A MAIOR NECESSIDADE ATUAL DA IGREJA
Heb. 11; Mat. 17:20; Luc. 18:8

I – Há muitas necessidades que se apresentam na vida física, moral e espiritual.
1. Necessidade de Jesus como Salvador.
2. Necessidade de união – cooperação.
3. Necessidade de amor – acima dos dons.
4. Da direção do Espírito Santo na Igreja e na vida.
5. De obreiros – a seara é grande.

II – Qual é a maior necessidade?
1. A maior necessidade é a da fé viva que emana da fonte de vida – viver pela fé – Gál. 2 :20; Atos 11:24.
2. Fé iniciadora. Muitas vezes, ao iniciarmos um novo trabalho, plano, campanha, falta-nos essa fé.
a) Exemplos da vida de Abraão, Moisés, Bates.
3. Fé continuativa – que leva o crente e a Igreja a perseverarem na luta com Deus e o homem. – II Cor. 1:24; Col. 1:23; Rom. 1:17.
4. Fé penetrante – que atinge o alvo em meio às trevas. Que esquadrinha os melhores planos, o coração, a sociedade e possibilidades. II Reis 6:14-17.
5. Fé progressiva – não fica estacionada. – I Ped. 1:7-9. Ex.: O filho pródigo.
6. Fé transmissora e atrativa – que transmite aos que estão na perdição e atrai ao mundo as bênçãos de Deus. – Exemplo da mulher samaritana.
7. Fé salvadora – que resgata os perdidos, que dá luz e vida aos cegos. – Luc. 18:8, oremos: “Aumenta-nos a fé.”. – Luc. 17:5.

A FÉ VENCEDORA
Núm. 13:1, 2; 17:33; I João 5:4

I – Israel escravo no Egito.
1. Buscaram a liberdade.
a) Apelando ao rei.
b) Falhando com o rei, apelaram para Deus. Deus os atendeu, Porém condicionalmente; e enviou Moisés a falar-lhes das condições, as quais eram a fé no Seu querer; e essa fé exigiu as seguintes provas:
(1) Sair do Egito.
(2) obedecer às ordens do Seu redentor.
2. As dificuldades que encontraram no caminho.
a) O jugo do rei na saída.
b) O mar vermelho no caminho.
c) O relatório dos espias quando chegaram.
3. Só tinham bastante fé – Josué e Calebe. – V. 3.
a) os infiéis foram entregues ao seu destino.

II – O afundo escravo dó pecado.
1. Todos buscam a redenção.
a) Alguns pelas boas qualidades.
b) Alguns pelos ritos e cerimônias,
c) E alguns por Jesus, o único meio. – I Tim. 2:5.
2. Jesus atende condicionalmente – Jo. 3:16.
3. Devem acompanhar esta fé as seguintes provas:
a) O arrependimento.
b) A obediência ao Redentor.
c) O salvo bem pode esperar encontrar-se com as dificuldades.
d) Só os fiéis vencerão no fim. – Jo. 16:33.

EM QUEM TER FÉ
Jo. 11:40

Breve relato da história. Sugere 3 classes de fé.

I – A fé na vida.
1. O triste estado de Marta.
a) Havia confiado na saúde vigorosa de seu irmão.
b) Crera que a enfermidade seria passageira.
c) A morte causara-lhe desilusão.
2. O panorama atual do mundo.
a) A guerra causou-nos misérias e sofrimentos.
(1) A depressão financeira.
(2) O fracasso dos remédios para salvar a paz.
(3) O sofrimento e a luta diária da vida.

II – A fé nos homens
1. O triste estado de Marta.
a) os curandeiros de Betânia, em quem havia confiado, tinham fracassado.
b) os melhores remédios resultaram inúteis.
c) No dia da morte e enterro, possivelmente faltaram alguns dos amigos íntimos e parentes.
2. O panorama atual da sociedade.
a) Lutas, paixões, egoísmos etc.
b) A sinceridade e amizade têm desaparecido.
(1) O melhor amigo é, às vezes, aquele que não se tem.
(2) Temos de depender de nós mesmos nas alegrias e tristezas.

III – A fé em Deus – Jo. 11:40.
1. O que Jesus quis dizer.
a) Não ponha sua fé na vida só.
b) Não ponha sua fé nos homens.
c) Creia em Mim – creia e espere em Deus.
(1) A vida é enganosa, os homens também, porém em Deus pode-se confiar sempre.
(2) Ao confiar em Jesus, Marta viu realizado o milagre.
2. A fé em Deus ilumina tudo.
a) A vida.
b) Os homens.
c) O nosso futuro.
Tenhamos fé em Deus! – Jo. 11:40.

VISÃO ESPIRITUAL

É diametralmente oposta à terrestre; muitos hoje vivem mais dessa visão.
I – Como adquiri-la
1. Pela oração. – II Reis 6:17.
2. Pela pureza de coração. – Mat. 5:8.
a) Isso implica em santificação. – Heb. 12:14.
3. É concedida pelo Espírito Santo. – Jo. 16:13-16.

II – Como apreciá-la?
l. Pelo telescópio da fé. – Heb. 11:27.
2. A fé é o bálsamo amigo nas dúvidas e aflições,

III – A visão celeste realizada.
l. Salmo 17:5.
a) Muitos terão uma visão triste ao acordar.
2. Contemplaremos o Rei. – Isa. 33:17; 25:9.
3. Veremos a glória de Jesus. – Jo. 17:24.
4. A realidade. – I Cor. 13:12; Apoc. 22:3.
5. Olhemos a Jesus e seremos transformados em glória. II Cor. 3:18.

UMA GRANDE NECESSIDADE CRISTÃ
Sal. 119:1-18

I – Por natureza somos cegos para as verdades espirituais contidas na Bíblia.
1. As lutas e contratempos da vida desviam nossos olhos do alvo.
2. A Bíblia é uma fonte de conforto para nossos males.
3. É o maior fortificante espiritual.

II – Deus é o único que pode abrir os nossos olhos – II Reis 6:16, 17.
1. Deus quer que vivamos mais por fé do que por visão. – II Cor. 4:18.

III – Quando Deus abre os olhos de nossa alma, então vemos:
1. Suas maravilhas e Seu cuidado paternal até pelos pássaros.
– Atos 17:28.
2. O que Jesus sofreu; e assim chegamos à conclusão de que relativamente nada sofremos. – II Cor. 4:17.
3. O Céu como nosso lar. – II Cor. 4:17.
Oremos como David. – Sal. 119:18.

OBEDIÊNCIA, A PROVA DA NOSSA FÉ
I Jo. 2:1-17; Mat. 7:21-23

I – Os que invocam o monte de Deus são de três classes.
1. Os que fingem servos dEle.
a) Por interesse pecuniário.
b) Pelos aplausos do mundo.
2. Os que, enganados, pensam que são servos dEle.
a) Profetizam em nome de Deus.
b) Expulsam demônios.
c) Fazem maravilhas.
3. Os que realmente são servos dEle.
a) São aqueles que nasceram da família de Deus. – Jo. 3:3.
b) São os que produzem frutos, a saber:
(1) A confiança absoluta em Cristo.
(2) Arrependimento do pecado.
(3) obediência aos preceitos de Deus.

ESTAI FIRMES NA FÉ
I Cor. 16:13; Heb. 11

I – Em que fé ou crença é necessário estar firme.
1. Na fé do poder sobrenatural do Evangelho para que não desanimemos em sua divulgação. – Rom. 1:16.
a) Não devemos ser como um guerreiro que perde a confiança na vitória e retira-se; mas, sim, confiantes na vitória.
2. Na fé que reconheceu a eficácia da oração.
a) Não devemos ser duvidosos, para não sermos comparados às ondas do mar. – Tia. 1:5-7.
3. Na fé quanto às doutrinas e princípios do Evangelho.
4. Na fé para enfrentar os desgostos, como Abraão e ló.
5. Na fé que aguarda as promessas.

FÉ, ESPERANÇA E CARIDADE

I – Fé – Luc. 18:8; Heb. 11:1.
1. Como pode ser obtida, aumentada?
– Rom. 10:17; Jo. 5:39; Atos 17:11.
2. O que acompanha a fé? – Tia. 2:17; Rom. 3:31.
3. O que se diz da fé que teve:
a) Abraão. – Heb. 11:8, 17.
b) Moisés. – Heb. 11:24-27.
c) Jó. – Jó 19:25-27.
d) Os três hebreus. – Dan. 3:16, 17.
4. Como somente se pode agradar a Deus. – Heb. 11:6.
a) Exemplos acima.
5. Qual é a diferença entre fé e crença? – Mat. 17:20; Tia. 2:19.
6. Qual deve ser a fé do cristão verdadeiro? – Apoc. 14:22.
a) A que nos leva essa fé? – Jo. 5:4.
b) Qual o resultado de vencermos? – Apoc. 3:21; 22:6.

II – Esperança – Jo. 14:1-3.
1. Qual é a esperança do cristão? – I Cor. 15:51, 52; I Tess. 4:16, 17.
2. Qual era a esperança de Paulo? – I Tim. 1:12; 4:7, 8.
3. Por que devemos ter uma esperança tal? – Jo. 14:1-3.
4. Quais são as moradas prometidas? – Apoc. 21:2-4; 22:5.
5. Se temos tal esperança, que devemos fazer? – I Jo. 3:3; Col. 2:6.
a) Por que é isto necessário? – Mat. 5:8; 7:22, 23.

III – Amor. – Jo. 15:13.
1. Com que objetivo deu Jesus a Sua vida, pelos Seus amigos?
– Tito. 2:14.
2. Assim fazendo, que nos ensinou?
– I Jo. 3:16; Jo. 13 :34, 35; I Jo. 3:23.
3. Com que amor nós devemos amar? – Rom. 12:9, 10.
a) Qual o benefício desse amor? – I Ped. 4:8.

VISÃO TERRESTRE
Heb. 12:1-12

O que dizem os pedagogos sobre a visão e sua influência no ensino.

I – É uma fonte de tentação.
1. Eva. – Gên. 3:6.
2. Ló. – Gên, 13:10-12.
3. Acã. – Jos. 7:21; Sal. 119:37.
4. Jesus Cristo. – Mat. 4:8; I Jo. 2:16.

II – A visão domina a vida.
1. Olhando para trás – atraso.
a) A mulher de Ló. – Gên, 19:26.
b) A advertência. – Luc. 17:31; Filip. 3:13, 14.
2. Olhando direito a Jesus – salvação. – Núm. 21:9; Jo. 3:14, 15.
3. Olhando às perplexidades – fracasso.
a) Pedro. – Mat. 14:29, 30.
b) Às vezes a guarda do dia de descanso nos deixa perplexos e temerosos, bem assim as provações, tentações etc.
4. Olhando diretamente ao Céu – glorificação.
a) Estêvão. – Atos 7:55.
5. O conselho sábio. – Heb, 12:1-2.

GIGANTES
Núm. 13:31-33

Apresentar a experiência dos espias de Israel.
O povo já, ao longe, via a terra prometida, sabia quais as delícias que lá encontraria, porém temeu os gigantes.

I – Com o povo de Deus acontece o mesmo.
1. Muitos conhecem o que lhes está preparado no céu.
2. Estão perto do reino de Deus, porém também a eles se apresentam gigantes temíveis; então, devido à falta de uma armadura apropriada, não podem enfrentá-los.

II – Os gigantes.
1. Falta de Fé.
a) Já no tempo de Jesus acontecia isto aos discípulos. Mar. 4:40; Mat. 17:20.
b) Hoje há ainda muito mais falta de fé.
2. Desânimo.
a) Desanimar não é pecado, porém contribui para fracasso.
3. Dúvida.
a) os discípulos de Jesus duvidaram. – Mat. 28:17.
b) Não devemos duvidar. – Tia. 1:6.
4. Calúnia contra o irmão.
a) Tem levado muitos para longe da verdade.
5. Espírito de crítica.
a) Contra os irmãos.
b) Contra a própria obra de Deus.

III – A armadura para enfrentar esses gigantes temíveis.
l. Cingidos com a verdade – não haverá mais calúnia.
2. Couraça da justiça – a crítica desaparecerá.
3. Calçados os pés com a preparação do Evangelho.
4. Escudos da fé.
5. Capacete da salvação – ânimo para prosseguir.
6. Espada da Palavra de Deus.
7. Oração perseverante tirará toda a dúvida.

EVIDÊNCIA EXPERIMENTAL
Mal. 3:10

I – Devemos provar a Deus.
1. Necessitamos de uma bênção.
2. Ele tem prometido uma bênção.

II – Como provar a Deus.
1. Em oração.
2. Com fé.
3. Pelos meios da graça.
4. No caminho do dever.
5. Na prática da fidelidade.

III – O resultado de provar a Deus.
1. Ele fica sob a responsabilidade de nos abençoar, se formos fiéis e seguirmos Suas instruções. – Mat. 6:33; Mal. 3:10-12.
2. Deus ainda nos proporcionará:
a) Paz. – Isa. 57:21; Sal. 119:165.
b) Alegria. – Mal. 3:12.
c) Completa satisfação. – Filip. 4:18.

ONDE ESTÁ SEU DEUS?
II Reis 2:14

I – Que espécie de Deus foi o Deus de Elias?
1. Um Deus que ouviu oração.
2. Um Deus que operou maravilhas.
3. Um Deus que preservou Seu povo.
4. Um Deus zeloso e amoroso.

II – Onde está ele agora?
1. Por que nossas orações são tão raramente respondidas?
2. Por que as maravilhas são tão raramente operadas?
3. Por que a fé é tão escassamente exercitada?
4. Por que o progresso é tão escassamente visto?

III – De que depende a manifestação de Deus hoje?
1. De você e de mim.
2. De sua e minha fé. – Tia. 4:7-10; Heb. 11:6.

A VIDA VENCEDORA

As promessas maravilhosas feitas aos vencedores:
– Apoc. 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21.
“Todo o que é nascido de Deus, vence o mundo”. Vencer o quê?
Que é o mundo? – I Jo. 5:4. Que devemos vencer? Como?
I – O que constitui o mundo?
Não se fala de conquistar nações ou terras.
1. A cobiça da carne.
2. A cobiça dos olhos. – I Jo. 2:16.
3. A vaidade da vida.

II – Que devemos vencer?
1. A cobiça da carne:
a) As obras da carne. – Gál. 5:19-21.
b) Noutro tempo, filhos da desobediência. – Efés. 2:1-3.
c) Procedem do coração. – Mar. 7:21.
2. A cobiça dos olhos – terça parte de todos os pecados.
Uma grande bênção – beleza da natureza.
Cego – não há maior maldição.
Eva – “viu que a árvore era boa”.
Os nossos olhos devem ser consagrados. – Prov. 6:12, 13.
“Pisca os olhos”. – Prov. 6:12, 13.
Muitas tentações – cinemas, praças…
“Vê-los com os olhos”. – Ecl. 5:11.
3. A soberba da vida: – Deus ama as coisas bonitas. Por isso a natureza é tão bela, prados, sol, crepúsculos, arco-íris, o belo rosto de um nenê, animalzinho etc. Triste verdade, quase todas as pessoas moças, bonitas, são orgulhosas.
Nos últimos dias. – Is. 2:2, 7; 3:16-24.
Todos os soberbos. – Mal. 4:1.

III – Como vencer.
l. I Jo. 5:5.
2. Jo. 16:33.
3. Rom. 6:12.
4. Rom. 8:37.

CRER OU OPINAR? – Jo. 20:19-31

A condição atual da humanidade em questão religiosa é bem desanimadora.
Falar-se hoje em fé é estar sujeito a ser ridicularizado. O que dizem muitos: “Sigo a minha opinião”, “consciência” etc.
Quando dizem que têm fé é uma fé superficial. – Mat. 15:8; 6:33.

I – Exemplos funestos de opinar em vez de crer.
1. Eva. – Gên. 3:6, 7.
2. Caim – sua oferta contra o plano de Deus.
3. Babel – contra o plano Divino. – Gên. 11:4.
4. Mulher de Ló. – Gên. 19:16, 17, 26.
5. Saul. – I Samuel 15:22-24; I Reis 13:7-9; 18, 24, 26.
6. Naamã – opinião orgulhosa – II Reis 5:10-12.
7. Zacarias. – Luc. 1:12-20.
8. Tomé – incredulidade crassa. – Jo. 20.

II – Exemplos sublimes de crença.
1. Noé. – Heb. 11:7.
2. Abraão. – Gên. 12:1-12; Heb. 11:8, 10.
3. Moisés. – Heb. 11:24, 25; 27.
4. Os mártires. – Heb. 11:32-37.

III – Qual é a nossa atitude.
1. Que dizemos sobre as verdades bíblicas?
2. Que pensamos sobre a solenidade dos tempos?
3. Que pensamos sobre a Lei de Deus?
4. Cremos de lábios ou de coração?
5. Creiamos e obedeçamos a Deus, e não temamos o opróbrio. Então seremos abençoados, Isa. 51:7, 8, 12-44; Apoc. 1:3.

O QUE FAZER COM A DÚVIDA
Deut. 29:29

I – Perscrutando a Deus.
1. Há muitas coisas que o homem não pode compreender.
Jó 11:7-9; Isa. 40:28.
2. Alguns sábios supõem que podem. – Ecl. 8:17; Jó 37:23-24.
3. A grandeza de Deus. – Isa. 55:8-9.
a) Seus caminhos são insondáveis. – Rom. 11:33.
b) Como humanos não podemos sondá-los. – I Cor. 2:16; Col. 2:3.
4. As coisas reveladas são para nós. – Deut. 29 :29.
a) A ilustração bíblica. – Rom. 1:19-22.

II – Qual deve ser a nossa atitude.
1. Examinar as Escrituras. – Jo. 5:39; 7:17.
2. O Espírito Santo revelará alguns dos mistérios.
– I Cor. 2:10; Jo. 16:13-14.
a) Conhecemos de experiência. – Sal. 34:8.
b) Assim seremos livres da dúvida. – Col, 1:13.
3. Reconhecer que a Palavra é a verdade. – Jo. 3:33.
4. Só no céu compreenderemos melhor. – I Cor. 13:12; Prov. 4:18.

A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
Sal. 32; Jer. 23:5-6

I – Regeneração.
1. Regeneração é o novo nascimento em processo.
2. São os passos na experiência humana.
3. “O Senhor, justiça nossa”.

II – Após a regeneração.
1. Os pecados são perdoados. – Isa. 55:7; 44:22.
a) É como o sino quebrado novamente fundido.
2. Justiça por Cristo. – Rom. 5:19; 4:25.
3. Aplicada ao coração crente. – Rom. 4:24; 5:1.
4. Então tornar-se santo aos olhos de Deus: – Efés. 5:27; Sal. 51:7.

III – Evidências da fé.
1. Mente renovada. – Rom, 12:2. .
2. É operação do Espírito Santo. – Tito 3:5.
3. Então o poder de Jesus em nós, – Jo, 17:23.
4. A mudança que deve ser vista. – Tia. 1:20-26; Rom. 8:1; Col. 2:6.

UMA LIÇÃO SUBLIME DE FÉ, OBEDIÊNCIA E DEDICAÇAO
Gên. 22:1-18

I – A ordem divina. – V. 1, 2.
1. Deus provou Abraão depois de tantos anos (50) de obediência e comunhão íntimas.
a) As provas dos filhos de Deus não cessam senão com a morte.
b) Embora sejamos cristãos, estamos sujeitos às tentações como antes.
c) As palavras de ânimo de Jesus. – Jo, 16:33.
2. Para bem julgarmos a prova a que foi submetido Abraão, devemos recordar as circunstâncias.
a) Em uma época em que se achava sem filho e bem velho.
b) Isaac era a vida e o sorriso do lar.
c) A ordem da aniquilação. – V. 2.
(1) O coração de Abraão ficaria quebrantado com as palavras: “Teu filho”.
(2) Certamente teria pleiteado com Deus.
3. A entrada na tenda.
a) Contempla a Isaac dormindo o sono da inocência.
(1) Quão feliz é a época da inocência! De nada se preocupa; nada sabe do “amanhã”.
b) Sara dorme, Abraão não quer acordá-la, pois sendo mãe, e bem velha, não suportaria o golpe da provação. Mãe é sempre mãe!
4. A viagem ao lugar do sacrifício. – V. 3.
a) Parte de madrugada.
b) Viaja três dias na areia quente. A sua dor.
c) A dor maior é o quebramento do coração. .
5. A preparação para o sacrifício. – Vs. 5-10.
a) A própria vítima leva a lenha. – V. 5, 6.
b) Uma pergunta comovente. – V. 7.
(1) Esta pergunta teria traspassado o coração do pobre pai.
(c) A preparação para o sacrifício e a cena. – V. 9.
(1) Foi um quadro indescritível .
d) A libertação. – V. 10. Não há Getsêmani sem um anjo!

II – O sacrifício que Deus hoje exige de nós.
1. Dar a Ele nosso coração. – Prov. 23:26.
2. Aceitar Seu jugo. – Mat. 11:28-30.
3. Deixar o mundo. – I Jo. 2:14-17.
4. Guardar Seus mandamentos. – Ecl. 12:13; I Jo. 5:1-3.
5. Confessá-Lo diante dos homens. – Mar. 8:34-38.
6. Manter a Sua obra. – Mal. 4:10.
a) Deus recompensará o sacrifício. – Sal. 50:5.

A FÉ – QUATRO PASSOS
II Tim 1:12

I – “Tenho crido”. – Aqui temos a crença, a fé que recebe.
1. “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo”. – Atos 13:31.
2. “O que crê no Filho tem a vida”. – Jo. 3:36.

II – “Estou certo”.
1. Temos a certeza da fé que aceita a Palavra de Deus como plena autoridade, final e absoluta.
2. Deus nunca engana. Nosso Senhor Jesus Cristo sempre cumpre.

III – “Meu depósito”.
1. Evidência da confiança da fé. A confiança entrega a causa nas mãos dos outros, como o doente se põe nas mãos do médico ou a pessoa em uma casa incendiada se entrega ao cuidado dos bombeiros.

IV – “Eu sei”.
1. Aí vemos o conhecimento da fé. Já não há mais dúvidas quanto à pessoa, à obra, ou à Palavra do Senhor. Tudo se vê assegurado nEle.
A FÉ aceita o que Deus oferece. A CONFIANÇA se entrega ao poder e amor do Senhor. A FÉ recebe o “dom de Deus que é vida eterna”. A CONFIANÇA devolve às mãos do Senhor a vida dada para que a utilizemos para glória divina e bênção de outros.

A FÉ

I – A esfera da fé. – Heb. 11:1.
1. Das coisas que se esperam, cujo gozo e plenitude ficam para o futuro.
2. Coisas não vistas – a fé tem que ver com o mundo invisível e espiritual, porém não menos real.

II – A origem da fé. – Rom. 10:17: é a essência da Palavra de Deus.
1. Quanto ao homem. – Rom. 5:12.
2. Quanto ao juízo. – Heb. 9:27.
3. Quanto ao amor de Deus. – Jo. 3:16.
4. Quanto ao Salvador. – Rom. 6:23.

III – O objeto da fé.
1. É a pessoa do Filho de Deus. – Jo. 1:12.
2. Sua obra consumada na cruz. – Rom. 4:23-25.
3. É a palavra autorizada de Deus a respeito. – Jo. 3:36; 5:24; 6:47.

IV – Os resultados da Fé.
1. Renascimento. – Jo. 5:4.
2. Vitória sobre o mundo. – Jo. 5:4.
3. Certeza. – I Jo. 5:13.

A BOA MILÍCIA DA FÉ
I Tim. 6:12

Os soldados de Cristo devem ser:
1. Homens selecionados – “Alistados”, “escolhidos”. – II Tim. 2:4.
2. Que combatam numa causa justa – “O bom combate”. I Tim. 6:12.
3. Sob um comando incomparável. – Rom. 8:31; Heb. 12:2.
4. Destemidos – Seu dever de combater. – I Tim. 6:12.
5. Armados com armas de primeira ordem. – II Cor. 10:4.
6. Com amplo equipamento. – Efés. 6:13.
7. De resistência a todo transe. – II Tim. 2:3.
8. Prontos a desfazer-se de todos os impedimentos, – II Tim. 2:4.
9. Não deve haver entre eles “quintas-colunas”. – Mat. 12:30.
10. Certos da Vitória. – Rom. 8:37.

QUE É A FÉ VERDADEIRA
Rom. 10:17

I – Há pessoas enviadas. – Rom. 10:15.
1. Cristo disse: “Ide por todo o inundo e pregai o Evangelho”. – Mar. 16:15. – Seja do púlpito, em nossa vida diária, em nossa conversação.

II – Essas pessoas pregam. Não têm como tema a opinião dos homens, da ciência ou da sabedoria do mundo, mas “o Evangelho do bem” – Rom. 10:15. As bênçãos que Deus nos oferece de graça:
a) O perdão.
b) A redenção.
c) A justificação.
d) A reconciliação etc.

III – Os evangelizados têm que ouvir. – Rom. 10:14.
a) “O que tem ouvidos, onça”. – Apoc. 3:20; Jo. 5:24.
b) É preciso prestar atenção a fim de obedecer.

IV – Os que ouvem têm que crer. – Rom. 10:14.
a) Precisam escutar a mensagem.
b) Entender a mensagem.
c) Ter plena submissão da vontade, crer.
d) Recebê-la em seu coração. – Luc. 8:15.
e) Somente assim haverá fruto para Deus.

V – Então invocarão o Senhor. – Rom, 10:12, 13.
a) Os tais não escondem sua fé.
b) Invocam o Senhor em sinceridade, – Sal. 145:18.

VI. Ele Se revelará a eles. Sua presença será uma grande realidade.
a) Adorá-Lo-ão por toda a vida. – Sal. 116:4, 13.

A GRANDEZA DO BATISTA
Luc. 1:15

1. Grande na convicção. – Mat. 11:7.
2. Grande na humildade. – Jo. 3:30.
3. Grande na coragem. – Mar. 6:18.
4. Grande na sua mensagem. – Jo. 1:29.

O CEGO BARTIMEU
Mar. 10:46-52

1. Sua condição.
a) Em sua pessoa – cego.
b) Em suas circunstâncias – mendigo.
e) Em sua residência – Jericó, cidade de maldição. – Jos. 6.26.

2. Sua ocasião.
a) Jesus de Nazaré ia passando.
b) Se não aproveitasse a ocasião não tornaria a ter outra.
c) Seu grande anelo era pôr-se em contato com Jesus, Filho de Davi.
d) creu em nEle como o Messias.

3. Sua constância.
a) Apesar da oposição da multidão, continua clamando por Jesus.
b) A verdadeira fé não se deixa intimidar pela opinião dos vizinhos.

4 . Seu galardão.
Jesus, o glorioso Filho de Deus, presta atenção a um mendigo.
a) Chama-o. – V. 49.
b) Prova-o. – V. 51. Tem que confessar sua necessidade e sua fé em Cristo.
c) Cura-o, em resposta a sua fé. – V. 52.
d) Atrai-o, fazendo-o seu discípulo.
A cura foi ato de um momento, porém a atração durou por toda a vida,

A FÉ DO CENTURIÃO
Luc. 7:10

1. Inteligente. – V. 8.
Ele encontrava em sua própria experiência militar elementos para crer que Jesus podia curar o seu servo à distância.

2. Grande. – V. 10
Note-se que o próprio Jesus é que avalia a fé exibida pelo centurião. Há gente de fé pequenina, sem vigor.

3. Vitoriosa. – V. 13.
“Vai e, como creste, te seja feito.”
“Senhor, aumenta-nos a fé.”

FÉ E OBRAS

Ambas se desenvolvem. Progressivas.

1. Fé.
a) Nenhuma fé. – Mar. 4:40.
b) Pequena fé. – Luc. 12:28.
c) Grande fé. – Mat. 8:10.
d) Fé rica. – Tia. 2:5.
e) Fé preciosa. – II Ped. 1:1.
f) Fé abundante. – At. 6:5.
g) Fé perfeita. – Tia. 2:22.

2. Obras.
a) Mortas. – Heb. 6:1.
b) Obras más. – Col, 1:21.
c) obras infrutíferas. – Ef. 5:11.
d) obras das trevas. – Col, 1:21.
e) Boas obras. – Mat. 5:16.
f) Obras maiores. – Jo, 14:12.
g) Obra perfeita. – Tia, 1:4.

JUSTIFICAÇÃO
Jó. 25:4

1. Falsos meios de justificação.
a) Arrependimento artificial.
b) Emenda de vida.
c) Boas obras.

2. Único meio de justificação: Pela fé nos méritos de Cristo.
a) É ordem de Deus que “nenhuma carne se glorie” perante Ele.
b) É determinação de Deus que só Seu Filho seja exaltado na justificação do pecador.
c) É determinação de Deus glorificar Seu Filho acima de toda a filosofia e tradição dos homens.
d) É determinação de Deus oferecer aos pecadores humildes uma base de consolação mais abundante.

A FÉ NUMA FESTA DE CASAMENTO

I – Jesus vai a umas bodas.
1. A visita a Caná. – Jo. 2:1 e 2.
a) Assistindo a essa festa, Jesus honra o matrimônio como instituição divina.
2. Hóspede significativo. Maria – V. 1.
3. Certos discípulos. – Jo. 1:40-45.
a) A identidade dos discípulos. – Jo. 1:35-51.
b) Era indispensável que esses discípulos se familiarizassem com o poder e o caráter de Jesus.

II – Hora da crise.
1. “Não tem vinho”. – Jo. 2:3.
a) O homem estabelece planos para a felicidade e prosperidade futuras, mas “o vinho falta”.
b) Este milagre contém lições para todos os que se defrontam com desapontamentos.
2. A resposta de Jesus à Sua mãe. – V. 4.
a) Tal resposta não exprimia frieza nem descortesia. Estava em harmonia com os costumes orientais.
b) Era empregada para com pessoas a quem se desejava mostrar respeito.

III – Jesus enfrenta a crise.
1. As instruções de Maria. – Jo. 2:5.
a) Este é o texto-chave da narrativa.
b) Estas palavras refletem o amor e confiança de Maria diante da crise.
2. A reação do mestre-sala. – V. 9-10.
a) O mundo serve primeiro o vinho melhor e depois o inferior.
b) Os dons de Cristo são sempre novos e sãos.

IV – Propósito e influência do milagre.
1. Manifestar a glória de Deus. – Jo. 2:11.
a) Esse milagre manifestou a terna bondade de Jesus.
b) Ele é apresentado como amigo da humanidade.
2. Despertou nos discípulos a fé.
a) Seus discípulos, hoje, são convidados a crer nesse mesmo Jesus, em qualquer crise,

A DÚVIDA
Mat. 14:28 (22:33)

1. A dúvida nos distrai de Cristo.
a) Pedro começou a sentir o vento e esqueceu-se de Cristo.
b) A dúvida focaliza nossa atenção em outras coisas, quando devíamos olhar só para Cristo, “o Autor e consumador de nossa fé”.
c) Se olharmos para os homens, o fracasso e o perigo virão inevitavelmente. E quantos olham para a vida dos outros e logo se afundam no mar dos escândalos!

2. A dúvida nos enche de temor.
a) Pedro teve medo. Só quem crê pode ter confiança. O medo se liga à dúvida e não à fé.
b) Quem confia em Deus não tem medo. – Sal. 23:4.
c) Davi e Golias.

3. A dúvida nos põe em perigo.
a) Pedro começou a afundar. A dúvida sempre quer dizer submersão espiritual. Aquele que cultiva a dúvida está em perigo de se afogar e morrer. Se Pedro não tivesse duvidado, nenhum perigo lhe teria ocorrido.
b) A dúvida de Tomé e seu desapontamento.

4. Somente a fé e a confiança em Jesus nos dão segurança.

UM NOBRE E UM CENTURIÃO CRÊEM EM JESUS
Jo. 4:50

I – Jesus outra vez em Caná.
1. O milagre anterior em Caná. – Jo. 4:46.
2. Um nobre e seu filho. – V. 46.
a) Jesus trabalhou em favor de todas as classes sociais.
b) A porta da fé estava aberta para todo aquele que escolhesse entrar.
3. O pedido do nobre. – V. 47.
a) A dor bate à porta de qualquer pessoa. Não respeita categorias sociais.

II – A necessidade de fé.
1. Jesus prova a sinceridade do nobre. – V. 50.
a) O nobre representava, nesse exemplo, o grande número de pessoas que fazem a fé depender do cumprimento de algum sinal. Tal atitude não é fé real.
b) Precisamos crer antes de ver sinais e maravilhas.
2. A luta travada no coração do nobre. – V. 49.
a) O nobre possuía certo grau de fé.
b) Jesus tinha um dom maior para conceder. Desejava, não somente curar a criança, mas tornar o oficial e sua casa participantes das bênçãos da Salvação e acender uma luz em Cafarnaum.
c) O oficial do rei representava muitos de sua própria nação. Interessavam-se em Jesus por motivos egoístas.

III – A recompensa da fé.
1.  A certeza de Jesus. – Jo. 4:50.
a) “O teu filho vive”. – Palavras que comovem a qualquer pai.
b) A agonia e a incerteza deram lugar à paz e às ações de graças.
2. A fé do nobre. – V. 50.
a) Havia mudado de atitude, a condicionar a sua fé.
3. Pergunta feita pela curiosidade humana. – V. 52.
a) Não foi feita por falta de fé.
b) O resultado final. – V. 53.

PERDÃO PELA FÉ
Luc. 5:20

I – Jesus visita outra vez Cafarnaum.
1. Novamente em Cafarnaum. – Mar. 2:1.
a) Jesus estava ensinando na casa de Pedro.
2. A multidão ansiosa. – Mar. 2:2.

II – A fé vence obstáculos.
1. O paralítico. – Mar, 2:3.
a) Como o leproso, esse paralítico perdera toda a esperança do restabelecimento.
b) Sua doença era resultado de uma vida pecaminosa.
c) os fariseus consideravam a doença como testemunho do de desagrado divino, e mantinham-se à distância do enfermo e do necessitado.
2. O recurso dos amigos. – V. 4.
a) Mostraram a força da vontade e a fé no Ser divino. Jesus.
b) A fé se manifesta muitas vezes por uma determinação inabalável que descobre meios para vencer obstáculos.

III – Jesus perdoa os pecados e cura.
1. A maior necessidade do homem – o perdão. – Mar. 2:5.
a) Existem hoje milhares de vítimas de sofrimentos físicos, os quais, como o paralítico, estão anelando a mensagem: “Perdoados estão teus pecados”.
2. Objeção dos heréticos. – V. 6-7.
a) Esses heréticos representam a religião decadente, feita de regras e formalidades exteriores.
3. Réplica às críticas – a cura. – V. 8-12.
a) Esse incidente esclarece o propósito dos milagres de cura efetuados por Jesus.
4. O efeito sobre o povo. – V. 12.

A FÉ QUE CURA
Mar. 5:22-43; Luc. 8:48

I – O encontro de Jairo com Jesus.
1. Prostrou-se a seus pés. – Mar. 5:22.
2. Um angustioso pedido de pai. – V. 23.
a) Um altivo rabi suplica.

II – O toque da fé.
1. Mulher infeliz procura auxilio. – V. 25-27.
2. A expressão sincera de fé. – V. 28.
a) Temia perder a oportunidade.
3. Jesus não desaponta a alma contrita e humilde. – V. 29-33.
a) A fé vencedora. – V. 34.

III – Tristes novas da casa de Jairo.
1. Dura notícia para um pai. – V. 35.
2. A extremidade humana é a oportunidade divina. – V. 36.
a) Por Ele, um dia os nossos mortos ressuscitarão para uma vida imortal. – I Tes. 4:13-18.

IV – Jesus atende à fé sem acepção de pessoas.
1. Nele não há acepção de pessoas. – Atos 10:34.
2. Ricos na fé. – Tia. 2:5.

ALIMENTO TEMPORAL OU FÉ ESPIRITUAL
Jo. 6:35

I – Descanso interrompido.
1. Interrompendo Seu descanso. – Mar. 6:31-32 – Jesus prega à multidão. – Mar. 6 :33-34.
a) Apesar de interrompido, prejudicado em Seu repouso, não ficou impaciente.
2. Escassez de alimento. – V. 35-36.
3. Ordem aparentemente impossível. – V. 37.
a) Humanamente impossível. Com a bênção divina, tudo é possível.
b) A Palavra de Deus em nossas mãos é o alimento necessário às multidões famintas de pão espiritual.

II – O criador trabalhando.
1. Cuidando da multidão. – Mar. 6:39-41.
2. Uma lição de ordem. – Luc. 9:14-16.
3. Uma lição de reconhecimento. – Mat. 14:19.
4. Uma lição de economia. – Jo. 6:12-13.

III – Resultados desse milagre.
1. Negativos:
a) Tentativa para fazer Jesus Rei. – Jo. 6:15.
(1) O reino de Jesus não é deste mundo.
b) O afastamento de muitos discípulos. – V. 66.
(1) A prova era demasiado grande.
(2) O insincero e o egoísta que O tinham buscado não mais O desejavam.
2. Positivos:
a) O caminho aberto para o ensino das verdades espirituais.
– Jo. 6:25-56.
b) Fidelidade dos doze. – V. 67-69.

Conclusão:
Jesus é o alimento suficiente para a vida que passa e para a vida que não passa. – Jo. 6:35.

A FÉ DE UM PAI
Mar. 9:14-29; 33-34

I – O vale do serviço.
1. A multidão confusa. – Luc. 9:37; Mar. 9:14-15.
a) Toda a noite fora passada no monte e, ao nascer do Sol, Jesus e os discípulos desceram para o vale. O povo já andava por toda parte à procura de Jesus.
2. O rapaz com espírito mudo. – Mar. 9:16-18.
a) Os discípulos falharam em expulsar o espírito mau do rapaz.
b) Os rabis zombavam dos discípulos e do próprio Cristo.

II – A falta de fé.
1. Uma geração sem fé. – Mat. 17:17-18.
2. A ordem de Jesus. – V. 17.
3. O desafio do demônio. – Mar. 9:20.
4. A angústia do pai. – V. 21-22.

III – O desafio da fé.
1. Repto à fé do pai. – Mar. 9:23.
a) É a fé que nos liga ao Céu e nos dá força para resistir aos poderes das trevas.
2. A resposta do pai. – V. 24.
a) Lancemo-nos aos pés de Jesus, com o clamor: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!”
3. O demônio é expulso. – V. 25-27.

IV – A razão do fracasso dos discípulos.
1. A pergunta dos discípulos. – Mar. 9:28.
2. A resposta de Jesus. – V. 20.
3. Atitude errada. – V. 33-34.
a) A escolha dos três discípulos para acompanharem Jesus ao monte excitou os ciúmes dos nove.
b) Somente a súplica fervente, perseverante, a Deus, feita com fé, pode ser eficaz na batalha contra os príncipes das trevas.

UM CEGO VÊ E CRÊ
Jo. 9:1-38; 5

I – Idéia errada quanto ao pecado
1. A pergunta dos discípulos. – Jo. 9:1-2.
a) Geralmente, acreditavam os judeus, o pecado é punido nesta vida.
b) Toda enfermidade era considerada como castigo divino.
(1) Assim estava preparado o caminho para os judeus rejeitarem a Jesus.
2. A resposta de Jesus. – V. 3; Rom. 8:28.
3. A luz do mundo. – Vs. 4-5.

II – A cura do cego.
1. Os olhos do cego são untados. – V. 6.
a) Não havia poder de cura no lodo, ou no tanque, mas a virtude residia em Cristo.
2. A cooperação humana. – V. 7.
a) O tanque de Siloé significa Enviado.
b) Jesus sempre declarou que Ele mesmo fora enviado por Deus, portanto podia curar.
3. Os vizinhos fazem perguntas. – V. 8-12.
a) Estas três perguntas são típicas da experiência de muitos que se achegam a Cristo.
(1) A primeira reação do espectador é a surpresa.
(2) A segunda reação é a curiosidade.
(3) A terceira reação é o desejo (“Onde está Ele?”).

III – O testemunho do homem curado.
1. A sua transformação. – V. 24-25.
2. Resultado do testemunho. Excomunhão. – V. 34.
a) Amaldiçoado pelos homens e recebido por Jesus. – V. 35.
b) A experiência é testemunho convincente. – Rom. 1:16-17.
3. A expressão de fé do homem. – Vs. 36-38.

A FÉ É MAIS FORTE DO QUE A SEPULTURA – Jo. 11:1-44

O coração de Jesus estava unido por um forte vínculo de afeição à família de Betânia, e por meio de um membro dela foi realizada a mais maravilhosa de Suas Obras.
I – Infortúnio num lar de Betânia.
1. A doença de Lázaro. – Jo. 11:1-2.
2. Mensagem a Jesus. – V. 3.
3. Declaração de Jesus sobre a doença. – Vs. 4-6.
a) Os discípulos certamente teriam estranhado a frieza com que Jesus recebera a notícia.
b) Dois dias demorou-Se a atender. Essa demora era um mistério para os discípulos.
4. A viagem à Judéia e a conversação com os discípulos. – V. 7-16.
a) A lição de fé. – Vs. 15-16,

II – A fé de Marta e de Maria.
1. Marta manifesta e confessa sua fé. – Vs. 7-17, 22-27.
a) Marta tinha fé, mas sua fé não era completa.
b) Confessou, finalmente, sua fé na divindade de Jesus e sua confiança em que Ele era capaz de efetuar qualquer coisa que Lhe aprouvesse. Esta é a fé de Heb. 11:1.
2. Maria exprime sua fé e Jesus simpatiza com seu sofrimento.
– V. 28-36.
a) Ainda que Filho de Deus, revestira-Se, no entanto, da natureza humana e comoveu-Se com a humanidade e sua dor.

III – A fé triunfa sobre a sepultura.
1. Repto à fé de Marta. – V. 37-40.
a) Impossibilidades naturais não podem impedir a Obra do Onipotente.
2. Lázaro é ressuscitado, – V. 41-44.
a) A maior prova da divindade de Jesus.
3. Jesus venceu a morte. – I Cor. 15:42, 53-55. Daí poder dizer: “Eu sou a ressurreição e a vida.”

FELICIDADE E PAZ

COMO SER FELIZ
Apanhe doze meses bonitos e bem crescidos. Veja que eles estejam completamente livres de todas as velhas recordações de AMARGURA, RANCOR, ÓDIO, INVEJA. Limpe-os de todos os DESPEITOS aderentes, cuidando em tirar qualquer mancha de PEQUENEZ ou de PIEDADE PARA CONSIGO MESMO. Em resumo, livre esses meses de todo o PASSADO. Agora, corte-os em trinta e uma partes iguais. Não tente fazer toda a força de uma vez! Antes prepare um DIA de cada vez e em cada um deles ponha o seguinte:
12 partes de Fé
11 partes de CORAGEM
10 partes de PACIÊNCIA
9 partes de TRABALHO
8 partes de ESPERANÇA
7 partes de FIDELIDADE
6 partes de SOLICITUDE
5 partes de BONDADE
4 partes de DESCANSO
3 partes de PRECE
2 partes de MEDITAÇÃO e junte
1 parte de RESOLUÇÃO cuidadosamente selecionada.

Ponha mais ou menos uma colher de chá de BOM ESPÍRITO, uma dose de ALEGRIA, uma pitada de EXTRAVAGÂNCIA, salpique um pouco de DIVERSÃO e um copo de BOM HUMOR.
Derrame no todo, uma quantidade liberal de AMOR e misture com DEDICAÇÃO. Cozinhe-o inteiramente num CALOR ARDENTE. Enfeite com SORRISOS e um raminho de OTIMISMO. Sirva com CALMA, sem EGOÍSMO e com JOVIALIDADE.

O MODELO DA ALEGRIA HUMANA

Nós não estamos acostumados a pensar em Cristo corvo o modelo da alegria humana, mas Ele o era.
1. A vida terrena de Cristo, mesmo em suas tristezas, era uma vida de alegria sem paralelo. Quais foram as principais características da vida de Nosso Senhor nesse particular?
a) A consciência da constante comunhão divina. Comunhão com Deus é alegria.
b) Obediência à vontade de Deus é alegria. O hábito de reconhecer a vontade divina em todas as coisas tem o poder de tornar-nos alegres.
c) Pureza é alegria. Liberdade de uma consciência acusadora e de desejos incontroláveis é felicidade.
d) Amor é alegria. O esquecimento do eu – o ato de autosacrifício – é alegria.
2. A vida celestial é uma vida de alegria, aperfeiçoada pelas tristezas que passaram. A alegria celestial do Senhor se encontra na contínua extensão dos benefícios de Sua morte e em toda a glória e triunfo que a Sua alma humana possui,
3. A alegria do Senhor sobre a Terra e no Céu é concedida através da sua simpatia para com os homens que sofrem. Na Terra podemos receber comunhão com Deus, perdão e santidade; no Céu participaremos de Seu triunfo. Nossa vida terrena nunca pode ser alegria pura e não interrompida, mas Sua alegria pode ser a mais real e profunda.

SETE SEGREDOS DA FELICIDADE

1. Felicidade em guardar a lei. – Prov. 28:18.
2. Felicidade em sofrer por Deus. – I Ped. 3:17.
3. Felicidade na correção de Deus. – Jó 5:17.
4. Felicidade em fazer o que Jesus manda. – Jo. 13:17.
5. Felicidade se Deus é nosso Senhor. – Sal, 144:15.
6. Felicidade em encontrar sabedoria. – Prov. 3:13.
7. Felicidade em confiar no Senhor. – Prov. 16:20.

VIDA IDEAL

Definição de uma vida ideal, segundo Deus: “Um varão conforme Meu coração, que executará toda Minha vontade”. – Atos 13:32.
1. O alvo da vida: “Venho, ó Deus, para fazer a Tua vontade”.
– Heb, 10:9.
2. O sustento da vida: “A minha comida é fazer a vontade dAquele que Me enviou”. – Jo. 43:4.
3. Os companheiros da vida: “Qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é Meu irmão, e Minha irmã, e Minha mãe”. Mar. 3:35.
4. A instrução para a vida: “Ensina-me a fazer a Tua vontade … ó meu Deus”. – Sal. 143:10.
5. O prazer da vida: “Deleito-me em fazer a Tua vontade, ó Deus”. – Sal. 40:8.

O QUE É A VITÓRIA
II Cor. 2:14

1. Quando esquecido e negligenciado, ou propositalmente posto de lado, e ainda você pode sorrir, gloriar-se intimamente do insulto ou uma omissão, porque por este meio você é contado como digno de sofrer por Cristo – isto é vitória.
2. Quando falam mal do bem que você faz; quando seus desejos não se realizam; seu gosto é ofendido; seus conselhos desprezados; sua opinião ridicularizada; e ainda com amor você pode aceitar tudo paciente e silenciosamente – isto é vitória.
3. Quando você se satisfaz com qualquer comida, qualquer vestuário, qualquer clima, qualquer sociedade, qualquer solidão, qualquer interrupção feita por Deus – isto é vitória.
4. Quando você pode lidar pacientemente e com amor com qualquer desordem, qualquer irregularidade, qualquer impontualidade, qualquer importunação – isto é vitória.
5. Quando você nunca pensa em referir-se a si mesmo nas conversações ou exibir suas boas obras, ou desejar elogios, quando realmente você puder apreciar ser desconhecido – isto é vitória.
6. Quando você pode estar face a face com desperdícios, disparates, extravagâncias, insensibilidade espiritual, e suportar tudo como Jesus o suportou – isto é vitória.

A PAZ VERDADEIRA
Jo.  14:27

É uma necessidade urgente da humanidade. O mundo não pode dar o que não tem.

I – A paz do mundo.
1. A paz política.
a) Na linguagem diplomática – “Paz armada”.
(1) As nações se armam para respeito mútuo.
b) Que temos visto como resultado? – Guerras.
2. A paz social.
a) É a que estabelece que o dinheiro faz o homem feliz.
b) As comodidades produzem calma espiritual.
c) Os prazeres trazem paz e felicidade.
(1) São todos os ricos felizes?
(2) São os que se fartam de prazeres felizes?
(3) A experiência ensina que a paz não é questão de prazeres materiais.
3. A paz intelectual.
a) Muitos se refugiam na leitura como agência produtora de paz.
b) Buscam obras de moral, de consolo, de filosofia, mas não acham paz.
(1) Um livro feito por homens não pode fazer o que só Deus pode fazer.
c) A paz não nasce na cabeça, mas no coração, e Jesus é o único que pode transformar o coração.

II – A paz de Cristo Jesus.
1. A paz que o mundo não tem.
a) Como se revelou em Jesus.
(1) Nada O turbava diante dos inimigos, das aflições, do Getsêmani e de Pilatos.
b) Onde está o segredo desta paz?
(1) Na comunhão íntima com Deus.
(2) Na segurança do cumprimento cabal da vontade de Deus.
(3) Esta é a paz que o mundo não tem e não pode dar.
2. Como a adquirimos? – É questão do coração.
a) Como o filho pródigo, precisamos ir ao Pai por Jesus, pelo Qual alcançamos reconciliação e a paz, – Jo. 6:37; 14:27.

A VERDADEIRA FELICIDADE – COMO OBTÊ-LA?

Nós, no fundo do coração, ansiamos pela posse da felicidade.

I – Como o mundo procura a felicidade.
1. Nos prazeres passageiros e efêmeros.
a) Carnaval etc.; vítimas vão parar na assistência.
2. Nas conquistas e louros.
a) Carlos Magno – esqueleto, cetro caído etc.
b) O triste fim das “misses”.
c) Na ponta de um revólver ou punhal.

II – Contraste entre a felicidade que o mundo oferece e a outorgada por Cristo.
1. Dinheiro.
a) Calígula, Eastman Kodak e suas vidas finais; suicídios de banqueiros. Os ricos de hoje vivem inquietos.
b) Ao cristão é assegurada uma herança. – Rom. 8:16-17.
c) Ele é rico. – Apoc. 2:9; II Cor. 614,7-10.
d) A pérola preciosa. – Prov. 10:22; Mat. 13:44.
2 . Saúde.
a) O dinheiro, sem saúde, é sem valor.
b) A saúde aqui é relativa, e, na proporção que o fim se aproxima, as doenças aumentam.
c) Ao cristão, já aqui na Terra, é dada a promessa de Jesus ser Seu médico. – Êx. 15:26 – e, na mansão celestial, saúde real. – Mat. 4:2; Isa. 33:24.
3. Amigos.
a) Tenho dinheiro, temos amigos – Prov. 19:4 – mas a amizade terrena é muitas vezes falsa.
b) Jesus quer ser nosso melhor amigo. – Jo. 15:14,15. – Prov. 18:24; 17:17.
c) É Jesus o teu amigo real?
4. Lar.
a) Certas mansões parecem-nos um paraíso. Fraca concepção!
b) Mesmo no lar onde deve haver felicidade segundo o plano de Deus, às vezes há lutas e misérias.
(1) As tragédias conjugais.
c) Aqui somos forasteiros: nosso lar está no céu. – Jo. 14:1-3; Filip. 3:20, 21; Heb. 11:13-16.

III – Em que consiste, pois, a felicidade?
1. Não nas coisas deste mundo.
2. Em achar e ter Jesus no coração. – Jo. 4:13-14; 14 :27.
a) O que disse Agostinho: “O nosso coração não está tranqüilo enquanto não descansar em Jesus.”
3. Jesus nos outorga a verdadeira felicidade – a que passa e a que não passa, a vida eterna. – Luc. 2:9-10.

O AFÃ DOS PRAZERES

Muitos hoje pensam que a real felicidade consiste nos prazeres que o mundo oferece.

1. É um sinal do fim. – II Tim. 3:4.
a) Assim foi nos dias de Noé.
2. Os prazeres deste mundo são efêmeros e funestos. – I Jo. 2:15, 17.
a) Quantos lares arruinados, quantas crianças na orfandade e miséria; hospitais e cadeias cheias de vítimas dos prazeres!
3. Jesus é a Fonte de toda a alegria que satisfaz a alma. – Sal. 16:11; Jo. 14:27.
a) Os discípulos se alegraram quando viram o Senhor. – Jo. 20:20.
b) Os ímpios não têm paz. – Isa. 57:21.
4. O reino de Jesus é de paz e de gozo permanente. – Rom. 14:17-19.
5. O conselho de Jesus. – Mat. 6:35; I Jo. 2:15,17.

A VERDADEIRA E A FALSA PAZ

I – Os bens do homem forte estão em paz – Luc. 11:21.
1. Estes estão sob a influência satânica.
2. É uma paz fruto da valentia.
3. Paz baseada nas diversões, com o esquecimento das coisas sérias.

II – “Paz, paz; e não há paz” – Jer. 8:11.
1. São falsos profetas.
2. Correm sem mensagem do Senhor.
3. Muitas pregações hoje são panacéias e não têm o sentido necessário. – Jo. 3:3, 5, 7.
4. Opiniões humanas, ciência, educação secular etc, são comparadas a uma parede frágil. – Eze. 13:10.

III – A paz verdadeira – Jo. 14:27.
1. É a paz duradoura.
2. É a paz que o mundo, a sociedade, o lar e o indivíduo necessitam.
3. Jesus no-la dá. – Jo. 14:27.
a) Ele é o Príncipe da Paz.

O SEGREDO DA VERDADEIRA FELICIDADE

I – Introdução
1. Todos buscam a felicidade na vida.
2. Pouquíssimos são realmente felizes. Dizem alguns que a felicidade é apenas uma ilusão.
3. A felicidade não é um objetivo, mas um estado de espírito.
4. A confusão entre o prazer e a verdadeira felicidade.
5. O temor e a insegurança em nossos dias são os inimigos da felicidade.
6. A consciência enferma é outro fator de infelicidade.

II – O motivo da infelicidade.
1. Não há paz senão na harmonia com Deus. – Isa. 57:21.
2. Existe temor se não houver harmonia com Deus. – Prov. 10:24.
3. Não existe paz onde há pecado. – Sal. 38:2,3.
4. O pecado separou-nos de Deus. – Isa. 59:2.
5. A separação de Deus é infelicidade. – Sal. 38:4, 6-10.
III – Como vencer a infelicidade.
1. Se a separação de Deus produziu infelicidade, a reconciliação e a salvação produzirão júbilo. – Sal. 51:8-12.
2. Encontraremos felicidade na guarda dos mandamentos.
– Isa. 48:18.
3. Acharemos paz na guarda da lei de Deus. – Sal. 119:165.
4. Eliminaremos a infelicidade por confiar, entregar nossos caminhos ao Senhor e descansar nEle. – Sal. 37:3-7.

IV – A verdadeira felicidade da vida.
1. Somente na genuína experiência cristã existe libertação de:
a) Temor. – I Jo. 4:18; Isa. 43:5; Sal. 56:3,4.
b) Aflição e ansiedade. – Mat. 6:25.
2. Somente na genuína experiência cristã existe:
a) Paz – Isa. 24:12;32:17; Jo. 16:33.
b) Repouso e confiança. – Mat. 11:28.
c) Verdadeira felicidade. – Sal. 33:1; 128:1,2; Prov, 16:20; Sal, 16:11.

OBSTÁCULO ÀS BENÇÃOS DIVINAS

1. O espírito de cobiça. Ex. Acã. – Jos. 7.
2. O espírito de rebeldia. Ex. Jonas. – Jonas 2-3.
3, O espírito de mundanismo. Ex. Demas. – II Tim. 4:10.
4. O espírito de negligência à oração. – Tia. 4:2.
5. O espírito de vingança (que não perdoa). – Mat. 6:14-15.
6. O espírito de crítica – O fariseu da parábola: “Eu não sou como os demais…” – Luc. 18:9-14.
7. O espírito de indiferença. Ex. Gálio. – At. 18:17.
8. Q espírito de exaltação própria – Tiago e João.
9. O espírito de desobediência. Ex. O rei Saul. – I Sam. 15:22.

BEATITUDES NO VELHO TESTAMENTO

1. A bem-aventurança do culto: “Bem-aventurados os que habitam na Tua casa”. – Sal. 84:4.
2. A bem-aventurança da obediência: “Bem-aventurados os que guardam os Seus testemunhos”. – Sal. 119:2.
3. A bem-aventurança da fé generosa: “Bem-aventurados vós os que semeais sobre todas as águas”. – Isa. 32:20.
4. A bem-aventurança do perdão: “Bem-aventurado é aquele cuja transgressão é perdoada”. – Sal. 32:1.
5. A bem-aventurança da dependência: “Bem-aventurado é o homem cuja força está em Ti”, – Sal. 84:5.
6. A bem-aventurança da paciência: “Bem-aventurados todos os que nEle esperam”. – Isa. 30:18.
7. A bem-aventurança das provações: “Bem-aventurado é o homem a quem Tu repreendes”. – Sal. 94:12.

OS PASSOS DE UM HOMEM BOM SÃO CONFIRMADOS PELO SENHOR
Sal. 37:23-24

A expressão “um homem bom” significa um herói, um valente.
I – Um homem valente.
1. Pela verdade.
2. Pelo direito.
3. Pela justiça.
4. Que tem o bem como a norma de sua vida.
5. Que se sente feliz em viver para Deus.

II – Prospera mesmo entre dificuldades e provas. Gên. 39:2-6; 21-23
1. Para tais vitórias foi preparado.
a) Amado do seu pai, ainda que odiado por seus irmãos. – Gên. 37:3-11.
b) Ainda que ameaçado de morte. – V. 18-20, 28.
c) Mesmo tentado por uma mulher. – Gên. 39:9.
d) Lançado numa prisão. – Gên. 39:20 – o Senhor estava com ele. – Gên. 21:22.

III – Os passos de um homem bom, são confirmados pelo Senhor. Sal. 37:23-24.
1. Essa promessa não assegura que nunca cairá.
2. Se cair, não ficará prostrado, abandonado,
a) O Senhor o tomará pela mão, o erguerá. O exemplo de Pedro. – Mat. 14:31.
(1) O Senhor ouviu a breve oração da angústia e desespero. – Mat. 14:30-31.
3. Deus permite que sobrevenham decepções e provas, mas para nosso bem. – Rom. 8:28.
a) Ele nos ama. – II Tim. 3:16-17.
b) Sustenta-nos com Sua mão. – Sal. 56:13.
c) Somos Seus filhos. – Rom, 8:16; Col, 2:3.
(1) Não precisarmos correr atrás de filosofias e psicanalistas em b-asca de felicidade e cura.
4. O segredo do sucesso. – Prov. 8:17.
a) Somente assim teremos um fim feliz. – Ecl. 12:1.

FIDELIDADE

A FIDELIDADE
João Korps

“Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”. – Apoc. 2:10.
A fidelidade é a observância exata da fé que uma pessoa professa. Cumprindo as obrigações assumidas, não por força, mas por afeição voluntária. É cumprimento escrupuloso dos compromissos aceitos.
Sem essa fidelidade, os tratos recíprocos da vida transformam-se em farrapos de papel… Sem essa felicidade, o homem perde a confiança na sociedade e cria dúvidas no caminho da vida. Na vida espiritual dá-se o mesmo, e por isso a razão da divina advertência: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida.”
Todos prometem a fidelidade na ocasião do trato; e cumprimento fiel, na ocasião da assinatura do pacto. A maioria, entretanto, não continua fiel aos deveres assumidos na vida cristã.
Encontramos um dos mais perfeitos exemplos de fidelidade na vida de Daniel e seus amigos.

I – Fidelidade na pureza.

“E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei”. (Dan. 1:8). Daniel e seus três amigos voluntariamente levaram a sério esse compromisso de fé.
É o compromisso de pureza mental e espiritual. Era uma resolução difícil entre os jovens da corte real em Babilônia. Como prova de sua fidelidade, os seus semblantes tornaram-se mais belos depois de dez dias (1:15). Essa pureza era a base de sua glória posterior em Babilônia e na presença de Deus.
Os jovens de hoje, os que renunciam voluntariamente aos pratos da vaidade miraculosa deste mundo, receberão também glória permanente diante de Deus. Esaú vendeu a sua primogenitura por um prato de lentilhas de prazer carnal e momentâneo, chorando depois amargamente.

II – Fidelidade na piedade.

A piedade é “o princípio da sabedoria”. Daniel ficou fiel no temor à Deus. O resultado dessa piedade logo se confirmou: “Então foi revelado o segredo a Daniel numa visão de noite. Então Daniel louvou o Deus do céu” (Dan. 2:19). A fidelidade a Deus levou-o à sabedoria que nenhum dos caldeus pudera adquirir com a inteligência humana. Os fiéis e os humildes recebem visões do céu como está escrito: “… e os vossos jovens terão visões …” (At. 2:17). E Paulo disse: “Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial” (At. 26:19; Mat. 11:25).
Pela fidelidade na piedade, Daniel sobrepujava a todos os sábios de Babilônia. O próprio rei o afirmou assim: “Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e o revelador dos segredos, pois pudeste revelar este segredo” (Dan. 2:47). Os homens tementes a Deus são fiéis nos seus cargos e compromissos e eles recebem honras de seus superiores, assim como José no Egito, o qual, pela sua fidelidade em piedade chegou a ser vice-rei do país (Gên. 41:38-46).
Se você quer ser honrado diante de Deus, você deve renunciar às honrarias humanas e não temer a perda do teu emprego, se deve negar à voz da tua consciência!

III – Fidelidade contra a idolatria.

Sadraque, Mesaque e Abede-nego enfrentaram a morte certa pela sua fidelidade.ao Deus vivo. A fornalha estava sete vezes mais quente para eles (Dan. 3:17-19). Pela sua fidelidade e piedade no meio de idólatras, o próprio Filho de Deus estava com eles no freio de chamas devoradoras (24-26). Libertados da fornalha ardente, proclamaram altissonantes o Deus vivo e verdadeiro em todo o Império Babilônico (V. 29-30).
Os fiéis a Deus, que não se submetem à escravidão da idolatria, da riqueza humana e não se inclinam diante da vaidade carnal, serão honrados e reinarão com Cristo: “Se sofrermos, também com Ele reinaremos; se o negarmos, também Ele nos negará” II Tim. 2:12. (Cf. Ap. 2:25-28; 3:21;5:10; 20:6).

IV – Fidelidade na pregação.

Diante da luxúria de Belsazar, estando na posição honrosa, Daniel sem rodeios permaneceu fiel na declaração contra os pecados do rei (Dan. 5:18-28). Esta fidelidade imediatamente foi recompensada da parte do rei e de Deus (Dan. 5:29).
Hoje em dia, muitos temem anunciar a verdade clara, por causa da amizade pessoal. Por causa dos cargos e posições lisonjeiam uns aos outros e por fim caem na desonra diante de Deus.
A palavra de Deus é como uma espada e como martelo (Jer. 23:29; Heb. 4:12).

V – Fidelidade na oração.

Os inimigos de Daniel, não podendo achar o motivo de acusação contra ele, procuravam acusá-lo no seu culto de adoração: “Então estes homens disseram: “Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.” (Dan. 6:4).” Daniel com mais fidelidade orava, abrindo a sua janela para o lado de Jerusalém (6:10). Pela sua fidelidade, os príncipes invejosos determinavam entregar o corpo de Daniel como alimento para leões famintos (6:17-18). Os leões recusavam despedaçá-lo. Um amigo fechou a boca dos animais ferozes e Daniel saiu ileso (Dan. 6:20-23),
“Orai sem cessar!” (I Tes. 5:17). Não temais os homens ferozes e invejosos, sereis salvos pela vossa fidelidade como Paulo disse: “Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me… e fiquei livra da boca do leão!” II Tim. 4:17.

VI – Fidelidade na profecia.

Sendo fiel em tudo, Deus confiou-lhe também os vaticínios sobre os quatro reinos mundiais (Babilônico, Medo-Persa, Grego-Macedônico e Romano). Recebeu claras revelações do reino de Messias, que seguiria logo ao quarto rei (Dan. 7:9-18, 27). Estas profecias para Daniel eram seladas (Dan. 12:4,9), mas para os nossos dias reveladas (Apoc. 22:10). São palavras fiéis e afirmadas com juramento divino ( Dan, 12:7; Apoc. 19:9; 21:5; 22:18,19). Estes vaticínios sobre os quatro reinos foram repetidos por quatro vezes em quatro modos diferentes. Para os estudiosos e interessados deixamos as passagens:
Primeira vez no sonho de Nabucodonosor: – Dan. 2:38-44.
Segunda visão. Dan. 7:2-8.
Terceira vez. Dan. 8:20-24.
Quarta revelação – Dan. 11:2-5. Sempre terminando com o quarto, como um rei duro, como de ferro esmagando tudo, que será Anticristo (2:40. 7:23, 8:24; 11:22). Logo depois começa o reino do Filho de Deus (2:44; 7:27).
Se somos fiéis na pureza, na piedade, na divulgação fiel do Evangelho, na oração, também seremos fiéis nas coisas Escatológicas, como o foram Cristo e os Apóstolos! Mat. 24 a 25; I Tes. 4:13-5:1-6; II Tes. 2:1-12; II Ped. 3:1-14; Apoc. 5 a 22.
Quem é pois o servo FIEL E PRUDENTE, que O SENHOR CONSTITUIU sobre a sua casa, para dar sustento a seu tempo, ”bem-aventurado aquele servo que o Senhor, quando vier, achar servindo assim!” (Mat. 24:45-51).

FIDELIDADE E FIDEDIGNIDADE
Luc. 16:10.

I – Fidelidade, atributo divino.
1. Certeza da fidelidade de Deus. – Isa. 25:1; I Cor. 1:9.
2. Descrição da fidelidade de Deus. – Lam. 3:22 e 23; I Cor. 10:13.
3. Natureza duradoura de Sua fidelidade. – Sal. 119:89, 90 e 160; II Tim. 2:13.
4. O exemplo de Jesus. Luc. 6:12; Mat. 4:10; Luc. 4:16; Mar. 12:17.

II – Fiel testemunho dos antigos.
5. Samuel defende sua integridade. – I Sam. 12:3 e 4.
6. Incentivo para a fidelidade. – I Sam. 12:24.
7. A integridade de Jó. – Jó 1:20-22.
8. A fidelidade de Daniel. – Dan. 6:10.
9. A firmeza de Neemias. – Nee. 6:3-4.

III – Fidelidade na rotina da vida.
10. Fidelidade em cada responsabilidade. – Luc. 16:10.
11. Fazer todas as coisas com todas as nossas forças. – Ecl. 9:10; Rom. 12:11.
12. Prova da mordomia. – I Cor. 4:2.

IV – Recompensa da fidelidade.
13. Promessa feita aos servos que desenvolveram seus talentos. – Mat. 25:21-23.
14.Garantia de recompensa a todos os que perseveram. – Gál. 6:9.
15. Feliz perspectiva para os que perseveram. – Mat. 24:13; Apoc. 2:10 (última parte).

FRAGILIDADE HUMANA

A FRAGILIDADE DA VIDA HUMANA
Sal. 90:5-12; Jó 14:1, 2

I – A vida humana.
1. É curta. É como a flor, a relva.
2. É cercada de lutas, – Sal. 90:10.
3. É como o secar dum rio. – Jó 14:10-12.

II – A morte.
l. É o inimigo comum de todos. – I Cor. 15:26; Ecl. 3:1-2.
2. É o tributo do pecado. – Rom. 6:23.
3. É o prêmio da desobediência. – Rom. 5:12.

III – O resgate.
l. Jesus veio para livrar-nos da penalidade do pecado. – Gál. 1:4; I Cor. 15:22.
2. Jesus virá para os que O esperam. – Heb. 9:28.
3. Os mortos ressuscitarão. – I Tess. 4:16-18.
4. Us anjos levarão os ressuscitados para o céu, – Mat. 24:30-31.
A advertência divina. – Tito 2:11-13.

A VIDA É PASSAGEIRA
Sal. 90:12

I – O cálculo certo da vida.
1. É temporária.
a) É como a nuvem, a flor, a relva, o vapor etc.
2. É preparativa.
a) Aqui não é a terra de descanso. – Miq. 2:10.
b) Somos peregrinos. – Heb. 11:13-16.

II – A tendência para negligenciar o cálculo.
1. Compromissos seculares.
2. Repulsa só de pensar na morte.
3. Medo do futuro.

III – A sabedoria de um cálculo certo.
1. Isso moderará nossas afeições terrestres.
2. Isso nos reconciliará às nossas aflições terrestres.
3. Isso despertará em nós uma acentuada saudade duma pátria melhor e mais feliz, onde os dias sejam eternamente belos.

QUE É A VIDA?
Tia. 4:13-16

Comparações lindas e poéticas, profundamente solenes:
1. É uma peregrinação. – Gên. 47:9.
2. É água que se derrama. – II Sam. 23:16-17.
3. É uma lançadeira no tear. – Jó 7:6.
4. É um sopro. – Jó 7:7.
5. É vaidade. – Jó 7:16.
6. É uma sombra. – Jó 8:9; 14:2; Sal. 102:11.
7. É um correio. – Jó 9:25.
8. É um navio veleiro. – Jó 9 :26.
9. É uma águia. – Jó 9:26.
10. É um palmo, um nada. – Sal. 39:5.
11. É um sonho. – Sal. 73 :20.
12. É um conto que se conta. – Sal. 90:9.
13. É uma erva que se vai secando. – Sal. 102:11; I Ped. 1:24-25; Jó 14:2.
14. É um vapor ou fumaça. – Tia. 4:14.
A brevidade desta vida e a eternidade da vida futura. Somente Jesus a fará eternamente feliz.

COISAS QUE OS HOMENS PODEM E NÃO PODEM FAZER

PODEM libertar os átomos, mas não podem unir a humanidade.
PODEM combater epidemias, porém não podem combater o egoísmo.
PODEM elevar o nível de vida, mas não podem satisfazer o coração
PODEM multiplicar as conferências de paz, mas não podem dar a paz.
PODEM idealizar como unir o Ocidente com o Oriente, porém não podem dar segurança.
PODEM prometer um mundo pleno de felicidade, mas não podem cumprir o que prometem.
PODEM prometer riquezas neste mundo, mas não podem dar esperança viva.
PODEM abrir minas no solo, mas não podem abrir as portas do céu.

O CAMINHO DA VIDA – Sal. 16:11

1. O guia – “Tu” (Deus).
a) Suas qualidades: bondoso, sábio etc.
b) Sua experiência: já percorreu o caminho.
c) Seu interesse: Ele morreu por mim.
2. O viajante – Eu (pecador)
a) Estou fazendo a viagem.
b) Não tenho experiência.
c) Necessito de um guia como Jesus.
3. O caminho – “Vereda”.
a) O caminho é um entre muitos.
b) É um caminho estreito.
c) Poucos são os que andam por ele.
4. O destino.
a) O contraste da morte.
b) Uma antecipação suave.
e) Uma antecipação gloriosa.

O FIM DE VÁRIOS HOMENS

I – Balaão – Núm. 22-24; 31:1-8.
1. Expressou este iníquo seu desejo piedoso. – Núm. 23:10.
2. Apesar de conhecer intimamente a palavra de Deus, e ser profeta, morreu entre os inimigos de Deus e de seu povo. – Núm. 31:8.
3. Seus privilégios foram mal aproveitados.

II – Acã – Jos. 7.
1. Pertence ao povo de Deus.
2. Passa o Jordão.
3. Entra na terra prometida.
4. Porém ao fim, por causa da cobiça das coisas proibidas por Deus, sua vida foi cortada da Terra.
5. Terminou embaixo de um montão de pedras. – Vs. 25-26.

III – O Rei Jorão de Judá.
1. Seu pai era muito bom.
2. Ele, porém, deu as costas ao bom exemplo paterno e seguiu o caminho da casa de Acabe.
3. Seu reinado foi um desastre e morreu debaixo do juízo de Deus. “Foi sem ser desejado” – II Crôn. 21:19-20.

IV – Estêvão, o primeiro mártir – Atos 6 e 7.
1. Como Acã, terminou sua vida debaixo de um montão de pedras; porém, que diferença! Acã saiu do mundo debaixo da desaprovação de Deus; Estêvão morreu entregando seu espírito ao seu salvador – Atos 7:55, 56, 59.

O TEMPO

I – O tempo é curto.
1. Mesmo a vida mais longa – Matusalém, 969 anos.
2. Nada é em comparação com a eternidade.
3. O tempo passa vagarosamente na meninice, porém voa na idade mediana.

II – O tempo é incerto.
1. A vida é como um vapor que desaparece. – Tia. 4 :14.
2. Não podemos gloriar-nos do dia de amanhã. – Prov. 27:1.
3. A morte está muito perto e não sabemos quando, como, nem de onde nos virá alcançar.

III – O tempo é importante – Efés. 5:15.
1. Vale a pena aproveitá-lo bem.
2. Esta hora pode resolver a tua eternidade.
3. Por qual porta entrarás?
4. Por qual caminho estás indo? – Mat. 7:13-14.
5. Assim será nosso destino final.

IV – O tempo é irrecuperável
1. “O que escrevi, escrevi” – disse Pilatos.
2. O mesmo teremos que dizer no fim de nossa vida.
3. A alma perdida estará perdida para sempre.
4. A oportunidade desperdiçada não se recupera jamais.

FUTUROS ACONTECIMENTOS

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO

I – Introdução.
1. Tão certa como a morte. – Heb. 9:27, 28.
2. Sua própria previsão. – João. 14:2,3.
3. A plenitude dos tempos (1.° advento). – Gál. 4:4; Efés. 1:9,10.

II – Exposição.
O segundo advento é o grande propósito do Novo Testamento e das parábolas de Jesus.
1. A parábola do homem nobre ressalta a fase do reino. – Luc. 19:11-13.
a) Jesus nascido para ser Rei. – Luc. 1:32, 33.
b) Não deste mundo. – Jo. 18 :36.
c) Quando tomará o trono? – Mat. 25:31, 34; 24:30, 31.
d) Aparecimento e reino. – II Tim. 4:1.
2. A parábola dos talentos ressalta a fase da recompensa.
– Mat. 25:14, 19.
a) Dará a recompensa então. – Mat. 16 :27.
b) Em pessoa. – Apoc. 22:12.
c) Esperança de todos os santos. – II Tim. 4:6-8.
3. A parábola do trigo e do joio trata da fase do destino.
– Mat. 13:36-43.
a) Reunião da família ancestral. – I Tess. 4:16-18.
b) Dia de ira e terrível para os pecadores. – II Tess. 1:7-9.
c) Ninguém poderá ocultar-se. – Amós 9:2,3.
d) Dinheiro às toupeiras e aos morcegos. – Isa. 2:19-21.
e) Os pecadores temem o Cordeiro. – Apoc. 6:15-17.
f) Os santos dão as boas-vindas a Jesus. – Isa. 25:9.

III – Conclusão.
1. A palavra oportuna aos remanescentes. – Luc. 21:16-34.
2. Todos que realmente possuem a “bem-aventurada esperança” preparar-se-ão. – I Jo. 3:3.

A VINDA DO GALARDOADOR

I – Sua personalidade.
1. Real. – Lucas 24:39-43.
2. O menino Jesus. – Atos. 1:3-11.
3. Ele mesmo (Jesus) – I Tess. 4:16.
4. Glorioso. – Apoc. 1:13-15.

II – Seu séquito.
1. Todos os santos anjos. – Mat. 25:31.
2. Com poder e grande glória. – Mat. 24:27, 30.
3. Ao som da última trombeta. – I Cor. 15:51-53.

III – Seus dons.
1. Indescritíveis. – Isa. 64:4.
2. Um corpo glorioso. – Filip. 3:21.
3. Um reino eterno. – Dan. 7:27.
4. Uma cidade celestial. – Apoc. 21.
5. Uma coroa de justiça. – II Tim. 4:8.
6. Um novo nome. – Apoc. 2:17.
7. Libertação do pecado, lágrima, dor,  morte, – Apoc. 21:4.
8. Morada na presença de Deus. – Apoc. 21:3.

IV – O que devemos fazer?
1. Procurá-Lo enquanto puder ser achado. – Isa. 55:6-7.
a) Muitos O procurarão, mas será em vão, quando for tarde demais. Amós 8:11,12.
2. Atender ao gracioso convite. – Apoc. 22:17.

PREPARATIVOS A FAZER EM VISTA DA VINDA DE CRISTO

I – Cristo avisa a seu povo que esteja pronto. Mat. 24:42-44.

II – Os que não estão preparados se perderão. I Tess. 14:5; Rom. 13:11-14; Mat. 7:22,23; Mat. 22:1-13; Luc. 13:23-28.

III – A natureza da preparação.
1. Apoc, 14:5. “Não se achou engano”.
2. Mat. 5:8. “Limpos de Coração”.
3. Jud. 24. “Irrepreensíveis”.

IV – A recompensa dos preparados. Heb. 9:28; Isa. 25:8,9; Mat. 25:34.

UMA NECESSIDADE ATUAL

I – A situação atual do mundo.
1. Luz, progresso, educação, especulações filosóficas etc.; mas não resolvem os graves problemas da hora presente.
2. As mesmas necessidades de hoje foram as de ontem.

II – Três classes que procuram resolver os problemas da situação crítica.
1. Os suicidas – Atos 16:30, 31.
a) As estatísticas de suicídios aumentam.
b)) Só Jesus resolverá. – Atos 16:30, 31.
(1) Só o Cristo redivivo e não inerte.
(2) Crer nEle e andar em Seus caminhos. – I Jo. 2:6.
2. Os que confiam nas riquezas.
a) Não nos garantem a paz da alma.
(1) Às vezes trazem grandes aborrecimentos.
(2) A obediência à vontade de Deus trará paz. – Mat. 19:16,17; Sal. 119:165.
3. Os que se iludem com as filosofias.
a) Elas não satisfazem. – Jo. 3:3,5.
b) Elas, às vezes, têm que ver com a moral do indivíduo e não com os problemas magnos da alma.
c) Jesus esclareceu isso a Nicodemos.
d) A regeneração por Jesus nos traz a paz que o mundo nas suas modalidades não pode dar. – Mat. 3:17; Atos 16:33, 34.
A advertência de Jesus. – Jo. 3:3,5.

A VOLTA DE IESUS
João 14:1-3; 18-20

1. Esperando Sua volta. – Filip. 3:20.
2. Apressando-nos para Sua volta. – Ped. 3:12.
3. Pedindo Sua volta. – Apoc. 22:20.
4. Ocupado até Sua volta. – Luc. 19:13.
5. Vigiando até Sua volta. – Mat. 25:13.
6. Amando Sua volta. – II Tim. 4:8.

ATITUDES QUANTO A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
1. Atitude do Mundo: Ceticismo. – II Ped. 3:4-5.
2. Atitude de Satanás: Ira. – Apoc. 12:12-17.
3. Atitude do Servo Mau: Demora. – Mat. 24:48-49.
a) Descrença do coração.
b) Falta de preparo para encontrar-se com Deus.
c) Atos anticristãos para com os semelhantes.
4. Atitudes dos Crentes Impacientes, Desanimados. O Senhor “retarda” a Sua promessa. – II Ped. 3:9.
a) A procrastinação não é de Deus mas dos homens.
b) A longanimidade divina e seu limite.
5. A atitude do Pai celestial: “Paciente”. – Heb. 5:7-8.
6. A atitude de Cristo: Ansiosa expectativa. – Heb. 10:12-13.
7. Atitude do Verdadeiro cristão: a bem-aventurada esperança.
– Tito 2:13; Luc, 12:36-37.
a) Incentivo para a vida santa. – I Jo. 3:3.
b) Viver e trabalhar para a vinda de Cristo e para o reino “sem pecado”. – Heb. 9:28; II Ped. 3:12-14; Heb. 10:23-25.
c) A atitude cristã. “No tempo do primitivo cristianismo ter-se-ia afigurado uma espécie de apostasia o não almejar a volta do Senhor.” Massillon.
d) A atitude cristã inclui vigiar e esperar. – Luc. 12 :36-37; I Cor. 1:7. Testemunhar e trabalhar. – Heb. 10:23-25; Efés. 5:16, etc. Orar, purificar-se e preparar-se. – Apoc. 22:20; I Jo. 3:3; Mat. 24:44; e amar. – II Tim. 4:8.
e) A primeira vinda de Cristo: o maior acontecimento do passado. A segunda vinda: o maior acontecimento do futuro. Sua vinda pessoal ao nosso coração: o maior acontecimento evangélico do presente. – Apoc. 3:20.

O TEMPO DO FIM

I – Introdução.

II – Aproximação do “Tempo do Fim”.
l. Proezas para Deus. – Dan. 11:32, 33.
2. Dando testemunho em favor da verdade. – Dan. 11:35.
3. Orando pela manhã. – Apoc. 2:28; Sal. 130:6.

III – Notáveis sinais do fim.
1. O grande terremoto. – Apoc. 6:12.
2. O Sol e a Lua não darão a sua luz. – Apoc. 6:12, ú.p; Mat. 24:29.
3. A chuva de meteoros. – Apoc. 6:13; Mat. 24:29.
4. A parábola da figueira. – Mat. 24:32-33.

IV – Aumento da ciência.
1. A profecia de grande alcance de Daniel. – Dan. 12:4.
2, A marcha da ciência.
3. As invenções modernas apressam a pregação do Evangelho.

V – O sinal dos sinais.
1. A tarefa suprema. – Mat. 24:14.
2, O segredo de Deus. – Mat. 24 :36; Atos 1:7.
3. O apelo de Jesus. – Luc. 21:34-36.

MULTIPLICAÇÃO DOS SINAIS DO FIM
II S. Ped. 3:9

I – Introdução.

II – No mundo da indústria.
1. Riquezas sem precedentes. – Tia. 5:1-3.
2, Luta entre o capital e o trabalho. – V. 4.
3. Condenação do coração ganancioso. – V. 5,6.
4. O Cristão deve ser paciente. – Vs. 7,8.

III – Tempos perigosos.
1. Desmoralização ilimitada. – II Tim. 3:1.
2. Lares desfeitos e criminalidade juvenil. – II Tim. 3:2, 3, 13.
3. Prazeres voluptuosos versus piedade. – II Tim. 3:4, 5.

IV – Irreligiosidade e anarquia.
1. A falta de fé verdadeira. – Luc. 18:8; II Ped. 3:3-5.
2. Como nos dias de Noé. – Mat. 24 :37-39.

V – Assombrosos alarmas de guerra.
1. Nações iradas. – Apoc. 11 :18; Joel 3:10-14.
2. Temor universal. – Luc. 21:25-26.
3. Nossa fonte de confiança. – Luc. 21:28; 12:35-36; Sal. 46:1-3, 10.
4. Apelo veemente. – II Ped. 3:11-12.

OS DIAS EM QUE VIVEMOS

I – Dias importantes.
Os resultados da guerra de 1939-1945 se fazem sentir nas esferas política, social, comercial e religiosa. Há muito desassossego em toda parte.

II – Dias incertos.
Tudo parece estar em estado de incerteza. É difícil predizer o que nos trará o futuro. – Tia. 4:13-15.

III – Dias sérios.
Essas coisas que se passam entre as nações, no meio da igreja militante, na ressurreição nacional de Israel, são sinais dos quais o Senhor e Seus apóstolos falaram para indicar a aproximação do fim.

IV – Dias de oportunidades.
Deus está convidando a todos, mediante o Evangelho, para que corram a Ele e recebam gratuitamente os imensos benefícios da salvação, incluindo perdão e paz agora e glória na eternidade. Podemos ter nosso passado apagado, nosso presente aliviado e nosso futuro assegurado.

O EVANGELHO E A CARESTIA DA VIDA

I – A condição atual do mundo social.
1. A luta pela vida tem posto de lado a luta pela fé.
2. Que ouvimos agora? Murmurações de ambos os lados. Quem tem a culpa?
a) A terra? Esta produz o suficiente; há muito trigo, cereais e frutas. Há muito ferro, cobre, chumbo, prata e ouro. Armazéns cheios até o teto e bancos regurgitando de ouro, prata e pedras preciosas.
b) O governo? Essa acumulação tem causado faltas em muitos lugares e as faltas trouxeram conseqüências funestas e grandes revoluções, quer nacionais, quer sociais.
c) O dinheiro é para o mundo o que o sangue é para o corpo. Acumulado num lugar, traz conseqüências funestas para o organismo inteiro. O dinheiro é necessário para as transações de hoje; se fora bem dividida a riqueza, haveria paz e harmonia.

II – Que diz a palavra? – Tia, 5:1-8,
1. A acumulação de riqueza como nunca.
2. Descontentamento das classes menos privilegiadas.
3. A vida perdulária dos ricos. Os pobres querem imitá-los.
Outra decepção. – Luc. 17:28-30.
4. Alvo falso da humanidade. – I Tim. 6:6-12. Despenhadeiro.
a) Os homens escolhem esse caminho e está bem claro que assim não podem continuar.
Deus vai intervir nesse negócio. – Tia. 5:8,9.
5. Muitos falam contra a pregação da volta de Jesus; não obstante, Ele virá – Ez. 7:10.-19; Sal. 94:1-11; 5; II Cor. 8:9; Filip. 2:5-8.

QUE NOS RESERVA O FUTURO? PAZ OU GUERRA?

I – A perplexidade universal.
1. Grande privilégio é conhecermos o tempo em que estamos vivendo e o que nos reserva o futuro.
2. A maior questão que hoje ocupa a mente dos estadistas, para o bem-estar da humanidade, é a da guerra e como evitá-la.
3. A Liga das Nações, seu início pomposo e o triste fracasso na questão do desarmamento.

II – O futuro tenebroso.
1. O estado atual das nações.
a) Bombas – antes pesavam 20 quilos, e agora?!…
b) Esquadras, aeroplanos e a guerra química e a atômica.
c) A mecânica, a física e a química aplicadas para a destruição do próximo.

III – A paz é uma utopia.
1. Esta situação é um sinal do fim. – Isa. 2:2-4; Jer. 6:14; I Tess. 5:1-3.
2. O dito do Senhor. – Joel 3:9, 10, 14; Jer. 9:21; Dan. 2 :43.

IV – Por que a civilização não pode pôr termo à guerra?
l. Porque a guerra está no coração do homem.
2. Nem a religião – esta não muda o coração.
a) A mudança do coração é uma questão individual e não coletiva.
3. Jesus é o único que pode operar a paz interna e externa.
a) Este é Aquele de quem os anjos cantaram nas campinas de Belém. – Luc. 2:8-13.
b) Ele pode nos dar a paz. – Jo. 14:27.
Ele será o refúgio seguro para as calamidades vindouras!

O COLAPSO DA IUSTIÇA E DA MORAL HUMANAS E SUA SIGNIFICAÇÃO

Deus tem estado a experimentar o homem por 6.000 anos. Disse:
1. “Governa o mundo”. O homem experimentou e falhou.
2. “Regenera o mundo”. O homem experimentou e falhou.
3. “Alcança a paz duradoura”. Falhou até hoje.

I – Século de luz, progresso e civilização?
1. Luz e progresso são incontestáveis.
a) Cultivo intelectual – combate ao analfabetismo.
b) Cultivo mecânico – grandes empresas.
c) Cultivo religioso – catequeses das massas etc.
2. Que é Civilização?
“Grande perfeição do estado social, que se manifesta na sabedoria das leis, na brandura dos costumes.” – Aulete.
3. Que estamos vendo? Crimes sobre crimes.
a) A juventude está se tornando célebre nos anais do crime.
b) Os suicídios por atacado.

II – A onda da imoralidade.
1. A sociedade moderna corrompe-se.
a) As modas, danças, pinturas etc.
2. O matrimônio maculado.
a) Educação materna desequilibrada.
b) A idéia da independência da mulher. Ela é ajudadora.
Resultados:
(1) Divórcios, homicídios, lares esfacelados.
O lar é o fundamento da sociedade!
(2) O dever do pai – não deve trocar o lar pela taberna ou mesa de jogo! Ainda o desrespeito dos filhos aos pais.

III – Que subsistirá?
1. A justiça, a moral e a civilização humanas não podem pôr termo às misérias humanas, visto não poderem mudar o coração do homem.
2. A declaração divina. – II Tim. 1:3-5; Osé. 4:1-3.
3. A advertência de Jesus. – Mat. 24:36-39.
Jesus é a fonte de todo o sumo bem; corramos a Ele. – Mat. 11:28-30.

O EVANGELHO DE HOJE E O EVANGELHO PARA HOIE

Apesar da multiplicação de doutrinas, existe uma grande diferença entre a fé antiga e a de hoje.

I – O evangelho de hoje.
1. Nos grandes centros de instrução só se ensinam filosofias vãs.
a) A Bíblia é rejeitada e bem assim a divindade de Jesus. As inovações imperam.
2. O Evangelho de hoje é fantasia humana, comodidade.
a) A salvação é pelas obras e esforços humanos. – Luc. 12:13-21.
b) É mera formalidade. Não apresenta Cristo vivo, mas Cristo morto.
3. O Evangelho de hoje, a que os homens recorrem, traz desgraça, desarmonia, miséria, morte e perdição eterna.

II – O evangelho para hoje – Apoc. 14:6-9.
1. É o Evangelho salvador, positivo e não vago.
2. É o poder transformador que age diretamente no homem.
– Rom. 1:16.
a) Vamos a Jesus e Ele nos devolve ao mundo para sofrermos com Ele, para sentirmos com o pecador e levá-lo a Cristo.
b) Transforma indivíduos etc. – Os selvagens.
3. O Evangelho para hoje desenvolve nos que o aceitam, as características imprescindíveis para a transladação. – Apoc. 14:12.
a) A Paciência. – Heb, 12:1, 2; Heb. 2:3; Heb. 10:35-37.
b) A guarda dos Mandamentos.
c) A fé de Jesus – o espírito de sacrifício.
4. Temos em nossas mãos o bálsamo eficaz para um mundo sofredor e moribundo. – Sal. 60:4.
a) As normas no mundo estão caindo: unamo-nos e levantemos bem alto este estandarte.

SETE MOTIVOS DA DECADÊNCIA MORAL DA HUMANIDADE
II Tim. 3:1-9

Dizem que estamos vivendo no século da luz e do progresso; mas no mundo social e religioso, qual é a situação?
1. Educação sem formar um caráter firme.
2. Ciência sem humanidade.
a) Os cientistas inventam meios pelos quais morreremos juntos, mas não conseguem uma fórmula pela qual possamos viver todos juntos, em paz.
3. Religião formalistas sem sacrifício.
4. Comércio desonesto.
5. Riquezas fáceis, sem trabalho.
6. Prazeres ilimitados, sem uma consciência cristã.
7. Política sem escrúpulo.
A solução para o problema: Jo. 14:27.

SINAIS DO RAIAR DE UMA ÉPOCA MELHOR
Luc. 21

I – A grande compaixão divina – Amós 3:7.
1. Deus revela Sua intenção a Seus servos.
2. Quando quis visitar o mundo com juízos não o fez sem primeiro adverti-lo.
a) Antediluviano, Sodoma, Nínive etc.
3. Assim fazendo, oferecia a todos uma oportunidade para escaparem de Sua ira e tirar-lhes a desculpa final.

II – Deus tem sempre uma verdade presente
II Ped. 1:12 – A verdade presente é a segunda vinda de Cristo.
1. A certeza. – Jo. 14:1-3; Atos 1:10-11; Heb. 9:28.
2. Os sinais. – Mat. 24.
a) Clamores de paz e preparação para a guerra. – I Tess. 5:3; Joel 3:9-14; Mat. 24:6.
b) Acumulação de riquezas e misérias. – Tia. 5.
c) Terremotos, fomes e pestes.
d) Aumento da ciência. – Dan. 12:4.
e) Escarnecedores. – II Ped. 3:3-5.

III – No fim haverá duas classes – I Tess. 5:1-5.
1. Escarnecedores. Filhos das trevas.
a) Estes serão surpreendidos. – Apoc. 6:15-17.
2. Filhos da luz. Preparados.
a) A estes Jesus virá. – Heb. 9:28.
b) Não serão surpreendidos. – Isa. 25:9.
A que classe você pertencerá? – Amós 4:12.

A MAIOR DE TODAS AS LUTAS – A LUTA SOCIAL

É a luta de séculos e dos cinco continentes. De todos os lados se ouve: “Que vida cara e difícil!” Entretanto nunca houve tanto dinheiro no mundo como atualmente. A terra continua produzindo bastante ouro, prata, ferro, pedras preciosas, cereais, frutas etc.

I – Época de acumulação de dinheiro.
1. Mais ou menos 95% do dinheiro do mundo estão nas mãos de milionários e multimilionários, e somente 5-10% em circulação.
a) Milhões ricos e milhões paupérrimos.
(1) Cemitérios e hospitais para cães (45.000 dólares foram pagos pelo enterro de um cão).

II – O operariado oprimido.
1. Os salários depois da guerra aumentaram mais. Daí as crises, greves etc.
2. A causa dessas lutas é a falta de entendimento entre ambas as partes. – Mat. 7:12.
a) O dinheiro é para o mundo o que o sangue é para o corpo. Acumulado num só lugar traz conseqüências funestas para o corpo.

III – Que significam estas coisas?
1. É um sinal do fim. – Tia. 5:3; II Tim. 3:1, 2.
a) Deus condena a usura e riqueza desonesta. Jer. 22:13; Tia. 5:1-6.
(1) A luta pelo ouro tem posto de lado a luta pela fé.
b) Deus condena a violência, – Tia. 4:1-3; 5:7-11.
2. Alguns falam contra a pregação da volta de Jesus; não obstante, Ele virá. – Ez. 7:10-19.
3. Como agir nestes tempos? – Tia. 5:7, 8; 1 Tim. 6:6-10.

A MÃO MISTERIOSA – Dan. 5:1-31; Jó 31:6

I – O grande reino babilônico.
1. Sua construção e grandeza.
2. As conquistas.
3. A sua queda – a noite trágica.
a) A noite festiva e sua causa.
h) A orgias, o mundanismo e a profanação.
c) A mão misteriosa.
d) O fim do reino babilônico.

II – Condição do mundo moderno.
1. Pesos, medidas e balanças falsas.
2. Mercadorias adulteradas.
3. Mundanismo – Idolatria – Zombaria.
4. Falta de temor de Deus – Profanação da Lei.

III – Deus há de pesar a todos – Jó 31:6.
1. Governos.
2. Tribunais.
3. Avarentos. – I Tim. 6:10; Mat. 16:26.
4. Indivíduos. – I Sam. 2:3.
a) Um moralista. – I Jo. 5:12.
b) Um formalista. – Mat. 7:21.
c) Um idólatra. – Atos 10:25, 26; Êx. 20:4, 5.
d) Um assassino, adúltero etc. – Êx. 20.
e) Um crente em Cristo. – Jo. 15:6, 7, 10, 14.

IV – Os únicos meios para obter peso exato.
1. Humilhar-nos debaixo da mão de Deus. – I Ped. 5:5, 6.
2. Segui-Lo com sinceridade. – Gên. 17:1, 2.

COMO ACABARÁ O MUNDO?

I – O mundo terá fim?
1. As idéias comuns:
a) Acaba-se para os que morrem.
b) Permanecerá para sempre. – II Ped, 3:3-6.
c) É muito novo ainda. O ensino filosófico e a idéia de Flammarion: “Um garoto de 4 anos.”
2. É o mundo novo ou velho? É velho!
a) A tabela cronológica das idades diminui.
b) A terra é velha e cansada. – Rom. 8:22, 23; Joel 1:11.
(1) O solo de hoje é fraco.
(2) As variações das estações.

II – Sim, o mundo terá fim.
l. Tudo neste mundo tem seu fim: viagem, batalha, mocidade, vida, grandes cidades, reinos etc.
2. A nossa Terra é como um grande transatlântico; cada momento aproxima-se mais de seu destino.
3. A natureza atesta que este mundo terá fim. – Rom. 8:22; Jer. 3:10.
4. A ciência confirma. O dia chegará em que este mundo será um vasto cemitério.
5. Cristo também confirmou. – Mat. 24:3, 14.

III – Como acabará o mundo?
Algumas probabilidades:
1. Por água? Não! (Gên. 9:11-13), As águas diminuem em cada século. Paris outrora era vasto lençol de água. O Sena tem diminuído.
2. Pelo encontro de um planeta? É razoável, comparando o nosso planeta com Júpiter (12 vezes maior), mas isso não acontecerá.
a) O sistema planetário é guiado por Deus. – Heb. 1:3; Sal. 93:1.
b) A precisão que até aqui os planetas têm seguido na sua rota mostra o cuidado de Deus.
3. Pelo fogo? Sim!. – II Ped. 3:7, 10.
a) Por que fogo? Purificar a Terra. – II Ped. 3:13.
b) Fundar a Nova Terra. – Apoc. 21:1-4.
Que atitude tomaremos? – II Ped. 3:11.

ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS?

Recapitular o “porquê” das misérias. É Deus culpado? Éden criado. O Amor de Deus. A cruz. Jo. 3:16 e a reconciliação do pecador com Deus.

I – Onde estamos – Longe ou perto do lar?
1. Grande privilégio é conhecer o tempo que atravessamos e o que nos reserva o futuro.
a) A perplexidade é universal.
2. A mesma perplexidade no passado. – Dan. 2:1-4, 23-44.

II – A história do mundo em 215 palavras – Vs. 36-44.
1. A plataforma da história humana.
a) Babilônia. – V. 37, 38 (605-539 A.C.).
b) Medo-Pérsia. – V. 39 (539-331 A.C.).
c) Grécia. – V. 39 (331-168 A. C.).
d) Roma. – V. 40 (168 A.C. a 476 A. D.).
2. O estado atual da divisão. – V. 41-44.
a) As causas reinantes.
b) As tentativas de união por meio de política e casamento.
3. A inutilidade predita. – V. 43.
a) Onde estamos? No fim de tudo.
4. A advertência divina. – V. 44, 45.
Seguros no passado! Certos no presente! Iluminados para o futuro!

O JUÍZO FINAL – Mat. 25:31-46; Rom. 14:10

I – O réu perante o tribunal.
1. Deus será o Juiz.
2. O Decálogo será o código penal. – Ecl. 12:13, 14.
a) Deve-se adorar a Deus, só.
b) Deve-se adorá-Lo sem o uso das imagens.
c) Deve-se santificar o Seu nome.
d) Deve-se lembrar do dia de descanso.
e) Deve-se honrar os pais.
f) Deve-se respeitar a vida do próximo.
g) Não se deve violar a castidade.
h) Não se deve furtar.
i) Não se deve mentir.
j) Não se deve cobiçar.
2. Todo homem é réu. – Tia. 2:10; Rom. 3:23.

II – Os absolvidos.
l. Todos esperam a absolvição mas os absolvidos serão de uma classe.
a) Os que dão um substituto, e o único, nas condições, é Jesus, que satisfez as exigências da Lei de Deus. – I Jo. 1:7-9.
2. Você tem a Jesus como seu Substituto?

O GRANDE TRIBUNAL DIVINO

Introdução:
1. O credo católico. – Atos 17:30-31.
2. Por onde começa o juízo? – I Ped. 4:17.

I – O Supremo Tribunal em sessão – Dan. 7:9, 10.
1. O Juiz. – Sal. 94:2; Heb.12:23.
2. O Advogado. – I Jo. 2:1.
3. Os Réus. – II Cor. 5:10.
4. O Promotor. – Jo. 5:45.
a) Satanás é um acusador gratuito, cuja base é a mentira.
– Apoc. 12:10 (Jo. 8:44).
5. As Testemunhas. – Heb. 1:13,14; Dan. 7:10. Cf. Ecl. 5:6.
6. O Código. – Tia. 2:12; Rom. 2:12, 13; Ecl. 12:13, 14.

II – Os livros – Formação de culpa.
1. O das dívidas. – Registro das más palavras e pecados ocultos.
– Isa. 65:6, 7; Mat. 12:36, 37.
2. O memorial. – Bons atos para com Deus e os pobres. Mal. 3:16; Sal. 56:8.
3. O da vida – Na hora do novo renascimento o nome fica registrado no Céu. – Apoc. 20:12; Luc. 10:12.

III – O julgamento investigativo.
1. Será segundo os atos praticados. – Apoc. 20:12, 13.
2. Àqueles que tiverem confessado seus pecados, ser-lhes-ão estes apagados do livro das dívidas. – Apoc. 3:5; Isa. 43:25; Prov. 28:13; Atos 3:19; I Jo. 1:7-9.
3. Os pecados não confessados permanecerão no livro e nos condenarão. – Ez. 18:23, 24; Êx. 32:33.

IV – A sentença final – Apoc. 22:11.
1. Sobre os justos. – Mat. 25:31-34; Apoc. 21:27.
2. Sobre os ímpios. – Mat. 25:41, 46; Apoc. 20:15.
Qual será o seu caso?
Você quer salvação? Apresente o caso a Jesus. – I Jo. 2:1; Isa. 55:6.

A MORTE – I Cor. 15:32-35

É a maior realidade!
I – É um sono, repouso – Jo. 11:11.
1. Das lidas desta vida.
2. Das perturbações e dores.
3. Das paixões, tristezas e misérias.
4. Do pecado e da tentação.

II – Esse sono não é eterno – I Tess. 5:13, 14.

III – O sono de alguns difere muito do de outros.
1. Alguns dormem sem Cristo.
2. Outros no meio de grandes remorsos.
3. Outros dormem em paz. – Isa. 26:3.
4. São benditos os que dormem no Senhor. – Apoc. 14:13.
Qual será o seu acordar? – Dan. 12:2; Amós 4:12.

COMO TER UMA FELIZ MORTE
Núm. 23:10

I – O que é a morte?
1. É um sono. – I Tess. 4:13-14.
2. É um descanso. – Jo. 11:11.

II – Como morrem os justos.
1. Sem temor.
2. No favor de Deus.
3. No amor de Jesus Cristo.
4. Tranqüilo, confiante, em paz.
5. Preparado para uma vida melhor e mais feliz,

III – Como podemos morrer esta morte?
l. Arrependidos.
2. Volvidos para Deus.
3. Crentes em Cristo e Seu sacrifício.
4. Vivendo pia e justamente.

FUNERAL
I Tess. 4:13, 14

Durante 35 anos a nossa querida irmã X tem sido uma companheira fiel de seu amado esposo. Três filhos criou ela no temor do Senhor. Ontem às 3 horas da tarde a morte visitou-a no seu leito de dor.

I – É o trágico fim de todos nós.
l. Somos como a erva. – Sal. 103:15-16.
2. Como a nuvem e como o feno.
3. Nossos dias contados.

II – Um dia terá fim a morte – I Cor. 15:51-55.
1. Isto nos anima a continuar a luta.
2. Logo o pecado e a morte serão exterminados.
3. A terra e o mar devolverão seus mortos.
Consolai-vos com esta bendita esperança. A nossa querida irmã dorme em paz. Logo soará a trombeta final da vitória, então veremos a nossa querida irmã juntamente com os nossos entes queridos, que a mão cruel da morte arrebatou.

O REINO DOS CÉUS
Mat. 4:17

Jesus, depois de Seu batismo e de ser tentado no deserto, começou o Seu ministério. O Seu primeiro sermão foi sobre o reino dos céus.
1. O tempo para a entrada no Reino dos Céus.
a) É o tempo presente: “É chegado o Reino dos Céus.” Jesus estava ali. Ele era o Rei, e onde está o Rei está o Reino.
b) A mensagem do Evangelho do Reino não serviu apenas para o passado distante, nem será só para o futuro. É para o presente, sempre oportuna e eficaz na salvação do pecador.
2. O lugar para a entrada no Reino dos Céus.
a) Não existe um lugar especial para o homem buscar a Deus, conforme pensavam os judeus e os samaritanos. – Jo. 4:20.
b) Não há necessidade de peregrInações a lugares distantes, como Aparecida do Norte, Bom Jesus da Lapa etc., para o homem encontrar a Deus, O Reino dos Céus está em qualquer lugar. ‘
3. As condições para a entrada no Reino dos Céus.
a) Não depende de ritos, cerimônias religiosas ou de filiação a esta ou àquela Igreja. É preciso, primeiro, entrar no Reino para depois entrar na Igreja.
b) Deus exige o arrependimento e a fé em Jesus Cristo de qualquer criatura humana que queira entrar no Reino dos Céus.

Conclusão: neste momento, em qualquer lugar, a pessoa pode entrar no Reino dos Céus, por meio do arrependimento e da crença no Evangelho de Jesus Cristo, o bendito Filho de Deus.

ALEGRIA NO CÉU
Luc. 15:10.

1. Quem o declara?
“Eu vos digo…” – V. 7 e 10.
Aquele que sabe, “Ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do Homem que está no céu”. Isto descreve o que sucede no céu quando um pecador se arrepende,

2. Quem causa tão grande alegria no céu?
“Um pecador que se arrepende.”
Que se passa com o tal? Está convencido de que pecou contra Deus; deplora o fato, chorando sua culpa; refugia-se em Deus em nome de Jesus, confessando-O, e pede perdão, como se vê na continuação deste capítulo.

3. Quem é que se alegra?
A alegria diante dos anjos de Deus equivale a alegria em presença deles; portanto, é Deus mesmo que Se regozija. Naturalmente regozijar-se-ão os anjos, porém o texto trata da alegria de Deus, como vemos no caso ilustrado na parábola do pródigo, do contexto.

HUMILDADE

A GRANDEZA DA HUMILDADE
Mat. 8:5-13; Mar. 10:44

Os discípulos procuravam posições. A verdadeira grandeza não está na fama ou honras, mas na prontidão de servir.

I – A preponderância do orgulho.
1. Os fariseus e publicanos. – Luc. 18:10-14.
2. Devemos rasgar nosso coração. – Joel 2:13.
a) Deus resiste ao soberbo. – I Ped. 5:5.
3. Devemos temer o Senhor. – Rom. 11:20.
4. Devemos nos tornar como meninos. – Mat. 18:4.
5. O Senhor dá vida ao. humilde, – Prov. 22:4; Miq. 6:8.

II – Alguns exemplos.
l. O centurião. – Mat.. 8:5-13.
2. A mulher cananéia. – Mat. 15:27.
3. Paulo. – I Tim. 1:15.

III – Jesus Cristo.
1. Sendo Filho de Deus, nos deu o exemplo da grandeza da humildade. – Jo. 13:5.
2. Devemos seguir Seu exemplo. – Jo. 13:15.
3. A bênção prometida. – Jo. 13:17.

HUMILDADE
Prov. 3:7
A natureza humana é sempre inclinada a procurar a satisfação própria. Muitas vezes queremos ser louvados nas classes, reuniões, pelos professores e colegas.
Será que deste modo podemos agradar a nosso Deus, cumprindo o dever que Ele nos confia?
Ouçamos o conselho de Deus neste sentido.

I – “Não sejas sábio aos teus próprios olhos”. – Prov. 3:7
1. Orgulho, presunções.
a) Faraó. – Êx. 5:4, 5; 8:15, 19, 32; 9:12, 35.
b) Nabucodonosor. – Dan. 4:30.
2. A nossa sabedoria é carnal e inclinada ao mal e à justiça própria. – Rom. 3:11, 12; Isa. 64:6.
3. A língua enganosa – sepulcro aberto. – Rom. 3:13; Sal. 5:9; Tia. 3:8.

II – “Teme o Senhor”.
1. O principal requisito do justo, Cornélio. – Atos 10 e I Ped. 2:17.
2. O dever e a necessidade atual. – Apoc, 14:7 e Ecl. 12 :13.

III – “Aparta-te do mal”.
1. Frutos dignos de arrependimento. – Mat. 3;8.
2. Como Deus considera os que não se apartam do mal. Jer. 6:11-15.
3. O conselho de Deus. – Ameaça. – Prov. 1:30, 31.

CONFISSÃO HUMILDE
Luc. 18:9-14

I – A oração de dois homens,
1. A do fariseu:
a) Sendo bom, confiava somente em si.
b) Não precisava de Deus em sua religião.
2. A do publicano:
a) Reconheceu o seu pecado.
b) Confessou o seu pecado só a Deus.
c) Suplicou de Deus o seu perdão.
d) Confiou na compaixão de Deus.

II – A opinião de Jesus.
1. O pecador arrependido sempre ganha o favor do Salvador.
2. Aquele que confia em si próprio não achará a graça de Deus.

“SE NÃO VOS TORNARDES COMO CRIANÇAS”
Mar. 10:14, 15; Mat. 18:3

Jesus sempre teve uma maneira peculiar de revelar as sublimes verdades do Evangelho por maneiras simples e ilustrativas: os pássaros, as flores, o semeador, as crianças etc.

I – Devemos ser como crianças.
1. Elas são felizes – O choro dura um momento.
a) Assim deve ser o cristão. – Sal. 30:5.
b) Ninguém sofreu mais do que Paulo. – II Cor. 11:23-28.
c) Mas, mesmo assim, foi um homem de ânimo. – Filip. 3:1; 4:4.
2. Elas são sinceras – Não usam de diplomacia e política. São francas.
a) Assim devem ser nossos atos, negócios, palavras e vida cristã. – Mar. 5:37.
3. São confiantes no cuidado paternal.
a) Até o dia de hoje, ainda não recebemos notícia de que o grande Deus tenha morrido.
b) Devemos pôr nossa confiança no braço divino. – Isa. 52:10.
c) Ele cuida dos órfãos e das viúvas. – Isa. 54:4; Jer. 49:11.
d) Assim como a criança confia na alimentação provida por seu pai, assim deve ser conosco. – Mat. 6:25; Sal. 23; Isa. 33:16.
4. São afeiçoadas – Nada tem mais valor do que os abraços e beijos da mamãe.
a) Temos nós tal afeição por Deus, a quem chamamos “Pai”?
b) Há qualquer coisa que se interponha entre nós e Deus, tirando-nos esse afeto?
5. São humildes – Mesmo o filho de um rei sente-se feliz em brincar com um pequeno pobre.
a) Essa foi a lição primordial que Jesus quis ensinar a Seus discípulos. Havia contenda entre eles.
b) A prática da humildade, perante Deus, é uma jóia preciosa. – I Ped. 5:5, 6; Rom, 12:10.
6. O crescimento é-lhes necessário. – Sem isso não há saúde.
a) O cristão precisa crescer na graça e conhecimento divinos.
b) O cristão que fica estacionado na sua experiência espiritual morrerá.
7. A alimentação sábia é-lhes necessária.
a) Assim deve ser com o cristão. I Ped. 2:2.

OS SIMPLES
Prov. 22:5, ú.p.

I – “Os simples” – “Larga é a porta… muitos entram” Mat. 7:13.
1. O caráter deles que se vê em não prestar atenção à Palavra de Deus. Entretêm-se com as coisas passageiras do mundo e seguem sem pensar na alma ou na eternidade.

II – “Passam”.
1. São de pouca duração. – Sal. 90:5-6; 103:15-16; I Jo. 2:17.
a) Não sabendo quando virá o fim. – Ecl. 9:12.
2. Pode ser que sejam estimados como bons cidadãos e excelentes vizinhos, porém, se não fazem caso de Deus, tal erro é fatal. Luc. 12:16-21.
3. Tal descuido é crime, – Heb. 2:3.

III – “Sofrem a pena” – e que terríveis são as conseqüências!
1. A vida perdida, que podia ter sido útil.
2. A oportunidade perdida e a salvação tão perto.
3. A alma perdida, desastre irrecuperável. – Mar. 9:44-48.

ORGULHO

1. Como considera o Senhor o orgulho?
“Estas seis coisas aborrecem o Senhor…”
“Olhos altivos” etc. – Prov. 6:16-19.
2. De que é o orgulho precursor?
“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda”. – Prov. 16:18; Prov. 29:23.
3. Qual foi a causa da queda de Satanás?
“Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura”. Ez. 28:17.
4. Qual a atitude de Deus para com o orgulhoso?
“Deus resiste aos soberbos”. Tia. 4:6. Cf. Sal. 40:4; 101:5; I Tim. 6:4.
5. Por que não devemos condescender com o orgulho?
“Olhar altivo, coração orgulhoso.., é pecado”. – Prov. 21:4.
6. Qual é um dos pecados dos últimos dias?
“Haverá homens.., soberbos”. – II Tim. 3:2.
7. Como são hoje, em geral, considerados os orgulhosos?
“Ora, pois nós reputamos por bem-aventurados os soberbos”. Mal. 3:15.
8. Qual será a sorte dos orgulhosos?
“Todos os soberbos.., serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará”. – Mal, 4:1.

MANSIDÃO E HUMILDADE – I Ped. 5:5.

I – O Exemplo Divino.
1. A humildade de Jesus. – Fil. 2:6-8; Heb. 5:8.
2. Contraste do orgulho dos fariseus. – Mat. 9:10-12.
3. Jesus dá o exemplo a Seus discípulos. – Jo. 13:4, 5 e 10.

II – Os Ensinos do Mestre.
1. Quem é o maior no reino dos Céus? – Mat. 18:2,4.
2. Jesus censura a vanglória dos fariseus. – Mat. 23:5-7.
3. Sinal de fraternidade cristã. – Mat. 23:8-12.
4. A parábola das bodas. – Luc. 14:7-11.

III – Lições Objetivas do Velho Testamento.
1. A misericórdia de Deus para com o rei Acabe. – I Reis 21:27-29.
2. É recompensada a humilde oração de Salomão por sabedoria.
– I Reis 3:5-14.
3. A humildade de Josias evita o castigo. – II Crôn. 34:26-28.

IV – Admoestações do Novo Testamento.
1. Segredo do êxito de Paulo como co-obreiro de Deus. – Filip. 4:12; I Cor. 9:19-23.
2. Exortação de Paulo à união e à humildade, – Filip. 2:3 e 4.
3. Exortação de Pedro à Igreja. – I Ped. 5:5 e 6.
4. Tiago mostra como alcançar o favor de Deus. – Tia. 4:6 e 10.

IGREJA

A IGREJA – SUA IMPORTÂNCIA

I – O termo Igreja.
É uma assembléia religiosa, eleita e convocada do mundo pela doutrina do Evangelho, para adorar o verdadeiro Deus em harmonia com a Sua Palavra.
1. Congregação ou assembléia: “ekklesia”.
2. Os nomes que designam a igreja. – Isa. 62:12; II Cor. 6:17, 18; Efés. 3:15; Apoc. 18:4.
3. A posição tão elevada da igreja. – Atos 20:18.
4. Uma instituição ordenada por Deus, composta daqueles que crêem nas verdades dn Evangelho. – Efés. 2:21,22; I Ped. 2:5; I Tim. 3:15; Col, 1:24.

II – A segurança do edifício depende de ter um firme fundamento. – Isa. 28:16.
1. Provada – suporta peso, cargas, cuidados.
2. Preciosa – possui as qualidades necessárias.
3. Bem firme e fundada – provada através dos séculos.
4. Este fundamento pode ser substituído? – I Cor. 3:11; Atos 4:12.

III – Como podemos tornar-nos membros desse Templo?
1. Confissão individual. – Mat. 16:16.
2. Confissão mediante a revelação do Espírito Santo. – Mat. 16:17.
3. Pelo novo nascimento. – Gál. 3:26; Jo. 3:3; II Cor. 5:17; I Ped. 3:23.
4. É necessário unir-se à Igreja? – Col. 1:26; I Cor. 12:12, 13.
a) É melhor estar dentro ou fora da casa confortável?

IV – A Igreja foi organizada para um santo propósito.
1. A depositária da Verdade. – I Tim. 3:15; Efés. 3:10.
2. A luz e o sal da Terra. – Mat. 5:13-16.
3. Refúgio para os pecadores. – Apoc. 14:6, 7.

UMA ERRÔNEA INTERPRETAÇÃO
Mat. 16:13-23

I – Introdução
Narrar detalhadamente os acontecimentos relatados no texto.

II – A confissão de Pedro: “Tu És o Cristo”.
1. Cristo, o único fundamento da Igreja. – I Cor. 3:11. Outro não pode ser posto.
a) As Escrituras não se contradizem.
2. Embora rejeitado pelos judeus, Cristo tornou-Se a principal pedra de esquina. – Sal. 118:22.
3. Em nenhum outro há salvação. – Atos 4:12.
4. A pedra eleita por Deus é Cristo. – I Ped. 2:4.
Pedro mesmo o disse.
5. Ele é a rocha, Sua obra é perfeita. – Deut. 32:4.
6. Ninguém vai ao Pai, senão por Cristo. – Jo. 14:6.
Daí ser errônea e falsa a eleição de Pedro como chefe da Igreja.
7. “Bem-aventurados os que nEle confiam”. – Sal. 2:12.
Não é ele (Pedro) a pedra fundamental.

III – A fragilidade de Pedro.
1. Momentos depois foi Pedro severamente repreendido por Cristo, por tentá-lo. – Mat. 16:23.
2. Se Pedro fosse a pedra fundamental da Igreja, esta teria desabado quando Pedro vergonhosamente negou a Jesus três vezes. – Mat. 26:69-75.
3. Jesus disse: “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos.”. – Mat. 23:8.
4. “Maldito o homem que confia no homem”. – Jer. 17:5.
Cristo é a Rocha eterna, inquebrantável, inabalável; outro fundamento não pode ser posto além do que já por Deus foi assentado.
Aceitemo-Lo porque assim seremos bem-aventurados.

“TU ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA…”
Mat. 16:18

I – Quem, conforme a Bíblia, é a pedra fundamental?
1. Esta pedra é Cristo. – Isa. 28:16; Sal. 118:22.
a) Jesus mesmo reconhece isto. – Mat. 21:42,44; Mar. 12:10,11.
b) Paulo o considera como tal. – Efés. 2:20; Rom. 9:33.
c) Pedro também. – Atos 4:10,11; 1 Ped. 2:4,6,7.

II – Não pode ser Pedro. – Jer. 17:5.
1. Pedro era homem fraco. – Jer. 17:5; Mat. 16:23.
2. Ele foi fortemente repreendido… – Mat. 26:70, 72, 74.
3. Ele negou a Jesus vergonhosamente.
a) Que fundamento!
4. Não foi reconhecido pelos outros apóstolos como cabeça.
a) Mat, 20:20-28. Os discípulos ainda discutem sobre quem seria o maior; se Pedro já houvesse sido designado chefe, a questão estaria decidida.
b) Pedro foi mandado com outros. – Atos 8:14.
5. Pedro não presidiu o 1.° Concílio, mas sim Tiago. Atos 15:13-20.
6. Paulo o repreendeu. – Gál. 2:11-14.
7. Pedro mesmo não se considerava chefe. Atos 15:7; 12:7; I Ped. 1:1.

A IGREJA VERDADEIRA
Mat. 16:18

I – A Igreja verdadeira.
1. É a que tem a Palavra de Deus por base. – Sal. 119:105.
2. É a que segue à risca a vontade de Deus. – Mat. 12:50.
a) A vontade expressa de Deus. – Isa. 48:18.
3. É a que aceita a Cristo como sua cabeça e Salvador. – Atos 4:12.

II – Os instrumentos do Inferno contra a Igreja.
1. Superstição.
2. Perseguição.
3. Riquezas.
4. Filosofias.
5. Formalismo.
6. Heresias.
7. Infidelidade.

III – Promessas gloriosas à Igreja.
1. Preservação. – Mat. 28:18-20.
2. Predomínio. – Mat. 16:18.
3. Vitória final. – Apoc. 22:14; 7:9-17.

CONSELHOS À IGREIA DE LAODICÉIA – Isa. 9:6; Jer. 29:11

I – O Conselheiro.
1. Denominado a “fiel testemunha”. – Apoc. 3:14.
2. Ele fala do que viu e ouviu. – Apoc. 3:14.
3. Ele tem uma experiência eterna com o Pai. – Jo. 1:1-3; 17:5.

II – O onisciente declara o Estado de Laodicéia.
1. A satisfação própria. – Apoc. 3:15,16.
2. A prosperidade material e literal. – V. 17.

III – Repreensão de um pai cheio de amor. V. 17 e 19; Prov. 3:12.
1. Desgraçado e miserável – penúria.
2. Pobre, cego e nu – sem visão espiritual, despido da justiça e paupérrimo na fé.

IV – Conselhos de um pai riquíssimo. Efés. 2:4; 1:3.
1. Ele vende de graça Água Viva. – Isa. 55:1.
2. Ele vende de graça ouro puro: símbolo de uma fé provada.
– Apoc. 3:18; I Ped. 1:17; Tia. 2:5.
3. Ele vende vestidos brancos. – V. 18; Isa. 61; Apoc. 19:8.
4. Ele vende colírio. Espírito Santo. – I Cor. 2:9, 10.

V – Peroração.
l. Jesus, o fiel amigo, bate à porta de nosso coração. – V. 20.
2. Jesus quer cear conosco. – V. 20.
3. O perigo da demora. – Cant. 5:2-6.

CONSELHOS À LAODICÉIA
Apoc. 3:18

I – Ouro provado no fogo.
1. A que se refere este texto? – Apoc. 14:12; Jo. 13:34; I Jo. 3:16; Mat. 22:36-40.
2. Que se diz daquele que não possui tal ouro? – I Jo. 3:14; 4:20.
3. Como conseguir o ouro que enriquece? – Rom. 13:10.
4. Qual o resultado de possuirmos esse sublime metal espiritual?
– Dan. 3:27; Jo. 14:3; I Tess. 4:17; Mat. 17:2,3.

II – Vestidos brancos.
1. A que se comparam os vestidos brancos? – Apoc. 19:8.
2. Qual é a condição geral de nossos vestidos espirituais? Zac. 3:3; Isa. 64:6.
3. O que significa vestidos sujos? – Zac. 3:4.
4. O que devemos fazer em tais vestidos? – Apoc. 7:13-14; 22:14.
5. Qual será o resultado dessa lavagem? – Apoc. 7:13-17; 22:14; Dan. 12:3.

III – O colírio santo.
l. Que significa esse colírio? – Atos 17:11,12.
2. Se ungirmos nossos olhos com ele, o que se tornará para nós? – Sal. 119:105.
3. Até onde sua luz penetra? – Heb. 4:12.
4. O que descobre ele no coração humano? – Mat. 15:19; Gên. 8:21; Prov. 6:14; Lev.17:14.
5. Uma vez que ele mostre nossos pecados, que devemos fazer para obter o perdão? – Atos 13:19; 1:8.

IV – “Sê zeloso e arrepende-te”.
1. Que significa arrependimento? – Ez. 18:31; (Mat. 15:19).
2. Por que é necessário um novo coração? – Apoc. 3:20; Mat. 5:8.
3. Que fez o pecador arrependido? – Luc. 15:18.
4. Que há no Céu, quando um pecador se arrepende? – Luc. 15:7.

PORQUE IR À IGREIA?
Sal. 84

I – Para ajudar-nos a nós mesmos. – Sal. 84:1-12.
1. Cada crente verdadeiro deve ter um desejo ardente pela Igreja do Senhor. – V. 1-3.
a) O crente deseja a casa do Senhor porque deseja o Senhor da casa.
2. Com esse ardente desejo, seu coração se enche de alegria ao ir à casa do Senhor. – Sal, 122:1.
3. O crente deve e pode louvar a Deus quando está só, porém, há grande inspiração na associação dos espíritos aparentados.
4. O crente deve ir à igreja para fortalecer a sua alma. V. 5, 2.
a) Cada hino, cada oração, cada sermão deve fortificar sua fé.
5. O crente deve ir à igreja porque isso o satisfaz e ensina-lhe a ser útil. – V. 8-12.

II – Para ajudar a outros. – Luc. 4:14-23.
1. Antes da conversão, o pensamento central é: “Como posso eu ajudar-me a mim mesmo?” Porém depois da conversão o pensamento central deve ser: “Como posso ajudar a outros?” A Igreja oferece essa oportunidade. Podemos ajudar a outros:
a) Convidando-os a virem à igreja.
b) Dando-lhes nosso banco, se for necessário.
c) Oferecendo-lhes nosso cantor.
d) Falando-lhes acerca das coisas espirituais.
e) Distribuindo folhetos e orando pelas almas.
2. A união faz a força – Por meio da igreja podemos unir nossos esforços para evangelizar o mundo.
3. Pelo conjunto de lenha o fogo se avigora, e pelo isolamento dela, o fogo enfraquece seu calor. Assim é com a igreja e seus membros.

O QUE A IGREIA NOS DÁ

1. Um lugar de oração e de exercício na fé.
2. Um lugar de revelações da vontade de Deus.
3. Um lugar de fraterna comunhão.
4. Um lugar cheio de oportunidades.
5. Um lugar de bênçãos peculiares.
6. Um lugar de crescimento espiritual.
7. Um lugar de louvor a Deus.

A IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

I – A natureza da Igreja.
1. Uma fraternidade espiritual.
Resultado da fé em Cristo.
Criada pela operação do Espírito Santo.
2. A Igreja é primeiro um organismo e depois uma organização.

II – As funções da Igreja – determinadas pela sua natureza:
1. Adoração a Deus.
2. Edificação dos crentes.
3, Evangelização do mundo,

III – O governo da Igreja.
1. A natureza exige que ela seja uma democracia.
2. Princípios neotestamentários que estabelecem a democracia das igrejas:
(1) O senhorio absoluto de Cristo.
(2) A salvação pela graça.
(3) O igual acesso de todos a Deus por Jesus Cristo.
(4) O valor do indivíduo.
(5). A voluntariedade em toda a matéria de religião.
(6) Espírito Santo dado igualmente a todos os crentes.
(7) O exemplo das igrejas do Novo Testamento. – Mat. 18:18; Atos 1:15,23,26; 6:1-7; Atos 13:2; 14:27; 15:2,22; II Cor. 2:6,7; 8:19.

IV – A independência e interdependência das Igrejas.
1. A Igreja é a última corte de apelação. – Mat, 18:5-18.
2. A Igreja de Antioquia era tão autônoma como a de Jerusalém.
3. A palavra “Eclésia” no N.T. :
13 vezes de todos os redimidos.
2 vezes da congregação de Israel.
3 vezes da Assembléia de Éfeso.
96 vezes da Igreja como uma congregação local.
4. A autonomia da Igreja é intransferível.
5. Contudo há interdependência também.
(1) A fraternidade espiritual de todos os crentes do mundo.
(2) Cooperação essencial para a evangelização do mundo.

ISRAEL E A IGREIA
Contrastes:

I – Israel.
l. Sua vocação: terrestre. – Êx, 19:5-6.
2. Na Terra: uma grande nação. – Gên. 12:2; 18:18.
3. Promessa: bênção na Terra. – Deut. 28:1-14.
4. Seu culto: sacrifícios, holocaustos, cerimônias rituais (Lev.; Heb. 10:11); ou classe sacerdotal, com vestes especiais (Êx. 28); um lugar divinamente escolhido (Deut. 12:5,11); o Templo, um santuário terrestre (Heb. 9:1-9).
5. Seu futuro: restaurado na Terra. – At. 1:6; 3:1; feito cabeça das nações com Cristo como seu Rei. – Deut. 28:13; Is. 2:3-4; 60:1-3.
6. Cristo, seu Rei. – Sal. 149:2; Is. 33:22; 43:15; Zac. 9:9; 14:16; Mat. 21:15; Luc, 1:32.

II – A Igreja.
1. Sua vocação – Celeste. – Heb. 3:1.
2. Na Terra – um pequeno rebanho. – Luc. 12 :32.
3. Promessa – “No mundo tereis aflição”. – Jo. 16:33.
4. Seu culto – adoração em espírito e em verdade ao Pai, em todo lugar onde estiverem dois ou três reunidos no nome do Senhor (Jo. 4:23,24; Mat. 18:20); um povo de sacerdotes (I Ped. 2:5; Apoc, 1:6), com liberdade de acesso pela fé ao santuário celeste (Heb. 10:19-22) .
5. Seu futuro – arrebatada da Terra. – I Tes. 4:15-17. Com Cristo na glória celeste. – Jo. 17:24. Reinando com Cristo sobre a Terra. – Apoc. 5:10; II Tim. 2:12.
6. Cristo, seu Esposo. – Ef. 5:25,31-32.

REVERÊNCIA E CULTO
Heb. 12:28.

I – O Caráter Santo de Deus.
1. Declaração do caráter de Deus. – Êxo. 20:3-6.
2. O atributo supremo de Deus. – I Ped, 1:15 e 16; Lev. 19 :2; 20:7.
3. Deus é revelado ao homem. – Mat. 11:27; Jo. 14-9.
4. Convite a adorar a Deus. – Sal. 148:11-13.

II – É Ordenada a Reverência.
1. O nome de Deus é santo. – Sal. 11:9; Êxo. 20:7.
2. O sábado é sagrado. – Êxo. 20:8-11; Eze. 20:19 e 20.
3. O santuário deve ser reverenciado. Êxo. 25:8; Isa. 56:7; Lev. 19:30.

III – A Presença de Deus Santifica o Tempo e os Lugares.
1. Jacó em Betel. – Gên. 28:16-19.
2. Paulo nas colinas de Marte. – Atos 17 :24-27.
3. Paulo e Silas na prisão. – Atos 16:25 e 26.
4. Daniel em Babilônia. – Dan. 6:10.

IV – O Culto Aprovado pelos Céus.
1. Base da sabedoria. – Prov. 9:10.
2. Conduta no Santuário. – Heb. 2:20; Ecl. 5:1; Sal. 95:6.
3. O culto aceitável. – Sal. 100:4; Col. 3:16; I Crôn. 16:29.
4. Reúnem-se juntamente. – Heb. 10:25; 12:28.

INCREDULIDADE

INCREDULIDADE
Isaías 53:1-6

I – A incredulidade do mundo – “Quem deu crédito?”.
Foi visto o mesmo no caso do dilúvio. A preparação de Noé.
II Ped. 2:5, em Sodoma. – Gên, 19:14.

II – A pessoa de Cristo.
l. Renovo (“diante dEle” – Deus).
2. Raiz da terra seca.
3. Não tinha parecer nem formosura – Não vem com aparato nem glória humana. O homem natural não sente atração por Sua pessoa.
4. Indesejável – Os homens não entendem Seu valor, e como Esaú, menosprezam o espiritual.
5. Desprezado – Como a pedra pelos edificadores. – Sal. 118:22.
6. Varão de dores – A dor de achar-se em um ambiente repugnante, de ser o alvo dos ataques de Satanás e da contradição dos pecadores.
7. Experimentado nas aflições – Sente em sua alma a tristeza, a debilidade da humanidade e, por fim, o coração lhe é quebrantado. – Sal. 69:20.

III – A obra de Cristo
1. Ferido, moído. e castigado – tudo por nossa causa.
2. Porém “por suas pisaduras” há salvação para os que crerem nEle.

IV – A confissão do pecador – (v. 6)
1. Quando entendemos algo de nossa maldade, geral e pessoal, e reconhecemos que “o Senhor fez cair sobre Ele a iniqüidade” Jesus chega a ser nosso Salvador pessoal.

ABRAÃO LINCOLN LEGOU-NOS O SEGUINTE CREDO:

“Creio em Deus, o supremo regulador das nações, nosso bondoso e misericordioso criador, nosso Pai celeste, ao qual não é indiferente a queda de um pardal e que tem contado os nossos próprios cabelos. Creio na Sua eterna justiça e verdade. Creio que é dever nosso, como nação, bem como individualmente, reconhecer a nossa dependência dEle como do excelso poder e invocar as influências do Seu Santo Espírito; confessar com humildade as nossas faltas e transgressões, com a certeza moral de que um arrependimento sincero nos trará o perdão e a paz. Creio que é digno e justo reconhecer e confessar a presença de Deus, tanto em nossas vitórias e triunfos, como nas tristezas que possam sobrevir, em justo castigo pelas nossas presunções, e com o intuito misericordioso de nos reformarmos. Creio que a vontade de Deus há de prevalecer. Sem esta, toda pretensão humana é vã. Sem a assistência do Ser Supremo não podemos ser bem sucedidos. Sendo um instrumento humilde nas mãos do Pai Celeste, eu desejo que minhas palavras e meus atos sejam de acordo com a Sua Vontade, e, a fim de que isto aconteça, busco o Seu auxílio; e, pelo resultado, rendo-lhe as mais profundas graças. Tenho inscrito no Céu o voto solene de procurar cumprir um trabalho que tenho em vista, com plena consciência da minha responsabilidade para com Deus, sem malícia contra ninguém, com caridade para com todos e firmeza no sentido do que é justo na medida em que Deus me ilumina para ver a justiça. Confiando aqueles que me amam ao Seu cuidado, como espero que nas suas preces também eles se interessem por mim, espero, com a ajuda de Deus, encontrar finalmente todos aqueles que me precederam na Eternidade.”

A CIDADE DE NÍNIVE
Jonas

O livro de Jonas contém uma formosa ilustração de salvação.
1. Uma cidade pecaminosa – Jon. 1:2. – É um reflexo do estado natural do homem. – Rom. 3:23; Gên, 6:5; Isa. 64:6. – O pecado domina em toda parte.
2. uma cidade condenada – Jon. 3:4. – Deus não pode tolerar o pecado: Sua santidade o aborrece; Sua justiça o castiga. – Rom. 1:32; 2:8-9.
3. Uma cidade admoestada – Jon. 3:1-4. – O mensageiro de Deus é um homem que, em figura, havia sido morto e ressuscitado, trazendo diante de nós nosso Senhor Jesus Cristo (Mat. 12:40) em Sua morte e ressurreição. Assim são os que pregam a Palavra hoje em dia. – Gál. 2:20.
4. Uma cidade perdoada – Jon. 3:10. – Em vista do arrependimento dos ninivitas e sua fé na mensagem dada, Deus os perdoou. Hoje Ele faz o mesmo pela pregação do Evangelho. – Atos 10:42-43.

Salmo 14

I – O homem incrédulo é um néscio.
1. Crê que é sábio. – Rom. 1:21-22.
2. A sabedoria do mundo é loucura para Deus. – I Cor. 1:20-21.
3. A ciência do homem não pode descobrir a Deus; Ele Se faz conhecer espiritualmente. – Jo. 4:24; 1 Cor. 2:14,

II – O homem incrédulo desonra a Deus. Diz: “não há Deus.” Não o diz com a boca, porém pela sua vida; vive “sem Deus e sem Cristo no mundo” – Efés. 2:12. Diz: “em seu coração”. Não é fruto de averiguações ou de seu raciocínio, mas o íntimo desejo, que rege a sua vida e a sua maneira de ser é que não tem nada que ver com Deus.

III – O homem incrédulo se deita a perder – Vs. 3-4. Física, moral e espiritualmente se nota seu abandono de Deus. Não serve para nada, não cumpre o propósito de sua criação. É uma figueira que não tem fruto. – Luc. 13:6-9.

IV – O homem incrédulo se aterroriza ao fim. – V. 5. O terror de ter de dar conta de seus pecados, de encontrar-se diante de Deus, de fazer frente a uma eternidade de desdita e perdição, Em contraste com isto, podemos dizer que há “saúde” – V. 7. O Senhor pode quebrantar o jugo da escravidão e dar-nos liberdade. – Jo. 8:36; Gal. 5:1.

CAUSAS E CURA DO ATEISMO

I – A inimizade natural ao coração humano.
1. Quando Adão caiu, rebelou-se contra Deus desobedecendo à Sua palavra. – Rom. 5:10.
2. Portanto “aborrece a luz”. – Jo. 3:20.
3. Não ama Aquele Deus contra quem se tem rebelado.

II – A ignorância.
1. Não conhece o conteúdo da Escritura, crê em absurdos e contradições, não toma tempo para averiguar a verdade.
2, Não conhece o caráter de Deus: tem idéias completamente erradas de Seus amor, graça e bondade. De Suas justiça, santidade e severidade. “Deus é luz” vem antes de “Deus é amor”. I Jo. 1:5; 4:8.
3. Não conhece o que é o Evangelho – sua natureza, seus ensinos e poder.

III – O pecado.
O homem natural tem amor ao pecado: “Amam mais as trevas do que a luz”. – Jo. 3:19. Sabe de sua falta de idoneidade para o Céu; sabe que merece o inferno; mas, mesmo assim, nega tudo.

IV – A cura da incredulidade.
Tem que ser difundida a verdade simples do Evangelho.
O coração disposto a obedecer encontrará as provas verdadeiras e experimentará o poder da verdade. – Jo. 7:17.

TOMÉ CENSURADO
Jo. 20:26-29

“Porque Me viste, creste?” Embora Tomé duvidasse honestamente, merecia censura. Dessa censura tiramos três idéias:
1. Os sentidos não são a melhor evidência.
Isaac ouviu, apalpou e cheirou o filho Jacó e o tomou por Esaú.
Aquele que diz “Quero ver para crer” está, pois, equivocado.
2. A dúvida ofende.
“Não sejas incrédulo”. Como nós nos damos por ofendidos quando alguém duvida da nossa palavra, assim quem duvida de Deus peca contra Ele.
3. A dúvida reduz a bênção.
Tomé perdeu uma semana de bem-aventurança porque duvidou.

OS MAIORES LOUCOS DO MUNDO
Ecl. 10:3; Prov. 17:12

1. O louco que diz não existir Deus. – Sal. 14:1.
Ateus, humanistas etc. Todos quantos de coração rejeitam a Deus. Todos quantos adoram a si mesmos ou a divindades de feitura humana. – Jer. 5:4, 7.
2. O louco que é espiritualmente ignorante. – Sal. 92:5, 6; Prov. 10:21.
Todos quantos não têm prazer no entendimento. – Prov. 17:16; 18:2; Sal. 94:8; Prov. 15:14; 11:29.
3. O louco palrador. – Ecl. 5:18; 10:14; Prov, 15:2.
Um louco loquaz. – Prov. 10:8. Sua verbosidade insensata. – Prov. 29:11 – proclamando a loucura do coração. – Prov. 12:23.
4. O louco rixento, que produz contenda. – Prov. 18:6, 7.
5. O louco intrometido, mexeriqueiro. – Prov. 20:3; 10:23.
6. O rico com injustiça e o louco egocêntrico. – Jer. 17:11; Luc. 12:20, 21.
7. O louco preguiçoso e indolente. – Ecl. 4:5.
8. O louco que despreza a instrução. – Prov. 1:7; 1:22; 15:5; 17:10.
Nunca aprende as lições da vida, sempre volta à sua loucura. – Prov. 26:11 – e á sua vergonha. – Prov. 3:35; 27:22.
9. O louco irado. – Ecl. 7:9; Prov. 12:16; 14:16; 17:10.
10. O louco orgulhoso. – Prov. 12:15; 14:16; 26:12; II Cor. 12:6.
11. O louco amante do pecado. – Sal. 107:17; Prov. 13:19; 14:9.
12. O louco indiscreto. – Prov. 7:4-6.
13. O louco enganador. – Prov. 14:8; Ecl. 5:4, 5.
14. O louco de lâmpada sem óleo. – Mat. 25:2,4,8.
O crente professo sem o Espírito Santo. A tragédia da chama mortiça.

SETE INTERROGAÇÕES ATREVIDAS

Conforme o livro de Malaquias, o povo israelita, ou judeu, dirigiu-se a Deus, em circunstâncias bem esquisitas, em certas ocasiões, fazendo-lhe sete interrogações atrevidas:

1. “Eu vos amei, diz o Senhor. Mas vós dizeis: Em que nos amaste?” – Mal. 1:2.
2. “Diz o Senhor dos Exércitos a vós, ó sacerdotes que desprezais o Meu nome e dissestes : Em que desprezamos nós o Teu nome?”. – V. 6.
3. “Ofereceis sobre o Meu altar pão imundo e dizeis: Em que Te havemos profanado?”. – V. 7.
4. “Enfadais ao Senhor com vossas palavras e ainda dizeis: Em que O enfadamos?”. – Cap. 2:17.
5. “Tornai para Mim, e Eu tornarei. para vós, diz o Senhor dos Exércitos. Mas vós dizeis; Em que havemos de tornar?”. – 3:7.
6. “Roubará o homem a Deus? todavia vós Me roubais e dizeis: Em que Te roubamos?”. – V. 8.
7. “As vossas palavras foram agressivas para Mim, diz o Senhor. Mas vós dizeis: Que temos falado contra Ti?” – V. 13.

O NÉSCIO
Efés. 5:15

O néscio é aquele:

1. Que diz no seu coração: “Não há Deus”. – Sal. 14:1; 53:1.
2. Que confia em seu próprio coração. – Prov. 28:26; Jer. 17:9.
3. Cujo caminho é reto aos seus próprios olhos. – Prov. 12:15; 16:25.
4. Cujo coração está nas riquezas. – Luc, 12:16-21.
5. Que despreza a sabedoria e a instrução, – Prov. 1:7, 22; 18:2.
6. Que se ira depressa. – Ecl. 7:9; Prov. 14:16, 17.
7. Que encobre o ódio com a mentira. – Prov. 10:18.
8. Que zomba do pecado. – Prov. 14:9; 10;23.

JESUS CRISTO
HUMANIDADE – DIVINDADE – SOFRIMENTO – RESSUREIÇÃO– SALVADOR – PROTETOR – AMIGO

A HUMANIDADE DE JESUS

Há quatro principais motivos pelos quais é revelada a humanidade de Jesus Cristo:
I – Nomes ou Títulos Humanos.
1. Filho do homem. – Mat. 18:11; 26:2; At. 7:56.
2. Filho de Davi. – Mat. 20:30,31; Mar. 10:47.
3. Homem. – At.17:31; 1 Tim. 2:5.

II – Natureza Humana.
1. Fez-se carne. – Jo. 1:14; Heb. 2:14; Gál. 4:4; Luc. 2:11-12; I Jo. 4:3.
2. Tornou-se semelhante aos homens. – Filip. 2:7-8.

III – Parentesco Humano.
1. Nascido de mulher (teve mãe). – Gál. 4:4; Luc. 2:7.
2. Da tribo de Judá. – Heb. 7:14.
3. Descendente de Davi. – Rom. 1:3; At. 2:29-30.
4. Tinha parentes carnais, – Jo. 2:12; 7:3,5; Mat. 12:47; 13:55-56.

IV – Limitações Humanas.
1. Teve sede. – Jo. 19:28; 4:7.
2. Teve fome. – Mat. 4:2; 21:18.
3. Chorou. – Jo. 11:35.
4. Alegrou-se.
5. Cansou-Se. – Jo. 4:6; Cf. Is. 40:28.
6. Foi tentado. – Heb. 4:15; Mat. 4:1; Tia. 1:13.
7. Sofreu. – Heb. 2:10, 18; At. 17:3; Mat. 26:38; Luc. 22:44.
8. Morreu. – I Cor. 15:3.
JESUS – O DEUS-HOMEM

1. Jesus foi tão humano que era filho de mulher (Mat. 1:21); foi tão divino que era o Unigênito Filho de Deus (Jo. 3:16).
2. Jesus foi tão humano que Se sujeitou ao batismo de arrependimento, ministrado por João (Mat. 3:16); foi tão divino que nunca teve que Se arrepender, e mesmo coma homem foi infalível (Jo. 4:42).
3. Jesus foi tão humano que em tudo foi tentado (Luc. 4:2); foi tão divino que em nada cedeu à tentação (Heb. 4:15).
4. Jesus foi tão humano que teve fome (Mat. 4:2); foi tão divino que pôde dizer: “Eu sou o Pão da Vida” (Jo. 6:35).
5. Jesus foi tão humano que teve sede (Jo. 4:7); foi tão divino que era a “Água da vida” (Jo. 4:10).
6. Jesus foi tão humano que pagou tributo (Mat. 17:27); foi tão divino que era o Senhor do Reino Espiritual (Jo. 18:36).
7. Jesus foi tão humano que sentiu cansaço (Jo. 4:6); foi tão divino que lançou o convite de alivio aos cansados e oprimidas (Mat. 11:28).
8. Jesus foi tão humano que chorou (Jo. 11:35); foi tão divino que consolou os corações aflitos e angustiadas (Luc. 7:13).
9. Jesus foi tão humano que sentiu o peso da cruz (Mat. 27:46); foi tão divino que a suportou com resignação, apesar de não ter a menor culpa (Luc. 23:14).
10. Jesus foi tão humano que morreu (Jo. 19:30); foi tão divino que venceu a morte (I Cor. 15:20).

Conclusão: Jesus foi humano para levar os homens a Deus; e foi divino para trazer Deus aos homens.

A NATUREZA DE CRISTO
Mat. 22:42

I – Quanto à Sua origem:
1. Filho do homem – o ideal de humanidade.
2. Filho de Deus – a divina essência.

II – Quanto ao Seu caráter:
1. Absolutamente perfeito – imaculado, único, completo.
2. A encarnação da divina perfeição.

III – Quanto aos Seus ofícios:
1. Nosso Professor.
2. Nosso Salvador.
3. Nosso Rei.
4. Nosso Sacerdote. – Heb. 4:14-16.
5. Nosso Advogado. – I Jo. 2:1-2.

A DIVINDADE DE CRISTO – I
As Suas Obras
Jo. 10:22-42, 38; Mat. 11:2-6

Quais são as obras que dão testemunho de Jesus Cristo? – Os Seus milagres.
O incrédulo acha impossível a palavra “milagre”, mas provaremos que é possível, e que tem se dado.

I – A possibilidade do milagre.
1. O que é milagre?
a) É a suspensão temporária, perceptível, de alguma lei física por Deus operada para a conservação de algum fim sobrenatural.
b) Pode Deus operar milagre?
O que disse J. J. Rousseau (descrente): “Se alguém, com toda a seriedade, fizesse a pergunta se Deus pode ou não fazer milagres, demasiada honra lhe daríamos se lhe respondêssemos seriamente; bastaria assinar-lhe um lugar no hospício.”
c) Pode o relojoeiro atrasar ou adiantar o ponteiro do relógio que fabricou pela simples razão que os ponteiros caminham por força intrínseca – impelido pelas molas?
d) Deus, o Criador, diante de Quem este mundo é um minúsculo mecanismo de relógio, não poderá suspender, por motivos razoáveis, o efeito de algumas de Suas leis, que Ele criou?
e) O milagre, pois, é possível física e moralmente.

II – A verdade histórica dos milagres.
1. O caso de Lázaro. – Jo. 11.
a) O testemunha dos inimigos. – Jo. 11:46-48.
(1) Essa medida não era de molde a refutar o milagre.
b) O que aconteceria se eles tivessem dito: “Jesus não fez milagre algum?”
(1) Isso seria uma ruína fatal; seria negar o Sol em pleno dia,
(2) Centenas de pessoas tinham presenciado o estupendo milagre.
(3) Nesse acontecimento os quatro sentidos foram testemunhas: tato, visão, olfato, audição.
2. Jesus mostrou-Se Senhor da natureza: mar, ventos, pões, peixes.
3. Mostrou-Se Senhor absoluto sobre toda a sorte de todas as moléstias: cegos, surdos, mudos, leprosos, coxos, paralíticos, etc. “Eu quero” foi o remédio.
4. Mostrou-Se Senhor absoluto da morte – filha de Jairo, o jovem de Naim, Lázaro e a Si mesmo, por isso pôde dizer: “tenho as chaves da morte”. – Apoc. 1:18.

III – As objeções modernas:
1. Os modernistas:
a) “As pessoas daquele tempo não tinham conhecimentos, eram incompetentes.”
(1) Será necessário ser competente para distinguir um morto semiputrefato de uma pessoa viva e sadia?
b) “Mas é o parecer de uma época obscura, ignorante e sem a devida crítica.”
(1) Em que época se verifica a história de Cristo? No se verifica a história de Cristo? No apogeu romano (Luc. 2), que é conhecido na história pela denominação de idade áurea das ciências e artes.
(2) O tempo de Cristo foi bem assinalado pelos adiantamentos, romanos, legisladores; gregos, literatos, hebreus, religião.
2. Os racionalistas, espíritas, teosofistas, etc.
a) “Os milagres foram devidos à hipótese, auto-sugestão, magnetismo etc.”
(1) Podem esses hoje por tais meios chamar à vida um cadáver? Dar a vista a um cego de nascença? Podem a mar e os ventos ser hipnotizados?!

IV – Conclusão.

1. Cristo operou mi!agres verdadeiros e por virtude própria.
Estes são uma prova irrefutável de Sua missão divina e de Sua divindade.
2. Provou ser Senhor supremo da criação; por isso pôde dizer: “Crede ao menos, pelas obras”. – Jo. 11:38.
3. Prostremo-nos de joelhos diante de sua divindade e confessemos como Pedro. – Jo. 6:69.

A DIVINDADE DE CRISTO – II
I Cor. 15:14-19
A Sua Ressurreição
Mat. 12:38-41; Jo. 2:13-24

Os judeus, vitimas da cegueira voluntária, e não satisfeitos com as obras de Jesus, Lhe pediam outro sinal que mais evidentemente demonstrasse a Sua divindade.
Cristo lhes prometeu, como coroamento de todos os milagres, o milagre de Jonas – Sua ressurreição.
A certeza infalível com que Cristo prediz a Sua ressurreição é um fato único em toda a história humana!

I – Estava Jesus realmente morto quando foi depositado no sepulcro?
1. Afirmam os judeus e os cristãos que sim.
2. Dizem os racionalistas que Jesus estava aparentemente morto.
3. As provas de que Jesus estava realmente morto quando foi posto no túmulo – as testemunhas:
a) Os quatro evangelistas – historiadores contemporâneos.
b) Todos os escritores dos 18 séculos – cristãos, judeus e maometanos.
c) Os soldados encarregados de quebrar as pernas aos crucificados. – Jo. 19:30,35.
d) O centurião romano. – Mar. 15:39, 42-45.
e) Os amigos e parentes. – Mar. 15:45-47; Jo. 19:35.
f) Os próprios inimigos. – Mat. 27:62-66.
4. Não há em toda a história antiga uma morte que seja tão bem provada como a de Cristo na cruz.

II – Este mesmo Cristo, morto e sepultado, ressuscitou.
1. Jesus saiu vivo do sepulcro e por virtude divina, conforme havia predito – prova de Sua divindade.
2. Os judeus negam isso. As testemunhas que eles apresentaram:
– os soldados: Mat. 28:11-15.
a) O que dizem eles? – nós dormíamos…” Guarda dormindo a sono solto! e dormindo observavam tudo o que se passa e não impedem!
3. Moralmente isso é impossível.
a) Os apóstolos eram homens bons, de caráter nobre e não ladrões e embusteiros.
b) Para tal empresa faltava-lhes a coragem necessária. – Jo. 20:19.
c) Com que fim os apóstolos teriam roubado o cadáver? O que fazer? Enganar, fazer uma especulação lucrativa? – Quanto foi lucrativa essa especulação, digam-nos os séculos, os flagelos, as fogueiras, as espadas etc. Todos os apóstolos foram martirizados.
d) Se Cristo continuasse morto, mortos ficariam com Ele as promessas que fizera a Seus discípulos, – I Cor. 15:14,15.

III – Conclusão.
1. A ressurreição de Cristo é o Gibraltar do Cristianismo, o rochedo inquebrantável de Sua divindade, contra o qual se quebram as idéias céticas.
2. Cristo ressuscitou por direta intervenção divina, prova irrefutável de Sua divindade; portanto Ele é Deus!
3. Negar a divindade de Cristo é cometer um assassínio formal da razão, da História e da eclesiologia.
4. Cristo é Deus, prostremo-nos reverentes aos Seus pés e digamos com Pedro: “Tu és o Cristo, Filho de Deus!”

GETSÊMANI
Mar. 14:32-42

A história da agonia no Getsêmani é uma das mais fortes, profundas e misteriosas narradas nas Escrituras.
Éden e Getsêmani são significativos!

I – A escolha do lugar.
1. Mostrou Sua serenidade de mente e coragem.
a) Foi o Seu lugar usual de oração.
b) Embora Judas soubesse, Ele foi.
2. Manifestou a Sua sabedoria,
a) Memórias santas ali auxiliaram Sua fé.
b) A profunda solidão foi adaptável às suas orações e intensa tristeza.
3. Ensina-nos algumas lições:
a) Em um jardim o Paraíso foi perdido e ganho,
b) No Getsêmani (lugar de azeitonas) o Salvador foi moído por nós – a carga dos pecados da mundo era enorme e estava sobre Ele.
c) Em nossas aflições devemos recorrer ao nosso grande Deus.

II – O que fez Jesus no Getsêmani.
1. Temos todas as precauções pelos Seus.
a) Convidou-os a vigiar e a orar,
2. Desejou a simpatia dos amigos de lutas.
a) A simpatia é necessária,
3. orou e lutou com Deus.
a) Foi uma luta terrível. – V. 35.
b) Ali esteve em jogo o nosso destino: salvação ou perdição eternas. – V. 36.
c) A agonia de espírito foi grande e inexplicável. – Luc. 22:44; Heb. 5:7.

III – O triunfo no Getsêmani.
1. Jesus lutou com “se isso for possível”, mas conquistou com “não a minha, mas a Tua vontade”.
a) Ele é o nosso (exemplo de resignação e paciência.
2. Um anjo veio animar e confortar o divino padecente.
– Luc. 26:53.
a) Não há Getsêmani sem um anjo.
3. Esse triunfo garantiu-nos a salvação!
Pensemos no Getsêmani.
Sejamos gratos a Jesus pela vitória que Ele por nós ganhou!
Vigiemos e cremos!

A ENTRADA TRIUNFAL DE JESUS EM JERUSALÉM
Mat. 21:1-11; Luc. 19:29-44

I – Por que o Senhor fez este ato público?
1. Encaminhava-se para a morte.
a) Quis fazê-la publica aos milhares em Jerusalém para dar-lhes mais uma oportunidade.
2. Para que Sua morte se tornasse Pública e não viesse a ser negada depois e tirar a desculpa dos homens.
3. Para o cumprimento da profecia divina. – Zac. 9:9.

II – A pobreza voluntária de Jesus.
1. Como entrou em Jerusalém?
a) Da maneira mais pobre possível.
b) Sua vida foi toda de pobreza.
2. Em si a pobreza não é pecado nem defeito.
a) O pobre honrado vale tanto aos olhos de Deus como o rei mais opulento.
3. Quais os troféus de triunfo que acompanhavam a Jesus?
a) O exército era inumerável: cegos, coxos, paralíticos, mudos e os ressuscitados por Ele.

II – A entrada triunfal e as lágrimas de Jesus,
1. O entusiasmo do povo. – V. 9.
a) “Hosana” – “Salva-me” – Reconheciam esta necessidade mas não conheciam seu Salvador.
2. A pergunta feita: “Quem é este?” – V. 10.
a) Triste condição de um tal povo. Jesus “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam”.
3. Por que aquele povo não conheceu a Jesus?
a) Porque era formalista e superficial.
b) Pouco adianta termos dado entrada em nossas casas à imagem de Jesus; o mais necessário é que Ele tenha feito uma entrada triunfante em nossos corações.
4. As lágrimas de Jesus. – Luc. 19:41-44; Mat. 23:37.
a) Chorou devido á incredulidade e hipocrisia do povo – três anos  de ensinos e milagres!
b) Será que hoje Jesus ainda chora devido á incredulidade daqueles que vão benzer seus ramos e continuam nos vícios e pecados, não conhecendo o tempo da visitação divina?
5. Jesus ainda passa: como O receberemos? Demos a Ele a entrada condigna no coração. – Apoc. 3:20.

A AGONIA DO GETSÊMANI
Mat. 26:36-46

A história da agonia do Getsêmani é uma das mais profundas e misteriosas! Éden e Getsêmani são bem significativos.
O ambiente do cenáculo ao jardim das oliveiras.
1. Jesus procura, na oração, solução para sua tristeza.
a) A oração é e será o remédio para as aflições humanas. Exemplos: – Jacó, Jó e os mártires do passado.
b) Recorramos a Jesus, que ainda intercede por nós. – Heb. 7:25. – Que o primeiro amigo a quem recorramos seja Jesus!
2. Sua agonia mortal. – V. 38.
a) Foi uma agonia de espírito, pois antevia a cruz.
b) Satanás ali estava para O dissuadir da morte.
c) Ali estava em jogo nossa salvação.
d) A agonia por causa do nosso pecado.
3. A ingratidão das discípulos. – Dormiam.
a) Jesus, só, pisava o lagar. Desejava a simpatia dos amigos.
b) Nas lutas da vida, vigiemos e oremos sempre.
4. O suor de sangue – Ponto culminante da agonia.
a) Foi a grande luta moral e de espírito.
b) O que diz a ciência a Esse respeito.
5. A vitória final.
a) A submissão foi a causa.
b) Morria o “eu” e triunfava “a Tua vontade”.
c) Os anjos vêm confortar o divino sofredor e mostrar o resultado de Sua morte – almas salvas.
d) Este triunfo garantiu-nos a salvação e o Éden perdido,
6. Não há um Getsêmani sem um anjo.
a) Sigamos o exemplo de Jesus na resignação, paciência, e submissão á vontade de Deus.
b) Sejamos gratos a Jesus pela vitória que Ele por nós ganhou.
Vigiemos e oremos!
Heb. 7:25

O ESCÁRNIO DOS SOLDADOS
Mat. 21:11-31,29

A glória de Jerusalém – o orgulho dos judeus, o espetáculo vergonhoso ocorrido nela e o que fez a turba sanguissedenta.
Vamos ao salão da guarda pretoriana e contemplemos o ridículo a que foi submetido nosso Senhor e Salvador.

I – Aprendamos uma lição para nosso coração.
O Senhor da Glória é feito o alvo de zombaria. – Isa. 53:4, 5.
1. Vejamos o efeito do pecado – Tudo sobre Ele.
a) Ridicularizado por Sua loucura (?)
b) Desdenhado por Suas pretensões. Quanto Lhe custou o desejo de querer dominar os corações?
c) Envergonhado por Sua audácia – ser Salvador.
2. Vejamos a baixíssima posição a que, por nossa causa, chegou o Salvador.
a) Foi feito substituto de loucos – assim foi considerado.
b) Foi ridicularizado até pelos soldados da mais baixa esfera moral.
c) Foi feito um Judas para divertimento dos soldados.
3. Vejamos como nosso Redentor nas amava.
a) Suportou e sofreu amargamente até o fim em silêncio, sem que Se queixasse ou maldissesse.
b) Sofreu tudo por amor de ti e de mim.
4. Vejamos os grandes fatos por detrás do desdém.
a) Ele é um Rei em verdade: “Salve Rei”. – V. 29.
b) Ele é glorificado por conquistar as tristezas da Terra,
Foi coroado com espinhos.
c) Ele reina por fraqueza – uma cana foi o cetro,
Ele reina não por força ou violência mas em maldição e amor. O que disse Napoleão.
d) Ele é digno de reverência – diante dEle se ajoelharam; assim é hoje. – Filip. 2:10,11.
5. Vejamos a honra que tributaram a Jesus, e não esperemos, pois, honra para nós neste mundo.

lI – Aprendamos uma lição para nossa consciência.
1. Jesus ainda pode ser zombado.
a) Por escarnecer Seu povo – “Saulo, Saulo, por que me persegues?”
(1) Homens zombam do Mestre nos seus servos.
b) Por desprezar a Sua doutrina e seguir o pecado.
c) Por crer e nunca obedecer.
(1) Isso é desagradável e traz desonra ao Senhor.
d) Por professar e não justificar, muitas vezes estamos expondo o Senhor ao maior ridículo possível.
2. Que fazer se somos culpados de zombar do Senhor Jesus?
a) Não desesperar, mas levantar, confessar e confiar.
b) Não repetir mais a triste ofensa. – Atos 9:6.
c) Não ficar em silêncio, mas proclamá-Lo a despeito das críticas ou perseguições, lembrando-nos de que Ele tudo sofreu por amor de todos nós.

“ESTÁ CONSUMADO!”
Jo. 19:11-30

I – Antecedentes à crucificação.
1. A entrada triunfal em Jerusalém e a aclamação.
2. Jesus chora sabre Jerusalém.
3. Os acontecimentos nos tribunais.
a) Os que O aclamaram antes, agora pedem Sua morte.
b) Jesus sofreu tudo com calma e resignação.

II – Do Tribunal à Cruz.
1. Ensangüentado e fraca, Jesus leva resignadamente a cruz.
a) Devemos levar nossa cruz sem murmuração. Jesus nos deu o exemplo. – I Ped. 2:21.
2. A crucificação e os sofrimentos.
a) Jesus sente-Se só.
b) Sofre sede cruel.
3. O Seu brado: “ESTÁ CONSUMADO!”
a) Tendo completado a obra da redenção, descansa no sábado como Seu pai na obra da criação.
b) Sua morte: Quem morre? Como morre? Por que morre?

III – O que Jesus consumou – Mat. 27:51.
1. Consumou o antigo regime de cultos que consistia em cerimônias que apontavam para Jesus,
a) O caminho ficou aberto ao Pai.
2. Morrendo Jesus, o seu sacrifício tornou-se:
a) Penal – satisfaz a nossa dívida. – Gál. 3:13.
b) Remidor – temos redenção por Seu sangue. – Efés. 1:7.
c) Suficiente – o Seu sangue nos purifica de todo o pecado.
– I Jo. 1:7.
3. Jesus morreu por nós. – I Cor. 15:3; Heb. 4:7.

A MORTE VOLUNTÁRIA DE JESUS
Mar. 15:21-41; Jo. 10:18

I – Foi um cumprimento de profecia.
1. Isaías a predisse. – Is. 53.
2. Simeão a profetizou. – Luc. 2:35.
3. Jesus mesmo a revelou a Seus discípulos. – Jo. 3:14, Luc. 8:31,

II – A resolução efetuando-se.
1. De Jericó a Jerusalém,
2. Na última páscoa.
a) Judas foi enviado a precipitar o fim. – Jo. 13:27,
b) O Mártir encaminhou-se ao encontro de seus algozes. – Jo. 18:1.
3. No jardim de Getsêmani,
a) Jesus Se ofereceu aos inimigos. – Jo. 18:4-8.
b) Não permitiu que os discípulos O defendessem: – Jo. 18:10-11.

III – A última palavra.
1. “O sangue em água”, de Jo. 19:34, mostra que a morte não foi da crucificação.

O PREÇO DA REDENÇÃO
Luc. 23:33-48; I Cor. 7:23

I – Todo o homem se acha empenhado.
1. Ele mesmo se empenhou no Éden,
2. Satanás o levou em penhor.
3. D preço da redenção é a morte,

II – A redenção está ao seu alcance.
1. Só um que não está empenhado pode satisfazer o compromisso.
2. Cristo Jesus é o único que se acha nestas condições.
3. O preço que Ele pagou foi o exigido; dividimo-lo em 5 prestações:
a) O sacrifício do seu trono no céu.
b) Uma vida laboriosa de 33 anos, no meio dos empenhados.
e) Seu sofrimento no Getsêmani,
d) Seu julgamento injusto pelos empenhados.
e) Sua morte horrível, numa cruz.

III – As condições que o Redentor exige.
1. A aceitação daquilo que Ele fez.
2. Uma entrega completa de nosso ser ao Benfeitor.

A CREDIBILIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO – I
I Cor. 15:4; Atos 1:3

O lugar importante da doutrina no sistema cristão.
I – A natureza da ressurreição de Jesus Cristo.
(Elaboração do tema, respondendo à pergunta: O que?)
1. A significação da credibilidade.
2. O significado da ressurreição de Cristo.
Negativamente:
a) Não um desmaio.
b) Não ressurgimento,
c) Não existência continuada unicamente da alma de Jesus.
Positivamente:
a) Uma literal ressurreição física, do corpo de Jesus Cristo, da tumba do jardim de José,
b) Real ressurreição, por virtude de sua missão divina,

II – A prova da ressurreição de Jesus Cristo.
Métodos de prova.
1. Causa e efeito:
Aqui há certos efeitos cujas causas podem ser traçadas unicamente do fato da ressurreição de Jesus Cristo.
a) O sepulcro vazio.
b) O Novo Testamento.
2. Testemunho:
a) O número das testemunhas.
b) A credibilidade das testemunhas.
c) A natureza do fato testemunhado.
d) A falta de motivo para perjurar.
3. Experiência (I Cor. 15:37);
a) De Paulo; dos Coríntios; a nossa.

A CREDIBILIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO – II
I Cor. 15:4; Atos 1:3

I – A necessidade da ressurreição de Jesus Cristo.
1. A Sua vida sem pecado tornou impossível ser Ele retido pela morte. – Atos 2:24,
2. A reivindicação de todos os Seus reclamos, – Jo. 2:19; Mat. 12:38-40.
3. O sinal da aprovação divina. – Atos 2:23, 24, 31-33,
4. Mostrar que Deus tinha aceitado a obra redentora de Cristo em nosso favor. – Rom. 4:23-25.

II – Os resultados da ressurreição de Cristo.
1. Com referência a Cristo mesmo (Rom. 1:4):
a) Declarou-O como Filho de Deus em uma única razão.
b) Foi o selo da divina aprovação às Suas reivindicações.
– Atos 2:23-24.
2. Com referência ao crente:
a) Assegura-lhe a sua aceitação por Deus. – Rom. 4:25.
b) Assegura-lhe todo o poder necessário. – Efés. 1:19-22.
c) Concede-lhe o Espírito Santo. – Jo. 7:37-39; Atos 2:33.
d) É uma garantia de sua própria ressurreição e imortalidade.
– II Cor. 4:14; Jo, 14:19.
3. Com referência aos homens do mundo:
a) Garante a ressurreição de todos os homens. – I Cor. 15:22.
b) Assegura-os da certeza de um julgamento vindouro.
– Atos 17:31.

“RESSUSCITOU VERDADEIRAMENTE O SENHOR”
Mat. 28:1-10; Luc. 24:33,34

A ressurreição de Cristo é uma das pedras fundamentais da religião cristã. É a estrela fulgurante da esperança para a vida cristã que passa e o que não passa – a vida eterna. Foi o selo da grande obra terrestre de Jesus. É o Gibraltar do Cristianismo e a prova irrefutável da divindade de Cristo.

I – Jesus verdadeiramente ressuscitou.
1. Afirmaram os escritores e cristãos dos 18 séculos,
2. Os quatro evangelistas e os historiadores contemporâneos.
3. Os discípulos. – Luc. 24:33, 34.
4. Os Judeus negam isso. As testemunhas que apresentam: os soldados. – Mat. 28:11-15.
5. “Nós dormíamos. . . ”
a) Os apóstolos eram homens bons, de caráter nobre e não embusteiros.
b) Com que fim eles roubariam o corro de Jesus? Para especulação? Quanto lhes custou essa especulação? Digam os séculos, as fogueiras etc.
6. Jesus ressuscitou por virtude divina, prova irrefutável da Sua divindade!

II – A ressurreição é a âncora da fé – Mat. 28:8.
1. O túmulo não O encerrou.
a) Temos um Salvador vivo e não morto, que pode nos vivificar, atender e abençoar.
b) Infeliz será toda a criatura que ainda adora a um Cristo frio, inerte e indiferente!
2. Quem adora a um Cristo morto não terá paz e alegria no coração; mas o que O adora redivivo, isso experimentará. – Jo. 20:19,20.
a) O cristão pode dizer: “Eu sei em quem tenho crido.”
3. A ressurreição de Cristo é a promessa e a segurança da ressurreição final de todo Seu povo e de nossos entes queridos. – I Tess. 4;14.
Aos irmãos: Que se unam e anunciem ao mundo. o Cristo vivo!
Aos interessados: Aceitem a Jesus (Apoc. 3;20) redivivo, a fim de experimentarem a paz e alegria. – Jo. 20:19,20.

LIÇÕES PRÁTICAS DA MANHÃ DA RESSURREIÇÃO – Jo. 20

I – A pedra removida.
1. Indo a Jesus encontraremos muitos obstáculos, mas todos serão removidos.
2. Preconceitos e erros são obstáculos que nos impedem de ver a Jesus.

II – Investigar de perto.
1. Os discípulos foram ver o que Maria dissera.
2. Pedro foi mais observador e assim também devemos ser.

III – Ordem.
1. O Cristianismo é ordem.
a) Exemplo da ordem e limpeza no santuário.
2. Assim deve ser conosco.

IV – Perseverança.
1. Madalena procura Seu Mestre,
2. A promessa. – Deut. 4:29; Prov. 8:17.

V – As lágrimas de Madalena foram recompensadas – Sal. 34:18.
1. Foi a primeira a ouvir e reconhecer o Mestre e receber uma mensagem dEle. – Jo. 20:16-18.
2. O cristão deve conhecer a voz de seu Mestre. – Cant. 2:8.

VI – A alegria dos discípulos – Jo. 20:19,20.
1. Houve um que não se alegrou; onde estava? (Tomé).
2. Devemos sempre estar reunidos com os santos. – Heb. 10;25; Sal. 122:1.

SOFRIMENTOS DE CRISTO NAS MÃOS DOS HOMENS – Jo. 18

1. Traído por um hipócrita. – V. 5.
2. Defendido por um apaixonado, – V, 10-11.
8. Ferido por um injusto. – V. 21-23.
4. Negado por um covarde. – V. 25.
5. Julgado por formalistas. – V. 28.
6. Interrogado por um ambicioso. – V. 33-33; 19:1.

AOS PÉS DE CRISTO

1. Lugar de perdão. – Luc. 7:38.
2. Lugar de cura. – Luc. 7:10.
3. Lugar de descanso. – Luc. 8:35.
4. Lugar de ensino. – Luc, 10:39.
5. Lugar de conforto. – Jo. 11:32.
6. Lugar de intercessão. – Mar. 7:25.
7. Lugar de adoração. – Mat. 28:9.

O CORDEIRO PASCOAL
Êx. 2:1-27

Narrar o fato, aplicando a lição:
1. O pecador precisa de um Salvador.
a) Os israelitas, pecadores necessitados. Também nós.
b) Moravam no Egito – eram escravos. Nós somos escravos dos pecados.
c) Eram condenados e castigados por Faraó. – No Éden. A ira de Deus. A condenação e a morte espiritual.
d) Precisaram de um salvador e clamaram por ele. O salvador não pode ser o próprio pecador. É como aquele que tentasse levantar-se, puxando para cima as próprias orelhas. O reconhecimento do próprio estado.
2. Quem é o Salvador.
a) O cordeiro pascoal, símbolo de Jesus, o cordeiro de Deus.
b) Cordeiro sem defeito. Cristo, o cordeiro imaculado.
c) A morte do cordeiro pascoal e a morte de Cristo.
d) O cordeiro, único ímpio de se escapar da morte. Cristo, o único Salvador.
e) O sangue do cordeiro derramado. O sangue de Cristo no Calvário, o resgate.
f) O sangue nas portas e nos umbrais, O sangue de Cristo aplicado ao pecador.
A vitória sobre a morte, Cristo é o Moisés libertador, que nos tira do Egito da escravidão e do pecado, e nos leva para a Sua Canaã. “O cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” “O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho ide Deus), nos purifica de todo o pecado.”

O SERVO SOFREDOR
Isa. 53

Texto: Atos 8:35.
1. O sensível. – V. 2.
2. O aflito. – V. 3.
3. O oprimido. – V. 4.
4. O sofredor. – V. 5.
5. O portador de pecados. – V.
6. O silente. – V. 7.
7. O ferido. – V. 8.
8. O sincero. – V. 9.
9. O submisso. – V. 10.
10. O satisfeito. – V. 11.
11. O bem sucedido. – V, 12.
Apelo do sublime Salvador. Isa. 53.

PORQUE JESUS SOFREU
Isa. 53:1-9; Heb. 4:15.

ALVO: Mostrar que Jesus foi tentado em todos as pontos, como nós, a fim de poder ser bondoso e misericordioso Salvador.

INTRODUÇÃO: Nomeie algumas das tentações que sobrevêm a cada um de nós:

I – Tentações da carne:
para desobedecer;
para falar palavras feias;
para pensar pensamentos impuros;
para comer coisas prejudiciais;
para tomar bebidas nocivas;
para fumar;
para mentir;
para ser desonesto.

II – Tentações de nossa fé:
para duvidar de Deus;
para desobedecer a Deus;
para transgredir o dia do Senhor.

III – Tentações de ambição e orgulho:
para fazer o que nós queremos;
para ocupar o primeiro lugar;
para pegar a fruta melhor;
para tomar o maior pedaço de bolo etc.
Suportar a tentação e vencê-la causa sofrimento de várias espécies, mas molda nosso caráter. Cada um de nós tem de enfrentar e vencer, de uma ou outra forma, as tentações da carne, da fé ou da ambição.

O CALVÁRIO
Luc. 23

I – É lugar de falsa acusação.
1. Durante o processo, não se achou culpa nEle.
2. Pilatos e Herodes não encontram causa para morte. – V. 14,15.

II – Lugar de condenação injusta – V. 23-24,
1. A sentença não foi de acordo com a lei.
2. Foi dada segundo a gritaria da turba instigada pelos conspiradores.

III – Lugar de lamentação inútil – V. 27-31.
1. O Senhor não atenta para as lamentações puramente humanas.
2. As lágrimas por Seus sofrimentos não têm o valor das lágrimas.
por causa do pecado que o levou à morte.

IV – Lugar de perdão imerecido – V. 39-43.
1. O ladrão arrependido não escondeu o seu pecado.
2. Confessou sua indignidade.
3. Recebeu a certeza da salvação.
4. Não por seus esforços, mas unicamente pela fé em Cristo,

V – Lugar de surpreendente conversão – V. 47.
1. O centurião, acostumado a cenas semelhantes, nunca havia visto um crucificado como Ele.
2. Reconhece-O como “Filho de Deus” – fruto da fé. – Mat. 27:54. (cf. Mat. 16:16-17).

VI – Lugar de profunda convicção – V. 48.
1. A multidão sentiu a solenidade da ocasião.
2. Alguns devem ter,se convertido depois.

CRISTO NOSSA SALVAÇÃO
Luc. 2:11

I – Quanto à Nossa Salvação.
1. Sua natureza. – I Ped. 1:18-19.
2. Sua magnitude. – Heb. 2:2,3.
3. Seu inestimável valor. – Mat. 16-26,

II – Todo o Céu se Interessa em Nosso Bem-Estar,
1. Deus – Eze. 33:11; Jo. 3:16.
2. Jesus – Gál. 1:4.
3. O Espírito Santo. – Rom. 8:26.
4. Os anjos. – Heb. 1:14.

III – Necessidade de Salvação.
1. Todos os homens precisam de salvação. – Rom. 3:23; 5:12; Jer. 17:9.
2. Nenhum homem pode salvar a si próprio. – Jer. 13:23.
a) “Pode o etíope mudar a sua pele?”

IV – A Salvação é Oferecida.
1. Somente em Cristo. – Mat. 1:21; Atos 4:12.
2. Por Sua divindade. – Is. 43:1; Heb. 1;8.
3. Por Sua humanidade. – Gál. 4:4; Fil. 2:7-8.
4. Por Sua vida sem pecado. – I Ped, 2:22-24,
5. Por Sua viva intercessão. – Heb. 7:25.

V – Salvação Pessoal.
1. Aceitação individual. – Apoc. 3:20.
2. Rejeição individual. – Jer. 8:20; Apoc. 6:14-17.

O SACRIFÍCIO DE JESUS
Isa. 53:1-12; Jo. 1:29; Lev. 16:8, 9

I – Sacrifícios foram oferecidos desde o princípio.
1. Adão e Eva. – Gên. 3:21.
a) Este sacrifício foi entre Deus e o homem – reconciliação.
A carne foi oferecida a Deus; a pele ao homem, significando
Jesus oferecendo-se a Deus como aroma suave e que devemos nos vestir dEle – sua justiça.
2. Abel e Caim. – Gên. 4:4.
b) A justiça de Abel devia-se ao seu sacrifício de fé e sinceridade. – Heb. 11:4.

II – O sacerdote que oferecia os sacrifícios,
1. Antes da lei, o chefe da família era o seu sacerdote.
2. Pela lei foi estabelecida uma ordem de sacerdotes que devia oferecer sacrifícios. – Êx. 29:38,39.
3. Esses sacerdotes funcionaram até à morte de Jesus, o qual tornou-Se o último e único aceitável a Deus. – Heb. 9:8,11; 5:6.

III – Os sacrifícios oferecidos.
1. Esses foram típicos e apontavam para o Calvário – Jesus Cristo.
2. Oferecendo-Se Jesus a si próprio como o Cordeiro de Deus, e Seu sacrifício tornou-se:
a) Penal – pois satisfez a nossa divida. – Gál. 3:18.
b) Substitucional – pois deu sua vida. – Jo. 10:17,18.
c) Remidor. – pois temos redenção pelo seu sangue. – Efés. 1:7.
d) Suficiente – pois o seu sangue nos purifica de todo o pecado.
– I Jo. 1:7.
(1) A doutrina do purgatório fica anulada com esta passagem.
(2) A doutrina da reencarnação não pode permanecer ante esta declaração.
3. Este sacrifício de Cristo foi oferecido uma vez para sempre. – Heb. 10:9-14; 9:24-28.
a) Comparar estas passagens com o sacrifício da missa.
4. Aplicação de Jo. 1:29.
a) Jesus é a propiciação pelos pecados de todo mundo (homem). – I Jo. 2:2; 1 Cor. 5:7.
b) Nos sacrifícios israelitas, os sacrifícios eram nacionais,
c) Se Ele tira o pecado de todo o mundo, pode também tirar o seu. Você quer que Ele o tire?
Aceite-O; aceite o Seu sacrifício feito no Calvário, pois, sendo a única esperança e glória da humanidade, será também a sua!

O MÁRTIR SUBLIME

I – A história humana está bordada de mártires.
1. José Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes – 1792.
2. Joana D’Arc.
3. Os mártires da fé – João Huss e os demais cristãos,

II – O mártir sublime: Is. 52:13-15; 53:1-12.
1. A sublimidade do martírio de Jesus está no fato de que Se sacrificou por Seus inimigos e por todas as raças.
2. Sendo maus, estávamos separados de Deus e condenados à morte. – Rom. 6:23.
3. Jesus Se ofereceu como mártir sublime em nosso lugar, – I Cor. 15:3; Fil. 2:7, 8.
a) O que devíamos sofrer Ele sofreu por nós. – Isa. 53:5,6; Mat. 26:67; 27:29; Jo. 19:17; Gál. 3:13.
b) “Ele morreu por Mim” – contar a ilustração.

III – Pelo seu martírio, tornou-se o imã poderoso,
1. O que disse. – Jo. 12:32.
a) Os homens procuram atrair a si as vistas da sociedade, mundo etc., pelas riquezas, posições sociais, ciências, etc., mas tudo passa como o vapor.
2. Pelo vitupério, Jesus tornou-Se o imã irresistível.
a) Quem pensaria que por tal meio humilhante, Jesus Se tornaria o centro de todas as esperanças?
b) Em 19 séculos, o nome desprezado é hoje adorado por todas as classes em todo o mundo. Ele é o sol em redor do qual gira todo o mundo.
3. Sendo o ímã irresistível, tornou-Se o centro culminante de nossa salvação. – Jo. 3:14,15; Atos 4:12.
Como você aprecia o martírio de Cristo?
Morreu Ele por você? O que faze você em compensação pelo Seu sacrifício? Mat. 11:28-30; Heb. 3:7,8.

A CRUZ
I Cor. 2:1-10,2; Gál. 6:14

I – A cruz no passado.
1. Símbolo de vergonha, opróbrio e dor.
a) Os dois discípulos a caminho de Emaús fugiam de Jerusalém envergonhados por causa da cruz.
b) O que os imperadores faziam em Roma. Cristãos nas cruzes como tochas vivas.
2. Morrer na cruz era motivo de vergonha, pois somente os piores criminosos eram mortos na cruz. – Gál. 3:13; Deut. 21:23.
3. Para os judeus era o maior escândalo. – I Cor. 1:23.

II – A cruz no presente
1. O que foi um tropeço para os judeus, e um escândalo e loucura para os gregos, é hoje, para os cristãos, a centralização da glória.
2. A cruz de Cristo é nossa santificação e redenção.
3. É a manifestação palpável e sublime do amor de Deus. – II Cor. 5:19; Jo. 3:16.
4. França, durante o “Reinado do Terror”, Rússia e nações pagãs têm procurado desfazer a verdade do que a cruz de Cristo é para a humanidade hoje, mas seus esforços têm sido em vão,
a) Milhares de cristãos ainda hoje estão prontos a ir ao sacrifício a renegar sua esperança alcançada na cruz do Calvário!
5. A cruz é o ímã irresistível. – Jo. 12:32.
Cristão, você ainda se envergonha da cruz de Cristo Jesus?

A CRUZ DE CRISTO
Luc. 23:33,46

1. A cruz, lugar de aniquilamento. – Filip. 2:7.
2. A cruz, lugar de. intercessão: “Pai, perdoa-lhes”. – Luc. 23:34.
3. A cruz, lugar de vergonha. – Heb. 12:3.
4. A cruz, lugar de aparente derrota. – Luc. 23:35.
a) A obediência O segurou. – Filip. 2:8.
b) O amor O segurou na cruz. – Gal. 2:20; Jo. 3:16.
c) A alegria O segurou. – Heb. 12:2.
5. A cruz, lugar de sacrifício próprio. – Luc. 23:37.
6. A cruz, lugar de silêncio.
7. A cruz, lugar de misericórdia.
a) O título escrito em três línguas – proclamação para todas as classes. – V. 38.
8. A cruz, lugar de poder. – V. 34.
9. A cruz, lugar de promessa. – V. 43.
10. A cruz, lugar de expiação. – V. 45.
11. A cruz, lugar de justiça. – V. 46.

SETE RAZÕES POR QUE CRISTO TINHA DE MORRER
Heb. 2

1. Para provar a morte para cada homem. – V. 9.
2. Para conduzir muitas almas à glória. – V. 10.
3. Para unir-nos com Ele. – V. 11.
4. Para salvar-nos como Seus filhos. – V. 13.
5. Para destruir o poder de Satanás sobre a morte e nos livrar. – V. 14.
6. Para tornar-Se nosso fiel Sumo Sacerdote. – V. 17.
7. Para nos livrar do poder da tentação. – V. 18.

CRISTO, O CORDEIRO DE DEUS

I – O pecado e a sua conseqüência.
1. O homem perdeu a imagem, caráter e glória divinos.
2. A causa – a desobediência. – Gên. 2:16,17; 3:17-19; Rom. 3:23.

II – Uma esperança típica e figurativa.
1. A promessa. – Gên. 3:21.
2. Israel havia perdido a compreensão da salvação e por isso Deus deu-lhe figuras. – Êx. 25:8,9.
a) O santuário e suas divisões. – Heb. 9:1-5.
3. Os sacrifícios rituais terrestres apontavam para Cristo.
a) No lugar santo. – Lev. 4:27-34; 6.
b) No santíssimo. – Lev. 23:27; expiação uma vez ao ano.

III – Cristo, o Cordeiro de Deus.
1, Tudo apontava para Jesus – os sacrifícios.
a) No tempo determinado Ele apareceu. – Jo. 1:29,
2. Jesus morreu uma vez. Para nós esse sacrifício vale para sempre, e não precisa ser repetido. – Heb. 7:26-27; 9;12.
a) Seu sangue é o único meio de reconciliação.
– Heb. 9:14, 22; I Jo. 1:7.
b) Tornou-Se o único Mediador. – Heb. 9:15; 1 Tim. 2:5.
3. Jesus está agora no céu como Sacerdote e intercede por nós.
– Heb. 8:1,2; 7:24,25.
a) Devemos chegar, pela fé, a Ele, confessando essas faltas. – Heb. 4:14-16; 1 João 1:9.
b) Ele pode destruir nossos pecados sem missa, dinheiro ou penitências, e nos dar uma salvação eterna. – Heb. 9:12; 10:10, 12, 14.

CALVÁRIO, A ÚNICA ESPERANÇA E GLÓRIA
DA HUMANIDADE

I – O Amor de Deus no principio.
1. Amor é um atributo natural e moral de Deus. – I Jo. 4:8.
Toda a criação é prova palpável.
2. É eterno. – Jer. 31:3.
3. Devido a esse amor, Deus criou um lar feliz para o homem. – Gên. 1:31.
a) As boas coisas contidas no Paraíso.
b) Deus achava nisso prazer. – Prov. 8 :29-31.
c) Havia intimo amor e confiança. – Gên. 3:8.
4. Esta felicidade era condicional. – Gên. 2:16,17.
5. A desobediência e o seu triste resultado. – Gên. 3:1-7.
6. Deus queria habitar com os homens, mas o pecado não permitiu. – Gên. 3:23,24; Rom. 8;6-8.

II – O Amor de Deus revelado em Cristo.
1. A noticia da queda chega ao Céu. Os anjos tristes; o Céu cobre-se de luta.
2. A humanidade estava irremediavelmente perdida e condenada à morte. – Rom. 6:23.
3. A idéia da intercessão.
a) Os anjos se oferecem para reivindicar a lei.
b) Jesus, o único capaz, – Rom. 5:6; 1 Cor. 15:3.
4. Em Cristo, o amor de Deus foi outra vez revelado aos mundos. – Jo. 3:16; Col. 1:19,20; I Ped. 1:12.
a) Ele morreu por nós. – Isa. 53:3-8.
b) Fez-Se maldito por nós. – Gál. 3:13.
c) Abriu-nos o caminho a Deus. – Mat. 27:51.

III – Pela morte de Jesus, o Calvário tornou-se a única esperança e glória da humanidade.
1. Nele se concentram os olhos do povo da Velha e da Nova Dispensação. É o sol radiante!
2. É a manifestação do caráter divino. – II Cor. 5:19.
3. É a expressão máxima do aniquilamento do pecado. – Heb. 9:26.
4. É a manifestação do amor de Jesus. – Jo. 15:13.
5. É o selo que assegura o céu aos crentes. – Rom. 1:16.
O que é o calvário para você?

O SANGUE PURIFICADOR
I Jo. 1:7

I – Que é pecado?
1. Uma víbora, serpente.
2. Um redemoinho.
3. Uma doença asquerosa e incurável.
4. Uma sereia encantada.
5. Um coveiro que cava a sepultura para nossa perdição.

II – Que faz o pecado?
1. Enferruja.
2. Quebra corações.
3. Transtorna.
4. Lança o pomo da discórdia nos lares pacíficos.
5. Inflama a tocha da guerra.

III – Quatro fatos acerca do pecado,
1. O pecado progride,
2. O pecado engana.
3. D pecado produz insanidade mental,
4. O pecado mata.
a) Um pequeno buraco afunda um vapor.
b) Uma gota de veneno mata um homem.
c) Um pecado não perdoado matará a alma,

IV – O que não pode limpar a alma?
1. Desculpas.
2. Argumentos.
3. Lágrimas.
4. A água do batismo.
5. Princípios morais.
a) Auxiliam mas não removem impurezas,
b) Justiça externa não muda o coração,
3. Riquezas, educação, nacionalidade, ordenanças etc.

V – O remédio para o pecado.
1. O sangue de Jesus é o único remédio especifico e capaz. – Isa. 1:18; I Jo. 1:7; Apoc. 1:5.
2. Milhões estarão no Céu mediante o Sangue  do Cordeiro. – Apoc.7:9-17,14.

O PRECIOSO SANGUE – I Ped. 1:19

As circunstâncias fazem as coisas preciosas: A fome faz o pão precioso; a sede, a água; a pobreza, a riqueza; a doença, a saúde. O pecado, a ira, a condenação fazem o sangue de Jesus precioso.

I – É precioso devido ao seu poder remidor.
1. Atos 20;28.
2. I Ped. 1:18-19.
3. Mat. 26:28.

II – É precioso devido ao seu poder purificador.
1. I Jo. 1:7.
2. Apoc. 1:5.

II – É precioso devido ao seu poder vencedor.
1. Apoc. 12:11.
2. Poder pacificador. – Co. 1:20; Rom. 5:1.
3. Poder reconciliador. – Efés. 2:13.

IV – É precioso devido ao seu poder ressuscitador.
1. Apoc. 7:14.
2. Agrada a Deus. – Rom. 4:25.
3. Silencia a Satanás. – Rom. 8:33.
4. Salva a pecadores. – Efés. 2:8; 1:7.

O SANGUE PURIFICADOR
I Jo. 1:7

É a única esperança da alma perdida.
I – O Sangue de Jesus é suficiente para purificar a todos os pecadores.
1. Todos na arca foram salvos.
2. Todos na casa de Raabe foram salvos.
3. Todos, no Egito, debaixo do sangue espargido, foram salvos. – Êx. 12:12,13.

II – De todo o pecado.
1. Davi foi um adúltero.
2. Saulo foi um assassino declarado.
3. Pedro foi um infiel para com Cristo.
4. Maria Madalena foi uma meretriz.

III – Para todo o Tempo e Eternidade.
1. Redime nossas almas. – I Ped. 1:18-19.
2. Reconcilia-nos com Deus. – Efés. 2:13.
3. Dar-nos-á a recompensa no céu. – Apoc. 7:14.

AS FERIDAS DE JESUS
Zac. 13:1,6; Isa. 53:5,6

Deus vê nossos pecados através do sangue de Jesus – nossa única esperança e penhor.
I – Por quem foram causadas.
1. Na “casa de seus amigos”.
2. Quão grande amigo Jesus tem sido para nós! Mas qual tem sido a medida de nossa amizade a Ele?
a) Os judeus O rejeitaram, feriram e crucificaram.
b) Nós continuamos com o terrível castigo:
(1) Pela indiferença.
(2) Pela oposição.
(3) Preferindo outras pessoas a Ele.

II – As feridas de Jesus falam a nós,
1. Da conseqüência funesta do pecado,
2. Do julgamento e condenação pelo pecado.
3. Do poderoso amor de Deus.
4. Da propiciação, intercessão e perdão.

III – Elas nos chamam.
1. A darmos um passo para o lado de Jesus, pública e abertamente e com fé.
2. A nos entregar sem reservas a Cristo e a Seu serviço,
3. A deixar Cristo viver em nós. – Gál. 2:20.

AS LÁGRIMAS DE JESUS – Luc. 19:41-44

I – Jesus chorou devido à cegueira do povo.
1. A cegueira foi a causa de não O conhecerem,
2. Levou o povo a atribuir o poder de Suas obras ao poder de Satanás,
3. Foi a causa do endurecimento dos corações.

II – Jesus chorou devido à ingratidão do povo

III – Chorou devido à ruína prestes a cair sobre a cidade de Jerusalém

IV – A visão da humanidade necessitada; chorou pelo povo

V – Chorou como uma demonstração do seu amor desprezado pelo povo para o qual viera.

PERTO PELO SANGUE
Efés. 2:1-10, 13

I – “Vós que estáveis longe” – Efés. 2:13; Rom. 3,10.
1. Jesus. – Jo. 10:16.
2. Os apóstolos. – Luc. 18:8.
3. O Espírito Santo.
4. O Senhor nos dá uma medida de fé. – Rom. 10:17.
5. Pela Sua graça somos mantidos. – Efés. 2:14-18.

II – “Chegastes perto” – Efés. 2:13.
1. Os processos.
a) Pelo Seu sangue nos comprou. – Atos 20:28; I Ped. 1:18-19.
b) O resultado. – Jo. 5:24; 6:40.
c) Assim nos aproximamos. – Efés. 2:13.
d) Unidos todos nEle. – Efés. 2:14-17.

III – Como crescer – I Ped. 3:13.
1. Pelas obras. – Tito 3:5-8.
2. Fé sem obras. – Mat. 7:21-22. Apoc. 7:14.

O CORDEIRO DE DEUS
Jo. 1:29

Pecado é o problema universal. Envolve Deus e o homem; vida e morte; tempo e eternidade. A única solução para este problema é Jesus Cristo.
Consideremos este apelo de Deus como uma:

I – Designação – “O Cordeiro de Deus”.
1. Devido Deus tê-Lo prometido. – Gên. 3:15; Isa. 7:14; 9:2,6,7; 53:1-6; Miq. 5:2; Zac. 13:1; Mat. 1:18-23.
2. Devido Deus tê-Lo provido. – Jo. 3:16; Luc. 1:26-35.
3. Devido Deus tê-Lo oferecido. – Isa. 55:6-7; Atos 2:28-39; Rom. 10:8-13.

II – Declaração – “Que tira o pecado do Mundo”.
1. Por levar sua penalidade, redimindo nossas almas. – II Cor. 5:21; Gál. 3:13-14; I Jo. 2:2.
2. Por conquistar, vencer seu poder; reconciliando-nos com Deus. – I Jo. 3:8; Judas 24, 25; Heb. 7:25.
3. Por remover sua Presença, recebendo-nos na glória. – Apoc. 20:10; 7:9-17.

III – Convite – “EIS”.
1. Observai-O e amai-O Pelo que Ele é, tem feito c fará.
2. Observai.O e confiai nEle. É digno de confiança. Nunca falhou!
3. Observai-O e segui-O, confessando-O, fazendo parte da Igreja e trabalhando pelos que ainda não O conhecem como Cordeiro de Deus.

A MORTE DE CRISTO

1. Um sacrifício necessário. – Mat. 16:21; Luc. 24:46; 22:27; Mar.10:45.
2. Um sacrifício voluntário. Jo. 10:18; 12:27; 18:36; 19:11; Mat. 26:53.
3. Um sacrifício perfeito. – Jo. 17:4; 19:30.
4. Um sacrifício único. – Reli. 9:28; 10:12; 7:25.
a) Resultado prático. – I Ped. 1:18.
b) Finalidade da morte de Cristo. – I Ped. 3:18: II Cor. 5:15.

O GRANDE SUMO SACERDOTE
Heb. 12:1-3
“Considerai Aquele”.
1. Sua chamada – “Chamado por Deus”. – Heb. 5:4-5, 10.
2. Sua ordem – “Segundo a ordem de Melquisedeque”. – 6:20.
3. Seu trabalho – Oferecer “dons e sacrifícios pelos pecados”. –  5:1.
4. Seu caráter – “Santo, inocente, imaculado”. – 7:26.
5. Seu sacrifício – “Um único sacrifício… pai-a sempre”. – 10:12.
6. Sua posição – “Perante a face de Deus”. – 9:24.
7. Sua atitude – “Assentado nos Céus, à destra do trono de Deus”. 8:1.

O CRISTO IMUTÁVEL – Heb. 13:8

I – A mutabilidade de tudo que é terreno.
1. Sugerida pelos termos do texto:
“Ontem” – Onde está agora? Desapareceu para sempre!
“Hoje” – Agora, mas logo há de passar,
2. A mutabilidade está inscrita em tudo que nos cerca: reinos, homens, mundo material.

II – A imutabilidade de Cristo.
1. Um atributo da Divindade. – Êx. 3:13-15; Jo. 8:58.
2. Cristo Jesus é sempre o mesmo:
– na vastidão do Seu amor;
– na ternura de Sua compaixão;
– na cura dos quebrantados de coração;
– na extensão do Seu poder:
a) Para salvar – At, 16:31; Heb. 7:25.
b) Para guardar. – II Tim. 1:12; Jud, 24.
3. O que Cristo foi no passado, o que é hoje, e o que será quando vier.

A CRUZ DE CRISTO
Gál. 6:14

1. A prova do pecado do homem. – At. 2:23.
2. A manifestação do amor de Deus. – Rom. 5:8.
3. A propiciação para a culpa humana. – Rom. 3:25.
4. A destruição do poder de satanás. – Heb. 2:14.

AS TRÊS CRUZES DO CALVÁRIO
Luc. 23:33-48

1. A Cruz da Redenção – Nela morreu o Salvador dos homens.
2. A Cruz da Rejeição – Nela morreu o malfeitor impenitente.
3. A Cruz da Recepção – Nela morreu o malfeitor arrependido.
Lições: a) Confissão; b) Perdão; e) Certeza.

DÁDIVAS DE CRISTO

O que Cristo dá:
1. Sabedoria – aos ignorantes e aos tolos. – Tia. 1:5.
2. Graça – aos humildes. – Tia. 4:6.
3. Força – aos fracos. – Sal. 68:35.
4. Vigor – aos cansados. – Is. 40:29.
5. Descanso – aos inquietos. – Jó. 34:29.
6. Cântico – aos tristes. – Jó 35:10.
7. Vitória – afinal. – I Cor. 15:57.
8. Plenitude – “abundantemente nos dá todas as coisas para delas desfrutarmos”. – I Tim. 5:17.

JESUS CRISTO – O PÃO DO CÉU
Êx. 16 e Jo. 6:22-63

1. “Farei chover pão do céu” – “Eu sou o Pão Vivo que desceu do Céu”.
2. “Quando o orvalho descia, o maná descia sobre ele” (Núm. 11:9). “O Espírito Santo virá sobre ti… pelo que também o Santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus”. – (Luc. 1:35).
3. “Uma coisa miúda, redonda, miúda como a geada… e era como semente de coentro branco.” Miúda – humildade: “Deitado numa manjedoura” (Luc. 2:7). Redonda: integridade de caráter. Branco: absoluta pureza.
4. “Seu saber como bolos de mel”. “Novas de grande alegria”. (Luc. 2:10). “Maravilhavam-se das palavras de graça que saíam de Sua boca” (Luc. 4:22).
5. “Seu sabor era como o sabor do azeite fresco” (Núm. 11:8).
“Paz na Terra” (Luc. 2:11). “Cheio de graça” (Jo. 1:14).
6. “Sobre a face do deserto… sobre a Terra”. “Humilhou-se a Si mesmo” (Fil. 2:7-8).
7. “Ao redor do arraial.” Ao alcance de todos: “O que vem a Mim de maneira alguma o lançarei fora” (Jo. 6:37).
8. “O povo em moinho o moia, ou num gral o pisava” (Núm. 11:9). “Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades, e pelas Suas pisaduras fomos sarados” (Isa. 53:5).
9. “Cada um colheu tanto quanto podia comer.” “Aquele que vem a Mim não terá fome” (Jo. 6:35).
10. “Este é o pão que o Senhor vos deu a comer.” “Meu Pai vos dá o verdadeiro Pão do Céu. Eu sou o Pão da Vida…”

O PRIMEIRO MILAGRE DE CRISTO
João 1:1-11

COMO se efetuou?
1. Houve o reconhecimento da necessidade: “Eles não têm vinho”. Antes de conseguirmos que o Senhor opere milagres em nossas vidas, ou na vida das nossas igrejas, precisamos chegar a compreender a nossa necessidade. Laodicéia estava satisfeita consigo mesma. – Apoc. 3:17.
2. Houve o apelo de Jesus. Não basta que estejamos em necessidade para que o poder do Senhor se manifeste em nossa vida. É plano divino que as Suas graças se derramem sobre os que clamam a Ele. A Bíblia está cheia de exemplos.
3. Houve obediência à Palavra de Jesus: “Fazei tudo quanto El vos disser”.
Ah, se fôramos zelosos no cumprimento da Palavra do Senhor! Quanta maravilha se operaria? Ajuda-nos, Senhor, a dar à Tua Palavra o lugar que ela deve ter em nossa vida e em nosso trabalho!

A CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ
II Cor. 8:9

1. O começo da contribuição – A mim mesmo. – V. 5.
2. A razão da contribuição – A graça. – Vs. 6, 7.
3. O motivo da contribuição – O amor. – V. 8.
4. O exemplo da contribuição – Jesus Cristo. – V. 9.
5. A maneira da contribuição. – Conforme a posse de cada um. V. 12.
6. A maneira da contribuição – Com alegria. – 9:7.
7. O resultado da contribuição – Deus é glorificado e os crentes gratos. – 9:11-13.

O SANGUE DO SACRIFÍCIO NO PLANO DA REDENÇÃO
(Antes do Sinai)
Jo. 3:16

Introdução: o Propósito das Ofertas Sacrificais.

I – O Plano da Redenção, o Grande Mistério de Deus.
1. Elaborado antes da criação do mundo. – Apoc. 13:8; Rom. 16:25.
2. Entrou em ação logo que apareceu o pecado. – Heb. 9:14; Jo. 3:16.
3. Anunciado aos homens e aos anjos. – Gên. 3:15.

II – Os Patriarcas Compreendiam a Propiciação.
1. É introduzido o plano de ofertas. – Gên. 4:3-5; Heb. 11:4.
2. Os termos todo-abrangedores do concerto revelados a Noé e a Abraão. – Gên. 22:2-13.

III – A Páscoa, Revelação do Sangue do Concerto.
1. O anjo “passou por cima” quando ~viu o sangue, – Êx. 12:1-10.
2. A páscoa, uma lembrança continua da libertação do Egito e dá
vinda de um Redentor. – Êx. 12:21-23; 1 Cor. 5:7.

O SANGUE DE CRISTO

Por meio do sangue de Cristo são propiciados grandes benefícios.
I – A remissão dos pecados – Efés. 1:7.
1. “Segundo as riquezas de sua graça”.

II – Redenção de nossa vã conversação – I Ped. 1:19.
1. De nossa maneira de viver segundo a vaidade do mundo e suas idéias religiosas.

III – Reconciliação pelo sangue – Col. 1:20.
1. Ele fez a paz, fazendo cessar a inimizade natural ao coração humano. – V. 21.

IV – Remoção de nossos pecados – I Jo. 1:7.
1. Não somente são perdoados, mas retirados.
2. A alma está purificada para poder ter comunhão com Deus.

V – Restauração pelo sangue – Apoc. 12:10, 11.
1. Os tristes anos de escravidão sob o domínio de satanás, pela entrada do pecado no mundo, terminam em um cântico de triunfo, celebrando a vitória final.
2. O sangue da cruz é o fundamento da “restauração de todas as coisas”. – Atos 3:21.

A OUTROS SALVOU

Quando lemos o relato da crucificação em Marcos 15, chegamos às comovedoras palavras: “a outros salvou, a Si mesmo não pode salvar”.
Que significa esta frase na boca dos Seus inimigos?

I – Que suas pretensões eram vãs.
Havia muitas testemunhas contra tal erro.
1. A mulher pecadora. – Luc. 7.
2. Maria Madalena. – Luc. 8.
3. Mateus, o publicano. – Luc. 5:27.
4. Uma multidão de endemoninhados, cegos e enfermos.

II – Que, tendo salvo a outros, não tinha poder de salvar-Se.
1. Contra estas afirmações, temos a própria palavra de Jesus em Jo. 10:27 e Mat. 26:53.
2. O incidente por ocasião de sua prisão apóia o que Ele disse a Pôncio Pilatos. – Jo. 18:1-6; 18:36. – Comp. Mar. 8:31-35.

III – Nosso Salvador não pôde salvar-Se.
1. Por causa do pacto entre Ele e o Pai. – Sal. 40:6-8.
2. Por causa de Seu próprio propósito. – Luc. 9:51; 19:10.
3. Por causa de Seu amor para conosco, querendo redimir-nos e ter-nos com Ele na glória, como troféus de Sua graça e poder.
– Jo. 14:3; 17:24; Efés. 2:7.

A AUTORIDADE DE CRISTO
Mar. 11:1-10, 15-18

I – Sua autoridade sobre os homens.
1. Exige seus serviços. – V. 1-2.
2. Precisa dos bens que possuem. – V. 3.
3. Deve ser prontamente obedecido. – V. 4.
4. Sua ordem é respeitada sem oposição. – V. 5-6.
5. Puseram á Sua disposição até seus vestidos. – V. 7.
6. Honraram-nO, aclamando,O como Rei. – V. 9-10.
7. Foi o cumprimento do Plano de Deus, segunda a profecia. Zac. 9:9.

II – Sua autoridade sobre a Casa de Deus.
1. Expulsou, com indignação. os negociantes, com seus negócios, da Casa de Deus. – V. 15. (Se Jesus aparecesse hoje entre nós, faria a mesma coisa, com as comidas, leilões, quermesses e outros meios de arranjar dinheiro na Casa de Deus!)
2. Não consentiu a profanação dn templo. – V. 16.
3. Ele é o dono da Casa: “Minha Casa”. – V. 17.
4. Requer que Sua Casa seja usada exclusivamente para a adoração a Deus. – V. 17.
5. Denunciou, sem rodeios, o pecado dos profanadores. – V. 17.
6. Infundiu respeito e temor até em Seus inimigos. – V. 18.

JESUS E SEUS ENSINOS
Mar. 1:21-22

I – Seu Auditório.
1. Entrava em contato com o povo no próprio terreno deste.
2. Alcançava todas as classes.
3. Adaptava Seus ensinos a Seu auditório.

II – Seu Método.
1. Linguagem pura, requintada e clara.
2. Delicada e cheio de tato.
3. Espírito terno e compassivo.
4. Usava ilustrações para ensinar a verdade.
5. Apresentava a verdade de maneira direta e simples.
6. Falava com a autoridade da experiência e da convicção pessoal.

III – Sua Doutrina.
1. Apegou-Se à apresentação de verdades positivas da Palavra de Deus.
2. Revelou Deus e o Mundo Eterno.
3. Revelou Sua familiaridade com Deus e com o Céu e ao mesmo tempo com a família humana,
4. Colocou as coisas eternas em sua verdadeira relação.

DOUTRINA SOBRE JESUS

1. A divindade de Jesus – “Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus” (Fil. 2:5-6. Cf. Jo. l:1-2; 5:18; Rom. 9:5).
2. A humanidade fie Jesus – “E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós” (Jo. 1:14).
3. O ministério de Jesus – “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude, o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do Diabo, porque Deus era com Ele” (At. 10:38).
4. Os sofrimentos de Jesus – “Era desprezado e o mais indigno entre os homens; homem de dores e experimentado nos trabalhos” (Isa. 53).
5. A mensagem de Jesus – “Eu sou o Pão Vivo que desceu do Céu; se alguém comer deste Pão, viverá para sempre” (Jo. 6:51; 14:10).
6. O sacerdócio de Jesus – “Tu és Sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque”. – (Heb. 5:6).
7. A volta de Jesus – “Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no Céu, há de vir assim como para o Céu O vistes ir” (Atos 1:11).

CRISTO O FILHO DE DEUS – Mat. 16:16

I – Sua Filiação é Proclamada.
1. Por um anjo. – Luc. 1:35.
2. Pelo Pai. – Mat. 3:17.
3. Por Cristo mesmo. – S. Jo. 10:36.
4. For Pedro. – Mat. 16:14-16.

II – Evidências de Sua Filiação.
1. Sua preexistência. – Miq. 5:2.
2. Sua eternidade. – Jo. 17:5.
3. Sua união com o Pai. – Jo. 10:30.
4. Sua plenitude, – Col. 2:9.
5. Seu poder criador. – Col. 1:16-17.
6. Seu poder redentor. – Luc. 2:11; Mat. 1:21.

III – O Filho de Deus Torna-Se o Filho do Homem.
1. A promessa de Emanuel. – Isa. 7:14; Mat. 1:23.
2. O Filho do Homem. – Mat. 18:11; Jo. 3:14.
3. O tempo de encarnação. – Gál. 4:4-5.
4. Reveste-Se de natureza humana. – Filip. 2:6-8.
5. O propósito da encarnação. – Heb. 2:14-18.
a) Pela vida de Cristo na carne humana, e subseqüente ressurreição, operou-se a reconciliação entre homem e Deus.
b) Ao tomar a nossa natureza, o Salvador ligou-Se à humanidade por um laço que jamais se partirá.
6. O louvor universal. – Filip. 2:9-11; Apoc. 5:13.

CRISTO JUSTIÇA NOSSA – Jer.23:6

I – Mensagem Oportuna.
1. O homem não tem justiça própria. – Rom. 3:10; Prov. 21:21.
2. Cristo é chamado “Justiça nossa”. – Jer. 23:6.
3. Cristo “para nós foi feito… justiça”. – I Cor. 1:30.

II – Perdida a Inocência.
1. A desobediência do homem. – Gên. 3:1-10.
2. O pecado do homem. – Isa. 59:1-2.
3. A conseqüente condição do homem. – Isa. 64:6

III – O Caminho da Justiça.
1. Nossa força de nada vale. – Jo. 15:5; Jer. 13:23.
2. Nossas obras nada valem. – Efés. 2:9; Rom. 9:31-32.
3. 0 que vale é a fé viva em Cristo. – Gál. 2:15; Rom. 5:1.
4. Vencer o mundo pela fé dá vitória. – I Jo. 5:4.
5. Andar “segundo o espírito” traz justificação. – Rom. 8:1.

IV – A Justiça de Cristo Prepara-nos Para a Transladação.
1. Põe-nos em harmonia com a lei de Deus. Sal. 119:142; Rom. 8:4.
2. Habilita-nos a alcançar a perfeição. – Mat. 5.48; I Jo. 3:2.
3. Dá-nos pureza de coração à vista de Deus. – Sal. 24:3-4; Mat. 5:8.

A HUMILHAÇÃO DE CRISTO
“Humilhou-Se a Si mesmo”

Três degraus:
1. Fez-se homem. – Jo. 1:14; 1Tiill. 316; 2:5.
2. Fez-Se servo. – Mat. 20:28.
3. Fez-Se pecado. – II Cor. 5:21.
Para subir, temos também três degraus;
a) A cruz (fé).
b) O trabalho (servos).
c) A glória (estado final).
Cristo veio de cima para baixo; nós vamos de baixo para cima.

O CARÁTER DE JESUS

1. Manifestado na Sua Pessoa: “Quem é este que até aos ventos e a água ordena e Lhe obedecem?” – Luc. 8:25.
2. Manifestado na Sua Palavra: “Nunca homem algum falou assim como este Homem!” – Jo. 7:46.
3. Manifestado no Seu Poder: “Nunca tal vimos!” – Mar. 2:12.

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