AMOR DIVINO E HUMANO

O AMOR DE DEUS
I João 4:8-16

O amor de Deus não impede que Sua justiça se faça sentir sobre o homem, devido à Sua santidade, que exige a punição do pecador.
I – O amor sob o ponto de vista de Deus.
1. O amor é de natureza divina. – I João 4:8.
a) Deus é fonte perene de amor.
b) O homem por si não pode compreender esse  insondável amor.
c) É um amor eterno. – Jer. 31:3.
2. O amor de Deus se manifesta nas Suas relações com a obra da criação.
a) Os sistemas cósmicos – sóis, luas, estrelas.
b) As inteligências criadas – serafins, anjos.
c) No reino botânico.
d) No reino animal.
e) Principalmente no homem – coroa da criação.
f) O amor de Deus está sobre toda a criação. – Salmo 145:9, 15.
3. O amor de Deus se manifesta nos atos que se relacionam com o homem.
a) A irradiação desse amor. – João 3:16.
b) É um amor reflexivo.
(1) O Seu constante desvelo por nós. – Mat. 6:25-34.
(2) Sua graça consoladora. – Rom. 8:28,29; II Cor. 12:9.
(3) Sua presença eterna conosco. – João 14:18.
(4) O dom e a presença do Espírito Santo. – Luc. 11:13; João 14:16,17.

O AMOR DE DEUS SOB O PONTO DE VISTA DO PECADOR

Devíamos perguntar como Davi: Salmo 8:4. Ainda que não possamos compreender o mistério desse  amor, podemos orar como o apóstolo Paulo: Efés. 3:17-19.

I – Algumas coisas no homem, causa do amor divino.
l. O homem, apesar de decaído, traz em si, apagada embora, a imagem de Deus: inteligência, emoção, vontade.
a) De todas as criaturas terrestres, somente o homem foi criado à semelhança de Deus. – Gên. 1:26.
b) O homem apesar de caído, tem um parentesco com Deus. – Gên. 9:6; Atos 17:26-29.
c) Nem todos são filhos de Deus. – João 8:42-44.
d) Por natureza os homens são filhos da ira. – Efés. 2:3.
e) Somente os que renascem (João 3:5) e recebem a Cristo é que são filhos de Deus. – João 1:1.2.
2. O homem, por estar perdido, necessita do auxílio de Deus.
a) As três parábolas sobre a moeda, a ovelha e o filho pródigo revelam-nos a ternura de Deus para com o homem perdido. – Luc. 15.
b) Deus não lhe nega esse  socorro. – Rom. 5:6-9.
3. O homem, embora corrompido, é capaz de ser preparado para o céu.
a) Deus opera no homem porque sabe-o capaz de atingir as coisas celestiais, e por isso mandou-lhe um Salvador perfeito para o levar à glória celeste. – Heb. 2:10.
b) É maravilhoso esse  amor. – I João 3:1,2.

O FILHO PRÓDIGO
Luc. 15:11-24

É a maior história oriental que ocorreu em uma casa luxuosa.

I – História do jovem pródigo.
1. Os dias de loucura. – Vs. 11-13.
a) Não estava satisfeito com seu lar.
b) Queria ser dono de si mesmo – “independente”.
(1) Certamente os pais, com lágrimas, teriam aconselhado ao filho rebelde vara que abandonasse tal idéia, mas não o teriam forçado.
(2) A. experiência mostrar-se-ia para ele uma mestra severa.
c) A sua partida, – V. 13 p.p.
(1) Abraços, conselhos e lágrimas.
(2) Sai com riqueza, criados etc.
(3) Procura pousar longe do lar.
d) A chegada no país estranho.
(1) Anúncios em todos os jornais.
(2) Amigos aparecem de todas as partes.
(3) Entregar-se à orgia: clubes, bailes, banquetes.
(4) A falência: vende rebanhos, servos etc.
(5) A última tentativa: entrega-se ao “azar”, mas perde tudo e arruína-se.
2. Os dias da ceifa. – Vs. 14-16.
a) Não tendo mais dinheiro, os amigos desapareceram.
b) Nunca trabalhara em casa e, agora, não sabendo nenhum ofício, fora abandonado, à mercê da miséria, – Jó 5:7.
c) Em tempo de miséria é difícil conseguir emprego.
d) Estava ceifando o que semeara. – Gál. 6:7.
É obrigado a ir cuidar dos porcos. A cena triste.
3. Os dias de meditação. – V. 17.
a) O estômago lhe dói e leva-o a meditar no lar.
b) Pensa na intimidade do lar.
4. Os dias de boas resoluções. – Vs. 18, 19.
5. O arrependimento. – Vs. 20, 21.
6. A recepção no velho lar.
a) Ele põe-se a caminho de casa. A diferença.
b) Vai todo esfarrapado e cadavérico.
c) Os pais, em casa, sempre aguardavam a passagem do carteiro, mas nunca o filho ingrato se lembrara de escrever uma só carta aos seus abandonados pais.
d) A aparição na estrada e sua recepção.

II – Aplicação:
1. Em geral somos pródigos.
“Pródigo é todo aquele que destrói e gasta algo.” – Isa. 5:2.
2. O estado do pecador.
a) Está separado de Deus.
b) Vive em extravagâncias.
(1) Desperdiça a saúde, a vida que Deus lhe dá, “vivendo dissolutamente”.
e) O estado do pecador é de perdição e morte.
(1) O filho pródigo estava morto para o pai.
(2) Quem hão tem Cristo está perdido.
(3) Quem não é de Deus está morto
3. O que o pecador deve fazer.
a) Deixar os vícios e as vaidades. – I João 2:15-17.
b) Dar as costas ao mundo. – Jer. 3:22.
e) Chegar-se a Deus, reconhecendo-se pecador.
d) Reconhecer a misericórdia e o amor de Deus. – Isa. 55:6,7.

O CAMINHO DO AMOR
I João 4:7-8

I – A Ambição Condenada e Recomendada.
l. Proibição no décimo mandamento, – Ex. 20:17; Rom. 7:7.
2. Maus companheiros da cobiça. – Ef. 5:3-5.
a) Essa espécie de ambição é um desejo egoísta, desordenado, de possuir por qualquer preço o que pertence a outrem, ainda que seja injusto e ilegal.
3. Coisas que devemos desejar. – I Cor. 12:31.

II – Os Dons do Espírito.
l. Como procurar os dons espirituais. – I Cor, 14:1.
2. Concessão dos dons espirituais. – Ef. 4:8, 11-15.
3. Propósito e duração dos dons espirituais. – I Cor. 1:6-8.
4. Diversidade dos dons e suas manifestações. – I Cor. 12:1, 4, 7-12, 14-25.

III – O Dom do Amor.
1. O “caminho ainda mais excelente”. – I Cor. 12:31; 1 Cor. 13.
2. O fruto por excelência. – Gal. 5:22; Rom. 5:5.
3. A fonte do amor. – 1 João 4:7, 8, 16.

IV – O Amor Esfria nos Últimos Dias.
l. Multiplicação da iniqüidade. – Mat. 24 :9-12.
2. Motivo dos tempos perigosos. – II Tim. 3:1-5.
3. Miséria, perplexidade, temor. – Luc. 21:25-27.
4. O amor, antídoto do medo. – I João 4:17-18.

O PODER DO AMOR
I João 3:16

I – O Amor em Ação.
1. O dom do amor de Deus. – João 3:16.
2. O poder impelente do amor. – II Cor. 5:14.
3. Ministério do amor, – Luc. 7:36-48.

II – O Amor que Gera Amor.
l. Suprema manifestação de amor. – I João 4:9, 10.
2. Perfeito amor. – I João 4:11-13.
3. A fonte do amor. – I João 4:16, 19.

III – Como é Possível Conhecer os Filhos de Deus.
l. Amam-se mutuamente. – I João 4:20-21.
2. Evidência da experiência cristã. – I João 3:14-15.
3. Os filhos de Deus. – I João 3:1-3.

IV – Deus Reprova o Arrefecimento do Amor.
1. Abandono do primeiro amor. – Apoc. 2:1-5.
2. Condição morna. – Apoc. 3:14-17.
3. O remédio. – Apoc. 3:18-22.

A LEI DO AMOR
Rom. 13:8

I – O Amor, Base da Obediência.
1. Obediência aceitável. – João 14:15, 21-24.
2. Evidências do amor. – I João 5:2-3.
3. A provisão do novo concerto. – Jer. 31:31-34; Heb. 8:6-12.
II – A Vida de Amor.
1. Andar em amor. – I João 2:6; Ef. 5:1-2.
2. A profissão não basta. – Mat. 7:21-27.
3. Abundar em caridade. – I Tes. 3:12.

III – O Amor, Súmula da Lei.
l. Jesus dá a essência da lei. – Mat. 22:36-40.
2. O cumprimento da Lei. – Rom. 13:8-10.
3. “Ao teu próximo…”. – Gal. 5:14.

IV – A Lei no Coração.
l. No “coração de Cristo. – Sal. 40:7-8.
2. A provisão do novo concerto. – Jer. 31:31-34; Heb. 8:6-12.
3. Cartas vivas. – Cor. 3:3, 17-18.

A REGRA DO AMOR
Mat. 7:12

Mateus (7:12) foi acertadamente chamado a “regra áurea”.
Quanta alegria e paz o mundo conheceria se todos pusessem em prática essa regra!

I – A Regra Áurea da Vida.
1. Como tratar os outros. – Mat. 7 :12.
2. O argueiro e a trave. – Mat. 7:1-5.
3. Inescusável julgar os outros. – Rom. 2:1-3.

II – Resignação na Vingança.
1. Odiados pelo mundo. – João 15:18-20.
2. Sofrem injustamente. – I Ped. 2:19-23.
3. Regozijam-se na sorte comum dos cristãos. – II Tim. 3:12; Mat. 5:10-12.

III – Atitude para com os Inimigos.
1. Amai aos vossos inimigos. – Mat. 5:43-48.
2. A outra face. – Luc. 6:27-29.
3. Os filhos do Altíssimo. – Luc. 6:31-35.

IV – Nossa Posição no Juízo.
1. “Com a mesma medida”. – Luc. 6:36-38.
2. Trabalho abnegado e o juízo. – Mat. 25:34-46.
3 . Nosso exemplo no sofrimento. – Is. 53:4-5; Heb. 12 : 2-3.

O MANDAMENTO DO AMOR
João 13:34

O novo mandamento era, desde o principio, a Lei fundamental das relações humanas e se tornou novo ao ser exaltado na vida e na morte de Cristo.
I – O Novo Mandamento.
1. “Como Eu vos amei a vós.” – João 13:34.
2. O amor é implantado pelo Espírito Santo. – Rom, 5:5.
3. O supremo sacrifício do amor. – João 15:13; Rom. 5:6-10; I João 3:16.

II – O Novo Não Anula o Velho.
1. Cristo não mudou a lei. – Mat. 5 :17-20.
2. Ele engrandeceu a lei. – Is. 42:2.
3. Ele renovou um velho mandamento. – Lev. 19:17-18; João 13:34.

III – Interpretação Inspirada.
1. O velho e o novo mandamentos. – I João 2:7-8.
2. A mensagem que vem do princípio. – I João 3:11.
3. O ódio gera a morte. – I João 3:12, 15.

IV – Evidência do Discipulado.
1. Revelação a todos os homens. – João 13:34, 35.
a) Não é pela peculiaridade do vestuário, ortodoxia da crença, austeridade de vida ou pelos ritos e cerimônias que os seguidores de Cristo são reconhecidos. O amor é o emblema de sua ordem, a bandeira de sua religião.
2. Testemunhas perante o mundo. – João 17:21-26.
3. Genuíno amor fraternal. – Rom. 12:9-10.

A SUPREMACIA DO AMOR
I Cor. 13:1
I – A Vida Transcendente.
l. Um caminho mais excelente. – I Cor. 12:31; 13:1.
2. O agente divino. – Gal. 5:22-23.
3. A voz do amor para a edificação. – I Cor. 13:1; 14:7-12.

II – O Amor Satura os Dons.
1. O elemento essencial nos dons espirituais. – I Cor. 13:2.
2. O dom supremo. – I Cor. 14:1-4.
3. O dom de profecia. – Amós 3:7.
4. A fonte e a importância do dom da sabedoria. – Prov. 4:7-9; 9:10; Oséias 4:6.
5. O dom da fé. – Heb. 11:1-6.
6. A fé eficaz. – S. Mat, 17:14-21; Gal. 5:6.
III – A Supremacia do Amor.
1. Nas boas obras. – I Cor. 13:3 pp.; Mat. 6:1-4.
2. No martírio. – I Cor. 13:3 ú.p.
a) Este texto indica a possibilidade de sofrer martírio por motivos menos dignos, como sejam o amor-próprio, o orgulho de opinião, a insubordinação.
3. A suprema manifestação do amor. – João 15:12-13; Rom. 5:7-8.

O CARÁTER DO AMOR – Tiago 3:17

I – O Espírito de Longanimidade.
1. O amor é sofredor. – I Cor. 13:4 pp.
a) O amor é paciente e bondoso.
2. A longanimidade é um dos frutos do Espírito. – Gal. 5:22.
a) Longanimidade significa grandeza de ânimo. Disposição natural do ânimo para suportar com serenidade e resignação as contrariedades, insultos, vexames e ofensas, sem procurar vingança ou retribuição.
3. Um atributo de Deus. – Ex. 34:6; Sal. 86:15.
4. Leva ao arrependimento. – Rom. 2:4.

II – O Espírito de Bondade.
1. O amor é benigno, paciente. – I Cor. 13:4; Gal. 5 :22.
2. A benignidade divina. – Sal. 17:7; 36:7; Jer. 31:3.
a) O espírito benévolo e gentil de Jacó. – Gên. 33:14.
3. Brandura, o segredo da grandeza. – II Sam. 22:36.

III – O Amor não Inveja.
1. O amor não é invejoso. – I Cor. 13:4.
2. O efeito devastador da inveja. – Prov. 27:4.
3. Confronto entre a inveja e o amor. – Cant. 8:6-7.
a) A inveja é uma das mais satânicas características que podem existir no coração humano.
b) A inveja é uma das obras da carne. – Gal. 5:19-21.

A HUMILDADE DO AMOR
Sal. 138:6

Humildade vem de humus, “terra”. A pessoa humilde não se exalta – nivela-se com a terra.

I – O Pecado do Orgulho.
l. Não há orgulho no amor, – I Cor. 13:4 ú.p.
2. Deus condena a soberba. – I Sam. 2:3; Prov. 8:13.
3. Contraste entre o orgulho e a humildade. – Prov. 11:2; 16:8; S. Luc, 14:11.

II – O Espírito Satânico.
1. A ambição de Lúcifer. – Is. 14:12-15.
2. O padrão da grandeza. – Mat. 18:1-4.
3. O orgulho contribui para os perigos dos últimos dias.
II Tim. 3:1-5.

III – O Espírito de Cristo.
l. Cristo, nosso exemplo de humildade. – Mat. 11:28-29; Fil. 2:5-9.
2. Consideremo-nos uns aos outros em humildade de espírito.
Fil. 2:2-4.
3. Paulo não se jactava. – II Cor. 10:1,13-18; 12:5, 6.

IV – A Virtude da Mansidão.
1. O oitavo fruto do Espírito. – Gal. 5:22-23.
2. Virtudes quê acompanham a mansidão. – Ef. 4:2,3; Col. 3:12-13.
3. Onde Deus habita. – Is. 57:15; Sal. 37:29; 149:4.
4. A habitação dos mansos. – Mat. 5:5; Sal. 37:29; 149:4.

A PACIÊNCIA DO AMOR
Apoc. 14:12
I – A Paciência do Amor.
1. Tudo sofre. – I Cor, 13:7, pp.
2. A paciência de Cristo. – Is. 53:4-6; I Ped. 2:21-23.
3. O domínio próprio de Cristo. – Is. 53:7; Mat. 26:62-63; 27:12-14; Luc. 23:8-9.
4. Oração para o domínio das palavras. – Sal, 19:14; 141:3.
II – A Confiança do Amor.
1. Tudo crê. – I Cor. 13:7.
2. A base da confiança. – Mar. 11:22; Heb. 11:1.
3. A manifestação da confiança de Paulo. – II Cor. 7:16; Gál. 5:10; Fil. 1:6.
III –A Esperança todo-abrangente do Amor.
l. Tudo espera. – I Cor. 13:7.
2. O exemplo de Abraão. – Rom. 14:18, 20-21.
3. A fonte da esperança. – Rom. 8:24-25; 15:4.
IV – A Tolerância do Amor.
1. Tudo suporta. – I Cor. 13:7, ú.p.
2. Propósito e resultado das provações. – Tiago 1:2-4; Mat. 24:13.
3. A tolerância dos remanescentes. – Apoc. 7:14; Apoc. 14:12.

O CRESCIMENTO DO AMOR
Efés. 4:15

I – Desenvolvimento Espiritual.
1. Crescimento na experiência espiritual. – I Cor. 13:8-11.
2. Exemplos de desenvolvimento espiritual. – I Sam. 2:26; Luc. 1:63 e 8.
3. Ação de graças pelo crescimento da fé e do amor. – II Tess. 1:3.

II – Onde Começa a Vida Espiritual.
1. “Necessário vos é nascer de novo”. – João 3:1-7.
2. Crianças em Cristo. – I Cor. 3:1-3; Heb. 5:12-14.
3. Alimentados pela Palavra, – I Ped. 1:23; 2:1-2.
4. Simplicidade de criança. – Mat. 18:2-4.

III – Atingir a Maturidade Espiritual.
1. Crescimento em graça. – II Ped. 3:18.
2. Ilustração do crescimento espiritual. – Sal. 92:12; Efés. 2:5, 10, 20-22.
3. Alvo máximo do desenvolvimento espiritual. – Efés. 4:11-15.

IV – Nossa Plenitude.
1. Vida mais abundante. – João 10:10.
2. Orar pela plenitude completa. – Col. 4:12.
3. Completa nÉle. – Col. 2:6-7, 9, 10.

O COMPORTAMENTO DO AMOR
I Cor. 13:5-6

I – Como o Amor se. Conduz.
1. Conduta sempre decorosa. – I Cor. 13:5, pp.
a) O amor sempre é bondoso e cortês, sempre se comporta do melhor modo possível, sempre anda nos caminhos da retidão e das boas maneiras.
2. Comportamento exemplar de Davi, sob provocação. – Sal. 101:2; 1 Sam. 18:5, 14, 15, 28-30.
3. Conduta irrepreensível de Paulo. – I Tes. 2:10; I Tim. 3:2.

II – Desprendimento do Amor.
1. Não busca os seus interesse s. – I Cor. 13:5.
2. Há uma bênção em dar. – Atos 20:35; 1 Cor. 10:24; Fil. 2:3-4.
3. A grandeza do ministério. – João 6:38; Mar. 10:43-45.

III – A Tranqüilidade do Amor.
l. Não se irrita. – I Cor. 13:5.
2. Não se ofende. – Sal. 119:165.
3. Jesus orou pelos inimigos. – Luc. 23:34; I Pedro 2:21-23.

IV – Amor à Justiça.
1. Não tem prazer no mal. – I Cor. 13:6.
2. Comparações insensatas. II Cor. 10:12; Luc. 18:10-11; Mat. 7:1-5.
3. Como tratar os inimigos. – Mat. 5:43-48;
a) Vereda de Cristo, pág, 172.

OS PENSAMENTOS DO AMOR
Fil. 4:8

I – As Saídas da Vida.
1. O amor não pensa no mal. – I Cor. 13:5, ú.p.
2. Do coração procedem as saídas da vida. – Prov. 4:23; 23:7.
a) Saídas – literalmente, “fontes”. – O coração é uma fonte.
Os pensamentos constituem uma fonte, e fonte de caráter e conduta. – Tiago 3:11.
3. Os maus pensamentos vêm do coração. – Mar. 7:20-23.

II – Maus Pensamentos.
1. Nos dias de Noé. – Gên. 6:5-12.
2. Nos dias de Ló. – Gên, 18:20; 19:12-13; Luc. 17:26-30.
3. Nos dias dos apóstolos. – Rom. 1:24-27.
4. Devem ser evitados pelos filhos de Deus. – Ef. 5:1-8; Col. 3:1-10.

III – O Amor Destrói toda a Má Suspeita.
1. As imaginações são más por natureza. – I Tim. 6:4-5; Gên. 8:21; Rom. 1:21.
2. O conhecimento que Deus tem do coração. – I Crôn. 28:9.
3. A atitude do amor para com as faltas alheias. – Prov. 10:12; I Ped. 4:8; Sal. 32:1-2.

IV – O Amor não Gera Temores.
1. Não andar cuidadosos. – Mat. 6:25-34.
2. Esquecer as lutas passadas. – Fil. 3:13-15.

PERMANÊNCIA E PREEMINÊNCIA DO AMOR
I Cor. 13:13

I – Contraste entre o Amor e os Dons Espirituais.
1. O amor nunca falha. – I Cor. 13:8, pp.
a) O amor, que é fruto do Espírito, nunca falha, porque sofre, crê, espera e suporta todas as coisas. – Entre as suas virtudes está a sua permanência.
2. Transitoriedade da profecia, das línguas e do conhecimento.
I Cor. 13:8, ú.p.
3. A profecia e as novas situações. – Jonas 3:4-10; Jer. 17:25.
4. Conhecimento parcial. – I Cor. 3:9.
5. Conhecimento contra amor. – I Cor. 8:1-3.

II – Segredos do Amor Permanente.
1. Exemplo e prova de amor. – João 15:9-10.
2. Amor aperfeiçoado. – I João 2:5-6; 4:12, 16.
3. Compreensão do todo-abrangente amor de Cristo. Efés. 3:17-19.

III – A Virtude Culminante.
1. Virtudes permanentes. – I Cor. 13:13, pp.
2. A grandeza da fé. – Heb. 10:38-39; 11:1, 6.
3. A importância da esperança. – Rom. 8:24-25.
4. O amor, virtude culminante. – I Cor. 13:13, ú.p.

MEDIDA E ASPECTO DO AMOR DIVINO
Rom. 8:35-39

A medida do amor divino é o infinito… – Temos quatro aspectos do amor de Deus:
1. Sua largura – Significa que não há barreiras para ele, e nos lembra da extensão dos conselhos divinos.
2. Sua extensão – Diz-nos do pré-conhecimento divino e de Seu pensar em nós e através dos séculos.
3. Sua altura – Aponta nosso Senhor no Céu como a meta para o penitente.
4. Sua profundidade – Declara a possibilidade do amor descendo ao abismo mais profundo da miséria humana para o propósito da redenção.
Considerar a filosofia do Cristianismo.

O MAIOR
João 3:16

1. Porque Deus amou – O maior Amante.
2. O mundo – A maior comunidade.
3. De tal maneira – O maior grau.
4. Que deu – A maior ação.
5. O Seu Filho Unigênito – O maior dom.
6. Para que todo aquele que – A maior oportunidade.
7. nEle – A maior atração.
8. Crê – A maior sinceridade.
9. Não pereça – A maior promessa.
10. Mas – A maior diferença.
11. Tenha – A maior segurança.
12. A Vida Eterna – A maior posse.

OS AMIGOS DE DEUS

Um amigo é alguém que sabe tudo a nosso respeito, e, não obstante, nos ama.

I – As Relações de Abraão para com Deus.

A. O amigo de Deus.
1. Foi chamado o amigo de Deus. – Tia. 2:23.
2. Isso é melhor do que todos os louvores do mundo.
3  O homem confia no Seu amigo. – Confiamos nós em Jesus?

B. O amigo de Deus para sempre. – II Crôn. 20:7.
1. As cartas entre amigos, em geral, terminam com as expressões: “Sempre amigo”, “Amigo até à morte”. – Jesus é nosso amigo além da morte.

II – Três Atitudes Adotadas pelo Homem para com Jesus.
A. Estranhos.
l. Muitos são estranhos para com Deus. – Ef. 2:12.
2. Não têm Deus, nem Cristo, nem promessa, nem esperança.
3. São os mais miseráveis de todos os homens. – I Cor. 15:19.
B. Conhecidos
1. Deus convida os homens a com Ele se relacionarem. Jó 22:21.
2. “Une-te pois a Ele” agora. – Nunca esperar uma apresentação. Amanhã poderá ser tarde demais e significar a perda da alma. Quanto mais cedo O conhecermos, tanto melhor.
3. Apresentemo-nos. – É fácil estabelecer relações com Ele.
4. Alguns têm ligação apenas passageira. – Não mantêm boas relações com o melhor Amigo que o pecador já teve.
C. Amigos.
1. Jesus disse: “Tenho vos chamado amigos”. – João 15:15.
2. Somos Seus amigos se Lhe obedecermos. – João 15:14.
3. Necessitamos todos desse  Amigo, e Ele quer a nossa amizade.
4. Ele muito arriscou para chamar alguns de nós amigos Seus.
5. Seu extraordinário amor provou-o Ele com Sua morte por nós.

III – Quatro Maneiras de Relacionar-nos com Deus.
A. Pelo estudo da Bíblia. – Se não compreendemos a Bíblia, peçamos ao Seu Autor que no-la explique.
B. Pela Oração. – Falemos com Deus, e esperemos que nos responda.
C. No Lar. – Busquemos algum lugar solitário – o quarto, O porão, o sótão – e peçamos que venha ter conosco ali.
D. Na Igreja. – Encontremo-nos com nossos amigos e com nosso Amigo ali. – Concedamos a Deus uma oportunidade ali, e não nos arrisquemos mais.

IV – Tornar-nos-emos Amigos de Jesus Agora?
A. Ele está batendo à porta do coração. – Apoc. 3:20.
B. Ele pára, bate, escuta, ama. – Não O desprezemos.
C. Ele é um Amigo mais chegado do que um irmão. – Prov. 18:24.
D. Ele chamou Lázaro “o nosso amigo”. – João 11:11.
E. Eu aceitei a Sua amizade há cinqüenta e cinco anos. – Somos agora velhos amigos; amigos confidenciais. – Que alegria me será o encontrá-Lo quando vier nas nuvens de glória!

AMOR FRATERNAL – Efés. 4:32

I – Atitude Cristã.
1. Devemos ser benignos mutuamente.
2. Misericordiosos – sentir uns pelos outros.
3. Não devemos guardar sentimentos contra nossos irmãos.
a) O mundo nos despreza, odeia e persegue.
b) Devemos buscar simpatia e conforto mútuos na fraternidade cristã.

II – Nosso Parentesco na Igreja.
l. Um amigo igual a irmão. – Prov. 18:24.
a) Este amigo é Jesus. – Jer. 31:3.
2. Jesus considera os discípulos como Seus verdadeiros irmãos. Mat. 12:46-50.
3. A maneira como nos amamos indica quanto amamos a Deus..
– I João. 4:7-8.
a) Por isso Satanás procura lançar discórdia na igreja.

III – Maneiras como Maculamos o Amor Fraternal.
1. Recordando coisas passadas. – Fil. 3:13-14.
2. Dureza de palavras. – Prov, 17:9; 15Sl-3.
3. Falta de amizade. – Prov. 18:24.
4. Ciúme, inveja etc. – Cant. 8:6. – O melhor remédio. – Tia. 5:16.

O NOVO MANDAMENTO
Jo. 13:34

I – O Novo Mandamento.
1. Um princípio de vida.
2. Um impulso para o sacrifício.

II – Sua Novidade.
1 . Historicamente novo.
2. Novo em sua extensão.
3. Novo na compreensão.

III – Sua Medida.
1. Completa simpatia.
2. Completo sacrifício próprio. – “Como eu vos amei”.
3. Obediência, a prova do amor. – Jo. 14:15.
a) A Bíblia a prescreve.
b) A razão a sanciona.
c) O coração renovado a segue.
d) A experiência a ratifica.

DEVERES – Rom. 13:1

I – O Que Devemos a Deus.
1. Adoração.
2. Amor.
3. Aspiração.
4. Segurança.
5. Gratidão.
6. Obediência.

II – O Que Devemos aos Homens.
1. Boa Vontade.
2. Boas palavras.
3. Boas realizações.

III – Cumprir o Dever.
1. A exigência de Deus é justa.
2. Negligenciar isso é roubar a Deus.
3. É roubar ao nosso vizinho.
4. É roubar a nós mesmos.

AS TRÊS MILHAS
Mat. 5:38, 48; Jo. 15:13

As três milhas encerram toda a filosofia da vida. – A primeira: o mundo anda; a segunda: a família cristã; a terceira: Cristo e alguns crentes. – A última é a perfeição.

I – A Primeira Milha (a do mundo) – “Olho por olho”.
1. A posição passiva da vida.
a) Esperamos que os outros nos tratem a fim de tratá-los igualmente.
b) Nossa atitude para com a sociedade está baseada na atitude da sociedade para conosco.
c) Não agimos por sentimentos internos livres, mas por reflexos externos que operam sobre nosso coração.
2. O que resulta da vida.
a) Nunca conseguiremos agir acima da generalidade.
b) Fazem-nos um bem e retribuímos com outro.
c) Fazem-nos um mal, retribuímos com a mesma moeda.
d) Como na maioria dos casos recebemos mais inales que bens, resultará disso uma paralisação espiritual, sem nenhum progresso para a perfeição.
e) Como conseqüência, quando a sociedade fracassar, fracassaremos com ela.

II – A Segunda Milha (a da família) – “Ninguém tem maior amor do que este”.
1. A lei da amizade.
a) No mundo existe amizade sobre base egoísta.
b) Damos tanto quanto recebemos.
(1) Ainda que, às vezes, demos menos, ou nada, contudo professamos amizade.
c) No texto, a amizade é estabelecida sobre base nova.
d) O que aqui governa a amizade não são as influências externas, mas nosso coração.
2. Essa base é o sacrifício.
a) “Ninguém tem maior amor do que este”.
b) Por que é o maior?
(1) Maior que o de mãe – a mãe ama o que é seu, o fruto de suas entranhas.
(2) “Dar sua vida” por um amigo, sangue que não é nosso – é a prova maior de amor.
(3) Vivem assim os cristãos em suas relações fraternais?

III – A Terceira Milha (a da perfeição) – “Amai a vossos inimigos.”
1. O que significa.
a) Amar a mãe? Os filhos?
b) Amar os parentes? Os amigos?
c) Amar os inimigos? Quem são eles?
(1) É amor sem retribuição. – Amar quando nos repulsam, caluniam e ferem.
2. A perfeição do amor.
a) Jesus amou os Seus, mas também amou aos que O crucificaram.
b) Este amor requer o domínio absoluto das paixões. – Quem o pode praticar?
c) Requer que uma só lei, a lei do sacrifício e do amor, governe a vida.
d) O que assim praticar terá chegado à mais alta perfeição, seguindo de perto o ensino e o exemplo do divino Mestre.
e) Quando os homens tiverem aprendido a perdoarem-se mutuamente, estaremos preparados para o Reino celestial, e teremos alcançado a perfeição que redundará em felicidade.

O NOVO REINO DE CRISTO – AMOR
Mat. 20:20-28

I – O Pedido de João e Tiago.
Os pensamentos dos discípulos enquanto se encaminhavam para Jerusalém, para a festa da Páscoa:
1. Não disse Jesus “é chegado o reino”? – Mat. 10:7.
2. Não prometeu Jesus que muitos se assentariam nesse reino? Mat. 8:11.
3. Não prometeu Jesus recompensa? – Mat. 19:29.
4. Não prometeu Jesus que nos assentaríamos sobre doze tronos? – Mat. 19:28.
5. Não disse Jesus que aquilo que os profetas dEle disseram deveria cumprir-se?
6. Não profetizaram os profetas a glória do reino messiânico?

II – A Resposta – O Reino em Si – Vs. 22, 23.
1, Cristo não indeferiu o pedido, explicou-lhes que ocupar um tal lugar depende das qualidades espirituais,
2. O reino é espiritual. – João 18:36.
3. Jesus será o rei, e os fiéis, os súditos. – Mat. 24:31-34.
4. Será estabelecido na vinda de Jesus. – Mat. 24:31.

III – A Virtude que nos Habilita a esse  Reino.
1. O amor é a base. – Jer. 31:3; 1 João 4:8.
2. Aqui na Terra o amor é a prova do discipulado. – João 13:34,35.
a) É a adaptação para o reino. – I João 4:20,21.
b) Esse amor deve ser de resignação e desprendimento próprio. – Exemplo de Paulo. – Fil, 1:20-21; 1 Cor. 10:33.
3. É a mensagem desde o princípio. – I João 3:11, 16.
a) Foi posta em prática na igreja apostólica. – Atos 4:32,33.

IV – Quem se Assentará no Trono? – Apoc. 3:21,22.
1. Tiago e João venceram. – Atos 12:2; 4:3; 5:40; Apoc. 1:9. O fim de João.
2. Aprendamos e ponhamos em prática este amor, a fim de sermos vencedores e podermos fazer parte desse  reino!

SABEMOS QUE VIVEMOS PORQUE AMAMOS OS NOSSOS IRMÃOS
I João 3:13-24; 14

I – A Justificação Evangélica.
l. Por hereditariedade somos filhos da ira.
2. Sendo filhos da ira, condenados à morte.
3. Pelo Evangelho somos transformados da morte para a vida gloriosa,
a) Isso nos é proporcionado por Cristo. – João 3:36.
b) Passamos a pertencer a um reino santo e justo.
4. Em tais condições sabemos que temos passado da morte para a vida.

II – A Contrafação da Justificação Evangélica.
1. O ódio votado a um irmão é um sinal de nosso estado mortal e de que ainda continuamos debaixo da sentença de morte. V. 14, ú.p.
2. Odiando um irmão tornamo-nos homicida. – V. 15.
a) Basta acariciarmos isso no coração.
3. Por que Deus reprova isso?
a) Porque todos somos a imagem de Deus. – Gên. 9:6.
(1) Assim fazendo, às vezes, injuriamos a Cristo.
b) Porque nos rouba a felicidade e a de outrem. – Heb. 12:14,15.

III – O Cumprimento da Lei de Cristo é Amor.
1. Amemo-nos por causa de Cristo.
a) É o mesmo Salvador de todos.
b) É o Seu íntimo desejo expresso em João 17.
2. Amemo-nos por causa da Verdade.
a) Seguimos um mesmo caminho e entraremos juntos no mesmo céu. – Sal. 84:7.
b) Somos perseguidos e odiados pelos do mundo pela mesma causa.
c) Seremos companheiros nas tribulações vindouras, quando cada um precisará da simpatia de outrem.
d) Se a verdade que professamos é a Verdade salutar e salvadora, devemos unir-nos e amar-nos.
3. Amemo-nos quando o mundo nos odeia.
a) Como cristãos, onde vamos encontrar afeto mútuo?
Amor é a lei primordial do Céu.
Amor será a lei fundamental do reino.
Somente aqueles que se adaptarem aqui na Terra, à norma do novo reino, poderão fazer parte do mesmo.

PERDOANDO OFENSORES
Mat. 18:15-35; Efés. 4:32

I – Como se pode Proceder com um Ofensor – Mat. 15:22.
1. O primeiro passo. V. 15.
2. O segundo passo. V. 16.
3. O terceiro passo. V. 17.
4. Procedendo assim Deus o aprova. – V. 18.

II – Os Problemas Difíceis devem ser Entregues a Deus. Vs. 19-20.

III – Uma Dívida de Pedro Solvida por Cristo. – Vs. 21-22.

IV – Uma Importante Ilustração. – Vs. 23-24.
1. Um compromisso credor perdoa o seu devedor. – Vs. 23-27.
2. O perdoado não tem compaixão do seu devedor. – Vs. 28-30.
3. O ingrato é justamente castigado por seu credor. – Vs. 31-34.

V – Que Significa esta Ilustração Para Nós? – V. 35.

A LÍNGUA – Tia. 3; 1:23

Fisiologicamente é um pequeno membro, mas social e espiritualmente é a arma mais terrível de todos os tempos!
I – A Língua como fogo. – V. 5.
1. Um pequeno fósforo incendeia um bosque, e uma palavra mal pensada tem destruído o que há de mais belo no mundo – a harmonia, o amor, o lar, a igreja etc.

II – A Língua é um Mundo de Iniqüidade. – V. 6.
1. É como a cobra que esconde o veneno.
2. Há pessoas que têm duas caras, duas línguas:
a) Andam de casa em casa falando dos irmãos. – I Tim. 5:13.
b) Devemos fugir de tais pessoas como fugimos da lepra e da bexiga. – Poderão afetar-nos.
3. Isso é fogo do inferno. – V. 6. – Satanás é o acusador dos irmãos. – Apoc. 12:10.
4. Esse jogo causa morte. – Prov. 18:21.
5. O escândalo virá, mas, ai do causador. – Luc. 17:1; 1 Cor. 11:19.

III – A Língua é Difícil de Domar, Mas há um Poder.
1. Os animais obedecem; as naus, também; mas a língua é bem difícil, porém não impossível.
2. Há Um que pode nos dar força. – Ez. 36:26.
(1) A experiência apostólica. – Atos 2.

IV – Entregando-nos a Deus Desaparecem os Defeitos (14-17) e Aparecem as Virtudes da Língua.
1. Sabedoria, imparcialidade etc. – Vs. 17 e 18.

V – Advertência Terrível. – Prov. 6:16-19; Sal. 101:5-7.

VI – Conselhos Sábios.
Efés. 4:25-31; 5:4.
I Ped. 3:10.
Tia. 1:26. Prov. 13:3; 21:23.

O FILHO PRÓDIGO
Luc. 15:11-24

A parábola explica-nos o estado da humanidade.
I – Todos se Extraviaram – Apartaram-se de Deus procurando sua felicidade no caminho do pecado. – Luc. 15:13; Rom. 3:12.

II – A Experiência do Pecador e a Volta à Casa.
1. O engano do pecado. – Heb. 3:13; Rom. 3:15-17; Gên. 3:4-6.
Deus reteve uma boa coisa, ou a melhor.
a) O encantamento do pecado.
2. O desengano. – Luc. 15:13-16; Prov. 14-34.
a) Amigos, saúde e honra desaparecem.
b) Fica escravo dos outros e dos vícios. – Prov. 5:22,23; Isa. 1:5,6.
3. A convicção do engano. – Luc. 15 :17-19.
a) Lembra-se do pai. – V, 17.
4. Volta e confessa. – Luc. 15:21-24; Jer. 31:9.
5. O resultado. – Luc. 15:22. .
a) Isa. 43:25; 44:22 ; Zac. 3:1-7; Isa. Gl:10.
6. A alegria. – Luc. 15:7; Isa. 44 :23.
7. O filho agora aceita as regras da casa. – I João 5:2,3; 3:1.
8. O auxílio do pai. – João 14:15,14,21; 15:10,11,7.

III – Prov. 23:26.

A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO
Luc. 10:25-31

O indiferentismo do sacerdote e do levita.
I – O Que Fez o Samaritano.
1. Ele foi ao pobre de quem o sacerdote e o levita se afastaram.
– V. 33.
2. Tratou do ferido paira o aliviar, – V. 34.
3. Pô-lo sobre o que era seu e foi a pé.
4. Cuidou do doente – Hotel, cama, etc.
5. Tratou-o como a um filho. – V. 35.

II – A Aplicação da Parábola.
1. O viajante – a natureza humana.
2. O cair nas mãos dos ladrões – a queda original. – Rom. 5:12.
3. O tornar-se despido, ferido e meio morto – a condição a que tem chegado a humanidade. – Rom. 3:3; Isa. 1:5,6.
4. As faltas do sacerdote e do levita mostram a incapacidade das cerimônias e das formas para regenerar o homem,
5. O bom samaritano é Jesus. Mat. 9:12,13; I Tim. 1:15; João 15:13.
a) O vinho e o azeite – o sangue de Jesus e o Espírito Santo. – I João1:7; João 14:17.
b) A hospedaria é a igreja. – Cant. 1:1-4; Efés. 2:11.
c) O hospedeiro é o ministro. – Ez. 3:16-21.
d) A promessa de voltar – Sua segunda vinda, – João 14:1-3.
Aceitemos a Jesus!

BUSCAR A DEUS – I Crôn. 28:9-10; Deut. 4:29

Vivemos num tempo bem solene e crítico, tempo em que devemos buscar a Deus com mais fervor, visto que Seu Espírito lentamente está se retirando da Terra.
Vivemos também num tempo em que o Sal. 14:1 está se cumprindo em grande parte.

I – A Invisibilidade da Presença de Deus Nada nos Prova Contra a Realidade dessa Existência.
1. O mundo da vista e o cego.
2. O mundo do some o surdo.
3. O mundo dos conhecimentos e o ignorante; a astronomia, as ciências químicas e físicas.
4. O mundo das nacionalidades e o entrevado. – Os continentes, os países diferentes, as diversas nacionalidades, cores e feições físicas, diferentes, etc.
5. O mundo das realidades íntimas e o alienado – alegria, tristeza, lar, amigos etc.
6. O mundo das riquezas e o pobre. – As fortunas particulares, as grandes companhias.

II – Problemas e Motivos que Impelem o Homem a Procurar e Reconhecer a Deus.
1. O coração humano não se contenta com as coisas do mundo. – Nicodemos.
a) O jovem rico, os ateístas. – Atos 17:23.
2. A fraqueza do homem perante as manifestações da natureza. Tempestades, terremotos, doenças e a morte.
3. A miséria política e social do mundo. – Maus governos, impostos, vinganças políticas; a desigualdade social.
4. A consciência atribulada pelo remorso – nem sacrifícios ou formalismos religiosos dão repouso à consciência. Ex.: Lutero.
5. O mistério do além. – Que haverá? Mundo melhor ou pior?

III – Deus Deseja Mesmo Revelar-se.
1. Está esperando ocasião. – Apoc. 3:20.
2. Nunca desapontou a ninguém. – João 6:37.
3. É preciso cumprir as condições:
a) Buscá-lo de coração. – Deut. 4:29; Tiago 4:8.
b) O resultado. – Tiago. 4:8; Prov. 8:35. A eletricidade. Isa. 55:6.

DECLARAR A GLÓRIA DE DEUS
Leitura: Salmo 19
Texto: Salmo 19:1

Deus é glorioso; Ele é o Criador; deve ser glorificado por tudo e por todas as Suas criaturas. – Deus é poderoso, e manifesta o Seu poder constantemente e por toda parte. Deus é maravilhoso e as Suas obras são maravilhas…

I – “Os Céus Declaram a Glória de Deus”.
1. A ordem no universo prova a existência de Deus.
Tudo existe, tudo se move, tudo anda, tudo marcha, obediente: os mundos, as estrelas, os astros, cada um na sua órbita, na sua esfera de ação.

Ilustração: – Dois astrônomos, um com seu relógio na mão e outro com um lápis, anotavam hora, minuto e segundo em que apareceria a estrela. – Puseram-se em observação, olhando pelo telescópio possante, e nenhum ouviu o outro, pois os dois, ao verem o astro, falaram ao mesmo tempo.
Um grande cientista declarou: “A verdadeira ciência anda humildemente com Deus.”
Um outro astrônomo falou comovido: “É impossível ser astrônomo e ateu ao mesmo tempo!”

2. As estrelas pelejaram contra Sísera”. – Juízes 5:20.

II – O Que Declara o Homem?
O homem é o único que anda fora da sua órbita e é o que devia ser e mais obediente. – “Criemos o homem à nossa imagem.” – Gên. 1:26: “Pouco abaixo dos anjos.” – Heb. 2:7, 8, 9.
1. O que declara o ébrio? A supremacia do copo, do álcool, a garrafa. Ele pensa que o mundo está andando; pensa que está coroado de honras, riquezas, quando está vestido em trapos…
Apetite sem Deus.
2. Que declara o assassino? Força brutal! “De que está cheio o coração fala a boca.”
3. Glória da carne: Carnaval, orgia.
4. Conclusão: – Que declara a minha vida?
“Templo do Espírito Santo.” – I Cor. 3:1-6.
a) Na cidade, nos negócios.
b) Em casa, com a família.
c) Na igreja, com os irmãos.
“Que a nossa vida seja constantemente uma proclamação da glória de Deus.”

A BÍBLIA – A PALAVRA DE DEUS

A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS

A Bíblia não é a palavra do homem, dos santos ou dos anjos, mas a Palavra de Deus. – Provas:

I – Sua franqueza e fidelidade.
l. A literatura – biografias e romances – exalta as boas qualidades mas não menciona os erros e as fraquezas de seus personagens. – Exemplos.
2. A Bíblia, porém, fala das virtudes e das faltas de seus personagens. – Exemplos.

II – Satisfaz as exigências da vida humana.
A humanidade acha nela o auxílio precioso em quaisquer circunstâncias da vida.

III – Sua unidade maravilhosa.
Escrita por cerca de 40 homens, separados uns dos outros por tempo, posição geográfica, educação, cultura, língua, posição social, profissão etc., é, contudo, harmoniosa!

IV – Superior a todos os dentais livros.
1. Universalmente lido. – Traduzido já em 1.181 línguas e dialetos! (SBB – 24-4-62).
2. O mais antigo e o mais moderno. – Sempre novo.

V – Sua  preservação.
1. Livros famosos desapareceram ou perderam sua influência.
2. A Bíblia apesar de atacada pela incredulidade e perseguição, é sempre vitoriosa.
VI – Sua influência no mundo.
1. Nações onde não é conhecida e vice-versa.
2. Abençoa os lares; exalta a mulher; santifica o berço; regenera o homem. Seus frutos.

VII – Não evolui.
1. Religiões e doutrinas “progressivas”. – Livros de ciência mudados.
2. A Bíblia não progride. – Não evolui. Não sofre mutação. É sempre a mesma. O Evangelho, sempre o mesmo.

VIII – O homem por si não a escreveria.
1. Como um simples homem não podia ter feito a rosa ou o pôr-do-sol, não podia, igualmente, ter escrito a Bíblia.
2. Suas ciência moral, poesia, revelações, profecias etc.

IX – Sua profundidade.
Inesgotável. – Insondável.

X – Revela o plano de Salvação.
1. Responde à pergunta mais importante: “Que farei para me salvar?”
2. Trata dos assuntos mais importantes de maneira a satisfazer o ignorante ou o erudito.
3. Seus temas, os mais exaltados: Deus, Cristo, o Espírito Santo, o homem, o pecado, a justiça, a salvação.

A AUTENTICIDADE DAS ESCRITIJRAS
“A Tua palavra é a verdade.” – João 17:17.

Prova-se por duas espécies de evidências – externa e interna – a autenticidade da Palavra de Deus.
I – Evidência externa.
l. Sua antiguidade e resistência vencedora dos ataques dos inimigos em todos os tempos.
2. O bom caráter dos sagrados escritores. – Os milagres narrados que confirmam seu cunho de Palavra de Deus.
3. O cumprimento exato de suas profecias e predições.
4. Os eleitos produzidos por ela onde quer que seja conhecida.
5. O fato de ser prezada e estimada como tal pelos melhores homens.

II – Evidência interna.
1. Todo o seu conteúdo em nada contradiz a natureza ou a sã razão.
2. A Escritura revela muitas verdades importantíssimas que não poderiam ser reconhecidas pela natureza ou pela razão.
3. A pureza de suas doutrinas e preceitos.
4. A harmonia de suas partes.
5. A adaptação às condições dos homens.
6. A plena e perfeita descoberta que ela fez do único caminho da salvação.
7. A majestade do seu estilo.
8. Seu poder eficiente em convencer e despertar a consciência, converter e mudar o coração, vivificar os homens da morte espiritual, alegrá-los e confortá-los nos mais profundos infortúnios.
9. O escopo e o desígnio de glorificar a Deus e humilhar o pecador.
10. A experiência que sua verdade traz aos genuínos cristãos.

A INFALIBILIDADE DA BÍBLIA
Josué 23:14-16

A confiança de um povo do passado na Palavra, a ponto de entregar as suas vidas etc. – Qual o motivo que o levou a tanto?
Estaria certo ou errado?

I – O cumprimento do que Deus dissera de Israel. – V. 14.
1. Enquanto andava nos caminhos de Deus, tudo corria bem a Israel. – V. 15.
2. Desviando-se, vinha o mal. – V. 16.
3. Mas Israel apostatou e o resultado foi a sua rejeição e dispersão entre as nações. – Deut. 28:64.

II – O cumprimento das Escrituras à luz da história.
l. O sonho de Nabucodonosor e os quatro reinos ou monarquias universais. – Dan. 2:1; 26-44.

III – O cumprimento das profecias de Cristo – Mat. 24.
1. A destruição de Jerusalém – Vs. 1, 2 – no ano 70 A.D.
2. A grande tribulação. – V. 9. Refere-se à inquisição durante os séculos passados – Espanha, Portugal etc. Morreram 50 milhões.
3. Guerras. – Vs. 6 e 7.
a) As guerras de hoje não são de conquista, mas de extermínio aterrador.
4. Fomes – assolam todo o mundo.
5. Pestes – nos homens, animais e vegetais.
6. Sinais no mundo social. – II Tim. 3:1-5 pp.

IV – Tudo passa, a palavra permanece infalível.
1. O cumprimento exato das profecias é um desafio que Deus lança à incredulidade.
2. A PALAVRA é uma luz nas trevas. – II Ped 1:19.
3. É uma bússola segura que aponta para o céu.
4. Quem se deixar guiar por Ela terá a vida eterna. – Apoc. 3:20.

A BÍBLIA, SUA INSPIRAÇÃO E SEU VALOR

A linguagem hebraica foi a dos hebreus, ou israelitas, durante o tempo de sua independência. – Este povo era conhecido por Hebreu ou Judeu, e não pelo nome de Israelita. – Com a queda de Samaria, em 722 A.C., extinguiu-se a língua falada e foi substituída pela aramaica – de Aram.
O aramaico, como o hebraico, é de origem semítica – Babilônia, Assíria; foi a linguagem falada por Cristo e seus discípulos.

I – O que a Bíblia diz de si mesma.
1. Diz ser a Palavra de Deus. – II Sam. 23:2; Jer. 1:9; Ez. 3:4.
2. Diz ser a verdade. – João 17:17; 10:35.
3. O Espírito Santo dirigiu a mente dos homens de Deus para escrevê-la. – I Cor. 2:13; II Ped. 1:20,21; Heb. 1:1,2.

II – Ela é uma palavra viva. – I Ped. 1:23; Heb. 4:12.
1. Dá vida. – João 11. – A criação. – João 1:1-4.
a) Aparentemente não há vida no grão de milho ou feijão.
Assim é com a Palavra.
2. É continuamente nova. Outros livros ficam velhos mas Ela é sempre nova.
3. Não se pode destruir. – As perseguições e fogueiras. Os martelos e a bigorna. Voltaire.
4. É fácil de se adaptar. – Sal. 119:130.
5. Cresce. – Mat. 13:1-13; Atos 6:7.
6. Transforma a vida – Madalena.
7. Transforma nações – Inglaterra, China etc.

III – Como deve ser lida.
1. Dedicar-lhe um tempo certo cada dia.
2. Estudá-la com reverência – João 8:47; Luc. 8:47 – e pedir sempre o auxilio do Espírito Santo para podermos compreendê-la. – João 14:26.
3. Lê-la com um lápis na mão.
4. Procurar tirar um proveito pessoal da leitura.

UMA TRÍPLICE BÊNÇÃO
Apoc. 1:3

O lugar, quem escreveu e sob que circunstâncias.
I – Bem-aventurado o que lê.
1. Há diferença entre ler e ler.
a) Há muitos que lêem e nada compreendem.
b) Outros lêem e não assimilam.
2. Os que assimilam, aprendem a temer a Deus. – Deut. 17:18, 19; Jer. 15:16.
3. Devemos examinar e entender as Escrituras. – Atos 8:30; João 5:35.
a) O exame sincero produz luz e entendimento. – Sal. 119:130.
4. Não examinando, estamos sujeitos ao erro, – Mat. 22:29.
a) Os judeus rejeitaram a Jesus por não lerem as Escrituras. – Luc. 24 :25-27.

II – Bem-aventurado o que ouve.
1. Há diferença entre ouvir e ouvir.
a) Há pessoas que ouvem só com os olhos.
b) Outras ouvem, mas não procuram entender o que ouvem.
e) Estes são inconstantes. – Tia. 1:22-25.
2. A fé vem pelo ouvir. – Rom. 10 :17.
3. Será bem-aventurado o que ouve e compreende. – Prov. 8:34; Mat. 13:23.

III – Bem-aventurado o que guarda.
1. Pouco adiantará se lermos e ouvirmos mas não guardarmos. Tiago 1:22-24.
2. Deus requer obediência restrita à Sua Palavra. – I Sam. 15:22; Rom. 2:13.
3. Guardando Sua Palavra, somos abençoados. – Ex. 19:5; Tia 1:25.
a) O que disse Jesus aos mariólatras. – Luc. 11:27, 28.
4. Os que guardam a Palavra do Senhor estão edificados sobre a Rocha dos Séculos. – Mat. 7:24; Ecl. 12:13.

A QUÁDRUPLA UTILIDADE DAS ESCRITURAS
2 Tim. 3:16
Quatro palavras consecutivas encerram todo o domínio do aproveitamento da Escritura. A ordem é parte da inspiração.

I – Doutrina.
A palavra significa ensino. Como um professor, Ele:
1. Corrige nossos erros. – Mat. 5:21-48.
2. Confirma nossas convicções retas.
3. Revela verdades.

II – Repreensão.
Esta palavra parece referir-se à obra sobre a consciência, como a precedente explanação tem que ver com entendimento.
1. Leva à consciência do pecado e da culpa.
2. Traz-nos ante a corte da consciência. – Rom. 2:15.
3. Constrange a uma nova retidão.

III – Correção.
Esta palavra não é uma palavra fácil de traduzir. Parece trazer idéia de reconstrução – erguendo o homem caído sobre seus pés, restaurando-o.
1. Descobrindo o único verdadeiro fundamento. – Luc. 6:48.
2. Construindo o caráter e a conduta com material bom.
3. Fora das ruínas, construindo um templo de Deus.

IV – Instrução.
Instrução em justiça. Isso é ensinado como o primeiro, porém pertence não ao inicial, mas ao adiantado grau. É o ensino que plenamente equipa para o dever e serviço.
1. É o conhecimento dos mistérios de Deus.
2. É o conhecimento dos segredos de poder espiritual.
3. É o pleno abastecimento para o serviço.

PODEMOS CRER NA BÍBLIA?

I – A maravilha de sua unidade.
1. Escritores diversos: ireis, sacerdotes, estadistas, pastores, lavradores e pescadores.
2. Períodos distintos, desde 1500 A.C. até 100 A.D.
3. Diferentes países, desde a Babilônia até Roma. Entretanto, é um livro sem contradições. Suas verdades formam uma harmonia admirável.

II – A maravilha de seu ensino.
1. Deus é Justo e Salvador. – Isa. 45:21.
2. O homem é terrestre e espiritual.
3. O pecado é uma ofensa a Deus e que necessita de expiação.

III – A maravilha de suas profecias.
1. A profecia de Noé. – Gên. 9:24-27.
2. A história dos judeus. – Lev. 26.
3. A vinda do Salvador. – Isa. 53.

IV – A maravilha de seu poder.
1. Onde a Bíblia penetra logo aparecem transformações maravilhosas.
a) A Bíblia regenera. – I Ped. 1:23; Rom. 10:17.
2. É o poder de Deus. Rom. 1:16.

A BÍBLIA

O que a Bíblia é para homens e mulheres:
I – Luz. – Sal. 119:105.
a) Mostra o bom caminho. – Jer. 16:16.

II – Espelho. Tia, 1:23.
a) Revela o que somos diante de Deus. – Rom. 3:10-23.
b) A lei descobre o que realmente somos. – Rom. 7:8.

III – Espada. Efés. 6:18; Heb. 4:12.
a) Faz separação entre o carnal e o espiritual, fazendo-nos sentir o olho perscrutador de Deus. – Heb. 4:13.

IV – Riqueza imperecível. Sal. 119:72.
a) Não devemos pôr nosso alvo e esperança nas riquezas deste mundo. – I Tim. 6:9.
b) Eis a maior riqueza. – I Cor. 8:9.

O ESTUDO DA BÍBLIA

I – O estudo da Bíblia é mandamento divino:
1. ”Buscai no Livro do Senhor e lede.” – Isa. 34:16.
2. “Examinai as Escrituras.” – João 5:39.
3. ”Bem-aventurados os que lêem…” – Apoc. 1:3.
4. ”Bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam.” – Luc. 11:28.

II – O que a Escritura é:
1. Um livro determinado – “O livro desta lei.”
2. Uma ordem clara – “Não se aparte.”
3. Um método eficaz – “Medita nele.”
4. Um tempo definido – “De dia e de noite.”
5. Um propósito certo – “Para que tenhas cuidado de fazer…”
6. Um resultado infalível – “Farás prosperar teu caminho.”
7. Uma bênção desejável – “Prudentemente te conduzirás.”

NOMES DAS ESCRITURAS

1. A Palavra. – Tia. 1:21-23; 1 Ped. 2:2.
2. A Palavra de Deus. – Lucas 11 :28; Heb. 4:12.
3. A Palavra de Cristo. – Col. 3:1G.
4. A Palavra da Verdade. – Tia. 1:18.
5. As Santas Escrituras. – Rom. 1:2.
6. As Sagradas Letras. – Tim. 3:15.
7. Escritura da Verdade. – Dan. 10:21.
8. O livro. – Sal. 39:8; Apoc. 22:19.
9. O livro do Senhor. – Is. 34:16.
10. O livro da Lei. – Nee. 8:3; Gál. 3:10.
11. A Lei do Senhor. – Sal. 1:2; Is. 30:9.
12. A Espada do Espírito. – Ef. G:17.
13. Oráculos de Deus. – Rom. 3:2.
14. Palavra de Deus. – I Ped. 4:11.

A BÍBLIA SAGRADA

I – Como nos foi dada.
1. Pela revelação de Jesus. – Gál. 1:11-12.
2. Pela inspiração do Espírito Santo. – II Tim. 3:16; João 14:26.
3. Pela sabedoria dada mor Deus aos Seus servos. – II Ped. 3:14-16.

II – Como devemos considerá-la.
1. Como a Palavra de Deus. – I Tes. 2:13.
2. Como as Sagradas Letras ou Sagradas Escrituras.
– II Tim. 3:14-15a.
3. Como a Palavra da Verdade. – II Tim. 2:15.
4. Como Mandamento do Senhor. – I Cor. 14:37-38.
5. Como a Carta de Deus aos homens.
6. Como a Única Regra de Fé. – I Cor. 2:16.

III – Para que fim foi dada.
l. Para nos ensinar o meio de salvação. – II Tim. 3:15.
2. Para nos ensinar nossos deveres para com Deus e os homens.
II Tim. 3:16a.
3. Para redargüir-nos e corrigir-nos dos nossos erros.
– II Tim. 3:16b.
4. Para nos instruir em tudo quanto é justo e reto.
– II Tim. 3:16c-17.
5. Para termos o conjunto da doutrina ou fé pela qual trabalhamos.
– Judas v. 3.

O QUE É A BÍBLIA PARA O CRENTE

1. Luz – que ilumina. – Sal. 119:105.
2. Espelho – que revela. – Tia. 1:23.
3. Espada – que penetra. – Heb. 4:12.
4. Fogo – que purifica. – Jer. 23:29.
5. Martelo – que quebranta. – Jer. 23 :29.
6. Chuva – que vivifica. – Is. 55:10.
7. Semente – que dá fruto. – Luc. 8:11.
8. Tesouro – que enriquece. – Sal. 119 :72.
9. Mel – que deleita. – Sal. 119:103.
10. Pão – que alimenta. – Deut. 8:3.
11. Água – que sacia. – Efés. 5:26.

A LEITURA DA BÍBLIA

A leitura do Livro de Deus produz os mais extraordinários efeitos na vida dos homens, não só de crentes como também de não crentes:

1. Regenera. – Tia. 1:18.
2. Vivifica. – Sal. 119:50.
3. Ilumina. – Sal. 119:130.
4. Purifica. – Sal. 119:9.
5. Dá sabedoria. – Sal. 119:98.
6. Santifica. – João 17:17.
7. Produz fé. – João 20:31.
8. Produz esperança.
9. Limpa o coração. – João 15:3; Ef. 5:26.
10. Endireita os caminhos. – Sal. 119:104.
11. Desvia-nos dos caminhos perigosos. – Sal. 119:101.
12. Mantém a vida.
13. Promove o aumento da graça.
14. Edifica na fé. – At. 20:32.
15. Admoesta. – Sal. 18:12.
16. Conforta. – Sal. 118:9.
17. Livra-nos do pecado. – Sal. 118:9.

A BÍBLIA E A VIDA CRISTÃ
Prov. 6:22

1. DIREÇÃO – Ela “te guiará”. – Caminho certo. Vereda da justiça e de verdade.
2. PROTEÇÃO – Ela “te guardará”. – Livrará do mal, pelos seus conselhos e ensinos. Sal. 23:4.
3. COMPANHIA – Ela “falará contigo”. – Na oração falamos com Deus, e pela leitura da Bíblia Deus fala conosco. (David Livingstone, “O Livro que Fala”).

A BÍBLIA
Isa. 34:16

I – Suas profecias cumpridas são o selo da divindade sobre suas páginas.
l. Um desafio aos duvidosos. – Isa. 41:22-26.
2. A pá, as escavações e a história do mundo confirmam os seus direitos.
II – A exatidão e a fidelidade da Bíblia confirmam a sua origem divina.
1. Criação. Comparar teorias pagãs sobre a criação com o relatório resumido em Gênesis 1 e 2.
a) As descobertas modernas. – Sal. 33:6, 9.
2. Dilúvio. – Gên. 6-8; II Ped. 3:1-6.
a) Excavações, óleo e carvão.
3. Jesus Cristo.
a) Seu nascimento. – Isa. 7:14; Mat. 1:23.
b) Seu lugar de nascimento. – Miq. 5:2.
c) Sua vida, ensinos e crucifixão. – Dan. 9:23-25.

III – Singular unidade da Bíblia.
1. Escrita por profetas, reis, sacerdotes, pastores e pescadores num período de 1.500 anos. – Isa. 34:16-17; II Ped. 3:1-3; 1:19-21.
2. Sua mensagem toca a qualquer necessidade humana, em qualquer idade. – II Tim. 3:15-17.
3. Pode ser compreendida por todos. – Isa. 35:8.

IV – Finalmente, sua elevada moral é prova incontestável de sua divindade.
l. Ensina a mais perfeita moralidade.
a) A lei áurea. – Mat. 7:12.
b) A lei moral. – Ex. 20:1-17.
c) Admoestação de Paulo. – Fil. 4:8.
2. Dá o mais elevado conceito de Deus (Ex. 34:6); do homem (Gên. 1:26-27).
3. Eleva o crente na vida e na utilidade como nenhum outro poder o poderia lazer. – II Tim. 3:16-17; Jo. 7:38.

O GUIA INFALÍVEL E FIEL PARA O NOSSO DESTINO ETERNO – João 18:38

I – A humanidade, desnorteada na sua rota, procura ansiosamente uma bússola fiel e verdadeira.
1. O homem não é um ser e irracional, cuja existência termina no túmulo, não! Daí o motivo da ansiedade universal sobre o “além”.
2. Verdade – o que é?
a) A pergunta de Pilatos: “Que é a  verdade?”
3. A humanidade ainda hoje faz a mesma pergunta.
a) Procura a solução nos credos religiosos e ouve a cada passo: “Aqui é que está a verdade!”
4. Diante de tantas variantes, a verdade torna-se de difícil alcance.

II – Por que é tão difícil achar a verdade, o guia infalível e fiel para o destino eterno?
1. Porque o caminho é escuro. – Isa. 60:2; 59:9-10.
2. Porque a humanidade é muito crédula e não investigadora, daí ser enganada pelos falsos ensinadores, falsas luzes. – Ez. 22:26; II Cor. 11:13-15.
3. Porque o caminho é escabroso. – Mat. 7:14.

III – Como podemos achar a verdade, o guia infalível, que nos mostre o caminho seguro?
l. Como se acha um caminho em noite escura? – Lanterna.
2. Assim é na pesquisa religiosa.
a) A Palavra de Deus é uma Luz e Lanterna. – II Ped, 1:19; Salmos 119:105.
3. O conselho divino:
a) Não confiar nos homens. – Sal. 146:3; Jer, 17:5 e 7.
b) Examinar as Escrituras. – Rom. 10:17; João 5:39; 10:35; 17:17.
4. Hoje em dia muitos vão atrás do que diz o homem e das filosofias vãs, e desprezam as Escrituras, achando-as sem valor e arcaicas.

IV – O que faz a verdade para aqueles que a acham?
1. Liberta-os da confusão e dos vícios. – João 8:30-32.
2. Transforma radicalmente a vida.
a) Madalena.
3. Transforma as nações. – Inglaterra, China.
4. Satisfaz os anelos da alma e do coração. – Sal. 19:7,8.
5. É o guia infalível e fiel que seguramente nos aponta o destino eterno. – II Ped. 2:19.
6. É a rocha da Salvação. – Mat. 7:24-25. Tia. 1:21.

O LIVRO MAIS NOBRE – A BÍBLIA

I – A composição da Bíblia.
1. Sessenta e seis livros com uma mensagem definida, escritos por 40 autores, em várias épocas e lugares.
a) Reis, prisioneiros, coletores, pastores, sacerdotes, estadistas, médicos, profetas e pescadores; na Palestina, Egito, Babilônia, Ásia Menor, Grécia, Roma etc.
b) Em tais condições, só se vê harmonia e unidade.
c) É uma enciclopédia completa.

II – O que a Bíblia revela.
1. Revela ordem e seqüência – um princípio e um fim.
a) Os primeiros dois capítulos falam de um mundo feito novo.
b) O terceiro capítulo fala da entrada do pecado e o começo do grande conflito entre o bem e o mal; seu antepenúltimo capítulo dá-nos a terminação do pecado e o fim da luta entre Jesus e Satanás.
c) A Bíblia começa com um jardim e termina com uma cidade.
d) Começa com uma manhã seguida pela noite e termina com um dia que não será mais precedido de noite.
e) Começa o terceiro capítulo com o homem fora do Éden, com suas portas fechadas; ao fim termina com o homem no paraíso restaurado.
2. O tema principal da Bíblia é Jesus.
a) Jesus, o Salvador para a humanidade.

III – Um livro para todos.
1. Sua linguagem é universal e não provincial. – II Ped. 1:21.
2. Na mensagem do livro ninguém é esquecido:
a) Às crianças: “Deixai vir a mim os meninos.”
b) Aos amantes dos prazeres: “Não ameis o mundo.”
e) Aos velhos traz alegria: “Até na velhice eu serei contigo.”
d) Aos cegos: “Quero, sê curado.”
e) Aos órfãos e viúvas: “Eu sou o juiz dos órfãos.”
i) Aos sofredores: “Vinde a Mim.”

IV – É um livro irresistível.
1. Repreende ao monarca.
2. Não pode ser desfeita sua influência. – Voltaire, Rússia, Roma são malhos quebrados.
3. Apesar de centenas de anos de uso, é o livro mais lido.
a) Nos dias de Voltaire em 50 línguas; hoje em 1181 línguas e dialetos.
4. É a carta de Deus aos homens. – João 5:39.
5. A palavra produz luz. – Sal. 119:105, 100.

TRÊS ARCAS DA BÍBLIA

I – A Arca de Noé – Gen. 6:14; I Ped. 3:20; Heb. 11:7.
a) Foi feita conforme Deus mandou, Ele determinou sua forma, dimensões e qualidade de madeira a ser empregada. Foi o primeiro navio de que há conhecimento na história do mundo. Sua construção foi uma aventura de fé em Deus da parte de Noé, que a edificou em terra seca.
b) A arca de Noé foi o refúgio dos homens em face do juízo de Deus pelo dilúvio.
c) A arca de Noé é uma figura de Cristo. O Senhor Jesus é nosso Refúgio do Juízo futuro. Os que foram salvos do dilúvio tiveram de entrar na arca. Não lhes foi suficiente saber que ela existia. Mesmo que tivessem religião e vida moralizada fora da arca, nada disso lhes adiantava. Não é suficiente saber algo a respeito de Jesus. É necessário exercer fé nEle, fé ativa e obediente.

II – A Arca de Moisés – Êx. 2:3.
a) O faraó ordenara que todos os meninos de pais hebreus fossem atirados ao rio. Mas Deus tinha planos a respeito de Moisés. Sua mãe, Joquebede (Núm. 26:59), o escondeu por três meses (Êx. 2:2). Depois, inspirada por Deus, fez uma arca de juncos (Isa. 18:2).
b) A arca de Joquebede, para resguardar seu filhinho, era uma espécie de berço flutuante. Foi nela que Deus preservou o futuro libertador de Seu povo.
c) Mais tarde um outro Libertador, o Salvador do mundo, também começou Sua carreira num humilde berço – a manjedoura de Belém.

III – A Arca da Aliança – Êx. 25:10, 22.
a) Com relação a esta arca, também Deus determinou-lhe a forma, as dimensões e a qualidade de madeira a empregar.
b) A madeira, símbolo da humanidade do Senhor Jesus, foi coberta de ouro, símbolo de Sua divindade. – Heb. 9:4.
No interior dela havia um vaso que continha o maná, a vara de Aarão, que florescera, e as tábuas da Lei dos Dez Mandamentos. À vista desta arca as águas do Jordão foram divididas e as muralhas de Jericó caíram. Seu lugar no tabernáculo era o Santo dos Santos, e por cima dela estavam os querubins, que cobriam o propiciatório. Era o ponto de contato entre Deus e Seu povo, por intermédio do Sumo Sacerdote. Era o lugar de revelação, onde Deus manifestava Sua vontade. Tudo isto vemos no Senhor Jesus, a revelação do amor, da justiça e da vontade de Deus. É Ele também o Mediador único. – João 14:6; I. Tim. 2:5.

AS ESCRITURAS

1. Inspiradas por Deus. – II Tim. 3:16.
2. Inspiradas pelo Espírito Santo. – At. 1:16: Heb. 3:7; II Ped. 1:21.
3. Cristo sancionou-as, apelando para elas. – Mat. 4:4. Mar. 12:10; João 7:42.
4. Jesus serviu-Se delas para ensinar. – S. Luc. 24 :27.
5. Contêm as promessas do Evangelho. – Rom. 1:2.
6. Revelam as leis, os estatutos e os castigos divinos. – Deut. 4:5, 14 e Êx. 24:3,4.
7. Recordam as profecias divinas. – II Ped. 1:19-21.
8 . Dão testemunho de Cristo. João 5:39; At. 10:43; 18:28; I Cor. 15:3.
9. São completas e suficientes. – Luc. 16:29, 31.
10. São guia infalível. – Prov. 6:23; II Ped. 1:19.
11. Instruem-nos para a salvação mediante a fé em Jesus. – II Tim. 3:15.
12. São úteis como doutrina e prática. – II Tim. 3:16,17.

OS ÍMPIOS E AS ESCRITURAS

1. Falsificam-nas. – II Cor. 2:17.
2. Nulificam-nas com suas tradições. – Mar. 7:9-13.
3. Rejeitam-nas. – Jer. 8:9.
4. Tropeçam nelas. – I Ped. 2:8.
5. Não lhes obedecem. – Sal. 119:158.
6. Adulteram-nas para sua própria perdição. – II Ped. 3:16.
7. Acrescentam ou diminuem suas palavras. – Apoc. 22:18-19.
8. Seus detratores serão castigados. – Jer. 36:29-31.

TORRES DA BÍBLIA

Nossa vida está cheia de obstáculos e perigos, porém Jesus Cristo é a torre que nos protege e defende. – Prov, 18:10. Definição de torre.
1. Uma torre que devemos evitar. – Gen. 11. – Esta é a torre da nossa própria vontade.
2. Uma torre maravilhosa. – Prov. 18:10. – Esta é a torre da salvação e temos necessidade de conhecê-la.
3. Uma torre de gozo. – II Sam. 22:3. – Esta é a torre em que encontramos proteção.
4. Uma torre de glória. – Sal. 18:2; 144:2. – Esta é a torre do testemunho.
5. Uma torre do atalaia. – Hab. 2:1. – Esta é a torre da esperança,

A PALAVRA DE DEUS
João 6: 63; Mat. 4:4; Luc, 12:13-21

I – Algumas Maravilhas do Livro.
1. I Ped. 1:23. – Palavra viva.
2. Luc. 8:11. – Vida. Comparação entre a Palavra e a semente.
3. Atos 2:37. – O resultado da semente semeada por Pedro – convicção.
4. Jonas 3:1-5. – Efeito maravilhoso desta semente.
5. Rom, 10:17. – Exemplo: O ateu que leu a Bíblia para combatê-la, mas ficou convicto de seu erro.
6. Sal. 119:130. – Pecado é treva; se vivermos em pecado, estamos em trevas. Quando aceitamos a Palavra, a luz entra e podemos ver quão horrível é o pecado.
7. I Ped. 1:23. – Às vezes as sementes apodrecem e morrem, mas tal não acontece com a Palavra.
8. II Ped. 1:4. – Introduz a vida divina.
9. Sal. 119:9. – Purifica a vida.
10. Sal, 119 :11. – É uma salvaguarda.
11. Atos 20:32. – É esta Palavra que produz o crescimento na vida do cristão.
12. Jer. 15:16. – Produz gozo e alegria.
a) A fonte de gozo da vida do cristão é a palavra.
13. Sal. 126:5-6. – É a Palavra de Deus a única que nos habilita para ganhar almas.

O LUGAR PARA A PALAVRA
João 8:37

Onde a Palavra de Jesus deve ser recebida de uma vez, é muitas vezes rejeitada. Os judeus eram da semente de Abraão, mas eles não tinham a fé de Abraão.
Jesus sabe onde sua Palavra é recebida, e onde ela não tem lugar. A Palavra deveria estar nos corações dos da semente de Abraão, mas eles, planejavam matar a Jesus.

I – Que lugar a palavra deve ter nos corações?
1. Um lugar inferior. Nos pensamentos, na memória, na consciência, nas afeições. – Sal. 119:11; Jer. 15:16; Col. 3:16.
2. Um lugar de honra. Ela deve receber atenção, reverência, fé e obediência. – Jo. 8:47; Luc. 6:46; Mat. 7:24,25.
3. Um lugar de confiança. Devemos, em todas as coisas, confiar na segura Palavra da promessa. Deus não mente! – Isa. 7:9; 1 Sam, 15:29; Tito 1:2.
4. Um lugar de governo. A Palavra de Jesus é a lei e bússola do cristão. – Sal. 119:130; II Ped. 1:19.
5. Um lugar de amor. Ela deve ser apreciada sobre o alimento diário, e defendida com nossa vida. – Jó 23:12; Judas 3:

II – Por que não tem ela lugar em muitos corações?
1. Estão muito ocupados e não podem admiti-la.
a) Estais muito ocupados para serdes salvos?
2. “Ela não vem com novidades.” É velha etc.
a) Estais aborrecidos da velha história? Estais aborrecidos do pão? do ar? da água? da vida?
3. Outras coisas ocupam o lugar que a Palavra de Jesus deveria ter:
a) Preferem palavras de homens de superstições e de ceticismo.
b) É esta uma preferência sábia?
4. “Tem um conforto muito frio e vago.”
a) Isto mostra que a tua vida está depravada.
5. Muitos são demasiado sábios para renderem-se ao governo de Deus. – João 5:44; Rom. 1:22.

III – Quem não tiver lugar para a palavra, ela o condenará no último dia. – João 12:48; Apoc. 3:20.

COMO A BÍBLIA INFLUI DIRETAMENTE
NA VIDA DE UMA NAÇÃO

Ensinando:
Aos pais a instruírem seus filhos. – Prov. 22:6.
Aos soldados a estarem contentes com seu soldo. – Lucas 3:14.
Aos empregados a trabalharem honestamente. -1 Tim. 6:1.
Aos industriais e comerciantes a pagarem devidamente as taxas impostas por Lei. – Rom. 13:6-7.
Ao povo, em geral, que honre e obedeça as Autoridades. – Rom. 13:1-5.
… que colabore com o Governo, orando por ele para que Deus lhe dê uma administração sábia e segura. – I Tim. 2:1-3.

CATORZE MOTIVOS POR QUE DEVEMOS ESPALHAR A BÍBLIA

Porque…
1 – É inspirada por Deus. – II Tim. 3:16.
2 – É a Espada do Espírito. – Ele. 6:17.
3 – É como um martelo que esmiúça a rocha. – Jer. 23:29.
4 – As palavras do Senhor são palavras puras, como pirata refinada em forno de barro, purificada sete vezes. Sal, 12:6.
5 – É a Palavra de Deus que opera nos corações dos que crêem.
– I Tess. 2:13.
6 – As Palavras do Senhor nunca hão de passar. – Mat. 24:35.
7 – É a verdade. – João 17:17.
8 – É leite, para as crianças na fé. – I Ped. 2:2.
9 – Executa os propósitos de Deus. – Isa. 55:11.
10 – Dá luz. – Sal. 119:130.
11 – Purifica-nos. – Sal. 119:9.
12 – Faz-nos sábios para a salvação. – II Tim. 3:15.
13 – É lâmpada para os nossos pés. – Sal. 119:105.
14 – É a semente incorruptível, pela qual nós somos gerados de novo. – I Ped. 1:23.

BIOGRAFIAS

ADÃO

I – Sua origem.
l. Criado do pé da terra. – Gên. 2:7.
a) É um desafio ao orgulho.
b) O mais poderoso monarca e o miserável Lázaro são UM em sua origem.
2. Recebeu o sopro Divino.
3. Seu lar e companheira.
a) Extenso jardim e frutas e pássaros.
b) Anjos eram seus companheiros e instrutores.
c) O próprio Deus o visitava. – Prov. 8:27-31.

II – Sua queda e a da humanidade.
l. Sua felicidade era condicional. – Gên. 2:16, 17.
a) Adão quebrou a condição, daí os sofrimentos, misérias, morte, terremotos, tempestades etc.
2. Em Adão toda sua posteridade corrompeu-se. – Rom. 3:10-18.
3. Em Adão todos morreram. – Rom. 5:12; 1 Cor. 15 :22.
a) Como de uma semente provém uma floresta, provém de Adão a humanidade.

III – Adão era uma figura de Jesus. – Rom. 5:14, ú.p.
l. Adão é o chefe da família humana; Cristo é o chefe da família da graça. = I Cor. 15:22, 45, 47.
2. Adão caiu, e com ele toda a humanidade; Cristo apresentou-se e morreu, levantando assim a cabeça da posteridade. João 3:16.
3. Quem estiver e permanecer na família do primeiro Adão estará perdido, e quem estiver na família do segundo Adão será salvo. – Rom. 5:17.
a) Por Adão acabamos no túmulo; por Jesus olhamos além–túmulo. – I Cor. 15:19-24; Jó 19:25.
4. Em que família querem permanecer?
A escolha deve ser voluntária e pessoal. – I Ped. 1:10, 11.

UM ESBOÇO DA VIDA DE NOÉ
Gên. 6:8-22.

A Bíblia está cheia de histórias de grandes homens. Todos gostam de ler tais histórias. Uma destas é a de Noé. Podemos aprender boas lições de sua vida.

I – O tempo em que ele viveu.
1. Era um tempo corrupto – v. 5. – O povo não podia pensar retamente. Casamento maculado – v. 2. Havia terror – v. 4, etc. mesmo assim foi possível a tini homem viver retamente.
2. Tempo em que Deus Se entristeceu por haver criado o homem. – v. 6. Imaginai a tristeza de uma mãe ao dar à luz um filho. Assim Deus.
3. Tempo em que Deus decidiu destruir toda a carne. – v. 7. Deus é longâmino, mas não se deixa zombar.

II – O caráter de Noé.
1. Ele foi um homem justo – v. 9. Com toda a violência ao seu redor, Noé tratou a seu próximo retamente.
2. Sua vida foi perfeita. Vivia moralmente num meio imoral. Como o lírio no pântano.
3. Noé andava com Deus. Eis o segredo do sucesso na vida de qualquer cristão.

III – A ordem divina a Noé.
1. Construir uma arca. A parte que lhe tocou. Trabalho.
2. Pôr a família na arca. Belo pensamento da religião do lar.
Noé viveu de uma tal maneira que pôde ganhar e levai- sua família para Deus. – Heb. 2:13.
3. Os animais deveriam ser levados à arca. Uns, para serem usados no sacrifício. Em qualquer circunstância não devemos nos esquecer de dar graças a Deus.

IV – A experiência do dilúvio e o fim da vida de Noé.
1. Salvo na arca. Outros subiram nos montes e clamaram, mas era tarde. Jesus é a arca, refugiemo-nos nEle contra o fogo devorador do futuro.
2. Salvo após o dilúvio. Após o juízo final, andaremos para sempre com Jesus. – Apoc. 14:1-5.
3. A morte de Noé. – Gên. 9 :28,29. Se vivermos cuidadosamente na mocidade, a velhice nos será bela. – Gên. 17:1.

A FÉ E ABNEGAÇÃO DE ABRAÃO
Heb. 11:8-19; Luc. 14:33

I – Abraão demonstrou fé e abnegação obedecendo à voz do Senhor:
1. Deixou suas terras – bens materiais.
2. Deixou Seus parentes – suas afeições.
3. Deixou o pecado – a idolatria de seu povo.
4. Tudo isso fez com prontidão. – Gên. 12:1-4.
a) O exemplo no sacrifício de Isaac.

II – Para que Abraão devia assim fazer?
l. Para ir a uma terra nova. – Heb. 11:8.
2. Para fazer um grande trabalho missionário.
3. Para alcançar a verdadeira bênção. – Heb. 11 :10.
a) Alcançou-a e foi abençoado.

III – As lições que devemos aprender.
1. Você já ouviu o chamada de Deus? Está pronto a obedecer-Lhe?
2. Estará tão apegado às coisas passageiras deste mundo, que você não pode ver a coroa sobre a tua cabeça?
a) O conselho de Jesus. – Luc. 14:33.
3. Acha ser um sacrifício seguir em obediência a Jesus? E aos Seus mandamentos?
a) O que diz o Senhor. – Salmo 50:5.
4. Seus parentes e amigos impedem você de seguir a Jesus? Mat. 20:37.
5. E você, cristão, esta terra é sua habitação eterna? – Miq. 2:10; Heb. 11:13-16.
a) Você já consagrou hoje sua vida a Deus? Poderá cantar de coração o hino: “Tudo, ó Cristo, eu Te entrego”?

DUAS EXPERIÊNCIAS NA VIDA DE JACÓ
Gên. 28:10-17; 32:22-29

I – Deixando o lar.
1. A saudade imensa.
2. A incerteza do futuro.
3. A visão confortadora. – Vs. 12-17, 15.
4. O seu reconhecimento – “Deus está neste lugar”. – V. 16.
a) Seja esta a experiência para cada um e especialmente para aqueles que ainda não conhecem a Deus.

II – No meio das lutas. – Gên. 32:29.
1. Como Deus se revelou e abençoou a Jacó?
a) Após grande aflição.
b) Após intensa comunhão com Deus – oração.
c) Após confissão humilde.
2. Qual foi o lugar da bênção?
“Ali” – lugar de comunhão.
3. Aqui estamos, prestes a iniciar as lutas e aflições.
4. Poderá ser este um lugar de bênção? Sim, se estamos prontos a:
a) Consagrar-nos a Ele.
b) Humilhar-nos e confessar nossas faltas.
c) Executar a vontade de Deus. – Deut. 4:29.

ESAÚ E JACÓ

À primeira vista, Esaú é mais atrativo do que Jacó – é mais homem, mais generoso e franco que seu irmão gêmeo. Está escrito: “Amei a Jacó e aborreci a Esaú”, e a razão desta declaração do Senhor está contida na história de Esaú.
1. Menosprezou a Sua primogenitura. – Gên. 25:30-34.
Esse privilégio implicava o sacerdócio da família – Êx. 4:22; 19:6, etc., a comunhão com Deus. Porém as coisas espirituais não tinham atrativos para Esaú.
2. Vendeu sua primogenitura. – V. 31. Deu mais valor a um prato de lentilhas que ao seu direito de primogênito. Da família de Abraão viria ao mundo o Messias e esta possibilidade ele vendeu, como séculos depois Judas vendeu Seu Mestre por trinta moedas de prata. Cristo não era uma atração para Esaú.
3. Perdeu a Bênção. – Gên. 27:30. É certo que Jacó enganou para obter a bênção de Isaac e mais tarde colheu o fruto amargo de ser enganado por seus filhos. Ele sabia apreciar a bênção do pai e seu justo valor com todas as vantagens espirituais que ela envolvia. Esaú pensa no presente, e Jacó, no futuro.
4. Não achou lugar de arrependimento. – Heb. 12:16-17. Feita a escolha, não pôde recuperar o perdido. Não pôde fazer Isaac mudar de parecer e conceder-lhe a bênção que havia Perdido por sua insensatez. “O choro e ranger de dentes” foi a sua porção.

A EXPERIÊNCIA DE ELIAS
I Reis 19:1-12

I – A experiência.
1. Essa experiência velo-lhe depois de certos casos.
2. O que Deus lhe perguntou e disse?
a) “O que fazes aqui, Elias?”
(1) A condição de uma caverna. Elias, ali com os ratos, morcegos, corujas etc., nada podia fazer. Ele era um pescador de homens e não de morcegos.
b) “Sai da caverna.”
(1) Ele não podia continuar ali.
(2) Tinha de ganhar uma nova experiência – subir ao monte.
– V. 11.
3. O que ouviu quando estava no monte? – Vs. 11, 12.

II – Estamos na caverna – as aflições do mundo.
1. Deus ordena que saiamos da caverna.
2. O povo de Deus não pode ficar na caverna.
3. Deus quer que subamos à montanha para termos melhor visão.
a) Uma montanha é diferente de uma caverna.
b) Temos melhor visão quanto mais alto subirmos.
c) Respiramos melhores ares.
d) Subir uma montanha requer algum esforço.
4. Subamos ao monte!

III – Algumas experiências do monte.
1. Abraão ganhou uma experiência quando estava no monte sacrificando seu filho Isaac.
2. Moisés no monte viu a Canaã. – Deut. 34:1.
a) Quando subirmos ao monte, Deus nos mostrará a nova Jerusalém.
3. Jesus. – Mat. 14:23; Mar. G:46; Luc. 6:12.
4. Jesus no monte. – Mat. 17:1,2, 4. Transfigurou-Se.
a) É bom estar no monte. – Mat. 17:4; Apoc. 14:1.

IV – Vocês desejam estar nesse monte?
1. Procurando Deus em oração teremos melhor visão.
2. A oração é o meio que nos comunica com Deus.
3. O que é oração.
a) É o abrir o coração a Deus, como a um amigo.
b) É a chave nas mãos da fé para abrir os celeiros celestiais.

JESUS E JOSÉ

I – Semelhança.
1. Ambos eram filhos bem-amados.
2. Ambos foram enviados para socorrer os irmãos.
3. Ambos foram invejados, traídos, odiados e vendidos.
4. Ambos perdoaram e oraram. “Eles não sabem o que fazem.”
5. Ambos foram presos e perseguidos e padeceram.
6. Ambos trouxeram grandes bênçãos para a raça.

II – Diferença.
1. Jesus era santo e imaculado. .
2. Jesus deu livremente a Sua vida como sacrifício.
a) Por este sacrifício trouxe salvação espiritual a todos homens.
3. Jesus estabeleceu um reino espiritual.

A RAINHA ESTER
Est. 5:1-14; Mat. 11:28

I – A redação da história.
1. A exaltação de Ester.
2. A vigilância de Mardoqueu.
3. A exaltação de Hamã.
a) Cria ódio por Mardoqueu.
b) Consegue um decreto para matar os judeus.
4. A petição da rainha Ester.
a) O perigo que corria.
b) Preparou o povo que se entregou à oração e ao jejum.
c) Consegue a primeira entrevista com o rei. O convite.
(1) O rei perde o sono – a leitura das crônicas.
(2) A exaltação de Mardoqueu.
d) No segundo banquete, Ester denuncia Hamã.
(1) A morte de Hamã e a exaltação de Mardoqueu.

II – Jesus – o grande Rei e o homem condenado à morte.
1. O estado do pecador e o perigo. – Rom. 3:23; 6:23.
2. O único meio de escape. – Heb. 2:3.
a) O caminho ao trono é franco. – Heb. 4:14-16.
3. O pecador é convidado. – Mat. 11:28.
4. Quem chegar-se a Jesus não será rejeitado. – Jo. 6:37.
Como você escapará? – Heb. 2:3; Apoc. 12:17; Isa. 51-7-8, 12-14; Dan. 12:1.

JOÃO BATISTA
Mat. 11:1-11

Gostamos de pensar sobre os grandes homens. Quando pensamos nos grandes homens do mundo, João sobressai a todos.
Jesus o disse: Mat. 11:11.

I – Seu nascimento.
1. Anunciado por um anjo de Deus. – Luc, 1:13.
a) A dúvida e o castigo de Zacarias. – vs. 18-20, 22.
b) O hino de louvor de Zacarias. – vs. 59-79.
2. Seu nascimento foi miraculoso.
a) O poder de Deus é maior do que o da natureza.
Ele a fez e pode deixá-la de um lado para um propósito que lhe agrade.
3. Ele nasceu para um fim determinado. – Luc. 1:17.
a) Deus tem um plano para cada vida. – Ester 4 :14.

II – Sua preparação.
1. Educado por seus pais.
a) Era uma dádiva divina, por isso foi educado para Deus.
Ex.: Samuel, Moisés, Timóteo etc.
b) Devemos educar nossos filhos para o santo serviço do Senhor.
2. Comunhão com Deus.
a) Seus dias foram passados nos campos, só com Deus.
Os 40 dias de Jesus.
b) Necessitamos abandonar o barulho das cidades e procurar no sossego a comunhão com Deus.
3. Ensinado pelo Espírito Santo. – Jo. 14:26.
4. Sua simplicidade. – Mar. 1:6.
a) Era o costume dos profetas. – II Reis 1:8.
b) Gafanhotos – eram abundantes no Oriente e são alimento lícito. – Lev. 11:22.
c) João vivia uma vida rude, não obstante tornou-se um grande homem para Deus.

III – Seu ministério.
1. Advogou grandes doutrinas fundamentais do Evangelho.
a) Arrependimento. – “Arrependei-vos…”
b) Fé. – “Preparar o caminho para a vinda do Senhor.”
c) Batismo. – O primeiro a batizar.
d) Divindade de Cristo – “Eis o Cordeiro de Deus.”
e) Expiação. – “Que tira o pecado do mundo.”
2. Ele foi um pregador destemido. – Luc. 3:7-10.
a) Sua reprovação a Herodes.
3. Foi um pregador eficiente. – Mar. 1:5.
a) A verdadeira prova da evidência de uma pessoa que prega ou fala do Evangelho está nas almas trazidas a Jesus e não na eloqüência.
4. Ele apontava para a vinda de Jesus. – Jo, 1:26.
a) Esta deve ser a tarefa de cada ministro e membro da igreja.
b) Devemos pôr Cristo na frente. – II Cor. 4:5.
c) Muitas almas ainda hoje clamam: “Queremos ver a Jesus.”
5. Seu ministério foi todo de resignação e humildade. – Mar. 1:7; João 3 :30.

IV – Sua morte.
1. Aprisionado por Herodes. – Mat. 14:3.
2. Degolado para satisfazer a Herodias. – Mar. 6:25. – Por ter dito a verdade.
3. Descansou das lutas, mas suas obras seguem-no. – Apoc. 14:13.
4. Faz parte da galeria nobre dos mártires. – Heb. 11.
5. Aguarda a recompensa final. – Heb. 11:36-40.
Tomemos o lugar no serviço do Senhor, como fez João, e seremos recompensados.

A MENSAGEM DE JOÃO BATISTA
João 1:29
Lugares e tempos tornam-se memoráveis quando se acham ligados com Jesus. No caso perante nós, o pregador foi um homem notável, e o seu tema, mais notável ainda.
João pregava sobre Jesus.

I – O verdadeiro mensageiro.
1. Ele vê Jesus por si mesmo. João não conhecia a Jesus, mas o Espírito Santo O revelara – v. 33.
a) O verdadeiro arauto de Jesus deve ser igual a Jesus Cristo.
(1) Deve olhar pela aparição do Senhor.
(2) Deve regozijar-se em pregar Jesus, a quem ele não viu
mas espera ver.
(3) Deve pregar como veio e como virá.
2. Deve chamar a atenção dos homens a Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus.”
a) Deve fazer isso clara e fielmente.
b) Deve fazer continuadamente. Deve ser a sua mensagem. João mesmo pregou ainda este sermão “no dia seguinte” V. 35, 36.
3. Deve conduzir seus próprios seguidores a Jesus.
a) João tinha humildade suficiente para aconselhar seus discípulos a deixarem-no e a seguirem a Jesus.
b) Deve pôr Cristo na frente. – II Cor. 4:5.
4. João escondera-se em Cristo.
a) Ele viu essa necessidade. – João 3:30.
b) Reconhecia ser unicamente um convidado do noivo. João 3:29.
Assim não fazem os pregadores de hoje, pois põem as suas teologias e filosofias em primeiro lugar.

II – A verdadeira mensagem.
A mensagem de João foi breve mas enfática.
1. Ele declarou, mostrou Jesus como mandado de Deus.
2. Mostrou Jesus como real e divino sacrifício para o pecado: “O Cordeiro de Deus”.
a) Declarou que Jesus era o único que podia tirar o pecado do mundo. Isso é contrário ao romanismo. – João 1:7, 9.
3. Exortou o povo a olhar para Jesus.
a) Assim deve ser feito hoje dos púlpitos.
b) Jesus deve ser apresentado como o sol vivificador.
c) Olhar a Jesus, não aos ministros ou irmãos.

III – A verdadeira recepção da mensagem.
A conduta dos discípulos de João leva-nos à seguinte conclusão:
1. A crer em Jesus como o único que remove o pecado.
2. A seguir a Jesus – v. 37.
3. A seguir a Jesus embora sejamos poucos.
4. A morar com Jesus – v. 39.
5. A sair a contar a outrem de Jesus – vs. 40, 41.

BREVE ESTUDO SOBRE O CARÁTER DO APÓSTOLO PEDRO

Pedro parece mais humano a nós do que qualquer outro caráter bíblico. Um dia ele estava no topo da montanha, para no outro estar no vale. Um dia era fiel, para no outro estar caindo.
Pedro foi justamente o que todos nós somos. Andamos pela mesma estrada pela qual ele andou, mas se formos fiéis, Deus nos conduzirá salvos ao lar, assim como foi com Pedro.

I – A conversão de Pedro. – Jo. 1:41,42.
1. André foi o agente humano – procurou-o.
a) “Achamos” a pérola, o tesouro precioso.
b) “Levou-o a Jesus” – verdadeiro amor pelos seus.
2. O que disse Jesus – Simão (obediente), Jonas (pomba).
a) Deve ser a característica dos seguidores de Jesus.
b) Cephas (pedra), seu temperamento ríspido e fidelidade a Jesus.
c) É uma honra ter um novo nome. – Apoc. 2:17; Isa. 62:2.
3. Devemos, como André, trabalhar para trazer almas aos pés de Jesus.
a) André não sabia que Pedro algum dia seria um grande pregador.
b) Quando trazemos uma alma para Jesus, não sabemos os planos de Deus para ela.

II – A chamada de Pedro para o serviço. – Mat. 4:18-22.
1. Sendo chamado, logo atendeu – prontidão.
a) Muitos hesitam, como fez Moisés.
b) Alguns apresentam desculpas. – Luc. 14:15-20.
2. Cristianismo implica deixar alguma coisa.
a) Exemplo de Bartimeu, o cego. – Mar. 10:46-52.

III – O contato diário de Pedro com Jesus.
1. Por três anos e meio, teve o glorioso privilégio de andar ao lado de Jesus.
2. Conheceu de perto a majestade de Jesus. – II Ped. 1:15.
a) Andando sobre as ondas.
b) No monte da transfiguração.
c) Confessando-O: “Tu és o Cristo!”
d) Vendo, em parte, Sua luta no Getsêmani.
3. O cristão que entra em contato diário com Jesus por intermédio de Sua Palavra, e oração, pode testificar do poder de Jesus na sua vida.

BREVE ESTUDO SOBRE O CARATER DO APÓSTOLO PEDRO

I – A queda de Pedro. – Luc. 22:52-54.
1. Ele havia votado morrer antes que negar a Jesus – confiança própria.
a) Estamos sujeitos a cair também. – I Cor. 10:12.
2. Na sombra da cruz Pedro não pôde guardar sua promessa feita um pouco antes.
a) Nós fazemos votos ao seguirmos a Jesus, mas na hora escura das provações, às vezes somos-lhes infiéis.
b) Devemos confiar em Jesus. – Sal. 23:4.
3. Quatro coisas fizeram Pedro negar a Jesus:
a) Confiança própria.
b) Falta de oração.
c) Seguia a Jesus de longe – temor humano.
d) Estava em terreno impróprio.
4. Com o olhar de Jesus, Pedro reconhece a falta.

II – Pedro com Jesus depois da ressurreição.
1. Imaginai a tristeza e a vergonha de Pedro depois de haver negado a Jesus.
a) Apesar de tudo isso ele amava a Jesus; após a ressurreição foi o primeiro a entrar no sepulcro. – Jo. 20:1-6.
2. A mensagem especial de Jesus. – Mar. 16:5, 7.
a) Jesus não queria que Pedro viesse a pensar que o Mestre não fizesse mais caso dele.
b) Era um toque de amor ao coração desconfiado.
3. A afirmação do arrependimento de Pedro. – Jo. 21:15-17.
a) Três vezes havia negado o Mestre, e três vezes Jesus lhe pediu a certeza de seu amor, lealdade e arrependimento.

III – Os últimos acontecimentos na vida de Pedro.
1. Pentecostes – Pregou a milhares. – At. 2 e 3.
a) Perdeu o temor humano. – At. 4:19, 5 :29.
2. Seu zelo missionário – Suas viagens.
a) Seu encontro com Cornélio. – At. 10.
3. Sua morte. – Jo. 21:18, 19. – A tradição.
a) Com o auxílio do alto, Pedro venceu os obstáculos da vida e tornou-se um grande homem e um vaso escolhido. Assim seja conosco! – II Cor. 12:7-10.
b) Jesus mandou Pedro e pôs sobre ele uma cruz que lhe será trocada por uma coroa. – I Ped. 5:4.

OS PASSOS NA QUEDA DE PEDRO
Luc. 22:54-62; Núm. 32:23

Há em cada vida tempestade.
I – As causas de sua queda.
1. Confiança própria. – vs. 32, 33.
a) Isso é um grande perigo. – I Cor. 10:12.
b) Devemos sempre temer. – Prov. 28:14.
2. Falta de oração. – Mat. 26:36-41.
a) Devemos vigiar e orar. – I Tess. 5:17; I Ped. 5:8, 9.
b) A oração é a chave nas mãos da fé.
3. Seguia a Jesus de longe. – v. 54.
a) João seguia a Jesus de perto. – Jo. 18:15, 16.
b) Também é um grande perigo.
(1) Satanás pode mais facilmente derrotar uma só alma do que muitas.
(2) Seguindo a Jesus, sigamo-Lo bem de perto, olhando só a Ele – Heb. 12:1, 2.
4. Estava em terreno impróprio. – V. 55.
a) Um cristão não pode tomar parte com os ímpios. – Sal. 1:1, 2.
b) Não deve ir às suas diversões.
c) Um pequeno pecado leva-nos a cometer outros maiores. Exemplo de Pedro.
d) Devemos confessar a Jesus onde quer que estivermos.

II – A causa do seu arrependimento. – Vs. 61, 62.
1. O olhar de Jesus.
a) Este foi como um relâmpago no meio das trevas.
b) Fora uma esperança, graça e consolação.
2. Pedro sentira a conseqüência de seu pecado. – Núm. 32:23.
3. Chorou, prova de seu arrependimento sincero.
a) Como morreu Pedro.
4. Se conhecermos a nossa falta, choraremos, arrependidos porque “bem-aventurados os que choram”.
5. Sejamos leais a Jesus sempre e em todas as coisas olhando a Ele e resistamos ao diabo e ele fugirá de nós.

A SÚPLICA DE BARTIMEU, O CEGO
Mar. 10:46-52

I – Quem era ele?
1. Um cego do corpo, mas não da alma.
a) Via coisas que nem Anás, nem Caifás, nem os escribas e fariseus chegaram a ver.
b) Via pela fé a Jesus como o verdadeiro Salvador prometido. – Isa. 35:3-6.
c) Pela fé vira os assombrosos milagres de Jesus.
d) Era uma fé infantil, mas robusta. – Jo. 20:29.

II – Onde estava ele?
1. No posto de seu dever.
2. No lugar da oportunidade.
3. No lugar em que Jesus passou e pela última vez.
a) Jesus ainda passa entre os homens pelas admoestações dos amigos, pelas exortações do pregador, pela doença e pela morte.
b) Devemos nos assentar no lugar onde Jesus passa, onde se lê a Sua Palavra e se reúne Seu povo.
c) Quem profana o Dia do Senhor, descuida-se da leitura da Palavra e recusa orar, não se assenta junto ao caminho onde Jesus passa.

III – O que queria ele?
1. Que Jesus lhe abrisse os olhos do corpo.
2. As dificuldades que teve de enfrentar.
a) Uns admoestavam-no a que não molestasse a Jesus.
b) Outros mandavam-no calar-se.
(1) Estes não sabiam quão grande era a miséria de ser cego; ele o sabia.
(2) As belezas naturais eram-lhe desconhecidas.
3. Todos os que desejam ser salvos devem notar bem a conduta de Bartimeu.
a) Como ele, não devemos nos importar com o que os outros pensem e digam de nós, nem com os escárnios e zombarias. – João 15:18-20.
b) Outros dirão: “É muito cedo”; ou “Não abandones a religião dos teus pais” ; mas em tais ocasiões devemos clamar como Bartimeu. – Sal, 119:18.
4. O conforto de Jesus. – V. 49.
a) Grandes problemas ocupavam-lhe o espírito – ia a Jerusalém para morrer; no entanto, interrompeu a sua viagem para prodigalizar conforto a um sofredor.
b) Se no mundo não encontramos conforto e paz, o mesmo Jesus, que passa, nos diz: “Tende bom ânimo”, “Vinde a Mim” e “Quem vem a Mim não o lançarei fora”.
5. Jesus o cura. – Vs. 51, 52.
a) Aquela mesma mão ainda está pronta a se estender para curar nossa cegueira espiritual.

IV – O que fez ele?
1. Antes de chegar a Jesus deixou tudo. – V. 50.
a) Assim foi o filho pródigo.
b) Assim foi com os primeiros discípulos.
c) Hoje ainda devemos deixar tudo que nos impeça aproximar-nos de Cristo.
2. Chegando-se a Jesus, seguiu-O. – V. 52.
a) Aquele que recebe tal graça de Jesus deve acompanhá-lO aonde quer que Ele queira conduzi-lo.
b) O mesmo que lhe deu a vista não o enganará; estará com ele “até o fim do mundo”.
c) Assim fazendo mostramos nossa gratidão. – Mar. 5-18-20.
3. Supliquemos do íntimo de nossa alma: – Senhor, abre os meus olhos!

O PUBLICANO DE JERICÓ ACHADO
Luc. 19:9

I – Obstáculos.
1. Dificuldade popular – um publicano.
2. Dificuldade moral – um pecador.
3. Dificuldade de negócio – rico.

II – Auxílios.
1. Ele possuía um desejo de ver a Jesus.
2. Ele fez um esforço para ver a Jesus.
3. Ele estava desejoso de obedecer a Jesus.

III – Resultados.
1. Uma grande confissão.
2. Uma grande restituição.
3. Uma grande verdade proclamada. – v. 10.

QUEM ERAM OS FARISEUS
Mat. 23

Cristo arrancou-lhes a máscara da hipocrisia e revelou-os aos Seus discípulos na hediondez e baixeza do seu caráter. Jesus apresenta os sinais com que são identificados em todos os tempos. “Não julgueis segundo as aparências”.

1. Preeminência.
a) Usurparam posição privilegiada (v. 7).
b) “Amam os primeiros lugares” (v. 6).
2. Incoerentes.
a) Pregam o bem e não o praticam (v. 3);
b) Praticam o mal e o negam;
c) Palavras sem atos; atos sem palavras (Prov. 19:5).
3. Vaidosos.
a) Fazem o bem para serem vistos pelos homens;
b) Buscam louvores e aplausos (v. 7).
4. Comodistas.
a) v. 4;
b) Mandatários.
5. Desumanos.
a) v. 14;
b) Isa. 10:1; Jo. 10:10.
6. Cegos.
a) v. 19;
b) Cegos para engolir camelos; de visão para coar mosquitos! Só enxergam quando querem ou quando lhes convém! . . .
7. Injustos.
a) Fazem uma coisa e omitem outra (v. 19);
b) Soltam Barrabás e crucificam Cristo!
c) Rom. 1:18.
8. Hipócritas.
a) O exterior não corresponde ao interior (v. 23);
b) Sepulcros caiados (v. 27; II Tim. 3:5).
9. Orgulhosos.
a) Pretendem ser Rabis (mestres), doutores da lei, consultores jurídicos religiosos;
b) Vazios de bom senso e amor cristão (v. 12).
10. Egoístas.
a) Pensam mais em si mesmos que nos outros;
b) Tratam mais de suas comodidades que das do próximo (Ez. 34:2-11).

BONDADE

BONDADE E SIMPATIA
Luc. 6:31.

I – A amorável ternura de Deus.
1. A bondade de Deus e Seu concerto. – Isa. 54 :6-10.
2. O apelo de Sua grande ternura, – Joel 2:12 e 13.
3. U poder regenerador do amor de Deus. – Tito 3:3-6.

II – A compaixão do Salvador.
1. Jesus recomenda a Seus seguidores que tenham a misericórdia manifestada pelo Senhor. – Luc. 6:35 e 36.
2. A ativa compaixão de Jesus.
a) Para com as multidões. – Mat. 14:14-16.
b) Para com as crianças. – Mat. 19:14.
c) Para com Seus inimigos. – Luc. 22 :50 e 51.
3. A assistência mútua é um dever cristão. – Mat. 22:39; Luc. 10:27 e 28.

III – Exemplos do Velho e do Novo Testamentos.
1. O amor de Davi e Jônatas. – I Sam. 19:1-6.
2. O apelo de Paulo em favor de Onésimo. – Filemom 10, 16 e 17.

IV – Exortações à bondade fraternal.
1. Virtudes recomendadas aos eleitos. – Col. 3:12 e 13.
2. Comunhão na igreja primitiva. – Rom. 12:10; Efés. 4:32.
3. Passos para a bondade e a caridade entre os irmãos.
– II Ped. 1:5-7.
4. A sabedoria no falar e a lei da beneficência. – Prov. 31:26.
5. A regra áurea. – Mat. 7 :12.

BONDADE E NOBREZA
Mat. 5:16.

I – O exemplo divino.
1. Deus, a única fonte de bondade. – Luc. 18:18 e 19.
2. Natureza da bondade de Deus. – Êx. 33:19; 34:6 e 7.
3. Jesus demonstra a bondade divina. – At. 10:38.
4. A norma de trabalho de Cristo. – Luc. 4:18 e 19.

II – Os efeitos da bondade.
1. O homem em seu estado natural. – Sal. 14:2 e 3.
2. A bondade de, Deus e a salvação do homem. – Rom. 2:4.
3. Desejar a bondade. – Sal. 107:9; Mat. 5:6.
4. Frutos da bondade. – Gál. 5:22 e 23.

III – O ideal de Deus para com o homem.
1. Norma elevada para a conduta do cristão. – I Ped. 1:15 e 16; Mat. 5:48; Efés. 4:13.
2. Influência de uma vida piedosa. – Mat. 5:16; I Ped. 2:12.
3. O caráter dos crentes que aguardam a vinda de Cristo. – Tito 2:11-14.

IV – Poder para levar vida nobre e sua recompensa.
1. Deus operando no homem. – Heb. 13:20 e 21.
2. A recompensa eterna. – Mat. 25:21.

CONSAGRAÇÃO – SANTIFICAÇÃO

CONSAGRAÇÃO

I – Quem se oferece voluntariamente? – I Crôn. 29:5.
1. Quando Paulo se entregou a Jesus, qual foi sua primeira pergunta? – At. 9:3-6.
2. Mais tarde, como exprimiu sua completa consagração? Filip. 3:8.
3. Por que Deus quer tal consagração? – II Cor. 5:21.

II – Tal Consagração não será uma cruz.
l. Seremos novas criaturas. – II Cor. 5:17.
2. Ele pede completa consagração. – Mar. 5:17. (Mãe, pai, filho, filha, vida, tudo.)

II – Exemplos de consagração completa.
1. Zaqueu. – Luc. 19:8,9.
2. Os batizados “perseveravam”, “havia temor” estavam unidos”, “louvando a Deus”, “simpatia de todo o povo”, “todos os dias.” – At. 2:41-47.

IV – Numa verdadeira consagração só Cristo aparecerá – Gál. 2:20.
1. “Uma coisa faço.” – Fil. 3:13.
2. Não quer saber de nada. – I Cor. 2;2.
3. Nada de glória própria. – Gál. G:14.
4. A verdade resplandece. – Efés. 4:25.

SANTIFICAÇÃO
Heb. 12:14.

I – Motivo. – II Tim. 2:21.

II – Ordenada:
1. No Velho Testamento. – Lev. 20:7.
2. No Novo Testamento. – Heb. 12:14.

III – Quem a experimentará? – Jo. 17:6, 17, 20.

IV – Razões por que é necessária:
1. Sem ela não herdaremos o reino dos céus. – I Cor. 6:9-11.
2. Que sejamos um. – Jo. 17:2, 24.

V – Ela vem:
1. Por Deus. – Lev. 20:8.
2. Pelo homem mesmo. – Lev. 20:7.

VI – Consiste:
1. Na vida presente. – Gal. 5:22; 1 Cor. 6:11; Isa,.1:18.
2. No crescimento na graça e conhecimento. – II Ped. 3:17, 18.

VII – Alcança-se:
1. Pela misericórdia de Deus. – Tito 3:5.
2. Com o auxílio da fé. – Rom. 5:1.
3. Por meio da obediência, – Heb. 5:9.
4. Pelo Espírito Santo. – II Tes. 2:13.
5. Pelo Senhor e pela Verdade. – Jo. 17:17.

VIII – Abrange todo o ser do homem:
1. Espírito, alma e corpo irrepreensíveis. – I Tess. 5:23.

IX – Provas da Santificação:
1. Vivamos sóbria, pia e retamente. – Tito. 2:12, 13.
2. Fé, virtude, ciência etc. – II Ped. 1:5-9.

X – Seus frutos:
1. Na vida presente. – Gál. 5 :22, 24-26.
2. Na vida futura. – II Ped. 1:11; I Jo. 3:2; Fil. 3 :20, 21.

ANDANDO NA PRESENÇA DE DEUS
Gên. 17:1.

Notar quando estas palavras foram dirigidas por Deus a Abraão: logo após ele deixar sua terra por ordem divina, sacrificando interesses e afetos; depois de deixar Ló escolher a parte que a este parecia melhor.
1. A declaração divina: “Eu Sou o Todo-poderoso.” (O Deus que usa toda a Sua onipotência a favor daqueles que O servem e amam.)
2. Uma ordem: “Anda na minha presença”.., Sentir a Sua presença na alegria e na tristeza, nas derrotas e nos triunfos, sempre.
3. Uma promessa, ou mandamento: “…e sê perfeito”. Como promessa, entendemos que, se andarmos na presença de Deus, logicamente cresceremos em fé, amor, pureza, santidade, serviço etc. Como mandamento, entendemos que o Senhor exige que aqueles que são dEle mantenham um padrão nobre de vida cristã.
4. As bênçãos dessa vida na presença de Deus:
Conheceremos melhor a Deus.
Conheceremos melhor a nós mesmos.
Conheceremos melhor os homens.
Conheceremos melhor este mundo.

A SANTIFICAÇÃO
João 17:17

“Santifica-os na verdade” – palavras relacionadas com a santificação que Jesus pedia para Seus discípulos.

I – Que é santificação.
l. Ser santo é ser separado para o trabalho de Deus. Os vasos, utensílios e ornamentos do Templo, eram “santos”.
2. Ser santo é ser usado por Deus eternamente para Seu serviço e glória.
3. Ser santo é ser regenerado. – Ato que se opera de uma só vez.
4. Ser santo é crescer nesse mister. – Ato que se opera gradativamente.

II – Como se opera a Santificação.
1. Por uma verdadeira humilhação: “Aqueles que não se tornarem como meninos, de modo algum herdarão o reino de Deus.”
2. Aversão ao pecado. – O Peregrino fugindo da Cidade da Destruição.
3. Desejo de saber mais de Deus. – Lendo sempre Sua Palavra.
4. Profundo amor a Deus.
5. Profundo amor ao próximo.

III – Razões da santificação.
1. Porque a regeneração não basta.
2. Porque precisamos combater o mundo (pecado).
3. Porque o crente deve crescer no amor às coisas celestiais.
4. Porque Deus manda que cresçamos – I Ped. 1:16.

IV – Como a Santificação se opera em nossa vida.
1. É um ato que se estende infinitamente.
2. É obra do pecador com o auxílio de Deus. – Vontade. Exame introspectivo.
3. Abnegação. “Quem perder sua vida por amor de mim, ganhá-la-á.” “Não sou eu mais quem vive, mas Cristo é Quem vive em mim.”
4. Vigilância e oração.
5. Obras do homem com Deus.

A TROCA QUE MOISÉS FEZ
Heb. 11:24-27

Renunciou ao poder. – V. 24.
Recebeu poder. – Apoc. 2:26.
Renunciou aos prazeres. – V. 25.
Renunciou às riquezas. – V. 26.
Recebeu riquezas. – Heb. 11:26; Fil. 4:19.
Incorreu em aflições. – V. 25. – Isa. 63:9.
Herdou graça. – I Ped. 3:17; II Cor. 12:9.
Incorreu em opróbrio. – V. 26; cf. Heb. 13:13.
Herdou honra. – Rom. 2:29; Jo. 5:44.
Incorreu em ira. – V. 27.
Herdou isenção (da ira divina). – Apoc. 6 :17.

O CORAÇAO EM CONTRASTE

1. CORAÇÃO INDESEJÁVEL.
a) Impenitente. – Rom. 2:5.
b) Dobrado. – Sal. 12:2.
c) Perverso. – Sal. 101:4.
d) Tímido. – Is. 35:4.
e) Enganoso. – Jer. 17:9.
f) Orgulhoso. – Prov. 21:4.
g) Maligno. – Prov. 26:23.

2. CORAÇÃO DESEJÁVEL.
a) Quebrantado. – Sal. 34:18.
b) Humilde. – Mat. 11:29.
c) Puro. – Sal. 51:10.
d) Novo. – Ez. 18:31.
e) Entendido. – I Reis 3:9.
f) Sincero. – Heb. 10 :22.
g) Alegre. – Prov. 17:22.

VIDA NOVA

1. Negativamente. A vida nora não se manifesta por:
a) Mudança de religião.
b) Reforma de costumes.
c) Aparência de piedade.
d) Boa educação.
e) Bons princípios.
f) Fanatismo.
2. Positivamente. Cristo no coração é a fonte que determina todas as manifestações da personalidade transformada pelo Espírito Santo. Então teremos:
a) Vontade nova.
b) Sentimentos novos.
c) Pensamentos novos.
d) Ações novas.
e) Linguagem nova.
f) Olhares novos,
“Quem está em Cristo, nova criatura é; passou o que era velho, eis que tudo se fez novo.”

COISAS QUE DEUS NAO PODE FAZER

I – “Não podes ver o mal.” – Hab. 1:13.
1. Não pode ver a maldade sem castigá-la.
2. Deus é santo e aborrece o mal.
3. Deus é justo e tem que castigar o mal.
4. Não pode passar-lhe por alto.

II – “Não as posso suportar.” – Isa. 1:13.
1. O povo de Israel tinha o recurso de toda classe de prática religiosa para aparentar uma bondade que na realidade não possuía.
2. Deus não tolera a hipocrisia.

III – “Deus não pode mentir.” – Tito 1:2.
1. Suas advertências de juízo. – “A alma que pecar, essa morrerá.” – “Sabei que vosso pecado vos alcançará…” – se cumprem com toda a certeza.
2. Sua oferta de graça. (Mat. 11:28; João 6:37; Apoc. 22:17) se cumpre também com a mesma segurança.
3. Podemos confiar na Sua Palavra sem titubear e, havendo aceitado, podemos regozijar-nos em que “..,é impossível que Deus minta; tenhamos uma firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta”. Heb. 6:18.

COMO CRESCER ESPIRITUALMENTE

1. Manter-se no espírito de um arrependido. – Mat. 5:23-24; Atos. 26:20.
2. Manter-se no espírito de oração. – I. Tes. 5:17; Luc, 18:1.
3. Manter-se no espírito de louvor. – I Tes. 5:18; Sal. 50:23.
4. Manter-se no espírito de confiança. – Prov. 3:5; Isa. 26:3.
5. Testemunhar a Cristo como seu Salvador e Senhor. – Mat. 10:32; Rom. 10:9-10.
6. Estudar diariamente as Sagradas Escrituras. – II Tim. 2:15; Atos. 17:11.
7. Cultivar a fraternidade entre os irmãos na fé. – Atos 2:42; Heb. 10:25.
8. Procurar ganhar outros para Cristo. – Prov. 11:30; Dan. 12:3.

UMA VIDA CONSAGRADA A DEUS
II Cor. 6:11; 7:1 e I Cor. 10:32

I – Deus exige uma vida consagrada.
1. Deve-se separar do mundo. – II Cor. 6:17.
2. Deve levar uma vida correta. – Tito 2:12.
3. Deve fugir do mal. – I Tess. 5:22.

II – Da consagração depende o sucesso do crente.
1. É-lhe impossível amar a Deus e ao mundo. – I Jo. 2:15.
2. Não se pode servir a dois senhores. – Mat. 6:24.
3. Deus castigará se mancharmos o seu templo. – I Cor. 3:16,17.

III – Uma vida consagrada é uma luz aos outros.
1. Falhando a luz, outros podem se perder.
2. Raiando a luz, podem ver o caminho.
3. Como devemos deixar raiar a luz?
a) Assistindo aos cultos.
b) Tomando parte ativa nos exercícios e trabalhos missionários da Igreja.
c) Contribuindo para a expansão do Evangelho.
d) Falando com os de fora.
e) Ajudando aos necessitados.
4. A recompensa final. – Mateus 25:23.

UMA ENTREGA SEM RESERVAS
Rom. 12:1, 2

I – O sistema antigo de sacrifícios.
1. Entre os pagãos.
a) Profetas retalhavam seus corpos.
b) O povo matava seus filhos.
2. Entre os judeus,
a) Sacrifícios de animais.
b) Exemplo de Saul e os amalequitas.
3. Entre os cristãos de hoje.
a) Penitências, romarias etc.

II – O sacrifício de que Paulo fala.
1. Não um sangue derramado, mas a correr e a trabalhar circulando em nosso organismo e nosso ser.
2. Não somente os nossos conhecimentos, mas nós mesmos, visto que Lhe pertencemos – I Cor. 6 :19,20.
a) Ele pede aquilo que adquiriu. – I Ped. 1:18,19.
b) Somos Sua propriedade e devemos prestar-Lhe nosso serviço e sacrifício de louvor. Ex, : – o boi.
3. Os animais para o sacrifício deviam ser sem mácula. Não poderemos nunca prestar um bom serviço ao Senhor se estivermos poluídos com o pecado e as coisas deste mundo.
a) Não podemos servir a dois senhores, – Rom. 6:13.
4. Deus requer um sacrifício vivo e não morto. – II Cor. 12:15.
a) Exemplo de como se gasta a vela.
b) Cristo na alma faz o sacrifício vivo. – Gál. 2:20.

III – O motivo da súplica de Paulo.
1. “Pela compaixão de Deus” – Deus é misericordioso. Deu-nos vida, alimento, luz, ar, tudo enfim, e por esse motivo devemos entregar a Ele nosso tudo.
2. “Nosso culto racional” – Deus não requer uma devolução cega e ignorante, mas inteligente e sincera.
a) Esse culto deve ser conforme as Escrituras.

O CONQUISTADOR CRISTÃO
Apoc. 21:7

I – Os inimigos do cristão.
1. O mundo.
a) A advertência divina. – I João. 2:15-17.
2. Um coração enganoso.
a) A verdade bíblica, – Prov. 17:9.
3. Espíritos do mal. – Efés. 6:10-12.

II – Os auxílios cristãos.
1. Oração.
a) A oração é a chave, nas mãos da fé, que remove os maiores obstáculos.
b) As maiores batalhas, as mais renhidas lutas foram ganhas de joelhos. – I Tes. 5:17; Rom. 12:12; Efés. 6:12; Luc. 21:36; I Ped. 5:6-9; Sal. 50:15.
2. As promessas,
a) Deus guarda e protege os fiéis. – Sal. 91; 46:1; Isa. 43:1-2; 41:10.
3. A companhia cristã. – I Ped. 5:9.

III – A recompensa cristã.
1. Uma herança gloriosa. – I Ped. 4:19; 5:4.
2. Uma herança eterna. – Apoc. 2:26-28.

O SOLDADO CRISTAO
II Tim. 2:3

I – O que faz um bom soldado?
l. Habilidade.
2. Prudência.
3. Valor, coragem.
4. Obediência.

II – Quais as lutas que deve enfrentar?
1. Interna. – O “eu”, a carne.
2. Externa. – O mundo e o diabo.

III – Como poderá conquistar?
1. Pelos exercícios.
2. Pela disciplina.
3. Pela organização.
4. Pelo estudo da Palavra e coração.
5. Pela confiança em Deus e na Sua sábia direção.

ADVERTÊNCIA AOS CRENTES DOS ÚLTIMOS DIAS
Miq. 2:10

I – Levantai-vos.
1. A alma sincera, que aceita a Jesus, levanta-se das trevas do pecado e resplandece. – Isa. 60:1.
2. Deve sacudir de si os vícios e pecados. – Isa. 52:2.
3. Deve vestir-se dos méritos de Cristo. – Isa. 52:1.
4. Os próprios irmãos antigos, que dormem, devem despertar e levantar-se. – Zac. 4:1; Efés. 5:14.

II – Andai.
1. Andar não mais nos caminhos das trevas, mas no da luz.
– João 12:35,36.
2. Andar com dignidade de cristão. – Efés. 4:1.
3. Andar para a vocação do reino e glória de Deus. – I Tess. 2:12.
4. Os filhos de Deus estão em marcha para Sião. – Sal. 84:7.

II – Esta não será a terra de descanso.
1. Aqui não se encontra descanso, só sofrimentos e misérias.
– Atos 14:22.
2. Aqui somos peregrinos. – Heb. 11:13, 14.
3. A Terra do descanso está além-túmulo. – Heb. 11:16.
4. Quando entraremos no descanso? – II Tess. 1:7.
5. Um grande perigo atual. – Heb. 4:1,9.

IV – A terra está contaminada.
1. A contaminação da Terra é geral hoje.
a) Nos animais.
b) Nos vegetais e cereais.
c) Na humanidade. – Oséias 4:1, 2; II Tim, 3:1,5.
2. A sociedade tem chegado ao colapso moral.

V – Corromper-vos-á.
1. O crente deve reconhecer que o perigo é grande e contagioso.
– II Cor. 6:14-17.
2. Não deve condescender com o mundo: cinemas, bailes, modas imorais etc.

OS SÁBIOS E A GLÓRIA FUTURA
Dan. 12:3

I – O caráter dos justos.
1. Fizeram uma escolha sábia.
2. Abraçaram verdades sábias.
a) A verdadeira sabedoria não é segundo o mundo. – Rom. 1:21.
3. Tiveram uma conduta sábia e prudente. – II Cor. 6:3-10,

II – Seu dever cumprido.
1. Pelo exemplo. – I Tim. 4:11-12.
2. Pelo esforço pessoal.
3. Pelas suas ofertas.
4. Pelas suas orações.

III – Sua glória futura.
1. Sua certeza. – Apoc. 22:6-7.
2. Seu esplendor. – Apoc. 21:1-5.
3. Sua perpetuidade. – Isa. 66 :22-23.
4. Sua alegria eterna. – Isa. 35:10.
5. Tudo será novo e feliz. – Isa. 65:17-18.

LEVANTEMO-NOS QUE O MESTRE NOS CHAMA
Mar. 10:49

I – Argumentar o fato.
1. A doença da cegueira era comum no Oriente.
2. Ele não podia contemplar as belezas da natureza.
3. Certamente teria recorrido à medicina, mas debalde.
4. Agora só lhe restava a esperança neste Jesus.
5. A oportunidade chega e ele aproveita sem encarar as peripécias.
6. A sua fé é recompensada. – Vs. 48-52.
a) A gratidão que mostrou a Jesus. – V. 52.

II – Aplicação do verso 49.
1. Deus no passado chamou homens:
a) Abraão. – Gên. 12:1-3.
b) Moisés. – Êx. 3:1, 7-10.
c) Josué. – Jos. 1.
d) Samuel. – I Sam. 3:3,4.
e) Jonas. – Jon. 1:1,2.

III – Jesus também chamou.
a) Simeão e André. – Mar. 2 :16-20.
b) Levi. – Luc. 5:27, 28.

IV – Ainda hoje Jesus nos chama.
1. Esta chamada pode consistir em:
a) Termos que deixar o mundo.
b) Termos que romper as relações com os amigos e parentes.
c) Termos que baixar ao túmulo.
d) Termos que deixar a sociedade e ir para o mato e ali viver numa choupana.
e) Termos que deixar nossos entes queridos e ir trabalhar entre os selvagens.
2. Meu irmão e minha irmã, Jesus ainda hoje chama você: levantemo-nos, pois o Mestre nos chama.

QUEM ESTÁ AO LADO DO SENHOR?
Êx. 32:25-29, 26

O motivo que levou Moisés a fazer essa significativa pergunta.

I – O conflito, e qual o lado do Senhor.
1. Crença em Deus contra ateísmo, imoralidade.
2. Escrituras em oposição às falsas filosofias.
3. O Evangelho versus superstição.
4. Cristo versus justiça própria.
5. Os mandamentos de Deus versus a tradição e os mandamentos dos homens.
6. O sangue de Cristo versus boas obras e esforços e invenções humanas.

II – Os amigos do Senhor e o que precisam fazer.
1. Consagrar-se sem reservas ao Senhor. V. 29.
2. Decidir-se real e firmemente. – V. 26.
a) Por uma união aberta e decidida com a igreja. – Mat. 10:29-34; 19:29.
b) Abandonando pecados, vícios, o mundo, e demonstrando a verdade na sua vida, Lembrar-se de que a vitória e a verdade não estão com a maioria. – Mat. 7:13, 14; Luc. 12 :32.
3. Estar em prontidão. – V. 27.
a) A espada é a palavra. – Efés. 6:17.
4. Fazer o que lhes for ordenado. – Êx. 32 :28.

III – A hoste do Senhor e a coragem que produz.
l. A causa é santa, do Todo Poderoso.
2. Cristo mesmo é o capitão. – Isa. 55:4.
a) Nunca perdeu uma batalha. – Não devemos hesitar.
3. Os anjos são do nosso lado. – II Reis 6:17.
4. Milhares dos melhores homens têm estado neste lado. – Heb. 12:1.
5. Este é aquele lado da batalha cuja vitória terminará no Céu, enquanto que a do mundo nunca tem fim. – Apoc. 7:9.-17; Mat. 10:22; Jo. 16:33; Isa. 54:17.

É muito fácil dizer que o Senhor está ao meu lado; mas o mais importante é saber “se eu estou do lado do Senhor”. – I Reis 18:21; Jos. 24:14,15.
Quem quer estar ao lado do Senhor?

“E O ABENÇOOU ALI”
Gên. 32:22-29

Há na vida de cada indivíduo ocasiões decisivas e aflitivas.
O caso de Jacó. Sua consciência o condenava. Estava sem esperança. Necessitava de um auxílio mais do que humano. Suplicou uma bênção. A bênção é sublimei

I – Qual foi a bênção que Jacó recebeu?
1. Foi salvo de um perigo (Esaú). – V. 11.
2. Foi perdoado do grande mal. – (Enganador).
3. A fenda entre ele e Esaú removera-se. – 33:4.
a) Riquezas não o satisfaziam.
4. Ganhou um novo nome. – V. 28; Apoc. 2:17.

II – Qual será o lugar de bênção? “Ali”.
1. Um lugar de grandes aflições. – V. 6, 7.
2. Lugar de uma confissão humilde. – V. 10.
a) Antes exaltado, depois humilhado.
b) Pela confissão humilde nossos pecados serão apagados. – Isa. 43:25; Prov. 27:13.
3. Lugar de comunhão. – V. 30; 28:16,17.
a) Humilhados e santificados, poderemos ver a Deus.
4. Lugar de vitória. – V. 28, 29; Oséias 12:4.

III – Será esta conferência um tal lugar de bênção?
1. Sim, se estamos prontos:
a) A nos humilhar.
b) A confessar as nossas faltas.
c) A nos consagrar.
d) A renovar o concerto (águas passadas não voltam).
e) A executar a vontade de Deus. – Deut. 4:29.
2. Deus quer nos abençoar “aqui”. – Sal. 65:4; 5:12.
3. Abençoando, a bênção permanecerá para sempre. – I Crôn. 17:27.
4. Você quer ser abençoado aqui?
Vamos crer. Lutar para alcançar. Somente o Senhor pode abençoar.
Olhemos, pois, a Ele e exclamemos como Jacó: “Na verdade o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia.” Gên. 28 :26.

MARIA AOS PÉS DE JESUS
Luc. 10:38-42

Não há duas pessoas iguais neste mundo. Mesmo os irmãos gêmeos. Por exemplo, Esaú e Jacó. Maria e Marta são tão diferentes! As duas são crentes. Procuremos imitar aquela que recebeu o louvor do Mestre.
O exemplo de Maria aos pés de Jesus fornece-nos uma lição:
1. Piedade. A saber: devoção.
Ela já sabia bastante, mas queria aprendei- mais. Deleitava-se nas coisas espirituais.
2. Consagração.
Jesus merece o nosso tempo, a nossa atenção. Foi ela que mais tarde ofereceu aquele inebriante perfume (Jo. 12:1-8).
3 . Previdência.
Jesus não estaria sempre com a família de Betânia. Foi nessa vila que Ele mais tarde afirmou: “A Mim não haveis de ter sempre.” (João 12:8). Nos dias bonançosos o crente se descuida.  Quando sobrevêm os tempos difíceis, sente-se perturbado. Um dia Lázaro, o irmão, morreu. Marta foi a primeira a correr a Jesus (João 11:20).
CONCLUSÃO – A Bíblia está cheia de bons exemplos deixados para a nossa edificação. Aprendamos com Maria as boas lições que a sua atitude nos sugere.

ZAQUEU CONVERTIDO

I – Era rico, porém não satisfeito.
1. O mundo não o satisfazia.
2. Queria ver a Jesus.

II – Impedido, porém foi vencedor.
1. A multidão o estorva; tem dificuldades.
2. Não se deixa vencer.
3. Sobe a uma árvore para conseguir o seu objetivo.

III – Escondido, porém descoberto.
1. Não é visto facilmente entre a ramagem.
2. Cristo quer ter uma confissão de sua necessidade.

IV – Desconhecido, porém chamado por nome.
1. Jesus o conhece bem.
2. Conhece o desejo de seu coração.
3. O Pastor chama Suas ovelhas pelo nome. – Jo. 10:3.

V – Esperando, porém surpreendido.
l. Esperava ver Jesus, ao passar, mas teve a alegria da Sua visita.
2. Jesus entrou em sua casa e comeu com ele.

VI – Necessitado, porém salvo.
1. Era classificado com os pecadores. – V. 7.
2. Cristo havia vindo para salvá-lo e “salvar o que se havia perdido”. – V. 10.
VII – Mau, porém transformado.
1. O aceitar a Cristo resulta em uma grande transformação.
Jo. 1:12; Luc.19:6.
2. Restituiu o roubado.
3. Ajudou os pobres.
4. A justiça caracteriza o que realmente pertence ao Senhor.
Jo. 2:29.

A NOVA VISÃO DE UM CONVERTIDO
At. 9:1-16

Narrar o fato e as circunstâncias, em síntese.
I – Atitudes antes da conversão.
1. A pessoa tem zelo fanático pela religião. – V. 1; 22:3; Gál. 1:13-14.
2. Ataca e persegue os que crêem no Evangelho puro. – V. 1.
3. Julga que combater os crentes e matá-los é prestar serviço a Deus. – V.2. Jo. 16:2.

II – Fatores que contribuem, para a nossa conversão.
1. A luz do Céu, ou iluminação do Espírito Santo. – V. 3.
2. Deus revelando à pessoa o seu pecado e o seu erro. – V. 1.
3. Um encontro pessoal com Jesus. – V. 5.
4. Submissão completa à vontade de Jesus. – V. 6-7.

III – Provas reais da conversão.
1. A oração espontânea a Deus. – V. 8-11.
2. O testemunho de Deus sobre nós e em nós. – V. 11-16; I Jo. 5:10-12.
3. Plenitude do Espírito Santo em nós. – V. 18-19.
4. União com os crentes. – V.19.
5. Ousadia para pregar a Cristo. – V.20.

VITÓRIA MEDIANTE A ENTREGA COMPLETA

I – Redenção.
1. O redentor e o preço pago. – I Ped. 1:18-20; At. 20 :28; Efés. 5:2.
2. A quem pertencemos? – I Cor. 6 :19, 20; Rom. 14:8.
3. Como tornar-se filho de Deus. – Gál. 3:26.

II – Entrega completa na vida vitoriosa.
1. Convite para a entrega. – Prov. 23:26.
2. A quem nos devemos entregar? – Rom. 6:13.
3, Certeza de vitória aos que se entregam. – Rom. 6:14.

III – Poder mediante a entrega a Cristo.
1. O poder prometido. – Jud. 24; 1 Ped. 1:3-5; Isa. 26:3.
2. Exemplo da Igreja de Macedônia. – II Cor. 8:5.

IV – Buscar o Senhor de todo o coração.
l. Exemplo do passado. – II Crôn. 15:12, 15.
2. Que é feito com o coração? – I Crôn. 28:9.
3. Exortação à Igreja. – Sof. 2:1-3.
4. Promessa animadora a quem busca. – II Crôn. 7:14.

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