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1 CABEÇA Parte do corpo usado figuradamente no NT para referir-se (a) ao esposo, como cabeça da esposa (1Co 11.3; Ef 5.23); (b) a Cristo, como cabeça da Igreja (Ef 4.15; 5.22-23; Cl 1.18); (c) a Cristo, como cabeça de toda pessoa e do poder (1Co 11.3; Cl 2.10); e (d) a Deus, o Pai, como cabeça de Cristo (1Co 11.3).
2 CADES-BARNÉIA Cidade situada a nordeste da península do Sinai. As tribos de Israel se encontravam com freqüência ali, durante os quarenta anos que estiveram no deserto esperando para entrar na terra de Canaã (Nm 13.26; 20.14-22; Dt 1.2,19,46). Depois, se tornou o extremo sul da fronteira entre Israel e Judá (Nm 34.4; Js 10.41; 15.3; Ez 47.19; 48.28). Ver o Índice de Mapas.
3 CAFARNAUM (= vila de Naum) Povoado situado próximo ao mar da Galiléia, na fronteira dos territórios governados por Herodes e Filipe (Mt 17.24). Base militar romana (Mt 8.5) e povoado natal de Pedro e André (Mc 1.16-21). Por algum tempo, Jesus a usou como o centro das suas atividades (Mt 4.13), porém as pessoas não corresponderam à sua pregação (Lc 4.23; 10.15). Ver o Índice de Mapas.
4 CAIFÁS Sumo sacerdote em Jerusalém (18-36 d.C.) e genro de Anás (Jo 18.13), o seu predecessor. Exercia o ofício no tempo do julgamento de Jesus (Jo 11.49) e da primeira perseguição a cristãos (At 4.6).
5 CAIM Filho mais velho de Adão e Eva (Gn 4). Dedicou-se à agricultura. Assassinou o seu irmão Abel, que era pastor, e foi exilado na terra de Node (Hb 11.4; 1Jo 3.12; Jd 11).
6 CALDÉIA Nome da região à qual pertencia a Babilônia (Ed 5.12; Ez 23.15-16). Parte sul do atual Iraque.
7 CALEBE Valoroso e leal colega de Josué (Nm 14.6,24) que se destacou como comandante na conquista de Canaã (Js 15.14).
8 CALENDÁRIO O ano hebraico se baseava nas fases da lua e tinha doze meses de vinte nove ou trinta dias cada um. No princípio, se chamavam simplesmente “primeiro mês”, “segundo mês”, etc. Somente quatro desses meses são mencionados no AT com nomes cananeus: “abibe” (março-abril, Êx 13.4), “zive” (abril-maio, 1Rs 6.1), “etanim” (setembro-outubro, 1Rs 8.2) e “bul” (outubro-novembro, 1Rs 6.38). Por ocasião do regresso do cativeiro, os nomes babilônicos foram adotados. Ver o Calendário Hebraico. Os meses eram contados começando com a lua nova. Para compensar a diferença em relação ao ano solar, a ca
9 CALVÁRIO Tradução latina de Gólgota (aramaico), que significa “caveira” (Mt 27.33). Foi chamado assim pela forma que tinha a colina. Foi o lugar da crucificação de Jesus. Ver Gólgota.
10 CAM (1) Segundo filho de Noé e uma das oito pessoas que sobreviveram ao dilúvio. Antepassado dos egípcios, líbios, etíopes e cananeus (Gn 10.6-20). (2) Os descendentes de Cam, principalmente os egípcios (Sl 78.51; 105.23).
11 CANÁ DA GALILÉIA (= lugar de canas) Vila situada a 14 km ao norte de Nazaré, onde Jesus tornou a água em vinho (Jo 2.1) e curou o filho de um oficial do rei (Jo 4.46). Ver o Índice de Mapas.
12 CANAÃ (1) Filho de Cam (Gn 9.18) e neto de Noé, de quem recebeu uma maldição (Gn 9.25). Os seus descendentes são mencionados em Gn 10.15-19. (2) Povo de fala semítica e a sua terra (estritamente a costa sul da Palestina, Nm 13.29; Dt 1.7). Contudo, o termo se aplicou à Palestina em geral (Gn 12.5; Nm 13.17). Ver o Índice de Mapas.
13 CANANEUS (= mercadores) Grupo étnico mais importante da Palestina no tempo da conquista. Viviam em pequenas “cidades-estado” ou “povoados fortificados”, construídos nos picos das colinas. Também havia outras tribos que habitavam nos arredores, como os amorreus e ferezeus (ver Êx 33.2). A religião cananéia exerceu grande influência entre os israelitas. O seu deus supremo era Baal, deus da tormenta e provedor da chuva, a quem não poucas vezes o povo de Israel adorou.
14 CANDELABRO, LÂMPADA Utensílios usados para prover iluminação. Nos candelabros se colocavam lâmpadas com azeite e pavios. No tabernáculo havia um candelabro de ouro puro (Êx 25.31) e dez no templo de Salomão (1Rs 7.49; 2Cr 4.20; 13.11; Zc 4.2). Jesus usou a figura da lâmpada para ilustrar os seus ensinamentos (Mt 5.14; 25.1-13). No NT, as igrejas são simbolizadas pelo candelabro (Ap 1.12-13,20; 2.1,5).
15 CARMELO (= campo frutífero) Série de colinas com uma densa vegetação que se estendem ao longo de 113 km, desde a baía do Acre até Dotã (Am 1.2; 9.3; Na 1.4). O profeta Elias enfrentou e derrotou ali os deuses de Jezabel (1Rs 18.19-40). Ver Monte Carmelo no Índice de Mapas.
16 CARNEIRO Macho da ovelha; eram criados para aproveitar a sua carne e para os sacrifícios estabelecidos na Lei (Êx 29; Nm 7).
17 CAVEIRA Ver Calvário.
18 CEFAS (= pedra, rocha) Nome arameu que corresponde ao grego “Pedro”, dado por Jesus ao pescador Simão, um dos doze apóstolos (Jo 1.42; 1Co 1.12; 3.22).
19 CEGUEIRA Defeito físico comum nos tempos antigos que, às vezes, era interpretado como castigo divino (Dt 28.28; Jo 9.2). A sua cura foi um dos sinais da chegada do Messias (Mt 11.5; Lc 4.18). Metaforicamente, descreve a falta de entendimento espiritual (Mt 23.16; Jo 9.41; 2Pe 1.9) e a obra de Satanás (2Co 4.4).
20 CENTURIÃO Oficial romano encarregado de um pelotão de 60 a 100 homens. Vários centuriões tiveram encontros favoráveis com Jesus e a Igreja (Mt 8.5; 27.54; Lc 7.2; 23.47; At 10.1; 27.43).
21 CÉSAR Título dado ao imperador romano. No NT, são mencionados: Augusto (27 a.C.- 14 d.C.; Lc 2.1); Cláudio (41-54 d.C.; At 11.28; 17.7; 18.2); Nero (54-68 d.C.; Fp 4.22) e Tibério (14-37 d.C.; Lc 3.1 e todas as demais menções a César nos quatro Evangelhos).
22 CESARÉIA Porto mediterrâneo, localizado a 37 km ao sul do monte Carmelo. Foi construído por Herodes, o Grande, em honra a César Augusto. Filipe, o evangelista (At 8.40), e Cornélio, o centurião (At 10.1,24), viveram ali. Ver o Índice de Mapas.
23 CESARÉIA DE FILIPE Cidade localizada na parte baixa do monte Hermom e anteriormente chamada Paneas. Foi embelezada por Herodes, o Grande, e Filipe, o tetrarca (que pôs esse nome em honra a César Augusto). Lugar onde Pedro confessou ser Jesus o Cristo (Mt 16.13; Mc 8.27).
24 CÉU (1) Parte do cosmos (Gn 1.1; 14.19; Êx 20.4). (2) Teologicamente, morada de Deus e dos seus anjos (Is 66.1; Dn 2.18-19; Mt 5.16; Hb 1.3; Ap 19.11). Jesus Cristo ascendeu ao céu (At 1.11; 1Ts 1.10; 4.16), de onde virá, no final dos tempos, para julgar o mundo.
25 CHIFRE O chifre de carneiro era usado como instrumento musical e de guerra (Js 6.5; Jz 3.27), como recipiente de azeite para a unção (1Sm 16.1,13), como símbolo de autoridade e para representar certos governantes (Dn 7—8; Zc 1.18; Ap 13; 17). Tanto no tabernáculo como no templo havia chifres esculpidos nas quatro pontas do altar, em que se untava o sangue do sacrifício (Êx 27.2; 30.2,10; 37.26; Lv 4.7,18,25,30,34).
26 CHIPRE Ilha no Mediterrâneo oriental, chamada de Elisá no AT (Ez 27.7). Lugar onde morava Barnabé (At 4.36) e Mnasom (At 21.16). Paulo e Barnabé pregaram ali (At 13). Mais tarde Barnabé a visitou de novo acompanhado de Marcos (At 15.39). Ver o Índice de Mapas.
27 CHUVA Na Palestina costuma chover muito pouco entre o começo de maio e meados de outubro. A chuva chega no outono (chuva temporã: Jr 5.24; Os 6.3) e na primavera (chuva tardia: Dt 11.14). Não receber a chuva tardia era considerado um castigo de Deus (Dt 28.23-24; 1Rs 17.1-16; Jr 3.3). A abundância de chuvas significava bênçãos (Dt 28.12).
28 CIDADE DE DEUS Nome dado a Jerusalém, cidade santa (Mt 5.35) e, por sua vez, cidade pecadora que assassina os profetas (Mt 23.37). A verdadeira “cidade de Deus” descerá à terra para ser o centro do novo reino de Deus (Gl 4.24-26; Hb 12.22-23; Ap 21—22).
29 CIDADES DE REFÚGIO Lugares para os quais qualquer responsável por algum homicídio acidental podia fugir em busca de refúgio (Nm 35; Dt 19; Js 20). Estabelecidas para prevenir que os parentes da pessoa morta fizessem justiça com as próprias mãos. Ver a tabela Cidades de Refúgio.
30 CILÍCIA Região sudeste da Ásia Menor (At 6.9; 15.23,41; 27.5; Gl 1.21) à qual pertencia Tarso, cidade natal de Paulo (At 21.39; 22.3; 23.34). Ver o Índice de Mapas.
31 CINZAS Em conjunto com o uso de roupas ásperas, as cinzas eram símbolo de lamentação (2Sm 13.19; Et 4.3; Is 58.5).
32 CIRCUNCISÃO Operação mediante a qual se corta o prepúcio. Esse costume era praticado por vários povos antigos do Oriente Próximo. Entre os israelitas, tinha um significado altamente religioso: era o sinal externo e visível da aliança de Deus com Israel, mediante o qual o circuncidado era formalmente reconhecido como pertencente ao povo de Deus. Significava também consagração a Deus e purificação (Gn 17.10-12).
33 CIRO II, O GRANDE Rei persa (559-530 a.C.) que conquistou a Babilônia em 539 a.C. Permitiu aos judeus exilados regressarem a Judá (2Cr 36.22; Ed 1.1) e restaurou o templo (Ed 6.3). Daniel esteve ao seu serviço (Dn 6.28; 10.1).
34 CLÁUDIO Imperador romano (41-54 d.C.) que, em 49 d.C., expulsou de Roma todos os judeus (At 18.2).
35 COLHEITA Num período de doze meses, de setembro a agosto, dois meses eram dedicados à colheita de oliveiras, cinco, à semeadura e ao cultivo de cereais, dois, à colheita de grãos, dois, ao cultivo de vinhas, e um, à colheita de frutas. Três das festas nacionais eram associadas com a colheita: a dos Pães Asmos, a das Semanas e a dos Tabernáculos. A imagem da colheita se usa em uma variedade de formas para ilustrar o crescimento e as etapas finais do reino de Deus (Mt 9.37; 13.39).
36 COLOSSOS Antiga cidade da Frígia situada no ocidente da Ásia Menor, na margem sul do rio Lico. Encontrava-se na rota comercial entre Éfeso e a Mesopotâmia. Epafras foi o fundador da igreja de Colossos (Cl 1.7,12-13), à qual Paulo escreveu uma epístola. Foi totalmente destruída no séc. XII d.C.
37 COLUNA Elemento arquitetônico usado para sustentar os tetos dos salões grandes. Também se erigiam para marcar um lugar santo, um santuário (Gn 31.45-54; Êx 24.4; Js 24.26-27) ou uma tumba (Gn 35.20). Na religião cananéia, às vezes, tinham a forma de estátuas, pelo que os israelitas as associavam com a idolatria e as condenavam. Ver Êx 23.24; Dt 16.22, e Poste-ídolo.
38 COLUNA DE NUVEM E FOGO O Senhor guiava os israelitas no deserto com uma coluna de nuvem durante o dia e outra de fogo durante a noite (Êx 13.21-22). O sinal da presença divina era o tabernáculo, onde Deus se encontrava com o seu povo (Êx 33.7-11; Dt 31.14-23; Sl 99.7).
39 COMIDA A comida básica dos israelitas era o pão de trigo ou de cevada (Mt 13.33; Jo 6.9,13) e também frutas, como uvas, azeitonas e figos (Mt 7.16; Mc 14.20; Jo 13.26). Cozinhavam lentilhas e outros grãos e legumes (Nm 11.5; 2Sm 17.28), extraíam o mel dos favos silvestres (Dt 32.13; Jz 14.8) e o leite (do qual faziam manteiga e queijo) de animais domésticos (Jó 10.10; Pv 27.27; 30.33). Animais e pescados eram divididos em limpos e imundos, e somente podiam comer dos primeiros (Lv 11.1-23; Dt 14.3-20). Na época do NT, esses costumes se modificaram entre os cristãos, à luz da nova ordem de coisa
40 COMPAIXÃO Misericórdia e ternura mostradas por Deus ao ser humano (Êx 33.19; 34.6; Sl 51.1; 90.14; Is 14.1; 54.8; Mt 20.34; 2Co 1.3) e pelos seres humanos entre si (Ef 4.32; Cl 3.12).
41 CONCÍLIO Ver Sinédrio.
42 CONCÍLIO DE JERUSALÉM Assembléia reunida em 48 d.C. entre representantes da igreja de Antioquia, dirigidos por Paulo e Barnabé, e os líderes da igreja de Jerusalém. Reuniram-se para discutir assuntos relacionados com a influência de práticas judaicas nas congregações cristãs gentias (At 15).
43 CONCUBINA Mulher com a qual, além da esposa, havia vida marital. Era considerada também como esposa, ainda que de segunda categoria, e tinha certos direitos legais. Tratava-se, geralmente, de uma criada ou escrava (cf. Gn 16.3; Gl 4.22). Ter concubina era uma prática comum na época do AT, sobretudo no período dos patriarcas.
44 CONFESSAR, CONFISSÃO Reconhecer o pecado diante de Deus (Lv 5.5; Ne 1.6; 1Jo 1.9). Do mesmo modo, prometer publicamente fidelidade a Deus e a Cristo (Rm 10.9; Fp 2.11). Tanto no AT como no NT, ambas as coisas são aspectos centrais de uma fé genuína.
45 CONFIANÇA A Escritura ensina que os crentes dependem do Senhor; por isso, os exorta a depositar a sua confiança nele, o qual é o único digno disso (Sl 37.3,5; 40.3-6; Pv 16.20; Jo 14.1; At 14.23; Rm 10.11; 15.13).
46 CONFISSÃO DE FÉ Ver Credo.
47 CONSAGRAÇÃO Ato pelo qual alguém ou algo é separado para Deus e a seu serviço (Êx 13.2; 28.3,38).
48 CONSCIÊNCIA Sentido moral entre o correto e o incorreto, presente, em maior ou menor grau, em todos os seres humanos (Rm 2.15). Consciência de culpa pode ser apagada (Hb 10.22). Toda consciência necessita ser iluminada por Deus (Hb 9.14), pois o contrário pode fazer naufragar a fé (1Tm 1.19). O cristão deve ter uma consciência limpa e boa (Rm 9.1; 1Co 4.4; 1Tm 1.5).
49 CONSELHEIRO, CONSOLADOR Nome dado ao Messias (Is 9.6) e ao Espírito Santo (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7). A palavra grega é parákletos, que significa “chamado ao teu lado para ajudar”.
50 CORÁ (1) Antepassado de um grupo de músicos mencionados nos títulos dos Salmos 42, 44—49, 84, 85, 87 e 88. (2) Levita que se rebelou contra Moisés e Arão (Nm 16) e foi castigado por Deus.
51 CORAÇÃO É usado poucas vezes referindo-se ao órgão assim chamado. Refere-se ao mais profundo do ser humano, à sede tanto da mente como dos sentimentos (Sl 4.7; 9.1; Pv 2.2,10; Mt 5.8,28; Ef 1.18; 5.19). Se não está em comunhão com Deus, o coração é pecaminoso e precisa ser purificado (Sl 51.10; Jr 17.9-10).
52 CORDEIRO Animal usado para o sacrifício (Êx 12.2-6). Cada dia, incluindo o sábado, eram oferecidos dois cordeiros em holocausto (Êx 29.38-42; Nm 28.9). Igualmente, era feito no primeiro dia de cada mês (Nm 28.11), durante a Páscoa (Nm 28.16-19), na Festa das Semanas (Nm 28.26-27) e das Trombetas (Nm 29.1-2), no dia da Expiação (Nm 29.7-8) e na Festa dos Tabernáculos (Nm 29.13-36).
53 CORDEIRO DE DEUS João Batista se referiu a Jesus como o Cordeiro de Deus (Jo 1.29,36), talvez em alusão a Is 53.4-7 e aos cordeiros levados para o sacrifício.
54 CORINTO Agitada cidade comercial localizada no istmo central da Grécia. Capital da província romana da Acaia. De imoralidade proverbial, dois terços da sua população era constituída de escravos. Em 52 d.C., Paulo permaneceu ali 18 meses (At 18) e fundou uma igreja à qual escreveu as duas epístolas aos Coríntios. Ver o Índice de Mapas.
55 CORNÉLIO Centurião romano destacado em Cesaréia; era “piedoso e temente a Deus”. Foi o primeiro gentio convertido a Cristo (At 10).
56 COROA Símbolo de realeza, honra, poder e vida eterna (Pv 12.4; 1Pe 5.4). No AT, tem, além disso, outros significados, como sinal de bodas (Ct 3.11). As coroas dos reis eram, em geral, de ouro, adornadas com pedras preciosas. Em algumas das epístolas do NT são mencionadas as coroas como a recompensa reservada, na vida eterna, aos crentes (2Tm 4.8; Tg 1.12; 1Pe 5.4; Ap 2.10).
57 CORPO É usado também no NT para identificar, metaforicamente, os crentes (Rm 12.4-5) e a Igreja, da qual Cristo é a cabeça (1Co 12.27; Ef 4.12; 5.23; Cl 1.18).
58 CÔVADO Medida linear muito usada nos tempos do AT (Êx 25.10,17) e equivalente à distância que há desde o cotovelo até a ponta dos dedos (uns 44 cm). O côvado mais comprido, o côvado real, tinha aproximadamente 50 cm (Ez 40.5). Ver a Tabela de Pesos, Medidas e Moedas.
59 CREDO Declaração (confissão ou profissão) de fé e crença. Tudo o que encontramos no NT são breves declarações de fé: p. ex., Rm 1.3; 8.34; Fp 2.5-11; 1Tm 3.16; 2Tm 2.8. O credo mais conhecido do AT está em Dt 6.4-9 e é conhecido como Shemá. O Credo dos apóstolos é de data posterior ao NT.
60 CRENTE Título dado a quem crê que Jesus é o Senhor e Cristo (At 5.14; 1Co 14.22; 2Co 6.15; 1Ts 1.7).
61 CRETA Ilha localizada a 97 km ao sul da Grécia, onde o barco que levava Paulo a Roma fez escala (At 27.8). Tito foi instruído por Paulo para que organizasse ali a igreja (Tt 1.5). No AT, os seus habitantes são geteus (2Sm 15.18).
62 CRIAÇÃO Deus, na sua qualidade de Senhor, é o Criador (Gn 1.1; Ap 4.11), junto com Jesus Cristo, o seu Filho eterno (Jo 1.14; 1Co 8.6; Cl 1.16; Hb 1.2). Gn 1—2 descreve, detalhadamente, a criação feita por Deus. Aquela criação, contudo, foi destruída pelo mal e pelo pecado; devido a isso, Deus está preparando outra. Nesta, Jesus é o novo Adão, o cabeça da humanidade redimida (1Co 15.22,45; Ef 1.22). A nova criação inclui um novo céu e uma nova terra (Ap 21—22).
63 CRISTÃO Palavra usada pela primeira vez em Antioquia para designar os seguidores de Jesus Cristo (At 11.26; 26.28; 1Pe 4.16), os quais também eram chamados de nazarenos (At 24.5), irmãos (At 9.17), discípulos (At 9.36) e fiéis (At 10.45).
64 CRISTO Tradução grega de “Messias” (ver Messias). No princípio, era um título e, por isso, era usado com um artigo definido. (Dizia-se “o Cristo” ou “o Messias”.) Aplicado a Jesus, chegou a ser nome próprio; também se combinou para formar o nome composto “Jesus Cristo”, que equivale a “Jesus Messias”. Não é fácil saber precisamente quando ocorreu a mudança, que seguramente ocorreu de forma gradual. Em termos gerais,poderia dizer-se que nos Evangelhos e no livro de Atos aparece como título e, no resto do NT, quase sempre como nome próprio.
65 CRUZ, CRUCIFICAÇÃO Método de executar a pena capital que consistia em pendurar ou pregar o réu em um poste com uma madeira atravessada para os braços. Acredita-se que os persas foram os inventores dela. Os romanos, que a adotaram, a consideravam tão humilhante e vergonhosa (o réu era crucificado nu), que jamais a aplicaram aos seus próprios cidadãos. Reservavam-na para os escravos, insurretos e prisioneiros de guerra de outras nações. Usaram-na com freqüência tratando-se de judeus, com os quais chegaram a realizar crucificações em massa. Era uma forma horrível de morte, pois o crucificado fica
66 CULTO No AT, Deus é honrado especialmente por meio de ações de graças e louvores em santuários específicos: o tabernáculo no deserto e o templo de Jerusalém. Os sacrifícios de animais eram uma parte importante do culto. Na sinagoga, contudo, o culto era celebrado sem sacrifícios. Israel deveria prestar culto somente a Deus como Senhor (Êx 20.5; 23.25; 34.14; Mt 4.9-10). É possível que no tempo da Igreja primitiva houvessem celebrado cultos no templo e nas sinagogas, porém sabemos que os crentes se congregavam em casas onde, além da Santa Ceia, celebravam uma breve cerimônia cristã (At 20.7; 1C
67 CUMPRIMENTO Com freqüência diz-se que alguns acontecimentos narrados no NT são o cumprimento das profecias registradas no AT (Mt 2.15,17,23; 13.14,35; 26.54,56; 27.9). Jesus não veio para abolir a Lei e os Profetas, mas para cumprir o que haviam dito (Mt 5.17). Algumas profecias se cumprirão quando ele vier pela segunda vez, para julgar o mundo (Ap 17.17).
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