A objetivo das dinâmicas é descontrair, brincar, fortalecer os laços de
amizade entre os membros do grupo. Favorecem a participação, a integração e
coesão, para crescimento e busca de metas comuns. São ótimas para aqueles
momentos de sono, de moleza, depois do almoço ou após blocos de trabalho
mais longos.
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DINÂMICA: TEMPESTADE
OBJETIVO:
É um excelente “vitalizador” para pós-almoço, sendo adequado,
preferencialmente, para grupos de até 40 pessoas.
PROCEDIMENTOS: O facilitador orienta que todos coloquem as
cadeiras em círculo, e guardem todos os seus objetos (bolsas, pastas,
materiais do evento, etc…) para que não caiam e se percam.
O facilitador solicita um voluntário – que deverá colocar a sua cadeira
no centro do Círculo – e prossegue com as orientações:
1- “Vocês estão em pleno oceano, dentro de um grande barco.
Todos são passageiros ou tripulantes e a pessoa que está no
centro é o comandante do barco;”
2- “O comandante comenta que o mar está tranqüilo, em total
calmaria;”
3- “Em dado momento, ele (o comandante) dirá: ´duas ondas nos
empurram para a direita´ – Todos devem pular duas cadeiras
para a direita. Se ele disser: ´uma onda nos empurra para a
esquerda´, todos devem voltar uma cadeira para a esquerda, e
assim por diante, sempre seguindo-se a ordem do comandante.
Se ele disser `uma onda nos empurra para a frente`, todos
devem levantar e sentar rapidamente (tipo ´ola´). Se ele gritar
´tempestade`, tocos correm e trocam de cadeira, inclusive o
comandante. Quem sobrar, será o comandante e continuará a
brincadeira.
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DINÂMICA: SALVE-SE COM UM ABRAÇO
OBJETIVO:
É um excelente “vitalizador” para grupos que já se conhecem e
necessitam, sempre, exercitar e “adubar” as relações interpessoais.
MATERIAL:
Aparelho de som e CDS com músicas bem animadas.
PROCEDIMENTO:
O facilitador solicita que todos fiquem de pé, livres, soltos, sem nada
nas mãos, entrega um balão (bexiga) a uma pessoa, pede-lhe que o
encha, dê um nó no balão e prossegue nas orientações:
1- “Vocês vão dançar à vontade, em todo esse ambiente, soltos
(sem pegar nas mãos uns dos outros), conforme o ritmo da
música;”
2- “Tem uma pessoa que está segurando um balão. No momento
em que eu parar a música, todas as pessoas, em dupla, se
abraçarão;”
3- “Aquela que estiver com o balão, deve entrega-lo à pessoa que
estiver mais perto e que não esteja abraçada com ninguém.
NÃO DEVE JOGAR O BALÃO E A PESSOA QUE FOR
ESCOLHIDA DEVE RECEBÊ-LO e reiniciar a brincadeira;”
4- “A música toca e todos voltam a dançar SOLTOS, SOZINHOS.
O balão está em outra mão… A música para, outra vez, e novas
duplas se abraçam e o balão é entregue a outra pessoa… e,
assim, sucessivamente.
5- A atividade prossegue dentro da conveniência do facilitador. O
princípio é: TODOS PRECISAM SER SALVOS… COM UM
ABRAÇO.
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DINÂMICA: “OLÁ MEU BICHINHO!”
OBJETIVO: lazer e descontração.
MATERIAL:
Aparelho de som e CDs com músicas bem animadas. Uma venda para
olhos (pano de preferência escuro).
PROCEDIMENTO:
O facilitador solicita que todos fiquem de pé, livres, soltos, sem nada
nas mãos. Solicita um voluntário que será vendado e prossegue com
as orientações:
1- Eu vou colocar uma música e vocês deverão dançar de mãos
dadas em Círculo ao som da música.
2- A pessoa vendada ficará no centro do Círculo.
3- Quando eu parar a música, a pessoa que está no centro do
Círculo apontará para uma pessoa e irá na direção desta.
Chegando próximo dirá: “Olá Meu Bichinho!”.
4- A pessoa escolhida deverá então imitar o som de um animal
(latir, miar, coaxar, etc.)
5- A pessoa vendada deverá adivinhar quem é a pessoa que está
imitando o bichinho, dizendo seu nome.
6- Serão dadas três chances. Caso a pessoa não acerte,
continuará no centro do Círculo e outra música é colocada e a
brincadeira prossegue.
7- Caso acerte, a pessoa que foi o “bichinho” será vendada e irá
para o centro do Círculo, e a brincadeira prossegue.
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HISTÓRIAS E TEXTOS Para Reflexão

As mãos de Deus
Um observador do mundo disse:
Quando observo o campo sem arar, quando as terras para
lavoura estão esquecidas, quando vejo a terra ressequida e
abandonada me pergunto: Onde estão as mãos de Deus?
Quando observo a injustiça, a corrupção, a exploração dos
fracos; quando vejo o prepotente avarento enriquecer-se da
exploração do ignorante e pobre, do trabalhador e do homem
do campo, me pergunto: Onde estão as mãos de Deus?
Quando contemplo uma anciã no asilo esquecida e
abandonada pela família, me pergunto: Onde estão as mãos
de Deus?
Quando observo um jovem, antes forte e decidido, agora
embrutecido pela droga e álcool; quando vejo o que antes era
uma inteligência brilhante, reduzida agora somente a farrapos
sem rumo nem destino, me pergunto: Onde estão as mãos de
Deus?
Quando a mocinha ainda inocente que deveria sonhar e ter
fantasias, para sobreviver pinta o rosto, encurta o vestido e
sai a vender seu corpo, me pergunto: Onde estão as mãos de
Deus?
Quando aquele pequeno menino, as três da madrugada me
oferece um jornal, e contemplo sua miserável caixinha de
doces sem vender; quando o vejo dormir na porta dos bares,
tiritando de frio com alguns jornais que cobrem o seu corpo;
quando seu olhar me reclama uma carícia, quando o vejo
vagar sem esperanças pela rua, me pergunto: Onde estão as
mãos de Deus?

Quando vejo os povos e raças entregues às lutas e à
violência, pior que os animais selvagens, me pergunto: Onde
estão as mãos de Deus?
E me dirijo a Deus e Lhe pergunto: Onde estão Suas mãos
Senhor? Onde estão Suas mãos para lutar pela justiça, para
dar carícia, um consolo ao abandonado; para resgatar a
juventude das drogas; dar amor e ternura aos esquecidos,
unir esses povos divergentes e acabar com essas guerras e
horrores?
Depois de um longo silêncio, escutei Sua voz que exclamou:
“Tu não te dás conta de que Tu és Minhas mãos? Use-as
para o que foram feitas.”
E então compreendi que as mãos de Deus somos nós, “Tu e
Eu”, os que temos a vontade, o conhecimento e a coragem
de lutar por um mundo mais humano e justo; aqueles cujos
ideais não permitem que permaneçam omissos e negligentes,
aqueles que desafiando a dor, a crítica, a apatia, a
incompreensão e a ignorância, se esforçam e se empenham
para ser as mãos de Deus.
O mundo necessita dessas mãos, mãos cheias de ideais e
estrelas, cuja obra magna seja contribuir dia e dia, durante
toda sua vida, para forjar uma civilização que busque valores
superiores; mãos que compartilhem generosamente as
bênçãos que Deus nos oferece. E assim, ao chegar ao fim de
suas vidas terrenas, essas mãos possam estar vazias,
porque entregaram, com amor, tudo para o qual foram
criadas.
E Deus, certamente dirá: “Essas são as Minhas mãos!”
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SOBRE OS AMIGOS
Não ande à procura de amigos que não tenham defeitos, porque então
ficará a vida inteira sem amigos.
Mas não procure os defeitos nos seus amigos, porque então aos
poucos, os seus amigos irão deixando-o, e assim acabará ficando
sozinho.
Não ame os seus amigos só porque não têm defeitos; ame-os, apesar
dos seus defeitos; e se quiser, ame-os precisamente por causa de
seus defeitos, pois o fato de terem defeitos quer dizer que são mais
humanos.
Não pretenda exigir que seus amigos sejam melhores que você; se de
certo o forem, seja grato e aproveite seus exemplos; se não o forem,
respeite-os e ofereça-lhes sua ajuda para que melhorem; mas com
paciência, com compreensão, com bondade, com o máximo respeito
pela personalidade deles.
Não pretenda mudar seus amigos; deixe-os que sejam como Deus os
fez; não se preocupe se você não é como eles. Você também tem o
direito de ser como Deus o fez.
Seu grupo de amigos é algo que deve ser conservado, porque você e
eles precisam dele.
Afonso Milagro
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DIALOGAR É DESCOBRIR
Quanto mais avançarmos na descoberta dos outros, tanto mais
substituiremos as tensões por laços de amizade e paz.
Através do diálogo aprendemos a respeitar a pessoa humana, seus
valores, sua cultura, sua autonomia legítima, sua autodeterminação.
Através do diálogo aprendemos a olhar para além de nós mesmos, a
fim de compreender e valorizar o que há de bom nos outros.
Através do diálogo aprendemos a contribuir para um desenvolvimento
e um crescimento justos.
Através do diálogo aprendemos a transformar a solidariedade em
característica permanente do mundo em que vivemos.
Através do diálogo aprendemos a fazer da amizade um valor sem
fronteiras.
Autor Desconhecido
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A FORÇA DA UNIÃO
Só a união faz a força – sinto muito, mas as verdades banais de todos
os tempos são verdadeiras – seria bom se a gente tentasse fazer o
que elas sugerem, em vez de, críticos e céticos e pessimistas,
encolhermos os ombros e deixarmos que a espécie continue, cega,
caminhando em velocidade acelerada para o buraco negro da
aniquilação.
Nunca se pôde dizer, como hoje: ou nos salvamos – todos juntos – ou
nos danaremos – todos juntos.
J. A. Gaiarsa
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A Estação
“Escondida dentro de nós, há uma visão ideal
daquilo que queremos alcançar”.
Estamos viajando de trem. Pela janela, absorvemos
as cenas que passam, de crianças acenando numa
encruzilhada, gado pastando num morro distante,
fileiras de plantações, campinas e vales, montanhas e
colinas rolando no horizonte, silhuetas de cidades.
Mas acima de tudo, em nossa mente, está o destino
final. Algum dia desceremos numa estação, onde
bandas de música e bandeiras desfraldadas nos
esperam. Ao che gar lá, nossos sonhos se realizarão e as
peças de nossa vida se encaixarão, completando o
quebra-cabeça. Inquietos, andamos pelo corredor,
contando os minutos, esperando, esperando, esperando
chegar à estação.
“Quando chegar a estação, tudo vai acontecer!”,
pensamos. “Quando eu fizer 18 anos”. “Quando eu
passar no vestibular”. “Quando terminar a
universidade”.“Quando eu comprar um carro”.“Quando
aparecer aquela pessoa especial em minha vida”.
“Quando eu me casar” “Quando meu filho caçula
acabar a faculdade”.“Quando terminar de pagar as
prestações da casa”.“Quando eu for
promovido”.“Quando me aposentar”.“Quando…” “Ai
serei feliz”.“Ai poderei servir…”
Mais cedo ou mais tarde, descobrimos que não
existe estação, não existe lugar de chegada onde
encontraremos o nosso ideal. A verdadeira alegria da
vida é a viagem. A estação é um sonho que cada vez se
distancia mais de nós.
“Aproveite o momento” é um bom dito,
principalmente quando associado ao salmo “Pois as
tuas prescrições são as minhas delícias.”
Não são as dificuldades de hoje que preocupam os
homens; são os remorsos do passado e os medos do
futuro. Remorso e medo são ladrões gêmeos que nos
roubam o presente.
Pare de andar para lá e para cá no corredor do
trem, contando os minutos. Em vez disso, escale mais
montanhas, tome mais sorvete, ande mais descalço,
nade em mais rios, veja mais o pôr do sol, ria mais,
chore menos, faça muitos amigos, ame as pessoas, e,
principalmente, cuide de sua vida espiritual e sirva. A
vida deve ser vivida enquanto vivemos. A estação final
logo chegará…”
“Queridos amigos: os dias passam rapidamente como o
cintilar de uma estrela. Deixem sua marca agora, neste
momento crítico de mudanças, cujo igual jamais retornará.
Deixem sua marca em atos que lhes assegurem as bênçãos
celestiais – garantam para vocês, para a raça humana inteira,
um futuro além de qualquer estimativa terrena.”
A Casa Universal de Justiça _ Ridván 156 / Abril 1999
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PACIÊNCIA
Esta é a história de um rapaz que tinha um gênio muito difícil. Seu pai
lhe deu uma bolsa de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a
paciência, deveria pregar um prego detrás da porta.
No primeiro dia, o rapaz cravou 37 pregos detrás da porta. As
semanas se seguiram e, a medida que ele aprendia a controlar seu
gênio, cravava cada vez menos pregos atrás da porta.
Por fim descobriu que era mais fácil controlar-se que cravar pregos
atrás da porta.
Chegou o dia em que ele pôde controlar-se durante todo o dia.
Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego
cada vez que conseguisse controlar sua raiva e impaciência.
Os dias se passaram e o jovem pôde finalmente anunciar a seu pai
que não restavam mais pregos para retirar da porta.
Seu pai o tomou pela mão e o levou até a porta.
Seu pai lhe disse: “Você trabalhou muito duro, meu filho. Porém, olhe
todos esses buracos na porta. Ela nunca mais será a mesma.
Cada vez que você perde a paciência, deixa cicatrizes exatamente
como as que você poder ver na porta.”
Você pode insultar a alguém e depois retirar o que disse, porém, o
modo com você falou deixa cicatrizes que perduram para sempre.
Uma ofensa verbal é tão daninha como uma ofensa física.
Os amigos são jóias preciosas. Nos fazem rir e nos animam a seguir
adiante. Nos escutam com atenção, e sempre estão prestes a abrirnos
seu coração.
“O sábio não diz tudo o que sabe, e o ignorante não sabe o que diz.”
Provérbio chinês
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SE EU FOSSE CRIAR MEU FILHO DE NOVO
Se eu fosse criar meu filho de novo,
Faria mais pintura a dedo, em vez de apontar o
dedo,
Seria menos corretivo e mais conectivo.
Olharia menos o relógio, e mais para ele.
Cuidaria menos de aprender, e aprenderia a cuidar
mais dele.
Faria caminhadas, soltaria pipas.
Pararia de brincar de sério para brincar a sério.
Correria mais pelos campos e contemplaria mais
estrelas.
Daria mais abraços e menos broncas.
Construiria a auto-estima primeiro, e a casa
depois.
Seria menos firme, e muito mais afirmativo.
Ensinaria menos sobre o amor ao poder,
E mais sobre o poder do amor.
Diane Loomans
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DE GRAÇA
O garotinho entregou à mãe uma folha de papel, com a seguinte
relação:
Cortei a grama R$ 5,00
Arrumei meu quarto ontem R$ 2,00
Fui ao supermercado para você R$ 7,00
Tomei conta do meu irmão R$ 3,00
Levei o lixo para fora R$ 5,00
Notas boas no boletim R$ 10,00
Varri o quintal R$ 2,00
Total a receber R$ 34,00
A mãe fitou o menino, pegou uma caneta e escreveu no verso da
folha:
Carreguei você durante nove meses
dentro de mim De graça
Consolei, cuidei e rezei por você De graça
Lágrimas derramadas por você em
todos esses anos De Graça
Noites em claro e preocupações
passadas, presentes e futuras De graça
Brinquedos, roupas, banhos e
assoar o seu nariz De graça
Somando tudo, o custo total do amor é De graça
Quando o menino terminou de ler a resposta da mãe, seus olhos
se encheram de lágrimas. Levantou o rosto e disse:
– Mamãe, eu te amo muito – e, pegando a caneta, escreveu ao
lado da lista: TOTALMENTE PAGO.
M.Adams
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O EXEMPLO
Num dia de sol, meu amigo Bobby, pai orgulhoso
de dois filhos, levou os meninos para jogar
minigolfe. Chegando à bilheteria, perguntou:
– Quanto custa a entrada?
– Três dólares para você e três dólares para
crianças acima de seis anos. Abaixo de seis anos,
é grátis. Quantos anos eles têm?
Bobby respondeu:
– O engenheiro aqui tem 3 anos, e o médico tem 7,
portanto são seis dólares.
– Ei, você ganhou na loteria? Poderia ter
economizado três dólares. Era só me dizer que o
mais velho tem 6 anos. Eu nunca saberia – disse o
rapaz da bilheteria.
– É verdade, mas eles saberiam – disse meu amigo.
“Nenhum legado é tão valioso quanto a
honestidade.”
William Shakespeare
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VOCÊ É UMA MARAVILHA
Cada segundo que vivemos é um momento novo e
único no universo, que nunca mais voltará a ser…
E o que passamos a maior parte do tempo
ensinando às crianças? Que dois e dois são quatro
e Paris é a capital da França.
Mas deveríamos dizer a qualquer criança: Sabe o
que você é? Você é uma maravilha. Você é única.
Em todos os séculos que já se passaram, nunca
existiu alguém como você. Seus braços, suas
pernas, seus olhos, seus dedos ágeis, seu jeito de
andar, são só seus.
Você é uma mina rica em jóias preciosas pois
dentro de você Deus colocou a essência de Sua
Luz.
Você tem capacidade para qualquer realização.
Você pode ser uma luz na história da humanidade
e certamente, nunca vai querer prejudicar alguém
que, como você, é uma maravilha.
Temos que trabalhar para fazer o mundo digno das
crianças.
Autor Desconhecido
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AGORA GOSTO MAIS DE MIM
Senti um grande alívio quando comecei a
entender que a necessidade dos jovens vai além
da simples matéria de colégio.
Sei matemática bem, e ensino bem. Pensava
que isso bastava. Porém, agora ensino crianças e
não matemática. Aceito o fato de que só posso ter
sucesso parcial com alguns. Quando não preciso
saber todas as respostas, tenho mais respostas do
que quando tentava ser o matemático infalível, o
professor “sabe-tudo”.
O jovem que me levou a perceber isso foi
Eddie. Uma vez perguntei ao que ele atribuía o fato
de estar tão melhor na matéria do que no ano
anterior e sua resposta deu sentido à minha nova
orientação. “É porque agora gosto mais de mim
quando estou com você”, ele disse.
Um professor, citado por Everett Shostrom
“Uma vez que a auto-imagem de uma criança começa a se
desenvolver, observamos ganhos significativos em diversas
áreas mas, ainda mais importante, vemos a criança começar a
aproveitar a vida.”
Wayne Dyer
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AMOR: A ÚNICA FORÇA CRIATIVA
Um professor universitário levou seus alunos de
sociologia a uma favela de Baltimore para recolher
depoimentos de 200 meninos. Depois da visita, os estudantes
deveriam fazer um prognóstico do futuro de cada menino.
Todos os casos foram julgados “sem chance”.
Vinte e cinco anos depois, outro professor de sociologia
leu os resultados desse estudo e propôs que seus alunos
fizessem um levantamento do que havia acontecido com
aquelas crianças. À exceção de 20 meninos, que tinham
morrido ou se mudado para outra cidade, os estudantes
descobriram que, entre os 180 restantes, 176 obtiveram
sucesso acima da média como advogados, médicos e
comerciantes.
O professor ficou muito surpreso e decidiu se aprofundar
nesse estudo. Por sorte, todos moravam nas redondezas e
ele pôde perguntar a cada um deles: “A que você atribui seu
sucesso?” Todos responderam: “Tive uma professora…”
O pesquisador descobriu que a professora ainda vivia e
foi perguntar à já idosa, mas ainda vivaz senhora, que
fórmula mágica ela havia usado para seus alunos
conseguirem sair da favela e ter uma vida melhor.
A velha senhora sorriu, e disse: “É muito simples. Eu dei
amor aos meninos.”
Eric Butterworth
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No dia de Ação de Graças, o editorial do jornal falava de uma
professora que tinha pedido à turma do primeiro ano para desenhar
alguma coisa pela qual davam graças. Ao mesmo tempo, ela pensava
em quão pouco aquelas crianças de um bairro pobre tinham para
agradecer. Sabia que a maior parte desenharia perus ou outras
comidas na mesa. Qual não foi sua surpresa quando Douglas
entregou… o contorno de uma simples mão.
E de quem era a mão? A classe ficou cativada pelo enigma da
imagem.
– Acho que é a mão de Deus que nos dá comida – disse uma
criança.
– Deve ser a mão de um fazendeiro – disse outro – porque cria
os perus e galinhas.
Finalmente, quando todos estavam entretidos com outra tarefa, a
professora se aproximou de Douglas e perguntou de quem era a mão.
– É a sua professora – ele murmurou.
Ela se lembrou então de quantas vezes, no recreio, tinha levado
Douglas, um menino raquítico e desamparado, pela mão. Fazia o
mesmo com outras crianças, mas significava muito para Douglas…
Talvez todos devessem dar graças, não pelos bens materiais
que nos são dados, mas pela oportunidade, ainda que pequena, de
dar a outros.
Fonte Desconhecida
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Ser jovem
A juventude não é um período da vida; ela é um estado de
espírito, um efeito da vontade, uma qualidade da imaginação, uma
intensidade emotiva, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto
da aventura sobre o amor ao comodismo.
Não é por termos vivido um certo número de anos que
envelhecemos… envelhecemos porque abandonamos o nosso ideal.
Os anos enrugam o rosto; renunciar ao ideal, enruga a alma. As
preocupações, as dúvidas, os temores, os desesperos, são inimigos
que lentamente nos inclinam para a terra e nos tornam pó antes da
morte.
Jovem é aquele que se admira, que se maravilha e pergunta,
como a criança insaciável: “E depois?” Que desafia os acontecimentos
e encontra alegria no jogo da vida.
És tão jovem quanto a tua fé. Tão jovem quanto a tua confiança
em ti e em tua esperança. Tão velho quanto o teu desânimo.
Serás jovem enquanto te conservares receptivo ao que é belo,
bom e grandioso. Receptivo às mensagens da natureza, do homem,
do Infinito.
E se um dia teu coração for atacado pelo pessimismo e corroído
pelo cinismo, que Deus, então, se compadeça de tua alma de velho.

Comece por você mesmo…
Quando eu era jovem e livre e minha imaginação
não tinha limites, sonhava em mudar o mundo.
Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri
que não conseguiria mudar o mundo todo. Então
restringi um pouco mais minhas ambições e resolvi
mudar apenas meu país.
Mas o país também parecia imutável.
No ocaso da vida, numa última e desesperada
tentativa, quis mudar pelo menos minha família,
aqueles mais próximos a mim, mas eles não se
interessaram nem um pouco.
Em meu leito de morte, descobri enfim: se eu
tivesse começado por mudar a mim mesmo, meu
exemplo poderia mudar minha família.
Com a transformação de minha família, através de
seu exemplo e estímulo, eu teria sido capaz de
melhorar meu país e, quem sabe, de mudar o mundo.
Anônimo
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VALE A PENA TENTAR…
Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo
passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorá-
los.
Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a
ajudá-lo.
O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar
em outro lugar.
Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que
pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do
mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários
pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho
dizendo:
Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para
consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo
bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!
Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o
mapa.
Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente.
A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível
na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto.
Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de
que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o
mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos
devidos lugares.
Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o
papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de
um homem.
Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas
não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e
comecei a consertar o homem que eu sabia como era.
Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia
consertado o mundo!
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O JOVEM LENHADOR:
Havia um jovem lenhador, cheio de vitalidade e motivação.
Em seu primeiro dia de trabalho, entusiasmou-se muito, pois havia
derrubado 104 árvores. Vinte a mais do que a média de outros
lenhadores. No dia seguinte, fez 101 árvores tombarem, no outro 97. E
assim, dia após dia, seu esforço foi aumentando e a produtividade
caindo cada vez mais.
Ao décimo dia, contou, muito cansado, 79 árvores no chão.
Parou e foi pedir ajuda. E ela veio. O mais experiente dos
lenhadores ensinou:
– “Sua dedicação é maravilhosa e surpreendente, mas
quantas vezes você parou para afiar o machado?”
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A M AIS BELA CASA DO MUNDO:
Uma vez havia um homem que estava ocupado
construindo sua casa. Queria que fosse a casa mais bela, cálida e
confortável no mundo.
Alguém veio lhe pedir ajuda porque o mundo estava
incendiando-se. Porém, ele somente tinha interesse em sua casa, não
no mundo.
Quando finalmente terminou de construir sua casa,
descobriu que não tinha um planeta onde colocá-la.
O Báb disse:
“Se uma pequenina formiga desejasse, neste dia,
possuir tal poder que a capacitasse a desvendar as
passagens mais abstratas e complexas do Corão, seu desejo,
sem dúvida, seria satisfeito, já que o mistério do poder eterno
vibra dentro do mais íntimo ser de todas as coisas criadas. –
Se tão imponente criatura pode se dotada de uma
capacidade tão sutil, quanto mais eficaz não deve ser o poder
libertado através das generosas efusões da graça de
————————————————————————————————
AS CAIXAS DE DEUS
Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu. Uma é
cinza e a outra dourada. Ele me disse, “coloque todas os teus
sofrimentos e dores na cinza, e todas as tuas alegrias na dourada”.
Eu obedeci o que Ele me disse e as minhas alegrias e tristezas
guardei em caixas separadas.
Porém, a dourada, a cada dia foi ficando mais pesada e a cinza
continuava tão leve quanto antes.
Com curiosidade abri a caixa cinza para saber porque continuava tão
leve e descobri, no fundo da caixa, um buraco pelo qual haviam caído
todas as minhas tristezas. Mostrei a Deus o buraco na caixa e refleti
em voz alta: “Estou me perguntando onde estarão as minhas
dores?…:”
Ele me sorriu, “filho meu, todas as tuas dores e tristeza estão comigo”.
Então lhe perguntei: “Senhor porque me destes duas caixas, uma
dourada, e uma cinza, com um buraco?”
“Filho meu, a dourada é para que você possa contar tuas bênçãos, e a
cinza para que esqueças tuas dores”.

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