BIOGRAFIAS  DO  NOVO  TESTAMENTO.

704. O NOME DE JESUS. MT. 1:21.
1. “Jesus” é o Nome acima de todos os nomes. Fp. 2:9.
2. Somente neste Nome há salvação. At. 4:12.
3. Se pedirmos em Seu Nome, seremos atendidos. Jo. 14:14.
4. Em Seu Nome nós devemos nos reunir. Mt. 18:20.
5. Em Seu Nome pregamos. Lc. 24:47; At. 4:17-20.
6. Em Seu Nome disciplinamos os infiéis. l Co. 5:3-5.
7. Por causa desse Nome sofremos perseguição. At. 5:41.
8. Ao Seu Nome todo joelho se dobrará. Fp. 2:10,11.
9. Com esse Nome, manifestou-se como o ressuscitado. At. 22:8; Ap. 22:16.
10. O Nome de Jesus é tudo para nós.
A) É um nome ordenado por Deus. Não foram José e Maria que o escolheram, foi anunciado por um anjo.
B) O significado desse Nome.
“Jesus” (grego) = “Josué” (hebraico): Salvador.
Com isso, Josué foi avisado quem seria a criança posteriormente.
No Antigo Testamento, o nome aparece duas vezes: Josué, o grande líder de Israel depois de Moisés, que conduziu o povo para a terra prometida. Como tal, ele é um exemplo de Jesus, que conduz os crentes do mundo pecaminoso para a glória celestial.
Na luta mais árdua de Israel o sol parou. Js. 10:12,13; quando Jesus venceu o maior inimigo, o sol ficou encoberto. Mt. 27:45.
A segunda pessoa, com esse nome, é o sumo sacerdote Josué (renovo). Zc. 6:11,12. (Veja Is. 4:2).
Nosso Josué-Jesus é os dois em uma só pessoa: Salvador e Sumo sacerdote. Hb. 7:25.
Seus precursores, no Antigo Testamento, morreram. Ele vive para sempre. Hb. 13:8.
C) O grande poder do Nome de Jesus.
Através do anjo foi anunciado: Ele salvará Seu povo.
Ele salva:
– da culpa do pecado.
– do poder do pecado. Rm. 7:24,25.
– do juízo vindouro. Jo. 3:36; 5:24.
– e quando Ele voltar, nos dará um corpo incorruptível.

705. JOÃO BATISTA. MT. 3:1; 11:11.
Sua vida curta e frutífera foi rica em ensino, edificação e cheia de acontecimentos importantes.
– A profecia sobre João Batista está em Malaquias 3:1.
João foi o precursor do Senhor.
1. Seu caráter extraordinário.
a) Este já foi salientado pelo anjo Gabriel. Lc. 1:15-17.
b) Também o seu pai, Zacarias, foi avisado dos propósitos de Deus com seu filho.
c) João Batista foi uma pessoa muito humilde, não viveu para si, mas glorificou a Cristo, cujo instrumento queria ser. Jo. 1:19-23,27.
2. Seu nascimento também foi cercado por circunstâncias extraordinárias. Lc. 1:5 -25.
3. O importante ministério de João Batista.
a) Como pregador no deserto. Mt. 3; Lc. 3:1-20.
b) João batizou a todos que aceitaram a sua mensagem e se arrependeram. Grandes multidões foram balizadas. Também Jesus, o Rei vindouro foi balizado. Mt. 3:5,6,13-17.
c) Seu ministério envolveu todo povo, ricos e pobres, todas as classes. Durou pouco tempo, mas, nesse tempo, realizou mais obras do que outros realizaram em uma vida inteira.

706. GRANDE FÉ. MT. 8:5-10.
Muitas pessoas indecisas se escondem atrás da frase: “… a fé não é de todos” (2 Ts. 3:2). Porém, sem justificativa alguma.
1. O centurião foi outrora totalmente ignorante em coisas religiosas, mas ele creu no Senhor.
2. As escrituras falam de diversos tipos de fé:
a) Muitos não possuem fé. Jo.12:37.
b) Outros têm uma pequena fé. Mt. 16:8.
c) Os tessalonicenses tinham uma fé crescente e ativa. 2 Ts. 1:3.
d) A fé de Abraão era grande. Rm.4:20.
3. O centurião, tinha uma grande fé. Com ela tudo é possível. Mc. 9:23.
4. A sua fé parece-nos grande em relação à sua posição como oficial romano. Ele não temeu o escárnio de seus colegas, ao correr atrás de um judeu.
5. Ela foi grande, em relação às circunstâncias.
Veio a Jesus por causa de um escravo. Portanto, também era grande em humildade e misericórdia.
6. Grande foi sua fé, pois ele esperou um milagre do Senhor para seu escravo paralítico, quando pediu ao Senhor: “manda apenas com uma palavra”. Sl. 107:20.
7. A fé do centurião foi grande em relação ao resultado. V.13.
Na medida em que cremos, fazemos experiências com o Senhor.

707. “MESTRE, SEGUIR-TE-EI”.
Isto um escriba disse em Mt. 8:19,20. Porém, refletiu pouco sobre este propósito seu.
1. Sua grande decisão.
a) O escriba foi um dos poucos a procurar Jesus. 1 Co. 1:20.
b) Era um homem decidido. 2 Sm. 15:21; Rt. 1:16,17.
c) Sua decisão foi sem reservas, disse: “seguir-te-ei para onde quer que fores”. Mt. 8:19; Ap. 14:4.
d) Nenhuma decisão é tão necessária quanto esta. At.4:12.
2. A atitude impetuosa do escriba.
a) Deixou-se conduzir por um entusiasmo momentâneo. Os milagres e as pregações poderosas de Cristo atraíram-no.
b) Seu voto foi impensado, pois não conhecia o cálice que o Senhor logo iria beber. Mt. 20:22.
c) Confiou em suas próprias forças. Lc. 22:33.

708. O PUBLICANO MATEUS. MT. 9:9-13.
Mateus relatou a história da sua própria conversão. Dificilmente poderia tê-lo feito de maneira mais resumida. Ela não contém nada de enfeites, apenas modéstia e humildade.
1. O seu estado anterior: um publicano e pecador.
2. O chamado do Senhor: “Segue-Me”. V.9.
3. A resposta da fé: seguiu a Jesus. V.9.
4. Seu sacrifício por Jesus: deixou tudo. Mc. 10:28.
5. Seu amor por Jesus: preparou-lhe um banquete.
6. Seu amor pelo próximo: convidou muitos.
7. Sua prontidão para passar por humilhações. V.11; Hb. 13:13.

709. JAIRO. MT. 9:18-26.
Jairo significa “ele ilumina”. Consideremos a luz que ele transmitiu neste relato.
1. Sua posição elevada: um chefe da sinagoga.
2. Sua grande necessidade: a morte bate à porta.
3. Seu único refúgio: o Senhor Jesus. V.18.
4. Seu obstáculo: o grande multidão. Vv.23,24.
5. Sua fé, como de criança. V.18.
6. O estímulo do Senhor. Mc. 5:36.
7. O grande milagre. V.25.
8. Apesar da proibição de Jesus, o milagre foi divulgado. V.26; Mc. 5:43.

710. FÉ RECOMPENSADA. MT. 9:20-22.
1. Grande necessidade.
a) Uma doença séria e um grande flagelo. Mc. 5:29,34.
b) As conseqüências eram graves: impura perante a lei e por isso banida da comunidade. Lv. 15:25-27.
c) Um retrato do pecador diante de Deus.
d) A doença era incurável; já durava 12 anos.
2. Seu esforço inútil.
a) Consultou muitos médicos. Mc. 5:26.
b) Com isso, gastou todos seus bens. Mc. 5:26;Lc.8:43.
3. Sua fé genuína.
a) Apesar de muitas decepções, veio a Jesus, de quem havia ouvido coisas maravilhosas.
b) Tocou no Senhor. Mc. 5:27.
c) A fé vem pela pregação. Rm. 10:17.
d) Depois disto tudo, esperou ajuda somente do Senhor.
4. Sua cura.
a) Uma mulher fraca tocou num salvador poderoso e foi imediatamente curada.
b) Tão de repente o pecador pode ser curado por um olhar cheio de fé para Jesus. Hb. 12:2.
c) O fruto permanente de sua fé: “paz”. Mc. 5:34; Rm. 5:1.

711. UMA DIFÍCIL PROVA DE FÉ. MT. 15:21-28.
(Uma mensagem para o dia das mães)
O Senhor não olha para a raça e origem da pessoa, mas sim para sua fé.
1. Uma mãe amorosa e sofredora.
a) Entre todos os povos o amor de mãe é capaz de qualquer sacrifício. Isto ela nos mostrou.
b) Era destituída das promessas para o povo de Deus. Vv.22,24.
c) sua fé : chamou o Senhor de “Filho de Davi”. V.22.
d) sua persistência: não desistiu.
e) sua abnegação: permitiu ser comparada a cachorrinhos. Vv.25,26.
2. Seu refúgio verdadeiro.
a) Ouviu do Senhor, o único salvador. Vv.22,28.
b) Caiu de joelhos e O adorou. Vv.25-27.
3. A prova de fé.
a) A mãe foi provada seriamente.
b) Era uma mulher cananéia.
c) O Senhor calou-se diante dos seus pedidos. V.23.
d) Os discípulos queriam mandá-la embora. V.23.
4. A vitória da fé.
a) Jesus disse-lhe: “faça-se contigo, como queres”. V.28.
b) Sua fé alegrou o Senhor. Ele não exaltou sua humildade, seu amor de mãe ou sua persistência, mas sua fé.
c) sua filha foi curada.

712. A QUEDA DE PEDRO. MT. 26:69-75.
1. A causa
a) Sua grande autoconfiança. Vv.33-35.
b) A inobservância da advertência de Cristo. Vv.40,41.
c) Seu medo dos homens: seguia de longe. V.58.
d) Sua comunhão proibida. V.58; Sl. 1:1.
2. O resultado.
a) Pedro esquivou-se covardemente e negou a Jesus. Vv.70,72.
b) Praguejou, jurando. V.74.
c) A tríplice repetição. Lc. 22:56-60.

713. A RESTAURAÇÃO DE PEDRO.
A Escritura não nos relata somente a queda, mas também a restauração de Pedro. Que é obra do grande Sumo-sacerdote (Hb. 7:25; Rm.8:34;1 Jo.2:1). Hoje, porém, o Senhor utiliza seus servos. Gl. 6:1.
Veja como Pedro foi restaurado através:
1. Do olhar do Senhor. Lc. 22:61.
2. Da intercessão de Jesus. Lc. 22:32.
3. Do cantar do galo. Mt. 26:74,75.
4. Do seu arrependimento verdadeiro. Mt. 26:75.
5. De sua pressa em encontrar o Senhor. Lc. 24:12; Jo. 20:4.
6. De verdadeira humildade e confissão. Jo. 21:15-17.

714. JUDAS E SEU FINAL HORRÍVEL. MT. 27:3-10.
1. Judas foi um apóstolo chamado por Jesus Cristo. Mt. 10:4.
2. Foi testemunha dos maiores sinais e milagres.
3. Ouviu as mais poderosas mensagens.
4. Atuou como apóstolo. Mc. 6:7-13.
5. Teve a confiança de todos, pois administrava o caixa. Jo. 13:29.
6. Amou o dinheiro, a raiz de todos os males. 1 Tm. 6:10; Jo. 12:4-7.
7. Menosprezou a advertência de Cristo. Jo. 13:21-30.
8. Tornou-se um instrumento de Satanás.
9. Seu final foi terrível. Mt. 27:5.
10. Como preço da traição foi comprado o Campo de sangue. Mt.27:6-8.

715. BARRABÁS SABIA QUE: MT. 27:15-21.
1. Era culpado e sua condenação á morte era justa. Mc. 15:7
2. Jesus era inocente. Jo. 19:4; 1 Pe. 2:22.
3. Jesus foi pendurado na cruz em seu lugar, o Justo sofrendo pelo injusto. 2 Co. 5:21; Is. 53:4-6. 1 Pe. 3:18.
4. Nada fez para ser liberto. Rm. 4:4,5; 3:28.
5. Estava totalmente livre.
Estava juridicamente livre pois Jesus morreu em seu lugar. Ef. 1:7; Cl. l :14,20; Hb. 10:14.

716. ANDRÉ. MC. 1:16.
1. Era irmão de Pedro.
2. Sua profissão era pescador. V.16.
3. O chamado do Mestre: “Vem após mim”. V.17.
4. O motivo do chamado: tornar-se pescador de homens. Jo. 20:21-23.
5. O revestimento divino para o ministério. Mc.3:14,15.
6. Sua primeira experiência como pescador de almas. Jo. 1:40-42.
7. Sua comunhão com outros no ministério. Jo. 12:22.
8. Sua comunhão de oração. At. 1:13,14.
9. O testemunho junto dos apóstolos. At. 2:14.

717. DE PUBLICANO PARA APÓSTOLO. MC. 2:13-17.
Levi, como seu nome já diz, era de descendência sacerdotal, da casa de Arão. Porém era dominado pelo dinheiro. Os judeus consideravam os publicanos, como traidores e pecadores. Mt. 9:11.
1. Um chamado divino.
a) Ele foi dirigido a um apóstata.
b) A um homem que trabalhou para os inimigos romanos.
2. Onde Levi recebeu o chamado.
a) Na coletoria, cobrando impostos.
b) Durante o seu serviço.
3. Como recebeu o chamado.
a) Totalmente inesperado.
b) Quando o Senhor passou. (Não durante uma pregação).
4. Foi convidado para:
a) Desistir do seu negócio rendoso.
b) seguir ao desprezado Nazareno.
5. Como Levi avaliou o chamado.
a) Deixou tudo.
b) Seguiu imediatamente, como outrora Abraão. Gn. 12:4.
6. O que se seguiu a este chamado divino.
a) Uma vida completamente nova.
b) Um novo serviço: pescador de homens.
c) Um novo ministério como apóstolo.
d) A ele agradecemos o Evangelho segundo Mateus.

718. JESUS CURA OS QUE ESTÃO EM PIOR ESTADO. MC. 5:1-20.
O Senhor havia acalmado uma grande tempestade no mar. Neste texto, lemos sobre sua luta contra uma tempestade no coração humano.
O Senhor veio para destruir as obras do diabo. 1 Jo. 3:8.
1. Um homem preso por satanás.
a) Estava endemoninhado. Ef. 2:2.
b) Morava em sepulcros. Lc. 1:79.
c) Estava fora do juízo (louco). Rm. 1:21 ss.
d) Encontrava-se em grande miséria. Ap. 3:17; Sl. 88.
e) Ele se auto-flagelava. Mc. 5:4,5.
f) Era um grande perigo para sua vizinhança. Mt. 8:28.
g) Ninguém conseguia dominá-lo. Mc. 5:4.
2. O poderoso Salvador.
a) O Senhor veio para salvar os perdidos. Lc. 19:10.
b) Não foi por acaso, até este pobre.
c) Jesus perdoa a grande e a pequena culpa. Lc. 7:41,42.
d) Curou o geraseno através do poder da sua palavra, como no acalmar da tempestade. Mc. 5:8.
3. A grande mudança.
a) O curado assentou-se aos pés de Jesus.
b) Estava calmo e vestido. Mc. 5:15; Is. 61:10; Lc. 15:22.
c) Estava em perfeito juízo. Mc. 5:15.
4. O testemunho maravilhoso.
O geraseno tornou-se uma testemunha de Jesus Cristo. Não como os discípulos, mas na casa com seus familiares, em toda circunvizinhança, onde todos conheciam sua vida anterior. Seu testemunho trouxe muitos frutos. Mc. 5:20.

719. UM GRANDE HOMEM EM ISRAEL, JOÃO BATISTA. MC. 6:14-29.
O Senhor chamou-o de “o maior nascido de mulher”. Mt. 11:11.
1. Observemos suas características.
a) Homem justo e santo. V.20.
b) Uma testemunha de grande sucesso.
2. O ministério de João Batista.
Ele pregou:
a) Arrependimento, perdão de pecados e batismo.
b) O Cristo vindouro. Jo. 1:26,27,29.
c) Condenou o pecado abertamente e sem medo. V.18; Mt. 3:7,8.
d) Não fazia acepção de pessoas. V.18.
3. O que ele colheu.
a) Muitos frutos na pregação da palavra. Mt. 3:5,6.
b) Um grande louvor do Senhor. Lc. 7:28.
c) Prisão e morte dos homens. Vv.17,27,28.

720. O REI HERODES. MC. 6:14-29.
1. Um homem tocado pela palavra.
a) Tinha grande respeito e temia João Batista.
b) Gostava de ouvir sua palavra.
c) Seguia João em muitas coisas.
d) No início, resistia aos planos maldosos de Herodias. V.19.
2. Uma conversão incompleta. Lc. 14:33.
a) Herodes renunciou a alguma coisa, mas não a Herodias.
b) Amou mais o pecado do que a verdade e a justiça. V.17.
c) Permaneceu no adultério, prazeres e luxúria. Vv.18-28.
d) Causou a si mesmo muita tristeza. V.26.
e) Foi perseguido de má consciência. Vv.14,16.
3. Seu caminho para o inferno.
a) Viveu no adultério.
b) Rejeitou a palavra da verdade.
c) Amou os prazeres do mundo, que o conduziram à perdição.
d) Tornou-se o assassino de João Batista.
O pecado cresce até a catástrofe.

721. A PERGUNTA MAIS IMPORTANTE. MC. 10:17-25.
Foi feita pelo jovem rico e é: “O que devo fazer para herdar a vida eterna?”.
Esta é a pergunta das perguntas.
1. O questionador.
a) Era um homem rico e respeitado. V.22; Lc. 18:18.
b) Era exemplar em sua conduta moral. V.20.
c) Era atraente, amável. Jesus o amou. V21.
d) Preocupava-se seriamente com a salvação da alma. V.17.
e) Era destemido; ele veio em público ao Senhor. V.17.
f) Estava interiormente insatisfeito: “O que me falta ainda?”.
2. O que lhe faltava.
a) Tinha boa vontade, mas não para renunciar tudo. Vv.21,22.
b) Amava mais as riquezas do que a Cristo.
c) Os tesouros terrenos valiam-lhe mais do que os eternos. Mt. 6:21,22.
Em resumo: faltava-lhe uma decisão sincera para com Jesus.
Jesus é a vida eterna.
O jovem rico retirou-se triste.

722. O CEGO BARTIMEU. MC. 10:46-52.
1. seu estado natural: era cego, necessitado, pobre. V.46.
2. Sua certeza: Jesus pode ajudar. V.47.
3. Sua atitude: clamou ao Senhor. V.47.
4. Sua perseverança: continuou gritando até ser atendido. V.48.
5. Sua aceitação: o Senhor chamou-o. V.49.
6. Sua cura: o Senhor abriu-lhe os olhos. V.52.
7. Sua entrega total: seguiu a Jesus. V.52.
Bem-aventurado o cego que vem a Jesus, para que possa ver. Ap. 3:17,18.

723. UM GRANDE ELOGIO. MC. 14:1-9.
No versículo 9, o Senhor expressa um elogio, dirigido á Maria irmã de Lázaro.
Vejamos sua obra:
1. Uma boa obra.
a) Para isto o crente foi criado. Ef. 2:10.
b) Deve ser nossa principal tarefa. Hb. 13:16; Tt. 2:14.
c) Devemos ser ricos em boas obras. At. 9:36.
d) O Senhor recompensa as boas obras. Hb. 6:10; Ap. 14:13.
2. Uma obra de fé.
Maria realizou-a prevendo o dia do sepultamento de Cristo. Dessa forma seu conhecimento mostrava-se maior do que o dos discípulos, que queriam impedir o Senhor do caminho da cruz.
3. Uma obra no tempo certo.
a) Ela a fez pouco antes de sua morte de cruz. Mc. 14:1.
b) Enquanto os outros preparavam a coroa de espinhos, ela ungia a sua cabeça com preciosíssimo perfume de nardo puro. V.3.
4. Uma obra valiosa.
a) Judas mostrou o valor dela, embora com outras intenções. V.5.
b) A unção revelou o profundo amor de Maria, que sacrificou o melhor por Ele.
5. Uma obra de amor.
Conforme Lucas 10:42, Maria havia escolhido a melhor parte. Por isto, o amor de Cristo foi derramado em seu coração e ela sentiu-se constrangida em alegrar ao Senhor. 2 Co. 5:14.
6. Uma obra eficiente.
Alegrou ao Senhor e O levou a expressar o maior elogio, edificando à doadora um eterno monumento. Vv.8,9.

724. UMA VIÚVA AFLITA. LC. 7:11-16.
1. Seu passado.
Era viúva, portanto perdeu o seu marido e com ele, seu sustento. Deve ter lutado muito para sobreviver, contando com a ajuda de seu filho adolescente.
2. Seu presente desconsolador e seu futuro sem esperança.
Seu filho, o último apoio, foi-lhe tomado.
3. Um Salvador no tempo certo.
Notável foi o encontro simultâneo dos dois grupos diante da porta da cidade. Se o encontro fosse alguns minutos mais cedo ou mais tarde teria sido impossível. Observemos:
a) Sua grande compaixão: Jesus não conseguiu prosseguir.
b) sua palavra de consolo: “Não chores”.
4. A tristeza transforma-se em alegria.
Após as palavras “Não chores”, seguem as palavras de poder: “Jovem, eu te mando. Levanta-te”. De repente a viúva era a mãe mais feliz de Naim.
5. Um resultado para a glória de Deus.
a) O morto passou a falar. Para a mãe nunca havia sido tão bom ouvir sua voz.
Todos aqueles que estão espiritualmente mortos, também devem falar assim.
b) A mãe glorificou ao Senhor.
c) Por todo país divulgou-se a autoridade de Jesus. V.17.

725. O SENHOR E A PECADORA. LC. 7:37-48.
1. Esta mulher era conhecida em toda cidade como uma grande pecadora.
2. Sua conversão.
a) Chorou aos seus pés por causa dos seus pecados. 2 Cr. 34:27.
b) Seu coração estava inconsolável devido a seu pecado. Sl. 51:17.
3. O amigo dos pecadores.
a) O Senhor dirigiu-se a ela. V.44.
b) Perdoou-lhe seus pecados. V.48.
c) Justificou-a diante dos ataques maldosos. V.47.
d) O Senhor deu-lhe a paz. V.50.
4. Este relato ensina-nos:
a) O que é arrependimento verdadeiro;
b) Quão grande é o amor de Cristo pelo pecador;
c) Como o homem deve chegar a Cristo;
d) De que modo o salvo deve amar e agradecer ao Senhor;
e) Como o Senhor avalia e recompensa nossa fé.

726. O RICO FAZENDEIRO. LC. 12:16-21.
– Sua situação profissional.
– Sua riqueza foi adquirida honestamente. V.16.
– Ele também foi sábio e previdente. Vv.17,18.
1. Sua grande tolice.
a) Preocupou-se inutilmente. V.17.
b) Desconheceu a verdadeira riqueza. V.19.
c) Esqueceu o Autor de todas as bênçãos. Vv.17-19.
d) Foi um tolo aos olhos de Deus. V.20.
e) Foi despreparado para a eternidade. V.20.
2. A conclusão.
a) Riquezas não dão vida e paz. Vv.15,19.
b) Trazem preocupações inúteis. V.17.
c) Devemos usá-las não para nós e sim para Deus. V.21.

727. PRESA – LIBERTA. LC. 13:10-17.
1. Esta mulher doente estava presa por satanás.
a) Satanás impedia que ela olhasse para o Senhor. Hb.12:2.
b) Oprimia-a com preocupações e sofrimentos.
c) Segurava sua presa nos lugares mais escuros. Mc.5:3-5.
2. A mulher estava totalmente impotente.
a) Ninguém, nem mesmo ela ou outros, conseguia arrebentar as correntes de Satanás.
b) Todos os esforços falharam. Rm. 7:19.
c) Porém Cristo morreu pelos fracos. Rm. 5:6.
3. A mulher procurava ajuda.
a) Apesar de ser uma filha de Abraão, estava presa.
b) Ela era religiosa e ia, aos sábados, à sinagoga.
c) Assim chegou no tempo certo, pois o Senhor estava presente.
4. Liberta pelo grande Libertador.
a) A mulher experimentou uma libertação inesperada.
b) O Senhor chamou-a para si. V.12.
c) Teve uma boa mensagem. V.12; Lc. 4:18.
d) Impôs-lhe as mãos e curou-a. V.13.
5. O resultado para a glória de Deus.
a) Ela agradeceu ao seu Salvador. V.13; Sl. 103.
b) Houve grande alegria entre os fiéis. V.17.
c) Os adversários foram envergonhados. V.17.

728. O HOMEM RICO. LC. 16:19-31.
1. Sua vida na terra: maravilhosa e em prazeres. V.19.
2. Sua confissão: um judeu religioso. Jo. 8:33,39.
3. Sua vida no inferno. V.23.
4. Sua intenção frustrada. V.24; Is. 1:15; Jo. 9:31.
5. Seu despertar para a obra missionária foi tardio. Vv.27,28.
6. Seu tormento indescritível. V.24; Mt. 8:12.
7. A justiça de Deus é infalível. V.25.
8. Perdido eternamente: o grande abismo. V.26.

729. O PUBLICANO. LC. 18:9-14.
1. Como ele veio a Deus.
a) Ficou em pé bem atrás, longe, mas não longe de Deus.
b) Em profunda convicção de pecados; arrependimento enchia seu coração.
c) Em verdadeira humildade; batia no seu peito e não erguia seus olhos.
2. Como ele orou.
a) Seriamente.
b) Com fé ao Deus misericordioso.
c) Suplicou por graça: “O Deus, sê propício a mim, pecador”
3. O resultado de sua oração.
a) Voltou justificado para casa.
b) Alcançou o perdão, a purificação pelo sangue de Jesus.

730. UMA ADVERTÊNCIA SÉRIA. LC. 17:32.
1. Lembrai-vos da mulher de Ló! – Seus muitos privilégios.
a) Teve um marido justo. 2 Pe. 2:7.
b) Parentes crentes: Abraão, Sara.
c) Um privilégio raro e especial: foi advertida por anjos para uma fuga apressada.
d) Foi despertada espiritualmente e fez um começo.
e) Já havia sido salva uma vez. Gn. 14:16.
2. Seu pecado.
a) Foi incrédula e hesitou, não se apressou a obedecer. Gn.19:15.
b) Foi ingrata e desprezou a misericórdia de Deus.
c) Amou mais o mundo do que a Deus.
3. Seu castigo.
a) Perdeu a vida de repente, estando bem próxima da salvação.
b) Seu dia de graça transformou-se em seu dia de juízo.
4. A advertência dirigida a nós.
a) Ela pôs a mão no arado, mas olhou para trás. Lc. 9:62.
b) Somente iniciou, mas não completou sua decisão. Hb. 6:4-6.
c) Provocou a ira de Deus. l Co. 10:22.
d) Desprezou a graça. Rm.2:4.
e) Por isso, cuide-se da mania de obter lucros terrenos.
f) Cuide-se em resistir à ordem de Deus.
g) Cuide-se, em hesitar, quando Deus manda apressar-se.

731. ZAQUEU, O PUBLICANO. LC. 19:1-10.
A proximidade do Senhor traz sempre bênçãos, seja na outrora maldita Jericó, ou na amada Betânia. Js. 6:26; Jo. 12.
1. Zaqueu era um grande pecador.
a) Era chefe dos publicanos e queria ganhar muito dinheiro.
b) Sua riqueza, em parte, foi adquirida desonestamente. V.8.
c) Com toda riqueza ainda era infeliz.
2. Zaqueu procurava a paz.
a) Procurava o Senhor seriamente.
b) Venceu todos os obstáculos para ver a Jesus.
c) Não se preocupou com a conversa dos homens.
3. Zaqueu achou aquilo que procurava.
a) O Senhor viu Zaqueu e o chamou.
b) Foi humilde e desceu depressa da árvore.
c) Humilhou-se publicamente e não se envergonhou.
d) Recebeu o Senhor com alegria.
e) Confessou sua culpa e reparou as injustiças cometidas. V.8.
f) O Senhor deu-lhe a salvação.

732. UM MARAVILHOSO TESTEMUNHO SOBRE O SENHOR. JO. l.
João Batista foi o precursor de Cristo e testemunhou dEle como:
1. O Cordeiro, que tira o pecado do mundo. Vv.29-36.
2. O Deus Eterno, pois: “já existia antes de mim”. Vv.15,30.
3. O Senhor: “Preparai o caminho do Senhor”. V.23; Mt. 3:3.
4. O Ungido: sobre Ele pousou o Espírito. V.32.
5. Aquele que batizará com o Espírito Santo. V.33.
6. O Juiz do mundo. Mt. 3:12.
7. Aquele que tem a plenitude da graça e da verdade. V.16.

733. O ENCONTRO DE ANDRÉ COM JESUS. JO. 1:36-42.
1. Creu na palavra da verdade. Vv.36,37.
2. Seguiu imediatamente ao Senhor. V.37.
3. Procurou a comunhão com o Senhor. V.38.
4. Foi e permaneceu com o Senhor. V.39.
5. Testemunhou de Cristo, o Messias. V.41.
6. Conduziu seu irmão ao Senhor. V.42.
Acrescentamos que, achar o Senhor, significa salvação através do Espírito Santo. O salvo é imediatamente unido para sempre com Cristo.
Quem O encontrou possui:
a) Vida verdadeira. Pv. 8:35.
b) Liberdade verdadeira. Jo. 8:36.
c) Um tesouro verdadeiro. Mt. 13:44.
d) O descanso almejado. Mt. 11:28,29.
e) Refúgio seguro. Sl. 90:1; Is. 32:2.
f) Uma herança no céu. Rm. 8:17.
g) Tudo que é necessário para andar numa vida piedosa. 2 Pe. 1:3.

734. NATANAEL ENCONTRA-SE COM JESUS. JO. 1:45-51.
As primeiras informações sobre o Senhor ele recebeu de Filipe.
1. Suas dúvidas e objeções. V.46.
2. Sua grande admiração sobre o conhecimento de Jesus. V.48; Jo. 2:25.
3. Seu caráter honesto: “Um israelita sem dolo”. V.47.
4. Sua fé e confissão: “Tu és o Filho de Deus”. V.49.
5. A promessa do Senhor: “Maiores coisas verás”. V.50.
6. Sua visão para o futuro. Vv.50,51.

735. NICODEMOS.
1. Procurou a Deus de todo coração. Jo. 3:1-21.
2. Foi uma testemunha fiel e corajosa de Cristo. Jo. 7:50-52.
3. Foi um seguidor abnegado de Cristo. Jo. 19:39.

736. O DESAMPARADO E O AUXILIADOR. JO. 5:1-15.
1. O desamparado.
a) Era o homem no tanque de Betesda. V.5.
b) Estava doente a trinta e oito anos. V.5.
c) Seu desejo pela cura. V.7.
d) Sua obediência e cura simultânea: tomou seu leito. Vv.8,9.
e) Sua confissão: falou de Jesus e de sua cura milagrosa. V.15.
2. O Auxiliador.
a) O Senhor tinha o olhar certo para o desamparado na sua miséria. Vv.5,6.
b) Perguntou-lhe: “Queres ser curado?” V.6.
c) Provou sua fé e sua obediência. V.8.
d) Curou-o. V.9.
e) Mostrou-lhe o caminho a seguir. V.14.

737. O CEGO DE NASCENÇA. JO. 9.
1. Seu estado natural.
Um cego mendigo.
2. Uma grande oportunidade.
Foi-lhe oferecida. Jesus viu-o e prontamente o curou. Vv.6,7.
3. Sua plena confiança no Senhor.
a) Ele obedeceu a palavra do Senhor sem resistir. V.7.
b) Em seguida ele pôde ver. V.7.
4. Plena certeza.
a) O curado confessou: “Eu era cego, e agora vejo”. V.25.
b) “Jesus abriu meus olhos”. Você também o confessa? V.30.
c) Ele ousou contradizer os poderosos. V.27.
5. Sofrimento por amor a Jesus.
a) Nós participamos dele, também o cego de nascença.
b) Desprezado e excluído por testemunhar a Jesus. Vv.28,34.
c) De tais testemunhas o Senhor aproxima-se e se manifesta de maneira toda especial. Vv.35-38.
6. Observemos ainda o crescimento na fé.
O cego de nascença chamou o Senhor:
a) Um “homem”. V.11.
b) Mais tarde um “profeta”. V.17.
c) “Sem pecado”. Vv.31,32.
d) “Enviado por Deus”. V.33.
e) E como ponto culminante “Filho de Deus”. Vv.35,38.

738. LÁZARO. JO. 11.
1. Amado pelo Senhor. Vv.3,5.
2. Amado, e mesmo assim, sofrendo para a glória de Deus. V.4.
3. Morto, decomposto, atado no sepulcro. Vv.17,39,44.
4. Ressuscitado por Cristo. Vv.43,44.
5. Um homem liberto: “Desatai-o”. V.44.
6. Uma testemunha da vida nova. Jo. 12:2,11.

739. A PRIMEIRA CURA EM ATOS DOS APÓSTOLOS. AT. 3.
1. O estado deste paralítico.
a) Paralítico desde a infância.
b) Desamparado, deitavam-no diariamente diante da porta Formosa do templo.
c) Como um pobre mendigo, esperava uma esmola dos apóstolos.
2. Os instrumentos na mão de Deus.
a) Pedro e João, dois servos de Deus.
b) Sem meios materiais, porém ricos espiritualmente.
3. O momento do milagre.
a) Na hora da oração. V.1.
b) A estas horas seguem-se bênçãos. At. 1:14;4:31; 10:9ss.; 12:5.
4. O grande milagre.
a) O paralítico recebeu a cura em nome de Jesus. Vv.6,7.
b) Esteve mais de quarenta anos paralisado e pôde andar. At. 4:22.
5. O resultado do milagre.
a) O paralítico pulou de alegria. V.8.
b) Glorificou a Deus. V.8.
c) O público ficou admirado. Vv. 10,11.
d) Uma grande oportunidade para testemunhar de Cristo. V. 12 ss.

740. PEDRO E JOÃO. AT. 4.
1. Sua grande intrepidez para testemunhar de Jesus. V.13.
2. Sua comunhão com Jesus. Haviam estado com Jesus. V.13.
3. Sua oração sublime a Deus. V.24.
4. Seus assuntos especiais de oração. Vv.27-29.
5. Sua plena confiança em Jesus. V.30.
6. Sua vitória grandiosa. V.3 1 ss.

741. UMA PUNIÇÃO SÉRIA. AT. 5:1-11.
O Senhor usou Pedro para punir Ananias e Safira, que pecaram e não se arrependeram.
1. Seus nomes.
a) Ananias significa: graça de Deus.
b) Safira significa: pedra preciosa brilhante.
Eles tiveram somente nomes bonitos, nada mais. Ap.3:1.
2. Pedro indicou para o autor de todo pecado.
a) Este é Satanás. V.3.
b) Outrora ele peneirou a Simão. Lc.22:31.
c) Com Ananias e Safira teve mais sucesso.
d) Induziu Judas ao suicídio. Mt.27:5.
3. Descobertos inesperadamente.
a) Ananias e sua esposa ocultaram seu pecado. 2 Rs.5:26.
b) Porém Deus revelou-o, como outrora com Acã. Js. 7.
4. O terrível juízo sobre o pecado.
a) Primeiro caiu sobre o homem, o cabeça do lar.
b) Três horas mais tarde sobre sua esposa.
5. O resultado benéfico deste juízo para a jovem igreja.
a) Grande temor caiu sobre toda igreja.
b) Todos estremeceram diante da santidade de Deus. Lv. 10:1-3; Nm.16:35.
c) Muitos converteram-se. V.14.

742. ESTÉVÃO, UMA PODEROSA TESTEMUNHA DE DEUS. AT. 6 E 7.
Estêvão estava cheio:
1. Do Espírito Santo.
2. De poder. 6:8.
3. De sabedoria. 6:10.
4. De graça. 6:8.
5. De fé. 6:5.
6. De amor: orou por seus inimigos. 7:60.
7. De luz : seu rosto parecia rosto de anjo. 6:15.

743. UM ETÍOPE ENCONTRA A CRISTO. AT. 8:26-40.
Os que verdadeiramente buscam a Deus, sempre O encontram, até quando o caminho é bastante difícil. Isto ficou evidente na vida do eunuco. Ele foi:
1. Um homem importante: ministro de finanças da Etiópia.
2. Que buscou a Deus: que, com certeza, viajou até Jerusalém a fim de encontrar-se com Deus.
3. Humilde: confessou sua falta de entendimento. V.31
4. Um aluno: fez perguntas a Filipe. V.34.
5. Um, que creu na mensagem, seguiu a verdade e aceitou Cristo. V.37.
6. Um cristão alegre: seguiu seu caminho cheio de júbilo. V.39

744. FILIPE. AT. 8:5-8.
– Não se trata aqui do apóstolo Filipe em João 1:43.
– Trata-se de um dos sete diáconos. At. 6:5.
– Tinha um bom testemunho. At. 6:3; 1 Tm. 3:1-7.
– Estava cheio do Espírito Santo e de sabedoria. At. 6:3.
– Sempre pronto para servir onde o Senhor o colocava. At. 8:26,27.
1. Seus ouvintes.
a) Samaritanos, conhecidos pela sua idolatria. l Rs. 12:28-33.
b) Havia um grande número de ouvintes, entre eles muitos doentes, paralíticos, endemoninhados e feiticeiros.
2. Sua mensagem. V.5.
a) Anunciou-lhes a Cristo.
b) Não era um discurso político ou insultos contra o Sinédrio também não contou histórias, nem falou de si mesmo, mas:
– Que Cristo morreu por nossos pecados.
– De Sua pessoa maravilhosa.
– Do Seu sofrimento, sua morte, sua ressurreição.
– Do Seu ministério presente a destra de Deus como sumo-sacerdote.
– Sua vinda em glória.
Este é um tremendo tema de pregação.
3. O sucesso da pregação.
a) Os samaritanos atendiam unânimes às palavras.
b) Enfermos, paralíticos foram curados. Possessos libertos.
c) Houve grande alegria na cidade.

745. PROGRESSOS NA CONVERSÃO DE PAULO. AT. 9:26.
Observe Paulo (Saulo), como:                 At. 9                 At. 26
1. Rebelde: “Por que tu me persegues?”   V.4                     V.10
2. Subjugado: Saulo caiu por terra.           V.4               Vv.13,14
3. Quem procura: “Quem és tu Senhor?”  V.5                     V.15      
4. Aluno: “Que farei Senhor?”                     V.6                   V.16
5. Quem ora: “Pois ele está orando”.            V.11.
6. Obediente: deixou-se batizar.                   V.18.
7. Pregador: Cristo é o Filho de Deus.          V.20

746. O CONSELHEIRO PASTORAL DE PAULO. AT. 9:10-18.
– Ananias, que morava em Damasco foi o homem privilegiado por Deus para conduzir o maior pecador a Cristo. 1 Tm. 1:15.
– Ananias foi chamado de discípulo, isto é, um aluno. V.10.
– Era piedoso e temente a Deus. At. 22:12.
– Tinha bom testemunho na igreja. At. 22:12; 1 Tm. 3:1-7.
1. Sua disposição. Is. 6:8.
a) Foi obediente e se encontrou com o perseguidor dos cristãos.
b) Não falou com ele sobre seus pecados.
c) Serviu-o em amor, com imposição das mãos. V.17.
2. A bênção resultante.
Foi maravilhosa.
a) Paulo tomou a ver, foi batizado e cheio do Espírito Santo.
b) O perseguidor tomou-se um lutador da causa santa. V.20.
c) A alegria da igreja foi grande.
d) Os adversários ficaram perplexos. V.21.

747. ENÉIAS. AT. 9:32-35.
1. Quem foi este homem?
a) Um discípulo desconhecido, paralítico, sozinho em sua cama.
b) Incurável, neste caso nenhum médico podia ajudar.
2. Uma visita para o doente.
Pedro visitou Enéias durante sua viagem.
3. Uma cura surpreendente.
a) O médico foi o Senhor Jesus. Pedro foi apenas Seu instrumento.
b) O medicamento foi a fé.
c) A ordem foi: “Levanta-te…” Mt. 9:6.
4. O efeito da cura.
a) Todos se admiraram com aquilo que o Senhor havia feito.
b) Muitos foram salvos.

748. TABITA OU DORCAS. AT. 9:36-43.
Este nome significa “gazela”.
1. Seu discipulado.
É a única mulher nas Escrituras que leva o nome de discípula.
2. Seu trabalho.
Foi notável pelas suas boas obras e esmolas. V.36.
Fé e boas obras caracterizaram sua pessoa.
3. Sua provação.
Tabita adoeceu mortalmente. Ser um verdadeiro discípulo não significa estar protegido contra doenças, como alguns heréticos imaginam. Basta pensar em Lázaro, amigo de Jesus ou em Epafrodito. Jo. 11:3 ; Fp. 2:25-27.
4. Sua morte prematura.
Repentinamente partiu para a eternidade.
– Ela fez muita falta. Em geral esquecemos logo os falecidos. V.39.
– Pedro ressuscitou-a dentre os mortos. Vv.40,41.
– Através de sua ressurreição muitos creram no Senhor. V.42.

749. O CENTURIÃO CORNÉLIO. AT. 10.
Era um centurião romano da antiga nobreza, um homem em elevada posição. Um prosélito, bondoso em todo seu ser.
1. Buscou a Deus com sinceridade e foi:
a) Diligente nas suas orações. V.2.
b) Conhecido pelas suas muitas esmolas.
c) Piedoso, temente a Deus e tinha uma boa fama.
d) Respeitado por seus subordinados. V.7.
2. Cornélio foi atendido nas suas orações.
a) Deus ouviu suas orações e viu suas obras de caridade. V.4.
b) A resposta da sua oração foi confirmada por um anjo.
3. Seu dia de salvação.
a) Cornélio foi salvo, quando lhe pregaram a Cristo.
b) Ouviu com atenção e creu na mensagem.
c) Muitos com ele receberam o Espírito Santo. V.44.
d) Foram batizados em nome de Jesus. V.48.

750. BARNABÉ, ENVIADO PARA ANTIOQUIA. AT. 11:22-26.
Barnabé significa: filho da consolação.
1. Quem foi Barnabé?
a) Um levita, portanto um servo no santuário.
b) Foi chamado: homem bom. V.24.
c) Cheio do Espírito Santo e de fé. V.24.
d) Foi um ganhador de almas bem sucedido. V.24.
2. O que Barnabé viu.
a) A ação da graça de Deus nos crentes. V.23.
b) O que Deus realizou pelo evangelho nos incrédulos.
3. O que ele fez.
a) Vendeu seus bens para ajudar aos pobres. At. 4:37.
b) Ajudou o recém convertido Saulo e o introduziu na igreja de Antioquia. At. 11:25,26.
c) Alegrou-se com o trabalho dos outros. At. 11:23.
4. Barnabé presenciou grandes coisas.
a) Primeiro em Antioquia.
b) E mais tarde nas viagens missionárias com Paulo. At. 13:42,43,48,49.

751. A PRIMEIRA CRENTE NA EUROPA. AT. 16:14,15,40.
Esta foi Lídia, que, em Filipos, encontrou o Senhor.
1. Lídia antes de sua conversão.
a) Não era uma grande pecadora. Portanto não se devem converter somente os assim chamados grandes pecadores, e sim todos, se não quiserem ir para a perdição.
b) Lídia era de Tiatira na Ásia menor.
c) Era vendedora de púrpura.
d) Como o eunuco e Cornélio, buscou a Deus, uma prosélita, que, em vão, procurou a salvação no judaísmo.
2. A conversão de Lídia.
a) Aconteceu num sábado através da pregação do apóstolo. A fé vem pela pregação. Rm. 10:17; Ef. 1:13.
b) O Senhor abriu-lhe o coração, que, por natureza, está fechado, e ela creu na mensagem. V.14; Jo. 6:44; Ef. 1:17,18; 2:5; 4:18; 1 Co. 2:14.
3. A nova vida de Lídia.
a) Pelos seus frutos os conhecereis. Mt.7:16,20.
b) Obedeceu imediatamente á Palavra de Deus. V.15.
c) Apreciou a comunhão. V.15; At. 2:42.
d) Serviu ao Senhor, recolhendo os mensageiros de Deus como Raabe. Hb. 11:31.
e) Foi uma bênção para sua casa e sua cidade.
f) Nós sabemos de uma igreja em Tiatira, mas em nenhuma parte está escrito que os apóstolos lá trabalharam. Deduz-se que isto aconteceu pelos parentes de Lídia. Ap. 1:11; 2:18-24.

752. UM CASAL ABENÇOADO. AT. 18.
Áquila e Priscila.
1. Sua procedência.
Eram naturais do Ponto, moraram mais tarde em Roma, de onde foram expulsos por serem judeus.
2. Sua conversão.
Provavelmente aconteceu em Corinto, quando Paulo, pela primeira vez, trabalhou com eles, porque tinham a mesma profissão. Se eles já fossem convertidos teriam aceito o apóstolo como hóspede e não como empregado.
3. Sua obra para o Senhor.
a) Consistia, primeiramente, na prática da hospitalidade. V.26.
b) Reuniam a igreja em sua casa. Rm. 16:3-5; 1 Co. 16:19.
c) Serviam como conselheiros espirituais. At. 18:24-26.
d) Paulo chamou-os de seus cooperadores. Rm.16:3.
4. Sua memória permanente. Rm. 16:3-5.
Paulo escreve que eles arriscaram suas vidas para salvá-lo, certamente na ocasião da revolta em Éfeso, quando Paulo morou com eles. At. 16:22-24.
5. Sua última menção. 2Tm. 4:19.
a) Paulo estava diante de sua morte. 2 Tm. 4:6.
b) Seu amor e gratidão foram tão grandes, que mandou saudações especiais para o casal.

753. APOLO, UM SERVO APROVADO. AT. 18:24-28.
1. Sua origem.
Era um judeu, nascido em Alexandria.
2. Seu caráter nobre e seu grande talento.
a) Era um homem eloqüente, ao contrário de Moisés. Êx. 4:10.
b) Era poderoso nas Escrituras. V.24.
c) Instruído no caminho do Senhor. V.25.
d) Livre do temor dos homens. V.26.
e) Incansável no seu serviço para Deus. V.27.
f) Sua mensagem convencia os judeus. V.28.
3. Um dia especial de bênçãos.
Em Éfeso, Áquila e Priscila, ouviram-no e o ajudaram. Como os discípulos de Éfeso, também só conhecia o batismo de João. Mas ali ele recebeu o Espírito Santo.
4. Seu ministério posterior.
Serviu mais tarde em Corinto. 1 Co. 3:4-6.

754. TIMÓTEO. AT. 16.
Timóteo converteu-se cedo ao Senhor. 2 Tm. 3:15.
1. A casa de seus pais.
a) Ficava em Listra.
b) Sua mãe e sua avó eram crentes. 2 Tm.1:5.
c) Sua educação era segundo a Escritura Sagrada. 2 Tm.3:15.
2. Sua conversão.
a) Certamente foi durante sua adolescência. At. 14.
b) Paulo foi seu pai espiritual. l Co. 4:17; 2 Tm. 1:2
c) Paulo não somente o levou a Jesus, como a Onésimo, mas também cuidou dele. 2 Tm. 1:2-6.
3. Seu caráter era nobre e genuíno.
a) Timóteo estudava a Escritura. 2 Tm. 3:15-17.
b) Estudiosos dedicados da Escritura, sempre são homens nobres, porque a Escritura santifica e purifica o leitor.
c) Timóteo era singular na sua conduta. Não vivia para si, mas para os outros, Fp. 2:19-22.
4. Seu ministério.
a) Era muito estimado. At. 16:2.
b) Paulo chamou-o “seu filho”, um soldado, atleta e o comparou com um lavrador. 2 Tm. 2:3,5,6.
c) Timóteo servia como evangelista. 2 Tm.4:5.
d) Foi ancião e mestre. 1 Tm. 3.
e) Foi aprovado no serviço do Senhor. Fp. 2:20-22.

755. UM SERVO EXEMPLAR. AT. 20.
Foi Paulo, não só em Éfeso, mas em toda parte.
1. Seu privilégio: servir ao Senhor. V.19.
2. Sua profunda humildade: “Com toda a humildade”. V.19.
3. Sua mensagem: arrependimento e fé. Vv.21,27.
4. Seus sofrimentos: cadeias e tribulações. V.23.
5. Sua perseverança: “Eu não os considero”. V.24.
6. Sua consagração: “Não considero a vida preciosa para mim”. V.24
7. Sua fidelidade no ministério: “Estou limpo do sangue de todos”. V.26; Ez. 3:17 ss.
8. Sua preocupação com outros: “Atendei…”. V.28.
9. O desejo do seu coração: “Não cesseis de admoestar com lágrimas”. V.31.
10. Sua oração: orou com todos. V.36.
11. Sua despedida: cheia de amor e compaixão. Vv.37,38.

756. PAULO PERANTE FÉLIX. AT. 24:24-27.
1. Um pregador simples.
a) Era destemido e não fazia acepção de pessoas.
b) Desejava somente a conversão dos seus ouvintes.
2. Os ouvintes.
a) A passagem bíblica menciona somente Félix e sua esposa Drusila, uma judia de nascimento.
b) Um homem em alta posição, mas um homem mundano.
3. A mensagem do apóstolo.
a) Iniciou falando sobre a fé em Jesus.
b) Em segundo lugar, da justiça que vale diante de Deus.
c) Depois falou sobre o domínio próprio.
d) E finalizou falando sobre o juízo vindouro. Ap. 20:11-15.
4. O final deplorável.
a) Félix convenceu-se com a palavra de Paulo, porque se amedrontou.
b) “Por ora podes retirar-te”. Ele empurrou a decisão para o futuro.
c) Era desonesto, pois esperou ser subornado por Paulo.
d) Conforme o historiador Josefo, Félix teve um final trágico.

757. UMA CRENTE EXEMPLAR. RM. 16:1,2.
1. Paulo considerou Febe como:
a) “Nossa irmã”, portanto um membro da família de Deus.
b) “Uma santa”, isto é, separada para Deus.
c) “Uma serva da igreja”.
2. Seu ministério.
a) Ela assistiu a muitos necessitados e sofredores.
b) Não fez isto através da pregação, pois conforme a Escritura este não é o ministério da mulher. l Co. 14:34; 1 Tm. 2:12.
c) Paulo diz que Febe também o serviu.
d) Sua casa foi um lar para ele.
3. O pedido do apóstolo e sua justificativa.
a) “Recomendo-vos Febe”.
b) Pois deu assistência a muitos.
c) Como estrangeira necessitava de auxílio.
d) Paulo sentiu-se obrigado a ajudá-la.

758. PAULO, UM SERVO ABENÇOADO. EF. 3:7-9.
1. Sua humildade: o menor de todos.
2. Seu caráter: um santo entre os santos.
3. Seu privilégio: “A graça foi-me concedida”.
4. Sua missão: pregar o evangelho.
5. O conteúdo da sua pregação: as insondáveis riquezas de Cristo.
6. Seu campo de ação: entre as nações.

759. EPAFRODITO. FP. 2:25-30.
1. Paulo testemunhou a respeito dele, chamou-o de:
a) Um irmão em Cristo. V.25.
b) Um cooperador na obra. V.25.
c) Companheiro de luta na oração. V.25.
d) Um mensageiro da igreja. V.25.
e) Um servo. V.25.
2. Sua dolorosa experiência no ministério.
a) Fiel e mesmo assim mortalmente doente. Vv.26,27,30.
b) Sua cura: pela compaixão de Deus.
3. Como se deve falar sobre servos fiéis.
Paulo mostrou-o: com respeito e cuidado. Vv.29,30.

760. O PRIMEIRO HOMEM DE FÉ DA ESCRITURA. HB. 11:14.
(Veja também n.º 651 e n.º 652).
Caim e Abel eram filhos de Adão e Eva. Como irmãos tinham uma certa semelhança exterior, porém no seu interior eram totalmente diferentes. Abel vivia perto de Deus e Caim longe.
Em Abel vemos nossa posição perante Deus. O crente:
1. Não age conforme o critério de Caim, mas apresenta um sacrifício agradável ao Senhor. V.4.
2. Encontra assim, o pleno reconhecimento de Deus.
O Senhor agradou-se do sacrifício de Abel. Gn. 4:4.
Somente Cristo e Seu sacrifício são agradáveis a Deus.
Somente por intermédio de Cristo somos agradáveis a Deus. Mt. 3:17; Ef. 1:6.
3. É invejado e hostilizado pelo incrédulo, porque Deus agrada-se de sua fé, enquanto o incrédulo não pode agradar a Deus. Hb. 11:6; Gn. 4:4,5.
4. Condena o injusto através de suas obras. l Jo. 3:12.
E incita-o ao ódio. O mesmo aconteceu com o Senhor da parte dos judeus.
5. Recebe plena atenção de Deus. 2 Tm. 2:19.
Deus vê tudo o que acontece com Seu filho. Lc. 11:49-51.
6. É considerado como uma ovelha para o matadouro. Sl. 44:22; Rm. 8:36.
7. Espera a coroa da vida, vive e permanece fiel até a morte. Ap. 2:10.

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