OS RECLAMOS DO SENHOR
Deut. 10:12 e 13; Miq. 6:8

O Senhor requer:
I – A declaração de Moisés. – Deut. 10:12 e 13.
1. Fé com santo temor. – “Teme o Senhor teu Deus.”
2. Fidelidade – “Andas em todos os Seus caminhos.”
3. Amor – “Ama-o.”
4. Serviço. – “Serve o Senhor teu Deus.”
5. Obediência – “Para guardares os mandamentos do Senhor.”
II – A declaração de Miquéias. – Miq. 6:8.
1. Justiça – “Pratica a justiça.”
2. Beneficência – “Ama a beneficência.”
3. Humildade – “Anda em humildade.”
4. Companheirismo – “Anda humildemente com o teu Deus.”

A RECOMPENSA DE TUDO ABANDONAR

I – O Evangelho reclama abnegação.
1. Jesus se dispôs a, por nós, renunciar ao Céu. – Jo. 3:16; Mat. 26:38-44; 27:46.
2. Abraão abandonou sua parentela. – Gên. 12:1,4.
3. Moisés preferiu sofrer aflição com o povo de Deus. – Heb. 11:24; 25.
4. O testemunho de Paulo: “Tenho também por perda todas as coisas”. – Filip. 3:4-8.

II – Nenhum sacrifício é grande demais.
1. “Nega-te a ti mesmo”. – Luc. 9 :23-26.
2. “Quem ama mais o pai ou a mãe do que a Mim, não é digno de Afim”. – Mat. 10:34-38.
3. “Que aproveita ao homem”. – Mat. 16:24-26.
4. “Deixaram tudo e O seguiram”. – Luc. 5:11, 27, 28.

III – Aceitar o convite de Cristo.
I. A parábola da grande ceia. – Luc. 14:16-27.
2. A advertência de Cristo, – Luc. 14:33.

IV – Considerar o custo.
1. Os sofrimentos de agora; a glória, depois. – Rom. 8:17; 18.
2. Sofrer com Cristo; reinar com Ele. – II Tim. 2:12; 1 Ped. 1:12,13.
3. Por meio de muita tribulação entrar no Reino. – Atos 14:22.
4. Congregados os santos que se sacrificaram. – Sal. 50:5.

V – A recompensa agora e eternamente.
1.  Receber bênçãos centuplicadas agora, e, depois, a vida eterna.
– Mat. 19:27-29; Luc, 18:28-30.
2. “Abundância de alegrias”. – Sal. 16:11.
3. As decisões acertadas produzem paz perfeita. – Isa. 26:3.
4. “Paz,.. que excede a todo entendimento”. – Fil. 4:7.
5. Esperar confiante a volta de Cristo. – II Ped. 3:14.

CUIDADO DE DEUS (PROTEÇÃO DE)

O CUIDADO DE DEUS
I Ped. 5:7- “Ele tem cuidado de vós”

Ao percorrermos a Palavra de Deus, deparamos com reiteradas declarações que nos afirmam o interesse pessoal e amoroso de Deus para conosco.
l. Ele conta com os cabelos de nossa cabeça: “Até os cabelos de vossa cabeça estão todos contados”. – Luc. 12:7.
2. Ele guarda as lágrimas do nosso sofrimento: “Põe as minhas lágrimas no Teu odre”. – Sal. 56:8.
3. Ele registra os pensamentos de nossa meditação: “Há um memorial escrito diante dele, para os que temem ao Senhor, e para os que se lembram do seu nome”. – Mal. 3:16.
4. Ele confirma os passos de nosso andar: “Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor”. – Sal. 37:23.
5. Ele ouve o clamor de nossa súplica: “Antes que clamem, Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei”. – Isa. 65:24.
6. Ele busca o nosso interesse em todas as coisas: “Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus” – Rom. 8 :28.
7. Ele supre todas as nossas necessidades: “O meu Deus, segundo as Suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades”. Fil. 4:19.
A criança não pode definir sua mãe cientificamente, mas conhece o seu amor e o seu cuidado intuitivamente. O filho de Deus não pode explicar as coisas insondáveis de Jeová, mas pode perceber o seu imutável amor.

A PROVIDÊNCIA DE DEUS EM NOSSAS NECESSIDADES

Muitos crentes duvidam do interesse de Deus pela sua vida particular ou pelas suas necessidades temporais e pessoais…

I. A maneira de Deus prover às nossas necessidades materiais.
a) Muitas vezes milagrosamente, contra todas as possibilidades humanas. – Êxo. 16:4a.
b) “diariamente a porção para cada dia” – V. 4b, 19-21.
c) Com fartura. – V. 7-8, 13.
d) Apesar de nossas falhas e ingratidões. – V. 14-15.
e) Não falha durante todo o tempo. – V. 35.
f) Em resposta à oração – 17:3-6.
2. Verdades que Deus quer que aprendamos da Sua providência.
a) Que Ele é o Senhor nosso Deus. – 16:12b.
b) Que cada um de nós tem de fazer sua parte, trabalhando. -16:2.
c) Que quem não se levanta cedo fica sem o pão desse dia (pois o Sol derretia o maná). – Vs, 13, 21. – O castigo dos preguiçosos.
d) Que não adianta ajuntarmos para o futuro desconfiando da providência de Deus para amanhã. – V. 17-18. “Não estejais solícitos pelo dia de amanhã” (preocupados, ansiosos, temerosos).
e) Que devemos respeitar o dia de descanso e não trabalhar nele nos serviços profissionais. – V. 22-23 (salvo, naturalmente, em raras exceções).

CONFORTO PARA OS QUE TÊM MUITAS CARGAS

I – O aspecto externo.
“Levai as cargas uns dos outros”. – Gál. 6:2.
1. Cargas de aflição.
a) Deus se compadece como um pai. – Sal. 103:13-18.
b) Conforto na esperança da ressurreição. – I Tess. 4:13-18.
c) O próprio Deus removerá todo traço de tristeza. – Apoc. 21:4.
2. Fardos de doenças e infortúnios.
a) Esperança para os cegos, mudos e inválidos. – Isa. 35:5; 6.
b) 0 Criador do Universo conhece cada pormenor da nossa vida. – Isa. 40 :28-31.
c) Até a morte de um passarinho é notada. – Luc. 12:6.
d) Nossos cabelos são contados. – Luc. 12:7.
e) Conhecido é o lugar onde moramos. – Sal. 87:4-6.
f) Conhecidos são até a rua em que moramos e o que fazemos. – Atos 9:11.

II – O aspecto interno.
Cada qual levará a sua própria carga. – Gal. 6:5.
1. O propósito e o valor das provações.
a) As provações são necessárias para aperfeiçoar-nos. – Jó. 23:10; I Ped. 5:10.
b) O Senhor castiga a quem ama. – Heb. 12:6.
c) A provação traz resultado precioso. – Heb. 12:10; II Cor. 4:17.
d) As provações são permitidas para que possamos confortar outros. – II Cor. 1:4.
e) A graça divina é suficiente para cada prova. – II Cor. 12:9.

III – O aspecto elevado.
“Lança o teu cuidado sobre o Senhor”. – Sal, 55:22.
1. Lança tuas cargas de ansiedade sobre Deus. – Filip. 4:6; Sal.46.
2. Lança tua carga de pecado sobre Deus. – Sal. 38: 4, 15, 18.
3. A relação do crente para com Deus nas tribulações.
a) Devemos amá-Lo; então todas as coisas cooperam para o bem. – Rom. 8:28.
b) Precisamos submeter-nos humildemente à Sua vontade. – Luc. 22:42.
c) Devemos confiar em Deus quando não pudermos compreender a Sua guia. – Jo. 13:15; Sal. 37:5.
4. A bendita providência do divino Sofredor. – I Ped. 5:7.

MAIS UM ESBOÇO DO SALMO 23

Se este salmo pertence a Davi, como geralmente supomos (no original não vem o nome do autor), é confortador pensar nas doces experiências do experimentado servo de Deus. O salmo teria sido composto na velhice do rei.
Dividamos o salmo em duas partes, a saber:

I – O divino pastor e seu rebanho. Vs. 1 a 4.
1. O Divino Pastor supre a todas as necessidades: “0 Senhor é o meu Pastor, nada me faltará”. – V. 1.
2. O Divino Pastor prodigaliza tranqüilo repouso aos cansados.
“Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas”. – V. 2.
3. O Divino Pastor pregara a alma para o mais elevado serviço:
“Ele restaura minha alma: guia-me pelas veredas da justiça por amor do Seu nome”. – V. 3.
4. O Divino Pastor provê proteção e consolação no maior perigo.
Sim, “ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte não temeria mal algum, pois Tu estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me consolam”. – V 4.

II – Um banquete real. V. 5, 6.
1. Esse banquete é servido em meio de conflito: “Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos”. – V. 5.
2. Esse banquete é promotor de abundante alegria: “Unges a minha cabeça com óleo; meu cálice transborda”. – V. 5.
3. Esse banquete satisfará a todas as necessidades da existência:
“Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida”. – V.6.
4. Esse banquete é o tipo e a garantia da festa permanente nos aposentos do banquete celestial: “E habitarei a casa do Senhor por longos dias”. – V.6.

AS CONSOLAÇÕES DE JESUS

I – Conforto para os dias em que sentimos o peso do pecado e suas conseqüências – Mat. 9:2.
1. A experiência do homem paralítico.
2. A mulher adúltera e a acusação.
3. Não terá acontecido, às vezes, Satanás nos ter insinuado que somos por demais pecadores e que não há esperança para o nosso estado?
4. Jesus perdoa diferente do que faz o homem, – Rom. 4:7; Jer. 31:34 (Miq. 7:19).
a) Ele nos amou e por isso nos perdoou. – Jo. 3:16; I Jo. 1:9.
b) Devemos orar como o publicano e teremos a consolação de ouvir. – Mat. 9:2.

II – Conforto para os dias de perigos e tristezas – Mat. 14:27.
1. A experiência dos discípulos: Era noite, havia ventos contrários e o barco ia soçobrar.
2. Viram Jesus e foram confortados. – Mat. 14:27.
3. No mar da vida cristã encontraremos contratempos:
a) Tempestades se levantam constantemente.
b) Satanás procura fazer naufragar nossa frágil nau.
c) Milhares de embarcações seguem esse caminho.
d) Não devemos desanimar vendo, nas provações, fantasmas.
4. Jesus é o capitão, irá conosco e pode acalmar as mais rudes tempestades.
a) Estejamos certos de que Jesus está conosco e nos familiarizemos com Sua voz e ouviremos – Mat. 14:27.

III – Uma mensagem de esperança que nos habilita a enfrentar os desapontamentos da vida cristã com alegria e contentamento – Jo. 16:22.
1. Na vida cristã vêm desapontamentos.
a) Os dois discípulos a caminho de Emaús.
b) Os demais discípulos e sua alegria quando viram o Senhor Jesus – Jo. 20:19, 20.
2. Assim seremos criticados e perseguidos em nossa esperança, mas não desanimemos – Jo. 16 :33.
a) Satanás procurará lançar a dúvida sobre nós.
b) Nada nos deve fazer separar da esperança gloriosa – Rom.
8:38,39; Jo. 6:66-68.
3. Esperemos com paciência – Hab. 2:3; Heb. 10:37.

ALÍVIO E PROTEÇÃO
Sal. 91; 55:22

Jesus, sendo nosso Guia e Amigo, torna-se nosso sumo bem em tudo. A exortação:

I – Para quem a exortação? – “Tua Carga”.
1. Para o carregado de cargas imaginárias.
2. Para os carregados de cargas positivas:
a) Assuntos de consciência. – Ex.: Lutero – Sal. 34:18.
b) Aflições morais e corporais.
c) Para os de numerosa família sem meio de sustentá-la etc.
(1) Deus cuidará – Sal. 37:25; 34:10.

II – Que ordena a exortação? – “Lança sobre o Senhor”.
1. Como? Mediante a oração com fé – Sal. 34:6,17; 46:1.
2. Sobre o Senhor e não sobre um santo, ou pessoa de posição, ou amigo – Sal. 118:8.
3. Devemos lançá-la completamente sobre o Senhor.
4. Jesus não quer que vivamos solícitos, pois isso é condenável Prov. 12:25; 1Ped. 5:7.

III – Qual o resultado da obediência? – “Ele te susterá”.
1. A carga sobre Jesus nos dá descanso. – Mat. 11:28.
2. Isso implica em que devemos procurar o reino de Deus e sua justiça. – Mat. 7:33.
3. Assim fazendo Ele Se torna responsável por nos suster.
a) Exemplo: os lírios e os pássaros. – Mat. 7:25-33.
4. Esta promessa é tão firme e certa como firme é a Palavra de Deus!
Lancemos sobre o Senhor nossos cuidados e seremos abençoados!

AS VICISSITUDES DA VIDA E COMO ENFRENTÁ-LAS
Heb. 13:8

I – Adversidades e mudanças vêm a nós de maneiras diversas.
1. O almanaque prediz a ordem das estações, os eclipses do Sol e da Lua, as variações atmosféricas, mas nada prediz das vicissitudes que agitam os nossos corações e lares.
2. Neste mar da vida somos tal qual frágil nau.
3. As adversidades vêm de formas diversas.
a) No gozo da saúde, somos atacados pelas doenças.
b) Os amigos fogem e nos traem.
c) Os negócios transformam-se.
d) O lar esfacela-se.
e) A mocidade é vencida pela velhice. Tudo passa, tudo esfria e murcha. Onde estão os grandes impérios?
4. Tudo nesta vida é passageiro. – Tia. 4:14.
II – Jesus é o único imutável – Heb. 13:8.
1. Tudo diante de Jesus passa, mas Ele permanece.
a) Os amigos humanos falham, mas não Jesus. – Prov. 18:24.
b) Ainda na doença e na morte Jesus estará conosco. Prov. 17:17.
c) Ele esteve no passado com Seu povo. – I Cor. 10:4.
2. Jesus é a rocha sobre qual devemos depor nossos cuidados ao entrarmos no novo ano. – Sal. 71:3.
3. Jesus é a figura que domina o passado pela Sua morte, o presente pela Sua mediação e o futuro pelo Seu poder salvador; confiemos nEle!

AS TEMPESTADES DA VIDA
Mat. 14:22-23

Este mundo é um vale de lágrimas. Ninguém vive feliz. Todos sofrem. O único meio de suportar as agruras da vida consiste na compreensão das três seguintes verdades:
I – As tempestades da vida são inevitáveis.
1. Elas vêm sobre todos, bons e maus.
2. São conseqüências do pecado.
a) Estando sob o domínio do pecado, estamos sujeitos aos contratempos.
3. Exemplos dos que enfrentaram tempestades: Os discípulos no mar, João Batista e a Virgem Maria.
4. Alguns pensam que quando passamos por tempestades é sinal de que Deus não está conosco. Isso é engano.
a) Jó e sua provação. Jó 1:8; 2:9.
b) José no Egito, João Batista etc.

II – Nas tempestades da vida Jesus está ao nosso lado.
Jesus ordenou a Seus discípulos se dirigirem para o outro lado e Ele foi orar. Nesse ínterim veio a tempestade, mas Jesus viu tudo.
1. Jesus vê tudo. – Os israelitas no Egito. – Êx. 3:7.
2. Jesus sabe tudo quanto se passa neste mundo com Seus filhos.
a) Sabe nossos nomes e moradias.
3. Jesus está ao nosso lado nas provações. – Mat. 28:20.
a) Os três companheiros de Daniel.

III – As tempestades da vida, muitas vezes, são bênçãos.
1. São meios de que Deus Se serve para nos atrair para perto dEle.
a.) Se tudo nos corresse bem, nós nos esqueceríamos de Deus, Exemplo: o rico louco e o jovem rico.
2. As tempestades podem ser bênçãos não só para nós como para os outros. Exemplo: Lázaro, Estevão etc.
3. Devemos receber as tempestades da vida com resignação. Rom. 8:28.
4. A nossa atitude, – Luc. 22:42.

COMO DEUS NOS DIRIGE
Êx. 13:17-22; 14:1-31

Narrar o fato, em síntese. Deus nos dirige hoje:
I – Por um caminho escolhido por Ele.
1. Não é sempre o caminho fácil e curto. – V. 17.
2. Sempre com bom propósito para nosso bem, – V.17b.
3. Conduz-nos muitas vezes pelo “deserto”, para aprendermos coisas necessárias. – V.18-20.

II – As dificuldades no caminho de Deus.
1. Os ataques dos inimigos. – 14:8-9.
2. Há temores e queixas. – V. 10-12.
3. Há barreiras humanamente impossíveis de se transpor. – V. 2-3.
4. Irá a ordem de Deus de marchar avante. – V. 15.

III – O auxílio de Deus no caminho.
1. Ele vai adiante de nós. – 13:21.
2. Ele nos guia continuamente. – V. 22.
3. Ele nos dá líderes humanos que nos animam e nos apontam o verdadeiro Deus. – 14:13.
4. Ele dá-nos Sua proteção. – V. 19-20.
5. Ele remove os obstáculos pelo Seu poder. – V. 21-22.
6. Ele embaraça os inimigos nos seus planos. – V. 24.
7. Ele livra os seus servos do perigo. – V. 26-31.

ISRAEL MARCHA PARA CANAÃ
Núm. 10:29-36

Historiar o fato em síntese
A marcha de Israel pelo deserto pode ser comparada à nossa marcha por este mundo; e a terra de Canaã, à Pátria Celestial. O incidente de “O Peregrino”.

I – Como o povo marcha para a Terra da Promessa.
1. Sob a determinação e liderança de Deus. – 10:11-13.
2. Sob a orientação de um guia humano, indicado por Deus; hoje esse guia é o pastor. – V. 13b.
3. Animado com viva esperança da boa terra. – V. 29; 1 Ped. 1:3.
4. Convidando outros a irem com eles. – V. 30-32.
5. Com a Arca do Concerto – símbolo da Presença de Deus à frente. – V. 33.
6. Sob a nuvem – símbolo da proteção do Senhor sobre eles.  V. 34.
7. Sob a coluna de fogo – símbolo do Espírito Santo.

II – Dificuldades pelo caminho.
1. A queixa do povo e seu castigo. – 11:1-3.
2. Tentação e desejo de voltar para o Egito – símbolo do mundo.
– Vs. 4-10.
3. Moisés, o guia, sente pesado e espinhoso o seu encargo.
– Vs. 11-15.
4. Deus ajuda a resolver as dificuldades, dando auxiliares e alimento em abundância. – Vs. 16-23.

MENSAGEM DO SALMO 89
I Jo. 4:16

I – Três partes e suas idéias:
1. Esperança – V. 3-8. Os atributos divinos.
2. Promessa. – V. 19-37. Pacto davídico.
3. Tribulação. – V. 38-51. – Aflição presente. Expressão de louvor. – V. 52.

II – Os atributos divinos – Do ponto de vista geral dos seus atributos, Deus Se nos revela:
1. Benigno. – A palavra benignidade se repete seis vezes neste Salmo!
2. Forte (V. 8) – Pensamento desenvolvido e ilustrado nos vs. 9-13.
3. Justo (V. 14). – Seu trono se alicerça na justiça e Ele julga segundo a mesma.
5. Misericordioso e voraz. – V. 14.
6. Imutável. – V. 33-34.

III – Aquele que tem experiência com Deus.
1. Deus é a glória de sua força. – Contraste entre a história verídica de Sansão e o conto mitológico de Hércules. – Só de Deus vem a força e o poder.
2. Deus é sua defesa (V. 18) – Embora empregue os meios naturais.
3. Deus é seu Rei (V. 18). – Tem domínio em suas vidas e corações.

IV – Os devotos e adoradores do Rei.
1. Seu pai (V. 26). – A paternidade de Deus –  bendito privilégio!
2. Seu Deus – Relação entre o crente e Deus.
3. A Rocha de sua salvação – Segurança eterna do crente.

O MANÁ

1. O maná é misterioso. – “Que é isto?” – perguntaram os israelitas. – Êx. 16:15. Reconhecem que há algo sobrenatural nesta provisão para saciar sua fome. Assim, no caso de Jesus, os discípulos perguntaram: “Quem é este, a quem os ventos e u mar obedecem?” – Mar. 4:41.
2. O maná vem do céu. – Êx. 16:4. Cristo disse muitas vezes ter vindo do Pai. “O pão de Deus que desceu do céu para dar vida ao mundo” – Jo. 6:33.
3. Vem com o orvalho. – Vs. 13-14, como nosso Senhor nasceu pelo poder do Espírito Santo (Luc. 1:35) ao tomar a forma humana.
4. O maná era coisa miúda, redonda e branca – V. 14, demonstrando em figura a humildade, a eternidade e a pureza de nosso Senhor Jesus, trazendo à memória os textos: Mat. 11:28; Jo. 1:1-2; I João 3:5. – Toda a perfeição se encontra nEle; em todos os pontos Ele é apto para ser Salvador.
Para aproveitar-se da provisão o israelita tinha de ajoelhar-se, inclinando-se à terra; e, para receber o benefício, tinha de comê-lo. O nosso caso, como pecadores, é o mesmo: temos que nos humilhar, como o publicano, em Lucas 18:13-14, e apropriarmo-nos da Pessoa do Salvador. Cada um, em particular, tem de fazê-lo por si. – Jo. 1:12.

O ARCO NAS NUVENS
Gên. 9:13

As promessas de Deus são verdadeiras e todas se cumprem; em toda a Bíblia não há uma só nota discordante; se não são cumpridas é porque as condições impostas também não o foram. – Josué 21:45.

I – As dificuldades da vida.
1. O caminho para o Céu nem sempre é atapetado de rosas.
– João 16:33.
2. Terrores de consciência. “Levantam-se nossos pecados quais espectros.”
3. Ausência de paz:
a) Hoje aquecidos e iluminados pelo sol do Evangelho, amanhã aterrorizados e gelados pelo trovão do Sinai.
b) Davi hoje está à mesa do rei; amanhã esconde-se, fugitivo, na caverna de Adulam.

II – Benefícios que elas nos proporcionam.
1. Deus não é culpado dos sombrios nevoeiros de nossa vida.
2. É porque toleramos o pecado. – Isa. 59:2; Ecl. 7:29.
3. “No fim, fazer-nos o bem”. – Deut. 8:15, 16; Heb. 12:6.
4. Para nos fortalecer. – Rom. 5:3; I Ped. 1:7; Tia. 1:2, 3.

III – Nossa atitude e o nosso consolo nessas horas lúgubres.
1. Como o dilúvio cobriu as altas montanhas, as promessas de Deus aniquilam todas as dúvidas.
2. Pôs a aliança com Noé em presença da aliança com Jesus. – Isa. 54:7-10; Gên. 9:11-15.
3. A primeira promessa tem o selo gravado no firmamento.
a) A segunda o tem em Jesus Cristo. O arco-íris do Gênese é o mesmo a brilhar em Apoc. 4:3; 10:1.
4. Brilhou a Moisés quando em presença de Faraó. – Êx. 3:11, 12.
E ainda:
a) às mulheres, diante do sepulcro. – Mar. 16:3,4.
b) a Paulo, diante de Nero. – II Tim. 4:16,17.
c) a Daniel, na cova dos leões. – Dan. 6:16,22.
5. Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. – Heb. 13:8.
Portanto, brilhará eternamente. – Mat. 28:30,

OS CABELOS CONTADOS
Mat. 10:16-42

O Senhor sabe de nossas tristezas e temores e cuida de nós.

I – Pré-ordenação.
1. Sua extensão – cada coisa.
a) Todo o homem. – Sal, 139:16.
b) Onde moramos. – Atos 10:5, 6; 9:10, 11.
c) Cada cabelo branco é anotado com tristeza.
2. A lição – Jesus mencionou isso a fim de :
a) Sermos fortes nas provações.
b) Sermos submissos.
c) Termos esperança.
d) Induzir-nos à alegria. Ex.: Paulo e Silas.

II – Avaliação – Os nossos cabelos estão contados porque têm valor.
1. Assim são avaliados os cristãos.
2. O número mencionado sugere diversas perguntas:
a) Se cada cabelo está contado, ou avaliado, o que será da cabeça?
b) Que será do corpo? – Os vícios.
c) Que será da alma? – Luc. 12:20.
d) Quanto custaram ao seu Senhor? – I Cor. 6:19.
e) Devemos, pois, ser cuidadosos de nós mesmos, do nosso corpo. – I Tim. 5:22; 1 Tess. 5:23.

III – Preservação – Os cabelos de nossa cabeça são numerados porque são preservados do mal.
1. Nas perdas mais diminutas somos assegurados de promessas. Luc. 21:18.
2. Das perseguições, seremos livrados. – Mar. 10:28.
3. Dos acidentes. – Isa. 43:2.
4. Das necessidades. – Sal. 55 :22; 37:25; Isa. 33:16.
Sejamos mais confiantes em Deus e a nada temamos.

A LIBERDADE CRISTÃ
João 8:32

Liberdade é a herança do cristão por Jesus Cristo, por Sua morte expiatória na cruz.
Os israelitas, sua escravidão no Egito e a libertação por meio de Moisés. Este mundo é a casa da servidão e o nosso Moisés é Jesus Cristo. – Isa. 60:1; Luc. 4:18-19.

I – O vão orgulho humano.
1. Dizemo-nos um povo livre, mas…
2. A verdadeira liberdade é a de um filho de Deus:
a) Os judeus pensavam que por serem da linhagem de Abraão eram livres.
b) Jesus explicou-lhes qual a verdadeira liberdade. – João. 8:36.
c) Nesse tempo, depois de outros cativeiros, estavam sob o domínio de Roma e aguardavam a emancipação política, quando Jesus lhes mostrou a maior necessidade. – João. 8:32.

II – Em que consiste a liberdade cristã.
1. Liberdade da culpa dos pecados e da Lei, – Col. 2:14; Jo. 3:18; Gál. 3:10, 13.
a) O Calvário livra-nos da condenação. – Rom. 8:1-13.
2. Liberdade do domínio do pecado.
a) Pela Graça de Jesus, o crente fica livre do domínio do pecado que prende o descrente. – Jo. 8:24.
b) O crente não pode morrer em pecado, porque não vive nele, e este é o segredo da vitória sobre o pecado. – Rom. 6:14; 8:2.
3. Liberdade dos cuidados desta vida.
a) A Palavra diz ao crente que Deus tem cuidado dele. – Mat. 6:25-34.
b) A Palavra adverte: “Lança a tua carga sobre o Senhor,”
4. Liberdade de temor de Deus e dos homens.
a) O crente não teme a Deus por causa do chicote. Ele tem posição de filho e Deus de Pai. – I Jo. 4:18,19.
b) O crente não teme ao homem, porque sabe que seu Pai tomará cuidado dele, e porque sabe que há um “não temas.” para cada dia.
c) O incrédulo teme a Deus e ao homem porque vê a Deus como um carrasco e não um Pai -de amor,
5. Liberdade do temor da morte e do julgamento final.
a) O crente não teme a morte, porque sabe em quem tem crido. – Jo. 5:24.
b) O crente não teme o julgamento futuro porque tem colocado a sua causa nas mãos do mais hábil advogado. – I Jo. 2:1; Rom. 5:1; Jó 19:25:27.
c) O descrente não tem essa confiança (Is. 57:21), porque o futuro lhe depara um desapontamento terrível. – Heb. 10: 26-27.

A CHAMADA DE DEUS
Gên. 3:1-24

I – A criação do homem, a sua companheira e sua queda.
1. Não conheciam o pecado, e eram guardadores da terra.
2. Tinham uma lei, e plena liberdade.
3. Tentados por Satanás, caíram no pecado.

II – Deus veio em busca dos seus filhos errantes.
1. Escondidos atrás das árvores.
2. Uma chamada de compaixão.
3. Os envergonhados se apresentaram.

III – Deus ainda chama os homens, e estes ainda se acham escondidos.
1. Atrás de um preconceito.
2. Atrás de uma razão.
3. Atrás de alguns dogmas.

IV – A chamada é:
1. Por sua revelação.
2. Por sua providência.
3. Dirigida à inteligência e à consciência.

V – A chamada final seria:
1. Geral. – Amós 4:12.
2. Particular. – Apoc. 3:20.

O BÁLSAMO EFICAZ À HUMANIDADE SOFREDORA

I – A vida atual e suas agruras.
1. A luta pela subsistência e as diversidades nos negócios. – Luc. 21:26.
2. Falta de trabalho, doenças, fome, miséria, suicídios etc.
a) A miséria nos grandes centros. Famílias alimentam-se com os restos dos mercados e restaurantes.

II – A humanidade procura de muitas maneiras alivio para as suas dores e misérias.
1. Vão aos feiticeiros e saem mais carregados de espíritos maus.
2. Vão aos divertimentos para voltarem mais tristes.
3. Vão às tabernas e aos jogos para perderem o que restava, para ficarem mais desesperados e lançarem mão do suicídio,
4. Os criminosos, tangidos pelo remorso, apresentam-se à prisão. Os pagãos penitenciam-se, etc.

III – A situação atual tem sido a mesma no passado.
1. Vivemos num século de luz, progresso e civilização semelhante ao tempo dos impérios da Babilônia, Grécia, Roma, cuja sociedade, ciência e civilização não salvaram esses grandes reinos.
2. O dinheiro não é a maior necessidade, pois ele não salvou esses reinos.
a) O jovem rico (com toda a sua fortuna) ainda inquiriu: “Que necessito para me salvar?”
3. As filosofias nunca satisfizeram as necessidades imperativas da alma e do coração. Exemplo de Nicodemos.
4. A necessidade de ontem – a mesma de hoje.

IV – O bálsamo eficaz e seguro – Mar. 11:28-30.
1. A experiência do deserto. – Núm. 21:4-9.
2. O que disseram Bethume e S. Agostinho,
3. Jesus é o bálsamo eficaz para todos os males.
a) Aos que lutam nas formalidades religiosas. Jer. 2:13; Isa. 55:1.
b) Aos que lutam pela vida, no lar e sociedade.
c) Aos pobres, oprimidos e enfermos.
d) Aos órfãos e viúvas. – Isa. 54:4-7; Jer. 49:11.
c) Seu cuidado é imenso. – Isa. 49:15.
4. Caro ouvinte, qual é a sua experiência?
a) Lembre que Ele é o único bálsamo para as suas tristezas e misérias.
b) Ele é o melhor Médico, Advogado e Sacerdote. – I Jo. 2:1; Heb. 4:14-16.
5. Entregue-se a Ele e você experimentará a suavidade e eficácia desse bálsamo poderoso e divino. – Jo. 14:27; Jo. 6:37.

A HORA TORMENTOSA DO MUNDO
Isa. 21:11, 12; Sal. 116:3

I – A situação atual.
1. Homens desmaiando de terror, suicídios, lares que ficam na miséria, filhos na orfandade.
2. Milhões de desempregados, misérias, furtos e mortes.
3. A onda de crimes sempre crescendo e os crimes hediondos. – II Tim. 3:1-4.
4. A inquietação universal – revoluções, guerras – apesar de concílios pró-paz.
5. A situação é desanimadora como nunca. – Isa. 21:11, 12.

II – O único remédio – Mat. 11:28-30.
1. O ambiente na ocasião do convite.
2. Para quem o convite: os tristes, oprimidos, os sofredores, os que vivem em formalidades religiosas.
3. A bênção. – V. 28, ú.p.
4. Jesus é sempre o mesmo. – Heb. 13:18.
a) Jesus é a figura que domina o passado pela Sua morte, o presente pela Sua mediação, e o futuro pelo Seu poder salvador. Confiemos nEle.
5. A advertência. Isa. 21:12; Jo. 6:37.

“NAO TEMAIS”
Promessa de Consolador:

1. “Não temais” – “Porque vos nasceu o Salvador” – Luc. 2:10-11.
2. “Não temas” – “Porque Eu te remi” – Is. 43:1.
3. “Não temais” – “O Senhor pelejará por vós” – Êx. 14:13-14.
4. “Não temas” – “O Senhor não te deixará nem te desamparará” – Deut. 31:6.
5. “Não temas” – “Eu estou contigo” – Is. 41:10.
6. “Não temas” – “Eu sou o teu escudo” – Gên. 15:1.
7. “Não temas” – “Que Eu te ajudo” – Is. 41:13.
8. “Não temas” – “Crê somente” – Luc. 8 :50.

A REFINAÇÃO DOS FILHOS DE DEUS
Mal. 3:2-3; Joel 2:11

I – Quem suportará o dia da sua vinda?
1. É uma obra de preparação.
a) Refinar é pôr alguma coisa no último grau de perfeição. Sal.12:6.
2. Purgar – limpar, pela eliminação das impurezas – significa livrar, desembaraçar do que é prejudicial. – Sal. 12:6; Mal. 3:3.
3. Escória – matéria que se separa dos metais durante a fusão, quando estes se purificam. – Ez. 22:18-22.
4. Refinar: apurar, tornar puro. Separar de uma substância as matérias estranhas que lhe alteram a pureza. Fundir: derreter, lançar no molde.

II – O plano de Deus para com seu povo.
l. Apresentá-lo irrepreensível naquele dia. – Mal. 3-1-3; Sal. 12:6.
2. A Igreja remanescente. – Zac. 13:8-9.
a) Duas partes extirpadas. – Ez. 22:18.
b) A terceira parte, purgada. – Zac. 13:9.
3. Provado, verdadeiro, perfeito: imagem de Cristo, – Dan. 12:10.
4. 0 povo de Deus separado do pecado. – Sof. 3:12-13; Apoc. 14:5.

III – A recompensa dos purificados – Mat. 13:43; Jo. 8:21,24; Ez. 22:18.

O CUIDADO DE DEUS

1. Por baixo estão os braços eternos. – Deut. 33:27.
2. Descansamos debaixo das Suas asas. – Sal. 91:4.
3. Escondidos na sombra da Sua mão. – Isa. 51:16; Sal. 139:5, ú.p.
4. Ele irá à nossa frente. – Isa. 52:12; Sal. 139:5, p.p.
5. Ele será nossa retaguarda. – Isa. 52:12; Sal. 139:5, p.p.
6. Seus anjos acampam ao nosso redor. – Sal. 34:7.
7. Seguros estamos na Sua mão. – Jo. 10:28-30.
8. Ele é nosso guia. – Jer. 3:4; Sal. 139:12.
9. Ele concederá os desejos de nosso coração. – Jer. 29:11.

DECÁLOGO – A LEI DE DEUS

A LEI DE DEUS
Sal. 119:18

I – O propósito da Lei.
1. Revelar as coisas de Deus, – Sal. 119:18.
a) Embora cega, Helena Keller, pouco antes de seu sexagésimo aniversário, exprimiu piedade pela verdadeira cegueira dos que têm olhos mas não vêem,
2. Trazer paz e tranqüilidade. – Sal. 119:165; Is. 48:18.
3. Apresentar o plano de Deus para o homem. – Ecl. 12:13, 14.
4. Mostrar o pecado. – I Jo. 3:4.
5. Mostrar o amor de Deus entre os homens, – Jo. 13:34; 15:10.

II – Revelação do caráter de Deus.
1. É santa, justa e boa. – Rom. 7:12.
2. É perfeita. – Sal. 19:7; Mat. 5:48.
3. É imutável. – Sal. 111:7,8; Mat. 5:17-18.
a) Em vigor depois da crucifixão, – Rom. 3:31; 7:12; Tia. 2:10.

III – A atitude do cristão para com a Lei.
1. O exemplo de Cristo. – Isa. 42:21, u.p.; Jo. 15:10.
2. A atitude do salmista. – Sal. 119:6, 47, 69.
3. A atitude da Igreja remanescente. – Apoc. 14:12.

O PRIMEIRO MANDAMENTO
Ex. 20:3

I – Um só Deus.
1. A Bíblia só reconhece um. – I Cor. 8:5-6.
2. Ele é Criador. – Apoc. 14:7.
a) Nisto difere dos deuses pagãos. – Sal. 96:5.
3. Não é adorado como deveria ser. – Rom. 1:21-23.
a) O resultado: sacrifícios aos demônios. – Rom. 1:25.

II – Outros deuses da antiguidade.
1. Baal. – II Reis 12:26-33,
2. Corpos celestes. – Deut. 4:19.
a) Sol, o principal. – Ez. 8:16 u.p.
b) Histórico da adoração do Sol.

III – A obra dos deuses estranhos.
l. Que dificuldades causou a Israel. – I Reis 12:26-33.
2. Jamais foi desarraigada completamente de Israel. – I Reis 16:29-33.
a) Levou Israel ao cativeiro.
b) Foram consumidos. – Deut. 4:3.

IV – A obra de Deus – Jeová.
l. Dar-nos vida. – Deut. 4:4, 6-8.
2. Não devemos nos apartar dEle. – Deut. 4:9, 19.
3. Só Ele é Deus. – Sal. 86:8-10, 15.

O SEGUNDO MANDAMENTO
Êx. 20:4

Os ídolos de todos os tempos e lugares.
I – O poder de um ídolo.
l. Nenhum: não passam de mentira. – Heb. 2:18,19.
2. Não falam e não apalpam.
Não vêem e não andam.
Não ouvem e não emitem sons.
Não cheiram. – Sal. lis:4-7.
3. Não são de Deus. – II Cor. 6:16, ú.p.
II – Os ídolos do cristão.
l. Um cristão pode ser idólatra: Efés. 5:5.
a) Sendo fornicário.
b) Sendo impuro.
c) Sendo glutão.
d) Sendo avarento.
e) Amando o presente século.
2. A desobediência e a porfia são idolatria.
a) Porfiar: questionar, resistir. – I Sam. 15:23.

III – O maior ídolo.
1. A Besta. – Apoc. 13:3-4.
2. O que acontecerá com os idólatras. – Isa. 2:18-22.

IV – A mensagem de Deus.
1. “Guardai-vos dos ídolos”. – I Jo. 5:21.
2. A recompensa:
a) Desobedecendo – Êx. 20:5.
b) Obedecendo – Êx. 20:6.

O TERCEIRO MANDAMENTO
Êx. 20:7

Os títulos de Deus. – I Tim. 1:17; Sal. 111:9.
I – Blasfêmia.
l. Tomar o nome de Deus em vão, – Lev. 24:15-16.
2. Como blasfemamos.
a) Tomando o nome de Deus em vão, descuidadamente ou com ira. – Lev. 24:10-16.
b) Fazendo profissão mas negando-a na vida. – Rom. 2 :21-24.
c) Pretendendo ser Deus. – II Tes. 2:3-4.

II – A nossa atitude.
1. Alguns blasfemam para dizer a verdade. – Heb. 6:16.
2. Como Deus considera tal atitude, – Mat. 5:33-36.
3. Sim, sim; não, não – Tia. 5:12.
4. Perante os tribunais.
a) É lícito jurar? Sim, judicialmente.

III – As nossas palavras.
l. Não devem ser vãs. – Efés. 5:4.
2. Falar verazmente. – Sal. 15:2.
3. O Senhor não terá por inocente. – Êx. 20:7.

IV – O dever do cristão.
l. Não jurar enganosamente, – Sal. 24:4.
2. A recompensa – Sal.15:1.

O QUARTO MANDAMENTO
Êx. 20:8-11

I – O desígnio do sábado.
l. Um emblema da criação.
2. Um memorial da salvação.
3. Um sinal do concerto. – Ez. 20 :20.
4. Um antegozo do céu. – Isa. 66:22-23.

II – Sua necessidade.
l. Uma necessidade físico-espiritual. – Gên. 2:2,3; Êx. 20:8-11; Mar. 2 :27-28.
2. Sua influência abençoadora. – Isa. 56:2; 58:13-14.

III – Os deveres.
l. Para com Deus. – exalta-O: Deus criador.
2. Para conosco. – Liberta-nos do materialismo.
3. Para com nossas famílias. – Levantamos o altar do lar.
4. Para com nossos semelhantes. – Testemunho de obediência.
A bênção. – Isa. 56:2,

O QUINTO MANDAMENTO
Êx. 20:12

Os nossos pais são o melhor e o mais precioso tesouro que possuímos na Terra. Feliz o filho cujos pais estão vivos! Deve ser grato a Deus!

I – No tempo de Israel.
1. Deus ressaltou a necessidade da observância deste mandamento, com promessa.
2. A violação do mesmo implica uma dura penalidade. – Mar. 7:10-13.
3. A lei que isentava os israelitas dessa penalidade. – Mar. 7:10-13.

II – Nos dias atuais.
1. O Deus a quem servimos é o mesmo e exige a mesma e estrita observância do mandamento.
2. O não cumprimento deste mandamento é um sinal palpável dos últimos dias. – II Tim. 3:2.
a) É um grande pecado dos nossos dias.
3. É um dever recomendado por Deus e altamente aprovado pela boa sociedade,

III – O dever dos filhos.
1 Devem obedecer a seus pais. – Col. 3:20.
a) É agradável a Deus. – Efés. 6:1.
b) Um belo exemplo. – I Sam. 19:1-2; 20:24-42.
2. Respeito além dos pais:
a) Provérbios 1:8; 30:17.
b) Provérbios 23:22; Lev. 19:32; 1 Tim. 5:1-2.
c) I Pedro 2:17.
A recompensa da observância deste mandamento. Êx. 20:12, ú.p.

O SEXTO MANDAMENTO
Êx. 20:13

O morticínio atual. As leis dos países. Desde a antiguidade.
– Jo. 8 :44. O primeiro homicida, Caim, influenciado pelo diabo.

I – No tempo de Israel.
1. Matou, morreu. – Êx. 21:12-14.
2. As cidades de refúgio. – Num. 35:9-34.
a) Eram seis. – três daquém do Jordão, e três em Canaã.
b Serviam de refúgio ao inocente.
3. Matava-se para debelar o mal crescente.
a) Quando o castigo demora, os homens praticam o mal. Ecl. 8:11.

II – No tempo de Jesus.
1. Uma nova interpretação. – Mat. 5:21-22.
a) A cólera mata.
b) A maldição mata.
c) A injúria mata.
2. O que aborrece a seu irmão mata. – I Jo. 3:15.
3. O que destrói o seu corpo. – I Cor. 3:17.
a) A abreviação da vida.
b) O espírito de ódio e vingança.
c) As paixões ofensivas.
d) A negligência e a condescendência.
e) Trabalho excessivo.
4. O nosso dever como cristãos. – Rom. 12:18-21.
a) Amar a nossos inimigos.
b) Entregar a causa a Deus, o Grande Juiz.
c) Vencer o mal com o bem.
5. A recompensa dos homicidas. – Apoc. 21:8.

O SÉTIMO MANDAMENTO
Êx. 20:14

Um dos pecados mais cometidos no mundo.

I – Um estudo à luz da Bíblia.
1. O que é proibido no sétimo mandamento?
2. Como Jesus o interpretou. – Mat. 5:27-28.
a) Atos de impureza.
b) Pensamentos e desejos sensuais.
c) O olhar sensual.
3. A punição em Israel. – Lev. 20:10-14.
a) Havendo insatisfação, repudiavam. – Mat. 19:3-8.
4. O que disse Jesus? – Mat. 19:9.

II – Resultados e bênçãos.
l. Quem pratica tais torpezas?
a) Os que não são santos. – Efés. 5:3.4.
b) Os que são da carne, – Gal, 5:19.
(1) O resultado. – Gal. 5: 7-8.
(2) A nossa atitude. – Efés. 5:11-22.
2. O nosso dever.
a) Pensar nas boas coisas. – Filip. 4:8.
b) Um bom exemplo. – José. – Gên. 39.
3. A bênção e recompensa. – Mat. 5:8.

O OITAVO MANDAMENTO
Êx. 20:15

Muito em voga. Sem querer se transgride. A advertência. Êx. 20:15.

I – O que dizem as escrituras.
1. É ladrão. – Jo. 10:10.

II – A quem podemos roubar.
1. A Deus.
a) O homem pertence a Deus, – I Cor. 6:20; Tito 2:14.
b) Se pertencemos a Deus, o que somos se não nos entregamos a Ele?
c) Roubamos nos dízimos e ofertas. – Mal. 3:8.
2, Aos semelhantes.
a) Somos devedores a todos, – Rom. 1:14-15.
3. Ao Estado.
a) Que devemos ao Estado? – Rom. 13:7.
4. À igreja.
a) Prometemos sustentá-la.
5. A nós mesmos.
a) Escolhendo a morte em vez da vida.

III – O cristão e o oitavo mandamento.
1. A nossa reputação. – Atos 6:3; 1 Ped. 2:12.
2. Devemos cumprir nossas promessas, – Ecl. 5:4-5.
3. Se transgredimos, podemos ser perdoados. Como? Ez. 33:14-16.
O castigo. – Êx. 22:1-4; Lev. 6:1-7.

O NONO MANDAMENTO
Ex. 20:16

Um vício mau. No princípio do mundo. Satanás é o pai. Jo. 8:44.

I – A mentira, um pecado.
1. A primeira mentira. – Gên. 3:1-5.
2. Como Deus considera os mentirosos. – Prov. 6:16-19.
3. A punição em Israel. – Deut. 19:16-19.
a) Perante duas ou três testemunhas. – Deut. 19:16-19.

II – O cristão e a mentira.
1.  A nossa atitude. – Êx. 23:1, 7.
a) Um perigo. – Sal. 35:11.
2. O mentiroso é:
a) Martelo.
b) Espada.
c) Flecha aguda. – Prov. 25:18.
3. A mentira condenou.
a) Jesus. – Mar. 14 :55-59.
b) Estêvão. – Atos 6:13-14.
c) Os apóstolos e mártires.

III – A recompensa.
l. Dos mentirosos. – Apoc. 21:8; 22:15.
2. Dos verdadeiros. – Apoc. 21:27.
3. Uma esperança. – Jer. 17:9; Ez. 36:25-26.

O DÉCIMO MANDAMENTO
Êx. 20:17

Fere a raiz de todos os males – o egoísmo.

I – A origem.
1. De onde procede? – Mar. 7:21-22.
2. Como Deus considera o cobiçoso? – Sal. 10:3.
3. Como Deus o chama? Idólatra. – Efés. 5:5; Col, 3:5.

II – A sua obra.
1. A que induz? – Miq. 2:2.
2. Produz extremos.
a) Cobiça diária. – Prov. 21:26.
b) Leva ao pecado. – Gên. 6:5.
3. Será a condição dos últimos dias. – II Tim. 3:1-2.
4. O amor do dinheiro é a raiz de todos os males. – I Tim. 6:10.
5. Torcer o juízo. – Deut. 16:19.

III – O nosso dever.
1. Ouvir a admoestação de Cristo. – Luc. 12:15.
2. Como devemos encarar as coisas deste mundo. – I Tim. 6:6-9; Heb, 13:6.
3. O que podemos possuir de melhor?
a) O pouco no Senhor. – Sal. 37:16.
b) O pouco com justiça. – Prov. 16:16; 16:8.

AFERIÇÃO MORAL
Dan. 5:27

I – As balanças nas quais os homens se pesam.
1. Em suas próprias opiniões.
2. Em comparação com outros.
3. Na estimação de seus semelhantes.
4. Nas boas obras que fazem.

II – As balanças nas quais Deus pesa os homens.
1. As Escrituras Sagradas.
2. A perfeita norma de moral cristã. – Êx. 20:1-17.
3. A consciência.

III – A aplicação dos pesos.
l . Ao moralista.
2 . Ao formalista.
3 . Ao idólatra.
4. Ao indiferente.
5. Ao cristão mundano.

UMA SOLENE ADVERTÊNCIA
Ecl. 12:13, 14

I – “Tudo o que se tem ouvido”.
l. Deus sempre fala boas palavras aos Seus filhos.
2. As Suas Palavras são vida. – Jo. 6:63.
3. A Sua Palavra é um farol que ilumina a senda que leva ao Céu. – I Ped. 1:21.

II – “O dever de todo o homem”.
1. Temer a Deus.
a) Todos O devem temer. – V. 13; Sal. 33:8.
b) Temer é obedecer. – Núm. 6:2.
c) Ter o temor de Deus no coração é não oprimir também o próximo. – Lev. 26:17.
(1) Sem o Seu temor tudo é em vão. – Já 39:16.
(2) O Seu povo deve ouvir e temer. – Deut. 13:11.
2. Guardar os Seus mandamentos.
a) Dever de todo homem. – V. 13.
(1) Abraão os guardou. – Gên. 26:6.
(2) Davi observou a Lei de Deus. – I Reis 14:8.
b) Em todos os tempos o povo de Deus observou a Sua Lei.
c) Uma característica do povo do advento. – Apoc. 14:12.
d) Bênção e penalidade.
(1) Bem-aventurado o que neles tem prazer, – Sal. 112:1.
(2) Ele castiga os que os profanam. – Sal. 89:31, 32.

III – Uma solene advertência.
1. Tudo será trazido a juízo, quer seja bom, quer seja mau. Mat. 12:36.
2. Apelo: observemos a Palavra de Deus e guardemos os Seus mandamentos.

JUSTIÇA É OBEDIÊNCIA À LEI

I – Definição de pecado.
1. Pecado é a transgressão da lei. – I Jo. 3:4.
2. Conhecer o pecado pela lei. – Rom. 7:7.
3. Toda iniqüidade é pecado. – I Jo. 6:17.
4, Perdão do pecado, purificação de toda a injustiça. – I Jo. 1:8.
6. Desvio da justiça. – Ez. 18:20-27.

II –Definição de justiça.
1. Observância da justiça. – Isa. 26:2.
2. Fazer o bem. – I Ped. 3:14-17.
3. Verdadeira santidade. – Ef. 4:24.
4. Obedecer ao santo mandamento. – II Ped. 2:21; Rom. 6:16.
5. Desfazer os pecados. – Dan. 4:27.
6. Libertação do pecado. – Rom. 6:18.

III – Fonte da justiça.
1. Se provém da lei, Cristo morreu em vão. – Gál. 2:21.
2. Não como os fariseus. – Mat. 6:20.
3. “Não tendo a minha justiça”. – Filip. 3:9.
4. “No Senhor há justiça”. – Isa. 46 :24.
6. “O Senhor, justiça nossa”. – Isa. 23 :6.
6. “A Ti pertence a justiça”. – Dan. 9:7.
7. “Pela fé em Jesus Cristo”. – Rom. 3 :22; 6:17, 18.
8. Cristo feito nossa justiça. – I Cor. 1:30.

IV – Promessas.
1. Na vereda da justiça está a vida. – Prov. 12:28; Rom. 6 :23.
2. Justiça e repouso. – Isa. 32:16, 17.
3. Buscar a justiça escondidos no dia da ira do Senhor. – Sof. 2:3.
4. Refulgir como estrelas. – Dan. 12:3.
5. Coroa da Justiça. – II Tim. 4:8.
6. “A nova Terra onde habita a justiça”. – II Ped. 3-13.

V – Apelo.
“Fome e sede de justiça”. – Mat. 6:6.

OS DEZ MANDAMENTOS DO FALAR CRISTAO
Fílip. 4:8

1. Não atires a flecha do ódio.
2. Não exageres.
3. Não desfaças um compromisso sem o consentimento da pessoa a quem foi feita a promessa.
4. Não calunies.
6. Não sejas mexeriqueiro, indo daqui para ali promovendo intrigas.
6. Não lisonjeies por interesse.
7. Não digas mentiras nos teus negócios.
8. Não fales demasiado.
9. Não faças más insinuações nem sugestões perversas.
10. Aprende a linguagem do Céu enquanto estás aqui na Terra.

DECISÃO

CLAREZA DE DECISÃO
Luc. 19:1-10
I – “Zaqueu”.
l. Cristo o conhecia, sabia tudo a respeito dele.
a) Nada há encoberto para Cristo.
b) Ele nos conhece e nos ama.
2. Jesus o chamou.
a) Chamou Enoque, Noé, Abraão, Moisés, Davi, Isaías, Pedro, Saulo.
b) Ele está te chamando.
3. Cristo foi com ele.
a) Ele irá com você no lar, no local de negócios, na doença, na tristeza, na vida, na morte e na eternidade,

II – “Apressa-te”.
1. O tempo passa veloz. A morte está a caminho. Seu coração está endurecendo. O Espírito Santo está Se retirando.
2. Não haverá tempo oportuno. .
3. Agora é tempo de vir a Cristo,

III – “Desce”.
1. Zaqueu estava “em cima da árvore”.
a) Dificuldade social: um publicano.
b) Dificuldade moral: um pecador.
c) Dificuldade econômica: um homem rico.
2. Zaqueu desceu. Você descerá?
3. Jesus está chamando você – Atenda-O.
a) Zaqueu tinha desejo de ver a Jesus.
b) Fez um esforço para ver a Jesus.
c) Prontificou-se a obedecer a Jesus.
DECISÃO POR CRISTO, AGORA
“Até quando coxeareis?” – I Reis 18:21.

I – O problema de uma luta.
1. “O homem de coração dobre é inconstante”. – Tia. 1:8.
2. “Ninguém pode servir a dois senhores”. – Mat. 6:24.

II – A responsabilidade de possuir a luz.
1. A vereda dos justos é como a luz. – Prov. 4:18.
2. A luz rejeitada transforma-se em trevas. – Jo. 12:35, 36.
3. Esperamos a luz mas andamos em trevas. – Isa. 59:9.
4. A luz rejeitada abre caminho para o engano.
– Jo. 3:19-21; II Tess. 2:10-12.

III – A importância da pronta obediência.
l. Se pecamos voluntariamente, não há mais sacrifício.
– Heb. 10:26, 27.
2. A desobediência torna a oração uma abominação. – Prov. 28:9.

IV – A aceitação da verdade presente.
1. “Consagrar-vos hoje ao Senhor”. – Êx. 32:29.
2. “Convertei-vos agora”. – Jer. 25:5.
3. “Se voltares, ó Israel”. – Jer. 4:1.
4. “Ouvi.., hoje a Sua voz”. – Heb. 3:7,8,13.

V – A incerteza do futuro.
1. Não sabemos o que acontecerá amanhã. – Tia. 4:13-17.
2. Os mortos não têm esperança na verdade. – Isa. 38:18.
3. “Buscai o Senhor enquanto Se pode achar”. – Isa. 55:6.

VI – Apelo: “Escolhei hoje” – Josué 24:15.

O SERMÃO DE UM CONDENADO
Luc. 23:39-43

Circunstâncias do fato. Dimas e Gestas (segundo a tradição).
“O bom ladrão”.

I – Seu auditório – V. 39.
1. O outro ladrão (Gestas).
2. Os que rodeavam a cruz. A mãe de Jesus, João, o centurião (Longino) e os soldados.
3. Os transeuntes.

II – Seu púlpito – V. 39.
1. A cruz onde foi pregado (rude, dolorosa).
2. A situação única em que a mensagem foi transmitida,

III – Sua mixagem! – Vs. 40-41.
1. “Não temes a Deus?”
2. “Merecemos a morte.”
3. “Este homem nenhum mal fez.”
Se Dimas houvesse sido naquela hora despregado da cruz e posto em liberdade, este seria seu testemunho; e, esta, sua intrépida mensagem de fé perante o mundo!
Que estamos fazendo de nossa oportunidade?
Considerar os destinos eternos dos dois condenados.

OPORTUNIDADE
“Eis aqui agora o tempo aceitável”, – II. Cor. 6:2.

Um grande cirurgião se achava diante de sua classe para fazer certa operação que só recentemente os complexos aparelhamentos e conhecimento minucioso da ciência moderna tinham tornado possível. Com mão segura e leve ao mesmo tempo, ele realizou com êxito o seu trabalho. Em seguida, voltou-se para os seus discípulos e disse:
“Há dois anos uma operação segura e simples teria curado esta enfermidade. Há seis anos um método de vida adequado a teria evitado. Nós fizemos o melhor possível na presente situação da moléstia. Mas a natureza tem ainda a sua palavra a dizer. Nem sempre ela consente que se repilam suas sentenças de morte.”
No dia seguinte o paciente morreu.
A coisa exata, feita no tempo exato, garante o fim exato.
1. A hora de se ouvir a voz de Cristo é “agora”. – Jo. 5:25.
2. O tempo de obedecer ao convite do Espírito é: “hoje”.
– Heb. 3:15.
3. A ocasião de se arrepender é “agora”. – Atos. 17:30.
4. A oportunidade de nos santificarmos é “agora”. – Rom. 6:19.
5. O tempo de estar crente, completamente desperto é “agora”.
– Rom. 13:11.
6. O dia de servir ao Senhor é “agora”. – II. Cor. 6:2.
7. O tempo de orar é “de tarde, de manhã e ao meio dia”. Sal. 55:17.
Negligenciar a presente oportunidade para o serviço é perder o serviço e a recompensa que a oportunidade oferece,

VERDADEIRAMENTE LIVRES
Jo. 8:36

I – Os temores – a opinião do vizinho, o medo de morrer, o encontro inevitável com Deus, seu estado eterno.

II – As superstições – derrubar sal, quebrar espelho, passar debaixo de uma escada, a má sorte do número 13 etc.

III – O pecado – com seu poder avassalador, que parece forjar cadeias cada vez mais pesadas.
1. Destas coisas só o poder de Deus nos pode livrar.
“A verdade vos libertará”. – Jo. 8:32.
“Tua palavra é a verdade”. – Jo. 17:17.
2. Por meio das Escrituras, Cristo oferece libertação,

IV – A Bíblia descobre para nós:
1. O que é o homem – sua maldade, sua incapacidade, sua desesperança. – Rom. 3:23; 8:8; Ef. 2:12.
2. O que é Deus – Seu amor, Sua santidade, Sua Justiça, tudo em favor dos homens. – Rom. 5:8; Heb. 12:14; Isa. 45:21.

V – Quando o homem recebe estes ensinamentos em seu coração, a palavra de Deus opera nele:
1. Regenerando-o. – I Ped. 1:23.
2. Produzindo fé. – Rom, 10:17.
3. Dando-lhe certeza. – I Jo. 5:13.

OS AVISADOS
Prov. 23:3

I – O avisado.
l. Recebe os avisos de Deus. – Rom. 6:23; Gál. 6:7; Heb. 9:27.
2. Presta atenção a eles e se inteira de sua verdade.
3. Faz sua decisão de acordo com a admoestação divina.

II – Vê o mal.
l. Não corra os olhos à verdade, apesar de não lhe ser muito agradável.
2. Reconhece que o mal prevalece neste mundo, nas esferas políticas, sociais e comerciais, em toda a parte e em seu próprio coração.
3. Aprende a lição de que o pecado, produzindo resultados tão funestos agora, será pior na eternidade.

III – Se esconde.
1. Não apresenta desculpas comuns como: é culpa de meus companheiros; há muitos hipócritas; etc.
2. Não trata de esquivar-se de sua responsabilidade, em qualquer religião que seja.
3. Refugia-se em Deus. – Sal. 32:8; em Cristo. – Isa. 32:2.

BUSCANDO A DEUS
Sal. 43:1

1. Como devemos buscar a Deus.
a) Inteligentemente.
b) Diligentemente.
c) Constantemente.
d) Esperançosamente.
2. Onde devemos buscar a Deus.
a) No retiro (meditação).
b) Em Sua Palavra.
c) Nas ordenanças,

3. Quando devemos buscar a Deus.
a) Cedo na vida. – Ecl. 12:1.
b) No meio das coisas temporais.
c) Em todo tempo.

4. Por que devemos buscar a Deus.
a) Ele é a vida da alma. – “Deus”.
b) Sua natureza é comunicativa. – “Meu Deus”.

A ADVERTÊNCIA DIVINA
Amós 4:12

A Bíblia dá uma advertência bem séria. O encontro com Deus é inevitável. O tempo do encontro é incerto. A humanidade precisa preparar-se para aquele encontro. A preparação eficiente. Atos 16:31.
I – Uma advertência.
1. Àqueles que jamais pensaram a respeito.
2. Àqueles que estão absorvidos com os cuidados desta vida (Pilatos). – Jo. 18:38.
3. Àqueles que esperam decidir-se em futuro.
4. Deus tem determinado três encontros com a humanidade:
a) No Calvário. – I Tes. 5:9.
b) Na morte. – Heb. 9:27.
c) No dia do juízo. – Atos 17:31.
5. Não há escape dos últimos dois encontros.

II – Uma direção segura.
1. Precisamos preparar um caráter, um relatório e um advogado.
2. Necessitamos nos preparar segundo a direção divina. – Nobreza, riqueza, cultura, educação, religião, ou cerimônias serão sem valor.
3. Necessitamos nos converter pelo:
a) Arrependimento e fé em Jesus. – Jo. 3:18; 3:36.
b) Novo nascimento. – Jo. 3:3. .
c) Reconciliação com Deus. – II Cor, 5:20-21.

III – Um apelo sincero,
1. Hoje é o dia. – Heb. 4:7.
2. Não esperar para amanhã. – Tia. 4:13-14.
3. .Jesus é a suprema salvação. – Atos 16:30-31.

A JUSTIÇA EVANGÉLICA
Mat. 5:20

I – A justiça dos fariseus.
1. Ortodoxa.
2. Zelosa.
3. Democrata.
4. Moralista.

II – Seus defeitos.
1. Servil.
2. Supersticiosa, 3. Suposta justiça.

III – A justiça recomendada.
1. Consciente e não cega.
2. Baseada na fé.
3. Originada no amor.
4. Com o fim de glorificar a Deus.

VEREDAS ANTIGAS
Jer. 6:16

Estamos constantemente em marcha, do berço ao túmulo,
I – Estamos na encruzilhada dos caminhos.
l. No terreno político – totalitarismo versus democracia.
2. No terreno econômico – opressão versus socialismo.
3. No terreno religioso – cristianismo versus paganismo e ateísmo.
4. No terreno espiritual – indiferentismo e mundanismo versus piedade e consagração.

II – Um tempo para pensamento e meditação.
1. Pare um pouco – o necessário para reflexão.
2. Investigue – Veja qual o caminho que levará você mais adiante de maneira segura.
3. Inquira – Outros têm avançado deixando atrás relatórios, alguns andando cm você, outros atrás de você. – Jo. 5:39; II Ped. 1:19.
4. Tome uma decisão. Deixe a hesitação ou dubiedade.
– Jo. 31:32,36.

III – Escolha as veredas antigas.
l. Nem todos os velhos caminhos são bons: bebidas alcoólicas, escravidão etc.
2. O caminho antigo de Cristo e da cruz é bom.
3. A vereda antiga da obediência traçada por Deus é mais segura.
– Êx. cap. 20; Isa. 48:18.
4. Pessoas que fizeram uma escolha segurar – Abraão, José, Moisés, Josué, Jesus, Paulo. – Heb. 11; Mat. 16:24-26.

BUSCAR A DEUS
Sof. 2:1-3

I – A solenidade dos tempos exige isso.
1. Buscar o Senhor significa aproximarmo-nos dEle e vivermos na Sua presença.
a) Remover os pecados. – Isa. 55:7.
2. O povo tem-se apartado de Deus, daí a advertência. – Jer. 2:13; 17:13; Isa. 29:13.
a) Agora é o tempo oportuno de O buscar. – Isa. 55:6.
3. O tempo da última crise exige que cheguemos mais perto dEle, a fim de sermos escondidos da ira futura. – Sof. 2:3.

II – Como buscá-Lo?
l. Sinceramente, de todo o coração. – Deut. 4 :29.
2. Pela oração. – Jer. 29:12,13; Sal. 40:1,2.
a) A experiência de Jacó. – Gên. 32:24-30.
b) Esta será a experiência na última crise. – Jer. 30:7.
3. Pelo estudo da Sua Palavra. – Sal. 119:105; 162.
Busquemos hoje o Senhor! – Sal. 105:3,4; Heb. 3:12,13.

O PREPARO PARA ENCONTRAR A DEUS
Amós 4:12

Cada pessoa terá de encontrar-se com Deus.
I – Por que preparar-se?
1. Porque a vida é curta e incerta.
2. Porque a morte é certa.
3. Porque o julgamento está em andamento.
4. Porque a eternidade dependerá do nosso preparo.

II – Por natureza não estamos preparados.
1. Nosso coração é enganoso. – Jer. 17:9.
2. Nossa vida está errada. – Isa. 64:6.
3. Nosso relatório (ou feitos) é mau. – Mat. 15:19.

III – Como preparar-se?
1. Pelo arrependimento. – Atos 3:19.
2. Pela fé e confissão do Senhor Jesus. – Atos 4:12.
3. Pela obediência. – I Sam. 15:22.

UMA REUNIÃO INEVITÁVEL
Amós 4:12

I – A pessoa que devemos encontrar – “Teu Deus”.
1. A existência de Deus é revelada.
a) Na natureza. – Rom. 1:19-20.
b) Na consciência. – Rom. 2:14-15.
2. Deus se revelou como uma Pessoa. – Heb. 1:1-3.
3. Todos devem algum dia encontrar-se com Deus na pessoa de Jesus. – Apoc. 1:7; Filip. 2:10-11.

II – A reunião inevitável – “Encontrar”.
Se não aqui, no juízo. – Heb. 9:27.
1. O fim é certo para todos. – II Cor. 5:10.
2. O tempo do fim é incerto. – Tia. 4:13-14.
3. O nosso estado no fim determinará a nossa sorte. – Apoc. 22:11.

III – A preparação necessária – “Prepara-te”.
Que preparação pode fazer um pecador para encontrar-se com um Deus santo?
l. Alguns nada fazem: os indiferentes. – Mat. 24:38-39.
2. Alguns dependem das boas obras: os moralistas. – Isa. 64:6.
3. Alguns confiam na religião: os fariseus. – Fil. 3:4-9.
4, Alguns confiam na preparação para eles feita por Deus. Rom. 1:17. A justiça divina.

A CAMINHO DA VIDA ETERNA OU SEGUINDO IMPRESSÕES FALSAS
Prov. 14:12

I – O caminho de Deus é o da obediência:
1. Obediência, melhor do que sacrifício. – I Sam. 15:22.
2. Não obedeceram à minha voz. – Núm. 14:22-24,
3. Uma bênção se ouvirdes os… – Deut. 11:27.
4. Purificando as nossas almas. – I Ped. 1:22.
5. Espírito dEle conduz à obediência. – Ez. 36:26,27,

II – O caminho de Satanás é o da desobediência.
l. Espírito que opera nos filhos da desobediência. – Efés. 2:1,2.
2. certamente não morrereis. – Gên. 3:5.
3. Não te encurvarás a elas… – Êx. 20:4,5.
a) Não obstante. – Mat. 4:10.
4. Não entraram na arca. – I Ped. 3 :20.

III – O caminho da vida – Aceitar a palavra.
1. Desobediência de um (Adão) – pecado – morte. – Rom. 5:19.
2. Obediência de Um (Cristo)– Justo – salvação – vida eterna.
3. Provai os espíritos. – I Jo. 4:1.
4. Ninguém vos engane – ira de Deus. – Efés. 5:6.
5. Desobediência, justa retribuição. – Heb. 2:2.
6. Promessa àqueles que guardam, – Apoc. 22:7.
Caminho novo. – Heb. 10 :20.

PARA QUEM IREMOS NÓS?
Jo. 6:60-69; 68

A esperança dos judeus sobre o reino de Jesus e o terrível desapontamento ao verem que outra era a missão de Jesus.
O abandono dos seguidores de Jesus e a franca confissão de Pedro. – Jo. 6:68.

I – Para quem iremos?
A religião de Cristo apresenta grandes vantagens quando comparada com outras ideologias.
1. Buda?
a) O budismo não satisfaz, já pelo seu fundador, já pelos seus princípios – A posição da mulher.
2. Maomé?
a) Também não satisfaz, haja vista o que fez e ensinou o seu fundador – O estado da mulher.
3. Confúcio?
a) Considerem-se os efeitos da religião chinesa.
4. Escribas e fariseus?
a) Eles invalidam os mandamentos pelas suas tradições e formalidades religiosas.
5. Filósofos, teólogos ou cientistas?
a) Dizem-se sábios, mas são loucos, não crêem em Jesus e nas Escrituras, e os últimos inventam algo para a destruição de seus semelhantes.
6. Fontes mundanas de prazer?
a) Os prazeres não satisfazem a alma.
(1) J. Tinkan viajou por todo o mundo para encontrar 15 minutos de verdadeira felicidade e não a encontrou.
b) No mundo e nas suas modalidades não encontramos as palavras de vida, mas de morte.

II – Jesus é a única fonte verdadeira.
1. Ele é a fonte de água viva.- – Jo. 4:13,14; 6:40.
a) Os samaritanos.
b) Os gregos e seu desejo.
2. Esta fonte foi profetizada e aberta para ti. – Dan. 9:2; Zac. 13:1.
3. Para quem irás?
a) Fora de Cristo encontrarás desilusão e morte.
b) Em Jesus você encontrará descanso, faz e vida eterna.
– Jo. 6:35, 37; Mat. 11:28-30.

UMA QUESTÃO IMPORTANTE
Isa. 55:6
.
Venho hoje com uma mensagem de vida ou morte, que cura ou mata. Não é uma advertência antiga, mas atual e solene.
Muitos dizem que querem ser cristãos, mas que esperam uma oportunidade boa. Somos mais sábios com as coisas materiais do que com as espirituais.

I – Como buscar o Senhor?
1. Pelo estudo de Sua Palavra. – Sal. 119:130.
a) Buscando-O assim nós O acharemos. – Deut. 4:29.
2. Pela oração. – Prov. 8:17.
a) A oração é o copo com o qual vamos à “Fonte de água viva” buscar a água para mitigar a sede da alma.
b) Como a flor abre corola, para receber o orvalho, assim deve ser com nossa alma.
c) Busquemos o Senhor em oração, e O acharemos.
3. Por intermédio das ordenanças da Igreja.
a) Se não formos á Igreja, estaremos perdidos? Não é isso, mas a Igreja foi instituída para, por meio dela, sermos levados a Deus.
b) As ordenanças são: o batismo (morte, sepultamento e ressurreição de Cristo) ; santa ceia (segunda vinda de Cristo).
e) A advertência divina. – Jo. 13:17.

II – Quando devemos buscar o Senhor? – Isa. 55:6.
1. Na velhice? Amanhã? Hoje à noite? Agora!
2. Momento virá em que a porta da graça se fechará. – Cant. 5:6.
a) Esse momento vem individualmente e virá coletivamente. Amós 8:11,12.
b) Buscai o Senhor agora. – Heb. 4:7; Apoc. 3:20.

A VERDADE
Jo. 6:60-71; 14:6

I – Um homem cego procura a verdade.
l. A crença no sobrenatural é-lhe intuitiva, pois o vê:
a) No reino astral.
b) No reino botânico.
c) No reino animal.
2. A morte, inevitável, leva o homem a buscarem conhecimento desse Ser, o qual se vê nos sistemas religiosos.
a) A insuficiência dos tais sistemas provou-se por Elias e os três moços hebreus.

II – Jesus, a verdade e as provas são:
1. No seu batismo.
2. Em Nazaré.
3. Ao sepulcro de Lázaro.
4. No seu próprio sepulcro.

III – A característica da verdade é que esta não pode ser exterminada.
1. Provou-se nas covas dos leões.
2. Provou-se na Inquisição.
3. Prova-se ainda nas perseguições terríveis do ultramontanismo.

IV – A verdade traz a liberdade.
1. Do erro. – Jo. 8:32, 36.
2. Da condenação eterna.
3. Para chegarmo-nos a Deus em oração. – Heb. 4:16.
4. Para entrarmos finalmente no eterno descanso.

AS SETE COISAS INDISPENSAVEIS

1. Sem derramamento de sangue não há remissão. – Heb. 9:22.
2. Sem fé é impossível agradar a Deus. – Heb. 11:6.
ò. Sem as obras a fé é morta. – Tia. 2:26.
4. Sem santificação nenhum homem pode ver o Senhor.
– Heb. 12:14.
5. Sem amor nada somos. – I Cor. 13:13.
6. Sem castigo não somos filhos. – Heb. 12:8.
7. “Sem Mim (Jesus Cristo) nada podeis fazer”. – Jo. 15:5.

DESCULPAS PARA NÃO SERVIR A CRISTO
Luc. 14:15-24

Pessoas há que sempre apresentam desculpas quando não querem fazer algo, mas há outras cujas desculpas são sinceras e merecem devida consideração.

I – Sou demasiado pecador – A pessoa que não reconhece que está doente, não chamará o médico. Há esperança para tais pessoas, ao passo que não pode haver para os que se julgam perfeitos. Às vezes pensamos que somos piores do que somos: Moisés matou um homem. Paulo, principal pecador, Pedro blasfemou. Maria, a meretriz. O ladrão da cruz. Ele pode salvar a você, pois Deus é amor.
1. Cristo veio salvar o pecador. – I Tim. 1:15.
2. Cristo morreu pelos pecados. – Rom. 5:6 8.
3. Tornará pecado como a neve. – Isa. 1:18.
4. Ele não nos lançará fora. – Jo. 6 :37.
a) A experiência do filho mau que quis voltar ao lar e pediu à mãe Dara pôr lençóis como sinal, à passagem do trem.
N.B. – Os sinais de que e como nos aceita estão nas Suas mãos.
II – Temo fracassar: Já me esforcei uma vez, já tentei. A coisa não vai. Que diremos de uma criança começando a andar? Não  vale a pena procurar andar?
1. Deus tem prometido cuidar-nos e proteger-nos. – Isa. 43:1; 41:10, 13.

III – Muitos cristãos são hipócritas.
1. Somos responsáveis pela nossa situação, perante Cristo; quanto aos outros, não é de nossa alçada julgar. – Rom, 14:4,12; Jo. 21:21-22.
2. Morreram A ou B por você? É ele seu Salvador? – Jer. 2:2; 45:22.

IV – Ainda é cedo; sou muito jovem! Tenho muito tempo; deixarei para mais tarde.
1. Quando é que se deve buscar o Senhor? – Isa. 55:6.
a) Quais as virgens que puderam tomar parte nas bodas? As que estavam prontas. Estará você? – Mat. 25.
b) O caso do rico louco. – Luc. 12 :19-20. Se Deus chamar você estará prontos?
e) Na juventude é o melhor tempo para servir o Senhor.
– Ecl. 12:1.
(1) Atos 26 :28-29; Heb. 4:7.

NENHUM LUGAR PARA JESUS
Jo. 1:1-14; Luc. Z:7

I – O Messias prometido – Gên. 3:15.
1. O rei que o povo esperava.
a) Que nascesse depois ricos.
b) Que fosse um grande guerreiro.
c) Que fosse um grande tradicionalista.
2. O rei que Deus enviou.
a) Um pobre, nascido numa manjedoura, para pobres.
b) Um manso para estabelecer um reino espiritual. Luc. 24:21.
3. Era um conquistador de almas. – Jo. 12 :32.

II – A sua chegada foi rejeitada.
1. A desculpa do povo:
a) Não havia lugar. – Luc. 2:7.
b) Era chamado de Nazareno. – Jo. 1:46.
c) Era filho de José e Maria.
d) Era um simples carpinteiro. – Mar. 6:3.
e) Não seguia a tradição. – Mar. 2:23-28; Mat. 15:1,2.
2. A verdadeira razão.
a) O povo tinha abandonado a Verdade.
b) A tradição era-lhes (aos sacerdotes) um bom balcão. Mat. 15:6-9.
c) Jesus lhes desmascarou a hipocrisia. – Mat, 15:1-9.

III – A condição atual.
1. O povo rejeita a Jesus.
a) Por ser concupiscente, mundano.
b) Por ser ambicioso. – Mar. 3:20.
c) Por estar agarrado aos preconceitos e opiniões.
d) Por querer uma religião de comodidades.
2. Há lugar para tudo, menos para Jesus.
a) Jesus está à porta e pede entrada. – Apoc. 3:20.
b) Ele fica muito tempo. – Cant. 5:2.
c) Se não dermos lugar a Ele, Se retirará para sempre. Cant. 5:6; Isa. 55:6; Amós 8:11,13.
3. Hoje é o dia da salvação! Ouçamos a voz de Jesus – Heb. 3:7-8.

A SINCERIDADE NÃO BASTA – Atos 10:1-48

I – Cornélio e seu caráter.
1. Tinha uma importante colocação.
2. Era de grande influência.
3. Também era muito religioso.
a) Temia a Deus.
b) Amava o próximo.
c) Orava a Deus.
d) Obedecia a Deus, conforme a luz que tinha.

II – Como conseguiu a salvação.
1. Buscou de Deus mais luz.
a) Ainda que religioso, sentia falta de algo.
b) Sabia que era pecador e que carecia de perdão.
2. Raiando uma luz, prontamente a aproveitou.
a) Mandou chamar Pedro.
b) Congregou os seus parentes e amigos para ouvirem a palavra de Deus.
3. Fez aquilo que se exige de todos, a saber; crer em Jesus.

III – Aplicação.
1. O conhecimento que faltou a Cornélio, vocês já o têm.
– Mat. 19:16, 17.
2. Falta-lhes a resolução que caracterizou Cornélio.
3. Vocês precisam aceitar a Jesus como o seu Salvador pessoal.

QUASE CRISTÃO – OU CRISTÃO CABAL
Atos 26:28

I – O que quer dizer quase cristão.
1. Um que sabe o que deve fazer, porém não o faz. – Tia. 4:17.
2. Um que está convencido, porém não se rendeu ao Senhor.
3. Um que entregou quase tudo, porém retém alguma coisa.
4. Um que procura servir Deus e o mundo ao mesmo tempo.
5. Um que procura viver uma vida moral, porém não quer render-se a Cristo e ser membro da Igreja.

II – Porque tantos são quase cristãos.
1. Idéias errôneas de religião.
a) Doutrinas dos homens. – Mat. 15:1-9.
b) Presunção da graça – sem os frutos da justiça, sem obediência.
2. O temor dos homens.
a) A causa dos fariseus. – Jo. 12:42,43,
b) A causa dos parentes, dos amigos ou companheiros.
c) Temor à perseguição: crêem, mas não confessam.
d) Temor ao desprezo.
e) Amam os louvores dos homens mais do que os de Deus.
– Isa. 51:7-9.
3. A cobiça. – Luc. 12:15-21.
a) Não querem pagar o dízimo, cobiçam o que pertence a Deus.
b) Por causa do amor ao dinheiro, Judas traiu ao Salvador.
4. O amor aos prazeres e ao mundo. – II Tim. 3:1-7.
5. Pecados não confessados. – Prov. 5:22.
6. Adiamento. – Atos 22:16; 26:19.

III – A insensatez de viver desta maneira quando Cristo fez tanto por nós.
1. Atos 16:31,32; Miq. 6:3; Jo. 5:46.
2. Heb. 12:25; Heb. 10:25.
Quando tudo o que é bom neste mundo é nosso em Cristo.
– Heb. 2:1-3.

IV – O cristão cabal é o que rendeu “tudo” a Cristo. Fil. 3:7-9; Atos 26:28.

O HEROÍSMO DE UMA MULHER
Ester 4:15,16

A coragem que a mulher em geral revela eia situações críticas especiais, não obstante a delicadeza de sua constituição.

I – A grandeza do heroísmo de Ester é revelada pela sua sabedoria.
1. Mulheres sábias – grande necessidade hoje.
2. Heroísmo da mulher crente – um grande poder,

II – A sabedoria de Ester é aqui mostrada pelo seu reconhecimento de que os deveres divinos são superiores às leis humanas.
1. Ela iria falar ao rei, embora contra a lei.
2. É melhor obedecer a Deus que aos homens.

III – O heroísmo e a sabedoria de Ester são aqui mostrados pelo seu reconhecimento de que os deveres para corri Deus devem ser assumidos num espírito de abnegação.
1. Ninguém fará um bom trabalho para Deus sem que se negue a si mesmo.
2. “E perecendo, pereço”, isto é, “Seja o que Deus quiser, mas obedeceremos”

IV – A sabedoria de Ester é demonstrada no seu reconhecimento de que os deveres para com Deus devem ser assumidos em dependência da cooperação humana.
1. Devemos ser cooperadores de Deus.
2. Devemos cooperar uns com os outros: ide.., jejuai.., eu e minhas moças faremos o mesmo.
3. A utilidade da cooperação feminina em nossas igrejas.

V – A sabedoria de Ester se revela no reconhecimento da verdade de que os deveres para com Deus podem lograr êxito se tiverem o auxílio divino.
1. Necessidade do apoio divino.
2. Estamos ao lado de Deus?
3. Dever supremo: servir Deus e Sua Causa.

LEVANTANDO-SE DE MADRUGADA

1. Abraão levantou-se de madrugada para estar diante da face do Senhor. – Gên. 19:27.
2. Jacó levantou-se de madrugada pai-a adorar o Senhor. – Gên. 28:18.
3. Moisés levantou-se de madrugada para transmitir a mensagem de Jeová a Faraó. – Êx. 8:20.
4. Moisés levantou-se de madrugada para erigir um altar a Deus. – Êx. 24:4.
5. Moisés levantou-se de madrugada para encontrar-se com Deus no Sinai. – Êx. 34:4.
6. Josué levantou-se de madrugada para conduzir Israel além do Jordão. – Jos. 3:1.
7. Josué levantou-se de madrugada para tomar Jericó. – Jos. 6:12.
8. Josué levantou-se de madrugada para tomar Ai. – Jos. 8:10.
9. Gideão levantou-se de madrugada para examinar a lã com orvalho e a terra seca. – Juí. 6:38.
10. Ana e Elcana levantaram-se de madrugada para adorar a Deus.
– I Sam. 1:19.
11. Davi levantou-s-e de madrugada para fazer o que seu pai lhe ordenara. – I Sam. 17:20.
12. Os filhos de Israel levantaram-se de madrugada e encontraram seus inimigos mortos. – II Reis 19:35.
13. Jó levantou-se de madrugada para oferecer sacrifícios pelos seus filhos. – Jó 1:5.
14. Jesus levantou-se de madrugada para ir ao Templo ensinar.
– Jo. 8:2.
15. O povo madrugou para ir ouvir a Jesus. – Luc. 21:38.
16. As mulheres cristãs levantaram-se de madrugada para ir ao sepulcro de Jesus. – Mar. 16:2.

EDUCAÇÃO – MAGISTÉRIO

EDUCAÇÃO
Prov. 22:6

I – A filosofia da educação.
1. A suscetibilidade da criança.
2. A durabilidade das impressões.

II – A arte da educação.
l. A disciplina da vontade.
a) Pelo preceito.
2. A disciplina da consciência.
a) Pelo exemplo. – I Sam. 2; Jer. 35:4-15.

III – A educação cristã.
1. É restaurar no indivíduo a imagem de Deus.
2. Desenvolver obediência à vontade de Deus.
3. Amar e imitar o caráter divino.
4. É preparar o indivíduo para esta vida que passa e para a vida que não passa. – Isa. 8:18.

O VALOR DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

I – A educação segundo o mundo.
1. Soma de conhecimentos.
2. Títulos, diplomas etc,
3. Desenvolve o intelecto, ergue um pilar à glória humana:
a) Exemplo: – Absalão, – II Sam. 18:18.
b) Exemplo: – Napoleão.

II – A educação segundo Deus.
l. Tem como base o temor e o conhecimento de Deus. – Prov. 9:10; 1:7; Jer. 9:23, 24.
2. Esta é a verdadeira educação de que o mundo necessita.
a) A maior crise atual é a de caracteres formados.
3. No mundo uma tal educação não é vista.
a) Nos colégios hoje ensinam evolução, ateísmo, etc.
4. A falta de educação cristã, completamente sã, tem sido a causa do crescimento da onda de crimes entre a mocidade.
5. A educação traz bênçãos à humanidade.
a) O poço de Jacó. – Jo. 4:6.
b) O trabalho e a vida de Pasteur.
c) O espírito de sacrifício da mocidade cristã como conseqüência da educação cristã,

III – A verdadeira educação poderá salvar o mundo da hecatombe final.
1. Prepara a juventude para esta vida e para a vida eterna.
2. É nosso dever apoiar e incentivar a educação cristã. – Isa. 8:18.

O MAGISTÉRIO
Efés. 4:8, 11-14; I Cor. 12:28

I – O valor do professor.
1. A criança é o problema central da igreja.
a) Jesus assim reconheceu. – Mat. 18:2-14.
b) É o futuro da Igreja e da pátria.
2. Trabalhar pelas crianças, é o trabalho mais importante e sublime. –  Conselhos aos Professores, p. 46.
3. Ser professor é ser Miguel Ângelo que tira do mármore bruto uma linda estátua.
3. Ser professor é ser um pai ou uma mãe, é imitar o grande Mestre – Jesus.
a) Os pais não sabem o que é sacrifício para o bem dos filhos; assim deve ser com o verdadeiro professor – II Cor. 5:14.
b) Esse sacrifício está baseado no princípio da vela.
– II Cor. 12:15.

II – A recompensa do professor.
1. Os resultados aqui na Terra – o reconhecimento futuro de seus alunos.
2. Terá feito sua boa contribuição para a Igreja e para a pátria.
3. Os resultados no céu.
a) Apresentar-se-á Deus com os cordeirinhos que lhe foram confiados. – Isa. 8:18
b) Resplandecerá como as estrelas. – Dan. 12:3; Educação, págs. 305, 306.

O DEVER DOS PAIS

A experiência de Eli – I Sam. 2:12

I – Ensinar seus filhos. – Prov. 22:6; Deut. 6:7.
1. Desde pequenos. – Moisés, Samuel.
2. Dando bom exemplo.
3. Mantendo o culto da família.

II – Disciplinar seus filhos.
1. Com amor e repreensão. – Efés. 6:4; Test., vol. I, 156:1-2.
2. Com a vara – Prov. 23:12-14; 19:18.
a) Isso é prova de amor – Prov. 13:24.
b) Evitará desgostos futuros. – Prov. 29:15, 17.

III – Exemplos.
1. Bom.
Os filhos de Jonadabe. – Jer. 35:5-14.
2. Mau.
Os filhos de Eli. – I Sam. 2.
ADVERTÊNCIA – I Sam. 3:13.

O LAR
Gên. 2:8; Sal. 139:1-14

O plano original de Deus – Um lar perfeito e ideal. – Gên. 1:28.

I – Resultados do desvio do plano original.
1. Dilúvio. – Separação de Deus. – Gên. 6:1-2.
2. Noé temeu e adorou a Deus, no meio iníquo.
3. Apesar de tudo Abraão honrou a Deus. – Gên. 18:19.
4. Jugos desiguais – II Cor. 6:14-16.

II – Ensinando os filhos no lar.
1. Os filhos são herança do Senhor. – Sal. 127:3.
2. Ele espera que os mesmos sejam ensinados. – Efés. 6:1, 4; Deut. 6:7.
3. O valor do exemplo. – II Tim. 1:5.

III – O culto familiar é a melhor escola.
1. A resolução de Josué. – Jos. 24:15.
2. O lar de Timóteo. – II Tim. 2:15.
3. Abraão manteve o altar do lar, – Gên, 12:8.
4. Todos os lares cristãos devem manter o culto da família. Prov. 22:6.
Você terá essa experiência? – Isa. 8:18.

PAIXÃO PELAS ALMAS
Sal. 142:4; Prov. 27:23

I – O que é paixão pelas almas?
1. Ter firme convicção do seu valor.
a) Jesus teria morrido por uma só alma.
2. Acariciar amorosa solicitude por suas lutas.
3. Sentir-se alarmado com seus perigos.
4. Ir até o sacrifício por sua salvação. – II Cor. 12:15.

II – Quem especialmente deve exercer essa paixão?
1. Os pais – São responsáveis por seus filhos.
2, Os professores – São escultores de caracteres.
3. Os ministros – Prov. 27:23.
4. Os membros da Igreja – Cada um é guardador de seu irmão.

III – O crime da negligência.
1. É demonstração de ingratidão.
2. É demonstração de crueldade.
3. Será fatal.

O DESAFIO DO PROFESSOR

1. O professor é um m profeta; coloca o cimento de amanhã.
2. O professor é um artista; trabalha com a preciosa argila da personalidade em desenvolvimento.
3. O professor é um amigo; seu coração responde à fé e devoção de seus alunos.
4. O professor é um cidadão; é nomeado para melhorar a sociedade.
5. O professor é um intérprete; com sua experiência ampla e madura procura guiar os jovens.
6. O professor é um construtor; trabalha com os valores mais elevados e finos da civilização.
7. O professor é um porta-cultura; abre o caminho a modos mais dignos e inteligências mais elevadas.
8. O professor é um reformador; procura tirar as desvantagens que debilitam e destroem.
9. O professor é um crente; tem uma fé inabalável no aprimoramento da raça.

AS DEZ DEFINIÇÕES DO PROFESSOR

PROFESSOR é aquele que tem dedicado sua vida a servir a vida dos demais.
PROFESSOR é o que tem decidido estudar muito para poder ensinar pouco.
PROFESSOR é aquele que tem por missão unir o passado com o presente.
PROFESSOR é o que sente em suas mãos o destino de uma nação.
PROFESSOR é aquele que influi nos demais sem ser autoritário nem demagogo.
PROFESSOR é o que não persegue nem a riqueza nem o poder.
PROFESSOR é aquele que tem somente um método de ensino: uma profunda compreensão dos demais.
PROFESSOR é o que sabe que um programa é unicamente um pretexto.
PROFESSOR é apenas quem toma aos outros como um fim, jamais como um meio.
PROFESSOR é aquele que apesar da cegueira, dos abusos e das injustiças que vê todos os dias, crê na dignidade humana.

O MESTRE DESCONHECIDO

Canta o louvor do mestre desconhecido.
– Os grandes generais ganham as batalhas, mas é o soldado que ganha as guerras. Os educadores famosos planejam novos sistemas pedagógicos, mas é o mestre desconhecido que dirige e guia a criança e o jovem.
Ele vive na obscuridade e se contenta com pouco. É ele a sentinela que, na escuridão, vigia contra a ignorância e o vício. Ele desperta os espíritos dormentes, encoraja os fracos e disciplina os instáveis. Ensinando, ele comunica aos jovens a sua própria alegria, enquanto lhes prodigaliza as riquezas de sua inteligência… O conhecimento se pode adquirir nos livros, mas o amor do conhecimento só se transmite pelo contato pessoal.
Nenhum homem presta maior serviço à Pátria do que o mestre desconhecido. Ninguém é mais digno de ser inscrito numa democracia aristocrática como “o rei de si mesmo e o servo da humanidade”.

ESPÍRITO SANTO

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
Jo. 16:8-11

I – “Convencer o mundo do pecado”.
1. Este trabalho o Espírito Santo executou entre os judeus.
a) O pecado da rejeição de Cristo particularizou a necessidade da obra do Espírito de revelá-Lo ao mundo.
b) O Espírito Santo operou maravilhosamente por intermédio dos apóstolos.
2. A mesma operação executa na Igreja cristã.
a) O testemunho externo que o Espírito deu permanece o mesmo através dos séculos.
b) O testemunho interno é dado somente àqueles a quem “Deus tem ordenado para a vida”.
3. Esta é a obra do Espírito; não é por força, mas pelo Seu onipotente poder. – Zac. 4:6; II Cor. 5:5; I Cor. 12:11.

II – “Convencer o afundo da justiça”.
1. Tal obra foi realizada pelo Espírito em Sua primeira descida do Céu.
2. Cristo, apesar de declarar-Se o Salvador do mundo, foi crucificado como malfeitor.
3. O Espírito devia convencer aos homens de que Cristo era uma pessoa justa, e que através de Sua justiça muitos seriam salvos,
a) Esta verdade ficou sobejamente comprovada.
b) O Espírito Santo está diariamente ocupado em glorificar a Cristo entre os homens.
c) O Espírito os leva, com santa glória, a dizer: “No Senhor eu tenho a justiça e a força.” – Isa. 45:24.

III – “Convencer o mundo do juízo”.
1. O Espírito mostrou aos cristãos primitivos que Satanás era um inimigo vencido.
a) Pela descida do Espírito ficou manifesto o que Cristo tinha triunfado sobre o pecado,  sobre Satanás, sobre a morte e sobre a sepultura. – Efés. 4:8; Col. 2:15.
b) Por Sua gloriosa influência, Jesus resgatou miríades do domínio de Satã e os inspirou a uma vida santa e uma confiança de que poderiam, finalmente, prevalecer sobre seus inimigos espirituais. – II Tim. 1:12.
c) Ainda que Satanás seja ativo e malicioso, sua cabeça está ferida (Gen. 3:15); seu poder, limitado (Apoc. 2:10; I Ped. 5:8); a sentença está fixada (Rom. 16:20).
2. O Espírito Santo assegura aos crentes, ainda que fracos, a certeza da vitória e põe-lhes na boca o cântico de triunfo. Rom. 8:38-39.

DÁDIVA DO ESPÍRITO SANTO – Luc. 11:13

I – O privilégio do cristão.
1. A atuação do Espírito Santo: .
a) Guia, ouve, fala, revela. – Jo. 16:13.
b) Intercede a favor do cristão. – Rom. 8 :26-27.
c) Convence o mundo. – Jo. 16:7-8.
d) Pode ser entristecido. – Efés. 4:30.
2. É uma bênção para o cristão. – Rom. 8:9; Tito 3:5-6.
3. O cristão O recebe:
a) Com o espírito de oração, suplicando que lhe revele seu pecado e o perigo. – Zac. 12:10.
b) Com o desejo que lhe desperte o desejo da salvação. Mat. 5:6.
c) Como o espírito de poder, de esperança, de sabedoria e de abundância de bons frutos. – Gál. 5:22-23; João 15:8.

II – O dever do cristão.
1. Pedir com sinceridade. – Sal. 145:18.
2. Pedir no espírito evangélico. – Jo. 14:6, 14-16.
3. Pedir constantemente. – Efés. 5:18; Luc. 11:9.
4. Pedir crendo. – Tia, 1:5-7; Luc. 11:13.

A FINALIDADE DA DÁDIVA DO ESPÍRITO SANTO
Eze. 36:25-27.

A promessa foi parcialmente cumprida na libertação dos judeus da idolatria, após a volta do cativeiro babilônico. Tem sua aplicação no dia de Pentecostes, bem assim em nossos dias.
I – Purificar do pecado.
1. O coração humano está contaminado de ídolos. – Eze. 14:3.
2. Do coração procede tudo que é mau. – Jer. 17:9; Mat, 15 :19-20.
3. Para uma purificação completa, Deus concede, derrama Seu Espírito.
a) O Espírito Santo é comparado à água. – Jo. 7138-39.
4. Somente o sangue de Cristo limpa da culpa do pecado. I Jo. 1:7.
a) A purificação dos levitas ilustra o caso. – Núm. 8:6-8; I Jo. 5:6.

II – Para renovar o coração.
1. Mudança radical deve ser efetuada. – Mat. 12:33.
a) O coração é insensível por natureza, “como uma pedra”.
b) A alma está “morta em transgressões e pecados”.
c) O entendimento está cegado e a consciência, obliterada.
d) O corpo mortal é insensível à sua própria corrupção.
2. Deus promete derramar Seu Espírito e mudar as circunstâncias.
a) Um coração novo.
b) Uma vida nova. – Rom. 7:22.
c) Uma nova esperança. – Gál. 2:20.

REAVIVAMENTO PENTECOSTAL
Atos 1:7-8; 8:12-14; 2:1-6, 37-41

I – O que é um reavivamento pentecostal?
1. Um reavivamento de santidade.
2. Um reavivamento de oração.
3. Um reavivamento de testemunhos.
4. Um reavivamento de conquista, vitória.

II – De que depende?
1. Não da educação, sabedoria, força, riqueza ou glória terrena.
2. De uma conversão experimentada.
3. Da benção do Espírito Santo.

III – De quem virá?
1. Não dos homens, nem dos colégios, nem de organizações.
2. De Deus, através de Jesus Cristo.

IV – Quem poderá obtê-lo?
1. Não os pecadores.
2. Nem cristãos desobedientes, mundanos, indiferentes, mornos e pecadores.
3. Todos os cristãos que estão decididos a pagar o valor.

V – Como é obtido?
1. Reconhecendo a necessidade de tal experiência.
2. Aguardando as promessas.
3. Obedecendo às instruções divinas.
4. Com a confissão, a oração e a consagração.

VI – Quais os resultados?
1. Poder.
2. Fogo.
3. Porá a nós, nossas igrejas e o mundo em nosso redor em fogo.

O PODER PENTECOSTAL

I – O caráter do poder.
1. Poder para testemunho.
2. Poder para serviço.

II – A fonte do poder.
1. O Espírito Santo. – Atos 1:8.
2. O próprio Espírito de Deus testifica da Palavra.

III – A condição humana do poder.
1. Os discípulos estavam completamente entregues a Cristo.
2. Os discípulos eram obedientes. – Atos 1:4; 2:1.
3. Reconheciam sua necessidade. – Atos 1:14.
4. Havia um desejo intenso. – Atos 1:14; 2:1.
a) Por dez dias focalizaram seu pensamento e oração sobre a necessidade.
5. Oraram fervorosamente. – Atos 1:14; Luc. 11:13.
a) Oraram e esperaram. – I Jo. 5:14-15.

IV – A manifestação.
1. Falaram no poder do Espírito. – Atos 2:4.
a) Abandonaram sua própria força e sabedoria e dependeram de Deus.
2. Testificaram das operações maravilhosas de Deus.
a) Nada do que era próprio: o “eu” foi esquecido.
3. Pregaram a Cristo. – Atos 2:22-35.

V – O resultado.
1. A multidão pasmada, maravilhada, perplexa. – Atos 2:6, 7,12.
2. Alguns zombaram. – Atos 2:13.
3. Muitos foram compungidos. – Atos 2:37.
a) Verdadeira convicção é necessária hoje.
b) Genuína conversão. – Atos 2:41,42.
4. Podemos ter o mesmo poder e os mesmos resultados se seguirmos as mesmas condições. – Heb. 13:8; Atos 2:39.

ANELANDO POR DEUS E REAVIVAMENTO
Isa. 64:1-3

I – A necessidade sentida.
“Oh! se descesses. . .” O remédio para cada necessidade é Deus:
1. Problemas. – Vs. 6, 7, 10, 11.
2. Promessas. – Vs. 4,5.
3. Execuções. – V. 3.
4. Oração. – Vs. 8, 9, 12,

II – A obra a ser feita.
1. Obra de queimar. – V. 2.
2. Obra de aquecimento. – V. 2.
a) Aquecer corações.
b) Aflições serão como o fogo.
c) Orações e testemunhos calorosos.
2. Obra de fundir “os montes…” – V. 3.
a) Montanhas de egoísmo, de desonra, de dificuldades, de indiferença e de pecado.

III – O resultado almejado.
“Fazeres notório teu nome… presença.” – V. 2.
1. Os que conhecem Seu nome porão sua confiança nEle em qualquer circunstância e provação.

“RECEBESTES VÓS JÁ O ESPIRITO SANTO?”
Atos 18:24-28; 19:1-7, 2

I – A operação do Espírito Santo na vida do homem.
1. Convence do pecado. – Jo. 16:7-12.
2. O homem então diz: “Jesus é o Senhor”. – I Cor. 12:3.
3. O Espírito Santo diz ao pecador que Deus o ama. – Rom. 5:5.
4. O Espírito Santo o guia a toda a verdade. – Jo. 16:13.
5. Finalmente o pecador obedece à verdade. – Atos 5:32.
a) Sem a influência do Espírito Santo no coração do pecador ele nunca saberá que é pecador, nem que Jesus é o seu Salvador, ou que Deus o ama, e tão pouco chegará a conhecer a verdade, ou a obedecer-lhe.

II – A operação do Espírito Santo na vida do crente.
1. O crente é renovado pelo Espírito Santo. – Tito 3:5.
2. O crente é por Ele regenerado. – Tito 3:5.
3. O crente é salvo pelo Seu poder. – Tito 3:5.
4. O crente é batizado em nome dEle. – Mat. 28:19.
5. O crente arrependido O recebe em Cristo. – Atos 2:38.
6. O crente O tem habitando em si. – I Cor. 6:19.
7. O crente está selado nEle. – Efés. 1:13.
8. O crente está selado para o dia da redenção com o Espírito Santo.
– Efés. 4 :30.
9. O crente tem um penhor de herança. – Efés. 1:14.
10.O crente está guardado pelo Espírito Santo. – II Tim. 1:14.
Pergunta individual. – Atos 19:2.

O ESPÍRITO SANTO
Atos 19:2

I – É a grande necessidade atual,
1. É o meio pelo qual recebemos poder. – Jo. 5:15, 19, 30; 8:28.
2. Jesus foi habilitado pelo Seu poder. – Luc. 3:21,22.
3. A promessa pertence a nós. – Atos 2:38, 39; Jo. 14:16, 17, 25.

II – As condições para recebê-lo.
1. Ter um desejo ardente dEle. – Luc. 1:53; Jo. 7:37-39; Isa. 44:3.
2. Pela oração constante. – Luc. 11:13.
a) Exemplos: Atos 1:14; 2:1-3; 6:4, 5; 4:31.
3. Pela unidade cristã. – Efés. 4:3.
a) Divergência afasta-o. – Mat. 5:23,24.
4. Pela obediência sincera. – Atos 5:32.
5. Ter fé. – Gál. 3:13,14; Jo. 20:22.
6. Comunhão com Ele. – II Cor. 13:13; Amós 3:3.
A advertência Zac. 10:1.

O PODER ESPIRITUAL
Atos 1:8

I – O que significa poder espiritual? (o que é?)
1. Não magnetismo pessoal, eloqüência, estudos, ou um talento humano.
2. Um dom divino – a possessão do Espírito do poder. (A palavra grega para “poder” é dinamite).

II – As evidências da necessidade de poder espiritual, (por quê?)
1. A triste condição da Igreja.
2. As vidas cristãs derrotadas, denotando-se em:
a) Carência de vitória sobre o pecado.
b) Carência de testemunho para Jesus,
c) Carência de influência para Cristo.

III – Como conseguir poder espiritual (Como?)
1. Desejá-Lo ardentemente.
2. Abandonar o pecado.
3. Entronizar Cristo no coração.
4. Obedecer ao Espírito Santo.
5. Aceitá-Lo por fé.

IV – Os resultados de possuir poder espiritual (O que então?)
1. Vitória sobre o pecado próprio.
2. Ousadia em testemunhar.
Á. Vida transfigurada e contagiante.
4. Uma Igreja reavivada.

O BATISMO DO FOGO
Mat. 19:1-6; 3:11

Todos nós conhecemos diversas formas de batismos. Mas há um melhor – o do Espírito Santo – comparado com o fogo. Apoc. 4:5.

O que significa isso? O que diz a Bíblia que o fogo faz?
O que aconteceu com os discípulos no Pentecostes?
A promessa ainda é para nós e nossos filhos,

I – O fogo refina e purifica.
1. A água limpa o exterior; o fogo, o interior.
2. As imundícies exteriores de nossas vidas podem ser removidas Por uma reforma, mas o pecado, o mal interior do coração, só pode ser extirpado pelo batismo do Espírito Santo.

II – O fogo consome – Eze. 24:4-11.
1. Precisamos queimar o nosso amor pelo dinheiro, pelo mundo, nosso desejo de aplausos dos homens, nosso temor dos homens, nossa ambição, gênio etc.
2. A jovem batizada que amava o mundo e era egoísta e que foi transformada num momento, sendo depois uma boa missionária na África do Sul.
3. Muitas esposas e esposos necessitam de tal batismo para poderem ganhar os seus.

III – O fogo ilumina – Toda luz vem do fogo.
1. O batismo do Espírito Santo fará mais para livrar os homens da heresia do que uma educação teológica.
2. O batismo do fogo faz da Bíblia um livro com uma revelação em cada página.

IV – O fogo aquece.
1. O ferro, como é antes e depois de ter entrado em contato com o fogo.
2. É uma grande necessidade hoje, para os ministros e membros – amor. Amor para com os perdidos, para com os irmãos e para com a causa de Deus.
3. Muitas vezes só conseguimos convencer o intelecto do pecador, mas não sua necessidade espiritual, porque não temos sido batizados pelo Espírito Santo.

V – O fogo produz energia, trabalho.
1. A máquina só funciona se tiver fogo ou calor.
2. Às vezes são grandes igrejas com muitos aparatos, mas mortas, porque o fogo do Espírito Santo não foi recebido por seus membros, daí não produzirem energia.
3. O cristão que tenha recebido o batismo do Espírito Santo produzirá muito trabalho para a causa do Senhor. Exemplo dos apóstolos.

VI – O fogo se espalha.
1. Exemplo do fogo no estábulo causado pela queda do lampião.
2. O efeito do batismo do Espírito Santo sobre os apóstolos produziu a propagação do Evangelho.
3. Se temos recebido o batismo do Espírito Santo devemos sair a propagar a Verdade aos perdidos, com os meios que estiverem ao nosso alcance.
A exortação apostólica: I Cor. 15 58; Zac, 1:10.

O MORTO VIVIFICADO
João 6:63

I – A necessidade para a obra do Espírito Santo.
1. Todos os homens estão legalmente mortos.
2. Todos estão espiritualmente mortos. – Rom. 5:12; 3:23.

II – Os agentes vivificadores do seu poder.
1. A atenção. – Mat. 13:19, 23.
2. O entendimento. – Mat. 13:23.
3 . A consciência.
4. A vontade.

III – A maneira do seu poder vivificador.
l. Misteriosa. – Jo. 6:63; 3:7-8.
2. Poderosa. – Atos 4:31.
3. Instantânea. – Atos 2:2-4.

LUTANDO CONTRA DEUS
Atos 7:51

I – O oficio do Espírito Santo – Jo. 16:7-11.
1. Convencer.
2. Suplicar.
3. Admoestar.
4. Guiar em toda a verdade.
5. Ensinar. – Jo, 14 :26.

II – Os meios por ele usados.
1. A Palavra.
2. Exemplos.
3. Consciência.
4. Acontecimentos providenciais.

III – As maneiras de resisti-Lo.
1. Falta de atenção.
2. Mentira, fraude.
3. Procrastinação.
4. Contradição e resistência.

O ESPÍRITO SANTO

Eis o que realiza o Espírito Santo na vida do homem pecador e do crente em Jesus:
E = Ensina, com amor e diligência, a todo crente que busca a verdadeira sabedoria para sua vida espiritual (Luc. 12:2; Tia. 1:5). Ele é o Mestre Onisciente.
S = Santifica o homem salvo, separando-o do mundo e das coisas que no mundo há, prejudiciais à alma e ao Reino de Deus (I Ped. 1:2). Ele é o nosso altar.
P = Purifica o cristão de todas as impurezas com que o pecado tem marcado o coração e o caráter humano (2 Tim. 2:21). Ele é o Fogo Purificador.
I = Ilumina nossa mente no conhecimento da Verdade e nossos passos nas veredas da Justiça (Sal. 34:5). Ele é o Castiçal de Deus.
R = Regenera o pecador, em sua conversão, tirando de dentro do convertido todo o pecado, fazendo-o um “novo homem” (Jo. 3:5-6). Ele é o Regenerador.
I = Intercede pelo crente e por Sua Igreja “com gemidos inexprimíveis”, tão grande é Seu amor e Sua misericórdia (Rom. 8:26). Ele é o nosso Intercessor.
T = Testifica de Jesus, em favor do pecador, com o fim de convencê-lo de seu estado de necessidade espiritual (I Jo. 5:6). Ele é o Testemunho do Céu.
O = Orienta o crente, o obreiro de Deus, na vida que deve viver e no trabalho que deve realizar (Jo. 16:13). Ele é a nossa Bússola.
S = Sela o crente com Seu próprio selo, o “selo do Espírito”, imprimindo-lhe na alma as marcas de Deus, o sinete da Realeza Divina (Ef. 1:13). Ele é o Selo.
A = Aviva o crente fraco, frio, desalentado e sem poder no seu testemunho e na sua mensagem (At. 1:8). Ele é o Poder do Alto.
N = Nutre a alma faminta do cristão com o Maná dos Céus e a Água da Vida (Jo. 6 :31-33). Ele É o nosso Vitalizador.
T = Transforma a alma do pecador, “convencendo-o do pecado, da justiça e do juízo”, levando-o a Cristo para salvação; Ele transforma a alma do crente, batizando-o com o fogo do Céu (At. 1:5). Ele é a Brasa Viva do Altar de Deus.
O = Opera no crente as Suas virtudes: “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. ” (Gál. 5:22, NVI). Ele é o Todo-poderoso e Um com o Pai e o Filho.

OFENSAS CONTRA O ESPÍRITO SANTO

Há na Bíblia solenes advertências para não ofendermos o Santo Espírito de Deus. Efésios 4:30 e I Tess. 5:19.
Não devemos tentar o Espírito Santo. Atos 5:9.
Não devemos contristá-lo. Isa. 63:10.
Não devemos entristecê-lo. Efés. 4:30.
Não devemos extingui-lo. I Tess. 5:19.
Não devemos mentir ao E. Santo. Atos 5:3,4.
Não devemos resistir-Lhe. Atos 7:51.
Não devemos desprezar os Seus dons. Atos 8:19,20.
Não devemos ultrajá-lo. Heb. 10 :29.
Não devemos desprezar Seu testemunho. Nee. 9:30.
É imperdoável a blasfêmia contra o Espírito Santo. Mat. 12:31, 32 e I João 5:16.

O ESPÍRITO SANTO

Estudo de capital importância. O V.T. faz 90 referências ao Espírito Santo, direta ou indiretamente. O N.T. faz mais de 260.
Eis apenas algumas referências: I Pedro 1:21; Gên. 1.2; Jó 26:13; Sal. 104:30; 51:11; 139:7-12; Is. 61:1; Zac. 4:6; Ez. 37 12-14.

Atributos do Espírito Santo:
1. Criação e Providência.
2 . Eternidade. Heb. 9:14 ; Sal. 90:2.
3. Onisciência. I Cor. 2:10, 11; Is. 40:13.
4. Onipotência. Miq. 3:8.
5. Onipresença. Sal. 139:7-10; Jer. 23:24.
6. Regeneração. Jó 3:5 ; Rom. 8:11.
7. Milagres. Mat. 12:28; I Cor. 12:9-11; Jo. 14-26.

EVANGELISMO

QUE É EVANGELISMO?

É
… o soluço de Deus.
… o angustioso clamor de Jesus quando Ele chora sobre uma cidade condenada.
… o clamor, de Paulo: “Porque eu mesmo poderia desejar ser separado de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne.”
… o ardente rogo de Moisés: “Ora, este povo pecou… Agora, pois, perdoa o seu pecado; se não, risca-me, peço-Te, do Teu Livro, que tens escrito.”
… o clamor de John Knox: “Dá-me a Escócia ou eu morro.”
… a declaração de John Wesley: “Este mundo é o meu Campo de Ação”.
… a oração de Billy Sunday: “Faze de mim um gigante para Deus.”
… o soluço de um pai nas caladas da noite, chorando por um filho pródigo.
… o segredo de uma grande Igreja, o segredo de um grande pregador, o segredo de um grande cristão.

O EVANGELHO

1. Pregado primeiro aos judeus. – Luc. 24:47; Atos 13:46.
2. Pregado aos gentios. – Mar. 13:10; Gál. 2:2,9.
3. Pregado aos pobres. – Mat. 11:5; Luc. 4:18.
4. Pregado a toda criatura. – Mar. 16:15; Col. 1:23.
5. Devemos dar-lhe crédito. – Mar. 1:15; Heb. 4:6.
6. Ele traz-nos a paz. – Luc. 2:10, 14; Ef. 6:15.
7. Dá-nos esperança. – Col. 1:23.
8. Temos nele a comunhão. – Fil. 1:5.
9. Há nele abundância de bênçãos. – Rom, 15:29,

O EVANGELHO
Rom. 1:16-17

1. Sua origem. – “De Deus”.
2. Sua natureza. – “Poder de Deus”.
3. Seu intuito. – “Para a salvação”.
4. Seu escopo. – “Todo aquele.., judeu e gentio”.
5. Sua recepção. – “Aquele que crê”.
6. Sua eficácia. – “Descobre a justiça de Deus”.
7. Seu resultado. – “O justo viverá da fé”.

O EVANGELHO

1. É anúncio de grande gozo. – Luc. 2:10-11, 31-32.
2. Foi predito. – Is. 41:27; 52:7; 61:1-3; Mar. 1:15.
3. Pregado no tempo do Antigo Testamento. – Heb. 4:2.
4. Patenteia a graça de Deus. – Atos 14:3; 20:32.
5. Dá-nos conhecimento da glória de Deus. – II Cor. 4:4,6.
6. Jesus mostra-nos nele a vida e a imortalidade. – II Tim. 1:10.
7. É o poder de Deus para salvar. – Rom. 1:16; I Cor. 1:18; I Tes. 1:5.
8. É glorioso. – II Cor. 4:4.
9. É eterno. – I Pedro 1:25; Apoc, 14:6.
10. Foi pregado por Cristo. – Mat. 4:23; Mar. 1:14.
11. Os ministros da Igreja têm a missão de o pregar. – I Cor. 9:17.
12. Foi anunciado a Abraão. – Gên. 22:18; Gál. 3:8.

O QUE É O EVANGELHO DE CRISTO

1. Uma mensagem autorizada.
2. Uma mensagem da atualidade.
3. Uma mensagem urgente.
4. Uma mensagem provada pela experiência dos séculos.
5. Solução para o problema do pecado.
6. Revelação do coração de Deus.
7. Está ao alcance de todos,

O EVANGELHO
Mar. 16:15-16

Evangelho significa “boas-novas”, “boas noticias”, É agradável receber boas notícias! As melhores que há para o mundo são as de Cristo, isto é, a salvação para todo aquele que crê. Ele é:
1. O Evangelho da Graça de Deus.
Em seu caráter e sua mensagem: é de Deus, e é gracioso.
– Atos 20:24,
2. O Evangelho da Glória de Cristo.
Em seu assunto e seu resultado: seu tema é Cristo e seu fim é a glória do Salvador. – II Cor. 4:4.
3. O Evangelho de nossa Salvação.
Em seu propósito e seu poder: seu fim é salvar e é “o poder de Deus para a salvação”. (cf. Rom. 1:16; Ef. 1:13).

A MENSAGEM DE DEUS
Zac. 2:1-5

I – A grandeza da mensagem.
1. Importante. – “Corre”. – V. 4.
2. Pessoal e verbal – “Fala”. – V. 4.
3. Para uma classe importante – “A este jovem”. – V. 4.

II – A natureza da mensagem.
1. De vida – “Será habitada”.
2. De prosperidade – “Multidão de homens e animais…”
3. De segurança – “Um muro de fogo”. – V. 5.
4. De glória e adoração – “Eu mesmo serei… a sua glória”.

A DIVINDADE DO EVANGELHO

1. Dom divino concedido. – Jo. 3:16.
2. Amor divino manifestado. – Rom. 5:8.
3. Graça divina revelada. – Tito 2:11.
4. Justiça divina demonstrada. – Rom. 3:25.
5. Poder divino exibido. – Ef. 1:19.
6. Vida divina comunicada. – Jo. 1:13.
7. Promessas divinas asseguradas. – II Cor. 1:20.

POR QUE PREGAR O EVANGELHO

1. Porque é ordem de Jesus Cristo. – Mar. 16:15.
2. Porque o homem somente pode ser salvo crendo no Evangelho. – Rom. 1:16.
3. Porque se não pregarmos o Evangelho seremos, até certo ponto culpados da perdição de nossos semelhantes. – Eze. 33:8.
4. Porque, pregando o Evangelho, estamos gozando de um privilégio que foi negado aos próprios anjos. – I Ped. 1:22.
5. Porque, pregando o Evangelho, estamos cooperando com Deus na obra de redenção dos perdidos. – I Cor. 1:21.
6. Porque, pregando o Evangelho, estamos apressando a vinda de Jesus Cristo a este mundo. – Mat. 24:14.

A EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO
Jo. 16:1-5; Mar. 16:15; Jo. 4:31-38.

I – A pessoa que nos deu esta ordem,
1. Foi dada por Aquele que foi morto mas agora vive para sempre e em cujos mãos estão as chaves da morte.
2. Foi dada por Aquele que prometeu estar conosco até a consumação dos séculos.
3. Foi dada por Aquele que disse: “Eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a Mim”. – Jo. 12:32.
4. Foi dada por Aquele que morreu, foi sepultado, mas ressurgiu e está prestes a vir com poder e glória – Jesus!

II – As pessoas às quais foi dada esta ordem!
1. Aos apóstolos – os heróis da fé!
a) Mas estes morreram; também o Evangelho? Não?
b) O fogo da perseguição fez com que o Evangelho, nascido da Ásia, entrasse na Europa, e nós, filhos do Ocidente, viéssemos a haurir dele.
2. A todos os cristãos de todos os tempos.
a) Como nós hoje devemos executar esta ordem?
(1) Pela oração rogando ao Senhor da seara.
(2) Distribuindo folhetos e convidando às reuniões.
(3) Pelas contribuições e pelo exemplo. ,

III – Os deveres.
1. Uma das primeiras obrigações é “ir”. – Jo. 4:31-38.
2. A segunda é “pregar o Evangelho”.
a) Filosofias etc., são coisas secundárias,

IV – O campo para a evangelização.
1. O campo é ilimitado, como se pode ver das duas expressões:
a) “Todo o mundo”. A obra devia começar em Jerusalém, Judéia, Samaria. Os discípulos de hoje devem continuar esta obra.
(1) Pregando o Evangelho no próprio lar. – Luc. 8:39.
(2) Pregando nas vilas, nas cidades e nos lugares mais altos da sociedade, bem como nos baixos.
b) “A toda criatura” – Isto inclui toda raça humana; ricos, pobres, civilizados e bárbaros; sábios e ignorantes; nacionais e estrangeiros.
Quem está pronto a ir?

COOPERADORES COM DEUS
II Cor. 6:1-10; I Cor. 3:9 (ligando 3:9 com 3:20)

I – Quando?
1. Quando pelejamos a favor de Sua Palavra, contra Satanás, o pecado, o erro, e a favor de Jesus.
2. Quando o amor de Cristo nos constrange.
3. Quando empregamos as armas de Deus – de luz e de amor.
– II Cor. 10:4.
4. Quando lutamos com o Espírito, com mansidão e humildade.
– II Tim. 2:20-25.

II – Por quê?
1. Porque é o nosso Deus e não nos deixa. – Josué 1:5.
2. Porque Ele tem interesse na Causa. – Jer. 1:7-8; Atos 18:9, 10.
3. Porque nos chamou para isso. – Mat. 28:18, 19.
4. Porque Ele faz promessas àqueles que tomarem parte ativa na luta. – I Cor. 15:58; II Crôn. 15:17.

III – Quais os resultados?
1. Teremos disposição para a luta. – Fil. 3:7, 8.
2. Nossa coragem aumentará. – Filip. 4:13.
3. Nossa confiança em Deus será inabalável. – Rom. 8:31-39.
4. A vitória é garantida. – Rom. 8:31.

IV – Como cooperar?
1. Não receber a graça de Deus em vão.
2. Não dando escândalo, em coisa alguma.
3. Fazendo-nos agradáveis em tudo.
a) Nas aflições, necessidades e angústias.
b) Nas perseguições. – II Cor. 6:5.
c) Na sinceridade de espírito, assistindo às reuniões. – II Cor. 6:6.
d) No falar. – II Cor. 6:7.
e) No viver. – II Cor. 6:8.
f) No agir. – II Cor. 6:9.
g) No esperar. – II Cor. 6:10.
h) Em orar, cantar, distribuir folhetos, convidar outros, contribuir com ofertas. – I Cor. 15:58.
Quem está pronto a cooperar com deus?

NOSSA MISSÃO – Atos 9:6

I – Cada pessoa tem sua missão.
1. A vida é de grande significação.
2. Na igreja cristã há trabalho para todos.
a) Devemos fazer a pergunta feita por Paulo e Deus nos mostrará a nossa missão. – Atos 9:6, 8.
3. Os nossos deveres são muitos e sublimes.

II – Nossa missão pode ser descoberta.
1. Observando nossa posição e circunstâncias. – Atos 17:16.
2. Lendo a Palavra de Deus.
3. Ouvindo das necessidades missionárias de além-mar.

III – Nossa missão pode ser realizada.
1. Impossibilidades não são requeridas.
2. Confiando em Deus. – II Cor. 12:9.
3. Deus garante os resultados. – Sal. 126:5-6.

ENCORAJAMENTO PARA O TRABALHO
Sal. 126:6

I – O trabalhador e seu trabalho.
1. Uma vida ativa – “Andando”.
2. Um ofício importante – “Leva a semente”.
3. Uma carga valiosa – “Preciosa semente”,

II – Seu desânimo previsto.
1. De sua própria falta de habilidade.
2. Da dureza do solo.
3. Das incertezas e demora da colheita.
4. Dos contratempos externos.

III – Seu sucesso prometido.
1. Futuro – “A ceifa é o fim do mundo”.
2. Certeza – “Sem dúvida”.
a) A semente é viva e eficaz. – Isa. 55:11.
3. Alegria – Levando os resultados para Deus e para o reino dos céus.

CHAMADO AO SERVIÇO

I – Deus requer o nosso serviço.
1. A cada um o seu trabalho. – Mar, 13 :34.
2. “Se alguém Me serve, siga-Me”, – ão, 12 :26.

II – A necessidade é unta chamada ao serviço.
1. Para anunciar o Evangelho. – Atos 16:9-10.
2. Multidões abandonadas, sem pastor. – Mat. 9:36-38.
3. O tempo é agora, logo virá a noite. – Gál. 6:10; Jo. 9:4.

III – Aquele a quem Deus chama, qualifica para o serviço.
1. A cada um o que for útil. – I Cor. 12:4-7, 11.
2. Deve haver dedicação. – Rom. 12:6-8.
3. A cada um será concedida graça. – Efés. 4:7.
A quem Deus chama ele dirige. – Atos 13:1-3; 10 :19.-20.

PREGA A PALAVRA
II Tess. 3:1

I – O tema do pregador.
1. Não fatos científicos.
2. Não teorias filosóficas.
3. A mensagem da salvação.
4. Cristo e Ele crucificado. – I Cor. 2:1-2.

II – O alvo do pregador.
1. A difusão da Palavra. – “Livre curso”.
2. A salvação da humanidade – “Glorificado”.

III – Os auxílios do pregador.
1. A simpatia moral do povo de Deus.
2. As orações do povo de Deus.
3. A assistência do Espírito Santo.
4. A bênção de Deus.
5. O resultado certo. – Isa. 55:11.

SEMEANDO

1. O que semear – Preciosas sementes. – Sal. 126:6.
a) A Palavra de Deus. – Luc. 8:11.
2. Como semear – Com lágrimas. – Sal. 126:6.
a) Liberalmente. – II Cor. 9:6.
3. Quando semear – Desde o amanhecer até à noite.
a) O conselho divino. – Ecl. 11:6.
4. Onde semear – Junto a todas as águas. – Isa. 32:20.
5. Por que devemos semear? – Porque ceifaremos.
a) Esta é a promessa de Deus. – Gál. 6:7; Isa. 55:11.
6. O que não devemos semear – A discórdia entre os irmãos.
– Prov. 6:1 e 9.

TESTEMUNHANDO
Atos 1:8
As qualificações necessárias

I – Conhecimento pessoal de Cristo.
1. É essencial que uma testemunha tenha experiência pessoal e conhecimento dos fatos que ela testifica,

II – Consistência pessoal.
1. Há uma vida para viver, bem assim uma história para contar. O testemunho da vida é mais poderoso.

III – Coragem pessoal.
1. Coragem real é necessária para falar a verdade sob qualquer circunstância.

IV – Paciência pessoal.
1. Paciência é uma virtude para a qual graça especial é concedida.
V – Poder pessoal.
1. Equipamento divino – o revestimento do indivíduo pelo Espírito Santo.

“EIS-ME AQUI; ENVIA-ME A MIM”
Isa. 6:8

1. “Eis” – Chamando atenção. Cada pessoa é importante. Jesus teria morrido para salvar a um só, se fosse preciso. Todos são preciosos aos Seus olhos.
2. “Me” – Não olhemos aos outros. Não um outro. Nem aos meus pais, Ele sabe que não temos talento. Conhece nosso temperamento. Preparo. oportunidade. Lugar. Vontade.
3. “Aqui” – Sabe onde estamos. No Brasil, na China. Cidade. Campo. Fábrica. Escritório. Nossas dificuldades e impossibilidades. Montanhas e rios fechando-nos de todos os lados. Ele nos conhece e nossas casas.
4. “Envia” – Não estou contente. “Envia”, usa-me no Teu serviço. Um outro trabalho, talvez dentro do nosso próprio lar.
5. “Envia” a uma outra experiência. Ao Colégio, campo ou colportagem. Deixar Deus enviar-nos.
6. “Me” – Não esperar para melhorar a vida. “Envia-me” agora, não amanhã. Toma-me tal qual estou.

“SOB TUA PALAVRA”
Luc. 5:1-11

I – Por que falhamos como ganhadores de almas.
1. Indiferença – Não nos importamos do sucesso.
2. Inatividade – Não desejamos obedecer a Deus.
3. Indolência – Desanimamos facilmente.
II – Por que devemos ser grandes ganhadores de almas – “Sob tua palavra”.
1. Tua Palavra ensina o perigo do perdido.
2. Tua Palavra revela o amor do Salvador. – II Cor. 5:14-15.
3. Tua Palavra mostra a tarefa do cristão. – Mat. 28:19.
4. Tua Palavra oferece a recompensa do ganhador de almas.
– Dan. 12:3.

III – Como podemos nos tornar grandes ganhadores de almas: “Sob tua palavra”.
1. Viver a vida de Jesus. – I Cor. 9:18-22.
2. Orar como Jesus orava. – Mat. 9:38; Mar. 9:29.
3. Ir como Cristo foi. – Mar. 10:5-7; 16:15-20.

A DIFUSÃO DO EVANGELHO
Sal. 72:16

I – A insignificância do Evangelho na sua origem
1. Na sua introdução no mundo.
a) O mundo estava em trevas e no apogeu da filosofia pagã.
2. Na sua estrutura como um sistema religioso.
3. Na sua operação sobre o coração.

II – A improbabilidade do seu sucesso.
1. A agência era fraca.
a) Homens humildes e indoutos.
2. A oposição era poderosa.
a) Saulo, fariseus, saduceus etc.
b) Sacerdotes e governadores.

III – Seus estupendos resultados.
1. O número de seus seguidores, apesar da forte oposição. – Atos 2:37-41, 47; 4:4; 5:14; 6:7.
2. Sua influência no mundo.
a) O Evangelho hoje é universalmente conhecido.

O CORAÇÃO DO EVANGELHO
II Cor. 5:14-15

I – Todos estão mortos.
1. Mortos em ofensas e pecados.
2. Sofremos de doença incurável – pecado.
3. Estamos condenados à morte por um crime imperdoável – o pecado.
4. Estamos mortos em vida, na morte, no julgamento; mortos para Cristo, para o céu.

II – Cristo morreu por todos.
1. Para revelar o amor de Deus.
2. Para redimir nossas almas.
3. Para nos reconciliar com Deus.
– Isa. 53:4-6; Jo. 3:14-18; I Jo. 2:2.
4. Para vencer a morte e nos abrir a portas da Nova Terra.

III – O amor de Cristo nos constrange.
1. Levando-nos ao arrependimento.
2. Levando-nos a aceitar Sua salvação.
3. Levando-nos a confessá-Lo.
4. Levando-nos a trabalhar por outros.

A LUZ DO EVANGELHO
I Jo. 2:8

I – As trevas do passado.
1. As trevas do paganismo.
2. As trevas do judaísmo.
3. As trevas de um Cristianismo corrupto.
4. As trevas da nossa ignorância.

II – A luz do presente.
1. A Bíblia.
2. A pregação da Palavra.
3. A imprensa bem intencionada.
4. O rádio bem dirigido.
5. A educação bem orientada.

III – A glória a ser revelada.
1. Progresso universal.
2. Fraternidade universal.
3. O triunfo universal da verdade.

LUZ AO ANOITECER
Isa. 60:1-2

I – As lições do passado.
1. A tendência da corrupção do homem.
2. As retribuições da providência.
3. A preservação da verdade de Deus.

II – Os deveres do presente.
1. Um aumento de unidade e espiritualidade na Igreja.
2. Um aumento do esforço missionário.
III – As perspectivas para o futuro,
1. O progresso humano pelo Evangelho.
2. A fraternidade universal.
3. A prevalência universal dos princípios fortes do Cristianismo.

A PARTE DE DEUS E A NOSSA PARTE
I Cor. 3:9

“De sorte que somos cooperadores com Deus”. O Plano da salvação. Cf. Gên. 3:15. Salvar homens e não animais.

I – A parte de Deus.
1. Fez o homem.
2. Inspirou os homens a escreverem a Bíblia – para tornar conhecido o plano da redenção.
3. Inspirou a multiplicação da ciência, para facilitar a propagação do Evangelho.
4. Mandou o Espírito Santo para impressionar os corações humanos.
5. Preparou um meio pelo qual o mortal pode alcançar a imortalidade e o lar celeste.

II – A nossa parte.
1. Antigamente Deus falou face a face com os homens.
2. Salvar homens – que têm mãos, pés, língua.
3. Ele precisa de nós, de nossa consagração e serviço.
4. Somos embaixadores. – II Cor. 5:18, 20.
a) Mestres. – Mat. 28:18-19.
b) Testemunhas. – Atos 1:8.
“Trabalhar com deus é a única maneira de andar com Deus.”
Cf.  Isaías 50:7.

AS QUATRO “ÃOS”

I – Uma condição – Pecado universal.
1. Homem destituído da glória. – Rom. 3:23.
a) Todos os homens. – Rom. 5:12.
2. O aspecto terrível da humanidade. – Isa. 1:5-6.
3. Não existe justiça pura. – Isa. 64:6-8.
4. O salário de tudo isso. – Rom. 6:23.

II – A provisão – Um salvador perfeito.
l. A promessa. – Gên. 3:15; Mat. 1:21.
2. Ele veio. – Jo. 1:29.
a) Buscar os perdidos. – Luc, 19:10.
b) Convidar os oprimidos. – Mat. 11:28.
c) Salvar os pecadores. – I Tim. 1:15; Heb. 7:25.

III – Aquela comissão – Um evangelho sem limites.
1. Dada por Jesus aos discípulos.
a) Enviados como Ele foi. – Jo. 17:18.
b) Somos incluídos. – Jo. 17:20.
2. Naquele tempo Ele usou outros. – Luc. 10.
3. Hoje Ele usa Sua igreja. – Todos os salvos.

IV – Nossa visão – Todos trabalhando.
1. “Levantai os vossos olhos”. – Jo. 4:33.
2. Obedecer à nossa visão. – Atos 26:19.
3. As portas estão abertas. – I Cor. 16:9.
4. O chamado é urgente. – Atos 16:9.
Isa. 6:8.

UM DIA DE BOAS NOVAS
II Reis 6:24-30; 7:3-10

Introdução:
a) Descrição da fome. – II Reis 6 :24-30.
b) O livramento. – II Reis 7:3-16.

I – Uma grande necessidade.
1. Um mundo morrendo à míngua, chorando, debatendo-se, orando pelo pão da vida.

II – Um grande auxílio.
1. Descrição de uma abundância. – II Reis 7:8.
2. A quantidade de pão espiritual (luz) que Deus nos deu assombra a cada pessoa a quem ela é revelada.
3. Toda a necessidade espiritual conceptível é suprida pela mensagem do Evangelho.

III – Um grande dever.
1. Somos mordomos deste cumprimento, e como mordomos requer-se que sejamos fiéis. – I Cor. 4:1-2; II Tim. 2:2; 1 Ped. 4:10.
2. Em face da necessidade do mundo, meramente desfrutar o que Deus nos deu e não partilhar isso com os outros seria egoísmo extremo. – II Reis 7:8-9.
3. Ficar silencioso e prostrar-nos inertes implica em morte aos milhões de famintos e grande perigo às nossas próprias almas.
Demo-nos pressa em relatar o que temos visto e sentido. – I Jo. 1:3.

O PODER DA VONTADE E A SUA APLICAÇÃO EM LEVAR ALMAS A CRISTO
Mal. 3:16; Mar. 2:1-12

I – Análise do paralítico.
1. Quem era ele? – Não se sabe.
2. Certamente estaria paralisado havia muito tempo e teria gasto seu dinheiro à procura de alívio.
3. Ouve falar de Jesus, quer ir ter com Ele, mas não pode.
4. Alguns amigos generosos se oferecem a levá-lo.
5. As dificuldades que teriam surgido.
a) Menosprezo, críticas da parte do povo.
b) A multidão não lhes abre o caminho.
c) Admoesta a voltarem com o doente.
d) Não conseguindo caminho, fazem-no pelo telhado, o que mostra muita resignação e persistência.
6. O resultado – o homem curado.

II – Há paralíticos espirituais.
1. Homens há que querem ir ter com Jesus, mas sentem-se paralisados devido ao pecado, idolatria, indiferentismo, vícios etc.
2. Devemos encaminhá-los a Jesus. – Mal. 3:16.
3. Provavelmente encontraremos as mesmas dificuldades encontradas por aqueles quatro.
a) Críticas, zombarias, escárnios.
b) Perseguições, indiferentismo e inimizades.

III – Como levar almas a Cristo Jesus.
1. Pela pregação do Evangelho.
2. Pela oração e leitura da Bíblia.
3. Pela boa conversa e comportamento social.
4. Pela distribuição de folhetos evangélicos.
5. Pela insistência em convidar nossos vizinhos a assistirem às reuniões.
6. Pelo visitar os interessados, auxiliando assim o pastor.
a) Na Igreja de Deus há trabalho para cada membro sincero.
– II Cor. 12:9.
b) Deus é que dá esse poder. – Deut. 8:17, 18; Fil. 4:13.
c) A religião de Cristo exige trabalho. – Luc. 19:13.
7. Deus nos recompensará segundo o trabalho. – I Cor. 15:18; Heb. 6:10; Sal. 50:5.

SEMEADURA E COLHEITA
Ecl. 11:1

I – Explicação de Eclesiastes 11:1 e o rio Nilo.
Esse rio extravasa nas suas enchentes quando então lança sementes nas ribanceiras, e quando as águas baixam de nível, as sementes brotam.

II – O pão simboliza o alimento integral para o corpo e o espírito

III – Para se obter o pão, três coisas são necessárias:
a) a semente. – Luc. 8:11.
b) o semeador. – Ecl. 11:6.
e) o terreno – o coração humano.

IV – O semeador precisa:
a) Ser confiante. – Ecl. 11:4.
(1) Assim, no trabalho espiritual nunca devemos desanimar.
– Isa. 55:11. Ex.: – os quatro e o paralítico.
b) É preciso semear abundantemente “sobre as águas”. Apoc. 17:15; II Cor. 9:6.
c) É preciso semear com inteligência, sabendo preparar a terra e escolher a estação própria. – Ecl. 3.
d) É preciso ser zeloso e perseverante e cuidar da planta até o florescimento e frutificação.

V – A recompensa.
Ecl. 11:4; Isa. 55:11; Salmo 126:5,6.
A experiência da manhã gloriosa da ressurreição – estrelas na coroa. – I Cor. 11:58.

A IGREIA PRIMITIVA
Mat. 28:18-20

I – Introdução.

II – Cristo, o fundamento.
l. A confissão de Pedro. – Mat. 16:16-18.
2. A única esperança do homem. – Atos 4:11-12.
3. A pedra principal de esquina. – Efés. 2:19-21.
4. Pedras vivas no templo espiritual. – I Ped. 2:5.

III – A comissão evangélica.
1. O legado de Jesus ao partir. – Mat. 28:18-20.
2. Uma tarefa de âmbito mundial. – Atos 1:8.
3. Ministério variado. – Mar. 16:15, 17-18.

IV – Complemento da comissão evangélica.
1. A promessa do Espírito. – Luc. 24:48,49; Jo. 14 :26; 16:13.
2. Os dons do Espírito. – Efés. 4:8, 11, 12; I Cor. 12:28.
3. O derramamento do Espírito no Pentecostes. – Atos 2:1-4, 38-41.
4. A perseguição espalha o Evangelho. – Atos 8:1,4.

V – Prosseguindo para a vitória.
1. Resultados miraculosos. – Col. 1:23.
2. Finalização da tarefa evangélica. – Apoc. 10:7. Mat. 24:14.
3. Responsabilidade individual. – II Cor. 5:20; I Cor. 9:16.
4. A recompensa de uma inteira consagração. – Dan. 12:3; Mar. 10:29,30.

O “IMPERATIVO PREEMINENTE”

1. Há muitos “imperativos” na vida:
a) O alimento e a água para prolongar a vida. O exercício e o ar fresco, para promover a saúde.
b) A responsabilidade e a laboriosidade, que produzem satisfação.
c) Os atos de bondade e misericórdia, para promover a generosidade.
d) A fé e o espírito de perdão, para alcançar a felicidade.
Mas há ainda outro: O “Imperativo Preeminente” – Mat. 28:18-20.
2. Qual é a autoridade que faz com que este “imperativo” seja preeminente?
a) A autoridade total do Filho de Deus! Notemos também que Ele pronunciou estas palavras depois de Sua ressurreição.
b) Ele é o Comandante vivo!
3. Quais os objetivos desse “imperativo preeminente”?
a) Ir.
b) Batizar.
c) Fazer discípulos.
d) Ensinar.
4. Qual é o ânimo obtido desse “imperativo preeminente”?
a) A presença viva de Cristo.
b) A presença permanente de Cristo.
5. Qual é o alcance desse “imperativo” e que lhe confere esta preeminência!
a) É mundial e é eterno.
b) Dado não só aos onze discípulos, mas também a seus sucessores, inclusive todos os cristãos.
c) A nós também.

FÉ – O SEGREDO DA VITÓRIA – I Jo. 5:4

I – Definição de fé – Heb. 11:1.
1. Quatro modos de fé ou crença:
a) Uns podem crer na Verdade somente porque outros em redor crêem nela, ou foram criados nela. Esta é fé de credulidade.
b) Outros podem crer na verdade por causa das suas provas externas – os milagres, profecias etc. Esta é fé especulativa.
c) Outros podem crer porque as verdades bíblicas se recomendam à sua razão e consciência, e acordam com a própria experiência interna. Esta é fé baseada em provas morais.
d) Outros sentem e amam a excelência da Verdade cristã, que é baseada na intrínseca beleza e adaptação às nossas necessidades. Esta é fé espiritual, que é dom de Deus. – Heb. 11:1.
2. Fé não é sentimentos. – Jo. 4:50.
3. Fé é crer implicitamente em Deus, nas Suas promessas e na Sua Palavra. – Heb. 11:3.

II – Como obtê-la?
1. Pelo ouvir ou ler a Palavra de Deus. – Rom. 10:17.
a) Moody orou pela fé fechando a Bíblia e ela não veio. Abriu a Bíblia, e começou a estudar, e a fé cresceu cada vez mais.
2. É um dom de Deus. – Efés. 2:8.

III – Por que obtê-la?
l. Porque é necessária para nos aproximar do Deus. – Heb. 11:6.
2. É necessária para obter a vida eterna. – Jo. 3:16; Mar. 16:16.
3. Para obter aqui a vitória sobre a carne, o diabo e o mundo.
– I Jo. 5:4; Gál. 2:20; Efés. 6:16. Luc. 17:5 seja a nossa oração!

 

para continua lendo clic aqui

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *