.

Conclusão: – V. 17.
1. O mundo passa e também a sua concupiscência.
2. Mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

QUATRO CLASSES DE ESTUDANTES
Ez. 47:1-12

I – Até os Artelhos (Tornozelos) – V. 3.
1. Ouviram falar do colégio e ficaram animados.
a) Chegam, matriculam-se. Experimentam as primeiras provas nos estudos e desanimam.
2. São pessoas que facilmente se deixam vencer por qualquer coisa: saudades, trabalho etc.

II – Até os Joelhos – V. 4.
1. Avançam mais e com coragem.
2. Ainda que os estudos sejam um pouco puxados, vão avante.
3. Suportam saudades, trabalho etc., mas desanimam diante dos exames e regulamentos do educandário.

III – Até os Lombos (Rins) – V. 5.
1. São mais ousados. Avançam destemidamente.
2. Vencem obstáculos: estudos árduos, exames, trabalho, saudades, etc.
3. Fracassam quanto à disciplina e à vida espiritual.

IV – Os que Nadam – V. 5-9.
1. São os heróis. Os homens e mulheres do futuro.
a) Tudo enfrentam com serenidade, o ânimo alevantado e a confiança em Jesus.
2. Para nadar é preciso:
a) Abandonar a bagagem de comodidades que trazemos de casa.
b) Enfrentar os contratempos da pobreza, falta de inteligência, etc.
c) Vencer indolência, preconceitos, vícios, pecados.
3. Têm um alvo em vista.
a) Jesus é seu alvo seguro. – Heb. 12:2.
b) A pessoa que se nortear por Jesus será próspera e uma bênção. – Ez. 47:9.
4. Quem não tiver um alvo certo e seguro, baseado no temor de Deus, será um vencido na vida. – Ez. 47:11.
Jovens, vocês vencerão ou serão vencidos?

CONSELHOS AOS ESTUDANTES NAS FÉRIAS
Mar. 5:16-20; Sal. 126:5-6

I – Aos que Colportarão – Sal. 126:5-6.
1. Como levar a semente? – “Andando”.
a) Parado é impossível levar a semente.
b) A ordem de Jesus é: “Ide”.
c) Devemos semear sobre as águas. – Ecl. 11:1-6.
2. “Chorando”. – Por quê?
a) Devido à incredulidade. – Jo. 11; Luc. 19 :41-44.
b) Devido a algumas dificuldades.
c) Devido a saudades do lar e colegas.
d) Em oração, lutando a sós com Deus.
3. “Voltarás com alegria…” – De quê?
a) Das boas experiências obtidas no trabalho.
b) Da farta disseminação da página evangélica.
c) De ver a realização das promessas de Deus. – Sal. 126:3.
d) Da recompensa na manhã da ressurreição. – “Estrelas na coroa”.

II – Aos Que Voltarão aos Seus Lares – Mar. 5:16-20.
1. Mostrem que vocês estiveram com Jesus. – Atos 4:13.
2. Sejam uma carta aberta e um cheiro suave de vida para vida, daquilo que vocês aprenderam.
a) Sejam corteses e amorosos para com seus pais.
b) Que a sua conduta cristã seja tal que outros sejam influenciados a virem para este educandário. – Mal. 4:16.

QUATRO LIÇÕES DE ANIMAIS
Prov. 30:24-28

I – As Formigas – Previdência.
1. O conselho do sábio Salomão. – Prov. 6:6.
2. As formigas sabem o tempo de sua oportunidade e aproveitam-no muito bem.
3. Cada jovem tem o seu “verão” – a oportunidade.
4. A previdência não é contrária ao plano de Deus.
5. Cada jovem deve ser previdente. Deve construir seu caráter, para o dia do “amanhã”, no temor de Deus.

II – Os Coelhos – Prudência.
1. São animais débeis, fracos. Constroem na rocha.
2. Ficam protegidos das aves de rapinas e animais ferozes.
3. A juventude está rodeada de inimigos – internos e externos.
– I Ped. 5:6-9; I Jo. 2:14-17.
4. Jesus é a Rocha segura de refúgio. – Isa. 26:4.

III – Gafanhotos – Cooperação.
1. Não têm rei. Cada um tem o senso do domínio próprio e cooperação mútua.
2. Esse espírito deve ser visto na mocidade.
a) Nos estudos, trabalhos, campanhas, negócios.
b) Se o gafanhoto tem o senso de destruição, a juventude deve ter o senso de construção. – Ecl. 9:10.

IV – A Aranha – Perseverança.
1. Observemos o trabalho perseverante da aranha na construção de sua linda teia.
2. A perseverança é uma grande virtude.
3. Muitos têm falhado na vida por falta de perseverança.
4. A mocidade deve ser perseverante, mesmo nas adversidades comuns da vida. – Filip. 4:13.

A MAGNIFICÊNCIA DAS COISAS PEQUENAS – Zac. 4:10

I – Coisas Naturais Pequenas Que Produzem Grandes Resultados.
1. A semente – árvore frondosa.
2. A fagulha – grandes incêndios.
3. O fio de água na montanha – lagos e rios.

II – Providencial Insignificância em Grandes Vidas.
1. Exemplos característicos:
a) José, Moisés, Daniel etc.
2. Exemplos seculares:
a) Pasteur, Osvaldo Cruz, Rui Barbosa etc.

III – Acontecimentos Históricos Humildes e Resultando em Grandes Reformas.
1. A introdução do Evangelho.
2. O movimento da Reforma.
3 . Princípios denominacionais.
4. Empreendimentos missionários.

COMO VENCER NA VIDA
Zac. 4:10

I – Capricho nas Pequenas Tarefas.
1. Nossa vida é composta de pequenas coisas.
2. Não devemos formar o hábito de fazer coisas inacabadas.
3. O que pusermos na vida constituirá nosso caráter e o nosso futuro.
a) Devemos executar tudo que nos vier à mão para fazer com perfeição. – Ecl. 9:10.
b) Diligência e tenacidade.

II – Desejo de Vencer.
1. Todo jovem deve ter ambição, ou desejo veemente para realizar e alcançar um ideal.
2. O mundo hoje goza de muitos privilégios porque diversas pessoas tiveram um ideal na vida, e um forte desejo de alcançá-lo: Osvaldo Cruz, Santos Dumont, Edison, Pallesi e outros.

III – Perseverança.
1. A pessoa perseverante está fadada a vencer.
2. Grandes realizações têm sido levadas a eleito por causa da perseverança.
3. Para o perseverante não existem adversidades.
4. A perseverança é necessária nos menores detalhes e realizações da vida.
5. Sem perseverança não há sucesso.

IV – Fidelidade.
1. É uma grande virtude.
2. É uma jóia rara e de grande preço.
3. Quantos fracassos e quantas tragédias por falta de fidelidade!
4. Sejamos fiéis nos pontos mínimos e automaticamente o seremos nas grandes responsabilidades.
Com o auxílio divino tudo é possível. – Fil. 4:13.

QUE É SUCESSO?
Fil. 4:13

I – Que é Sucesso?
1. Para alguns – estudos, casamento etc.
2. Para outros – negócios, fama, notoriedade, louros.
3. Temos medidores para luz, água, pressão arterial, coração, temperatura etc., mas não há medidor para o sucesso.
a) Cada indivíduo tem um metro próprio. É a norma que ele mesmo estabelece em sua mente que constituirá sucesso.
b) Para a pessoa que tem o dinheiro como alvo, o real será seu metro.

II – Contrastes.
1. Alexandre, o Grande, conquistou o mundo mas não conquistou seus desejos e paixões.
a) Foi sucesso?
b) Suas últimas palavras foram: “Quando meu corpo estiver preparado para descer ao túmulo, que o meu braço direito seja deixado para fora. Desejo mostrar ao mundo que eu, Alexandre, nada levarei deste mundo.”
2. Napoleão – grande guerreiro, a encarnação do egoísmo, acabou em Santa Helena.
a) Foi sucesso?
3. Exemplos das vidas de Pasteur, Edson, Osvaldo Cruze o que eles fizeram para o bem da humanidade.
a) Foi sucesso Sim! E um grande sucesso!
b) Riqueza, notoriedade, posição e poder não são medidas de sucesso. É o que temos jeito por outrem.

IDEAIS E AMBIÇÕES

I – Definição do Assunto.
1. Ideal – a) Uma concepção mental relacionada com padrão de perfeição. b) Um alvo fixo e certo em vista. c) Devemos seguir em pós de um ideal certo, como o fez Paulo. – Filip. 3:12.
2. Ambição – a) Desejo moderado de poder, de glória, de riqueza.  b) Desejo veemente, aspiração, c) Desejo, propósito de alcançar alguma coisa recomendável, justa.

II – A Relação Entre o Ideal e a Ambição.
1. O ideal é o quadro mental de alguma coisa que gostaríamos de obter ou ser. A ambição é o intenso desejo reunido a uma forte determinação para se obter o ideal que temos em mente.
2. Ideais formam ambições, determinam nossas w,idas e caracteres.
a) Se o ideal é baixo, a ambição também o será.
b) Cuidemos da formação de nossos ideais. É a cidadela de nossa vida e caráter.
3. A possibilidade humana para alcançar ideais puros e alevantados.
a) Somos responsáveis perante Deus pela nossa própria educação.
b) A conversão nos ajudará a obter ideais novos, puros, elevados e nobres – “Se alguém está em Cristo, nova criatura é…”
4. A ambição não deve ser desencorajada.
a) Em vez de a mocidade ser desanimada, deve ser bem dirigida na sua ambição em busca de ideais nobres e santos.
b) “Deus não pede à mocidade ser menos aspiradora, ambiciosa” – Christian Education, p. 70.
5. O ideal supremo: Cristo. – Fil. 3:13.
a) Cristo na vida, é o segredo do sucesso.
b) Com este ideal na vida, as dificuldades serão vencidas com facilidade.
c) Os grandes ideais exigem sacrifícios – S. Dumont.

O DESPERTAR DE DONS
II Tim. 1:6

I – Que é um Dom?
1. O Novo Testamento usa o termo para expressar poderes e graças concedidas aos cristãos pelo Espírito Santo.
2. Há dons ordinários e extraordinários. .
a) Ordinários – Sabedoria, entendimento, conselho, conhecimento, verdade, piedade, mais Gál. 5:22-23, acrescentadas de paciência e castidade.
b) Extraordinários – Poder de falar e interpretar línguas, profetizar, curar, discernir espíritos. – Cor. 12:4-11.

II – O Conselho – “Desperta o Dom”.
1. Infere-se a possibilidade de dons inertes. Será possível? Sim.
2. Exemplos de dons inertes:
a) O ferro nas montanhas de Minas e sua transformação em aço, cabelos e cordas para relógios etc., e seu extraordinário valor.
b) O petróleo bruto e sua adaptação para fábricas, vapores, autos, aviões etc., e a rapidez das viagens.

III – O Despertar e o Aperfeiçoar de Dons Trazem Valor.
1. O macaco amestrado e os selvagens nas matas.
2. Há diferença entre o ser inteligente e o irracional. Aquele tem a faculdade de escolha; este, não.

IV – O Indivíduo Deve Descobrir, Despertar Seu Dom.
1. Cada pessoa tem um dom ou mais.
2. Há indivíduos que procuram aspirações erradas.
3. Conheces a tua vocação?
a) Devemos ter um alvo em vista.
4. O dom recomendado – De Deus – Efés. 4:8-11; I Cor. 12:28.
II Tim. 1:6.

HEROÍSMO MORAL – Prov. 16:32

Uma grande verdade num princípio simples – o governo do próprio do espírito.
I – O Inimigo.
1. Os nossos impulsos.
2. Os nossos hábitos.
3. Os nossos preconceitos.
4. Os nossos interesses.

II – A Conquista.
1. Assalto é impossível.
2. Estratégia é inútil.
3. Faina não consegue ganhar.
4. Somente por uma submissão à direção divina.
a) Paulo nos aponta o segredo. – Gál. 2:20.

III – Os Resultados.
1. Uma vitória nobre – Humanidade aperfeiçoada.
2. Uma paz abençoada – Consciência delicada e tranqüila.

UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE
Jer. 18:16

Se houvesse uma única oportunidade na vida, a maioria das pessoas passaria mal.
I – Experiência de Jeremias.
1. Na consecução do trabalho, o vaso quebra-se.
2. O barro não foi atirado fora.
3. O segundo vaso não saiu tão bom como o primeiro, mas foi aproveitado.
4. A aplicação da parábola:
a) Deus tem um plano para cada indivíduo. Possivelmente seja o barro deformado.
b) O ministro ou o professor não devem desanimar diante da primeira experiência com o pecador ou com um aluno. Lembrem-se do oleiro.
c) Deve haver uma segunda oportunidade. Assim age o nosso Deus.
(1) Exemplos: A estátua de Miguel Ângelo na galeria de Florença foi tirada dum bloco que estava completamente abandonado.

II – A Experiência com João Marcos – Atos 15:35-39.
1. Os pontos de vista de Paulo e Barnabé.
a) Paulo era de atitudes positivas, portanto não podia admitir um caráter instável. Estava certo no seu ponto de vista.
b) Barnabé “era um homem de bem, e cheio do Espírito Santo e de fé”. Foi quem se responsabilizou por Paulo em Jerusalém, quando todos se atemorizavam dele. Sempre estava auxiliando alguém.
c) Paulo era o homem da primeira oportunidade. Barnabé era o homem da segunda oportunidade.
2. João Marcos teve uma segunda oportunidade e reabilitou-se totalmente.
a) O testemunho de Paulo. – Col. 4:10; II Tim. 4:9-11.

III – Aplicação.
1. Jovens, apeguem-se à 1ª oportunidade. Nem sempre ela volta.
2. Ministros e professores, mantendo o espírito de Paulo, mas dosem-no com uma dose dupla do espírito de Barnabé. Vocês jamais se arrependerão.
Conselhos: Ecl. 9:10; Prov. 16:3; 27:23.

VASOS DE BARRO
Jer. 18:1-9

I – Deus tem um plano para cada vida.
1. O plano do oleiro.
a) Não fabrica por acaso.
b) Cada vaso é feito segundo um modelo.
c) Embora diferentes na forma e cor, todos os vasos são úteis.
2. O plano de Deus.
a) Deus opera da mesma maneira conosco.
b) Tem um propósito, uma vocação especial para cada vida.
c) Há diferença de dons, de facilidades para executar as coisas.
(1) Há formosura por igual – a de sermos úteis e bons, de fazermos nossa parte para o Reino.

II – A Vida pode estragar-se enquanto é construída.
1. No caso do oleiro.
a) Por defeitos da massa.
b) Por ter recebido pouco barro.
c) Por ter mudado de plano.
2. Em nossa vida.
a) Há uma grande diferença.
b) O barro é passivo nas mãos do oleiro.
(1) Não tem vontade própria; não pode escolher a espécie de vaso que deverá ser.
(2) Não pode interferir na sua feitura.
c) Com o homem é diferente.
(1) Tem vontade própria.
(2) Pode resistir ao Oleiro divino.
(3) Pode contribuir para perder o desígnio de Deus.
(4) Sua é a culpa quando peca e se rebela.
(5) Deus quer somente que o homem seja bom e útil – uma bênção à humanidade.

III – É possível uma Vida arruinada ser consertada?
1. No caso do oleiro.
a) Se fracassa a primeira vez, prova de novo, com mais cuidado.
b) Se o vaso não sai como se esperava, ao menos não está perdido de todo.
c) Terá menor valor, porém alguma coisa foi aproveitada.
2. No caso do oleiro divino.
a) Se nosso vaso se estragar, que será?
(1) Deus sempre está disposto a nos conceder uma segunda oportunidade.
(2) Não será o desígnio original de Deus, mas o Seu plano não fracassará de todo.
(3) Não é culpa de Deus se o vaso não alcança o valor duma jóia de arte. A culpa está com os defeitos do barro, que pensa e tem vontade. Exemplos: Saul e Davi.
(4) A paciência do Oleiro divino faz maravilhas.
Deixemos que Deus modele nossa vida segundo a Sua vontade, para que nos convertamos num vaso útil e de bênçãos.

TRANSFORMANDO DERROTAS EM VITÓRIAS
Luc. 18:9-14; I Cor. 15:57

I – A paciência, unta característica.
1. Os cristãos estão sujeitos a tribulações. – Rom. 5:3.
2. A tribulação é permitida para desenvolver paciência e fé. – Tia. 1:3.
3. Deus permite as provações a fim de que nos aproximemos mais dEle.

II – Transformando Derrotas em Vitórias.
1. Davi e o leão Golias.
2. Daniel na cova dos leões.
3. Negligência no cumprimento dos deveres bíblicos.
4. Orgulho e ódio no coração.
5. Crítica destrutiva.

II – O mal que nos causam.
l. Interferem com a nossa devoção.
2. Abrem caminho para maiores pecados.
3. Endurecem nossa consciência.
4. Lançar-nos-ão fora da Igreja e do reino de Deus.

III – Como devemos tratá-los.
l. Capturá-los.
2 . Destruí-los.
3. Sepultá-los. – Prov. 28:13.

A HORA DA OPORTUNIDADE – Zac. 4:10

1 – As Oportunidades Perdidas.
l. Chegou o momento em que sepultaremos nas brumas do passado o ano de 19……….
2. Quantas oportunidades perdidas?
3. Três coisas que, passadas, não serão mais aproveitadas: a flecha, a palavra, a oportunidade.

II – A Hora Suprema.
l. Grandes e graves problemas estão diante de nós para o ano de 19……, no mundo social, no político e no religioso.
2. A hora presente exige e reclama a cooperação de jovens consagrados, preparados e. decididos.
a) A juventude devidamente treinada é a esperança da Igreja.
3. A maior oportunidade é a de prestarmos serviços a outrem.
a) Cego e paralítico é todo aquele que não pode ver e agir nesta hora suprema do mundo.
b) Tocados pelo amor de Cristo, devemos ser como Paulo em Atenas. – Atos 17:1, 17. – Viu a idolatria, sentiu repulsa, pregou a Jesus.

III – A Hora da Oportunidade.
l. Vivemos das circunstâncias, mas precisamos estar apercebidos para elas.
2. Todo moço deve estar preparado para enfrentar as oportunidades da vida. – Zac. 4:10.
a) A oportunidade nos rodeia cada dia e devemos agarrá-la pelo topete.
b) A preparação para agarrá-la deve ser feita individualmente.
Ex. : Davi, Lincoln, Pasteur etc.
3. A falta de oportunidade é uma desculpa dos espíritos fracos e vacilantes.
a) Tudo poderemos em Jesus. – Fil. 4:13.
Preparemo-nos para as oportunidades que nos rodeiam. – I Tim. 4:12, 13 ú.p.

AS COISAS PEQUENAS
Zac. 4:10

A vida humana é formada de uma sucessão de pequenas coisas ou acontecimentos, das quais, no entanto, dependem a felicidade e o êxito. Ex. : o ar que respiramos etc.

I – A Grandeza das Coisas Pequenas.
I. O cravo perdido.
2. As pequenas raposas estragam as vinhas.
3. Um fósforo, grande incêndio. O incêndio e as mortes em São Francisco, USA. – Cigarro (1936).
4. Ponta de canivete na bússola levou vapor a pique.

II – A Preciosidade das Coisas “Sem Valor”.
1. O fazendeiro dinamarquês na miséria com um grande diamante em sua casa, descoberto por um padre.
2. Miguel Ângelo, dum bloco de mármore abandonado, esculpiu um anjo, sua obra-prima.
3. O menino desprezível da manjedoura de Belém, hoje adorado e venerado por todos.
4. Davi – libertador, rei, amigo de Deus.

III – A Magnificência das Coisas Pequenas.
l. Uma vara. – Êx. 4:2.
2. Cântaro com tochas. – Juí. 7:16,19.
a) O mundo está na escuridão e necessita de luz.
Quebremos o preconceito e a ignorância religiosa e laçamos brilhar a luz da verdade.
3. Cinco pães e dois peixes. – Jo. 6:9.
a) O conselho de Jesus. – Mat, 14:16.
b) A humanidade está faminta e pede pão. As filosofias se multiplicam. A Igreja de Roma, com sua decantada maioria e suas manifestações exteriores e pomposas, não satisfaz às necessidades da alma.
c) Temos um grande dever e um privilégio.
4. “Ninguém despreze tua mocidade”. – I Tim. 4:12.
Coloquemo-nos nas mãos de Deus, a fim de que Ele faça uso de nossos talentos para grandes empreendimentos na Sua obra.

O VALOR DO TEMPO
Prov. 6:6-11; Efés. 5:16; Zac. 4:10

O descuido das pequenas coisas é o rochedo sobre o qual se tem despedaçado grande parte da raça humana.
A vida humana é formada duma sucessão de pequenas coisas ou acontecimentos, dos quais, no entanto, dependem a felicidade e o êxito do homem. Ex. : O ar, o cravo perdido.

I – O Tempo em Si – Efés. 5:16.
1. A extensão de um dia.
a) 24 horas de 60 minutos.
b) A extensão de um minuto – verificar.
2. Minutos perdidos não voltarão mais.
a) O que vi : “Perdeu-se ontem, entre o nascer e o pôr-do-Sol, uma hora, adornada com 60 minutos resplandecentes. Não se oferece gratificação a quem achá-la, porque está eternamente perdida.”
b) O que diz a Sra. White: Parábolas de Jesus, pp. 342-343.
3. O tempo é como a oportunidade grega.
4. Da maneira como empregamos o tempo depende o nosso sucesso futuro.

II – Como Empregar o Tempo com Proveito.
1. Lendo – Estudando.
a) A leitura é dos melhores meios de se empregar o tempo proveitosamente.
(1) O ferreiro Elihu Burrit aprendeu nas horas vagas 18 línguas.
b) Um moço, uma moça, devem ter ambição na vida.
Aproveitemos o tempo e assim enriqueceremos a vida.
2. Trabalhando. – Ecl. 9:10.
a) A vida do homem é, em geral, uma vida de trabalho.
b) Se o trabalho é castigo de Deus, força é concluir que Deus, mesmo castigando, abençoa!

TRABALHO DILIGENTE
Ecl. 9:10

I – O Trabalho a Executar.
1. Ocupações seculares.
2. Deveres sociais.
3. Salvação pessoal.
4. Trabalho pelas almas.

II – A Maneira de Realizá-lo.
1. Com diligência.
a) A obra tem pressa.
2. Com prontidão.
a) Não deve haver desculpas.
3. Com fé.
a) É a obra do Rei celestial.
4. Com fervor e fidelidade.

III – O Motivo da Diligência.
1. A vida é incerta e curta.
2. A morte é o fim das oportunidades. – Ecl. 9:10.

QUE ESTAMOS SEMEANDO?
Gál. 6:7

Todos somos semeadores; nem todos colherão frutos.
I – Semeador de Pensamentos,
1. Servente bonita e formosa.
a) O cérebro é máquina prodigiosa.
b) Produz pensamentos de todas as classes – nobres, virtuosos, honrados, bonitos etc.
2. Isto é suficiente?
a) Um negociante vendia bonito milho, mas não servia para semear. Estava bichado.
(1) Era muito bonito na aparência. Muitos foram enganados. Não tinha vida.
b) Assim são nossos pensamentos, ainda que bonitos, se necessitam de poder e vida.

II – Semeador de Promessas.
1. Outra classe de sementes bonitas.
a) São mais bem trabalhadas, de mais perspectiva.
b) Ao vê-las, parece que estamos colhendo o fruto.
c) Cada vez que alguém promete seguir ao Senhor enchemo-nos de ilusões.
d) Quando alguém promete abandonar o pecado, parece termos triunfado.
(1) Todas são promessas lindas, mas são suficientes por si só?
2. Se semearmos promessas, o que restará?
a) Um arquiteto louco fz um magnífico plano dum lindo edifício e o enterrou, esperando que a obra saísse da terra.
b) Um pobre que pedia esmolas se fazia acompanhar por um cão muito magro. Perguntaram-lhe: “Por que o cão está tão magro?” ao que o esmolei, respondeu: “Ele e eu comemos na mesma mesa; só nos alimentamos de promessas”.
c) Com facilidade prometemos.
(1) Promessa sem vida, sem cumprimento, nada valem.

III – O Semeador de Boas Ações.
1. É a semente perfeita.
a) Está completa em si. É o pensamento judicioso e amadurecido.
b) É o pensamento transformado num plano, em propósito bom e definido.
c) É o pensamento com o germe de vida.
(1) É a promessa vivida, provada e realizada.
2. É a única semeadura com proveito.
a) Se a terra não recebe algo com vida, não produzirá.
b) Por isso os semeadores têm muito cuidado ao escolherem as sementes.
c) Nada adiantam belas promessas e pensamentos.
d) Somente quando semeamos boas ações, atos, podemos esperar bons frutos.
O que você está semeando?

COMPANHIA DE TOLOS
Prov. 12:20

I – Quem são os Tolos?
l. Aqueles que ocupam seu tempo e pensamentos com coisas frívolas.
2. Aqueles que negligenciam verdades importantes e realidades.
3. Aqueles que não se preparam para grandes e inevitáveis eventos.

II – Como Andamos com Eles?
1. Freqüentando sua roda. – Sal. l:1-4.
2. Seguindo seu exemplo.
3. Lendo seus livros.

III – Quais Serão as Conseqüências?
1. Seremos corrompidos com seus vícios.
a) Quem se deita com porcos, o que poderá esperar?
2. Participaremos de seus sofrimentos.
3. Seremos envolvidos na sua sorte eterna.

A CORTESIA
I Ped. 3:8.17

I – Definição e Natureza.
1. Irmã da caridade, que expulsa o ódio e produz o amor.
2. A graciosa e bela roupagem da caridade cristã.
3. A verdadeira cortesia consiste naquele refinamento gentil e maneiras graciosas para com os semelhantes, que brotam não só duma cultura aprimorada, mas também das boas qualidades dum genuíno e reto coração.

II – Sua Manifestação.
1. Não deve ser praticada só pelos e para os da rua.
2. Como a espada do mais temperado aço é flexível, assim o cavalheiro é amável e cortês até para com os humildes e inferiores.

III – Seu Valor.
1. A cortesia é como o diamante, o qual lapidado ou bruto é de grande preço.
2. Ninguém jamais errará, ou perderá algo por ser cortês.

IV – Onde Deve Ser Praticada.
1. No lar – pais, filhos, esposos etc.
2. Na sociedade.
a) Na rua – vestuário, nas conduções, cumprimentos etc.
b) Na conversação – É o meio de aproximação. É o poder magnético. Algumas pessoas atraem e outras repelem.
c) À mesa – Vestuário. Posição do corpo. Comer moderadamente. Saber o que conversar. Não brincar com talheres, louças. Atenção para com o sexo oposto.
3. Salas de aulas.
a) O professor tem o direito de ser respeitado, bem assim respeitar.
b) É civilidade da parte do aluno prestar atenção ao professor, lição etc.
4. Nunca esquecer: “por favor”; “muito obrigado”.
Lindo exemplo: I Reis 10:1-9.

PRINCÍPIOS E DIRETRIZES
Filip. 4:1.9

Qualquer pessoa, para ser bem sucedida na vida, depende. de certas princípios e diretrizes. As pessoas sem princípios não vencem na luta pela vida. São como um barco ou vapor sem leme, à mercê de um mar encapelado.

I – O Pensamento.
1. É o próprio homem. – Prov. 23:7.
2. A corrupção mental no passado causou o dilúvio. – Gên. 6:5.
3. No presente, a situação é a mesma, senão pior. .
a) Causas: Cinema, TV, conversas baixas etc.
4. A higiene mental é necessária. – Fil. 4:8.
a) Devemos guardar nossa mente. – Prov. 4:23.
b) O verso – “Seja qual for”…
c) A mente é um jardim em formação. Que espécie de semente você está semeando? .
d) Seja nossa oração. – Salmo 51:10.

II – A Leitura.
1. A leitura é um dos melhores meios para enriquecer a mente.
a) Exemplos de homens importantes.
2. A leitura também está sendo um meio de corrupção.
a) Romances baratos e imorais; revistas pornográficas etc.
b) O diabo sabe que a mocidade gosta da leitura duvidosa, daí encher o mercado com uma literatura podre.
3. Leiamos o que edifica e enobrece o caráter, e santifica a alma.

III – O Canto, Música.
l. Um dom de Deus, desvirtuado pelo diabo.
2. O rádio está contribuindo, pela música baixa, para baixar o nível de cultura e moral de nosso povo.
3. Notamos a diferença de nação para nação, pela língua, compleição, cor, bandeira etc.
a) Por que não existe a mesma diferença entre os filhos da luz e os das trevas?
Advertência e conselho: – Mat. 12:36-37; Ecl. 12:14.

IV – Alguns pontos que nos auxiliarão no crescimento mental e no enriquecimento da personalidade.
l. A leitura da boa literatura.
a) Bons livros são os melhores amigos. Que espécie de livro você lê?
2. Boa associação – bom contato social – estimula um correto pensar. Que espécie de associação você tem?
a) “Dize-me com quem andas, e te direi quem és”.
b) Geralmente fugimos de um leproso, mas não fugimos de maus companheiros que são as chagas morais da sociedade.
c) “Se um homem deitar-se com cães, levantar-se-á cheio de pulgas”. Assim é com as más companhias. – Sal, 1.
3. Viagens, observação, reflexão.
a) O livro: “Em seus passos que faria Jesus?”
4. Contemplação da natureza. Ela é o grande livro de Deus, que tem fornecido inspiração para as grandes criações da arte: música, literatura, pintura, religião etc.
Filip. 4:8, 9, 7.

AS GRANDES ESCOLHAS DA VIDA
Josué 24:14-18

A experiência durante a guerra hispano-americana. Os muares que deveriam ser transportados para Cuba, Os animais foram postos a bordo, mas como o peso era demasiado, foram lançados à praia. Nenhum atinou rumar para a praia, mas para o mar.
Um oficial que estava de binóculo viu a situação dos muares e mandou que um cabo subisse a um promontório e tocasse o sinal de reunir e assim os animais que estavam a perecer rumaram para a praia.
Não desejo comparar a juventude a esses muares, embora alguns jovens tenham tendências extravagantes. Uma grande parte de jovens acha-se como dentro de um círculo, sem saber aonde deva ir.

I – A Primeira Escolha: – O meio de vida de cada um.
1. Há um plano para toda e qualquer pessoa, ou vida.
a) Você conhece a sua missão, vocação ou profissão?
b) O que você faz aqui?
2. A experiência de Paulo. – Atos 9:4-6.
a) Se você ainda não sabe qual a sua vocação, suplique a Deus, e Ele a mostrará.
3. Um indivíduo sem alvo na vida, é como um barco sem leme e sem rota.
4. Uma vez achada a vocação, deves exercitá-la do melhor modo possível. – Ecl. 9:10.

II – A Segunda Escolha: – Uma boa companheira.
1. Talvez alguém se ria dessa asserção, mas está provado que grandes fracassos domésticos são conseqüência de escolhas não ajuizadas.
2. Sou a favor de um moço e uma moça pensar em escolher aquele que será seu companheiro até a morte os separar.
a) Discordo de namoros entre crianças, meninos que não sabem encarar a vida com seriedade.

III – A Terceira Escolha: Um Mestre.
l. Infelizmente muitos fazem dessa tão essencial escolha na vida, uma coisa secundária.
2. Cristo quer que façais outra escolha: a de Vosso Mestre, o vosso mentor na vida, o vosso Deus.
a) Serviremos a nós mesmos? É perigoso!
3. Um conselho sábio. – Josué 24:15.

LIVROS E EDUCAÇÃO PRÓPRIA – II Tim. 4:13

Cada pessoa que deseja alcançar uma vida completa, deve ler.
A leitura é fator importante no cultivo e desenvolvimento das capacidades. Isso significa crescimento em todas as linhas.
Os que lêem com o fim de desenvolver-se devem considerar: Por QUE, O QUE e QUANDO ler?

I – Por Quer Ler?
1. Para o desenvolvimento mental.
2. Somos dependentes de nossos próprios recursos.
3. Liberdade de u’a mente pobre. .
a) Quem armazena boas coisas pode lançar mão delas com facilidade.
b) Há vezes quando a leitura dá vida e uma nova cor.
4. A leitura traz inspiração.
a) A leitura produz o poder de conhecimento e tem levado muitos homens a boas iniciativas.

II – O Que Ler?
1. Tudo o que é melhor.
a) Não só o que é bom, porque não se tem tempo para isiio, mas o que é melhor.
2. Livros que contenham mensagens encorajadoras.
3. Livros práticos e úteis.
a) Poesia, ciência, história, religião etc. Livros que nos forneçam boas informações.

III – Quando Ler?
1. Poucos há que têm oportunidade de escolher um tempo próprio.
2. Apesar disso, devemos fazer do tempo, o tempo: de manhã, no ônibus, no carro, esperando a rejeição ou nas horas de lazer.
3. Quando ler diferentes livros.
a) Ler os mais sérios e difíceis pela manhã.
b) Ler os livros alegres e fáceis quando cansados com os deveres do dia.
c) Reservar um período para pensar. Ler todo o tempo é um erro. A leitura é uma ciência e uma arte. Requer inteligência para ler sabiamente e o seu mais alto uso contribui para o enriquecimento de nossas próprias vidas e das vidas daqueles com quem vivemos.

O VALOR DO PENSAR CORRETO
Prov. 23:7

É comum ouvir-se: “Nunca parei de pensar. Não pensei quando agi assim”. Tais expressões são desculpas para certos atos falhos, condenáveis, pecaminosos e para numerosos desastres econômicos, físicos e sociais.

I – O Homem em Si.
1. Uma das coisas que diferencia o homem de um animal, é que ele tem poder para pensar, raciocinar, sentir e decidir como pessoa.
a) O homem não vive do instinto somente, mas do intelecto que pensa.
2. Há diversas maneiras de pensar: o rotineiro, o razoável, o criativo, que resulta em mudanças e novas descobertas, e o construtivo, que significa construir sobre uma base sã, permanente e elevada.

II – A Situação Atual do Mundo – Gên. 6:5.
1. Qual é o estado de sua mente?

III – A Maneira como uma Pessoa Pensa, Determinará seu Caráter – Prov. 23:7.
1. Determinará o lugar que ocupará no mundo:
a) Rui Barbosa – Direito.
b) Pasteur – Ciência.
c) Osvaldo Cruz – Higiene, Rio.
d) Paulo Frontin – Engenharia.
e) Edson, Marconi – Lâmpada, Radiofonia.
2. A pessoa que pensa em vitória, alcança-la-á. Quem pensa em derrota, idem.
3. O mundo está mudando rapidamente por causa dos homens que pensam.
4. Há mentes estagnadas como o Mar Morto; no entanto, outras há que são fecundas como o Nilo.

A HIGIENE MENTAL
Gên. 6:5; Filip. 4:6-8

I – O Que é a Mente?
l. Concepção, imaginação, intuição. (Aulete).
3. Sede de sensações e idéias. (Teologia).
3. É um jardim (4T 606).
4. É o próprio homem. – Prov. 23:7.

II – A Criação do Homem e Sua Queda.
1. Foi criado com uma mente sã. – Gên. 1:17, 31.
a) Era capaz de alto desenvolvimento: “O homem deveria ter a imagem de Deus, tanto na aparência exterior como no caráter. Cristo somente é a “expressa imagem” do Pai (Heb. 1:3); mas o homem foi formado à semelhança de Deus. Sua natureza estava em harmonia com a vontade de Deus. A mente era capaz de compreender as coisas divinas. As afeições eram puras; os apetites e paixões estavam sob o domínio da razão.” – Patriarcas e Profetas, pág. 45.
2. Pela desobediência, o homem corrompeu-se excessivamente. Gên. 6:5.
3. A situação hoje é semelhante à dos tempos antediluvianos: pensamentos maus, corruptos, diabólicos, desde a infância.
a) Causa: Romances, revistas pornográficas, cinemas, TV, conversas e cânticos imorais.

III – A Higiene Mental Necessária – Filip. 4:8.
1. Paulo aponta os hóspedes que devemos conservar em nossa mente, excluindo os indesejáveis.
2. Se não queremos ser presas dos ardis de Satanás, devemos guardar nossa mente. – Prov. 4:23.
3. Tudo é possível pelo auxílio divino. – Filip. 4:7, 13.
4. Conversas, imaginação má, o resultado será destruição. Apoc. 18:4; 6:14-17.
a) Não se santificaram, por isso serão destruídos. – Mat. 5:8.
Que semente estamos plantando em nossa mente?
A nossa oração. – Sal. 51:10. .
b) O trabalho é a bênção porque ele nos dá aquilo que nenhuma universidade nos pode oferecer.
c) Diversos conceitos:
(1) “A indolência é o enterro do homem vivo”.
(2) “Aquele que não trabalha é ladrão.”
(3) “O cérebro ocioso é a oficina de Satanás.”
(4) “O diabo tenta o ocioso, e o ocioso tenta o diabo.”
d) Trabalhemos com perfeição e diligência e sem murmuração. – Ecl. 9:10.
5. Evangelizando.
6. Comunhão com Deus – lendo a Bíblia e orando. – Sal. 90:12.

ALVOS
Atos 19:21

Um vapor sem um porto, um viajante sem um destino, um edificador sem uma planta, é uma tragédia. Os homens e mulheres que têm sido grandes bênçãos, têm tido alvos e propósitos definidos.

I – Paulo um Homem de Propósito.
l. Um dos seus alvos foi o de pregar em Roma. – Atos 23:11.
2. Para ter um tal alvo, custou muito a Paulo,
a) Levou-o a avaliar suas oportunidades. – Atos 20:17-38.
b) Levou-o a estar pronto a morrer por Cristo, para achar um caminho de uma situação difícil e perigosa. – Atos 23:12-15.
c) Levou-a a apelar a César. – Atos 25:9-12.
d) Fê-lo corajoso. – Atos 27:22-26.
3. Paulo realizou, e conseguiu o seu alvo. Sua chegada e trabalho em Roma.
a) Judeus vieram a ele em grande número.
b) Ele tinha um soldado acorrentado a ele cada três horas.
c) Assim ele pôde levar o Evangelho à corte de César.
d) No fim ele pôde dizer: – II Tim. 4:6.8.
Seu alvo alcançado.

ALVOS
Atos 19:21

I – Como Cristãos Devemos ter Alvos Definidos.
1. Devoção pessoal.
2. Estudo e crescimento cristão.
3. Ser um ganhador de almas. 4. O uso justo do tempo.
5. Ser cuidadoso no falar.

II – Como Congregação, Também Devemos ter Alvos.
1. Nossas escolas e colégios.
2. Nossas casas publicadoras.
3. Nossos sanatórios.
4. Nossas conferências e igrejas.
5. Cada membro tem um alvo:
a) Poderá ser esforço pessoal.
b) Poderá ser sacrifício pessoal.
c) Poderá ser o martírio.
II Tim. 4:6-8; Salmo 50:5

“SÊ O EXEMPLO DOS FIÉIS”…
Leitura Bíblica: – I Tim. 4:11-16; Texto: – I Tim. 4:12.

Introdução: Em toda a criação de Deus há sistema, planejamento, organização, ordem etc. Seria de estranhar se em todas as coisas houvesse planos, menos na vida dos jovens. “Sê o exemplo…” é o plano. O exemplo quer dizer o modelo; o melhor, o ideal; e tomemos bem nota de que é “o exemplo” não dos mais fracos, mas “dos fiéis”. Que privilégio! Norma elevada! “O exemplo” fala muito mais aos corações do que as palavras. “O exemplo” faz muito mais bem do que o livro, do que o sermão, do que o conselho, exortação… “Os teus atos falam tão alto que não posso ouvir tuas palavras”. “Exemplo” de quê? Dançar? Brincar? Jogar? Correr? Força? Sim, o jovem tem que ter força nos músculos, e de vontade, mas não é disso que o apóstolo fala nestes versos. Será no vestir? Talvez! Vamos ao assunto:

I – Sê o Exemplo dos Fiéis na Palavra.
1. A palavra de Deus.
2. Na honestidade.
3 . Na conversão.

II – Sê o Exemplo dos Fiéis no Trato.
1. Delicadeza e tino.
2. Graça para com Deus. – Luc. 2:52.
3. E para com os homens.

III – Sê o Exemplo dos Fiéis na Caridade.
1. Bom para com todos.
2. No trabalho missionário.

IV – Sê o Exemplo dos Fiéis no Espírito.
1. Cooperação com os homens.
2. Cooperação com Deus.
3. Cooperação com você mesmo.

V – Sê o Exemplo dos Fiéis na Fé – Rom. 10:17.
(Fé é a mão espiritual que toca o infinito).
1. Fé em Deus.
2. Fé e confiança nos semelhantes.
3. Fé e confiança em si próprio.

VI – Sê o Exemplo dos Fiéis na Pureza.
1. Pureza de coração e mente, pensamentos.
2. Pureza de vida e alimento, bebidas…
3. Pureza, santidade, perfeição e norma…

QUATRO PASSOS NA VIDA
Mar. 10:17-22; 10:21

Introdução: Contar os pormenores do encontro do jovem rico com Jesus.
1. Correu um homem.
2. Ajoelhou-se diante dEle.
3. Bom Mestre.
4. Que  farei para
5. Herdar.
6. A vida, eterna.
7. Sabes os mandamentos?
8. Os dez mandamentos.
9. Mestre.
10. Tudo isto guardo.
11. Desde a mocidade.
12. Jesus contemplando-o.
13. O amou.
14. Uma COISA te falta.

I – Vai.
II – Vende Tudo e Dá:
III – Vem.
IV – Segue-me – Mat. 26:58.
– Mal. 16 :24, 25.
– I Sam. 14:6, 7.
Conclusão: – “Terás um tesouro no Céu”.

1. Ficou contrariado com estas palavras.
2. Pois tinha muitos bens.
3. Retirou-se.
4. Triste.

DAVI, O LIBERTADOR DE ISRAEL
I Sam. 17:24-25

Às vezes desprezamos as coisas pequenas. – Zac. 4:10.

I – Davi no Acampamento de Israel – V. 26-30.
Assistindo ao desafio de Golias, percebe-se em Davi:
1. Seu espírito indagador. – V. 26. É bom ter tal zelo.
2. Seu desprezo pelas forças opostas. – O povo contemplava a força do gigante. Ao contrário Davi.
3. Sua firmeza em face de grandes provações. – V. 28.
a) Quantos não teriam desanimado diante de tal escárnio das pessoas que as deveriam ajudar?
b) Satanás ainda por tais meios procura desanimar a mocidade, por meio de parentes e amigos: José.
c) Davi portou-se corajosamente. – Juizes 6:12.

II – Davi no Palácio do Rei – V. 31-39.
Nesta entrevista percebem-se algumas características dignas de imitação:
1. Era otimista. – V. 32 ú.p. via a possibilidade, apesar das más circunstâncias.
2. Estava pronto para a luta. – V. 32 ú.p. Consagração.
3. Tinha muita fé. – V. 37. Era fé espiritual. – Vs. 33, 39.
a) Mostrou sua convicção firme em Deus. – I Sam. 14:6.

III – Davi na Presença do Inimigo – V. 40:51.
1. Foi desprezado e insultado. – V. 42-44.
a) O conselho apostólico. – I Tim. 4:12.
2. A perspectiva do povo que contemplava a cena.
3. A confiança de Davi. – V. 45.
a) Por isso deixava as armas terrestres. – Vs. 38, 39.
4. A vitória final. – Vs. 48-51.
a) A fé colaboradora para essa vitória. – I João 5:4.

QUE É TRABALHO?

I – Cientificamente:
1. É o emprego da força para mover qualquer carga a determinada distância.

II – Espiritualmente:
1. É Noé advertindo a um povo corrompido.
2. É Abraão deixando sua terra natal, em demanda à terra prometida e sacrificando seu filho em obediência a Deus.
3. É Moisés guiando o povo Israelita através do deserto e não podendo entrar na terra da promissão.
4. É Josué pleiteando com o povo.
5. É João Batista no deserto, anunciando e preparando o caminho para Jesus.
6. É Cristo anunciando as Boas Novas, operando milagres e morrendo na cruz do Calvário.
7. São os apóstolos pregando o Evangelho aos gentios, e sofrendo e enfrentando as perseguições e morte.
8. É Lutero, pregando as 95 teses às portas da igreja de Wittenberg em 1517.
9. Somos tu e eu, trabalhando e orando pelos nossos parentes e amigos que ainda não aceitaram a Jesus.
10. Somos tu e eu, mais tarde, no campo, trabalhando pela causa do Mestre e oferecendo a nossa vida como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

“APEGAI-VOS AO BEM”
Rom. 12:9

I – O que significa?
1. A aprovação do que é bom.
2. Desejar o que é bom.
3. Praticar sempre o bem. – Fil. 4:8.

II – Como executar?
1. Indistintamente.
2. Voluntariamente.
3. Prontamente.
4. Humildemente.
a) Não para receber elogios humanos.
b) Sem ostentação.

III – Por que proceder assim?
1. É recomendação divina.
2. É honroso para quem o pratica.
3. É um prazer.
a) Quem já se sentiu triste por ser praticado uma boa ação?
4. É uma grande necessidade.
a) É uma virtude que está se tornando rara sobre a terra.
b) Há muita gente à espera de uma palavra de conforto, ou de um ato de bondade.

O MANDAMENTO COM PROMESSA
Apoc. 14:12; Êx. 20:12

I – O Resultado da Tríplice Mensagem.
1. Antes da vinda de Cristo, será reunido um povo que guardará os mandamentos. – Apoc. 14:12.
a) Quantos pertencem a esse movimento?
2. Que partes da Lei esse povo guardará?
a) Inclui o 5.°, estamos observando?

II – O Mandamento com Promessa – Êx. 20:12.
1. O Conselho divino: “Honra pai e mãe”. Como?
a) Obedecendo, respeitando, amando, amparando.
2. Parece que estamos vivendo nos dias dos quais Paulo falou.
– II Tim. 3:1-2.
a) Do tratamento que derdes a vossos pais, dependerá o sucesso de vossa vida.
b) Hoje em dia os papéis estão mudados – os pais precisam conhecer o olhar dos filhos…
c) Há muitos jovens que na sociedade são muitos delicados, mas em casa tratam a seus pais com o maior desrespeito.
Um jovem cristão, forte, e com recursos, permitiu que seu pai fosse internado num asilo de pobres.

III – A Mensagem de Elias – Mal. 4:5.
1. Jovens, ao voltarem para o lar, procurem converter seus pais.
2. Devemos honrar a nossos pais. Nunca perderemos por sermos bondosos.
a) Suavizemos as rugas e cabelos brancos, possivelmente adquiridos por nossa causa.
3. Enquanto nossos pais vivem é que devemos tributar-lhes as flores vivas de nossa gratidão e apreciação.
a) Exemplos bíblicos: Jesus. – Luc. 2:51; João 19:26.
José do Egito. – Gên. 47:7-12. Salomão. – I Reis 2 :19-20.
4. Jovens, lembrem-se de que amigos são muitos, mas pai e mãe são somente um.
a) Lembrem-se do mandamento com sua promessa.

PUREZA – Mat. 5:8

I – O estado do coração.
1. Enganoso e perverso. – Jer. 17:9.
2. Fonte de todo o mal. – Mat. 15:19.

II – O que abrange pureza de coração?
1. Intenções sinceras.
2. Desejos puros.
3. Afeições consagradas.
4. Submissão da vontade.
5. Consagração sem reservas.

III – A bênção prometida – Mat. 5:8.
1. Presente visão de Deus. – Pela fé.
2. Visão eterna e bem-aventurada – face a face. – Apoc. 22:4.
3. A companhia futura de seres santos e puros. – Apoc. 21:3-8.

O NOSSO DEVER

I – A Situação do Mundo.
1. A necessidade a cada passo.
A multiplicação das filosofias e o formalismo pomposo da igreja romana, não satisfazem os desejos da alma e do coração.
2. Há fome geral, de um evangelho vital.
a) As experiências com os colportores.
b) Parece estar se cumprindo. – Amos 8:11, 12.
c) Vivemos no tempo do clamor macedônico. – Atos 16:9.

II – A Advertência de Jesus – Mat. 14:16.
1. Dar, implica possuir algo. O quê?
a) O Evangelho consolador da segunda vinda de Cristo.
b) A verdade antiga e restaurada do Evangelho.
c) As normas no mundo moral e religioso, estão caindo; precisamos levantar o estandarte da verdade. – Isa. 60:4; Jo. 6:48-51.

III – O Dever da Juventude Cristã.
1. O futuro da causa depende da juventude devidamente consagrada.
2. Falhará a mocidade em atender ao clamor macedônico? Qual será a nossa resposta e atitude diante dessa necessidade premente e ordem divina?
Mateus 14:16

A ESCOLHA DE LÓ
Gên. 13:11

I – Sua Causa.
1. Vantagens mundanas.
2. Egoísmo – falta de generosidade.
3. Desconsideração dos privilégios religiosos.

II – Seu Curso.
1. Para baixo – para pior.
2. Gradual.
a) Levantou os olhos. – V, 10.
b) Escolheu. – V. 11.
c) Armou tenda em Sodoma. – V. 13.

III – Sua Maldição.
1. Perdeu seu amigo Abraão.
2. Perdeu sua riqueza.
3. Perdeu sua influência.
a) Com seus vizinhos.
b) Com sua família.
4. Perdeu a presença de Deus.
Conclusão: cuidemos da escolha que fazemos: Trabalho, amigos e residência.

A MAIOR NECESSIDADE INDIVIDUAL – Prov. 23:26

I – O Motivo Desse Apelo.
1. Deus nos ama e quer aquilo que é o centro de nossa vida.
a) Quer que O amemos com inteireza de coração. Mar. 12:30, 31.
2. Ele pede nosso coração para transformá-lo.
a) O coração é enganoso. – Jer. 17:9.
b) Dele procedem as más coisas. – Mat. 15:19.
c) Uma pergunta irrespondível. – Prov. 20:9.

II – Como Deus Opera – Ez. 36:25-27.
1. O coração pelo pecado e desobediência da lei, fica rijo.
– Zac. 7:12.
2. Como pode o cerração ficar rijo ou petrificado?
a) Pelo indiferentismo, vingança, avareza, ódio etc.
3. Deus promete e pode transformá-lo. – Ez. 36:25, 26.

III – Por que Necessitamos de um Novo Coração?
1. Deus o quer para si. – Prov. 23:26.
a) É a única coisa que Ele pede.
2. Cristo o quer para Seu trono. – Apoc. 3:20.
a) Em lugar de entronizar em nossas casas uni Cristo inerte, entronizemo-Lo vivo, nas paredes sensíveis de nosso coração.
3. Por ser o único pelo qual poderemos entrar no céu. – Mat. 5:8.

UM PEDIDO DIVINO
Prov. 23:26

Deus faz um pedido. O que pede? Prov. 23 :26. – Para a ciência é uma víscera. A fisiologia diz ser um músculo. A medicina vê nele unicamente a caldeira de sangue, o laboratório da vida.
Deus vê nele o centro da vida, o lugar santíssimo. – Prov. 4 :23.

I – A liberdade do homem.
1. Nesse pedido vemos a liberdade do homem.
a) Deus pede o coração e a pessoa tem o direito, a liberdade de negar-lhe ou dar-lhe o que Ele está pedindo.
2. O homem é um rei destronado, mas a coroa da liberdade não lhe foi tirada.
3. Deus não tem prazer na perdição de qualquer pessoa, não força. Ele respeita a liberdade individual.

II – O que Deus não pede.
1. Dinheiro – Muitos são pobres.
2. Filhos – Como Moloque dos Amonitas, pois muitos não têm filhos.
3. Sabedoria – Muitos não a têm.
4. Sacrifício ou penitência – Ele não Se agrada de formalismo destituídos do Seu temor.

III – O que Deus pede – O coração.
1. Todos o têm: ricos, pobres, sábios, brancos etc.
2. Não é o músculo cardíaco, mas o nosso ser moral, nossa conversão, nosso eu. – Rom. 12:1.
3. Ele pede, e não exige. – Apoc. 3:20; Cânt. 5:2.
a) As exigências dos imperadores pagãos.
b) A graça bem limites. – Cânt. 5:6.
Jovem, Jesus passa; poderá ser esta a última oportunidade.
O que será o amanhã?

IV – Por que Ele o quer?
1. Para fazer Seu trono e morada, e trazer bênçãos.
2. A ingratidão dos Betelenenses. – Luc. 2:7.
3. A quem pertence o teu coração? – Prov. 23:26.

UM NOVO CORAÇÃO – Ez. 36:26

Aumento da ciência em nossos dias. Operações que há anos eram impossíveis, hoje são feitas com a maior facilidade. Mesmo no coração humano são feitas operações. Porém, uma que o homem não pôde e nunca poderá fazer é transformar um coração simbolicamente petrificado em um coração carnal: humilde, apto para receber o amor de Deus.
É esta operação que nosso Criador deseja fazer em nós.

I – O estado do homem.
1. Coração enganoso. – Jer. 17:9.
2. Segue seus próprios caminhos. – Prov. 6:9.
3. Cheio de enganos. – Prov. 12:20 p.p.
4. Coração que maquina pensamentos viciosos. – Prov. 6:18 p.p.
5. Coração cheio de ira. – Ecl. 11:10 p.p.

II – A operação que Deus deseja fazer.
1. Deus conhece os nossos corações. – Luc. 16:15.
2. Ele pede nosso coração para transformá-lo. – Prov. 23:26.
3. Ele deseja dar-nos um coração puro e reto. – Sal. 51:10.
a) Deseja limpar-nos de toda mancha de pecado.
b) Dar-nos um coração caridoso.

III – Nossa responsabilidade depois dessa operação.
1. Manter o nosso coração limpo.
2. Sempre preparado para receber as bênçãos de Deus. – Sal. 57:7.
3. Ter os estatutos de Deus no coração. – Sal. 119:11.

IV – Vantagens de um coração transformado.
1. Alegres; sem tristezas. – Sal. 97:11 ú.p.
2. Bem-aventurados. – Mat. 5:8.

O QUE FAREIS DE JESUS?
Mat. 27:22

É uma pergunta direta, pessoal, imperativa, atual e importante.
I – Muito depende da nossa atitude para com Cristo.
1. Nossa aceitação ou condenação perante Deus. – Jo. 3:1.
2. Nossa paz de consciência. – Rom, 5:1; 8:1.
3. Vida eterna. – Jo. 5:24; 3:36; 1 Jo. 5:11-12.
4. Tornarmo-nos filhos de Deus. – Jo. 1:12.
5. Verdadeira alegria. – I Ped. 1:8.

II – O que devemos fazer com Jesus.
1. Aceitar ou rejeitá-Lo. – Jo. 22 :44-48.
2. Deixá-Lo entrar ou não. – Apoc. 3:20.
3. Confessar ou negá-Lo. – Mat. 10:32-33.
4. Ser por Ele ou contra Ele. – Mat. 12:30.

III – O que você fará agora com Jesus?
1. O que você fará com Ele em sua vida?
2. O que você fará com Ele em seu lar?
3. O que você fará com Ele em seu trabalho?
4. O que você fará com Ele na igreja?

ESCOLHER A CRISTO JESUS
Mat. 27:17, 22

Cada indivíduo é ou filho da obediência ou da desobediência; um filho de Deus ou de Satanás.
I – O homem pode escolher a Cristo.
1. Se ele não escolher a Cristo, escolherá o ladrão.
2. Paulo, Pedro e João escolheram a Cristo.
3. Judas, Félix e Pilatos escolheram o ladrão.
4. A vida é composta de decisões; elas logo se tornam permanentes.
5. Pilatos foi influenciado pelos seus amigos contra Jesus. Ninguém poderia sacrificar a Jesus naquela ocasião, somente Pilatos.

II – O ladrão atual.
1. O mundanismo – amor ao dinheiro, ociosidade, prazeres, jogos, cinema, teatro, bailes, bebidas alcoólicas, pensamentos maus, etc.
2. Todos exclamam como no passado: “Crucifica-O!” ‘

III – Escolham a Cristo Jesus.
1. “Quanto a mim e minha casa…”
2. “Toma o mundo e dá-me a Cristo…”
3. “Um dia em Teus átrios é melhor do que…”
4. “Jesus é tudo para mim…”
Qual a sua escolha?

CRISTO – UM REFÚGIO
Zac. 9:12

I – As pessoas referidas.
1. Prisioneiros.
a) Existem muitos prisioneiros morais e espirituais. – Isa. 58:6.
2. Prisioneiros de esperança.
a) Existem muitas almas sinceras, enganadas pelo formalismo religioso, que almejam uma esperança real e confortadora.

II – O conselho dado – “Voltai à Fortaleza”.
1. Apreensão do perigo.
2. Renúncia de outro suposto refúgio.
3. Aproximação confidente.
4. Abrigo real e seguro. – Isa. 26:4.

III – A promessa feita.
1. Sua firmeza. – “Vos anuncio”.
2. Sua extensão – “Vos recompensarei em dobro”.
3. Seu tempo – “Hoje”. – Isa. 32:1-2.

O PERIGO DA PROCRASTINAÇÃO
Atos 24:16-27; 26:27-29

Muitos dizem que querem ser um cristão, mas que esperam uma boa oportunidade etc. Somos mais sábios com as coisas materiais do que com as espirituais.
I – O que é Procrastinar?
1. Adiar, demorar, delongar, espaçar.
2. É a arma predileta do diabo no terreno espiritual.

II – Perigos de Procrastinação.
1. O caso de Félix. Deposto dois anos depois, morreu na miséria e sem salvação.
2. O caso do mancebo rico. Perdeu tudo.
3. César foi assassinado, porque deixou para mais tarde a leitura duma carta que o avisava da conspiração contra sua vida.
4. O naufrágio do “Titanic”, em 14 de abril de 1914, foi motivado por negligência do próprio telegrafista daquele navio.

III – A Advertência Divina – Isa. 55:6.
1. Quando buscar a Deus?
a) Na velhice? Amanhã? Hoje? – AGORA.
2. O momento virá em que a porta da graça se fechará. – Cant. 5:6.
a) Esse momento vem individualmente, e virá coletivamente. Amós 8:11-13.
3. Buscai ao Senhor agora. – Heb. 4:7; Apoc. 3:20.

LIBERDADE RELIGIOSA Mat. 22:20, 21

Uma definida distinção. O homem deve alguma coisa ao governo terrestre.
I – Deus tem devidamente apontado os Governos.
1. O poder civil é uma ordenança divina. – Rom. 13:1, 26.
2. Estabelecido para castigar os maus. – Rom, 13:3-4.
3. Seu dever é promulgar leis para proteção. – I Tim. 1:9.
a) Alguns falam contra as autoridades. – Judas 8; Ecl. 10:20.
b) Devemos respeitar as autoridades constituídas, ainda que sejam ímpias. – Ex. 22:28; 1 Ped. 2:17.
c) A ordem de Deus. – Ecl. 8:2.

II – O que devemos aos Governos.
1. Sujeição. – Tito 2:1; 1 Ped. 2:13-14.
2. Observância possível das leis. – Esdras 7:26; Prov. 24-21.
3. Os impostos exigidos. – Mat. 17:27.
4. Lealdade. – Dan. 6:5.

III – O que devemos a Deus.
1. Devemos prestar contas a Deus. – Rom. 14:12; Mat. 4:10.
a) Magistrados e governadores aparecerão perante Deus – o supremo Juiz de toda a carne.
2. Quando as leis civis entram em conflito com a lei de Deus, devemos ser leais a Deus. – Atos 4:19, 20; 5:29.
a) Os santos sofrerão perseguições. – II Tim. 3:12.
(1) Os maus sempre perseguem os justos.
3. Se formos fiéis a Deus, mesmo servindo as autoridades terrestres, Ele nos abençoará como abençoou a Esdras, Neemias, Daniel, etc.

CINZAS
Isa. 40:6-8; Gên. 8:17-19

I – O motivo atual do seu emprego – Arrependimento.
1. A instituição do carnaval.
2. A origem dos bailes com máscaras.
a) Santo Estêvão foi o patrono.
3. O uso das cinzas teve sua origem no século X, no ano 1191, quando o papa Celestino III sancionou o uso geral.

II – O uso antigo das cinzas – Tristeza.
1. Simbolizava a tristeza. – II Sam, 13:19.
2. É uma coisa exterior e de nenhum valor real.
III – A verdade Bíblica – Gên. 3:19.
1. Pó – fragilidade humana, – Isa. 40:6-8.
2. A experiência diária: doenças, guerras, epidemias, a sepultura sempre aberta etc.
3. Os dois costumes:
a) No Egito durante banquetes faziam passar um esquife.
b) Na Idade Média pintavam nos muros um esqueleto tangendo um violino com um fêmur por arco, impelindo para o mesmo abismo, o rei coroado, o papa com a sua tiara, o cavalheiro, o doutor, o operário, o jovem e o velho etc.
4. O que Deus quer. – Isa. 58.
a) O arrependimento deve ser do coração e não exteriormente. – Atos 2:37; 3:19.
b) Abandonar totalmente o mundo. – I João 2:15; Prov. 28:13.
c) Andando na luz. – I João 1:7.
5. Devemos ir a Jesus pedir perdão. – Mat. 11:28:30.

“QUE É A VOSSA VIDA?” Tia. 4:14

É um mistério da parte do plano de Deus em fazer a nossa vida tão incerta. O homem realiza grandes, estupendos empreendimentos, e apesar disso ele nada sabe do dia de amanhã.

I – Qual é a intenção da vida?
1. A grande intenção da vida é educação:
a) Um preparo não só para esta vida, mas para a vida que realmente é vida. II Tim. 6:19 V.B.
2. A educação divide-se em:
a) Provação – O homem deve conhecer-se a si mesmo, e mostrar aos outros o que ele é, e será.
(1) Nessa provação ele revelará seu caráter e sua fibra.
b) Cultivo – Adquirir conhecimentos, poderes, bons hábitos e bons sentimentos.

II – A duração da vida.
1. É um momento e este preso por um fio.
2. Não há certezas para o dia de amanhã.
a) E com o “anjo da morte” no ar, poderás te sentar no gozo dos prazeres, sem o “sangue” na “porta” (coração)?
b) Com o sangue de CRISTO no coração, cada coisa é mudada, a velhice é alegria e a morte é prazer.
3. A vida real está em Cristo, e aceitando-O, temos a vida que realmente é vida.

III – A vida na concepção de Tiago – Nuvem.
1. As configurações diversas das nuvens. Sua cor, ora brilhantes, ora escuras.
2. As nuvens, ao desfazerem-se, transformam-se em bênçãos chuvas para a terra.
3. Poderá a nossa vida tornar-se em bênção fecunda para outros?
a) Jesus, Livingstone, missionários, mártires, Pasteur, etc.
b) A verdade bíblica. – Apoc. 14:13.
Diante da fragilidade e utilidade da vida, oremos como Davi. – Sal. 90:12.

O ENCANTO DA MONTANHA
Josué 14:12

Este é um texto de desafio. A mocidade gosta de desafios.

I – O fato em si.
1. As personagens.
a) Josué e Calebe com 85 anos.
b) Josué repartindo as terras.
2. O pedido de Calebe. – V. 12.
a) Uma montanha em lugar de um vale fértil.
b) Parecerá ser uma escolha insensata.
Quem gosta de montanhas?
c) Lá habitavam os gigantes de Anak.
d) Possivelmente Josué procurasse dissuadi-lo.
3. As qualidades de caráter de Calebe.
a) Fé, coragem, paciência, piedade, obediência etc., consagração, sucesso!
b) Por causa de sua consagração, fé e obediência às coisas mínimas, a montanha com gigantes tornou-se um berço de civilização. – O monte Hebrom, a terra onde Rute respigou nos campos de Boaz; onde Davi cantou seus cânticos imortais; onde Salomão edificou um templo a Deus, e a terra onde Jesus passou boa parte de Sua vida.
c) Foi uma escolha louca? Não.

II – Montanhas na vida.
1. A vida está cheia de montanhas.
a) Momentos de decisões – Só, sem conselhos. Momentos que redundarão para vida ou morte.
b) Muitos jovens hoje estão nesta montanha, o Colégio, e querem seguir um caminho fácil, enveredando pelo caminho da desobediência, e a montanha em lugar de tornar-se uma bênção, torna-se um lugar de lamentação.
(1) Tiramos da vida o que nela pomos.
2. O momento presente exige pessoas que saibam enfrentar montes e gigantes.
a) Deus está procurando pessoas de fé e de princípios firmes.
– Filip. 4:13.

AS GRANDES COISAS DA VIDA – I
II Cor. 4:8.19; Salmo 119-18

Falamos de grandes coisas, grandes homens e grandes feitos, mas a Bíblia fala-nos de coisas maiores.

I – O Maior Ser – Deus.
1. Ele é uma pessoa. Conhece, sente, ama, responde às orações, fala e age. Além de todas as maravilhas da terra, está esta grande Personalidade. Olhai para o sol, lua, estrelas etc. Seus pensamentos e sabedoria são tão elevados como o céu está acima da terra.
2. Ele é trino. Pai, Filho, Espírito Santo. Na criação e no batismo de Jesus. Homens têm pensado de Deus como Pai, têm-no visto como Filho e têm-no sentido como Espírito Santo.
O Pai cria e planeja, o Filho vive e morre pelos homens e o Espírito Santo vem e mora nos corações dos crentes.
3. Ele é santo. Nunca pecou e errou. NEle está toda a bondade e perfeição. O homem viu a perfeição de Deus em Jesus.
4. Ele é eterno. “Antes das montanhas” – Antes de tudo.
5. Ele é um Pai amante. Este atributo de Deus apela mais a nós. Gostamos de pensar nEle como um Pai que ama e tem cuidado de nós.

II – O Maior Livro – A Bíblia.
É o mais vendido. Foi escrito por 40 diversos autores inspirados por Deus.
1. Ele é de fonte divina. Homens com natureza iguais às nossas escreveram-no, mas Deus dirigiu seus pensamentos. Homens escreveram em seu estilo, Deus pôs Seus pensamentos além do estilo.
2. Ele inspira uma vida santa. Nunca erraremos se nos guiarmos por ele. Muitos mudaram de vida pelos seus ensinos santificantes.
3. Ele aponta-nos uma vida melhor e mais feliz. – Apoc. 21,22.

AS GRANDES COISAS DA VIDA – II
II Cor. 4:8-18; Sal. 119:18

I – A Maior Tragédia – Pecado.
O mundo está cheio de tragédias: o pecado é a maior tragédia.
Abrange a todos.
1. O pecado foi cometido por Adão e passado a todos os homens.
Se não houvesse pecado, não existiria doença e morte.
2. O pecado sempre traz sofrimentos. Ex. : o assassino, sofrimentos para ele, a vitima, a família, amigos, sociedade.
3. O pecado desfigura a imagem de Deus.

II – O Maior Sacrifício – A Morte de Cristo.
1. Há sacrifícios e sacrifícios.
2. Estávamos debaixo da condenação. Jesus morreu por nós.
3. O maior sacrifício foi em Ele morrer e levar nossos pecados.
4. Somos agora salvos por Seu sangue.
a) Sem isso não há remissão de pecados.

III – O Maior Milagre – Redenção.
1. Temos lido de grandes milagres – o da redenção é o maior.
2. Aqui um homem enegrecido pelo pecado, mas pela redenção torna-se branco como o trono de Deus. – Isa. 1:18.
3. Como a borboleta passa pela metamorfose, assim a alma pecaminosa pela redenção.
4. Só na eternidade é que poderemos apreciar a redenção.

O TEMPO
Sal. 90

1. O tempo e sua preciosidade. – Col. 4:5.
2. O tempo e a eternidade. – Dan. 12:1-4.
3. O tempo e a brevidade da vida. – I Ped. 1:17.
4. O tempo e a oportunidade. – II Cor. 6:12.
5. O tempo e a prudência. – I Cor. 4:5.
6. O tempo e o trabalho. – II Tim. 4:2.
7. O tempo e a vigilância. – Luc. 21:36.
8. O tempo e o pecado. – Heb. 11:25.
9. O tempo e a sabedoria. – Efés. 5:16.
10. O tempo e a oração. – I Tes. 5:17.
Oração: “Ensina-nos a contar os nossos dias”.

TESTES DE UM BOM CARÁTER

No jornal londrino The Christian Herald, o Dr. Billy Graham tem uma seção que corresponde ao nosso Consultório Bíblico. Uma das perguntas que ele recebeu foi a seguinte: “Qual é o teste de um bom caráter?” Eis aqui a sua resposta.
Há cinco grandes testes de caráter:
1. O teste doméstico. Como a pessoa trata alquiles com quem tem de viver em intimidade.
2. O teste comercial. Como a pessoa se comporta com os fregueses, os empregados ou os patrões.
3. O teste social. Como a pessoa trata aqueles que não gozam as mesmas vantagens sociais que ela tem.
4. O teste do sucesso. Como a pessoa se comporta quando circunstâncias favoráveis trazem riquezas, poder, posição e honra.
5. O teste da adversidade. Como a pessoa age quando perde tudo.
Entretanto, uma pessoa pode passar por todos estes testes e mesmo assim não ser um crente no Senhor Jesus. Um crente é uma pessoa, não só com as qualidades acima indicadas, mas uma em cujo coração Cristo habita e reina.

A CONSCIÊNCIA

“Não tenho a certeza se devo isso ou não, mas como tenho uma consciência erradia, vou pagar para acomodar as dúvidas”, dizia uma carta endereçada a Leo Kirshentein, tesoureiro em Buffalo, acompanhada de $2.00.
O incidente lembra-nos que a consciência é algo bem admirável.
As Escrituras têm muito a ensinar acerca da consciência:
Uma consciência fraca. – I Cor. 8:7.
Uma consciência contaminada. – Tito 1:15.
Uma consciência má. – Heb. 10:12.
Uma consciência cauterizada. – I Tim. 4:2.
Uma consciência boa. – I Ped. 3:16.
Uma consciência pura. – II Tim, 1:3.
Uma consciência purificada. – Heb. 9:14.
Tem que você a consciência “erradia”, má, contaminada ou cauterizada? Se assim é, você pode purificá-la no sangue de Cristo que, pelo Espírito eterno de Deus, ofereceu-Se a Si mesmo imaculado a Deus. Heb. 9:14.
Disse Gladstone certa vez: “A enfermidade de uma consciência degenerada desafia a perícia de todos os médicos, de todos os países, em todo o mundo”.
Entretanto, o poder do precioso sangue de Cristo é tal que pode remover toda a corrupção da consciência.
Uma consciência boa, pura, e purificada, não conhece dúvidas nem entretém temores.

ISAQUE

1. Seu nome. – Gên. 21:56. Significa “Riso”, “Alegria”. Luc. 2:10. Isaque, nome dado antes de seu nascimento. Também o de Jesus.
2. Seu nascimento – Sobrenatural. – Gên. 17:19. Predito. – 17:16,19.
3. Filho único, e “aquele a quem tu amas”. – Gên. 22:2.
4. Seu Sacrifício – Semelhante ao de Cristo: “Obediente até à morte”. – Fil. 2:5-9. Oferecido por seu pai. Sua restauração sugere a ressurreição.
5. Sua noiva – Rebeca, tipo da Igreja – noiva de Cristo.
a) Escolhida pelo pai. – Cf. João 6:44; Ef, 1:3-4.
b) Trazida por uma terceira pessoa – É o Espírito Santo, terceira pessoa, que traz a Igreja a Cristo. – João 15 :26; 16:13-16.
c) Encontrada no caminho por Isaque. – I Tes. 4:13.-18.
d) Levada por Isaque à tenda de sua família. – Cf. João 14:1-3.
A noiva de Isaque fora escolhida com oração, sua e de seu servo. É também digno de nota seu muito amor por sua noiva, depois esposa.

A RAINHA ESTER

1. Seu patriotismo – “O meu povo como requerimento”. – Ester 7:3.
2. Sua coragem – “Assim, irei ter com o rei, ainda que não é segundo a lei”. – Ester 4:16.
3. Seu espírito de renúncia e de sacrifício – “E perecendo, pereço”. – Ester 4:16.
4. Seu sentimento religioso – “E jejuai por mim… Eu e as minhas moças também assim jejuaremos”. – Ester 4:16.
5. Escolhida providencialmente para vaia emergência na vida do povo de Israel – “E quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino?” – Ester 4:14.

 

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